O Estado de S. Paulo
Passageiros de voo argentino decolado por modelo querem indenização
Cumbica terá tecnologia avançada para pouso com pouca visibilidade
United Airlines compra 5% da Azul por US$ 100 milhões
Azul começa a testar venda de passagem da TAP
O Globo
Avião de pequeno porte cai sobre casa em Massachusetts
Autoridades colombianas procuram helicóptero desaparecido
Excesso de bagagem pode pesar muito no bolso do passageiro
G1
Aeroporto de João Pessoa recebe voos extras durante o mês de julho
Roda cai de avião durante voo e atinge prédio no Canadá
No Acre, senador é surpreendido por cobra em esteira de aeroporto
Valor Econômico
Serviço extra ajuda aéreas a compensar demanda fraca
Tribuna do Norte - RN
Aeroporto do RN poderá operar mais voos por hora
Portal Correio da Paraíba
Infraero confirma que área do aeroporto Castro Pinto terá um hotel, na Grande João Pessoa
Estado de Minas
Governo estreita participação em novas concessões de aeroportos
O Popular - GO
Início da operação segue indefinido, mas obra avança
Espírito Santo Hoje
Infraero elogia Casagrande em ato com Hartung
Diário do Nordeste
Camilo Santana sobre o hub da IAM: ‘estou empolgado e otimista’
Jornal do Dia - AP
Em crise, viajar no mês de julho não será tarefa fácil
Mercado&Eventos
Passaredo pode ter adquirido até 24 aeronaves ATR 72-600
ILS do Aeroporto de Joinville: um ano com ganho operacional de 70,6%
Obras no aeroporto de Vitória (ES) são retomadas
Panrotas
Pernambuco inicia conversas para atrair hub da Azul
AF nega demissão de 3,3 mil funcionários; entenda o caso
27 Junho 2015 | 14h 10
Passageiros de voo argentino decolado por modelo querem indenização
Pilotos da Aerolíneas e atriz foram indiciados e podem pegar até 8 anos de prisão
RODRIGO CAVALHEIRO, CORRESPONDENTE
BUENOS AIRES - O ESTADO DE S. PAULO
O escândalo envolvendo dois pilotos que permitiram a uma modelo iniciar decolagem de um avião na semana passada deve custar mais do que uma mancha na imagem da empresa pública Aerolíneas. Passageiros do voo 2708 se organizam para pedir uma indenização de cerca de 250 mil pesos (R$ 86 mil) por pessoa por dano moral e psicológico.
Pelo menos 11 dos 36 que viajavam de Buenos para Rosario na segunda-feira, 22, recorreram, segundo o jornal Clarín, ao advogado Gregorio Dalbon para iniciar uma ação contra a empresa, que demitiu imediatamente os pilotos após o vídeo ser divulgado na noite de quinta-feira, 25, e tornar-se um viral nas redes sociais argentinas.
Ao admitir que os pilotos colocaram em risco a segurança dos passageiros, o presidente da Aerolíneas, Mariano Recalde, deu argumentos à ação contra a companhia. Na sexta-feira, 26, os pilotos e a modelo Vicky Xipolitakis foram indiciados por “atentar contra a segurança de aeronave”. A denúncia foi apresentada pela própria companhia Austral, operada pela Aerolíneas.
A modelo, atriz e bailarina, conhecida no país pela presença frequente em revistas masculinas, sob apelido de “A Grega”, também foi denunciada. Ela disse em sua conta no Twitter não saber que a cabine era um local proibido. “E quem sabia não me avisou”, argumentou a modelo, que por cinco anos estará proibida de voar na companhia. O caso está nas mãos da Justiça Federal e a pena vai de 2 a 8 anos de prisão.
No vídeo, Victoria agradece a acolhida na cabine e ressalta o fato de ter sido tratada “como uma piloto mais”, recebendo chá das aeromoças. No começo da decolagem, em pé, Victoria acelera o avião e os pilotos concluem a manobra. Rindo, diz ter medo, pergunta se é seguro o que estão fazendo e cogita a possibilidade e de ser presa. Diante da chance de o grupo ser flagrado, um dos pilotos responde "se me afundo, vou com você". "Então você quer me levar com você?", ela responde. "Isso desde que você entrou no avião", conclui o piloto.
Na rede social Twitter, o vídeo de 8 minutos foi o mais visto e comentado da semana, sob a hashtag #elvuelodelescandalo. “Foi um papelão. Uma mulher com alguns atributos físicos os colocou em uma situação de estúpidos”, disse na sexta-feira o chefe do gabinete de ministros, Aníbal Fernandez, que normalmente fala em nome do governo. O caso tem desdobramentos políticos.
O presidente da Aerolíneas, Mariano Recalde, é candidato a prefeito de Buenos Aires pelo kirchnerismo. Ele disse inicialmente “preferir não acreditar” em uma armação para prejudicar sua campanha, que foi interrompida pelo escândalo. Na noite de sexta-feira, mudou o tom, insinuando que o vídeo poderia ter objetivos políticos. Ele tem chances remotas de derrotar o candidato da direita Horacio Larreta, apadrinhado do atual prefeito e candidato à presidência Mauricio Macri. A eleição municipal será no próximo domingo, 5.
26 Junho 2015 | 22h 45
Cumbica terá tecnologia avançada para pouso com pouca visibilidade
Aeroporto será o primeiro do País a contar com tecnologia ILS na categoria 3; companhias aéreas ainda terão de se adaptar
MÔNICA REOLOM - O ESTADO DE S. PAULO
SÃO PAULO - O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, será o primeiro do País a operar com um sistema avançado de pouso com visibilidade quase nula, o ILS CAT III (Instrument Landing System, em inglês, na categoria 3). A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 26, pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).
Maior aeroporto do país, com movimento de 39,5 milhões de passageiros em 2014, Cumbica já é um dos que menos fecha por causa de neblina ou chuva – as operações pararam por quatro horas no ano passado. Com esse novo aparelho, instalado no solo, o piloto poderá pousar se houver boas condições de visibilidade a 200 metros da pista. Hoje, o limite são 400 metros.
O sistema de pouso por instrumentos está implantado em 32 aeroportos do Brasil, nas categorias 1 e 2. Dentro da categoria 3, que é mais avançada, existem as subcategorias A, B e C – o equipamento instalado em Cumbica é o A. No C, o piloto consegue pousar sem qualquer visibilidade à frente. O investimento em Guarulhos, feito pelo Comando da Aeronáutica, foi de cerca de R$ 15 milhões.
Neblina encobre Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, no inverno; ILS CAT III vai permitir que pilotos pousem com quase nenhuma visibilidade |
Companhias aéreas. Para usufruir do sistema, no entanto, as aeronaves também precisam instalar um equipamento eletrônico que "converse" com a tecnologia em solo, e as tripulações precisam passar treinamento específico. “Foram quatro anos de trabalho para esse processo pioneiro no Brasil. Fizemos nossa parte de oferecer o equipamento, agora as empresa aéreas também devem se adaptar para atendermos o passageiro da melhor forma possível”, explicou o coordenador-geral de Gestão da Navegação Aérea Civil da SAC, Max Carvalho Dias.
