O Estado de S. Paulo
TAM é multada em R$ 1 mi por atraso de voo
Viracopos é eleito o melhor aeroporto do País
American Airlines escolhe Cumbica para estrear nova sala VIP
O Globo
Aeroportos do Rio estão entre os piores do país, diz pesquisa
G1
Embraer tem prejuízo de R$ 196 milhões no primeiro trimestre
Aeroporto do RN é bem avaliado por passageiros, diz pesquisa
Valor Econômico
Setor aéreo vê receita em queda e pior ano desde 2012
Dólar valorizado amplia mercados para startups
Folha de Pernambuco
Aeroporto Internacional do Recife é o segundo mais bem avaliado do País
Paraná-online
Três aeroportos estão prontos para concessão, diz Padilha
Diário Indústria&Comércio - PR
Gollog assina acordo com Air France e KLM
Gazeta do Povo - PR
Afonso Pena fica de fora da lista de concessões de 2015
Estado de Minas
Gol quer voos no aeroporto da Pampulha para capitais
Gazeta Digital - MT
Cuiabá tem o pior aeroporto do País
Correio Braziliense
Companhia aérea estreia 13 novas rotas nacionais em maio
Diário do Nordeste
Pinto Martins é o 5º melhor do País
Tribuna da Bahia
Ponte aérea Salvador-Buenos Aires por U$S 199
Aqui Amapá
Aeroporto internacional de Macapá Alberto Alcolumbre parece ter “cabeça de burro” enterrada
Mercado&Eventos
Aeroporto de Uberaba prevê aumento de 45% de aeronaves na ExpoZebu
Panrotas
Mulheres são menos de 5% entre CEOs de aéreas
Quinta-feira, 30 de abril de 2015
BRASÍLIA
A Justiça Federal do Distrito Federal condenou a TAM a pagar indenização de R$ 1 milhão a cerca de80mil passageiros prejudicados por voos atrasados ou cancelados entre os dias 28 e 30 de novembro de 2010. A empresa pode recorrer.
Segundo o Ministério Público, em apenas três dias a TAM registrou 266 cancelamentos e 200 atrasos em voo. A empresa alegou que as alterações tiveram de ser feitas em razão de condições climáticas adversas e remanejamento de tripulação. A companhia aérea afirmou, em nota,que se manifestará nos autos do processo.
29 Abril 2015 | 13h 12
Viracopos é eleito o melhor aeroporto do País
Pesquisa da Anac diz que Cuiabá é o de pior qualidade
JOSÉ ROBERTO CASTRO - AGÊNCIA ESTADO
O Aeroporto de Viracopos, em Campinas, é o mais bem avaliado do Brasil, recebendo nota 4,38, em um índice que vai até 5 |
A pesquisa trimestral de satisfação da Secretaria de Aviação Civil mostra que o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, é o mais bem avaliado do Brasil, recebendo nota 4,38, em um índice que vai até 5. O pior é o aeroporto de Cuiabá, que ficou com nota 3,44, abaixo dos outros 14 pesquisados nos meses de janeiro, fevereiro e março.
O ministro Eliseu Padilha comemorou o resultado e disse que o setor atravessou o período crítico de avaliação, quando os aeroportos passavam por obras, o que afetava a percepção e a satisfação dos passageiros. A média geral dos aeroportos foi de 4,07. "Oitenta porcento de avaliação positiva é bom, não é? Em se tratando de serviço público é", afirmou o ministro.
Os aeroportos de Congonhas (São Paulo) e Guarulhos ficaram com notas 4,13 e 4,05, na 7º e 10º posições, respectivamente. Ao todo, são 15 aeroportos avaliados. A pesquisa ouviu 13384 passageiros.
Entre os cinco piores aeroportos estão dois que estão em processo de concessão: Confins (MG) e Galeão (RJ). "Confins e Galeão, (a nota ruim) é por obras, a gente sabe. Tem muita obra em andamento e assim que elas terminarem tomarão o rumo de Brasília e Guarulhos", justifica o ministro.
O outro aeroporto do Rio, Santos Dumont, que vai permanecer sob controle da Infraero, tem problemas que o ministro admite que ainda estão sem solução. "A maior reclamação de Santos Dumont tem o problema de limpeza e ar condicionado. A parede de vidro, que é tombada pelo Iphan, cria um calor ali dentro que nós ainda não encontramos solução".
30 Abril 2015 | 03h 00
American Airlines escolhe Cumbica para estrear nova sala VIP
Espaço, já em construção, terá a conectividade como foco e opções saudáveis na alimentação; empresas têm investido em Guarulhos
MÔNICA REOLOM - O ESTADO DE S. PAULO
|
Nova sala VIP terá mobiliário sob medida e tons de cinza e de vermelho |
SÃO PAULO - A American Airlines anunciou nesta semana um projeto para reformar suas salas VIP nos aeroportos ao redor do mundo e escolheu Cumbica, em Guarulhos, junto com o de Phoenix, no Arizona, nos EUA, para inaugurar as novidades. Já em construção, o espaço deve ser aberto ainda em 2015.
A companhia informou que a conectividade é prioridade nos lounges e, por isso, tomadas e entradas de USB estarão por toda parte. Móveis e paredes terão tons de cinza e toques de vermelho, e a oferta de alimentos e bebidas vai crescer. Os Admirals Club Lounges, como são chamados, passarão a ter neste ano opções mais saudáveis como iogurte grego, mingau de aveia, sopas e petiscos - tudo cortesia.
|
Companhia vai incluir alimentos saudáveis no cardápio dos espaços exclusivos |
A empresa inaugurou uma sala VIP no Terminal 2 de Cumbica em 1991. Ela foi desativada em 2015 para a construção do novo espaço, que será no Terminal 3. Enquanto não fica pronto, os clientes da companhia aérea podem usar o VIP Gru Executive Lounge - sala lançada pela concessionária que administra o aeroporto em abril de 2014.
Para ter direito às regalias da sala VIP da American Airlines, é preciso viajar na primeira classe ou na classe executiva da empresa ou de qualquer companhia membro da Oneworld, desde com status Emerald ou Sapphire, e clientes AAdvantage Executive Platinum e AAdvantage Platinum. Também é possível adquirir um passe de um dia (One-Day Pass) por U$ 50.
Terminal 3. Inaugurado em maio de 2014, o Terminal 3 do Aeroporto de Cumbica tem recebido grandes investimentos para salas VIP. Em novembro, A TAM e a LAN, companhias aéreas que formam o grupo Latam, inauguraram um espaço de 1,8 mil metros quadrado e capacidade para 450 pessoas. O investimento foi de R$ 10 milhões.
Já a sala do MasterCard Black, com 443 metros quadrados, estreou em fevereiro. Ela é dividida em três ambientes: área para crianças, estações de trabalho - equipadas com laptops e pontos de energia para recarga de equipamentos eletrônicos - e espaço gourmet.
