AeroClipping, segunda-feira, 08/06/15 - ano XIII - nº 102

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O Estado de S. Paulo

Para lucrar, Gol volta-se para executivos

Bimotor cai em casa de Belo Horizonte, 3 minutos após decolagem, e mata 3

Donos de Azul e Avianca melhoram oferta pela TAP

Folha de São Paulo

Após pouso no Rio, passageiros ficam retidos por 4 horas dentro de avião

G1

Modelo Kate Moss tumultua voo e é escoltada pela polícia

Abelha obriga avião a retornar a aeroporto na Inglaterra

FAB inicia investigação sobre acidente com helicóptero no Amazonas

Zero Hora

Avião que ia para o Rio pousa em Porto Alegre após passageira passar mal

Tribuna do Norte - RN

Voos Natal-Frankfurt deverão ampliar exportações do RN

Hub expandirá malha aérea do RN

Jornal de Turismo

Maceió terá novo voo direto para Belo Horizonte

Mercado&Eventos

Ministro e governador de Goiás discutem sobre aeroportos do estado


O Estado de S.Paulo

Segunda-feira, 8 de junho de 2015

Para lucrar, Gol volta-se para executivos

Criada para vender bilhetes aéreos aos passageiros que viajavam de ônibus, empresa mudou estratégia para sair do prejuízo operacional

Marina Gazzoni

hélvio romero/estadão

Nova rota. Segundo Kakinoff, a recuperação do resultado operacional está relacionada à mudança do perfil de passageiros

Na cerimônia de lançamento da Gol, em janeiro de 2001, seu fundador e então presidente,Constantino de Oliveira Junior, disse que a companhia aérea chegava ao mercado para buscar um nicho: o passageiro sensível a preços, um cliente que não andava de avião e percorria longas distâncias de ônibus. Com essa estratégia, a Gol se tornou uma das maiores empresas nacionais. Mas o mercado mudou e a fórmula deixou de dar certo, levando a Gol a acumular prejuízos bilionários. A ordem agora é outra: encher o avião com o passageiro corporativo, que está disposto a pagar mais para voar.

O novo posicionamento da Gol começou a ser desenhado em meados de 2012, quando o atual presidente da companhia, Paulo Kakinoff, assumiu o cargo no lugar de Constantino. A missão dele era recuperar a rentabilidade da empresa, que, naquela época, não conseguia cobrir o custo dos voos e registrava prejuízo operacional.

“O modelo de baixo custo e baixa tarifa foi uma inovação da Gol no Brasil para atender o passageiro de lazer. O problema é que todas as empresas copiaram e isso não era mais diferencial da Gol”, explica Kakinoff.

A situação das empresas aéreas brasileiras começou a complicar quando o preço do combustível subiu, entre 2010 e 2014, e ficou insustentável com a alta do dólar, a partir de 2012. As empresas precisavam aumentar o preço para cobrir o custo maior, mas o cliente não aceitava. No curto prazo, ou elas vendiam a passagem abaixo do preço de custo ou o avião saia vazio. Dava prejuízo em qualquer situação.

A conclusão foi que não dava mais para direcionar a malha e o serviço para o passageiro de lazer, lembra Kakinoff. Era mais interessante vender o assento no avião para o cliente corporativo, que é mais sensível ao serviço do que ao preço, e cortar os voos deficitários. “Foi a decisão correta. Com o novo cenário de custos, não dá mais para encher avião com passageiro que paga o preço do ônibus”, diz um analista do setor.

Para mudar de cliente, a Gol teve de rever o seu serviço. “O passageiro corporativo rejeitava a Gol. O assento era pequeno, não dava para trabalhar. E muitas vezes eles cancelavam um voo vazio para juntar com o próximo e todo mundo chegava atrasado”, lembra Edmar Bull, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).

Para tentar ser a queridinha dos executivos, a Gol melhorou a pontualidade e revisou a malha, substituindo os voos para destinos turísticos por rotas de negócios. O interior das aeronaves foi redesenhado, permitindo a oferta de uma espécie de “classe executiva” nos seus voos, com mais espaço nas poltronas das primeiras fileiras. A empresa também passou a permitir antecipação de voo sem custos e reforçou o autoatendimento no smartphone. “Hoje a Gol consegue brigar com a TAM pelo passageiro executivo”, diz Bull.

No primeiro trimestre, a Gol respondeu por 31,3% dos bilhetes emitidos pelas associadas da Abracorp, superando a TAM, que tem 30% das emissões – mas ainda lidera em receita.

Hoje o cliente corporativo responde por cerca de 55% da receita da Gol, contra cerca de 30% há cinco anos. “A recuperação do nosso resultado operacional está relacionada à mudança do perfil de passageiros”, diz Kakinoff. Desde 2013, a Gol voltou a ter lucro operacional. Na última linha do balanço, no entanto, a empresa está no vermelho há 13 trimestres consecutivos até março, resultado pressionado pela valorização do dólar.

Desafio. A estratégia da Gol, no entanto, enfrenta agora solavancos. Com a economia em recessão, a demanda por viagens corporativas caiu no fim de 2014. Alguns setores, como de óleo e gás e construção civil, reduziram até 30% os gastos com viagens, segundo fontes de mercado.