O Estado procurou as duas maiores companhias do Brasil para saber se elas já estão adaptadas à tecnologia. A TAM informou os Boeing 777 da empresa, além da sua tripulação, estão equipados e certificados para operar na categoria ILS CAT III. “A empresa já está em processo de homologação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para certificar as demais aeronaves e tripulações que operam no terminal”, disse a empresa em nota.
Já a Gol explicou que ainda não possui essa tecnologia em suas aeronaves e nem treinamento adequado aos pilotos, mas que isso deve ocorrer após o início do funcionamento do equipamento.
Homologação. Para entrar em funcionamento, o aparelho ainda precisa ser homologado pela Anac, o que deve ocorrer “nos próximos dias”, segundo a SAC. A agência informou em nota faltavam ajustes no ILS 3 por parte da administradora do aeroporto, a GRU Airport. “Recentemente, recebemos documentação da concessionária que visa comprovar tais ajustes. Essa documentação está sendo analisada pela agência para que o equipamento seja homologado”, explicou a Anac em nota.
26 Junho 2015 | 14h 19
United Airlines compra 5% da Azul por US$ 100 milhões
Acordo inclui o compartilhamento de voos em rotas entre Brasil e Estados Unidos; empresa americana também passará a contar com um assento no conselho de administração da brasileira
LUCIANA COLLET - O ESTADO DE S. PAULO
SÃO PAULO - A Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou com a United Airlines uma parceria estratégica de longo prazo, por meio da qual a companhia norte-americana adquire 5% da aérea brasileira, com um investimento de US$ 100 milhões. O montante inclui um acordo de compartilhamento de voos (codeshare) em rotas entre o Brasil e os Estados Unidos, além de outros destinos das companhias.
"Não é somente investimento na companhia, mas uma parceria bem forte, em que se vai trocar clientes e culturas", disse o fundador da Azul, David Neeleman. "O Brasil é um mercado importante em nossa malha de voos internacionais e esta parceria reforça nossa presença no País", comentou o vice-chairman e Chief Revenue Officer da United, Jim Compton. Com a entrada no capital da Azul, a United passará a contar com um assento no conselho de administração da brasileira.
'Vamos trocar clientes e culturas', diz Neeleman, fundador da Azul |
O acordo ainda precisa da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, disse que a integração dos sistemas já está em andamento e espera que o compartilhamento da malha esteja em operação em 30 a 45 dias.
Questionado sobre o destino dos recursos, que ingressaram hoje na Azul, Neeleman disse que "vão para o banco". Segundo ele, a transação não se tratou de uma questão de busca de recursos, mas de estabelecimento de uma parceria de longo prazo. "Todo mundo gosta de dinheiro, mas não foi por isso, porque um dia vamos abrir capital, quando as coisas melhorarem por aqui", disse o fundador, que seguirá como controlador da Azul, com 67% de participação.
O diretor financeiro da Azul, John Rodgerson, salientou, porém, que os US$ 100 milhões "sempre ajudam, em especial em um momento como este", disse, em referência à crise financeira e ao momento próximo à estagnação que o setor aéreo vive. A negociação, segundo os executivos, durou vários meses e começou antes do acirramento da crise, comentaram.
Juntas, as duas empresas poderão oferecer mais de 450 destinos e seis mil voos diários.
Nova York. O plano da Azul de realizar voos para Nova York deve ficar para 2016, segundo Neeleman. Anteriormente, a companhia indicava que iniciaria a nova rota no segundo semestre.
Neeleman também comentou que a companhia poderia estabelecer uma rota para o Oeste americano, mas disse que isso ainda não tem prazo para acontecer. A companhia voa atualmente para a Flórida, operação que foi iniciada no final do ano passado.
Sábado, 27 de junho de 2015
Azul começa a testar venda de passagem da TAP
Com o mesmo dono desde a última quarta-feira, empresas devem facilitar conexões entre seus voos
Marina Gazzoni
A Azul vendeu anteontem a primeira passagem da companhia aérea portuguesa TAP, testando um acordo comercial que deve ser iniciado nas próximas semanas. A venda ocorreu apenas um dia depois de o empresário David Neeleman, controlador da Azul, assinar o contrato de compra da antiga companhia aérea estatal, em Lisboa, por meio do consórcio Gateway, que venceu a privatização e tem Neeleman entre os acionistas.
Por enquanto, as passagens estão disponíveis apenas para algumas agências de viagens. Passada a fase de testes, elas serão oferecidas no site da empresa, de acordo com Neeleman. A estratégia do novo dono da TAP para a empresa portuguesa é usar aviões menores para fazer os voos para o Brasil, o que viabilizaria que a empresa voasse para cidades médias.
Assim como pretende fazer com a United, a intenção de Neeleman é conectar a malha da TAP à da Azul e usar os passageiros de uma empresa para encher o voo da outra. Hoje, cerca de 40% dos clientes que viajam na TAP voam na rota entre o Brasil e a Europa. A TAP já atende 12 destinos brasileiros, mas, com o novo avião (o A321) e conexões com a Azul, poderia voar para cidades como Teresina e São Luís, disse Neeleman.
As sinergias entre TAP e Azul também pesaram nas negociações para a compra de aeronaves da Airbus. “Já usamos o volume da Azul para conseguir um preço melhor para as duas empresas”, disse Neeleman, que anunciou na última quarta-feira a compra de 53 aviões da Airbus para renovar a frota da TAP.
BNDES. Neeleman diz que foi procurado há cinco anos por um representante do governo brasileiro, perguntando se ele teria interesse na compra da TAP. “O governo brasileiro tem interesse na TAP, o BNDES também. Eles têm fontes de recursos que podem ajudar a TAP”, disse. Ele ressaltou, no entanto, que não tem “nada fechado” com o BNDES neste momento.
Questionado sobre de que forma conseguiria obter crédito no BNDES já que a compra da TAP foi feita por meio do consórcio Gateway, com sede em Portugal, Neeleman disse que a ajuda poderia vir “por meio da Azul”. Segundo ele, a empresa pode, no futuro, comprar ações da TAP. “É cedo para afirmar. Mas as duas empresas têm o mesmo pai, então, tudo é possível.”
A legislação europeia limita o capital estrangeiro em empresas aéreas a 49% do capital votante, situação semelhante à do Brasil – por aqui o limite é de 20%. Neeleman detém 49,9% do consórcio Gateway, dono da TAP, e o empresário português Humberto Pedrosa, dono do grupo de transporte Barraqueiro,é dono de fatia de 50,1%.
? Renovação
53 novos aviões foram comprados
12 cidades brasileiras são atendidas pela TAP
28/06/2015 21:58
Avião de pequeno porte cai sobre casa em Massachusetts
Bombeiros estão no local; Ainda não há informações de vítimas
POR O GLOBO / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
PLAINVILLE — Segundo informações da polícia, um avião de pequeno porte caiu em cima de uma casa, em Massachussetts. A residência está pegando fogo.
De acordo com o porta-voz da polícia local, Dave Procopio, bombeiros estão em frente à casa, que fica em Plainville, no sudoeste de Boston. Ainda não se sabe se havia alguém na casa e nem quem estava no avião.
28/06/2015 21:47
Autoridades colombianas procuram helicóptero desaparecido
Segundo as primeiras informações, ele seria de uma empresa privada; A hipótese de roubo é considerada
POR O GLOBO / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
BOGOTÁ — Neste domingo, um helicóptero de uma empresa privada desapareceu na Colômbia. Autoridades informaram que o sumiço se deu no momento em que ele sobrevoava uma área no sudoeste do país. Ainda não se sabe o que aconteceu, mas, de acordo com fontes do governo, a hipótese de roubo não é descartada.