30 abr 2015
Aeroportos do Rio estão entre os piores do país, diz pesquisa
Passageiros dão as notas mais baixas para Galeão e Santos Dumont
GABRIELA VALENTE
Galeão e Santos Dumont ficam em penúltimo e antepenúltimo lugares entre os piores aeroportos do país, segundo a opinião de passageiros. Só ficam à frente do terminal de Cuiabá. -BRASÍLIA- Os aeroportos do Rio de Janeiro estão entre os piores do país. A Secretaria de Aviação Civil (SAC) divulgou, ontem, o ranking feito com base em pesquisa trimestral da satisfação dos passageiros. O Aeroporto Internacional Tom Jobim e o Santos Dumont ficaram na lanterninha, só à frente do Aeroporto de Cuiabá, no Mato Grosso, o pior avaliado no Brasil.
|
domingos peixoto
Penúltimo lugar. Esteira interditada no Aeroporto Internacional Tom Jobim, que passa por obras |
O levantamento considerou dez aeroportos dos 15 que movimentam 80% dos passageiros no país. O Galeão recebeu nota 3,85, e o Santos Dumont, 3,84, numa escala de 1 a 5. O ministro da SAC, Eliseu Padilha, justificou que há questões pontuais para o desempenho ruim dos dois aeroportos cariocas: as obras no Galeão e a sujeira e o calor no Santos Dumont.
— O Galeão tem muita obra em andamento. Assim que terminarem, o passageiro vai perceber a melhora — observou Padilha.
Sobre o Santos Dumont, o ministro informou que entre as principais reclamações está a falta de limpeza. Segundo ele, a Infraero já cobrou providências e espera ver resultados dentro de um mês. Em relação ao calor, a solução é mais difícil devido ao tombamento da Baía de Guanabara. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) determina que a lateral do prédio seja de vidro, o que cria um efeito de estufa, impedindo que o ar-condicionado mantenha a temperatura baixa.
— Ainda não encontramos solução. Tem de haver outro mecanismo para o resfriamento — disse o ministro.
Viracopos, em Campinas, foi o aeroporto mais bem avaliado, com a nota 4,38, saltando da quinta colocação para o topo do ranking. Recife ficou em segundo, seguido por Curitiba, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Congonhas.
MINISTRO: APENAS TRÊS CONCESSÕES
Um dia depois de o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciar que o programa de concessões que será lançado pelo governo teria pelo menos quatro aeroportos, Padilha desmentiu a informação e afirmou que a ideia é conceder apenas os aeroportos em Porto Alegre, Salvador e Florianópolis.
Embora tenha dito anteriormente que pelo menos cinco ou seis outros aeroportos poderiam ser privatizados, Padilha ressaltou que a medida geraria um custo para o Tesouro Nacional que, na prática, financia parte dos empréstimos para as concessionárias. Uma operação que não combina com tempos de ajuste fiscal.
— Por enquanto, serão três aeroportos, mas a decisão final é da presidente Dilma — concluiu Padilha.
30/04/2015 07h44
Embraer tem prejuízo de R$ 196 milhões no primeiro trimestre
Considerando o lucro líquido ajustado, houve ganho de R$ 131 milhões.
Embraer entregou 20 aeronaves comerciais e 12 executivas no período.
Do G1, em São Paulo
A fabricante de aeronaves Embraer fechou o primeiro trimestre do ano com prejuízo atribuído aos acionistas de R$ 196,1 milhões, depois de um lucro de R$ 241,9 milhões nos três meses anteriores. Considerando o lucro líquido ajustado, a empresa teve ganho de R$ 131 milhões.
|
Phenom 300 da Embraer
(Foto: Reprodução / TV Vanguarda) |
Segundo a empresa, houve uma despesa de imposto de renda mais elevada no começo deste ano, de R$ 350,9 milhões, provocada principalmente pelo efeito da variação do câmbio no período.
De janeiro a março, a Embraer entregou 20 aeronaves comerciais e 12 executivas, ante 14 comerciais e 20 executivas no mesmo período de 2014. Com isso, as receitas somaram R$ 3 bilhões, um crescimento de 5% em relação aos mesmos meses do ano passado.
29/04/2015 18h55
Aeroporto do RN é bem avaliado por passageiros, diz pesquisa
Secretaria de Aviação Civil ouviu opiniões de 13.384 passageiros no Brasil.
Terminal se destacou em três dos dez itens considerados mais relevantes.
Do G1 RN
Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do
Amarante (Foto: Fred Carvalho/G1) |
O Aeroporto Internacional Aluízio Alves foi avaliado como o melhor terminal de passageiros do Brasil em três dos dez itens mais relevantes de uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (29) pela Secretaria de Aviação Civil.
Na pesquisa, realizada trimestralmente para medir a satisfação dos passageiros, foram ouvidas 13.384 pessoas. Veja aqui a íntegra.
Com notas de 1 a 5, o aeroporto potiguar obteve uma média geral de 4,12 e ficou na 8ª posição no país. Na última pesquisa, referente ao último trimestre de 2014, o terminal de São Gonçalo do Amarante foi avaliado com 3,86.
Dos 48 itens analisados, o Aluízio Alves teve nota acima de 4 em 36 deles. Em seis a nota ficou acima de 3 e em outros seis acabou superior a 2. Os itens mais bem avaliados, destacados entre os dez mais relevantes da pesquisa, foram Conforto e Limpeza Geral (4,66), Sala de Embarque (4,55) e Devolução das Bagagens (4,42).
Dos seis itens mais mal avaliados estão Qualidade da Internet Wi-Fi (2,97), Quantidade e Qualidade de Estabelecimentos Comerciais (2,75), Valor dos Produtos Comerciais (2,51), Custo do Estacionamento (2,38), Quantidade e Qualidade de Restaurantes e Lanchonetes (2,38) e Valor dos Produtos de Lanchonetes e Restaurantes (2,14).
30/04/2015 às 05h00
Setor aéreo vê receita em queda e pior ano desde 2012
Por João José Oliveira | De São Paulo
As companhias aéreas brasileiras vão ter este ano faturamento estagnado em relação a 2014, ou mesmo queda de receita, se a atividade econômica não der sinais de recuperação até julho, prevê a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que reúne TAM, Gol, Azul e Avianca.
Em 2014, TAM e Gol faturaram juntas R$ 26 bilhões. Azul e Avianca não divulgaram balanços do ano passado. Em todo 2013, com dados das quatro aéreas, a receita do setor somou R$ 31,3 bilhões, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), 16,6% mais que em 2012.
“Por enquanto, as taxas de ocupação ainda não estão caindo fortemente. Mas se isso começar a ocorrer, o cenário será preocupante”, afirmou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. “Esse é o pior ano do setor desde 2012”.
Dados da associação mostram que a demanda no transporte aéreo doméstico teve em março o terceiro mês seguido de retração. O avanço de 3,01% ficou abaixo dos 4,1%, de fevereiro, e dos 9,1%, de janeiro. A oferta subiu 3,3% e a taxa de ocupação recuou 0,19 ponto percentual, a 77,46%.
Segundo o presidente da Abear, a queda da taxa de ocupação seria maior se as companhias brasileiras não tivessem praticado uma política de tarifas mais agressiva de promoções. “Temos relatos de agências que estão praticando preços até 20% menores”, disse Sanovicz, citando dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que mostrou queda de 8,5% na tarifa média do bilhete aéreo vendido a empresas, no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2014.
“A verdade é que o passageiro corporativo está desaparecendo. Os aviões estão hoje com mais passageiro de lazer, que pagam menos pelo bilhete”, disse Sanovicz. Tradicionalmente, cerca de 60% da receita em voos domésticos é gerada por viagens corporativas. A Abear afirma que, neste ano, os passageiros de lazer somam pouco mais de 50% dos assentos.
