O Estado de S. Paulo
Com titlea do dólar, Azul planeja reduzir oferta de voos em 10%
Gol aprova nova estrutura de capital para levantar mais recursos na Bolsa
Governo vai abrir nova rodada de concessões de aeroportos nos próximos dias
Folha de São Paulo
Avião com 150 cai no sul da França; Hollande diz não haver sobreviventes
O Globo
G1
Airbus de companhia alemã cai nos Alpes Franceses com 148 a bordo
Avião agrícola cai em lavoura de milho e piloto morre em Mato Gross
Avião monomotor cai e mata uma pessoa em Santa Luzia, MA
Estado culpa União por atraso em obras no aeroporto de Ribeirão
ZERO HORA
Concessão do Salgado Filho será em 2016
Paraná-online
RIOGaleão planeja investir R$ 20 mi até 2016 no setor de cargas
O Estado do Ceará
PAC da aviação regional irá destinar R$ 363 mi ao Ceará
Diário do Nordeste
Pássaros já afetaram 15 voos no Estado em 2015
Bahia Econômica
Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães vai ser privatizado, diz ministro
Jornal de Turismo
TAM Cargo inaugura reforma do terminal de cargas em Uberlândia
Anac faz reunião com autoridades de aviação de países lusófonos
Mercado&Eventos
Lufthansa retoma operações após greve afetar 220 mil passageiros
Tam leva mostra "Bagagem Histórica" ao Rio de Janeiro
Portal UOL
Nextant 400XTi: o jato executivo fabricado a partir de aeronaves usadas
Terça-feira, 24 de março de 2015
Com titlea do dólar, Azul planeja reduzir oferta de voos em 10%
O número de decolagens diárias previstas para abril deve passar de 840 para 760, segundo uma fonte próxima à empresa
REUTERS
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jô folha/diário popular-5/11/2013
Ranking. Azul é a terceira maior companhia aérea do País |
A Azul planeja reduzir em 10% sua oferta de voos a partir de abril para enxugar custos operacionais, disse uma fonte com conhecimento no assunto. Das 840 decolagens diárias inicialmente previstas para o mês que vem pela Azul, a companhia planeja operar com cerca de 760.
A disparada recente do dólar aumentou as despesas da terceira maior companhia aérea do Brasil e de suas rivais domésticas, com combustível e leasing de aeronaves. Apesar da forte queda recente do valor do petróleo no exterior, as empresas aéreas levam algum tempo para sentir os benefícios dessa variação no querosene de aviação, porque elas têm contratos de preços de combustível que são feitos para meses. “O impacto do dólar titleo é imediato, o efeito da queda do petróleo no combustível demora”, disse a fonte.
Nos últimos seis meses, o preço do petróleo tipo Brent caiu mais de 40%, sendo cotado atualmente na faixa dos US$ 55 por barril. Já a moeda norte-americana acumula valorização de cerca de 35% ante o real nesse período.
O ajuste nas rotas da Azul envolverá também sua recente entrada no mercado de viagens internacionais. O plano de ter, a partir de maio, uma segunda frequência diária para Orlando, nos EUA ,foi momentaneamente abortado. Procurada, a Azul não comentou o assunto.
A redução de voos pela Azul acontece na esteirado adiamento da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa. Protocolada em dezembro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a análise da operação teve o pedido postergado até 29 de maio, por causa das condições adversas do mercado. Internamente, o fundador e presidente do Conselho de Administração da Azul, David Neeleman, tem tentado tranquilizar os funcionários, dizendo que a empresa não depende dos recursos de um IPO para continuar crescendo.
Essa é a terceira tentativa da Azul de emplacar o IPO. Nas duas primeiras, uma em 2013 e outranoiníciode2014, os planos foram suspensos também por causa do cenário econômico.
Apesar do ajuste na malha a partir de abril, a Azul tem mantido o plano de crescimento. Neste mês, por exemplo, a empresa incorporou mais três aeronaves ATR, usadas para aviação regional, de acordo com a fonte. Fundadaem2008, a Azul alcançou em menos de três anos a terceira colocação no ranking das maiores empresas aéreas do País.
Terça-feira, 24 de março de 2015
Gol aprova nova estrutura de capital para levantar mais recursos na Bolsa
Sociedade. Mudança, aprovada ontem em assembleia de acionistas, abre caminho para novas vendas de participação da companhia aérea e para a diminuição da fatia da família Constantino, controladora da empresa; ações da Gol ficaram entre as maiores titleas da Bovespa
Marina Gazzoni
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fabio motta/estadão-21/11/2014
Adaptação. Empresa reforçou procedimentos de governança corporativa para ganhar confiança do acionista minoritário |
Os acionistas da Gol aprovaram ontem uma nova estrutura societária para a empresa aérea, abrindo o caminho para futuras vendas de participação da companhia na Bolsa de Valores e uma diluição do porcentual da família Constantino, controladora da Gol, no capital total.
