O Estado de S. Paulo
Neblina prejudica pousos e partidas nos aeroportos de SP
Gol mantém projeções de oferta doméstica e ações sobem quase 9%
O Globo
Ryanair pede a rivais ajuda para eliminar sites de comparação de preços
Presidente da Avianca renuncia ao cargo
G1
Avião faz pouso forçado no aeroporto de São José dos Campos, SP
Aeroporto da capital terá voo sem escalas de Palmas a São Paulo
Vídeo mostra como vento faz avião balançar ao pousar na Holanda
Valor Econômico
Deita terá fatia de 3,6% da China Eastern
Tribuna do Norte - RN
Critério para eleger o hub será técnico
Jornal do Commercio - PE
Empresas aéreas dizem que só um a cada cinco voos atrasa por culpa delas
O Estado do Ceará
Gol tem queda de 17,2% em indicador de preços de passagens no 2º tri
O Povo - CE
Passagem mais cara e frequência reduzida
Bahia Econômica
Bahia fará investimento em aeroportos
Jornal de Turismo
Air France e KLM investem em tecnologia mobile
Mercado&Eventos
Copa Airlines é eleita a mais pontual da América Latina
Azul anuncia voos extras para o Rock in Rio
28 Julho 2015 | 09h 00
Neblina prejudica pousos e partidas nos aeroportos de SP
Congonhas, na zona sul da capital paulista, passou cerca de duas horas fechado para aterrissagem; sete chegadas foram canceladas
FELIPE RESK - O ESTADO DE S. PAULO
SÃO PAULO - O forte nevoeiro que atinge São Paulo nesta terça-feira, 28, provocou problemas para a chegada e partida de aviões nos dois principais aeroportos da Grande São Paulo. O mais afetado, o Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, passou cerca de duas horas fechado para pouso.
Por causa das condições meteorológicas adversas, o aeroporto não recebeu aviões entre 6h15 e as 8h20, mas agora opera com auxílio de instrumentos para pouso e decolagem, segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), responsável por administrar Congonhas.
Nevoeiro atingiu várias regiões da região metropolitana de São Paulo, como a zona norte da capital paulista, na manhã desta terça-feira, 28 |
Até as 8h50, as chegadas registravam 15 atrasos e sete cancelamentos. Um voo da companhia Avianca que partiu de Salvador foi alternado para o Aeroporto do Galeão, na zona norte do Rio de Janeiro. Outros três aviões tinham previsão normal de pouso. Já as partidas tiveram oito atrasos e nove cancelamentos.
O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, operou com restrições durante a madrugada, no período entre as 3h e as 4h30. Neste momento, pousos e decolagens são feitos com auxílio de instrumentos, de acordo com a GRU Airport, concessionária responsável pelo aeroporto.
Entre a meia-noite e 8 horas, 52 partidas estavam programadas, mas dez atrasaram. Já das 73 chegadas previstas, 19 sofreram atraso. Cinco voos de passageiros precisaram ser alterados para outros aeroportos, como Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, Galeão, no Rio, e Confins, em Minhas Gerais. Nenhum voo, no entanto, foi cancelado.
27 Julho 2015 | 16h 54
Gol mantém projeções de oferta doméstica e ações sobem quase 9%
Investidores esperavam que companhia alterasse projeções após readequações da TAM em malha doméstica; ainda assim, ações da companhia aérea já caíram cerca de 60% no ano
KARIN SATO E SUZANA INHESTA, CORRESPONDENTE
O ESTADO DE S. PAULO
SÃO PAULO - A ação da Gol subiu quase 9% e liderou as altas do Índice Bovespa com declarações do vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Gol, Edmar Prado Lopes Neto, dadas em teleconferência com analistas e investidores, e com um movimento técnico relacionado à forte posição vendida do papel no mercado, segundo operadores.
Após a decisão da TAM de realizar adequações em sua malha doméstica, com redução gradual de aproximadamente 8% a 10%, o que resultou em uma revisão da projeção de capacidade da oferta doméstica (ASK) de 0% para uma contração de 2% a 4% ante 2014, os investidores passaram a esperar que a Gol também alterasse o guidance. "O mercado esperava que a Gol se movimentasse no mesmo sentido que a TAM", diz o analista da Guide Investimentos, Rafael Ohmachi.
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Fabio Motta/Estadão
Preço das passagens atingiu já o 'fundo do vale', segundo executivo da Gol |
Mas Lopes Neto disse que a estimativa de estabilidade para a oferta doméstica em 2015 em relação a 2014 está mantida. Nos seis primeiros meses deste ano, houve um crescimento de 2,1%, porém, para o segundo semestre, a companhia prevê recuo de 1,6% no indicador, confirmando a expectativa de estabilidade para o ano.
Outra declaração do executivo que foi vista como positiva é a de que, em termos de preço de passagens, o segundo trimestre foi o "fundo do vale". "Agora assistimos a uma parada na redução de preço e estamos enxergando um cenário melhor para o terceiro trimestre, principalmente para voos domésticos", disse Lopes Neto, durante a teleconferência. "Esta foi uma notícia boa, porque sinalizou que pode ocorre uma recuperação do yield", afirma Ohmachi.
Segundo operadores, a melhora do papel levou a um movimento de cobertura de posições vendidas, intensificando a alta do papel, uma vez que há muitos investidores apostando em sua queda.