As quatro aéreas brasileiras transportaram em março 7,7 milhões de pessoas, 2,6% mais que em março de 2014. A TAM liderou o mercado, com 37,8% da demanda; seguida por Gol (34,5%), Azul (i8%), e Avianca (9,796).
No segmento internacional, as aéreas brasileiras estão vendendo mais, mas também enfrentam um fator de incerteza - o dólar.
Segundo os dados das três empresas brasileiras que fazem voos internacionais - TAM, Gol e Azul -, a quantidade de passageiros transportados nessas rotas cresceu 8,7%, totalizando 568,2 mil pessoas. Mas em termos de passageiros-quilômetros transportados, indicador conhecido como RPK, que mostra a demanda de acordo com os trechos voados, o avanço foi menor, de 4,4%.
“Quando a quantidade de passageiros cresce mais que o número do RPK, isso quer dizer que mais gente está viajando menos quilômetros”, disse o consultor Mauricio Emboada. “Na média, trechos longos estão sendo trocados por trechos curtos, e isso tem relação com o câmbio”.
30/04/2015 às 05h00
Dólar valorizado amplia mercados para startups
Por Jacilio Saraiva | Para o Valor, de São Paulo
|
Amauri Sousa, da Virtual Avionics: faturamento com exportações saltou de US$ 10 mil para US$ 77 mil em um ano |
Poucas startups entram no mercado preocupadas com a exportação. Mas, algumas empresas nascentes conquistam clientes estrangeiros logo no início das operações. Com a flutuação do câmbio, alguns empresários, que obtêm de 20% a mais de 6o% do faturamento com vendas externas, comemoram o aumento da receita em real. Negócios ligados a simuladores de voos, cursos de inglês e aplicativos para chamar táxis fecham contratos em países como Estados Unidos, República Dominicana e Portugal.
Na Virtual Avionics, 63% do faturamento total vem das entregas além fronteiras. Em 2013, logo no início da empresa, foram exportados US$ 10 mil. “No ano passado, esse valor saltou para US$ 77 mil”, afirma o sócio-fundador Amauri Sousa.
A startup, com sede em Campinas (SP), desenvolve equipamentos e sistemas de simulação de voo para fins recreativos e formação de pilotos em escolas de aviação e empresas aéreas. Outra linha de negócios é dedicada a uma plataforma móvel capaz de reconhecer produtos por meio de câmeras de celular. Com essa tecnologia, a mercadoria é identificada e o usuário é direcionado à página de venda do produto. “Pesquisas mostram que o consumidor tem ido às lojas físicas para ver as ofertas nas prateleiras, mas fecha a compra na internet”.
A empresa de Sousa, que é engenheiro eletrônico, nasceu de um hobby. “Sempre fui apaixonado por aviação e há mais de 20 anos pratico simulação de voo”, diz. Há alguns anos, ele quis melhorar sua experiência na área e resolveu projetar um “piloto automático” de uni avião 737.
“Fiz dez unidades e vendi todas no Mercado Livre. Então, criei mais 20 e depois tive de finalizar outras 30”. Dali em diante, se uniu a mais dois sócios e estruturou a companhia para explorar o negócio - segundo ele, o mercado de simulação de voo tem mais de 20 milhões de usuários no mundo. No ano passado, foi selecionado para a terceira turma do Startup Brasil, programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MDIC) para a aceleração de empresas nascentes de base tecnológica.
Em 2013, a Virtual Avionics criou uma aplicação que transforma tablets em computadores de voo utilizado em jatos. Antes da invenção, os usuários precisavam deixar urna “janela” aberta na tela do computador para acionar o simulador e ainda usavam um mouse. Entre os maiores fornecedores internacionais, a Alemanha aparece em primeiro lugar, com 20% das licenças, antes dos Estados Unidos (13%) e o Reino Unido (io%). O Brasil está na oitava posição, com 3% das vendas mundiais.
“Em 2014, a nossa média de entregas, sem fazer publicidade, foi de 500 unidades ao mês. Agora, estamos fazendo uni trabalho de marketing para atingir, até outubro, cerca de 1,2 mil licenças mensais”. Ao mesmo tempo, na área de hardware, a empresa atua com controles, painéis e cockpits, réplicas em escala de aviões reais, com preços entre US$ 500 e US$ 25 mil.
Em 2015, o empresário pretende alcançar US$ 150 mil com a exportação. Para isso, cria novos aplicativos, com divulgação em fóruns e sites internacionais especializados em simulação, e aperfeiçoa uma plataforma de comércio eletrônico para calcular fretes e formas de pagamento em outros países. Como grande parte das vendas é atrelada ao dólar, ele manteve o preço dos softwares durante a montanha russa do câmbio e ganhou nas receitas em real.
A Você Aprende Agora, de cursos de inglês on-line, exporta serviços desde 2012, seu segundo ano de operação. Pelo menos 23% do faturamento vem do exterior, principalmente dos Estados Unidos, México e Japão, segundo o CEO Felipe Dib. Este ano, a meta da empresa de Campo Grande (MS) é encorpar as vendas externas em 250% em relação a 2014.
“Terminamos 2014 com mais de cinco milhões de aulas vendidas e, este ano, até abril, já entregamos 8,1 milhões de módulos”, diz. “Com a desvalorização do real, ganhamos mais oportunidades com estudantes brasileiros que moram fora e querem investir no idioma”. Cada aula dura três minutos.
Um dos últimos contratos fechados pela empresa foi na República Dominicana para a implementação da versão hispânica do curso em escolas públicas. “Tentamos levar os cursos, a custo zero, para instituições públicas brasileiras, mas não conseguimos convencer ninguém”, diz. Segundo Dib, o dólar alto ainda aparece como uma vantagem no caixa da companhia, que mantém os preços baseados em real. “O aluno está pagando mais barato para estudar. Somente no primeiro trimestre de 2015, tivemos um aumento de 200% na demanda, com destaque para o México e Colômbia”.
A 99Taxi, dona do aplicativo de mesmo nome que chama táxis, iniciou operações em Lisboa no final de 2014 e tem 415 motoristas registrados. A ideia é continuar a expansão, principalmente na América Latina, diz o CEO Paulo Veras. Desde o lançamento no Brasil, em agosto de 2012, até março de 2015, a empresa já intermediou mais de 15 milhões de corridas.
29/04/2015 18:13
Aeroporto Internacional do Recife é o segundo mais bem avaliado do País
Resultado é equivalente ao primeiro semestre. Média foi de 4,32 em escala até 5
Do FolhaPE, com informações da assessoria
Vencedor da primeira edição do prêmio Aeroporto + Brasil, que teve resultado divulgado no início deste mês, o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre ficou em segundo lugar no índice de avaliação dos terminais brasileiros no primeiro trimestre, com nota 4,32. No período, 10 dos 15 aeroportos avaliados tiveram notas acima de 4 – numa escala de 1 a 5 – na pesquisa de percepção feita pela Secretaria de Aviação.
Foram ouvidos 13.384 passageiros. É a primeira vez, desde 2013, que a nota média dos aeroportos ultrapassa 4 quando os passageiros são perguntados sobre sua satisfação geral. Juntos, os terminais responsáveis por 80% do movimento dos aeroportos brasileiros atingiram 4,07.