A empresa multiplicará por 35suasaçõesordinárias,sem direito a voto, que não estão em circulação em Bolsa. Em troca, transforma as ações negociadas no mercado financeiro em uma espécie de “superpreferenciais”, com pagamento de dividendos maiores. A Gol também compensou os minoritários pela mudança coma adoção de regras mais rígidas de governança corporativa, como a criação de um comitê de auditoria estatutário.
A nova composição da empresa permitirá que ela faça novas emissões e dilua a participação dos controladores dos atuais 61,22% para até 7,5% do capital total. No limite, se a Gol fizesse sucessivas emissões,sem participação do controlador, poderia levantar cerca de R$ 50 bilhões em bolsa de valores, considerando a cotação de ontem do papel da companhia, explica o vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores da Gol, Edmar Lopes.
Pela estrutura atual, a Gol não poderia mais buscar capital na bolsa de valores sem que o controlador acompanhasse os aportes. A lei das S/As limita o porcentual de ações preferenciais em circulação no mercado a 50% do capital total da companhia – a Gol já estava perto desse limite. Ao mesmo tempo, a legislação do setor aéreo não permite que estrangeiros tenham participação superior a 20% no capital votante das empresas aéreas, o que inviabiliza a negociação de ações ordinárias na bolsa de valores.
A mudança na Gol será implementava em abril e não precisa do aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Lopes afirma, no entanto, que a empresa não tem previsão de emitir ações no curto prazo e que não há operação de venda da empresa em curso. “Essafoiumasoluçãodelongoprazoparaacapitalização da companhia”, afirma. Segundo ele, a Gol já tem recursos captados para financiar seus investimentos nos próximos dois anos.
Solução polêmica. As ações superpreferenciais já estão na estrutura societária de empresas estrangeiras, como Alibaba e Facebook, mas ainda são novidade no Brasil. Antes da Gol, sua concorrente Azul apresentou uma estrutura semelhante à CVM, mas, como suspendeu sua oferta de ações, ela não chegou a ser implementada.
O presidente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec ), Mauro da Cunha, se manifestou publicamente contra a operação proposta pela Gol na última quinta-feira. Ele defende a proporcionalidade entre o poder econômico e político nas companhias e diz que, no longo prazo, esse desalinhamento não funciona e favorece o controlador. “Essa inovação é um retrocesso para o mercado de capitais brasileiro”, disse ontem ao Estado.
Com outra interpretação, Francisco Satiro, professor da FGV Direito São Paulo, entende que o uso de superpreferenciais é válido, desde que a regra esteja clara para o investidor. “O investidor deve saber que o controle da empresa está em um grupo com fatia pequena do capital e estar disposto a acompanhá-los.O mercado se regula e o investidor não compra se não achar interessante”, disse. Ele lembrou que a legislação brasileira dá direito a voto aos donos de ações preferenciais se a empresa não pagar dividendos por três anos consecutivos.
? Em titlea
5,11% foi a titlea das ações da Gol ontem, a segunda maior do pregão; analistas disseram à Broadcast que a queda do dólar e a nova estrutura da Gol puxaram a ação
23 Março 2015 | 14h 04
Governo vai abrir nova rodada de concessões de aeroportos nos próximos dias
Segundo informações do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, até o final de abril estudos sobre mais quatro rodovias também devem ser apresentados
LISANDRA PARAGUASSU, TANIA MONTEIRO,
RICARDO DELLA COLLETA E VICTOR ALVES
O ESTADO DE S. PAULO
O governo vai apresentar nos próximos dias a nova rodada de propostas de concessões de aeroportos, incluindo Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, e até o final de abril deve apresentar os estudos de concessão de mais quatro rodovias. Até o início de 2016, outras seis também devem ser leiloadas, segundo informações do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, após participar de reunião de coordenação política conduzida pela presidente Dilma Rousseff, nesta segunda-feira, 23. O ministro destacou que o programa de concessões à iniciativa privada na área de infraestrutura continua e vai ser ampliado.
"Mais quatro rodovias terão os estudos entregues ao longo de abril para fazermos as propostas, as audiências públicas, para viabilizar os leilões até o final do ano. Estamos identificando outras que podem ser objeto de concessão para chamar os estudos. Serão pelo menos mais seis rodovias até o início do ano que vem", afirmou Barbosa.
O ministro ainda resstitleou que está sendo discutida ainda a terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida, além de concessões de hidrovias e ferrovias, e a abertura de consultas públicas sobre a modelagem para concessão de dragagem de portos. "O programa de concessões continua", afirmou. "São várias iniciativas e esperamos que as concessões aconteçam rapidamente". Sobre os aeroportos, Barbosa disse que o "ministro da Aviação Civil está trabalhando na nova rodada de concessões".
O ministro ainda elogiou o leilão de concessão da ponte Rio-Niterói, realizado na semana passada, com redução na tarifa de quase 37%. De acordo com Barbosa, é um exemplo de que o programa continua e de que o Brasil tem uma "economia diversificada e dinâmica".
