O Estado de S. Paulo
Neeleman avalia fazer proposta pela compra da TAP
Gol registra prejuízo sete vezes maior
Embraer prevê mais de 2 mil entregas de jatos para a América do Norte até 2035
Pacote de concessões sai entre fim de maio e início de junho
G1
Aeroporto Castro Pinto, PB, registra alta de 18% no fluxo de passageiros
Helicóptero de missão europeia sofre acidente no aeroporto de Kosovo
Valor Econômico
Depois da aviação, herdeira da TAM dedica-se ao ensino
Gazeta do Povo - PR
Passageiros dão nota 2 para internet sem fio do Afonso Pena
A Crítica de Campo Grande - MS
British Airways lista itens incomuns esquecidos em aviões
Diário do Nordeste
Aeroporto e Terminal já consumiram R$ 303 mi
TAM passa a operar em Juazeiro do Norte
A Tarde - BA
Motor de avião sofre pane no ar em voo para Conquista
Extra de Alagoas
Operação que busca avião malaio desaparecido acha destroços no Oceano Índico
Panrotas
Frota da Gol tem idade média de 7,5 anos
Quarta-feira, 13 de maio de 2015
Neeleman avalia fazer proposta pela compra da TAP
Empresário estuda se unir a fundos de private equity para participar da nova tentativa de privatização da companhia aérea portuguesa
Marina Gazzoni
A companhia aérea portuguesa TAP receberá até sexta-feira as propostas para aquisição da empresa em uma nova tentativa de privatização. O governo português espera que o empresário David Neeleman, controlador da Azul, e os irmãos Gérman e José Efromovich, da Avianca, apresentem propostas para comprar a companhia, segundo fontes de mercado.
Procurado pelo Estado, Neeleman confirmou que está avaliando o negócio, mas não garantiu se apresentará uma proposta. “Estamos avaliando. É interessante porque eles têm uma operação forte no Brasil e teria uma boa conectividade com a Azul. Mas, por outro lado, é um negócio complicado”, disse.
Se optar por disputar a empresa, Neeleman deverá se unir a um grupo de fundos de private equity, em uma operação semelhante a que fez para a criação da Azul, que também tem como sócios os fundos Bozano, Weston Presidio, Texas Pacific Group (TPG) e Gávea. A proposta de compra, no entanto,será feita por uma nova empresa, e não pela Azul.
O grupo Synergy, controlador da Avianca, já tentou comprar a TAP no fim de 2012. O Synergy foi o único a seguir na fase final do processo de privatização à época, mas o governo português recusou a oferta. Na semana passada, em Lisboa, Gérman Efromovich afirmou que ainda tem interesse na companhia.
Além deles, um grupo formado pelo empresário português Miguel Pais do Amaral e o americano Frank Lorenzo, ex-presidente do conselho da Continental Airlines, também reuniu informações sobre o negócio.
Condições. O governo português pretende vender 61% da TAP a um ou mais investidores, que terão preferência de compra em uma nova rodada de capitalização da empresa no futuro. A intenção é escolher um investidor até o fim de junho.
A estruturação das propostas deve ser feita para atender ao limite de capital estrangeiro das empresas aéreas europeias, de 49%. Os irmãos Efromovich devem usar sua cidadania polonesa para seguir com a proposta. Já o grupo de David Neeleman poderá utilizar a cidadania italiana de um dos sócios dos fundos parceiros, segundo fontes de mercado.
Privatização. O governo português tenta há mais de dez anos privatizar sua companhia aérea estatal. A empresa acumula dívidas superiores a € 1 bilhão. O negócio precisa de capital e depende da venda para obter dinheiro novo.
Nos últimos quatro anos, representantes do governo português têm feito reuniões com aéreas brasileiras e membros do governo para pedir a participação de investidores nacionais na privatização da TAP. Eles tentam convencer as empresas brasileiras de que comprar a companhia aérea portuguesa é um caminho para dominar a rota entre Brasil e Europa.
A TAP é forte nesse mercado, atendendo dez destinos no Brasil, a maior capilaridade entre empresas aéreas estrangeiras no País. No ano passado, as rotas entre Brasil e Europa responderam por 39% do tráfego de passageiros da empresa.
Quarta-feira, 13 de maio de 2015
Gol registra prejuízo sete vezes maior
FÁTIMA LARANJEIRA
A Gol Linhas Aéreas registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 672,7 milhões no primeiro trimestre do ano, 599,7% maior do que a perda de R$ 96,1 milhões registrada em igual período de 2014.