Durante a alta temporada, as empresas conseguiram substituir o passageiro corporativo pelas pessoas que viajavam de férias. Depois de março, isso ficou mais difícil. Sem poder cancelar os voos que já estavam próximos de sair, as companhias partiram para uma guerra de preços em busca do passageiro sensível a promoções. “A empresa sabe, por exemplo, que ela perde dinheiro se vender o assento abaixo de R$ 100. Mas, na última hora, ela vende a R$ 50 para minimizar o prejuízo, porque R$ 50 é mais do que zero”, diz uma fonte do setor. Esse cenário deve levar a Gol e demais empresas aéreas a registrar prejuízos operacionais no segundo trimestre, de acordo com um analista do setor.

Kakinoff diz que o foco no passageiro corporativo é de longo prazo. Segundo ele, a empresa poderá fazer uma nova rodada de redução de oferta no segundo semestre se a demanda continuar fraca. Se não der para ganhar dinheiro vendendo passagem para turistas ou para empresas, o avião não sai do chão.

PARA ENTENDER

Valor do bilhete é segmentado

As empresas conseguem cobrar preços diferentes para o mesmo voo estudando o comportamento do cliente. As vendas são abertas um ano antes. As empresas “sabem” que o passageiro de negócios tipicamente compra o seu bilhete com menos de 60 dias de antecedência e, por isso, vendem as passagens mais caras nesse período. Esse cliente viaja porque precisa e está disposto a pagar mais do que quem vai passear. Estatísticas de ocupação dos voos servem para definir promoções. Por exemplo, se um voo de São Paulo para o Rio, que costuma ter 50% dos assentos vendidos a 30 dias da decolagem, registra 40% de ocupa- ção, a empresa pode lançar uma promoção.

TRAJETÓRIA

Do passageiro de ônibus para o executivo

Voo econômico

A Gol trouxe o conceito de baixo custo ao Brasil em 2011. A aérea trocou os lanches quentes a bordo por barrinhas de cereal para vender passagens baratas.

Expansão

A empresa ganhou mercado e partiu para um plano agressivo de crescimento, que incluiu a expansão da frota e a compra da Varig, em 2007.

Revisão de rota

Desde 2012, a Gol adotou uma estratégia conservadora de expansão, com foco na rentabilidade. A busca pelo passageiro corporativo é chave no processo

Alta do dólar aumenta o desafio da empresa de voltar à rentabilidade

Como 60% dos custos da Gol são atrelados à moeda americana, aérea tenta elevar a receita vinda dos voos internacionais

A recente valorização do dólar aumenta o desafio da Gol para retomar a rentabilidade, já que 60% dos seus custos são atrelados à moeda americana. Um dos caminhos escolhidos pela empresa para minimizar o risco cambial foi elevar a receita em dólar, vinda de voos internacionais, que hoje responde por 11% do faturamento total.

A tarefa da Gol é avançar no exterior sem aumentar custos. Os aviões da empresa – modelos Boeing 737-800 e 737-700 – não têm alcance para fazer, por exemplo, um voo do Brasil para a Europa. No passado, quando comprou a Varig, a Gol diversificou sua frota, mas saiu do prejuízo e voltou atrás. “A nossa premissa de frota padronizada está mantida. Custo baixo é essencial para a empresa”, diz o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

O compartilhamento de voos com empresas aéreas estrangeiras foi a forma que a Gol encontrou para atender o passageiro brasileiro que deseja voar para o exterior sem ter de comprar um avião maior. Desde setembro, a Gol anunciou acordos com a portuguesa TAP, a Etihad, do Emirados Árabes Unidos, e a Korean Air.

“Em geral, as empresas se agrupam em alianças internacionais para acessar o mercado externo. Há exceções, como a Etihad, que tem sociedade com diversas aéreas estrangeiras. Faz sentido negociar acordos bilaterais se a empresa tiver relevância para poder escolher seus parceiros em cada mercado”, diz o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company.

A Gol vem relutando em ingressar em alianças de companhias aéreas, como a Star Alliance ou Sky Team. A empresa vê a adesão como um gasto desnecessário com salas vips em aeroportos pouco frequentados. A opção da Gol é estreitar relações com empresas fortes em mercados em que há demanda do passageiro brasileiro, sobretudo Estados Unidos e Europa.

Para fortalecer as parcerias, empresas como Air France, KLM, Lufthansa e Etihad costumam comprar participações societárias em algumas companhias aéreas. A Delta e a Air France adquiriram fatias minoritárias na Gol e têm executivos trabalhando dentro da sede da companhia brasileira para integrar malha e serviço.

Recentemente, a empresa abriu um novo caminho para a venda de participações. A companhia aprovou no fim de março uma mudança societária que autoriza que ela faça novas emissões de ações sem que o controlador,a família Constantino, acompanhe os aportes.

A estrutura aprovada permite, na prática, que a empresa receba capital estrangeiro ou brasileiro via Bolsa de Valores, mas continue a respeitar a lei brasileira, que restringe as empresas aéreas de ter mais de 20% de capital externo, já que as ações ordinárias, com capital votante, permanecem na mão do controlador. Segundo Kakinoff, não há captações programadas no curto prazo, mas, se a Gol precisar de recursos, a empresa já tem o caminho aberto. / M.G.