Interesse. O presidente da General Electric (GE), Jeffrey Immelt, esteve reunido nesta segunda-feira, 23, com a presidente Dilma Rousseff. Ao fim do encontro, ele falou com a imprensa, quando afirmou que o programa de concessões brasileiro está entre os interesses da empresa no Brasil. O executivo disse que também tem interesse em desenvolvimento de infraestrutura e transporte, assim como geração de energia a gás e eólica, transmissão de energia, produtos para saúde, aviação e iluminação pública.
Todos esses pontos, segundo ele, foram apresentados à presidente. "Tive oportunidade, durante a audiência com a presidente, de tratar de uma ampla gama de assuntos que a GE tem no Brasil", disse. "Brasil é extremamente importante em escala global para GE", afirmou.
24/03/2015 08h06
Avião com 150 cai no sul da França; Hollande diz não haver sobreviventes
LEANDRO COLON
ENVIADO ESPECIAL A PARIS
Um Airbus 320 da empresa alemã Germanwings, subsidiária da gigante da aviação Lufthansa, caiu nesta terça-feira (24) no sul dos Alpes franceses. O governo francês descarta que haja sobreviventes.
Segundo o governo, os destroços da aeronave foram encontrados por um helicóptero de resgate em uma área de difícil acesso, a 2.000 metros de titleitude, na região de Digne-les-Bains.
O avião fazia a rota de Barcelona, na Espanha, para Düsseldorf, na Alemanha. Ao todo, 144 passageiros estavam a bordo, além de seis tripulantes. A Germanwings é uma companhia aérea de baixo custo de propriedade da Lufthansa.
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Editoria de Arte/Folhapress
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O voo 9525 partiu de Barcelona às 10h01 (6h01, horário de Brasília) e deveria pousar às 11h37, mas sumiu dos radares por volta das 11h (7h em Brasília).
Antes disso, segundo a DGAC, autoridade francesa de aviação, o Airbus se declarou em estado de emergência por volta das 10h47 (6h47 de Brasília).
De acordo com um morador da região montanhosa onde o avião caiu, a área só é acessível por helicóptero ou por três horas de caminhada, no mínimo.
As autoridades francesas, incluindo o presidente François Hollande, declararam não esperar sobreviventes no acidente.
"As condições do acidente (...) nos fazem pensar que não há sobreviventes", afirmou Hollande em um vídeo. "Ainda não conhecemos as identidades das vítimas (...) mas é provável que haja muitas vítimas alemãs".
Ao canal Europe 1, o secretário de Estado de transportes, Alain Vidalies, disse que um helicóptero sobrevoou a área e verificou a presença da fuselagem da aeronave com "alguns corpos" em seu entorno.
Logo após o acidente, o presidente da Lufthansa, Carsten Spohr, afirmou no Twitter da empresa: "Não sabemos ainda o que aconteceu com o voo 4U 9525. Meus mais profundos sentimentos vão para as famílias e amigos de nossos passageiros e tripulantes no 4U 9525. Se nossos medos se confirmarem, esse é um dia sombrio para a Lufthansa. Esperamos encontrar sobreviventes".
OUTROS ACIDENTES
Esta é a primeira queda de um avião de uma companhia aérea na França em 15 anos. Em julho de 2000, um Concorde caiu em Gonesse, na região de Paris.
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Martin Meissner - 16.out.2014/Associated Press
Foto de arquivo de um Airbus A320 da Germanwings; avião caiu no sul da França nesta terça (24) |
Segundo o jornal francês "Le Monde", a queda do voo 9525 é a mais mortífera em território francês desde 1981, quando 180 pessoas morreram em um acidente com um DC-9-81 no monte San Pietro, próximo a Ajaccio, na Córsega.
VISITA OFICIAL
O primeiro-ministro da França, Manuel Valls, que é natural de Barcelona, recebeu a notícia da queda do avião enquanto aguardava a chegada do rei da Espanha, Felipe 4º, que inicia nesta terça visita de Estado de três dias à França.
O monarca desembarcou de semblante fechado e foi recebido em clima de consternação pelo presidente Hollande no Palácio do Eliseu.
nonenonenone
nonenonenone
nonenonenone
24 mar 2015
Aperte o cinto
Ancelmo Gois
oglobo.com.br/ancelmo
O governo cortou parte dos recursos do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) para treinamento de controladores de tráfego para os Jogos Rio 2016.
nonenonenone
nonenonenone
nonenonenone
24 mar 2015
Tom Jobim
Dos leitores
É vergonhosa a forma como turistas e cidadãos são recebidos no Aeroporto Tom Jobim (coitado dele, o maestro). Fila de uma hora e meia para conseguir um táxi comum. Abordagem de taxistas (vários) cobrando R$ 200 por uma corrida para a Zona Sul. Vergonha! Ftitlea de fiscalização. Imagem que terrível para a cidade. Cadê as autoridades? Isso ocorreu dia 22, às 23h.