Em um comunicado oficial da Aeronáutica, veio o aviso de que “um helicóptero da empresa Delta Helicópteros, com matrícula HK-4511, está desaparecido. Ele sobrevoava o município de Loboguerrero”, a 312 quilômetros de Bogotá.
Ainda de acordo com o documento, a aeronave fazia o trajeto de Cali para o porto de Buenaventura e nele estavam três pessoas. A perda de comunicação foi ainda pela manhã. A Força Aérea colombiana fez buscas na região, mas ainda não encontrou o helicóptero.
28 jun 2015
Excesso de bagagem pode pesar muito no bolso do passageiro
Viajantes são surpreendidos por taxas praticamente iguais ao preço do voo
THALITA PESSOA
thalita. [email protected]
No embarque do Rio para São Paulo, em 8 de novembro do ano passado, a psicóloga Rosa Leivas, de 58 anos, levou um susto ao precisar pagar, pelo excesso de bagagem, quase o mesmo valor da passagem comprada na TAM. Teve de desembolsar R$ 206,69 pelos 11 quilos que ultrapassaram os 23 quilos que todo passageiro tem de direito de levar nos voos nacionais. Ela pagara R$ 216 pelo bilhete. Ao reclamar, ouviu da companhia aérea que o cálculo “segue a portaria 676” da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). A portaria diz que, para cada quilo excedente, a empresa pode cobrar até “0,5% do valor da tarifa básica” cobrada no trecho de voo. O problema é que o texto não define, e as empresas não informam ao certo, o valor da tal tarifa básica. No vácuo dessa informação, passageiros são surpreendidos por cobranças que especialistas em Código de Defesa do Consumidor (CDC) consideram abusivas.
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michel filho
Conta salgada. Rosa comprou uma passagem do Rio para São Paulo por R$ 216 e, só no check-in, soube que teria de pagar mais R$ 206,69 pelos 11 quilos extras das malas |
No caso de Rosa, o excesso de bagagem foi calculado com base em R$ 3.758,00, que seria o bilhete mais caro no voo do Rio para São Paulo naquele sábado, embora o atendente da empresa não tenha conseguido localizar no sistema nenhuma passagem com este valor. O mesmo funcionário confessou ainda “nunca ter visto” um voo do Rio para a capital paulista custar tanto.
— Ainda assim, foi feita a cobrança sobre esse valor. Paguei, embarquei e, dias depois, reclamei na companhia aérea e na Anac. De nada adiantou. Ouvi apenas que a cobrança estava de acordo com a legislação vigente. Mas ninguém foi capaz de me comprovar que havia passagem com aquele preço.
DIREITO OBTIDO NA JUSTIÇA
Pelo CDC, a cobrança feita da psicóloga é abusiva, dizem analistas. Ela ganha verniz legal no discurso das aéreas, que argumentam estar cumprindo portaria da Anac, que deixa espaço para as empresas decidirem quanto vão cobrar do passageiro. Também restam dúvidas sobre o cumprimento das regras informadas pelas companhias, como constatado pela psicóloga.
— No aeroporto, fui informada de que o tal 0,5% cobrado por quilo excedente, como consta no site da empresa, tinha tomado como base o preço máximo aplicado no dia, e não o valor da minha passagem. Mas, em nenhum momento antes, isso havia sido esclarecido — reclama.
A falta de informação sobre a tarifa cheia do dia e sobre a equação feita para a cobrança fere o Código de Defesa do Consumidor, defende o juiz Flávio Citro, coordenador das Turmas Recursais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ):
— O dever de informação é o coração do CDC. O consumidor não pode ser obrigado a algo que não tenha sido previamente informado. Essa cobrança parte de uma premissa que o código proíbe, que é a conduta unilateral. Além de se valerem de um preço que não é expressamente informado, o fazem sobre um valor que nada tem a ver com a tarifa que foi paga. O ato de consumo é presidido dentro de determinadas circunstâncias, não pode ser mudado a bel-prazer — diz.
O mesmo entendimento tem permeado decisões da Justiça, como no processo movido pela manicure Solange Bispo dos Santos, de 48 anos, contra a Gol. Na volta de uma viagem a Salvador, ao despachar as malas para o Rio, ela foi surpreendida pela conta de R$ 212,94 pelos 13 quilos extras.
— Ficou a sensação de ter sido enganada. Como a Gol nada fez nem procurou se explicar, tive de recorrer ao Judiciário — conta Solange.
A primeira decisão judicial, favorável à empresa, não impediu que o Conselho Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do TJ-RJ votasse de forma unânime a favor do ressarcimento, entendendo que a sentença anterior teve uma “visão administrativa” da relação de consumo.
— Cabe à Justiça garantir os direitos do consumidor, que é sempre hipossuficiente nesses casos. A Anac só cria parâmetros regulatórios de um segmento de mercado, mas não media direito do consumidor. Nenhuma regulamentação se sobrepõe à Constituição e ao Código de Defesa do Consumidor — explica Citro, que acrescenta: — Há casos em que não é sequer discriminado o quanto se excedeu na pesagem.
Claudia Almeida, advogada especializada na área de transporte do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), endossa:
— Taxas que custam o mesmo que a passagem são flagrantemente abusivas e ilegais. As empresas se aproveitam do “efeito surpresa” para a prática desleal.
A Anac informa que, no fim do ano passado, orientou as principais empresas nacionais a informarem de forma clara os valores cobrados pelo excesso de bagagem, mas acrescenta que “os normativos existentes que tratam do assunto não dispõem em qual momento e a forma que a companhia deve informar ao passageiro sobre a tarifa cheia do determinado trecho”. Por isso, a agência incluiu o assunto na revisão do novo normativo, e a minuta que trata do assunto deve entrar em audiência pública no segundo semestre. A Anac informa ainda que vai “notificar as principais companhias aéreas para que elas prestem esclarecimentos sobre as práticas adotadas, bem como os valores fixados”.
EM DEFESA, EMPRESAS CITAM PORTARIA DA ANAC
Por meio de sua assessoria de imprensa, a TAM informa que “o cálculo do excesso de bagagem aplicado na viagem da passageira está de acordo com as regras disponíveis para consulta” em seu site. E afirma estar em contato com a passageira Rosa Leivas. A Gol, por sua vez, garante que as taxas praticadas estão em conformidade com as “regras tarifárias estabelecidas no momento da compra. As taxas cobradas para o excesso de bagagem são aplicadas de acordo com os procedimentos, que estão disponíveis pelo site”, diz texto da empresa.
Já a Azul explica que os valores das taxas nos voos nacionais variam de acordo com o trecho e “estão sujeitos a alterações sem aviso prévio”. Segundo a aérea, os preços variam entre R$ 10 e R$ 30 por quilo excedente, “em cumprimento ao disposto no artigo 40 da Portaria 676/GC-5 da Anac”. A Avianca se restringe, a informar em seu site que o “cálculo e a cobrança serão realizados diretamente no aeroporto”, sem dar informações sobre valores. Procurada, a empresa não se pronunciou.