As nove rodadas trimestrais das pesquisas revelam que os aeroportos venceram a etapa mais difícil: o período de execução da maior parte das grandes obras, entre o terceiro trimestre de 2013, quando iniciaram uma queda nas notas dadas pelos passageiros (3,82), até o 2º trimestre de 2014, quando chegaram à média mais baixa (3,75). A recuperação começou aí. A maioria das obras começou a ser entregue no 2º trimestre de 2014. Mas agora, pela primeira vez, a média está acima de 4 e a linha de tendência das pesquisas está em viés de alta.
Viracopos, em Campinas, ficou com 4,38, a nota mais alta do último trimestre. Saltou da 5ª para a 1ª posição, comparados os primeiros trimestres de 2015 e o de 2014. Melhorou 9,2% em relação a si próprio. Na ocasião, o aeroporto recebeu nota 4,01. Depois do Recife, com notas acima de 4, vêm Curitiba (4,29), Brasília (4,26), Fortaleza (4,19), Porto Alegre (4,18), Congonhas (4,13), Natal (4,12), Manaus (4,10), Guarulhos (4,05).
Em seguida vêm os cinco aeroportos com notas abaixo de 4: Confins (3,88), Salvador e Galeão empatados (3,85), Santos Dumont (3,84) e Cuiabá (3,44). Embora com nota inferior, Confins foi o que mais melhorou em relação a si mesmo depois de Brasília. Neste quesito, está em segundo lugar, junto com Manaus. Melhoraram 11,9%.
Estes resultados são divulgados a cada trimestre. No final do ano, os números são consolidados para premiação anual do melhor aeroporto do País e dos melhores terminais em oito categorias, distribuídos aos melhores no início do ano seguinte.
29/04/2015 - 11h54
Três aeroportos estão prontos para concessão, diz Padilha
ESTADÃO conteúdo
Depois de participar da reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros da área de infraestrutura no último sábado, 25, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), reafirmou a posição de sua Pasta e disse que são três os aeroportos a serem concedidos nos próximos meses: Porto Alegre, Florianópolis e Salvador. "Hoje não tem quarto (aeroporto concedido). A presidente, por óbvio, é a palavra final", disse o ministro.
Padilha admitiu ainda uma pressão para que sejam concedidos mais aeroportos em tempos de ajuste fiscal. "O pessoal da Fazenda, especialmente, procura estimular que a gente leve mais aeroportos a concessão. Mas quando eu mostrei quanto que teria que ser coberto pelo Tesouro na Infraero, já houve um 'então vamos dar uma olhadinha'", disse o ministro.
Segundo o ministro, a Secretaria de Aviação Civil está pronta para conceder os aeroportos de Porto Alegre, Florianópolis e Salvador, mas vai esperar para anunciar juntamente ao pacote de infraestrutura. "Já poderíamos ter lançado, mas estamos esperando que a presidente quer fazer um anúncio global de todas as áreas. Ela, no sábado, disse que queria fazer nos próximos dez ou 15 dias", disse o ministro em entrevista coletiva.
Pelo cronograma da SAC, entre o lançamento da Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) e a assinatura do contrato, há um prazo entre 360 e 420 dias.
Padilha disse que, em tese, há mais cinco ou seis aeroportos a serem entregues à iniciativa privada, além dos três já citados. O problema, na avaliação dele, é que a concessão prejudicaria a Infraero Serviços, empresa que será usada como base do programa de aviação regional do governo federal. Estes aeroportos seriam importantes para que a Infraero Serviços seja superavitária mesmo que tenha que assumir pequenos aeroportos regionais. "Vamos buscar ser um player de mercado, descaracterizar como empresa pública. Vamos fazer um consórcio com uma operadora internacional", disse Padilha.
Diário Indústria&Comércio - PR
quarta-feira 29/abr/2015 17:24
Gollog assina acordo com Air France e KLM
Postado por editor
A Gollog, unidade de transportes de cargas da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, firma acordo com a Air France e KLM. A parceria permite a venda de serviços de carga em todas as origens oferecidas pela GOL para os destinos realizados pela Air France e KLM, além de possibilitar que ambas as aéreas entrem em novos mercados focando também no transporte de cargas.
“A partir de agora, a Gollog poderá atuar em segmentos da Europa, Ásia e África, nos cerca de 155 destinos oferecidos pela Air France e KLM”, explica Eduardo Calderon, diretor de Cargas da GOL. “Em contrapartida, nossa parceira passa a atuar para destinos no interior do país, já que poderá usar a malha interna da GOL, que contempla, inclusive, destinos na América Latina”, finaliza.
A parceria vai de acordo com a estratégia da companhia em ampliar a rede de atendimento. Este mês, a Gollog inaugurou um novo terminal de cargas (TECA) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, localizado na sede administrativa da Companhia, assim como ampliou sua atuação em Natal (RN), oferecendo todos os serviços prestados pela Gollog, que abrangem desde o envio de documentos até volumes pesando 200 kg. A empresa oferece ainda o serviço Gollog Express, desenvolvido para atender à crescente demanda do mercado por entregas expressas.
Esta semana, a GOL também anunciou a ampliação do acordo de codeshare com a Air France e KLM, para o transporte de passageiros, reforçando a conexão entre as empresas. Os clientes GOL agora também podem adquirir passagens das companhias europeias pelos canais de vendas da GOL, partindo do Brasil.
A Gollog – Com 14 anos de experiência no mercado, a Gollog possui mais de 100 unidades nacionais e transportou, nos últimos três anos, mais de 200 mil toneladas de carga em 71 destinos, sendo 56 nacionais e 15 internacionais, além de ser o único modal de transporte capaz de levar cargas para mais de 3.500 municípios atendidos.
A unidade de cargas utiliza a dinâmica malha aérea e aeronaves da frota GOL, oferecendo vantagem competitiva, não só pela regularidade e pontualidade das operações, mas também por permitir maior alcance e rapidez nas entregas, uma vez que a GOL possui aproximadamente 910 decolagens por dia.
O portfólio da Gollog é amplo, com produtos especializados para mercados específicos e desenvolvidos para satisfazer a crescente demanda do mercado por entrega porta a porta, prazos definidos e serviços opcionais diferenciados. Entre os serviços disponíveis aos clientes, está desde o envio de documentos até volumes com 200 kg por unidade, além do Gollog Express, desenvolvido para atender a crescente demanda do mercado de cargas expressas, e o Gollog Internacional.
29/04/2015 13h46
Afonso Pena fica de fora da lista de concessões de 2015
Terminal de Curitiba foi incluído em lista de possíveis concessões no Orçamento, mas não há previsão para andamento do processo
FOLHAPRESS
|
Brunno Covello/Gazeta do Povo
Aeroporto Afonso pena foi indicado como o segundo melhor do país, segundo pesquisa da SAC |
O aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, vai ficar de fora do pacote de concessões que será lançado neste ano. O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, afirmou que apenas os aeroportos de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Salvador (BA) vão ter suas concessões iniciadas neste ano. No ano passado, a receita com o leilão do Afonso Pena foi incluída no Orçamento da União para 2015, mas o processo ficará para os próximos anos.