CLAUDIA SOBRINO
RIO
24/03/2015 08h24
Airbus de companhia alemã cai nos Alpes Franceses com 148 a bordo
Avião da companhia alemã Germanwings desapareceu do radar ao fazer o trajeto entre Barcelona, na Espanha, e Dusseldorf, na Alemanha.
Bom Dia Brasil
Um avião caiu na manhã desta terça-feira nos Alpes Franceses. Segundo o jornal francês ‘Le Monde’, o avião sumiu dos radares às 10h40, horário local – 6h40, horário de Brasília.
O Airbus ia de Barcelona, na Espanha, para Dusseldorf, na Alemanha, e caiu entre a cidade de Barcelonette e Digne, na França. Havia 148 pessoas a bordo, 142 passageiros e seis tripulantes.
Os últimos dados do radar apontam que houve uma diminuição brusca de titleitude, que se parecia com algum tipo de aterrissagem. O avião caiu nos Alpes Franceses, no sul da França.
O Ministério do Interior da França disse que já encontrou pedaços do avião. O presidente francês François Hollande disse que é muito pequena a esperança de encontrar sobreviventes e que as equipes de resgate já estão indo para o local. Ele disse que o governo vai investigar.
O avião era um Airbus da companhia alemã Germanwings e fazia o voo 4U-9525. O Airbus é um modelo A320. É um avião moderno, o mais usado no mundo para voos de curta e média distância e leva até 180 pessoas - na configuração com mais assentos, normalmente usada em companhias de baixo custo, como a Germanwings, que pertence à Lufthansa.
O avião decolou às 9h47 horário de Barcelona, e estava previsto para durar duas horas e 20 minutos. Pelos dados do radar, então, caiu uma hora depois da decolagem.
24/03/2015 08h08
Avião agrícola cai em lavoura de milho e piloto morre em Mato Grosso
Acidente matou piloto, de 36 anos, que fazia sobrevoo em Diamantino.
Equipe do Seripa deve ir até a fazenda para iniciar investigação.
Denise Soares
Do G1 MT
Um avião agrícola caiu durante um sobrevoo em uma lavoura nesta segunda-feira (23) na cidade de Diamantino, a 209 km de Cuiabá. De acordo com informações da Polícia Civil, a aeronave de pequeno porte caiu de bico na plantação e o piloto morreu no local antes de ser socorrido. Ele tinha 36 anos e estava sozinho no avião.
O acidente aéreo ocorreu em uma fazenda entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. Segundo a polícia, o piloto, que é de São Paulo, foi contratado para fazer a pulverização de plantação de milho. No entanto, no momento do acidente ele apenas fazia um sobrevoo.
“Segundo os funcionários da fazenda ele não estava fazendo essa pulverização, apenas um voo na área. Ele teria perdido o controle, ainda sem motivos claros, e desceu de bico. O impacto foi forte e, apesar de não pegar fogo, matou o piloto na hora”, disse ao G1 o investigador José Barbosa.
A previsão, conforme a polícia, é que uma equipe do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), de Brasília, vá até a sede da fazenda ainda nesta terça-feira (24) para iniciar uma investigação sobre as causas do acidente. A Polícia Civil de Diamantino intimou que os funcionários e o proprietário da fazenda prestem depoimento na delegacia municipal. O corpo do piloto deve ser transladado para São Paulo.
23/03/2015 22h54
Avião monomotor cai e mata uma pessoa em Santa Luzia, MA
Acidente aconteceu no fim da tarde e ainda não tem causas definidas.
Vítima fazia pulverização nos pastos de uma fazenda da região.
Do G1 MA
Corpo de piloto foi retirado da aeronave por populares |
Um avião monomotor caiu em uma fazenda no povoado Manguari, no município de Santa Luzia, a oeste do Maranhão, no fim da tarde desta segunda-feira (23).
De acordo com testemunhas, o piloto estava sozinho na aeronave quando o veículo caiu durante pulverização realizada na propriedade, localizada a cinco quilômetros da sede da cidade.
Ainda não se sabe as causas do acidente que matou o piloto Renan de Paula Bortolanza, de 25 anos, natural da cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul.
Segundo depoimentos de testemunhas ouvidas pela Polícia Militar, o piloto teria tentado fazer o pouso do monomotor em um açude da fazenda, mas não conseguiu.
O corpo foi resgatado e levado por um morador ao Hospital, em Santa Luzia. O Corpo de Bombeiros esteve no local. No momento do acidente o tempo era bom. Uma investigação deverá ser aberta para apurar o que causou a queda da aeronave. O corpo de Renan será levado para o Rio Grande do Sul ainda nesta madrugada.
23/03/2015 08h00
Estado culpa União por atraso em obras no aeroporto de Ribeirão
Governo Federal é responsável pela principal etapa: ampliação da pista.
SAC diz que aguarda liberação do licenciamento ambiental pelo Daesp.
