No último dia 11 de abril, foi realizado um encontro da Comissão Nacional de Fadiga Humana – CNFH, na sede do SNA. Entre os assuntos em pauta estavam as últimas atualizações do Projeto Fadigômetro, o acompanhamento da fadiga em controladores de voo e equipe de manutenção e melhorias na metodologia.
Em relação ao Projeto Fadigômetro, foi apresentada uma atualização de pontos importantes do trabalho, que inclui estatísticas gerais da amostra, efetividade mínima na fase crítica (pousos e decolagens) e área de perigo na fase crítica.
O próximo passo é apresentar os resultados parciais do Fadigômetro no 17º Congresso Nacional da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, em maio.
A fadiga no âmbito da manutenção e CTA também foi tema de discussão do encontro da CNFH. A carga de trabalho, complexidade das funções, limites prescritivos e turnos de atuação também podem gerar fadiga e afetar diretamente a segurança das operações.
Entre as ações sugeridas estavam um acompanhamento dessa rotina, avaliação de escalas, reportes voluntários e avaliação e percepção de fadiga.
- Melhora na metodologia e criação de manual
A tenente Simone (Cenipa) propôs os seguintes itens que visam aperfeiçoar o processo de metodologia da investigação de fadiga: identificação de elementos sistemáticos e repetitivos; levantamentos estatísticos e análise de tendências; estreitamento da relação entre contexto operacional e acadêmico e conhecimento dos processos de gestão.
A CNFH colocou como meta a criação de um manual de orientações para nortear os investigadores quanto a questão da fadiga nas ocorrências aeronáuticas.
A próxima reunião do CNFH foi agendada para 8 de agosto de 2019.
Reunião da CNFH debate atualizações do Projeto Fadigômetro
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