Segundo Padilha, o ministério está pronto desde março para iniciar o processo de passar para a iniciativa privada essas unidades, mas aguarda que o governo defina um pacote mais amplo de concessões. Ele afirmou que na reunião realizada pelo governo no último sábado para definir o pacote de concessões, a área econômica do governo apresentou a proposta de fazer mais leilões de aeroportos. Os vencedores de leilões pagam a outorga, uma espécie de aluguel pela administração do bem, e isso ajuda o governo na formação de caixa.
Além dos terminais de Florianópolis, Salvador e Porto Alegre, a presidente Dilma Rousseff cobrou a ampliação do número de aeroportos que serão licitados, sendo um do Nordeste (Recife ou Fortaleza), um do Sudeste e um terceiro no Centro-Oeste. Os aeroportos de Goiânia e Vitória também foram citados no encontro.
Mas, segundo ele, não será possível conceder mais aeroportos agora porque isso prejudicaria a estatal Infraero, que está deficitária e precisa manter receitas nesse período em que ela está se reestruturando. “Respeito todos que pensam diferente, mas a nossa palavra são três. A palavra final é da presidente. Mas, para o programa de reestruturação da Infraero, precisamos que nesse momento sejam apenas três”, afirmou Padilha.
A expectativa do ministro é que outros aeroportos sejam efetivamente leiloados no fim do primeiro semestre de 2016, já que são necessários ainda iniciar os estudos e preparar o leilão. Segundo ele, mesmo com a crise, o setor continua crescendo acima do crescimento da economia.
Padilha lembrou, no entanto, que o mercado está em transformação porque as empresas OAS, Engevix e UTC estão vendendo suas participações acionárias nos aeroportos de Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Campinas (SP), respectivamente. As empresas enfrentam dificuldades financeiras após terem seus nomes envolvidos nos escândalos de corrupção na Petrobras.
Qualidade
O ministro também apresentou o resultados da pesquisa trimestral de satisfação dos passageiros, realizada no primeiro semestre de 2015. Pela primeira vez, a média dos 15 aeroportos pesquisados ficou acima de quatro, numa gradação de um a cinco. Mais de 13 mil passageiros foram entrevistados.
O aeroporto melhor avaliado foi o de Campinas (SP), que já havia sido o melhor no último trimestre de 2014, com nota 4,38. O de Curitiba ficou na segunda colocação. O pior foi o de Cuiabá (MT), com nota 3,44. Dos 15 aeroportos, 14 tiveram nota melhores que há um ano. Além disso, apenas dois aeroportos estão com tempos médios de espera nas filas de imigração e aduana acima do 16 minutos e 8 minutos, tetos de tempo combinados com os operadores.
Segundo Padilha, há apenas cinco aeroportos que estão abaixo da média quatro, entre eles os dois do Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont) e o de Confins (MG). O ministro afirmou que o Galeão e Confins estão passando por reformas que vão, em breve, fazer melhorar suas notas. Já o Santos Dumont teve problemas com a limpeza, segundo o ministro já solucionado, e com o ar-condicionado que não é suficiente durante o verão.
30/04/2015 07:30
Gol quer voos no aeroporto da Pampulha para capitais
Com estímulo do governo para Aeroporto da Pampulha e volta de voos das companhias, operadora de Confins ameaça rever investimentos
Pedro Rocha Franco
Terminal não tem restrições operacionais e empresas aéreas retomam operações. Gol quer 36 voos |
Uma década atrás o então prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel participou de acordo encabeçado pelo então governador Aécio Neves para transferir voos do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, para Confins. Dois anos depois, o Departamento de Aviação Civil (DAC) publicaria portaria limitando a 50 passageiros a capacidade máxima das aeronaves que pousariam e decolariam da Pampulha. Era a principal medida para alavancar as viagens no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Sob a administração do agora governador Fernando Pimentel, em um cenário completamente inverso, a polêmica volta à tona: o petista se mostra favorável à retomada da Pampulha, o que pode novamente mudar os rumos de ambos aeroportos. O primeiro efeito: a concessionária de Confins afirma que, com isso, vai rever os investimentos previstos para o aeroporto internacional.
Depois de a Azul retomar voos com aeronaves pequenas (48 e 70 passageiros) para outras capitais nos últimos meses, a Gol entrou ontem com 36 pedidos para operar novos voos rumo a Salvador, Brasília, Congonhas, Vitória e Rio de Janeiro a partir de julho. A principal diferença é que a Gol pretende voar com aeronaves de grande porte (Boeing 737-700 e 737-800), com capacidade para 138 e 177 passageiros. Em nota, a Gol confirma a solicitação e acrescenta aguardar “o fim da restrição do aeródromo”.
Não há restrições operacionais da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desde outubro de 2010. No ano anterior, no entanto, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente havia assinado Termo de Ajustamento de Conduta com a Infraero impedindo a liberação de voos para aviões de grande porte devido à falta de licenciamento ambiental do aeroporto. Em 2012, no entanto, foi dada a licença de operação, extinguindo qualquer tipo de restrição. Fato é que, com a política da gestão estadual anterior de desenvolvimento de Confins e região, nenhum voo de grande porte e para capitais saindo da Pampulha foi aprovado.
“Os dois aeroportos podem estar operando. Para BH é importante a operação de ambos, com estudo ambos podem conviver”, afirma o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôsso. Ele afirma que a Pampulha facilita as viagens de negócios devido à localização. Mas ressalta que, antes da aprovação, para receber aeronaves de grande porte, “a Pampulha precisa passar por adequações”.
CONCESSÃO
Em audiências públicas, a agência reguladora deixou claro que nada seria feito para garantir à concessionária que a Pampulha não teria aumento de fluxo. “A retomada de voos interestaduais a partir do Aeroporto da Pampulha muda o cenário com o qual a BH Airport vem trabalhando. Em razão disso, a BH Airport vai avaliar a extensão do impacto no seu plano de negócios e nos intensos investimentos que a concessionária está realizando”, diz nota da concessionária de Confins. A principal obra prevista é o segundo terminal de passageiros.
No texto, a empresa ironiza as condições da Pampulha, dizendo que Confins tem as melhores condições para voos com segurança, “, pois está situado em uma área sem riscos nem restrições para operações que necessitem do uso de equipamento de navegação aérea”, afirma a concessionária. Isso porque o aeroporto da Pampulha não possui o ILS (Instrument Landing System, em inglês), aparelho que facilita a aproximação no pouso.
Empresa voa nos dois aeroportos
A Azul foi a primeira companhia a retomar voos para outras capitais direto do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade. A empresa transferiu pousos e decolagens de Campinas, Vitória e Brasília para o terminal. Em troca, viagens que antes eram feitas na Pampulha serão transferidas para Confins. Voos para Guarulhos, Ipatinga, Governador Valadares, Montes Claros e Uberlândia, a partir de 11 de maio, serão feitas no aeroporto internacional. Na mesma data, entram em operação na Pampulha voos para o Santos Dumont (Rio de Janeiro), Florianópolis e Navegantes (Santa Catarina).
“Eu não enxergo conflito”, afirma o diretor de Comunicação, Marca e Produto da Azul, Gianfranco Beting, sobre a operação de dois aeroportos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. E acrescenta: “Para a companhia aérea, é mais simples operar um só aeroporto. Mas todo mineiro sabe que a Pampulha é uma mão na roda”, afirma. Apesar do olhar para a Pampulha, duas novas rotas foram acrescidas na malha da Azul saindo de Confins: Ilhéus (Bahia) e Cabo Frio (Rio de Janeiro). Ao todo, serão 81 voos diários para 32 destinos.