Adriano Oliveira
Do G1 Ribeirão e Franca
Ampliação da pista do Leite Lopes é de responsabilidade do Governo Federal |
Prevista para ser concluída em 2015, a internacionalização do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), ainda esbarra na obra mais importante do projeto: a ampliação e readequação da pista para receber aeronaves de grande porte. Em novembro do ano passado, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) aprovou os documentos apresentados pelo Departamento Aeroportuário do Estado de São Paulo (Daesp) e a previsão era de que os editais de licitação fossem publicados em 90 dias. Nada disso ocorreu.
Responsável por essa etapa da obra, avaliada em R$ 256 milhões, a SAC informou apenas que "não há cronograma para licitação das obras". A justificativa é que a pasta depende da liberação do licenciamento ambiental. O documento, no entanto, já teria sido apresentado pelo Estado em julho de 2014, segundo comunicou o secretário de Transporte e Logística de São Paulo, Antônio Duarte Nogueira Junior.
“Nós estamos aguardando o Governo Federal sinalizar efetivamente aquilo que já está acordado", afirmou o secretário, destacando que, somente após a União iniciar os trâmites da obra, o governo paulista poderá publicar o Decreto de Utilidade Pública (DUP) da área desapropriada - onde a pista será ampliada. "Assim que eles sinalizarem o andamento da questão orçamentária e iniciarem a parte que cabe a eles, o decreto será publicado em cima do licenciamento [ambiental], que já foi feito”, disse Nogueira Junior.
Empurra-empurra
Em visita a Ribeirão na última segunda-feira (16), Nogueira explicou que se reuniu com o ministro da SAC, Eliseu Padilha, em janeiro desse ano, para discutir o atraso nas obras do Leite Lopes. Segundo o secretário, Padilha aguardava a aprovação do orçamento federal - que ocorreu na terça-feira (17) - para destinar o repasse acordado.
“O ministro formalizou de maneira concreta, que aguarda aprovação do orçamento para abrir a rubrica para que o Banco do Brasil – órgão financiador do Governo Federal – assuma a contrapartida que cabe à União”, disse Nogueira, alegando que o Estado também não pode executar a etapa que lhe cabe, sem que a ampliação da pista seja finalizada.
“As obras entre o governo do Estado e o Governo Federal precisam começar a ser feitas simultaneamente. Se você não desloca a pista, não tem como reassentar as laterais, que é a contraparte do Estado. Enquanto não desloca a pista, também não tem como executar a obra do “mergulhão”, na Avenida Thomas Alberto Whatelly. É um projeto que depende de certa sinergia”, justificou Nogueira.
Nogueira Junior diz que Estado aguarda início das obras que cabem ao Governo Federal para executar a parte que lhe cabe |
Atraso na obra
Anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em julho de 2011, a readequação da pista do aeroporto Leite Lopes permitirá a operação de aeronaves maiores, que fazem rotas internacionais e, principalmente, transporte de cargas.
A obra, no entanto, será realizada pelo Governo Federal e custará R$ 256 milhões aos cofres públicos. O projeto envolve a ampliação da pista de 1,7 mil para 2,6 mil metros; do pátio de aeronaves, que terá capacidade para 17 aviões, enquanto hoje comporta oito; e ampliação do terminal de passageiros de 4 mil para 37,9 mil metros quadrados, incluindo instalação de pontes de embarque.
Ao governo paulista caberá investir R$ 240 milhões, sendo 70% do valor no reassentamento das famílias removidas do entorno do aeroporto e 30% naa obra de deslocamento da Avenida Thomas Alberto Whatelly, que passará embaixo da pista do aeroporto, em direção à Rodovia Anhanguera (SP-330).
Projeto prevê ampliação da pista do Aeroporto para operação de aeronaves de grande porte |
Principal interessada, a Prefeitura de Ribeirão Preto alega que já realizou as desapropriações que estavam sob sua responsabilidade no projeto. Segundo a Secretaria Estadual de Transporte e Logística, 192 famílias foram retiradas do entorno do aeroporto, para ampliação da pista.
Ainda cabe à administração municipal investir R$ 25 milhões na construção do novo sítio aeroportuário e de uma ciclovia próxima ao Leite Lopes. Desse total, R$ 19 milhões que estavam previstos para o orçamento de 2015 foram transferidos em novembro do ano passado, para o pagamento do 13º salário de servidores públicos, aposentados e pensionistas, além de ações judiciais.
No entanto, a Prefeitura de Ribeirão alega que a medida não prejudicará as obras de internacionalização do aeroporto. “Pelo acordo assinado entre Prefeitura, Daesp [Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo] e Dersa, o repasse dos R$ 25 milhões será feito ao Governo do Estado dentro do cronograma de execução da obra.”