O resultado atribuído aos acionistas controladores foi negativo em R$ 704,6 milhões, alta de 437% frente aos R$ 131,2 milhões apurados nos primeiro três meses do ano passado.
O presidente da companhia, Paulo Kakinoff, em mensagem da administração, atribuiu o prejuízo à variação cambial do balanço, que foi de R$ 774,1 milhões (sem feito caixa imediato). “Desconsiderando o impacto da desvalorização cambial, o resultado da Gol seria positivo em cerca de R$ 100 milhões no período. A companhia esta atenta às oportunidades para acessar o mercado de capitais já com a nova estrutura societária implementada com vistas a uma eventual capitalização.”
O Ebitdar (lucro operacional antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações somado ao valor dos custos operacionais com arrendamento mercantil de aeronaves e com arrendamento suplementar de aeronaves) atingiu R$ 468,9 milhões entre janeiro e março, queda de 4,8% na comparação anual. A margem Ebitdar ficou em 18,7%, diminuição de 1,1 ponto porcentual ante a registrada um ano antes.
12 Maio 2015 | 15h 59
Embraer prevê mais de 2 mil entregas de jatos para a América do Norte até 2035
Modelos tem de 70 a 130 assentos e serão entregues em até 20 anos, projeta a empresa
LUCIANA COLLET - O ESTADO DE S. PAULO
SÃO PAULO - A Embraer divulgou nesta terça-feira, 12, projeções para o mercado norte-americano nos próximos 20 anos nas quais prevê 2.060 novas entregas de jatos no segmento de 70 a 130 assentos. De acordo com a companhia, o volume representa quase 35% do total da demanda mundial por aeronaves neste segmento específico, com valor estimado em US$ 96 bilhões, a preços atuais.
Pelas previsões da empresa, cerca de 47% das novas entregas da região serão destinadas a apoiar o crescimento do mercado, enquanto os 53% restantes serão para substituir as aeronaves antigas que serão aposentadas até 2034.
Modelo E170 |
Parte do crescimento é esperado a partir da reestruturação das operações de alimentação de tráfego em grandes aeroportos (denominadas hub and spoke), colocando jatos regionais de maior capacidade nos mercados tradicionalmente ocupados por jatos de 50 assentos.
"Apesar de taxas de crescimento mais elevadas em outras partes do mundo, nossas projeções mostram que o mercado dos Estados Unidos continua dominando o segmento em virtude do grande volume de jatos de 70 a 130 lugares existentes", disse o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo Cesar Silva, em nota.
A Embraer destacou que o E175, que atua no segmento de 70 a 120 assentos, se tornou um forte produto na sua categoria, com 80% das encomendas na América do Norte desde 2013. No total, a família dos chamados E-Jets já registrou mais de 1.560 encomendas e mais de 1.100 entregas até o momento, informou a companhia.
Desde que entraram em serviço, em 2004, os E-Jets atingiram uma participação de mercado de cerca de 50% das encomendas e 60% das entregas do mercado global no segmento de 70 a 130 assentos. Na América do Norte, a Embraer afirma ter uma participação de mercado superior a 50% entre as aeronaves no segmento, com mais de 400 E-Jets entregues.
12 Maio 2015 | 15h 27
Pacote de concessões sai entre fim de maio e início de junho
Segundo fonte ligada à cupula do Ministério dos Transportes, previsão é do Palácio do Planalto; pelo menos três aeroportos vão entrar na nova rodada
ANDRÉ BORGES - AGÊNCIA ESTADO
Aeroporto de Salvador está na lista da próxima rodada de concessões |
BRASÍLIA - O anúncio do novo pacote de concessões preparado pelo governo federal deverá ser feito pela presidente Dilma Rousseff entre o fim de maio e o início de junho. Segundo uma fonte ligada à cúpula do Ministério dos Transportes, essa é a previsão dada pelo Palácio do Planalto, que ainda não firmou uma data específica para o lançamento da nova rodada de concessões.
Na semana passada, auxiliares da presidente Dilma Rousseff comentaram reservadamente ao Broadcast Político, serviço de informações da Agência Estado, que o plano deveria ser anunciado no dia 13 ou 14 deste mês, ou seja, nesta quarta ou quinta-feira. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, disse ontem, porém, que o plano requer mais tempo para ser lançado, por causa de sua complexidade e extensão. O governo promete o "maior plano de investimento da história recente, principalmente na área de logística", declarou Silva.