Segundo a Infraero, a Pampulha tem capacidade para atender novos voos. O terminal de passageiros comporta 2,2 milhões de passageiros por ano. No ano passado, foram apenas 945,4 mil. O coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Tarso Resende, considera o fluxo das empresas rumo à Pampulha “um movimento perigoso para Minas Gerais porque pode esvaziar Confins”. Ele crítica a falta de um plano de aviação no país para melhor desenhar a malha aérea.
Quarta, 29 de abril de 2015, 13h15
Cuiabá tem o pior aeroporto do País
ESTADÃO conteúdo
A pesquisa trimestral de satisfação da Secretaria de Aviação Civil mostra que o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, é o mais bem avaliado do Brasil, recebendo nota 4,38, em um índice que vai até 5. O pior é o aeroporto de Cuiabá, que ficou com nota 3,44, abaixo dos outros 14 pesquisados nos meses de janeiro, fevereiro e março.
O ministro Eliseu Padilha comemorou o resultado e disse que o setor atravessou o período crítico de avaliação, quando os aeroportos passavam por obras, o que afetava a percepção e a satisfação dos passageiros. A média geral dos aeroportos foi de 4,07. ‘80% de avaliação positiva é bom, não é? Em se tratando de serviço público é‘, afirmou o ministro.
Os aeroportos de Congonhas (São Paulo) e Guarulhos ficaram com notas 4,13 e 4,05, na 7º e 10º posições, respectivamente. Ao todo, são 15 aeroportos avaliados. A pesquisa ouviu 13384 passageiros.
Entre os cinco piores aeroportos estão dois que estão em processo de concessão: Confins (MG) e Galeão (RJ). ‘Confins e Galeão, (a nota ruim) é por obras, a gente sabe. Tem muita obra em andamento e assim que elas terminarem tomarão o rumo de Brasília e Guarulhos‘, justifica o ministro.
O outro aeroporto do Rio, Santos Dumont, que vai permanecer sob controle da Infraero, tem problemas que o ministro admite que ainda estão sem solução. ‘A maior reclamação de Santos Dumont tem o problema de limpeza e ar condicionado. A parede de vidro, que é tombada pelo Iphan, cria um calor ali dentro que nós ainda não encontramos solução‘.
29/04/2015 17:39
Companhia aérea estreia 13 novas rotas nacionais em maio
Empresa vai operar voo direto do aeroporto de Pampulha (MG) para Brasília (DF)
Simone Kafruni
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras inicia 13 novas rotas nacionais a partir de 11 de maio. Os aeroportos do Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão), Belo Horizonte (Pampulha e Confins), Guarulhos e São Luis terão novos voos para uma série de localidades. Uma das ligações será direta de Pampulha (MG) a Brasília (DF)
No Rio de Janeiro, o aeroporto de Santos Dumont terá voos para quatro novas cidades: Uberlândia (MG) e Navegantes (SC), que serão atendidos com uma frequência diária, Florianópolis (SC) que terá duas opções de horários e Pampulha (MG), que contará com três voos diários. Também no Rio, o aeroporto do Galeão passará a ter dois voos diários a Macaé (RJ).
Em Minas Gerais, o aeroporto da Pampulha terá também voos para Brasília (DF) e Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Confins para Ilhéus (BA) e Cabo Frio (RJ). O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, ganha um voo diário para Cascavel (PR) e Joinville (SC), além de dois para Maringá (PR). Por fim, o aeroporto de São Luis (MA) terá dois novos destinos: Fortaleza (CE) e Belém (PA), ambos com um voo diário.
"As 13 novas rotas são fruto do constante estudo que fazemos em nossa malha de voos e destinos para atender melhor os clientes", afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.
30.04.2015
Pinto Martins é o 5º melhor do País
De acordo com a pesquisa feita com os passageiros, o Aeroporto de Fortaleza teve nota 4,19
foto: heloisa araújo |
Brasília. O Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, foi o 5º melhor avaliado no País, conforme pesquisa de satisfação do passageiro divulgada ontem pela Secretaria de Aviação Civil. O aeroporto melhor avaliado no Brasil foi o de Viracopos, em Campinas (SP).
A pesquisa foi feita entre os meses de janeiro e março deste ano e ouviu 13.384 passageiros de voos domésticos e internacionais em 15 aeroportos, que respondem por 80% da movimentação em todo o País - Viracopos, Brasília, Galeão, Guarulhos, Confins, Natal, Congonhas, Fortaleza, Porto Alegre, Santos Dumont, Curitiba, Recife, Manaus, Salvador e Cuiabá.
Os viajantes responderam a perguntas relacionadas a 48 quesitos, incluindo parâmetros utilizados em avaliações internacionais, como tempo de espera no check-in, oferta de transporte público e de táxi, restituição de bagagem e limpeza.
Os dados mostram que 81% dos passageiros ouvidos consideraram os serviços bons ou muito bons, enquanto dez dos 15 aeroportos pesquisados alcançaram notas acima de 4 em uma escala de 1 a 5. A média dos aeroportos avaliados é 4,07. É a primeira vez desde 2013, quando a pesquisa começou a ser feita, que a nota média dos terminais ultrapassou a nota 4. Segundo a Secretaria, o nível de confiança da pesquisa é 95%.
Ranking
Os números revelam que o aeroporto de Viracopos registrou média de 4,38. Na última pesquisa feita entre os meses de outubro e dezembro do ano passado, Viracopos também alcançou o primeiro lugar, com nota 4,29. O terminal saltou da quinta para a primeira posição quando comparados os primeiros trimestres de 2014 e 2015. "As obras em Viracopos estão praticamente em dia. Fizeram mais obras do que o esperado. Foi uma transformação muito grande. Melhoram também a gestão", disse o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, sobre a avaliação positiva.
Logo atrás de Viracopos ficaram os aeroportos do Recife (4,32) e Curitiba (4,29). Os aeroportos de Brasília e de Fortaleza completam a lista dos cinco primeiros, com médias 4,26 e 4,19, respectivamente.
30.04.2015
DE 1º A 10 DE MAIO
TAP cancela voos em Fortaleza
Os voos entre Fortaleza e Lisboa que seriam realizados pela TAP entre os dias 1º e 10 de maio estão suspensos devido à paralisação que os pilotos da companhia farão nesse período. Durante os dez dias de greve, apenas serão operados pela empresa, no Brasil, voos entre Lisboa e as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
Na tarde de hoje, uma reunião entre a companhia aérea e o sindicato pode fazer com que os voos não sejam cancelados, caso a categoria opte por não fazer a paralisação. De acordo com a assessoria de comunicação da TAP no Brasil, a companhia irá entrar em contato com todos os clientes com voos agendados nos dez primeiros dias de maio, logo após a reunião, caso não haja consenso entre a empresa e o sindicato dos pilotos.
Para quem poderá viajar em outra data, a TAP fará a alteração, para o dia escolhido pelo cliente, sem que seja cobrado nenhum valor adicional. No caso daqueles que não podem alterar o dia da viagem, a companhia irá providenciar o voo através de outra empresa, arcando com eventuais custos adicionais para os consumidores - novas passagens necessários, hospedagem e alimentação, por exemplo.