24 de março de 2015
Concessão do Salgado Filho será em 2016
Incluso no próximo lote de concessões de aeroportos à iniciativa privada, o Salgado Filho deve ser leiloado em 2016. Pela proposta da Secretaria de Aviação Civil da Presidência (SAC), o vencedor do pregão assumirá as obras que a Infraero realiza no terminal de Porto Alegre, incluindo a aguardada ampliação da pista em 920 metros.
A construção de um novo aeroporto na Região Metropolitana depende da concordância da presidente Dilma Rousseff, que é simpática à ideia. O ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) sugere que o ganhador do leilão do Salgado Filho erga até 2030 o novo terminal de cargas e passageiros em Portão, administrando os dois espaços.
– Em tese, entre 2029 e 2030, o Salgado Filho terá suas condições esgotadas – explica o ministro.
O modelo da concessão, que incluirá os terminais de Florianópolis e Salvador, será apresentado ao mercado nas próximas semanas, informou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.
ADMINISTRADOR TERÁ DE CONCLUIR OBRAS
A SAC projeta que os pregões possam ser realizados no próximo ano, já que o tempo necessário para concluir a parte burocrática da concorrência pública varia de 360 a 460 dias. O prazo é calculado com base na experiência das concessões anteriores, como Brasília, Guarulhos e Campinas.
– Nosso desafio é trazer o prazo para realizar o pregão, que inclui toda a parte jurídica, para menos de 360 dias – afirma Padilha.
O ministro entende que, enquanto o leilão do Salgado Filho é formatado, a Infraero deve prosseguir com as obras em Porto Alegre, a exemplo do novo terminal de cargas e, se possível, da ampliação da pista. O futuro administrador ficará responsável por concluir as melhorias.
GUILHERME MAZUI RBS BRASÍLIA
23/03/2015 - 19h06
RIOGaleão planeja investir R$ 20 mi até 2016 no setor de cargas
ESTADÃO conteúdo
Após enfrentar uma queda de 11,2% no ritmo de importações do setor de óleo e gás, em 2014, o terminal de cargas da concessionária RIOGaleão, que opera o aeroporto internacional do Rio de Janeiro, espera diversificar os segmentos que desembarcam no aeroporto a partir deste ano. O objetivo é atrair cargas destinadas ao Rio que desembarcam em outros terminais. A concessionária planeja investimentos de R$ 20 milhões até 2016 no setor, entre reformas nos terminais, novos galpões e escritórios, além de equipamentos e procedimentos para agilizar a liberação das cargas.
As importações da indústria de óleo e gás representam cerca de 20% de toda a movimentação de cargas do terminal, entre turbinas, motores, peças e equipamentos submarinos de titleo valor agregado. Apesar do "fraco" desempenho em 2014, a concessionária já aposta em recuperação no setor, diante do cronograma de exploração de áreas prioritárias do pré-sal. No segundo semestre do último ano, o fluxo de cargas cresceu 8,6%, retomando a confiança nos investimentos para melhorar as operações do terminal.
"Como todo mundo, estamos preocupados, mas a previsão do mercado é que haja uma retomada através da programação do pré-sal. Para o setor, é fundamental essa operação. Um atraso na operação da plataforma gera mais custo que a carga aérea", resume o executivo Patrick Fehring, diretor do RIOGaleão Cargo, que representa 20% de todo o faturamento da concessionária.
A previsão é manter esse porcentual, mesmo em tempo de desaceleração da economia. Para isso, a concessionária busca a diversificação dos clientes e melhoria dos indicadores operacionais. Prestes a completar um ano de concessão, em abril, o Galeão já reduziu em 20% o tempo de liberação das cargas com a troca das equipes e de procedimentos. Mas a concessionária ainda busca uma "meta mais agressiva".
Até agosto, deve ser concluída a reforma do terminal, com a ampliação da frota de empilhadeiras e da câmara fria, voltada sobretudo para produtos farmacêuticos. O setor também é considerado fundamental para as operações. "Vamos triplicar a capacidade para esse setor, que é muito importante. Mesmo quando a economia não está bem, o segmento tem um crescimento estável", projeta o executivo, que finaliza nesta semana uma certificação da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) para o setor.
O investimento em melhorias estruturais no terminal de cargas visa fazer frente à concorrência de Guarulhos e Viracopos, que investiram desde 2012, R$ 100 milhões nos seus terminais de carga. O aeroporto de Campinas, no interior de São Paulo, concentra 35% das cargas destinadas ao Rio, o que representa 5 mil toneladas anuais. Em alguns mercados, como a Alemanha, a concentração chega a 75% em Viracopos.
"Nossa oportunidade para ganhar participação é melhorar indicadores operacionais e ser muito melhor que Guarulhos e Viracopos. Estamos correndo atrás dessas cargas", avalia Fehring. A estratégia é "melhorar a percepção" sobre o terminal, marcada pelas falhas de processos antes da concessão. "Se o cliente mandava cargas cinco anos atrás e um órgão bloqueou, isso marca a percepção. A gente já tem uma boa performance mas temos que melhorar a percepção dos clientes. A gente está visitando mais de 130 clientes que nunca foram visitados", completa o diretor.