O pacote de concessões incluirá os aeroportos de Salvador, Florianópolis e Porto Alegre. Há grandes chances de o aeroporto de Fortaleza também entrar no anúncio. Entre as rodovias, há quatro trechos previstos: BR-476/153/282/480 (PR/SC); BR-364 (GO/MG); BR-163/230 (MT/PA); e BR-364/060 (MT/GO). Ao todo, 2.578 quilômetros de rodovias devem passar para as mãos da iniciativa privada, os quais devem atrair investimentos de R$ 17,25 bilhões.
No setor portuário, o foco são os terminais de Santos e do Pará. A expansão dos terminais privados envolve 40 terminais que tiveram seus estudos já aprovados, nos quais devem ser investidos cerca de R$ 13 bilhões. Desses terminais, oito já foram construídos, 28 estão em construção e quatro, em ampliação.
A principal dificuldade do governo continuam sendo as concessões de ferrovias, que foram prometidas em agosto de 2012, mas que até hoje não saíram do papel. As principais apostas do governo são a construção das malhas entre Lucas do Rio Verde e Campinorte, em Mato Grosso, além de outro trecho entre Sinop (MT) e Miritituba, no Pará. São projetos bilionários, que ainda não tiveram um modelo de negócio que convencesse a iniciativa privada.
O mais provável, portanto, no setor ferroviário, é o governo retirar a Ferrovia Norte-Sul das mãos da estatal Valec e repassá-la para a iniciativa privada. A ferrovia de 1,5 mil km de extensão já tem mais de 800 km concluídos. Os demais 700 km estão com 85% de realização. Para o empreendedor, isso significa risco zero na execução de obras e uma malha totalmente nova à disposição.
As estimativas apontam que o valor total dos investimentos a ser anunciado no novo pacote pode ficar perto de R$ 150 bilhões.
12/05/2015 17h36
Aeroporto Castro Pinto, PB, registra alta de 18% no fluxo de passageiros
Aumento foi registrado nos quatro primeiros meses de 2015.
Dados foram levantados pela Infraero.
Do G1 PB
Movimentação do Aeroporto Castro Pinto teve um aumento de 18,31%, diz Governo do Estado |
O movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Castro Pinto, na grande João Pessoa, teve um aumento dfe 18,31% nos quatro primeiros meses de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo informou o Governo do Estado nesta terça-feira (12). Os dados foram levantados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com base em informações fornecidas pelas companhias aéreas que operam no aeroporto.
No total, conforme o levantamento, houve um movimento de 512.019 passageiros nos quatro primeiros meses do ano, enquanto que no mesmo período de 2014 havia sido registrada a passagem de 432.752 pessoas nos portões de embarque e desembarque.
Segundo a presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, os dados divulgados pela Infraero representam o sucesso das ações realizadas ao longo dos últimos anos. “Nada acontece por acaso”, diz a ela. Segundo a dirigente, a PBTur tem intensificado as ações junto aos agentes e operadores de Turismo do Brasil, promovendo uma série de capacitação do Destino Paraíba.
De acordo com a nota divulgada pelo governo, a previsão é que o aeroporto registre 1,6 milhão de passageiros embarcando e desembarcando até o final deste ano. Em abril, o número de passageiros embarcados registrou uma alta de 25,57%, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram apontados 61.922 embarques em 2015 contra 49.312 em 2014. Já em relação ao número de desembarques, a Infraero registrou um crescimento de 22,49%, comparados os mesmos períodos. Foram 60.026 desembarques em abril de 2015 contra 49.006 registrados em abril do ano passado.
12/05/2015 14h06
Helicóptero de missão europeia sofre acidente no aeroporto de Kosovo
Aeroporto de Pristina foi fechado, segundo a mídia local.
Há relatos de feridos.
Da Reuters
Helicóptero da União Europeia após acidente no aeroporto de Pristina, nesta terça (12) |
Um helicóptero da missão europeia sofreu um acidente no aeroporto de Pristina, no Kosovo, nesta terça-feira (12), informou a agência de notícias Reuters. Segundo a mídia local, o aeroporto foi fechado após o acidente. Um membro da tripulação ficou ferido.
13/05/2015 às 05h00
Depois da aviação, herdeira da TAM dedica-se ao ensino
Por João José Oliveira | De São Paulo
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Maria Cláudia Arnaro, acionista da Latam: ideia do Lab Educação nasceu do encontro de duas "crises existenciais" |
Oito meses após renunciar ao cargo de conselheira da TAM e da Latam, líderes respectivamente dos mercados de aviação no Brasil e na América Latina, Maria Claudia Amaro lançou oficialmente nesta semana o Lab Educação, projeto de ensino que se propõe a criar, testar e aprimorar modelos inovadores de educação, para replicar, em escala, iniciativas e metodologias em instituições de ensino.