As ações preferenciais da Gol subiram 8,36%, a R$ 6,09, enquanto o Ibovespa encerrou em queda de 1,04%, aos 48.735 pontos.
No acumulado deste ano, a ação cai cerca de 60%. Uma das razões para as apostas de investidores em sua queda é o cenário para o câmbio. Apenas neste ano, o dólar comercial tem ganho de aproximadamente 27%.
Preço das passagens. Mais cedo, a Gol informou que o yield, indicador que mede preços de passagens, recuou 17,2% no segundo trimestre na base de comparação anual, caindo também na comparação trimestral. Com o resultado, a receita por passageiro caiu 15,4% sobre um ano antes.
A Gol já havia registrado queda do yield de 8% no primeiro trimestre, após o ritmo mais fraco da economia ter contribuído para uma baixa anual de quase 9% do indicador durante o último trimestre do ano passado.
O setor aéreo brasileiro tem registrado uma menor demanda de clientes corporativos, que pagam preços mais altos de passagens. Além disso, a queda do yield também ocorre em momento de intensificação das iniciativas promocionais das companhias aéreas diante do enfraquecimento da demanda.
Terça-feira, 28 de julho de 2015
Rotores travados
Com orçamentos de defesa em queda e avanço dos drones, chega ao fim a rápida ascensão do setor de helicópteros
The Economist
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namir noor-eldeen/reuters–4/6/2006
Declínio. Vendas militares devem alcançar os US$ 23 bi em 2020 |
Os helicópteros parecem estar por cima da carne seca. Em 20 de julho, a Lockheed Martin,maior fabricante de equipamentos de defesa dos Estados Unidos, aceitou pagar US$ 9 bilhões ao conglomerado United Technologies (UTC) por sua unidade de helicópteros Sikorsky. É o maior negócio do setor de defesa em duas décadas, mas talvez não tenha sido o mais recomendado. Para a UTC, desfazer-se da Sikorsky é uma decisão prudente; para a Lockheed, adquiri-la é uma jogada arriscada.
Cinco grandes empresas dominam os mercados civil e militar de helicópteros: Sikorsky, Airbus, Augusta Westland, Bell e Boeing. Todas elas operam em ar rarefeito, pois é improvável que a demanda por helicópteros se mantenha no patamar elevado registrado ao longo dos últimos dez anos, quando o segmento viveu um boom de vendas.
No setor de petróleo e gás, destino de mais da metade de todos os helicópteros produzidos com fins civis, já se observa um desaquecimento na demanda. Os helicópteros costumam ser usados para transportar equipamentos e funcionários para as plataformas de petróleo. O heliporto de Aberdeen, que atende o Mar do Norte, é o mais movimentado do mundo. O prolongado ciclo de preços em alta estimulou as petrolíferas a explorar novas reservas em mar alto. A baixa que teve início em meados do ano passado fez com que elas cortassem custos e desistissem de alguns projetos dispendiosos, assim como dos helicópteros que seriam utilizados em sua realização. A Sikorsky revisou sua projeção de faturamento com aeronaves civis em 2015: a empresa, que antes contava com um crescimento entre 5% e 7% nas vendas, agora espera uma retração de até 20% em relação às vendas de 2014.
Vendas civis. Nos países ricos, continuará sendo necessário substituir os helicópteros usados para transportar pessoas, atender emergências médicas e realizar operações de busca e resgate — serviços que também vêm se tornando cada vez mais comuns na Ásia e no Oriente Médio. Na última década, os fabricantes de helicópteros efetuaram, em média, entregas anuais de 550 unidades civis, segundo Alix Leboulanger, da consultoria Frost&Sullivan. Ao longo dos próximos dez anos, o número de entregas deve chegar a cerca de 900 unidades anuais. A questão, diz Leboulanger, é que esses serviços são realizados por helicópteros de menor porte, cujo preço varia entre US$ 2milhões e US$ 3milhões, ao passo que as plataformas de petróleo são atendidas por helicópteros maiores, com preços entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. A receita com vendas civis dobrou entre 2005 e 2015, chegando a US$ 6 bilhões anuais, mas deve recuar para uma média anual de US$ 5 bilhões na próxima década.
E o que dizer das unidades fabricadas com fins militares? As vendas desse tipo de helicóptero não chegaram a passar por turbulências por conta da crise financeira, pois as forças armadas dos Estados Unidos, de longe as maiores compradoras de helicópteros do mundo, precisaram desse tipo de aeronave para conduzir operações no Iraque e no Afeganistão. Os helicópteros militares são abastecidos com inúmeros equipamentos e passam por atualizações frequentes. A Airbus calcula que essas unidades responderão por menos de metade de suas vendas de helicópteros, mas serão responsáveis por 75% das receitas que a empresa terá com esse tipo de aeronave ao longo da próxima década.
Ocorre que, nos últimos anos, os orçamentos de defesa em todo o mundo têm se mantido estáveis ou apresentam declínio. Programas de aquisição de helicópteros foram eliminados ou adiados. Segundo a Mordor Research, outra consultoria, as vendas militares devem crescer ao ritmo bastante modesto de 2,5% anuais, alcançando US$ 23 bilhões em 2020.
