Após cerca de cinco horas de negociação nesta sexta-feira (22), em audiência no TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília, o Sindicato Nacional dos Aeronautas e o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias não chegaram a um consenso sobre uma proposta para a renovação da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) que possa ser levada aos trabalhadores.
A pedido do ministro Ives Gandra Martins Filho, que fez a mediação entre as partes, um nova reunião no TST foi marcada para a próxima quarta-feira (27) para que aeronautas e empresas tentem chegar a um bom termo nas negociações.
Até o momento, o máximo que as empresas avançaram foi oferecer:
- Salários até R$ 1.500,00 — 5,5% de reajuste em fevereiro e 5,5% em junho;
- Salários de R$ 1.500,00 a R$ 10.000,00 — 3% de reajuste em fevereiro, 2% em junho e 6% em novembro;
- Salários acima de R$ 10.000,00 — valores fixos (R$ 300,00 em fevereiro, R$ 500,00 em junho e R$ 1.100,00 em novembro).
Além disso, ofereceram 11% de reajuste, a partir de fevereiro, no vale alimentação, no seguro de vida e nas diárias nacionais.
Antes da reunião de quarta no TST, o SNA fará assembleia na segunda-feira (25) (veja edital:
Cabe lembrar que os aeronautas aprovaram
O sindicato alerta todos os tripulantes para que fiquem atentos e mobilizados e que participem da discussão e das tomadas de decisão, por meio das assembleias.
TST marca nova reunião após entrave nas negociações da CCT
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