Numa segunda fase, o Lab Educação será unia rede de escolas. O plano é chegar a 20 unidades, no Brasil e fora do país. Maria Cláudia quer atender a demanda do ensino básico e fundamental também exterior, com unidades que seguirão a grade curricular e o calendário escolar do Brasil. “Seremos a primeira escola internacional brasileira”, planeja a filha do fundador da TAM, Comandante Rolim, com quem apreendeu a se diferenciar da concorrência pela inovação.
O plano de negócios do Lab Educação soma R$ 5 milhões em investimentos para o biênio 2015\2o16, com aportes realizados integralmente pela empresária. A expectativa é que o projeto esteja gerando receita própria ainda este ano, o que deve reduziria progressivamente o aporte de capital previsto no período.
Já o investimento para a etapa da rede de escolas deve somar até RS 150 milhões. “Em algum momento mais para a frente haverá o aporte de uni investidor, na medida em que o projeto demandar escala”, diz Maria Cláudia, que até dois anos atrás fazia parte da diretoria de unia operação de 30 mil funcionários e R$ 16 bilhões de faturamento anual.
O público-alvo da rede e do Lab Educação será a classe média, mas também estudantes de escolas públicas e comunidades. “Queremos dar uni ensino de qualidade e acessível, gerar receita, ser rentável, e, assim, financiar atividades junto a escolas públicas”, diz Maria Claudia.
A ideia do Lab Educação nasceu do encontro de duas “crises existenciais”, conta a ainda maior acionista brasileira da Latam, controladora da brasileira TAM e da chilena LAN, que faturou US$ 12,5 bilhões em 2014. “Eu me perguntei se iria querer seguir na aviação pelo resto da vida. A TAM virou uma gigante depois da fusão com a LAN, uni grupo mundial. Eu não precisava mais fazer tanto na empresa porque ela foi profissionalizada”, conta a empresária, de 47 anos, que desde os 20 frequenta hangares. “Ao mesmo tempo, minha filha mais velha [ela é mais de duas meninas] estava entrando na adolescência e vi que havia desafios no setor educacional”.
Em 2013, Maria Claudia convidou Luiza Barguil, ex-conselheira da Unesco para ciências, tecnologia e inovação, a encontrar um segmento desafiador para empreender. “Ela me veio com a ideia de investir em educação porque há grandes oportunidades e espaço para inovar”, diz Maria Claudia.
Se no setor aéreo Maria Cláudia comandou a líder de um setor que contribui no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro com R$ 60 bilhões, segundo estudo da Associação Internacional do Transporte Aéreo (lata), de forma bastante concentrada - são apenas quatro companhias nacionais -, no ramo educacional de ensino básico e fundamental privado ela vai enfrentar unia concorrência extremamente pulverizada, em que quase 40 mil estabelecimentos disputam aproximadamente RS 40 bilhões em despesas de 8 milhões de estudantes, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Na busca por diferenciais para o projeto, as sócias Maria Claudia e Luiza Barguil viajaram por uni ano por América do Norte, Europa e Ásia. O roteiro foi o livro “Volta ao Mundo em 13 Escolas”, de Eduardo Shimahara, diretor de inovação e sustentabilidade do Anima Educação, em parceria com o jornalista André Gravatá e as pesquisadoras Camila Piza e Carla Mayumi.
Após inúmeras visitas a escolas e congressos, o modelo que inspirou o Lab Educação foi o de uma escola de Nova York, a Quest to Learn. “Eles têm um centro para criar e aplicar jogos ao ensino, o ‘gamification’. Pensei: por que não partir do laboratório antes de lançar a escola?”, diz Maria Claudia.
Outros princípios foram aproveitados. As empreendedoras exploram conceitos do inglês Ken Robinson, consultor em educação para o governo britânico; do indiano Sugata Mitra, que idealizou unia escola “na nuvem”; do português José Pacheco, criador de um modelo educacional em que são as crianças que escolhem suas áreas de interesse para desenvolver pesquisa; da americana Katie Salen, diretora de pesquisa e design do Institute of Play; e do economista alemão Otto Scharmer, professor do M1T.
A empresária graduada em marketing e administração pela Flórida International University, que começou a trajetória profissional em 1986 no Banco Itamaraty, diz que em todas as escolas visitadas há um ponto em comum: o envolvimento com a comunidade. “A escola precisa ser acolhida pela comunidade e, para isso, precisa impactar, transformar essa comunidade”, diz Maria Cláudia.