A Sikorsky já fornece dois terços dos helicópteros empregados pelas tropas americanas,e esse é seu maior atrativo para a Lockheed, que tem muitos negócios com o setor de defesa de vários países e talvez imagine que a presença da Sikorsky em sua carteira a ajudará a abocanhar mais contratos nos Estados Unidos. As exportações podem aumentar à medida que as forças armadas de países em desenvolvimento queiram se modernizar. Mas será preciso enfrentar tanto suas concorrentes nos países ricos, como os russos e os indianos, que fabricam aeronaves menos avançadas em termos tecnológicos, mas de preço mais em conta.
A Lockheed, que também produz aeronaves não tripuladas, talvez conseguisse administrar melhor a desordem que os drones certamente provocarão, se começasse a oferecer aeronaves com e sem assento para piloto. Helicópteros menores, usados na apuração de notícias, em atividades de mapeamento e na agricultura, já vêm sendo substituídos por drones, cujo custo é muito menor. Antes executadas por helicópteros, agora são comuns as operações de reconhecimento e missões de reabastecimento com aeronaves não tripuladas. A boa notícia para as fabricantes de helicópteros é que o transporte de passageiros com aeronaves não tripuladas ainda é um futuro distante. Nem por isso é hora de relaxar.
* © 2015 THE ECONOMIST NEWSPAPER LIMITED.
DIREITOS RESERVADOS. TRADUZIDO POR ALEXANDRE HUBNER, PUBLICADO SOB LICENÇA. O TEXTO ORIGINAL EM INGLÊS ESTÁ EM WWW.ECONOMIST.COM.
27/07/2015 11:34
Ryanair pede a rivais ajuda para eliminar sites de comparação de preços
Objetivo é que as companhias mostrem os preços das concorrentes, evitando a visita a sites como Expedia e Google Flights
POR REUTERS
Aviões da Ryanair no aeroporto de Manchester - Simon Dawson / Bloomberg News/10-9-2013 |
DUBLIM - A Ryanair pediu a quatro grandes companhias aéreas europeias para mostrar tarifas on-line de cada uma em uma proposta para eliminar sites de comparação de preços, disse nesta segunda-feira o presidente executivo da empresa, Michael O’Leary.
As tarifas da Ryanair estão disponíveis em sites de comparação de preços como Google Flights e Expedia e compete com eles ao oferecer em sua própria página serviços de hotéis e aluguel de carros.
O’Leary não revelou com quais companhias aéreas ele entrou em contato, mas no passado ele já se referiu à Ryanair, IAG, Air-France KLM, easyJet e Lufthansa como as cinco grandes da Europa. O executivo disse esperar uma resposta em breve.
“Penso que as grandes companhias aéreas poderiam e deveriam trabalhar juntas porque, creio eu, não faz sentido ter sites de comparação de preços”, disse O'Leary em vídeo comunicado. “Se as companhias fossem competitivas e tivessem uma oferta digital competente, esse tipo de site não existiria.”
O’Leary disse ainda que mesmo quando a Ryanair tinha as menores tarifas, frequentemente não havia assentos disponíveis, direcionando potenciais clientes para voos em concorrentes.
27/07/2015 17:19
Presidente da Avianca renuncia ao cargo
Fabio Villegas alegou “motivos pessoais”. Não foi informado quem assumirá a companhia em seu lugar
POR REUTERS
Aeronave da Avianca - Diego Giudice / Bloomberg News |
BOGOTÁ - A companhia aérea mais importante da Colômbia, a Avianca, e uma das maiores em volume de tráfego de passageiros da América Latina, anunciou mudanças em sua cúpulação de direção, nesta segunda-feira. Depois de uma década à frente da empresa, o presidente-executivo, o colombiano Fabio Villegas, comunicou a sua renúncia ao cargo por motivos pessoais. No entanto, vai permanecer no cargo até o final de dezembro deste ano. Não foi informado quem assumirá a companhia em seu lugar.
Segundo dados da companhia aérea, a Avianca passou a transportar cinco vezes mais passageiros em nove anos, passando de cinco milhões em 2005 para 26 milhões en 2014. A empresa tem mais de 20 mil trabalhadores e sua frota passou de 39 para 181 aviões em uma década. Igualmente passou de 35 destinos a 100 destinos na América e Europa.
27/07/2015 19h59
Avião faz pouso forçado no aeroporto de São José dos Campos, SP
Pneu de um dos trens de pouso estourou e obrigou o piloto a pousar.
Aeroporto teve que ser fechado para pousos e decolagens por três horas.
Do G1 Vale do Paraíba e Região
Um avião monomotor precisou fazer um pouso forçado em uma pista do aeroporto de São José dos Campos, no começo da tarde desta segunda-feira (27).
O pneu de um dos trens de pouso estourou e obrigou o piloto a realizar o pouso. Ninguém ficou ferido, mas a aeronave precisou ficar estacionada em um dos acessos à pista principal e por isso o aeroporto teve que ser fechado para pousos e decolagens por cerca de três horas. Não havia voos programados, então não houve viagem prejudicada.
27/07/2015 20h51
Aeroporto da capital terá voo sem escalas de Palmas a São Paulo
Segundo a TAM, o novo voo começará a funcionar em 19 de setembro.
Ele terá duração de 2h15 e passagens já estão disponíveis.