Além de visitar os clientes em mercados prioritários, como a Alemanha, a equipe comercial do terminal mantém contatos com as companhias aéreas brasileiras, que mantêm planos de investimentos no setor, com a ampliação dos terminais próprios. "O aeroporto é só um parceiro dentro da eficiência logística. Tem que fornecer a infraestrutura e atuar como facilitador, colocar todo mundo na mesa para melhorar o processo", diz Fehring.
Terça-feira, 24 de Março de 2015
PAC da aviação regional irá destinar R$ 363 mi ao Ceará
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, recebeu, na tarde de ontem, o líder do governo, deputado federal José Guimarães, e confirmou que nove aeroportos do Ceará receberão R$ 363 milhões para construção, reforma, sinalização, ampliação e revitalização dos terminais aeroportuários. O PAC da Aviação Civil prevê investimentos em 270 aeroportos em todo o País, com valores que chegam a R$ 7,3 bilhões.
No Ceará, os municípios de Aracati, Crateús, Iguatu, Jijoca de Jericoacara e Quixadá receberão melhorias através de reformas, ampliação e também investimentos em sinalização. Dois novos aeroportos serão construídos em Canindé e Itapipoca. Segundo Guimarães, o aeroporto de Juazeiro do Norte também será transformado em um grande aeródromo, uma vez que o município tem um grande peso na região Nordeste. “São investimentos importantes e necessários para alavancar ainda mais o desenvolvimento no Ceará e no Nordeste”, destacou o líder do Governo, logo após a reunião com o ministro.
As companhias aéreas que voarão nos 270 aeroportos regionais contarão com o aporte de 50% dos assentos das aeronaves que farão os voos de integração regional. O Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC) vai bancar a metade dos assentos a fim de viabilizar os deslocamentos aéreos regionais. “É uma medida necessária para que também a população dessas regiões possam ser beneficiadas com voos regulares”, frisou o deputado cearense. O Banco do Brasil é o operador do PAC da Aviação Civil.
24.03.2015
Pássaros já afetaram 15 voos no Estado em 2015
Destes, 14 chegaram a colidir com aves; pontos de lixo no entorno do aeroporto contribuem para os incidentes
O último caso aconteceu no domingo, quando uma aeronave colidiu com uma ave na pista de pouso do Aeroporto Pinto Martins |
Um pássaro frente a um avião pode parecer um ser inofensivo, mas a realidade não é essa. Somente em 2015, 15 voos no Ceará foram influenciados por presença de aves, tanto no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, quanto no Aeroporto de Juazeiro do Norte. Os dados são do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Em 14 dos voos afetados houve, de fato, a colisão da aeronave com o pássaro, sendo 11 deles na Capital e três em Juazeiro do Norte. O último caso aconteceu no domingo (22), quando um avião da Azul Linhas Aéreas colidiu contra uma ave já próximo à pista de pouso no Aeroporto de Fortaleza. Outra ocorrência, registrada no dia 1º de janeiro, foi classificada pela Cenipa como uma "quase colisão", em virtude de um pássaro ter motivado atraso na decolagem de uma aeronave em Fortaleza.
Os casos deste ano vêm seguindo a média de 2014, quando 65 colisões foram contabilizadas. Outros sete voos foram afetados, sendo classificados como "quase colisões", e 149 alegaram terem avistado aves, mas sem influenciar o percurso.
Comparando os dados do Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário (Sigra), do Cenipa, dos aeroportos do Ceará, e de cidades do Nordeste, como Recife, Salvador, São Luís, Petrolina e João Pessoa, os números do Estado apresentam maiores índices de aparições e acidentes ocasionados pelas aves.
O presidente da Associação de Engenheiros do Instituto Tecnológico de Aeronáutica do Ceará (Aeita), o engenheiro aeronáutico Artur Guimarães, explica que o Brasil está entre os países que possuem os melhores índices de segurança de voos e conta com profissionais extremamente capacitados. "Temos poucos acidentes envolvendo aves, haja vista o monitoramento feito pelas torres nos aeroportos do País, a fiscalização no entorno dos mesmos e os procedimentos de segurança adotados pela tripulação das aeronaves comerciais e particulares", resstitleou o profissional.
Medidas
Em nota, a Infraero informou que o grande foco de pássaros no Aeroporto Internacional Pinto Martins acontece devido à grande quantidade de lixo acumulada pela comunidade nas redondezas do equipamento. "O aeroporto está cercado pela comunidade que, às vezes, não efetua o descarte de lixo de forma correta", lamenta.
Com o intuito de mudar este cenário, a Infraero alega que faz campanhas de conscientização quanto ao risco que os pássaros trazem às aeronaves, tendo a última acontecido no dia 13 de março. "A intenção é repassar à população informações sobre o Risco da Fauna, sensibilizando e orientando a respeito do correto descarte do lixo, evitando, assim, criar pontos de focos atrativos próximos do aeroporto", diz.