Em janeiro deste ano, foi lançado em São Paulo o piloto do primeiro projeto, com atividades extra-curriculares desenvolvidas em parceria com os alunos de escolas públicas, privadas e organizações não-governamentais.
O “comida brincante” foi o escolhido dentre 12 projetos-piloto. Uma jornada de atividades ao longo de dois dias, em que as crianças mergulham no mundo dos alimentos - da produção até a reciclagem, passando pelo desafio de preparar uma refeição para os pais. “Abdiquei da minha atuação empresarial para me entregar de corpo e alma ao projeto de criar um novo paradigma de educação no país”, diz Maria Cláudia sobre o Lab Educação.
13/05/2015 03h00
Passageiros dão nota 2 para internet sem fio do Afonso Pena
Da Redação
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Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo
Infraero promete melhorar o sinal a partir de junho. |
O aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, foi o terceiro mais bem avaliado pelos passageiros, segundo pesquisa trimestral da Secretaria de Aviação Civil. Numa escala de 1 a 5, recebeu nota 4,29 dos 13.384 usuários entrevistados nos 15 principais aeroportos do país, ficando acima da média geral (4,07). O terminal da Grande Curitiba ficou atrás no ranking de satisfação apenas dos aeroportos de Viracopos, em Campinas (nota 4,38), e de Recife (4,32).
Apesar disso, o Afonso Pena precisa melhorar muito no quesito “qualidade da internet – wi-fi”. Dos 48 indicadores da pesquisa, o acesso à internet sem fio no terminal curitibano foi o serviço pior avaliado pelos usuários, com nota 2,03. Em nota, a Infraero informou que o wi-fi gratuito está restrito às salas de embarque, mas a intenção é universalizar o sinal a partir do mês que vem. Para isso, foi “contratada a empresa Linktel Telecomunicações do Brasil Ltda, via pregão público, para oferecer internet sem fio na modalidade paga e gratuita no Afonso Pena”.
A Crítica de Campo Grande - MS
Terça, 12 de Maio de 2015 - 19:46
British Airways lista itens incomuns esquecidos em aviões
Uma caixa de salsichas e dois chapéus de cowboy estão na lista.
POR: ANSA BRASIL
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Divulgação |
Não é nada incomum perder algo no avião. É isso que mostra a contagem feita pela companhia aérea British Airways. Segundo a empresa, mais de 30 mil objetos são esquecidos todos os anos apenas em seus voos que decolam ou aterrissam no aeroporto de Londres-Heathrow.
Os pertences mais encontrados são aparelhos eletrônicos, como celulares, câmeras, videogames e tablets, seguidos por relógios, jóias e casacos. Apenas no mês de janeiro deste ano, por exemplo, foram achados 239 iPads, mais de 93 iPhones, quase 40 BlackBerrys e uma quantidade enorme de iPods e Kindles.
No entanto, o que mais chamou a atenção foram os itens mais estranhos deixados nas aeronaves. Em uma lista, a companhia selecionou os 10 objetos mais incomuns. São eles um par de bastões de caminhada, um massageador infravermelho, um recipiente de aparelho dentário, uma tapeçaria, um livro de orações, um assento de carro para criança, dois chapéus de cowboy de feltro, um pequeno capacete de cavaleiro, uma esteira de ioga e uma caixa de linguiças alemãs.
Sobre o assunto, um dos gerentes da British Airways, Garry Andrews, comentou que a reação dos garotos ao reaver seus objetos perdidos é uma das coisas mais emocionantes do seu trabalho. "Quando elas [crianças] se reúnem com suas pelúcias desaparecidas param de chorar no mesmo instante, como se tivessem encontrado um membro de sua família", afirmou.
Além disso, o britânico também falou sobre os menores e maiores objetos encontrados nos aviões. Em relação aos primeiros, ele disse que "as pessoas se esquecem frequentemente das alianças de casamento no banheiro", enquanto aos segundos, "já foram encontrados instrumentos musicais e até quadros".
13.05.2015
Aeroporto e Terminal já consumiram R$ 303 mi
Questões burocráticas e dificuldades na liberação de recursos travam as obras e causam prejuízos
Apesar de concluído, o Terminal de Passageiros do Mucuripe está operando basicamente para a realização de eventos e, esporadicamente, para recepcionar cruzeiristas. A área de atracação ainda precisa ser dragada |
No Pinto Martins, já foram aplicados R$ 79 milhões de recursos públicos. A reforma foi iniciada em 2012 e encontra-se com apenas 15,6% da estrutura finalizada |
A paralisia ou lentidão de órgãos da administração pública Federal na liberação de recursos, já pactuados, para execução e continuidade de obras no Ceará já comprometem projetos importantes para a economia do Estado. Somente no setor de turismo, área responsável por cerca de 20% do PIB de Fortaleza e que movimenta 52 segmentos produtivos, dois grandes projetos - a reforma do Aeroporto Internacional Pinto Martins e o Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe - previstos para conclusão na Copa do Mundo de 2014, ainda esbarram na burocracia e no contingenciamento de recursos federais para serem concluídos.