Do G1 TO
Passageiros poderão contar com um novo voo, de Palmas a São Paulo, sem escalas (Foto: Lívia Campos/ TV Anhanguera) |
Passageiros do aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, poderão contar com um novo voo a partir do dia 19 de setembro. Segundo informações da companhia TAM Linhas Aéreas, será realizado uma operação sem escalas entre Palmas e o aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
Ainda conforme a TAM, o voo terá duração de 2h15 e as passagens já estão disponíveis para compra no site. A companhia informou que a nova rota será operada diariamente com a aeronave Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros.
O voo decolará da capital sempre no mesmo horário, às 4h10 (horário local), e chegará a São Paulo/Congonhas às 6h25. No sentido inverso, partirá da capital paulista às 21h55 e pousará em Palmas à 0h10 (horário local).
27/07/2015 18h54
Vídeo mostra como vento faz avião balançar ao pousar na Holanda
Aeroporto de Schiphol foi atingido por fortes ventos no sábado (25).
Companhia KLM disse que pilotos garantiram segurança de todos.
Do G1, em São Paulo
Um vídeo publicado no Youtube mostra como um Boeing 777 da companhia KLM foi chacoalhado pelo vento ao tentar pousar no Aeroporto de Schiphol, que serve Amsterdã (ASSISTA). Um temporal considerado muito forte pelos moradores locais atingia a Holanda no sábado (25), quando o pouso ocorreu. De acordo com o "Washington Post", houve ventos de até 100 km/h na região do aeroporto naquele dia.
A empresa KLM disse à rede americana CNBC que a "segurança do voo não foi comprometida". "No sábado, todos os voos em Schiphol encontraram fortes ventos e por isso adotaram procedimentos relevantes. Os pilotos da KLM foram todos capazes de lidar com a situação e garantir a segurança dos passageiros e das tripulações".
Imagem mostra Boeing 777 inclinado segundos antes de tocar o solo |
28/07/2015 às 05h00
Deita terá fatia de 3,6% da China Eastern
Por Michael Sasso e Clement Tan | Bloomberg
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A Delta há muito tem vontade de crescer na China, onde está atrás da United |
A Delta Air Lines vai investir US$ 450 milhões em uma participação de 3,6% na China Eastern Airlines , ampliando uma parceria que possibilitará às duas companhias competir melhor em rotas através do oceano Pacífico.
A China Eastern, segunda maior companhia área chinesa em valor de mercado, venderá cerca de 466 milhões de ações a 7,49 dólares de Hong Kong cada (US$ 0,97), segundo um comunicado enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong.
O preço de venda representa um ágio de 8,6% sobre o preço de fechamento da ação em Hong Kong em 22 de julho, antes de os negócios serem suspensos por causa do anúncio do negócio feito ontem.
A transação dá à Deita, sediada em Atlanta, uma oportunidade de ampliar e reforçar suas parcerias internacionais, uma vez que o excesso de assentos disponíveis no setor está afetando a capacidade das companhias aéreas de aumentar os preços das passagens nos voos nos Estados Unidos. A Deita há muito tem vontade de crescer na China, onde ela está atrás da United Continentai Holdings, outra companhia americana.
A Deita também está de olho num mercado que deverá superar os EUA em duas décadas, tornando-se o maior do mundo, segundo a International Air Transport Association. Os turistas chineses em viagem para fora do país deverão dobrar de número, para 200 milhões ao ano, até 2020, na medida em que a renda aumenta e o relaxamento das exigências de visto por outros países compete pelos gastos dos turistas, afirmou a CLSA Asia-Pacific Markets em 2014.
Este ano a Deita estreitou laços com a China Eastern, também membro da aliança Skyteam, com planos de transferir operações para o Aeroporto Pudong International de Xangai e dividir um terminal com a companhia chinesa.
Terceira maior aérea do mundo, a Deita tem participações minoritárias na Virgin Atlantic e no Grupo Aeromexico SAB, e este mês concordou em aumentar sua participação na brasileira Gol Linhas Aéreas Inteligentes.
O negócio anunciado ontem ocorre depois que acionistas minoritários vetaram uma proposta de venda de uma participação de 24% na China Eastern para a Singapore Airlines e a Temasek Holdings em 2008. A companhia chinesa defendeu-se de uma proposta da controladora da Air China, sua concorrente de Pequim.
A China Eastern, juntamente com sua unidade Shanghai Airlines, opera acordos de compartilhamento de voos (codeshare) com a Deita em 30 rotas domésticas nos EUA, 43 na China e sete rotas transpacificas, segundo comunicado divulgado ontem. A Deita atende as três maiores cidades da China com seis voos diários sem escalas que partem dos EUA.
As ações da china Eastern acumularam este ano uma valorização de 131% em Xangai e de 86% em Hong Kong, antes da suspensão dos negócios em 23 de julho. Os negócios serão retomados hoje, segundo o comunicado.
2015-07-28 00:00:00
Critério para eleger o hub será técnico
‘O tamanho do aeroporto, os seus custos, a capacidade das pistas e o tempo de construção” são os critérios que a companhia aérea TAM vai analisar para definir onde irá implantar um centro de conexões de voo no Nordeste - investimento conhecido como “hub” e que é disputado pelos aeroportos de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, de Recife (PE) e Fortaleza (CE). Esse foi um dos pontos destacados pelo CEO da LATAM (grupo formado pela TAM Linhas Aéreas e pela chilena LAN Airlines), Ignacio Cueto, em entrevista ao jornal chileno El Mercurío. Ele reafirmou a continuidade do estudo de viabilidade do centro de conexões, mesmo com a recém-anunciada redução de operações da companhia aérea no Brasil. A escolha do local, confirmou ele, será mesmo feita ainda este ano.