? Parceria

“A nossa premissa de frota padronizada está mantida.”

Paulo Kakinoff

PRESIDENTE DA GOL

“Faz sentido negociar oacordos bilaterais se a empresa tiver relevância para escolher seus parceiros em cada mercado.”

André Catellini

SÓCIO DA BAIN & COMPANY

 


O Estado de S.Paulo

07 Junho 2015 | 21h 42

Bimotor cai em casa de Belo Horizonte, 3 minutos após decolagem, e mata 3

Uma moradora da residência atingida acabou ferida, segundo os bombeiros; Documentação do King Air estava em dia, conforme Anac

LEONARDO AUGUSTO, ESPECIAL PARA O ESTADO - BELO HORIZONTE

Avião e residência atingida na zona norte pegaram fogo logo após o impacto

Três pessoas morreram ontem na queda de um avião bimotor sobre uma casa em Belo Horizonte. O avião havia saído momentos antes do Aeroporto da Pampulha. Esse foi um dos acidentes mais graves da história do terminal, inaugurado em 1933. Todas as vítimas estavam na aeronave.

O acidente aconteceu às 15h20, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), na Rua São Sebastião, no bairro Minaslândia, zona norte da capital mineira. Uma pessoa ficou ferida em terra, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O avião – um modelo King Air, prefixo PR-AVG – havia decolado do aeroporto, que fica na mesma região, três minutos antes.

Até o começo da noite, os bombeiros haviam confirmado o nome de duas vítimas. O piloto Emerson Thomazini, de 43 anos, e Gustavo de Toledo Guimarães, sobre quem não tinham mais informações. De acordo com a FAB, a aeronave tinha como destino uma fazenda em Setubinha, no Vale do Jequitinhonha, a 526 quilômetros de Belo Horizonte.

A aeronave caiu perto de uma estação do metrô. A pessoa ferida seria uma moradora da casa atingida, segundo os bombeiros. O avião e parte da residência pegaram fogo após o impacto. Equipes da Defesa Civil de Belo Horizonte e da Infraero inspecionaram a área do acidente.

Susto. Vizinhos relataram um grande barulho antes de um estrondo ainda mais intenso, no momento da queda. Depois, só viram fumaça negra.

O operador da aeronave é a empresa Atlântica Importação e Exportação, do Grupo Montesanto Tavares, com forte atuação no setor de café. Entre as empresas que pertencem ao grupo estão a Cafebras, de cafés especiais, e a Atlântica Agropecuária, de cultivo de eucalipto, criação de gado e plantio irrigado de café. O grupo já foi proprietário das marcas Café Três Corações e Sucos Mais, entre outras.

A fazenda para onde o avião se dirigia também pertence à Montesanto Tavares. A investigação do acidente ficará a cargo do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) 3 – braço da FAB – que enviou uma equipe ontem do Rio para Belo Horizonte. A documentação da aeronave estava em dia, segundo consta na Agência Nacional de Avião Civil (Anac).

O último acidente que aconteceu no Aeroporto da Pampulha foi registrado em 27 de novembro de 2012. O pneu de um jatinho executivo estourou no momento da decolagem. Apenas o piloto e o copiloto estavam na aeronave. O procedimento foi abortado e ninguém se feriu.

Perfil alterado. Hoje, a maior parte dos voos do aeroporto da capital é particular e regional. O principal terminal de Minas Gerais é Confins, que fica a cerca de 40 quilômetros da capital. Para lá foram transferidas as operações de Pampulha, partir de 2005.


O Estado de S.Paulo

05 Junho 2015 | 17h 26

Donos de Azul e Avianca melhoram oferta pela TAP

Companhia aérea portuguesa está em processo de privatização e tem como interessados empresários David Neeleman, da Azul, e Germán Efromovich, da Avianca

DOW JONES - O ESTADO DE S. PAULO

O governo português afirmou nesta sexta-feira que recebeu ofertas melhores dos dois interessados na compra do controle da companhia aérea TAP. A empresa está na segunda fase do processo de privatização, que tem os empresários David Neeleman, dono da Azul, e Germán Efromovich, da Avianca, na disputa pela compra da companhia aérea.

Agora, o governo deve analisar as ofertas e uma decisão pode ser tomada já na próxima semana. Em entrevista coletiva, o secretário de Transportes, Sérgio Monteiro, recusou-se a dar detalhes sobre as ofertas, nem disse o que foi melhorado.

José Manuel Ribeiro/Reuters

Justiça tenta barrar privatização da TAP

Pela regra do edital, o governo português poderá vender uma fatia de até 66% na empresa aérea estatal, sendo 61% para investidores privados e 5% para os trabalhadores.

A venda da TAP faz parte de um programa multibilionário de privatização de Portugal, adotado como condição em um acordo de ajuda internacional de 78 bilhões de euros (US$ 88 bilhões) que terminou neste ano.