A norma brasileira também vale para voos internacionais que saem do país. Dependendo do destino, a franquia de bagagem pode ser por peça ou peso. Na franquia por peça, cada passageiro tem direito a duas malas, de até 32 kg cada. Voos que decolam de fora seguem as normas do país de origem.
26/06/2015 17h26
Aeroporto de João Pessoa recebe voos extras durante o mês de julho
A partir do dia 1º de julho, 25 voos extras vão ser disponibilizados.
Informação foi confirmada pela Infraero, nesta sexta-feira (26).
Do G1 PB
Aviões fazem vôos extras em João Pessoa |
A partir do dia 1º de julho, 25 voos extras vão ser disponibilizados no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa. De acordo com a programação, serão 23 voos operados pela Azul Linhas Brasileiras e dois pela TAM Linhas Aéreas. A informação foi confirmada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) nesta sexta-feira (26).
Com o acréscimo, a Azul passa a operar os 23 voos extras com destino a João Pessoa, a partir do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com saídas às 13h40, de segunda a sexta-feira, e chegada prevista para as 16h20. Outros dois vôos extras operados pela TAM, vindos de Brasília, terão saída às 14h30, de 4 a 25 de julho, e chegada prevista para as 16h30.
De acordo com a presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, o início desses novos voos extras reforça a tendência de crescimento de movimento de passageiros no aeroporto paraibano. Os técnicos da Infraero trabalham com a perspectiva de que o equipamento deverá atingir até o final deste ano cerca de 1,6 milhão de passageiros, quase 300 mil pessoas a mais do quem em 2014, que fechou o ano com 1.327.284 passageiros.
No ano de 2015, segundo a presidente da PBTur, o movimento de passageiros no Castro Pinto aponta que nos quatro primeiros meses houve um aumento de 18,31% em relação ao mesmo período do ano passado. Em maio, o número de passageiros embarcados registrou uma alta de 25,57%, em relação a abril de 2014. Já em relação ao número de desembarques, a Infraero registrou um crescimento de 22,49%.
“Sem dúvida, a Paraíba passa por um momento muito importante no turismo em nível nacional. Em maio, tivemos uma média de 65,60% de ocupação nos hotéis da Grande João Pessoa, um aumento de 4,56% em comparação ao mesmo período do ano passado. Praticamente não temos mais baixa estação”, disse Ruth Avelino.
26/06/2015 17h20
Roda cai de avião durante voo e atinge prédio no Canadá
Acidente deixou moradores assustados em Montreal.
'Como pode um pneu cair de um avião?', questionou moradora.
Do G1, em São Paulo
Moradores de um prédio de Montreal, no Canadá, ficaram assustados após uma roda de um avião cair durante o voo e atingir o pequeno edifício, fazendo um buraco no teto da cozinha do apartamento de uma mulher.
Moradores ficaram assustados após roda cair de avião e atingir prédio em Montreal |
Inquilina do último andar, a mulher encontrou um buraco no teto e a roda do jato em seu apartamento. Ela disse que é um absurdo algo assim acontecer. "Como pode um pneu cair de um avião?", questionou ela.
O Conselho de Segurança de Transportes do Canadá (TSB) abriu uma investigação para apurar o incidente. Segundo o órgão, o pneu caiu de uma aeronave Falcon 10 na quarta-feira (24).
26/06/2015 13h38
No Acre, senador é surpreendido por cobra em esteira de aeroporto
Equipe fixa dos bombeiros no aeroporto foi acionada para retirar o animal.
Senador Gladson Cameli (PP-AC) cobrou mais segurança no local.
Janine Brasil
Do G1 AC
Cobra apareceu em esteira no aeroporto de Rio Branco |
Um fato inusitado ocorreu na noite desta quinta-feira (25), na sala de desembarque do Aeroporto Plácido de Castro, em Rio Branco. Uma cobra de ao menos 1,5 metro estava escondida embaixo da esteira onde ficam as malas dos passageiros que desembarcavam no terminal.
O animal, que segundo o Corpo de Bombeiros seria aparentemente uma caninana ou corre-campo, apareceu no momento em que o Senador Gladson Cameli (PP-AC) estava pegando sua mala. Em seu perfil no facebook o político relatou o ocorrido.
"Como cidadão, faço aqui um registro para que os responsáveis pela limpeza e segurança do aeroporto de Rio Branco fiquem atentos aos riscos oferecidos aos passageiros também em solo. Ontem [quinta-feira, 25], ao levantar minha mão para pegar minha mala, na esteira da sala de desembarque, fui surpreendido com uma cobra, que saltou rumo a mim, e aos outros passageiros. Isso é sério, amigos! Crianças, idosos e adultos circulam num ambiente como esse, e é preciso mesmo muita responsabilidade com esse assunto. Obrigado ao Corpo de Bombeiros, que agiu para resolver a situação", relatou Cameli.
O capitão do Corpo de Bombeiros, Cláudio Falcão, assessor de imprensa da corporação, informou que a equipe fixa dos bombeiros que fica no aeroporto assim que soube da ocorrência retirou o animal e depois soltou em um local seguro.
"Essa não é a primeira cobra que aparece no aeroporto nesse período. Já retiramos outras da pista, e em locais próximos ao prédio. O que ocorre é que o aeroporto é construído próximo a uma grande área verde, então, nós é que estamos no habitat delas e não ao contrário. Atendemos a ocorrência prontamente, ninguém saiu ferido e não houve confusão", explicou.
De acordo com o superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária no Acre (Infraero), Jailton Araújo, um fato desse pode ocorrer pela estrutura do aeroporto está localizada dentro da Amazônia. "Temos todo um procedimento nesses casos, inclusive os bombeiros foram acionados e agiram prontamente. Nós temos uma equipe que trabalha na vigilância que faz vistorias, mas devido ao período do ano que estamos a ocorrência de animais nas proximidades do terminal pode ocorrer.
29/06/2015 às 05h00
Serviço extra ajuda aéreas a compensar demanda fraca
Por João José Oliveira | De São Paulo
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Lopes, da Gol: fatia dos extras na receita sobe de 8,4% para 11,1% em um ano |
As companhias aéreas planejam aumentar as receitas auxiliares este ano para atenuar, ao menos parcialmente, a demanda fraca no país, que tem levado à redução do preço médio das passagens.
Apenas no primeiro trimestre deste ano, Gol e Latam (dona da TAM) faturaram R$ i,6 bilhão com itens como transporte de carga, venda de alimentos e bebidas a bordo, assentos especiais e remarcação de passagens.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as receitas auxiliares responderam por 14,5% dos R$ 31,2 bilhões que a aviação comercial brasileira faturou em 2013 (dados mais recentes disponíveis), ou R$ 4,5 bilhões. Estimativas de mercado apontam que TAM, Gol, Azul e Avianca alcançaram R$ 4,9 bilhões em receitas auxiliares em 2014 no país e devem tentar atingir R$ 5,5 bilhões este ano.
“As receitas auxiliares no setor podem chegar a 20% do faturamento total. Esse é o potencial para os próximos dez anos”, aponta o analista do Banco do Brasil Investimentos (BBI), Mário Bernardes Junior, especialista em transportes. “O que é um dado positivo porque gera caixa, tem baixos custos de implementação e reduz a exposição das empresas a variáveis como cambio e demanda fraca”.
