O Sindicato Nacional dos Aeronautas participou na terça-feira (7), na Secretaria de Aviação Civil, em Brasília, da segunda reunião do grupo de trabalho formado para tentar mitigar os problemas do risco baloeiro no espaço aéreo brasileiro.
Em abril deste ano, a Ifalpa (Federação Internacional das Associações de Pilotos) enviou um comunicado à SAC em que informou que o espaço aéreo do país foi rebaixado para a categoria “Criticamente Deficiente” ―e um dos motivos principais foi justamente o perigo baloeiro.
Na reunião desta terça, da qual também participaram a Anac, o Decea, o Cenipa e a Abear, ficou decidido que será iniciada uma campanha para que os pilotos façam reportes de todo avistamento de balões, por meio das ferramentas de suas empresas (AQD, ASR, Relprev).
Também será desenvolvida campanha de conscientização pública sobre os perigos para a aviação da soltura de balões não-tripulados.
Haverá ainda a criação de um manual para as forças de segurança de forma a incentivar o aumento à fiscalização, especialmente entre os meses de maio a julho.
O Decea já emitiu NOTAM (aviso aos tripulantes), nacional e internacional, sobre a possibilidade de presença de balões nas terminais de Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
A próxima reunião do grupo de trabalho está agendada para o dia 21 de junho, novamente na Secretaria de Aviação Civil, em Brasília.
Grupo de trabalho propõe ações para mitigar o risco baloeiro no Brasil
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