Em 2012, Efromovich seguiu sozinho para a fase final de negociações com o governo português, mas sua proposta foi recusada. Na ocasião, Efromovich, ofereceu 35 milhões de euros por 95% da companhia, mais uma injeção de capital de 316 milhões de euros e a responsabilidade de 1,1 bilhão de euros da dívida da TAP. Desta vez, ele disputará a empresa com Neeleman.

Ambos os interessados são donos de empresas aéreas no Brasil. A TAP é forte na rota entre a Europa e o Brasil, o que a torna uma opção atraente para os empresários, com potencial de integração de rota com as companhias latino-americanas.


Folha de São Paulo

06/06/2015 15h26

Após pouso no Rio, passageiros ficam retidos por 4 horas dentro de avião

RICARDO BUNDUKY

DE SÃO PAULO

Henrique Padim/Leitor

Passageiros aguardam para desembarcar do voo 7625, no aeroporto do Galeão

Más condições de tempo alteraram o funcionamento de alguns dos principais aeroportos brasileiros e causaram transtornos a diversos passageiros na manhã deste sábado (6), que enfrentaram cancelamentos, atrasos ou tiveram que esperar mais do que o normal para desembarcar das aeronaves.

Além do aeroporto de Guarulhos, que ficou fechado para pousos por mais de duas horas na madrugada, o Santos Dumont, no Rio, só começou a operar totalmente por volta das 10h.

Com isso, boa parte das aeronaves foram alternadas para os aeroportos do Galeão, no Rio, e de Viracopos, em Campinas. Só de Guarulhos foram desviados 29 voos ao todo, incluindo também outros destinos, como Brasília, Belo Horizonte e Ribeirão Preto.

No Galeão, o advogado Flavio Alvares, 27, relata que os passageiros de um voo da Gol precisaram aguardar quatro horas para o desembarque após a aterrissagem. Ele estava com a noiva e um casal de amigos no voo 7625, que decolou de Punta Cana (República Dominicana), às 20h50 desta sexta-feira (horário local), e deveria chegar a Guarulhos, às 6h deste sábado.

Contudo, o voo foi desviado para o Galeão, onde aterrissou por volta de 7h. Segundo Alvares, os passageiros só puderam descer às 11h. Nesse período, ficaram sem alimentação e sem informações.

"Os comissários informavam que tudo iria se resolver em 20 minutos, quando decolaríamos para Guarulhos. Depois, disseram que não tinham mais informações. Duas horas mais tarde, o piloto e o co-piloto foram trocados, porque tinham extrapolado as horas de voo", relata.

Flavio Alvares/Leitor

O passageiros Flavio Alvares mostra o horário em que conseguiu descer do avião, no Rio

"Não tinha mais água, nem comida. Havia poucos sanduíches e não seria suficiente para todo mundo, então disseram que não dariam para ninguém", afirma Alvares. "Teve gente que passou mal, vomitou. O banheiro estava muito sujo".

Ainda de acordo com ele, o desembarque só foi permitido após discussões com a tripulação e a autorização da Polícia Federal, pois a descida no aeroporto do Rio não estava no plano de voo.

"Agora está todo mundo sem saber se vai conseguir fazer conexões, porque perderam voos", diz o advogado, que de São Paulo seguiria para Goiânia (GO).

Um vídeo feito por celular e exibido pela Rede Globo mostra passageiros discutindo com a tripulação de uma aeronave, em Viracopos (Campinas), supostamente também desviada de outro local.

Por meio de nota, a Gol informou que a espera pela reabertura do aeroporto de Guarulhos "refletiu no limite da jornada de trabalho da tripulação que realizava o voo, sendo necessário o desembarque dos clientes". A empresa lamentou o ocorrido e reiterou que forneceu alimentação aos clientes, que, após o almoço, seguiriam para São Paulo em um voo de reforço, às 14h.


G1

07/06/2015 21h35

Modelo Kate Moss tumultua voo e é escoltada pela polícia

Supermodelo de 41 anos teria sido retirada por 'mau comportamento'.

Voo da EasyJet partiu da Turquia e pousou em Londres.

Da AFP

Kate Moss no clipe de 'Queenie Eye',

de Paul McCartney (Foto: Divulgação)

A polícia britânica teria acompanhado a supermodelo Kate Moss, de 41, em seu desembarque no aeroporto de Londres neste domingo, por seu mau comportamento durante o voo – noticiou a rede BBC. Veja aqui.

A identidade da pessoa envolvida no acidente não foi revelada, mas a polícia disse que ajudou a tripulação a retirar uma passageira do avião por "manter uma conduta prejudicial", informou a rede. "Não se apresentou uma denúncia formal contra ela, e não foi detida", afirmou o porta-voz da polícia de Bedfordshire.

O voo da EasyJet chegou na tarde deste domingo (7) ao aeroporto londrino de Luton, procedente de Bodrum, na Turquia. Uma porta-voz da companhia aérea confirmou que os agentes intercederam quando o avião aterrissou, "devido ao comportamento de um passageiro a bordo".


G1

07/06/2015 18h00

Abelha obriga avião a retornar a aeroporto na Inglaterra

Inseto estava preso nos instrumentos da parte externa da aeronave; incidente atrasou viagem em duas horas.