Sem operarem na plenitude, sem condições de atender ao volume de turistas que deveriam, o Estado perde receitas, enquanto a União desperdiça recursos públicos. Somente no Terminal de Passageiros do Mucuripe foram aplicados pela União, R$ 224 milhões, sendo R$ 186 milhões em obras civis, iniciadas em 2011 e concluídas no ano passado.
No Pinto Martins, já foram aplicados R$ 79 milhões de recursos públicos. A reforma foi iniciada em 2012 e encontra-se com apenas 15,6% da estrutura finalizada, ficando os 84,6% restantes a cargo da empresa Sial Construções Civis, vencedora da primeira etapa da última licitação feita pela Infraero, para conclusão das obras. Juntos, os dois empreendimentos já absorveram R$ 303 milhões.
No limite
Com obras de reformas atrasadas há mais de dois anos, com licitação em curso, mas sem data para retomada dos trabalhos, o Aeroporto Pinto Martins segue operando no limite da capacidade instalada de 6,5 milhões de passageiros por ano. Enquanto isso, turistas enfrentam filas para check-in, para embarcar e desembarcar e voos atrasam. Na última segunda-feira, passageiros perderam voos devido a problemas no sistema operacional da Infraero.
Serviço efêmero
Se no Aeroporto Internacional Pinto Martins as reformas ainda nem começaram, no Terminal de passageiros do Porto do Mucuripe, - que poderia ser outra porta de entrada de turistas e divisas para o Estado - as obras já foram concluídas, mas o prédio não opera em plenitude para o que foi construído.
O terminal opera apenas de forma eventual, quando navios de passageiros passam pela Capital cearense. Na última estação de férias foram apenas quatro transatlânticos.
Quando os navios chegam, explica o presidente da Companhia Docas do Ceará (CDC), Mário Jorge, "a gente monta as lojas, quiosques, casa de câmbio, balcão de informações, coloca cadeiras e os serviços de telecomunicações e internet". Após o navio zarpar, tudo é desarmado para ser montado novamente, quando a próxima embarcação atracar no terminal antigo, porque o novo, apesar de pronto, ainda não foi dragado.
A parte burocrática, confirma Mário Jorge, como os serviços da Polícia Federal, Receita Federal, Vigilância Sanitária, Antaq etc., continuam a ser realizados no prédio da CDC. Operação semelhante deverá acontecer na próxima temporada de cruzeiros marítimos, a partir de outubro, quando o Porto do Mucuripe espera receber, segundo ele, 12 escalas de navios de cinco armadores.
Isso ocorre, justifica o titular da CDC, porque a Agência Nacional de Transportes (Antaq) ainda não concluiu o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do novo terminal e Secretaria Especial dos Portos (SEP) não liberou a licitação para dragagem do equipamento.
Festas e casamentos
Com o prédio do terminal pronto e com despesas de manutenção, da ordem de R$ 50 mil mensais, revela o titular da CDC, o equipamento vem sendo alugado para shows, exposições, feiras, festas e até casamentos, como forma de bancar as contas. Eventos que, segundo Mário Jorge, renderam R$ 221 mil à CDC, em apenas dois meses.
De acordo com ele, a estrutura e a localização do terminal, à beira-mar e com uma das vistas mais privilegiadas da cidade de Fortaleza, está atraindo muitas pessoas e empresas para a realização de eventos, como o Dragão Fashion, realizado no último fim de semana. Conforme disse, outros nove eventos já estão confirmados para o equipamento e outros 15 previstos para acontecer até o fim do ano.
"Já recebemos demanda de duas empresas para as festas do Revéillon", conta Mário Jorge, segundo quem os próximos eventos agendados irão gerar receitas da ordem de R$ 371 mil, totalizando R$ 592 mil. Esse valor é suficiente para cobrir as despesas de manutenção do equipamento por 12 meses. Todo dia chega gente propondo novos eventos", exclama.