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Adriano Abreu
O tamanho do aeroporto e as pistas estão entre os pontos analisados pela companhia, em estudos |
Na entrevista publicada pelo periódico chileno no último domingo (26), Ignacio Cueto afirmou que o grupo LATAM permanecerá consolidando o Hub Guarulhos, o centro de conexões “mais importante” do Brasil, e reiterou a “evolução” do plano de estudo para implementação do Hub Nordeste. “O mais importante é ter um aeroporto com estrutura suficiente para que realmente possamos operar como hub, e para isso temos que ver o tamanho do aeroporto, seus custos, as pistas e o tempo de construção”, explicou o CEO.
Ele não falou sobre prazos para implantação do hub. Mas a TAM havia anunciado que, com a definição da cidade que receberá o Hub, as obras de implementação do centro devem começar em seguida. A previsão é que as operações sejam iniciadas em dezembro de 2016. O investimento disputado pelas três cidades nordestinas alcança o valor de U$ 1,5 bilhão. Entre os atrativos e expectativas governamentais, estão oportunidades para novos voos, destinos, rotas e conexões para todas as regiões brasileiras, além de voos internacionais para a Europa e América do Sul.
Ajustes
Apesar das perspectivas geradas a partir do novo hub, Cueto reconheceu que serão necessários cortes, principalmente, para manter a saúde financeira da LATAM. De acordo com ele, a economia brasileira não tem conseguido decolar e o tráfego aéreo do país segue desacelerado. Na semana passada, a TAM anunciou que as operações no Brasil serão reduzidas entre 8% e 10% até o final do ano, o que impactará em demissões (2% dos cerca de 28 mil trabalhadores) e exclusão de voos, por exemplo, além de colaborar para contenção de U$ 800 milhões até 2018.
Segundo o CEO, contudo, os brasileiros podem ficar tranquilos. “Nós não estamos retirando nenhuma rota. A companhia seguirá levantando voo e aterrizando nos mesmos 46 destinos, mas, com alguns ajustes de frequencia”, comentou Cueto. As mudanças mencionadas dizem respeito, em especial, às rotas noturnas, que são mais caras para operar. Na prática, as reduções visam os trajetos que possuem duas ou três frequências diárias.
Ainda conforme Cueto, até o final deste ano, a LATAM vai receber a sua primeira aeronave A350 – pioneira na economia de combustível – e no próximo mês de outubro começará a operar voos para Barcelona. Toda essa reorganização operacional, porém, tem um único objetivo: melhorar os números da empresa. Conforme Cueto, a companhia teve um primeiro trimestre com perdas “principalmente não operacionais” de U$ 39 milhões, bem distantes dos U$ 329,8 milhões negativos no mesmo período de 2013, mas, que ainda assim expõem um resultado ruim.
A projeção para o futuro, entretanto, é tímida. “Os avanços e mudanças que estamos implantando têm se dado ao longo de um período de baixos retornos. Após a fusão, 48% de nossa receita vem do Brasil e, naquela época, ele crescia 5,5% ao ano. Hoje, o país tem uma queda de quase 2% ao ano”, disse. E completou: “Mas, se alguém quer grandes resultados, teremos que esperar dois ou três anos”.
27/07/2015, às 17h56
Empresas aéreas dizem que só um a cada cinco voos atrasa por culpa delas
Segundo o documento, 19% dos atrasos se devem às companhias aéreas e 72% ao "sistema aeronáutico"
Da Folhapress
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As conclusões estão em estudo lançado na última sexta-feira (24) pela Abear, entidade que representa TAM, Gol, Azul e Avianca, ou 99% do mercado doméstico |
As maiores companhias aéreas brasileiras dizem que apenas um em cada cinco atrasos de voos no país em 2014 se deu por culpa delas.
O grande contingente dos atrasos é de responsabilidade do "sistema aeronáutico" -setores como o controle de tráfego aéreo (a cargo da Aeronáutica), infraestrutura dos aeroportos (Infraero e de concessionárias) ou, ainda, problemas meteorológicos.
A Aeronáutica não quis comentar o resultado. A Infraero ainda não se manifestou.
As conclusões estão em estudo lançado na última sexta-feira (24) pela Abear, entidade que representa TAM, Gol, Azul e Avianca, ou 99% do mercado doméstico.
Segundo o documento, 19% dos atrasos se devem às companhias aéreas e 72% ao "sistema aeronáutico" -classificação também usada pelo DOT, o departamento de transportes dos Estados Unidos. Outros 2% se referem a questões de segurança e 7% não tiveram as razões especificadas.
Problemas na conexão e defeitos no avião são os dois maiores culpados pelos atrasos quando estes são motivados pelas empresas aéreas.
Quando a culpa é do "sistema aeronáutico", aeroportos fechados por restrições operacionais e a meteorologia são os maiores responsáveis (incluem, por exemplo, voos obrigados a retornar à origem porque o aeroporto de destino não está funcionando).