Da BBC

Incidente gerou um atraso de duas horas na viagem

Um voo da empresa britânica Flybe foi obrigado a retornar ao aeroporto logo após decolar porque uma abelha ficou presa nos instrumentos da aeronave.

Os passageiros iam de Southhampton, na Inglaterra, para Dublin, na Irlanda, e tiveram de enfrentar um atraso de duas horas na viagem.

A princípio, o piloto anunciou que estava voltando para o aeroporto por causa de uma "suspeita de problema técnico".

O voo pousou "sem incidentes", segundo uma porta-voz da companhia.

Já em solo, os engenheiros encontraram o inseto preso em equipamentos na parte externa do avião.

Noel Rooney, um dos passageiros a bordo, escreveu em seu perfil no Twitter: "Bem, isso nunca aconteceu comigo antes. Uma abelha ficou presa nos instrumentos de um voo da Flybee", uma brincadeira em referência à palavra bee (abelha, em inglês)


G1

06/06/2015 13h10

FAB inicia investigação sobre acidente com helicóptero no Amazonas

Aeronave desapareceu na sexta-feira, em uma área de floresta.

Ainda não há previsão para a conclusão da investigação.

Sérgio Rodrigues

Do G1 AM

FAB enviou aeronave para fazer resgate de vítimas

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou ao G1, na sexta-feira (5), que tive início o processo de investigação sobre as causas do acidente com helicóptero, modelo AS 355, que deixou cinco pessoas mortas no Amazonas. Segundo a FAB, duas turbinas foram recolhidas do local do acidente.

Um piloto e quatro passageiros embarcaram no helicóptero que prestava serviços para a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e à Casa de Saúde Indígena (Casai).

A aeronave, que desapareceu na sexta-feira, 29 de maio, durante voo entre os municípios de Atalaia do Norte e Tabatinga, respectivamente a 1.130 e 1.108 km de Manaus, foi localizada após cinco dias de buscas em área de mata fechada.

Segundo a assessoria de comunicação da Força Aérea, uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VII), realizou a coleta de informações e materiais ao longo de quinta (4) e sexta-feira (5). O material será encaminhado ao Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica, em São José dos Campos (São Paulo), para a realização de exames técnicos.

Conforme a FAB, a equipe do Seripa VII realizou o procedimento conhecido como "ação inicial", processo técnico de coleta de materiais e informações com possíveis testemunhas do local de acidente.

A assessoria informou que foram recolhidas duas turbinas do helicóptero, além de outros componentes e fluídos da aeronave.

Ainda segundo o órgão, não há previsão para a conclusão e divulgação dos resultados da investigação.

A FAB ressaltou que, após apuração do material coletado, um relatório final sobre o acidente será divulgado no site do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

"Vale ressaltar que as investigações têm o objetivo de entender quais foram os fatores contribuintes que desencadearam o acidente e prevenir a comunidade aeronáutica para que o caso não se repita", informou a FAB.

Corpos foram encaminhados ao hospital de Tabatinga

Buscas

O helicóptero foi localizado após cinco dias de buscas em mata fechada.

O trabalho de resgate das vítimas terminou no fim da tarde de quarta-feira (3). Os corpos foram encaminhados ao Hospital de Guarnição de Tabatinga.

De acordo com informações da FAB, o trabalho de resgate dos corpos foi realizado por meio de rapel, pois a aeronave enviada ao local não conseguiu pousar na área.


Zero Hora

07/06/2015 - 13h07min

Avião que ia para o Rio pousa em Porto Alegre após passageira passar mal

Aeronave havia saído de Buenos Aires na manhã desse domingo em direção ao Galeão

Por: Tiago Bitencourt

Um avião com destino ao Rio de Janeiro teve que mudar a rota e fazer um pouso alternado em Porto Alegre após uma passageira passar mal. A aeronave da TAM saiu às 7h20 deste domingo do aeroporto de Ezeiza, Buenos Aires e tinha como destino o Galeão. Durante a viagem, a mulher teria relatado falta de ar e dores no peito. Ela foi atendida por médicos em voo, que indicaram a transferência hospitalar. As informações são da Rádio Gaúcha.

O voo JJ 8023 pousou no Aeroporto Salgado Filho às 8h40. A passageira, que estava acompanhada pelo marido, foi encaminhada a um hospital local e o voo seguiu para o Rio de Janeiro às 10h05 com previsão de chegada à capital fluminense às 11h30.

Em nota, a companhia aérea informou que prestou a assistência necessária à passageira:

A TAM informa que o voo JJ8023 (Buenos Aires/Ezeiza – Rio de Janeiro/Galeão), que decolou às 7h20 de hoje (7), alternou para Porto Alegre devido a uma passageira estar passando mal a bordo.

O pouso aconteceu normalmente às 8h40 e a passageira, que está acompanhada do marido, foi encaminhada a um hospital local. O voo seguiu para o Rio de Janeiro/Galeão às 10h05, e a previsão de chegada à capital fluminense será às 11h30.

A TAM esclarece que prestou a assistência necessária à passageira.