Mário Jorge reconhece, no entanto, que, embora previsto no projeto original do equipamento, a realização de eventos não é fonte ideal de receitas para o terminal. "Se tivéssemos o berço já dragado, poderíamos oferecer uma infraestrutura melhor e ampliar as receitas", declara, lembrando que a cada navio de passageiro que atraca no Porto do Mucuripe rendem de R$ 15 a 35 mil somente de tarifas de infraestrutura aquaviárias, além das taxas de embarque, desembarque e trânsito por cada passageiro que vier a terra.
Para ele, porém, dificilmente a dragagem e a licença para arrendamento sairá este ano, situação confirmadas pelas Antaq e SEP. Consultada, a Antaq respondeu que o estudo de viabilidade técnica será analisado pela diretoria da Agência no próximo dia 21, após o que segue para audiências pública e somente depois para licitação.
Sobre a dragagem, a SEP informou, por meio de nota, que "o projeto já foi concluído, mas que aguarda uma definição do governo Federal, por meio dos ministérios do Planejamento e Fazenda, dos ajustes no orçamento de 2015. A partir desta decisão, a SEP vai definir os investimentos e as prioridades".
Carlos Eugênio
Repórter
13.05.2015
TAM passa a operar em Juazeiro do Norte
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a companhia a operar no Município a partir do dia 1º de julho |
Juazeiro do Norte. A empresa TAM Linhas Aéreas abriu, na última segunda-feira, a comercialização de bilhetes para voos com destino a este Município da região do Cariri. Com a operacionalização da companhia no Município, o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes passa a contar com a oferta de pousos e decolagens de aeronaves das quatro maiores companhias aéreas do País.
A perspectiva do trade turístico na região do Cariri é que haja incremento do setor a partir do segundo semestre do ano de cerca de 5%. Também é esperado aumento no fluxo mensal de passageiros no equipamento aeroportuário num volume de até 7 mil pessoas. Os voos da TAM acontecerão a partir do dia 13 de Julho. Porém, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a companhia a operar no Município a partir do dia 1º de julho. As vendas de passagens pela companhia estão acontecendo, neste primeiro momento, por meio de agências de viagens. Os voos serão diários e diretos para Brasília e Recife. Também serão disponibilizados trechos em conexões como Juazeiro do Norte/São Paulo ou Juazeiro do Norte/Fortaleza, por exemplo, com preços de R$ 578,00 (ida e volta) e R$ 400,00, respectivamente.
As negociações em torno da operacionalização da TAM em Juazeiro do Norte acontecem desde outubro de 2014. Na ocasião, a companhia GOL havia anunciado que deixaria de operar o trecho entre Juazeiro do Norte e Recife, o que resultaria na visão de empresários e lideranças locais, em prejuízo ao Município, tendo em vista a existência da ligação da região do Cariri com a capital do Estado de Pernambuco.
Abertura de mercado
Para o coordenador de turismo de Juazeiro do Norte, Roberto Celestino, a chegada da nova companhia pode significar, ainda, a possibilidade de abertura do mercado internacional ao turismo da região. “Nós agora passamos a contar com a operacionalização das quatro maiores companhia do País na região do Cariri, a partir do Aeroporto Orlando Bezerra. Em relação à empresa TAM, a malha internacional que a companhia possui pode, sem dúvida, oferecer aos turistas estrangeiros a oportunidade de conhecer a região do Cariri com muito mais conforto e comodidade”, disse.
Segundo ele, como o aeroporto passará a operar com oito voos diários, a expectativa é de que haja aumento no fluxo de passageiros do equipamento. “A gente espera um aumento de cerca de 20% no volume diário de passageiros no terminal. Isso deve significar algo em torno de 7 mil novos usuários do equipamento”, disse.
Somada ao aumento no número de passageiros, também há expectativas quanto à ampliação de negócios que envolvam o trade turístico na região. Só a rede hoteleira, na opinião do coordenador, deve observar, a partir do segundo semestre do ano, crescimento de até 5% na ocupação de apartamentos. “A previsão é que todo o trade turístico seja beneficiado. No entanto, até por conta da construção de novos empreendimentos do setor hoteleiro em Juazeiro do Norte, a expectativa é de que o crescimento destes nicho em especial seja um pouco maior”.
Pista de pouso
Além da operacionalização da nova companhia aérea, o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes deverá, em breve, ser beneficiado com os resultados dos estudos de viabilidade para realização das obras de aumento da pista de pouso e decolagem e construção de um novo terminal de passageiros que estão sendo realizados pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.