Reembolso
Também será possível, se o cliente preferir, cancelar a passagem e receber de volta o valor pago ou receber um voucher, de validade de um ano, com valor equivalente. Conforme a TAP, apenas 276 ligações serão operadas durante a greve, em função dos serviços mínimos definidos pelo tribunal arbitral português.
30/04/2015 09:28:22
Ponte aérea Salvador-Buenos Aires por U$S 199
Os preços estão na faixa dos US$ 199, ida e volta, podem ser parceladas em até 12x sem juros
por Yuri Abreu
Com o objetivo de atrair mais turistas argentinos ao estado, o Governo da Bahia e a empresa aérea, Aerolíneas Argentinas, firmaram uma parceria, na manhã de ontem, na sede do órgão, que fica no Centro de Convenções, no bairro do Stiep. Na ocasião, foi apresentado o planejamento de tarifas promocionais para baixa estação dos voos que saem de Buenos Aires para Salvador, como no sentido contrário.
Os preços estão na faixa dos US$ 199, ida e volta, podem ser parceladas em até 12x sem juros e são válidos até o fim do mês de junho. Para se ter uma ideia, as passagens do trecho, em alta estação, costumam chegar até US$ 500. Os voos serão diários entre as duas cidades. A expectativa da Bahiatursa é de que haja um crescimento de até de 20% de turistas vindos do país portenho.
“É uma satisfação muito grande, uma vez que nós estamos fazendo o relançamento dos voos da Aerolíneas, iniciado em janeiro de 2015 e que agora possuem frequências diárias. É uma parceria importante por que o mercado da Argentina é o principal fluxo emissor de turistas para a Bahia e a nossa intenção é estreitar cada vez mais os laços”, comentou Rosana França, diretora de promoções da Bahiatursa.
A meta da companhia aérea é ampliar a ocupação média superior a 80% verificada nos três primeiros meses da implantação do voo, que já conta com sete frequências semanais. De acordo com o vice-presidente comercial das Aerolíneas Argentinas, Fabian Lombardo, 90% desses ocupantes vem do próprio país de cidades, como Buenos Aires, Mendoza, Córdoba e Rosário. Além disso, enalteceu a parceria junto a Bahiatursa.
“São cidades com um tráfego aéreo muito forte aqui para a Bahia. Essa parceria é muito importante e que começou faz muito tempo, mais precisamente há cinco anos. Para nós, essa união é fundamental para promovermos, tanto a Argentina na Bahia, quanto a Bahia em nosso país. Posso dizer que, nos três primeiros meses do ano, tivemos um balanço positivo das nossas operações aqui, que é um lugar que tem muitas belezas. Sabemos que há uma queda natural de visitantes na baixa estação, mas estamos plenamente convencidos de que este é um ótimo destino para se manter um trabalho”, destacou.
Como forma de atrair ainda mais os turistas durante a baixa estação, a Bahiatursa disse que vai investir em grandes eventos como o São João na Bahia e anunciou que vai fazer duas festas durante o período, nos dias 20 a 24 de junho no Parque de Exposições e 23 a 28 do mesmo mês, mas no Centro Histórico. Todas elas gratuitas. “Estamos alinhando conversas com algumas empresas e devemos ter entre 50% e 60% do investimento nestes eventos vindo da iniciativa privada, não só em Salvador, como também no interior do estado”, comentou o superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado.
Reunião na próxima semana
Fechado há pouco mais de um mês por conta de problemas estruturais na cobertura, o Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções ainda não tem uma data para o início das obras e de sua eventual reabertura. No entanto, de acordo com o superintendente da Bahiatursa, uma reunião deve acontecer na próxima semana para definir o que deve ser feito no local.
“A gente está em discussão com a Casa Civil, e a governadoria, além da Bahiatursa com a Secretaria de Turismo. Devemos ter um posicionamento na semana que vem do que será planejado quanto a reforma do Pavilhão. Temos alguns orçamentos de reforma, da construção de um pavilhão temporário para o mercado de negócios da Bahia. Acho que nessa reunião já teremos uma definição sobre o que será feito no local”, afirmou Diogo Medrado.
30/04/2015
Aeroporto internacional de Macapá Alberto Alcolumbre parece ter “cabeça de burro” enterrada
Escrito por Super User
Desde quando foi lançada a ideia de construção de um novo terminal que se sucedem problemas e se acumulam decepções.
O Aeroporto Internacional de Macapá – Alberto Alcolumbre faz parte da Rede de Aeroportos da Infraero desde 1º de fevereiro de 1979.
A história do aeroporto começou a ser escrita na década de 1930, durante a Segunda Guerra Mundial, quando o governo dos Estados Unidos, com vistas ao controle estratégico do Atlântico Sul, buscou composição com o governo brasileiro, que autorizou a construção de bases aéreas militares em diferentes pontos do território amazonense.
No entanto, a sistematização da frequência dos voos só foi consolidada a partir de 1953, com a instalação do Serviço de Aeronáutica (Saer), composto por um hangar, um avião "Bonanza Beechcraft A 36" e um campo de pouso.
A pista oficial ficava localizada onde hoje é o centro da cidade, entre as avenidas FAB e Procópio Rola. O avião foi adquirido com o objetivo de atender com mais rapidez a cobertura dos serviços administrativos do governo e, ao mesmo tempo, auxiliar a população no transporte de medicamentos para o interior ou de pessoas doentes para Belém do Pará.
O hangar foi erguido no mesmo terreno onde, atualmente, está instalada a Secretaria de Estado da Infraestrutura.
Nos primeiros anos do antigo Território Federal do Amapá, o então governador Pauxi Nunes, convidou o coronel Belarmino Bravo, da Força Aérea Boliviana, para fundar o Aeroclube de Macapá, que desenvolveu, basicamente, atividades na área social e recreativa e, em 1956, criou o curso de piloto de aeronaves.
Em 1958, ocorreu a transferência das atividades aeroportuárias do campo de pouso então existente na Avenida FAB para a atual base do Aeroporto Internacional de Macapá.
O aeroporto de Macapá, desde sua criação, está integrado ao desenvolvimento da capital do estado e torna-se estratégico no contexto local devido à criação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, possibilitando oportunidades de negócios para a economia do Amapá, principalmente, na indústria, comércio e turismo, com foco nas relações com a América Central, América do Norte e a Europa, viabilizadas pelas vias de acesso aéreo e fluvial (rios Amazonas, Oiapoque, Jari, Araguari e Maracá).
Em suas dependências existem obras de artes em exposição permanente, tais como um busto em bronze em homenagem a Coaracy Monteiro Nunes, primeiro deputado federal pelo Amapá; uma pintura de 9,60 x 2,15m doada pelo autor, Raimundo Braga de Almeida, em 1980, que retrata a capital, vista sob o ângulo principal da Fortaleza de São José, além de um monumento em miniatura da mesma Fortaleza, que serve como convite para conhecer o belo monumento militar construído pelos portugueses no século XVIII.
Em 2004, o então governador Waldez Góes autorizou o início da obra do novo aeroporto de Macapá, a obra abrangia uma mudança significativa no setor aeroportuário do estado.
Um preço inicial previsto de R$ 113 milhões, onde a maior parte financeira era de responsabilidade da Infraero, e a outra parte era de contrapartida do estado, R$ 17 milhões.