Tribuna do Norte - RN

2015-06-07 16:13:00

Voos Natal-Frankfurt deverão ampliar exportações do RN

Ricardo Araújo

Repórter

O voo Natal-Frankfurt, na Alemanha, deverá entrar para a rota de cargas da empresa alemã Lufthansa Cargo, uma das maiores do mundo no segmento de traslado aéreo de mercadorias. No início da tarde deste domingo (7), a aeronave MD-11 Freighter, com capacidade para 26 paletes em versão de carga, aterrissou no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana, para ser abastecido com 70 toneladas de mamão tipo papaya e formosa, com destino ao mercado europeu a partir da cidade alemã.

Primeiras 70 toneladas de frutas partiram do Aeroporto de Natal na tarde deste domingo (7) num avião cargueiro. Próximo voo ocorrerá em uma semana

As frutas, colhidas em fazendas do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, deverão abastecer supermercados de até 300 cidades europeias e, possivelmente, outros 100 países ao redor do mundo. Este foi o primeiro embarque da Lufthansa Cargo no estado potiguar, de um total de sete voos-teste, determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O avião foi batizado com jatos d'água ao aterrissar pela primeira vez no terminal aeroviário potiguar. A expectativa do representante da empresa alemã é que, num futuro próximo, o leque de frutas exportadas contemple, além do mamão, abacaxi, uva e melão.

"Escolhemos o Aeroporto de Natal porque ele está próximo do mercado produtor de frutas, o aeroporto é privado e com uma maior e melhor infraestrutura. Os armazéns do aeroporto são refrigerados e isso é um grande diferencial", avaliou o gerente comercial da Lufthansa Cargo, Cleverton Vighy. Ele citou que a determinação da Anac é de que sejam realizados sete voos-teste, para avaliação da rota e viabilidade econômica. Vighy antecipou, porém, que a Lufthansa Cargo chegou ao Rio Grande do Norte "para ficar e manteremos a frequência de voo semanal".

O custo da operação de logística que inclui o Aeroporto de Natal na rota da companhia alemã se aproxima dos 400 mil euros por voo. O valor da mercadoria embarcada no Rio Grande do Norte com destino à Alemanha não foi revelado. Além da carga de mamão, outros itens com destino à Suíça e Holanda também foram embarcados no mesmo cargueiro. A previsão é de que o avião pouse em Frankfurt às 4h (de Brasília) desta segunda-feira, 8. Uma parada em Dakar deverá ocorrer no início da madrugada para abastecimento da aeronave.

O superintendente do terminal aeroviário, Ibernon Morais, destacou que o embarque realizado para a Alemanha significa a abertura de negócios para novos mercados e outras empresas já estão em negociação com a Inframerica para novos destinos e mercadorias diversas. Sobre a possibilidade de escolha do Aeroporto de Natal como sede do HUB da TAM Linhas Aéreas no Nordeste, ele confirmou que o terminal foi bem avaliado, mas a companhia aérea ficou preocupada com os acessos.

"Tenho certeza e total confiança que os acessos ficarão prontos até fim deste ano", ressaltou. Uma nova visita de representantes da TAM Linhas Aéreas está marcada para o dia 18 de junho. Eles deverão anunciar quais cidades restarão na disputa pelo megaempreendimento de logística e distribuição de voos nacionais. A Inframerica negocia, ainda, a instalação de um polo de distribuição de cargas dos Correios e a construção de dois hotéis dentro da área do aeroporto. Outros 500 hectares de área estão disponíveis para negociação, frisou Ibernon Morais.

Esta não é a primeira vez que ocorre uma exportação pelo Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que completou um ano em operação dia 31 de maio passado. Uma remessa de 140 cabeças de gado guzerá foi exportada para o Senegal em janeiro deste ano. Há a previsão de que mais 400 cabeças embarquem até o fim de 2015. "O que estamos vendo não é somente uma carga sendo embarcada, mas a abertura de um novo mercado. Com a Europa saindo da recessão, novos negócios surgirão e precisamos estar preparados", disse o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado.

O secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Natal, Fred Queiroz, destacou que a operação da Lufthansa Cargo é fundamental para a consolidação do Aeroporto de Natal como rota de saída de cargas para outros continentes. "É o progresso chegando para o Rio Grande do Norte como um todo", comentou. Sobre o HUB da TAM Linhas Aéreas, os representantes dos dois municípios se mostraram otimistas, ressaltando o potencial e o diferenciais do aeroporto, como a maior pista privada do país e área de estocagem de produtos.

O representante do Consulado da Alemanha no Rio Grande do Norte, Axel Geippert, acompanhou a chegada do cargueiro e cumprimentou a tripulação. Nenhum representante do Governo do Estado do Rio Grande do Norte acompanhou a aterrissagem e embarque das mercadorias no avião da Lufthansa Cargo. A presença do governador Robinson Faria chegou a ser confirmada pela assessoria do Executivo Estadual, mas ele não foi e, tampouco, encaminhou representação.


Tribuna do Norte - RN

2015-06-06 00:00:00

Hub expandirá malha aérea do RN

Nadjara Martins

Repórter

A instalação de um hub da TAM no aeroporto internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, resultaria em um acréscimo de 696% na malha área atual da companhia no Rio Grande do Norte. O crescimento aconteceria na frequência de vôos semanais, que sairia dos atuais 28 para 223 vôos, segundo os planos da companhia. Além disso, a expectativa é que o estado estado escolhido para sediar o hub ganhe conexões com 13 destinos internacionais na Europa e no Mercosul, e outras 18 rotas domésticas.