O plano das brasileiras segue uma tendência mundial. Segundo a firma americana de pesquisa IdeaWorks, as companhias aéreas faturaram globalmente quase US$ 50 bilhões com receitas auxiliares em 2014, ou 17% mais que em 2013. Apenas nos Estados Unidos, esse nicho gerou mais de US$ 15 bilhões.
No caso do Brasil, a necessidade de as empresas ampliarem o segmento é mais urgente por causa da conjuntura. A agência de classificação de risco Fitch apontou, em relatório divulgado em maio, que o setor terá margens operacionais pressionadas este ano devido à demanda fraca, especialmente em viagens de negócios; depreciação do real ante o dólar; e baixa atividade econômica.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou na semana passada que as tarifas médias este ano estão cerca de 20% abaixo das cobradas em 2014. No segmento corporativo, os descontos chegam a 40%, para atrair clientela. De janeiro a maio, a demanda no setor aéreo ainda acumula avanço de 4,17%, mas abaixo da alta de 5,4% registrada em igual período do ano passado. O desafio do setor, diz Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, é fechar o ano sem retração.
Segundo a IdeaWorks, a principal fonte de receitas auxiliares no mundo são os programas de fidelidade, respondendo por 55% do segmento. Essa é uma das apostas do grupo Latam, que elevou em 42,8% as receitas extras, para R$ 279,3 milhões - excluindo cargas -, no primeiro trimestre deste ano, ante 2014. A maior contribuição veio do incremento, de R$ 70,9 milhões, das receitas da Multiplus, empresa de fidelidade da TAM.
Dados do Banco Central mostram que as transações com cartões de crédito “premium” - aqueles que geram mais pontos para os programas de fidelidade - cresceram 350% entre 2008 e 2014, ante avanço de 62% nas transações com cartões básicos. Quase 8o% dos pontos resgatados são transferidos para Multiplus, da TAM, e Smiles, da Gol.
No primeiro trimestre deste ano, a Gol obteve R$ 277,8 milhões em receitas auxiliares - incluindo cargas -, 33% mais que um ano antes. O destaque foi o crescimento da oferta do programa Gol+Conforto, assentos com mais espaço nas primeiras fileiras das aeronaves.
A empresa elevou de 8,4% a ii,i% o percentual das receitas auxiliares no faturamento trimestral. Esse é um instrumento para atenuar o impacto da fraca demanda corporativa na receita com passageiros, diz o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Gol, Edmar Lopes.
O consultor especialista em aviação da Bain & Company, André Casteilini, aponta que as aéreas brasileiras devem estar diversificando as fontes de receitas auxiliares, pois na década passada a taxa de remarcação de passagens era o principal item desse segmento.
No caso da Gol, a tecnologia vai contribuir para essa ampliação. A aérea anunciou este mês um programa que oferecerá internet em todos os voos a partir de 2016. Além de serviços gratuitos - como acesso a redes sociais e páginas de notícias, filmes e games - pacotes pagos estarão à disposição dos passageiros. “Fizemos projeções conservadoras de receita e mesmo assim esperamos ter uma fonte importante de faturamento extra”, afirmou o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, durante o lançamento do projeto.
Hoje, em termos de volume, o setor de cargas ainda é a mais relevante fonte de receita auxiliar. “Qualquer carga transportada no porão do avião representa margem extra porque os custos são quase totalmente pagos pelos passageiros” aponta o diretor-geral da TAM Cargo, Luis Quintiliano, que projeta faturar com transporte de cargas este ano 5% mais que em 2014.
O desafio para o setor, diz Quintiliano, é incrementar o faturamento de cargas em tun ano cuja expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) é de retração de 1,5%. Dados da Anac mostram que a quantidade de toneladas pagas transportadas no mercado aéreo doméstico brasileiro está io% abaixo de 2014.
De fato, a carga transportada pela TAM (incluindo dados da controlada Absa) caiu de 71,2 mil toneladas em abril de 2014 para 56,6 mil toneladas em igual mês de 2015. A movimentação da Gol cedeu de 29,2 mil toneladas a 27 mil toneladas.
Mas a Avianca e a Azul conseguiram elevar o faturamento com transporte de cargas. A primeira colocou em operação mais um avião cargueiro, elevando de 7,3 mil toneladas a u,6 mil toneladas o volume transportado. E a Azul transformou uma de suas aeronaves ATR para dedicação exclusiva a cargas, além de contar agora com os aviões Airbus, elevando assim de 7,5 mil toneladas a 7,8 mil toneladas o volume embarcado em abril.
“Hoje, temos de 10% a 12% de nosso faturamento proporcionado pelas receitas auxiliares”, disse o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, que também aponta avanços nas receitas auxiliares provenientes do programa de fidelidade e da agência de viagens. “A grande mudança na receita auxiliar é o Tudo Azul [programa de fidelidade]. Chegamos a 5 milhões de participantes, de 2,3 milhões em 2013.”
2015-06-27 00:00:00
Aeroporto do RN poderá operar mais voos por hora
O Aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, recebeu autorização para ampliar a capacidade de operar voos por hora em 11%, de 27 pousos e decolagens por hora para 30 – a maior capacidade do Nordeste e o equivalente a um voo a cada dois minutos. O aumento é resultado de uma avaliação realizada pelo Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea, órgão subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Comando da Aeronáutica, e foi divulgado ontem pelo Inframérica, operador do aeroporto.
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Magnus Nascimento
O aeroporto passa a operar 30 voos/hora: Para Inframérica, capacidade pode ser mais uma ‘arma’ para o estado atrair o hub da TAM |
“Conquistar a maior capacidade de pista do Nordeste é mais um ponto que pode favorecer a nossa concorrência pelo hub da TAM”, disse o presidente do consórcio Inframérica, José Luis Menghini, mencionando o centro de conexões de voos, ou hub, que a companhia aérea TAM pretende implantar na região.
O RN disputa o investimento com as capitais de Pernambuco e Ceará, Recife e Fortaleza, respectivamente. O aeroporto de Recife pode operar 29 aeronaves por hora e o de Fortaleza 28.
A TAM anunciou em abril que estuda a viabilidade do hub e que vai decidir, até o final do ano, entre Natal/São Gonçalo do Amarante, Fortaleza e Recife como sede. Os critérios para a definição da cidade sede são: localização geográfica, infraestrutura aeroportuária e seu potencial de desenvolvimento, e ainda, que ofereça uma melhor experiência ao cliente.
A expectativa é iniciar as operações do hub em dezembro de 2016. O investimento alcança o valor de US$ 1,5 bilhão – cerca de 3,9 bilhões. Segundo a companhia aérea, o hub traz oportunidades de novos voos, destinos, rotas e conexões para o Norte e Nordeste. O objetivo é que opere destinos na Europa e também voos internacionais na América do Sul, além das operações dentro do Brasil.
O aeroporto que atende a Natal, localizado em São Gonçalo do Amarante, é um dos que concorrem ao investimento. O empreendimento foi o primeiro do Brasil concedido à iniciativa privada.
Como forma de ficar mais competitivo, o Rio Grande do Norte reduziu este ano o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível das companhias aéreas, está analisando ampliar incentivos e expandir, também, o sistema ferroviário, para aumentar as opções de transporte até o aeroporto.