Roberto Crispim
Colaborador
12/05/2015 às 19:32
Motor de avião sofre pane no ar em voo para Conquista
Da Redação
Passageiros informaram que no pouso a aeronave permaneceu inclinada |
Um dos motores do avião ATR 72 sofreu pane em pleno ar por volta de 12h30, desta terça-feira, 12, quando realizava o voo 2234, partindo de Guarulhos (SP), para o município de Vitória de Conquista (que fica a 509 Km de Salvador). O fato deixou os passageiros em pânico e alguns chegaram a passar mal.
Passageiros informaram que no pouso a aeronave permaneceu inclinada para o lado esquerdo. Ambulâncias e unidades do Corpo de Bombeiros estiveram no local de prontidão para qualquer acontecimento. As informações são do site Blog do Anderson.
Veja o momento em que um dos motores da aeronave parou em pleno ar:
Em nota, a Passaredo Linhas Aéreas informou que os procedimentos operacionais foram realizados pelos tripulantes e que a aeronave retornou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. Com relação aos 61 passageiros e os quatro tripulantes a empresa informou que estes desembarcaram às 12h40 e que os passageiros estão sendo reacomodados em outros voos.
Confira na íntegra nota enviada pela empresa aérea
"A Passaredo Linhas Aéreas informa que uma aeronave ATR 72, realizando o voo 2234, com saída de Guarulhos/SP e destino a Vitória da Conquista/BA apresentou um problema técnico logo após a decolagem que ocorreu às 12h30. Os procedimentos operacionais requeridos foram realizados pela tripulação e a aeronave retornou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. Os 61 passageiros e 4 tripulantes desembarcaram às 12h40. Os passageiros estão sendo reacomodados em outros voos".
13 DE MAI DE 2015 - 09:44
Operação que busca avião malaio desaparecido acha destroços no Oceano Índico
Membros da operação internacional que busca no sul do Oceano Índico o avião da Malaysia Airlines que desapareceu com 239 pessoas a bordo no dia 8 de março de 2014 encontraram destroços de um navio naufragado ainda não identificado, anunciou nesta quarta-feira o diretor de buscas, Peter Foley. "É um achado fascinante, mas não é o que estamos buscando. Isso provou que sistema, equipamentos e profissionais envolvidos na busca estão trabalhando otimamente. Mostrou que, se existirem destroços do avião da Malaysia Airlines na zona de busca, os encontraremos", disse Foley.
Austrália, China e Malásia, com a ajuda de uma companhia especializada que contrataram, buscam rastros do avião de Malaysia Airlines em uma área de 60.000 quilômetros quadrados (tamanho aproximado do Estado da Paraíba). Em abril, os países concordaram em ampliar a zona de busca em mais 60.000 quilômetros quadrados caso não encontrem nada na primeira área.
Estes 120.000 quilômetros quadrados representam todo o território em que, segundo os analistas, existem as maiores possibilidades de estar o avião desaparecido. O avião decolou de Kuala Lumpur na madrugada do dia 8 de março de 2014 e tinha aterrissagem prevista para seis horas mais tarde em Pequim, mas os radares malaios perderam o contato com a aeronave 40 minutos após decolar.
O voo transportava 153 chineses, 50 malaios, sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três americanos, dois neozelandeses, dois ucranianos, dois canadenses, um russo, um holandês, um taiwanês e dois iranianos, que utilizaram passaportes roubados de um italiano e um austríaco.
Os especialistas acreditam que o aparelho deu a volta, cruzou a península de Malásia e se entrou no Oceano Índico, onde caiu em uma zona remota quando ficou sem combustível. Achar as caixas-pretas e os destroços ajudarão a saber o que acontecer com o avião.
Fonte: Veja
12/5/2015 21:47:00
Frota da Gol tem idade média de 7,5 anos
Artur Luiz Andrade
Ao final do 1T15, segundo balanço da Gol divulgado nesta terça-feira, 12, do total da frota de 140 aeronaves de Boeing 737-NG, a Gol operava em suas rotas 136 aeronaves. Das quatro aeronaves remanescentes, três estavam em processo de devolução junto aos seus lessores e uma foi enviada via sub-leasing para uma companhia aérea europeia.
A Gol possui 95 aeronaves em regime de leasing operacional e 45 sob leasing financeiro. Dessas, um total de 40 possuem opção de compra ao final do contrato. No 1T15, a empresa recebeu uma aeronave B737 NG em regime de leasing operacional e devolveu duas aeronaves B737 NGs.
A idade média da frota total era de 7,5 anos ao final do 1T15 e, para manter esse indicador em níveis baixos, a companhia possui com a Boeing 129 pedidos firmes para aquisição de aeronaves e renovação da frota até 2026.