Segundo o estudo, 85% dos voos partiram no horário no ano passado. Como parâmetro, nos EUA, esse índice é de 78%-em que pese o mercado norte-americano ser o maior do mundo e com mais companhias que o Brasil.
Em nota, a Anac disse desconhecer a metodologia adotada pela Abear e a responsabilização dada pelo motivo dos atrasos. A agência informou ainda que analisará o estudo da associação "com o objetivo de esclarecer a população sobre o assunto". A Abear diz que as informações foram tabuladas a partir de uma base de dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), alimentada pelas próprias empresas com a razão de atraso de cada voo.
"Nossos critérios foram os mesmos do DOT [departamento de transportes dos EUA]. Qualquer cidadão pode acessá-los fazendo a mesma análise que fizemos", diz Maurício Emboaba, consultor técnico da Abear.
É a terceira edição do documento, mas a primeira em que a discriminação dos atrasos acontece. "Acho muito útil esse debate porque na hora em que classificamos [os responsáveis], podemos atuar para resolver", disse o consultor da Abear.
27 de Julho de 2015
Gol tem queda de 17,2% em indicador de preços de passagens no 2º tri
A companhia aérea Gol informou nesta segunda-feira que o yield, indicador que mede preços de passagens, recuou 17,2 por cento no segundo trimestre na base de comparação anual, caindo também na comparação trimestral. Com o resultado, a receita por passageiro caiu 15,4 por cento sobre um ano antes.
A Gol já havia registrado queda do yield de 8 por cento no primeiro trimestre, após o ritmo mais fraco da economia ter contribuído para uma baixa anual de quase 9 por cento do indicador durante o último trimestre do ano passado.
O setor aéreo brasileiro tem registrado uma menor demanda de clientes corporativos, que pagam preços mais altos de passagens. Além disso, a queda do yield também ocorre em momento de intensificação das iniciativas promocionais das companhias aéreas diante do enfraquecimento da demanda.
Os dados de tráfego mostraram que a demanda total por voos da Gol subiu 4,6 por cento em junho deste ano na comparação anual, e a oferta subiu 3,2 por cento. Com isso, a taxa de ocupação ficou em 75,9 por cento, aumento de 1 ponto percentual ano contra ano.
A demanda por voos domésticos cresceu 5,6 por cento em junho ante mesma etapa de 2014, já a oferta de assentos para a mesma categoria de voos evoluiu 3,5 por cento na mesma base de comparação. A taxa de ocupação doméstica no mês passado foi de 77,2 por cento, aumento de 1,5 ponto percentual na comparação com junho do ano passado.
De janeiro a junho e no acumulado dos últimos doze meses, o indicador de ocupação foi de 78,5 por cento, alta de 2,1 pontos percentuais na comparação com o primeiro semestre de 2014.
Em junho, a demanda por voos internacionais subiu 1,3 por cento, enquanto a oferta de assentos caiu 2,8 por cento, fazendo a taxa de ocupação cair 2,8 pontos percentuais, para 66,9 por cento.
DA REDAÇÃO DO ESTADO ONLINE
Fonte: UOL
28/07/2015
Passagem mais cara e frequência reduzida
Devido à queda no ritmo de evolução da atividade de transporte aéreo no País, empresas de aviação partem para diminuição da frequência de voos e aumento no preço das passagens para crescer margem de lucro
Beatriz Cavalcante
Sem conseguir margem de lucro, companhias aéreas partem para aumento de passagens e redução de frequência de voos. Assim, após a Latam (TAM e Lan) anunciar redução de 8% a 10% das operações domésticas e prejuízo líquido de US$ 40 milhões, o vice-presidente financeiro de relações com investidores da Gol, Edmar lopes, afirmou, ontem, que a empresa chegou ao “fundo do poço” em termos de tarifas baratas.
Para recuperar os preços das passagens, a estratégia será a mesma da concorrente: reduzir capacidade. A recuperação de tarifas mais baixas deve começar “um pouco” no terceiro trimestre deste ano, segundo Lopes.
Os fatores que influenciam redução da margem de lucro das empresas são: alto preço do querosene de aviação (QAV), devido ao aumento do dólar; queda na demanda de viagens executivas; e consequente diminuição da margem de lucro.
Apenas o querosene responde por até 43% dos custos de uma companhia e, mesmo tendo aproximadamente 75% do volume produzido no Brasil, o QAV é precificado pela paridade de importação. Ou seja, acompanha aumento do dólar, enquanto as passagens são vendidas em reais.
Além disso, ainda há cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que varia de 4% a 25% nos aeroportos. “Como resultado das diferentes alíquotas, é prática comum nas empresas planejar a malha para no ponto de menor ICMS”, explica, em nota, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).
“O segmento corporativo, em especial, começou a dar sinais de uma menor disposição de consumo (-20 pontos percentuais). As companhias aéreas reagiram oferecendo produtos mais atrativos, destinos, tarifas, aumentando os esforços de vendas, o que garantiu ainda o desempenho bom de dezembro e janeiro. Mas, desde então, nossas taxas mensais de demanda têm mostrado tendência de redução”, avalia o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.