Pico
O aeroporto potiguar tem uma média de 66 aeronaves por dia. O aumento na capacidade de operação nas pistas, segundo o consórcio Inframérica, é importante por possibilitar novas oportunidades de voos por hora, principalmente nos horários de pico.
Para Menghini, o aumento da capacidade de operação das pistas gera oportunidades de negócios e novos voos para os passageiros. “Nós acreditamos no potencial do Terminal e continuamos apostando nele e no Rio Grande do Norte. Em um ano crescemos 9% e estimamos fechar o ano de 2015 com 10% de incremento”.
A avaliação que possibilitou a ampliação ocorreu um ano após o início das operações no novo aeroporto. Toda a infraestrutura disponível para operações de aeronaves, como pátio, pistas de taxiamento, de pouso e decolagem e posições para estacionamento de aviões, foram avaliadas, segundo o consórcio.
27/06/15 às 12h12
Infraero confirma que área do aeroporto Castro Pinto terá um hotel, na Grande João Pessoa
Informação foi confirmada pela Infraero; para o empresário Claudio JS Junior, diretor do Festival do Turismo de João Pessoa, o novo hotel deverá ter como público alvo 99% corporativo
Economia
Por Redação com Turismo em Foco
| Reprodução/Infraero
Aeroporto Castro Pinto |
O Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, deverá ganhar um hotel que será construído próximo ao Terminal de Passageiros. Não há prazo para início das obras e nem a empresa responsável ainda. A informação é da assessoria da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em Brasília. Segundo a Infraero, em 2010 foi iniciado um plano de ocupação de áreas externas por atividades comerciais.
“Atualmente, está em curso o estudo de viabilidade para implantação de um hotel numa dessas áreas. Isso faz parte de uma estratégia da empresa de prospecção de mercado junto a diversos segmentos de negócios, com vistas à ocupação dessas áreas com atividades comerciais que induzam o desenvolvimento local e incrementem a receita do aeroporto”, informa a Infraero.
Para o empresário Claudio JS Junior, diretor do Festival do Turismo de João Pessoa, o novo hotel deverá ter como público alvo 99% corporativo. “Muito bom para quem vem a João Pessoa a trabalho. Em alguns casos os executivos nem saem do hotel próximo ao aeroporto”, disse. O empresário afirmou que conhece várias pessoas que marcam reuniões no próprio aeroporto “e nem visitam a cidade”, pontua.
Ocupação em torno do terminal
De acordo com a Infraero, as concessões de uso de área para atividade agrícola no Castro Pinto são desenvolvidas em aeroportos com sítios que permitam a sua implantação sem afetar as operações.
“No caso aeroporto de João Pessoa, a concessão de uso de áreas para o plantio de mandioca, batata, inhame e abacaxi é praticada desde a década de 1990 e tem como principais objetivos proteger o entorno do aeroporto de eventuais tentativas de ocupação irregular ou invasões, reduzir os custos da Infraero com a manutenção e a vigilância dessas áreas, bem como, oferecer a oportunidade a agricultores, que normalmente residem nos arredores do aeroporto, de praticar agricultura de subsistência, com a comercialização do excedente da produção”.
A Infraero ressalta que as contratações são fundamentadas no Inciso II do Artigo 34 do Regulamento de Licitações e Contratos da Infraero (Portaria Normativa 935/MD, de junho de 2009) e na lei de licitações e contratos (lei 8666/1993), que preveem que a dispensa de licitação se dá, entre outros motivos, por uma questão de economicidade do processo e em razão, inclusive, da disponibilidade de áreas para atender a qualquer interessado que pretenda exercer a atividade na área patrimonial do aeroporto e apresente a documentação necessária para a formalização do contrato.
O preço atualmente praticado é de R$ 150 por hectare ao ano, obtido a partir de parecer emitido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater da Paraíba), após consulta formal da Infraero.
29/06/2015 08:01
Governo estreita participação em novas concessões de aeroportos
Agência Estado
Brasília, 29 - As empresas interessadas em participar dos leilões dos quatro aeroportos da nova etapa do programa de concessões do governo federal deverão comprovar experiência no processamento mínimo de 10 milhões de passageiros anuais em um único aeroporto. A determinação consta de resolução do Conselho Nacional de Desestatização (CND) que propõe à presidente Dilma Rousseff a inclusão oficial dos aeroportos internacionais de Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Fortaleza (CE) no Programa Nacional de Desestatização (PND).
O documento recomenda ainda à presidente Dilma que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) seja designada responsável pela execução e pelo acompanhamento do processo de desestatização da infraestrutura dos terminais, sob a supervisão da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC-PR). Pela recomendação, a SAC, por sua vez, deverá ser responsável pela condução e aprovação dos estudos, projetos, levantamentos ou investigações que subsidiarão a modelagem da concessão dos aeroportos.
"A operação da torre de controle dos aeroportos não será concedida à exploração da iniciativa privada, permanecendo sob responsabilidade e operação do Poder Público", cita a resolução. "Constitui requisito de participação no leilão, além de outros previstos no Edital, a participação societária pelo operador aeroportuário que deverá comprovar experiência prévia no processamento mínimo de 10 milhões de passageiros anuais em um único aeroporto", acrescenta.
A nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL) foi anunciada pelo governo federal no início deste mês. Ao todo, o programa prevê R$ 198,4 bilhões em investimentos nos próximos anos em projetos de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Para aeroportos, os investimentos estimados são de R$ 8,5 bilhões na concessão ao setor privado - Porto Alegre (R$ 2,5 bilhões), Salvador (R$ 3 bilhões), Florianópolis (R$ 1,1 bilhão) e Fortaleza (R$ 1,8 bilhão). A previsão é que os leilões dos terminais comecem a ocorrer no primeiro trimestre de 2016.
29/06/2015 05:00
Início da operação segue indefinido, mas obra avança
Novos trabalhadores foram contratados e testes de asfalto estão sendo feitos em pista
Vandré Abreu
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Wildes Barbosa
Novo terminal de passageiros, com a pista em “J” ao fundo, paralela à atual pista de pouso |
Apesar da indefinição sobre a data de início da operação no novo terminal do Aeroporto de Goiânia, as obras no local continuam no mesmo ritmo do mês de abril, quando foram retomadas. A reportagem do POPULAR sobrevoou o aeroporto e verificou que os serviços de terraplanagem e macrodrenagem estão avançados. A nova pista de taxiamento em “J” está sendo pavimentada. Esta será a ligação entre a pista principal, atualmente em uso, e o novo terminal de embarque.
No início do mês, o consórcio formado pelas empresas Odebrecht e Via Engenharia abriu novas vagas para operários na obra, o que seria uma demonstração de que a construção não sofreria com os ajustes econômicos do governo federal. A seleção dos funcionários se encerrou no último dia 22 com todas as vagas preenchidas e, atualmente, os novos contratados estão em período de ambientação para que estejam aptos a trabalhar na obra.
Hoje, o consórcio mantém 1,2 mil servidores entre contratos diretos e subcontratados. Em abril, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o consórcio realizou a parte operacional da obra de infraestrutura, com o início das escavações e terraplanagem e instalação do canteiro de obras. Já no mês seguinte, ainda pela Infraero, o cronograma previa para junho serviços de terraplanagem, macrodrenagem, travessias da pista de taxiamento e pavimentação da pista em “J”.