A obra civil de edificação e todos os elementos relacionados ao terminal são de responsabilidade da Infraero; o governo do estado era responsável pelos acessos ao terminal do aeroporto, incluindo pavimentação, sinalização e urbanização.
Pelo cronograma, as obras no aeroporto deveriam ficar prontas dentro do prazo de 30 meses. Isso não aconteceu.
A Polícia Federal abriu inquérito no dia 17 de junho para investigar a ampliação do aeroporto internacional de Macapá. A PF averigua irregularidades detectadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
A ampliação parou após o tribunal descobrir problemas no contrato e na execução, entre eles, um sobre preço de pelo menos R$ 17 milhões.
Incluído no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o empreendimento estava orçado em R$ 113 milhões.
A obra transformou-se em um imenso esqueleto de concreto, ficou paralisada por vários anos, tomado pelo mato e, segundo auditoria, com sinais de deterioração.
Os primeiros indícios de irregularidades foram apurados na Operação Navalha, deflagrada em abril de 2007 para investigar fraudes em licitações de obras públicas.
O principal alvo da polícia foi Zuleido Veras, dono da Gautama, vencedora, em consórcio com a Construtora Beter, da licitação para o novo aeroporto, em 2004. Zuleido, executivos e lobistas da Gautama foram presos e indiciados por formação de quadrilha, corrupção e tráfico de influência.
Adotado com a finalidade de reduzir os problemas existentes em vários setores no atual aeroporto, a Infraero concluiu a obras dos terminais modulares, conhecido popularmente como "puxadinhos".
Segunda a Infraero, os terminais modulares são usados em aeroportos de vários países, por se tratar de soluções de engenharia rápida e de baixo custo. O objetivo é dar mais espaço e conforto aos passageiros.
Os terminais contam com ar condicionado, isolamento termo-acústico, sistemas de informação e de som.
Com os terminais, o aeroporto de Macapá ganhou uma área construída de mais 2.500 metros.
Em 2012, cerca de 500 mil passageiros circularam pelo aeroporto de Macapá. Com a obra, o local será capaz de receber 1,4 milhões de passageiros, quase que triplicando a sua capacidade de circulação de passageiros.
Anúncios 10.06.2013 (blog do senador Randolfe Rodrigues)
De acordo com o superintende da Infraero no Amapá, David Oliveira, o novo Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre deverá ser inaugurado no primeiro semestre de 2015. A informação foi repassada durante a visita do senador Randolfe Rodrigues a sede da instituição no Amapá.
Desde o inicio do mandato o senador Randolfe tem cobrado o andamento das obras do novo aeroporto da capital, que no período de 2007 a 2009 foram paralisadas. Sem o retorno das obras, por impedimentos judicias em decorrência da operação Gautama da Polícia Federal, a Infraero iniciou o processo de construção de dois módulos de embarque e desembarque do aeroporto, inaugurados no mês de maio.
Dados da Infraero mostram que em 2012, cerca de 500 mil passageiros circularam pelo aeroporto Alberto Alcolumbre, com os novos módulos o local poderá receber 2,1 milhões de passageiros por ano, quadruplicou a capacidade do aeroporto. “É outra realidade.
Esta estrutura não perde em nada para os demais aeroportos do Brasil, mas não vamos descansar enquanto não for finalizada a obra do novo aeroporto”, afirmou o senador.
A área de terminal foi ampliada de 2,9 milm² para 5,4 milm². Os módulos operacionais duas esteiras, maiores que a anterior. O embarque tem cinco gates (portões), quatro para embarque nacional e um para o internacional e, ainda, estão previstos espaços para lanchonetes, revistarias e afins.
Conclusão
Foi mais um cronograma desobedecido ou foi mais uma informação dada sem sustentação e que não foi cumprida.
No próximo dia 10 de junho, portanto, completa 2 anos a última promessa.
29/04 - 13:20
Aeroporto de Uberaba prevê aumento de 45% de aeronaves na ExpoZebu
O Aeroporto de Uberaba/Mario de Almeida Franco, no Triângulo Mineiro, já preparou um esquema especial para receber os visitantes da ExpoZebu, uma das mais importantes feiras agropecuárias do país, a ser realizada entre os dias 3 e 10 de maio. São medidas planejadas em parceria com a comunidade aeroportuária por meio da Comissão de Coordenação de Aeroportos (CCA) que englobam reforço operacional de fiscais de pátio, de pessoal do Centro de Operações Aeroportuárias (COA), de atendentes do balcão de informações e de funcionários da área de segurança, além dos gestores do aeroporto de diferentes áreas, para facilitar o fluxo das operações. A estimativa é um aumento de 45% na movimentação de aeronaves (pousos e decolagens) no período do evento.
“Esse é o período de maior movimentação no aeroporto durante o ano. Por isso, a importância de um planejamento estratégico e eficaz para bem receber os participantes do evento com fluidez e segurança”, disse o superintendente do aeroporto, Luiz Antonio Rodrigues Eneas. Ele lembra que o movimento excepcional durante o evento se deve, majoritariamente, à aviação geral (jatos particulares ou de empresas privadas). Para se ter uma ideia, em maio do ano passado, mês da ExpoZebu, foi registrado uma movimentação de 1,1 mil aeronaves, incluindo a aviação comercial. Essa quantidade é quase o dobro da média mensal, em torno 500 pousos e decolagens.
Rafael Massadar
30/4/2015 09:48:00
Mulheres são menos de 5% entre CEOs de aéreas
Artur Luiz Andrade
LAS VEGAS - Um dos paineis do Capa Americas Aviation Summit, realizado no Hilton Lake Las Vegas, perguntou: "por que as mulheres não presidem mais companhias aéreas?". Um levantamento da Korn Ferry apresentado no debate mostrou que elas são menos de 5% dos CEOs de empresas aéreas no mundo. E a região sem uma presidente mulher sequer é a América do Norte. Nem Canadá, nem Estados Unidos ou México têm uma companhia aérea presidida por uma mulher.
A jornalista Mary Kirby, da Runaway Girl Network, não tem dúvidas sobre o motivo: sexismo, preconceito puro. Uma das conclusões do painel é que as mulheres só irão liderar mais e mais empresas depois que os próprios homens não apenas as chamarem, mas começarem a promover suas competências.
O presidente do grupo Air Asia, Tony Fernandes, esteve no evento e falou, entre outras coisas, do programa que tem para a ascensão de mulheres a cargos como comandante e altos executivos. Quem comanda a Air Asia na Malásia é uma mulher. "E uma de nossas comandantes foi miss Tailândia, ficando em quinto lugar no concurso de miss Universo. Isso ninguém tem".
Enquanto a América do Norte (e também a Central) não têm mulheres no comando, na América do Sul são três, a brasileira Claudia Sender, à frente da Tam, e ainda as presidentes da Avianca Ecuador e Avianca Peru. Na Europa, a Easyjet é presidida por uma mulher, assim como a aérea do Grupo Tui. Na Rússua, a Yakutia e a Transaero têm mulheres no comando.
Outros países com presidentas em companhias aéreas: Síria, Kuwait, Tunísia, República do Congo, Tanzânia, Índia (duas empresas), China, Austrália, Filipinas (também duas) e Malásia. Segundo a Capa, organizadora do evento, o número de mulheres no comando de empresas aéreas caiu nos últimos quatro anos.