Em relação à demanda doméstica, depois de crescer 7,7% em dezembro e 9,1% em janeiro, o ritmo reduziu, com altas de 4,1% em fevereiro, 2,8% em março e abril, e 1% em maio. “A dificuldade em manter a estabilidade mensal em relação ao ano anterior mostra que essa é uma temporada que tem exigido atenção redobrada das companhias na condução dos negócios”, diz o consultor técnico da Abear, Maurício Emboaba.
Na avaliação de Carlos Grotta, especialista em transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária do Centro Paula Souza, em Garulhos (SP), tudo indica que os preços das passagens devem aumentar. “O lucro das aéreas, hoje, chega a praticamente zero. Para não correr o risco de fechar no vermelho, as empresas fecham linhas deficitárias ou aumentam o preço das passagens”, diz.
Companhias
Em resposta sobre aumento de passagens, a TAM afirma, em nota, que está dando continuidade ao plano de segmentação da demanda, para oferecer o melhor preço, de acordo com o sistema de precificação dinâmica. “A companhia segue com a estratégia de longo prazo, que inclui a renovação da frota, o projeto de estudo de viabilidade do hub Nordeste”, informa.
A Azul afirma que fez ajustes na malha aérea, reduzindo frequências em algumas localidades e aumentando em outras. “No caso do Ceará, tivemos, inclusive, ampliação de voos entre Fortaleza e Teresina em maio”. Na contramão, a Avianca diz que não reduzirá frota, mas não se pronunciou sobre aumento de valores.
Números
70% era a demanda corporativa no mercado de aviação, mas caiu para
50% com a lenta atividade econômica do País
1% foi o aumento da demanda doméstica em maio. Houve redução, visto os outros meses: 2,8% março e abril, 4,1% fevereiro
4,2% foi a alta acumulada da demanda aérea até maio. Uma queda no ritmo de evolução da atividade
7,6 milhões de pessoas foram transportadas no País em junho, +6% ante 2014. As férias aumentam o fluxo
28/07/2015
Preços menores no Exterior
Juliana diz que até em empresas grandes já conseguiu preço bom |
Quem já experimentou comprar passagem aérea no Exterior percebe como os preços no Brasil são mais altos. Juliana Brouwer, 28, estudante, diz que já comprou passagem de 30 euros da Holanda - onde mora - para Itália, ida e volta, em empresa de baixo custo.
O zootecnista, Diego Pereira, 32, mora em Ohio (EUA). Ele está de passagem comprada para Las Vegas (Nevada) por US$ 200. “Eu acho que o que torna as passagens mais baratas aqui é o preço dos combustíveis”, diz.
A estudante de Finanças, Marina Becco, 27, mora em Minessota (EUA) e diz que as passagens no País são mais baratas que as que comprava para viajar pelo Brasil. “Aqui eu posso conseguir US$ 300 em quatro dias trabalhando de garçonete e ir a Miami”.
É a mesma opinião de Talita Souto Maior, assistente de professor, 27. “Compensa mais viajar daqui (São Paulo) para a Europa do que daqui para o Nordeste”, opina.
Carlos Grotta, especialista em transporte aéreo, indica comprar com seis semanas de antecedência e em horários incomuns para encontrar preços melhores no Brasil. (BC)
Saiba mais
Transporte de cargas
Nesse primeiro semestre de 2015 as companhias transportaram 158,2 mil toneladas de carga em operações domésticas, um volume 8,4% abaixo ante mesmo período de 2014. Por outro lado, no mercado internacional o total de carga transportada cresceu 2,6%, um volume pouco superior a 84 mil toneladas.
28/07/2015 08:01
Bahia fará investimento em aeroportos
ARMANDO AVENA
Os baianos estão usando mais os aeroportos regionais para voos pelo estado e para outras regiões do país. Somente em Barreiras, na região oeste, o movimento de passageiros aumentou 30% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período no ano passado. Para atender a demanda crescente, pelo menos, 20 dos 82 terminais regionais devem receber investimentos de R$ 800 milhões nos próximos cinco anos.
O investimento está previsto dentro do Plano Aeroviário do Estado da Bahia, a ser apresentado oficialmente nesta terça-feira, 28, durante seminário em Salvador, na sede da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), órgão que administra os terminais regionais.
Graças aos estudos que foram iniciados há quatro anos, a Diretoria de Terminais e Aeroportos da Seinfra pôde definir, por exemplo, quantos aeroportos precisarão ser totalmente reconstruídos, com desativação dos espaços onde funcionam atualmente.
É o caso do aeroporto de Vitória da Conquista, cujas obras do novo aeroporto já estão adiantadas, dotando o equipamento agora para receber aeronaves maiores, como boeings com capacidade para transportar até 189 passageiros.
Receberão ainda novos aeroportos os municípios de Senhor do Bonfim, Bom Jesus da Lapa, Porto Seguro e Maraú, além de Ilhéus que, assim como Salvador, é gerido pela Infraero. No caso da capital, a construção da segunda pista será feita já no modelo de concessão, anunciado no mês passado pelo governo federal.
O Plano Aeroviário avalia as condições e projeta necessidades, até 2033, para todos os aeroportos e aeródromos regionais geridos pelo governo baiano. São considerados aeródromos os equipamentos que não possuem atividade comercial, ou seja, não contam com voos regulares e terminais de passageiros.