Terraplanagem
Na última quarta-feira, 24, a reportagem apurou que o cronograma vem sendo cumprido. A Infraero informa que os trabalhos de terraplanagem estão em andamento e estão sendo feitos testes de asfalto na pista de taxiamento. “Não será construída uma nova pista de pouso e decolagem. A pista que está sendo construída, paralela à pista de pouso existente, é uma pista de taxiamento nova, que permitirá às aeronaves acessarem o novo pátio de aeronaves”, alega, em nota.
29/06/2015 05:00
O pé atrás com o aeroporto
Editorial
As obras do Aeroporto de Goiânia despertam natural atenção dos goianos devido a vários fatores, dos quais destacamos três: a estrutura do local há muitos anos não condiz com a realidade socioeconômica da capital; as idas e vindas da novela do novo terminal, que se arrasta desde 2007, incomodam e geram ceticismo; e, por fim, o atual momento econômico e político do País, com crise, corte de verbas e Operação Lava Jato – que pegou de cheio a Odebrecht, empresa responsável pela construção –, levantam uma série de incertezas para os próximos meses.
De improvisos a atual estrutura do aeroporto está cheia. Diante da impossibilidade de seguir com o novo projeto, ele ganhou um puxadinho em 2011 para amenizar o desconforto de um espaço que nem de longe acomodava adequadamente os passageiros. O estacionamento também foi reformado recentemente, mas a área de circulação interna de veículos e para táxis ainda é precária. Não à toa o Santa Genoveva já foi considerado o pior aeroporto do País por vários anos, segundo a própria Infraero.
O POPULAR mostra hoje que, embora a presidente Dilma Rousseff tenha dito em março, em Goiânia, que o aeroporto seria entregue em novembro, a Infraero ainda coloca como data-limite o mês de abril, conforme prevê o contrato, e admite estar revendo o planejamento. As obras estão andando e novos funcionários foram contratados. Ponto positivo. Mas a desconfiança e a cobrança só vão acabar quando ele estiver funcionando plenamente.
25 de Junho de 2015 às 17:00
Infraero elogia Casagrande em ato com Hartung
por Agência Congresso ()
O presidente da Infraero, Antônio Gustavo do Vale, disse nesta quinta (25) que seria injustiça esquecer da ação do ex-governador Renato Casagrande (PSB) em favor da liberação da obra do aeroporto de Vitória.
Gustavo do Vale pediu que fosse feita justiça em favor do ex-governador. A fala do presidente da Infraero, durante a cerimônia de assinatura da Ordem de Serviço do aeroporto de Vitória, deixou o governador Paulo Hartung (PMBD) numa saia justa, pois ambos são adversários políticos.
O presidente da Infraero também ressaltou que a empresa resgata uma dívida de dez anos com a população capixaba.
A contar a partir de hoje, serão 824 dias de obras até a entrega do novo terminal. As obras recomeçam amanhã.
Investimentos
No total, a obra do terminal capixaba vai gerar 500 empregos diretos e 300 indiretos, segundo informou oo diretor-técnico da Construtora JL, João Luiz Félix.
Os investimentos do governo para o projeto serão de R$ 523 milhões, no total. Para o início da obra neste ano, o governo liberou R$ 50 milhões.
De acordo com o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, os recursos para 2016 e 2017 sairão do Fundo Nacional da Aviação Civil.
Ele também disse que nada impede que, posteriormente, o aeroporto seja concedido à iniciativa privada.
Padilha afirmou ainda que o aeroporto será internacional, para passageiros e cargas. Além disso, haverá um aumento de 12 de para 87 as lojas comerciais dentro do aeroporto. Serão 16 pontos de embarques simultâneos, hoje são seis.
Estrutura
O novo terminal de Vitória terá cinco pontes de embarque, 31 balcões de check-in, 2050 vagas no estacionamento.
E a capacidade de passageiros dobradas - de 4,8 milhões para 9,2 milhões por ano - e 28 mil metros quadrados.
A nova pista terá 2.058 metros de extensão por 45 metros de largura e será construída em direção ao mar, contribuindo em termos ambientais, com a redução dos níveis de ruídos aeronáuticos e vibrações sobre o entorno urbano do aeroporto.
08h19 | 29.06.2015
Camilo Santana sobre o hub da IAM: ‘estou empolgado e otimista’
O gestor também admitiu que entrou em contato com a presidência da companhia aérea
Camilo Santana declarou que o Ceará alcançou pontos exigidos pela TAM e tem força política suficiente para desbancar Natal e Recife |
O governador do Ceará, Camilo Santana esbanjou confiança sobre a instalação do hub (centro de conexão de voos) da TAM no Ceará. Em entrevista no Programa Paulo Oliveira, na Rádio Verdes Mares, o chefe do Executivo estadual acredita que o Ceará alcançou pontos exigidos pela empresa e tem força política suficiente para desbancar Natal e Recife.
A capital pernambucana, inclusive, foi um dos pontos tocados pelo governador em visita a presidente Dilma Rousseff ‘Já foi coisa demais para Pernambuco’ teria dito Camilo Santana a Dilma em um dos argumentos apresentados para a vinda do equipamento para o Ceará. Além disso, Camilo solicitou a inclusão do Aeroporto Internacional Pinto Martins no pacote de concessões e foi atendido. A previsão é que o seja investido R$ 1,8 bilhão na concessão.
Camilo também admitiu que entrou em contato com a presidência da companhia aérea para apresentar outros pontos fortes do Estado em relação aos demais “Um dos pontos que colocamos, além do Centro de Eventos. foi o Acquario. Também não faltará incentivo fiscal”
O governador também ressaltou junto a presidência da TAF1 números da economia do Estado Segundo o gestor, o Ceará concentra maior número de voos e de passageiros do que os concorrentes
Na última semana, seis ex-governadores e outras forças políticas e empresariais se encontraram na Capital para assumirem o interesse comum pela instalação do hub no Ceará
27 Junho 2015
Em crise, viajar no mês de julho não será tarefa fácil
Viajar durante no mês de julho, considerado o mês de alta temporada, não será tarefa fácil. Aqueles que quiserem passar o período de férias escolares com a família em outro lugar terão de preparar os bolsos. Os preços das passagens aéreas já apresentam aumento significativo se comparados com o mesmo período dos anos anteriores.
Julho para Agências de Viagens é considerado um período não muito positivo quando se refere a venda de passagens. “Geralmente quando se compra passagem para o mês de julho se compra com antecedência, porque quando se deixa para cima da hora as tarifas são maiores”, explica a consultora de venda da Agência FAB Turismo, Mônica Moraes.
Para o consumidor que deseja viajar neste período, ele deve consultar um agente de viagens, profissional que garante preços mais baixos, auxilia na definição de roteiros e oferece atendimento personalizado.
As passagens aéreas sofrem um aumento significativo. Se antes no período que compreende março e abril, o consumidor conseguiria encontrar passagens de ida e volta Macapá /Belém, por cerca de R$ 220,00. Porém, neste período de julho, este valor pode chegar a R$ 350,00.
Hoje os destinos dos amapaenses, são os mais variados, mas ainda o consumidor procura viagem para Belém-PA, Brasília-DF, Fortaleza-CE. “Temos muitos clientes que vêm a Agência com destino a Goiânia, são pessoas que trabalham com venda de roupa, então eles vão muito para São Paulo, Fortaleza”, diz Mônica.