Adriano Abreu

Com o hub, a frequência de voos semanais no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante sairia dos atuais 28 para 223 voos

Entre o Rio Grande do Norte e o investimento, porém, se avultam dois concorrentes: Recife e Fortaleza. Ambas as capitais são estudadas pela TAM Linhas Aéreas para sediar o primeiro centro de conexões aéreas do Nordeste. Na estimativa da empresa, o acréscimo seria de 1,5 milhão de passageiros/ano.

De acordo com o apurado pela reportagem, porém, a companhia cobra uma agenda de necessidades ao Governo do Estado e às prefeituras, como a garantia de finalização dos dois acessos ao aeroporto até o início das operações do hub, a qualificação de mão de obra e benefícios fiscais – assegurados, inclusive, por meio de programas como o de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (Proadi), Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial pelo uso do Gás Natural (Progás) e o Programa de Desenvolvimento Portuário e Aeroportuário do RN (Proimport).

Na semana passada, a presidente da TAM, Cláudia Sender, fez uma visita surpresa aos três aeroportos. Acompanhada por executivos da empresa, o objetivo era inspecionar as estruturas dos três terminais. Outra visita ao Rio Grande do Norte está agendada para o dia 18 de junho, desta vez com a presença de representantes do Governo do Estado e das prefeituras de Natal e São Gonçalo do Amarante. Segundo a reportagem apurou, na próxima segunda-feira (8), entes públicos e representantes do comércio e da indústria devem formular um documento acerca dos investimentos pensados para o Rio Grande do Norte nos próximos anos, principalmente aqueles voltados para o setor turístico.

Em respostas encaminhadas à reportagem por e-mail, a TAM Linhas Aéreas informou que o processo de análise das cidades só deverá ser concluída no final do ano. A expectativa é que a escolha seja anunciada em dezembro de 2015, com início das operações do hub em dezembro de 2016.

O investimento da companhia, somente em remanejamento da frota, é de R$ 3,9 milhões. Serão destinados ao hub 17 airbus 319, utilizados para vôos nacionais, e 13 boings 767, destinados a vôos internacionais.

“O principal objetivo do primeiro hub doméstico e internacional do Nordeste é ampliar a atuação e a capilaridade das operações do grupo LATAM na América do Sul e no mercado internacional, aumentando principalmente os destinos atendidos na Europa”, afirma a companhia, em nota encaminhada à reportagem.

Exigências

Questionada sobre quais critérios estão sendo analisados na escolha da sede do hub, a companhia afirmou que são analisadas “a localização geográfica, a estrutura aeroportuária e seu potencial de desenvolvimento, além da experiência do cliente.”

“Todos têm potencial de desenvolvimento da infraestrutura já existente, que será um fator-chave para a definição do novo hub internacional da companhia no Nordeste.

Entretanto, uma fonte ligada às negociações afirmou à TRIBUNA DO NORTE que três fatores são pesados pela companhia para a escolha de Natal: a finalização dos dois acessos ao aeroporto (BR406 e BR304) até o início das operações do aeroporto, eficiência operacional (qualificação de mão de obra, serviços que se instalarão no entorno do aeroporto) e benefícios fiscais.

Em março, o Governo do Estado desonerou o ICMS sobre o querosene de aviação, reduzindo a alíquota de 17% para 12%. A prefeitura de São Gonçalo também reduziu a cobrança de ISS para a região do aeroporto. Entretanto, segundo a fonte ouvida pela reportagem, a TAM almeja a concessão de benefícios para desenvolvimento da indústria no entorno do hub. “No caso do Proimport, na hora em que eles montarem o sistema base de manutenção junto com o hub, haverá uma demanda por peças, e são todas importadas. Na hora que você tem um desconto na compra de peças importadas, você ganha uma vantagem competitiva”, afirmou a fonte. O programa concedia alíquota de 2% a 4,5% para empresas que começassem o movimento de importação no RN. Entretanto, hoje só engloba três empresas. A pauta de benefícios fiscais deve ser discutida com a TAM no dia 18 de junho.

As discussões acerca do desenvolvimento do setor turístico no RN serão tema da 23ª edição do seminário Motores do Desenvolvimento. O evento acontece nesta segunda-feira (8), no Versailles Recepções (veja programação).

Programação

Quando: 8 de junho, às 8h

Local: Versailles Recepções (Capim Macio)

Programação:

8h – pronunciamento de autoridades

9h – palestra “O destino Natal, diferenciais e gargalos como produto turístico”, com Claiton Armelin, diretor de Produtos Nacionais da CVC

10h – “Hub doméstico da Tam em Brasília: como ele opera e o que ele mudou no aeroporto e na cidade”, com José Luís Menghini, presidente do aeroporto de Brasília

11h – Debate mediado por Marcelo Queiróz, presidente da Fecomercio

12h – Palestra “Turismo como negócio: perspectivas e desafios do setor no contexto econômico nacional”, com Alexandre Schwartsman.