Para 14 aeródromos, o Plano prevê, a depender de cada caso, reformas nos terminais de passageiros e nos sistemas de iluminação pública, nova sinalização, ampliação de pista de pouso e decolagem, além da construção de vias de acesso e de pátio de estacionamento. Em alguns casos, as intervenções preveem inclusive criar as condições para a atividade comercial.
"O aeroporto de Guanambi, por exemplo, deve ser o próximo a operar com voos regulares, ainda este ano", adianta o secretário de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti. "Melhorias também estão previstas para as pistas de pouso, em locais como Formosa do Rio Preto, Prado e Belmonte", completa.
(A Tarde)
Segunda, 27 Julho 2015 11:00
Air France e KLM investem em tecnologia mobile
As companhias Air France e KLM lançam versões de aplicativos para Smartwatch e Apple Watch e reforçam os investimentos em tecnologia para o grupo. As ferramentas inovadoras proporcionam aos passageiros serviços totalmente digitais e personalizados. As aéreas europeias também apresentaram recentemente outras modificações em suas plataformas mobile. Confira:
Tecnologia para Smartwatch
KLM lançou seu app para Apple Watch com serviços relevantes para o dia da viagem, incluindo cartão de embarque e possíveis alterações relacionadas aos voos, além de acesso às informações mais atualizadas. A ferramenta oferece uma funcionalidade especial para os membros Flying Blue da KLM. Com um único olhar, é possível ver tanto o seu nível no programa, bem como o número de milhas acumuladas.
O Smartwatch para Android da KLM foi recém-lançado e dá acesso aos passageiros à situação atual dos voos a qualquer momento, além de notificações 24 horas antes do embarque.
Nas 30 horas que antecedem o a viagem, o app para Apple Watch da Air France permite aos passageiros: verificar o status do check-in ou receber uma notificação oito horas antes da partida para realizá-lo; encontrar informações úteis sobre o aeroporto como terminal, portão e número do assento; embarcar fazendo a leitura do cartão de embarque no relógio; e com um simples movimento do punho, descobrir em tempo real se o voo está no horário. A Air France está desenvolvendo ainda mais recursos para o conforto dos seus clientes. Muito em breve os passageiros serão notificados das mudanças de horário de partida ou do portão de embarque com a função "vibrar" do relógio.
A KLM apresentou no último mês seu novo aplicativo para smartphones. A ferramenta, disponível para sistemas iOS e Android, é programada para responder antecipadamente às necessidades de cada passageiro de maneira personalizada, com fácil acesso para reservas e mudança de assento, check-in e pagamento rápido.
A Air France também vem trazendo melhorias para o seu aplicativo. Disponível para dispositivos iOS, Android ou Windows Phone, a nova interação permite que os passageiros reservem com facilidade, façam check-in online, acessem os cartões de embarque offline e verifiquem o status de um voo. E se o cliente for membro Flying Blue, as informações pessoais são armazenadas após a primeira compra para poupar ainda mais tempo.
A aérea francesa também renovou seu aplicativo para crianças. No Kids App, os pequenos passageiros podem dar vida às suas versões do desenho da aeronave tridimensional ao tirar uma fotografia dela após pintá-la. Já o aplicativo Air France Press, disponível em 13 idiomas para sistemas iOS e Android, traz as edições das revistas Air France de forma gratuita. Para os passageiros, a partir de 30 horas antes do voo e até a hora de partida é possível ainda baixar jornais e revistas de uma seleção da mídia francesa e internacional.
Hoje, a Air France tem 5 milhões de fãs no Facebook e mais de 700 mil seguidores no Twitter. Em 2014, a companhia vendeu quase 30% dos seus bilhetes no seu portal de vendas, o que representa 6,3 milhões de bilhetes ou de um bilhete vendido a cada 5 segundos.
27/07 - 18:10
Copa Airlines é eleita a mais pontual da América Latina
A Copa Airlines fechou suas operações com uma pontualidade média de 91% na América Latina |
A empresa internacional FlightStats reconheceu a Copa Airlines como a melhor companhia aérea na América Latina e na Colômbia, em pontualidade e cumprimento dos voos, durante os primeiros seis meses do ano. A Copa Airlines fechou suas operações com uma pontualidade média de 91% na América Latina.
Sobre o desempenho notável, Pedro Heilbron, CEO da Copa Airlines, afirmou que "os resultados do primeiro semestre do ano refletem o trabalho duro e dedicação de todos os nossos funcionários no ar e no solo em cada um dos nossos 74 destinos"
Kristhiany Teixeira
27/07 - 16:01
Azul anuncia voos extras para o Rock in Rio
voos extras para o Rio de Janeiro entre os dias 19 e 28 de setembro |
Para atender aos clientes que estarão no Rock in Rio, a Azul contará com voos extras para o Rio de Janeiro entre os dias 19 e 28 de setembro. As partidas serão de Campinas e Belo Horizonte (Confins) – os dois maiores hubs de operação da companhia – e terão como destino os aeroportos Santos Dumont e Galeão.
“Atentos ao acréscimo de demanda previsto para o Rock in Rio, teremos uma oferta ampliada de assentos durante o maior festival de música do mundo. Com a operação extra a partir de Campinas e Confins, a Azul garante que Clientes de todas as regiões do Brasil possam chegar ao Rio de Janeiro com, no máximo, uma parada nos terminais onde concentra a maioria de suas operações”, afirmou Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.
Pedro Menezes