26/06 - 16:02
Passaredo pode ter adquirido até 24 aeronaves ATR 72-600
Por: Pedro Menezes
Apesar de ter divulgado a aquisição somente de quatro aeronaves turbo-hélice ATR 72-600, a Passaredo pode receber até 24 novos aviões do modelo. Uma das aeronaves foi flagrada já com a pintura da companhia aérea brasileira em Tolouse, na França, base da Avions de Transport Régional (ATR).
Caso a especulação seja confirmada, a Passaredo reafirma o desejo de utilizar esse tipo de aeronave em suas rotas regionais, caminho que Azul e Trip resolveram trilhar nos últimos anos, o que poderia se tornar o real substituto após as operações dos Embraer ERJ-145, entre 2008 e 2012.
26/06 - 11:19
ILS do Aeroporto de Joinville: um ano com ganho operacional de 70,6%
O sistema de pouso por instrumentos, conhecido como ILS (sigla em inglês para Instrument Landing System), do Aeroporto de Joinville (SC) completou um ano nesta sexta-feira (26/6) com ganho operacional de 70,6%.
A ferramenta orienta aeronaves em operações de pousos em situações meteorológicas adversas, como chuva, vento e neblina. Neste primeiro ano de operação – de junho de 2014 a junho de 2015 -, foram registradas 102 operações de pousos e decolagens com o aeroporto atuando em condições de ILS. Nesse período, o terminal ficou fechado por 62 horas e 13 minutos devido ao mau tempo. Caso o aeroporto não contasse com o ILS, ele teria ficado fechado por 211 horas e 34 minutos.
Para o superintendente do terminal catarinense, Rones Rubens Heidemann, o primeiro ano de operação da ferramenta superou as expectativas e deve ampliar a oferta de voos na cidade. “O ganho operacional já reflete na percepção dos passageiros. O ILS tem possibilitado pousos com mais facilidade e mais segurança em Joinville durante situações meteorológicas adversas”, disse. “O números de passageiros também está crescendo e com esse crescimento teremos novos voos, novos destinos”, acrescentou.
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Rafael Massadar
26/06 - 10:46
Obras no aeroporto de Vitória (ES) são retomadas
Eliseu Padilha e o presidente da Infraero assinam ordem de serviço para início de obras que vão ampliar a capacidade do terminal e construir nova pista capaz de receber aeronaves 767-300 |
Ministro da Aviação, Eliseu Padilha, e o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, assinaram, nesta quinta-feira (25/06), a ordem de serviço para a retomada das obras no aeroporto Eurico de Aguiar Salles, em Vitória (ES). O investimento será de R$ 523,5 milhões e a conclusão dos trabalhos está prevista para setembro de 2017.
Para o ministro, a retomada dos trabalhos comprova a atenção que a Secretaria de Aviação Civil tem dado à situação do aeroporto. “Como venho afirmando desde o início do ano, Vitória é uma prioridade para o governo federal. A demonstração disso é a nossa vinda aqui para assinar a primeira ordem de serviço para a retomada das obras depois da aprovação do orçamento”, apontou Eliseu Padilha.
Durante a cerimônia que marcou a retomada das obras, o ministro também destacou o ganho para o estado com as obras no terminal. "Vitória será inserida no mesmo patamar que outros aeroportos, como Brasília. Teremos um espaço três vezes maior do que o atual. Este aeroporto vai receber boeing 767 e, com isso, vai aumentar o envio de cargas para outros estados. Temos tudo para dar um salto de qualidade. Basta cada um fazer a sua parte e nós vamos honrar nossos compromissos", afirmou Padilha.
Gustavo do Vale acredita que a ampliação do aeroporto vai contribuir para o crescimento da economia do estado. “A nova estrutura permitirá receber 6,5 milhões de passageiros por ano, ampliando a atual capacidade operacional, melhorando o serviço que prestamos aos passageiros e abrindo possibilidades para desenvolver o transporte aéreo, a economia e o turismo do estado do Espirito Santo”, afirma. Atualmente, o aeroporto movimenta 3,5 milhões de viajantes por ano.
Entre as obras previstas está um novo terminal de passageiros, nova pista de pouso e decolagem, que terá 2.058 metros de extensão por 45 metros de largura, capaz de receber aeronaves do tipo 767-300 (veja quadro abaixo). O prazo de execução das obras é de dois anos e meio. As obras serão realizadas pelo consórcio das empresas Jota Ele, Damiani e EMPO, que venceram a licitação em dezembro de 2014.
Na cerimônia de assinatura da ordem de serviço, também estarão presentes o governador do estado do Espírito Santo, Paulo Hartung; o prefeito de Vitória, Luciano Rezende; além de prefeitos de cidades vizinhas.
Rafael Massadar
28/6/2015 09:52:00
Pernambuco inicia conversas para atrair hub da Azul
Por: Danilo Teixeira Alves
Karoll Lacerda e Danielly Aguiar, da Empetur |
ITAPARICA (BA) – A gerente de Marketing da Empetur, Danielly Aguiar, revelou hoje que o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, iniciou uma conversa com a Azul Linhas Aéreas para tornar o Estado hub da companhia no Nordeste. Atualmente, Pernambuco concorre com Rio Grande do Norte e Ceará para sediar o hub da Tam Linhas Aéreas na região.
“O hub da Tam em Recife seria um importante fator de desenvolvimento econômico e social para o nosso Estado”, disse. Além deste assunto, a executiva também destacou a infraestrutura turística de lazer em Recife e apresentou um vídeo promocional do destino.
O Portal PANROTAS viaja a convite da Visual Turismo
26/6/2015 15:48:00
AF nega demissão de 3,3 mil funcionários; entenda o caso
Por: Henrique Santiago
Na manhã de hoje, o jornal francês Le Monde publicou uma extensa matéria informando que a Air France planeja demitir 3,3 mil funcionários, dos quais três mil de terra e 300 pilotos.
Esta iniciativa supostamente acompanharia a já anunciada decisão de cortes de ofertas em voos de longa distância, medida que afetou rotas no Brasil. Segundo o CEO da companhia, Frédéric Gagey, a empresa precisa recuperar a receita por passageiro, que apresentou uma queda de 7% em abril ante março anterior. O plano da companhia, anunciado em 15 de junho, prevê cortes de 80 milhões de euros. Gagey, no entanto, não confirma as demissões.
Poucas horas depois, a Air France divulgou um comunicado desmentindo a publicação do periódico. O documento atesta que a companhia “vai acessar a situação financeira, pontuar as negociações e o número de pessoas que assinaram os dois Planos de Demissão Voluntária (tripulação de cabine e equipe de terra)”.
Ainda, a companhia aérea planeja tomar uma decisão a fim de decidir a medida necessária para garantir o seu futuro. “Próximo à temporada de verão, o que é crucial para os resultados de 2015, nós fazemos tudo o que podemos para os nossos clientes”, finalizou o documento.
Desde 2012, a companhia aérea demitiu nove mil funcionários e retirou de 15 a 20 aviões da frota. A empresa negocia mudanças na jornada de trabalho com alguns sindicatos, incluindo os de comissários, visando aumentar, a partir de 2016, as horas anuais trabalhadas de 650 para 750 na categoria.