Bate-papo - José Luís Menghini

Presidente do Consórcio Inframérica

“Para adaptar as necessidades da TAM, o nosso é mais moderno”

Sobre o Hub da TAM, como estão as negociações com a companhia? Quais são os diferenciais? A TAM pediu algum novo investimento em modificação, ampliação?

Para adaptar as necessidades da TAM, comparado com os Aeroportos que competem com Natal – Fortaleza e Recife – o nosso é mais moderno e tão desenvolvido, que exige um nível de investimento baixíssimo comparado com os outros que não tem pista de pouso e nem áreas disponíveis. Agora, para atender 6 milhões de passageiros, como está desenhado, claro, que é preciso algum investimento, aumentar o número de fingers, mas em um espaço mais curto. Primeiro temos que concluir a conversa, para saber o que será necessário, não discutimos todos os detalhes.

Quais os investimentos são necessários para atrair o hub?

Como executivo, digo que melhorar os acessos e toda a infraestrurtura para chegar ao aeroporto, melhorar os sistemas de comunicação e nesse sentido estamos requerendo as Companhias de Comunicações para ampliar a infraestrutura no aeroporto, melhorar continuamente a segurança para que as pessoas trafeguem ate o aeroporto com tranquilidade. E esta garantido para os próximos 18 meses, a construção de hotéis no entorno do aeroporto.

Quantos hotéis? De quais grupos?

Posso garantir apenas um, mas não posso informar o grupo.

O foco é atrair novos serviços?

Temos capacidade para 400 lojas, mas voltamos ao princípio, pois se você busca um serviço que pode ser oferecido em Natal e um que está no aeroporto a uma hora de distancia, a escolha é pelo serviço em Natal. Estamos trabalhando para captar novos serviços, mas sobretudo manter a qualidade do que já está lá. Um dos meus objetivos enquanto presidente é de colocar no aeroporto algo que não tem e que me surpreendeu, que são os produtos regionais, artesanato, cachaças, produtos típicos do RN.


Jornal de Turismo

Sábado, 06 Junho 2015 15:30

Maceió terá novo voo direto para Belo Horizonte

Em consequência do significativo aumento da procura pelo destino Alagoas, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras amplia, a partir do próximo domingo (07), suas operações no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. A novidade fica por conta de um novo voo direto semanal para a cidade de Belo Horizonte.

Com saída agendada sempre aos domingos, o voo tem embarque em Maceió previsto para às 11h05, com chegada ao Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, às 13h20.

Para a secretária de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Jeanine Pires, a melhoria da malha aérea local evidencia o trabalho em conjunto realizado pelo Governo do Estado e companhias aéreas, em prol do desenvolvimento do cenário turístico.

“Essa ampliação das operações da Azul é decorrente de um trabalho realizado em parceria, que visa a promoção dos destinos de Alagoas e, consequentemente, o aumento da chegada dos turistas. A melhoria da nossa malha aérea é uma das prioridades da Sedetur para a expansão do turismo no Estado”, destaca Jeanine Pires.

Azul - Iniciando suas operações no ano de 2008, a companhia atende, atualmente, mais de 100 destinos em nível mundial, com 860 decolagens diárias. Em Alagoas, o fluxo de clientes transportados pela companhia aumentou em 122% no primeiro trimestre de 2015, quando comparado ao mesmo período de 2014. De janeiro a março desse ano, mais de 12 mil clientes foram transportados pela Azul no estado alagoano, sendo Maceió o destino mais procurado.


Mercado&Eventos

06/06 - 11:10

Ministro e governador de Goiás discutem sobre aeroportos do estado

O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, reuniu-se, terça-feira (02/06), com o governador de Goiás, Marconi Perillo, para tratar da finalização das obras do aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia (GO), além de um viaduto de acesso ao terminal. Também esteve na pauta de discussões investimentos em outros aeroportos no interior de Goiás, que poderão ser contemplados no programa de aviação regional.

Marconi Perillo pediu ao ministro prioridade nas obras do Programa de Infraestrutura e Logística (PIL), que contempla dez aeroportos no estado, com trabalhos de expansão, melhorias, construção de terminais e aumento de pista, entre outras. Perillo também levou ao ministro Eliseu Padilha o projeto de um viaduto na rodovia BR-060 para facilitar o acesso ao novo terminal do aeroporto da capital goiana.

Santa Genoveva - O aeroporto terá a sua capacidade dobrada, após a finalização das obras, que recomeçaram em abril deste ano. A capacidade passará dos atuais 3,5 milhões de passageiros por ano para 6,3 milhões. Os trabalhos incluem serviços de engenharia da infraestrutura e redes de pista de taxi, vias de serviço internas, acesso viário, pátio de estacionamento de aeronaves, estacionamento de automóveis e sistemas de controle de acesso.

Os passageiros também terão à disposição um mix comercial com 60 pontos comerciais, além de uma praça de alimentação de 2,3 mil m², com 130 mesas. A execução será feita pelo Consorcio Odebrecht – Via Engenharia, com término das obras de infraestrutura previsto para 30 de novembro deste ano e dos demais serviços para 4 de abril de 2016, quando será encerrado o contrato, cujo valor é de R$ 211,5 milhões.

Rafael Massadar