Por fim, a empresa resstitlea que, em parceria com a Prefeitura de Fortaleza, iniciou, em 2014, um projeto de formação de professores da rede municipal para alertar os estudantes quanto a esses riscos.
"É uma política socioeducacional para alunos da rede pública municipal, no sentido de prevenir acidentes aéreos ocasionados por acondicionamento de lixo em espaço inadequado, uso de pipas e feixes de luz (laser)", conclui a Infraero.
24/03 - 09:16hs
Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães vai ser privatizado, diz ministro
ARMANDO AVENA
Como já era esperado o governo vai apresentar nos próximos dias a nova rodada de propostas de concessões de aeroportos, incluindo os de Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, e até o final de abril deve apresentar os estudos de concessão de mais quatro rodovias.
“O ministro (Eliseu) Padilha (da Aviação Civil) está trabalhando na nova rodada de concessões de aeroportos e, como a presidente já colocou, devem ser os de Salvador, Florianópolis, Porto Alegre. Vamos apresentar formalmente as propostas ao setor privado e à sociedade como um todo nos próximos dias”, disse Barbosa.
O ministro falou ainda que até o início de 2016, outras seis também devem ser leiloadas. Barbosa deu entrevista ontem, após participar de reunião de coordenação política conduzida pela presidente Dilma Rousseff. Ele destacou que o programa de concessões à iniciativa privada na área de infraestrutura continua e vai ser ampliado.
“Mais quatro rodovias terão os estudos entregues ao longo de abril para fazermos as propostas, as audiências públicas, para viabilizar os leilões até o final do ano. Estamos identificando outras que podem ser objeto de concessão para chamar os estudos. Serão pelo menos mais seis rodovias até o início do ano que vem”, afirmou. (Correio)
23 Março 2015 14:45
TAM Cargo inaugura reforma do terminal de cargas em Uberlândia
A TAM Cargo inaugura hoje (23) as obras de reforma e ampliação do terminal de cargas da empresa em Uberlândia (MG). Resultado de investimentos de R$ 135 mil, a área total do novo terminal foi ampliada de 119 m² para 333 m², e a construída de 59 m² para 150 m². Esta ampliação possibilitou um aumento de 264% na capacidade de armazenagem no depósito do galpão e, consequentemente, uma movimentação maior das mercadorias no novo espaço, compostas principalmente por peças automotivas, medicamentos, eletrônicos, material biológico, documentos, alimentos em geral.
Situado no titleo Umuarama, o terminal da TAM Cargo em Uberlândia responde, segundo dados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) de 2014, por 63% do mercado de cargas aéreas no município, totalizando uma média mensal de 90 toneladas e mais de 10 mil volumes. A carga movimentada atende o mercado doméstico. O espaço também dispõe de uma câmara fria de 411 litros, destinada a produtos perecíveis. Para atender os clientes, o horário de funcionamento do terminal é de segunda a sexta-feira, das 6h às 21h, e sábado, entre 9h e 13h.
De Uberlândia, a TAM Cargo realiza três frequências (voos de ida e volta) diárias para o aeroporto Congonhas (São Paulo) e uma para Brasília, o que possibilita conexões de cargas em todo o Brasil.
“A região de Urberlândia é estratégica para a TAM Cargo, dada a importância da cidade e do Estado de Minas. Com o novo terminal, buscamos alcançar nosso objetivo de oferecer o melhor serviço possível para nossos clientes, com conforto e qualidade, bem como melhorar continuamente a qualidade de trabalho para os colaboradores”, resstitlea o diretor geral da companhia, Luis Quintiliano.
Plano de investimentos
As obras de reforma e ampliação do terminal de Uberlândia integram o Plano de Investimentos da TAM Cargo, que prevê R$ 94 milhões até 2016, dos quais R$ 80 milhões para infraestrutura de 22 terminais distribuídos pelo Brasil. O projeto, que teve início em 2013, inclui a construção de novas estruturas, além da reforma e ampliação de outros terminais. Os demais R$ 14 milhões estão sendo destinados às áreas de tecnologia e segurança.
Em 2013, a TAM Cargo inaugurou o terminal de cargas em Manaus e prosseguiu, em 2014, com Goiânia e Natal. Em 2015, além dos terminais de Guarulhos – inaugurado em 16 de março deste ano – e Uberlândia, a empresa entregará os terminais de Ribeirão Preto e Sorocaba, no interior de São Paulo.
Até o final de 2016, a companhia também planeja inaugurações dos terminais do Galeão, no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Fortaleza.
23 Março 2015 13:45
Anac faz reunião com autoridades de aviação de países lusófonos
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) participa hoje, da 5ª Reunião da Comunidade das Autoridades de Aviação Civil Lusófonas (CAACL)*, em Cabo Verde. Na reunião foi definido um plano de trabalho conjunto entre os oito países de língua portuguesa que integram a CAACL para compartilhamento de conhecimentos técnicos e de melhores práticas de segurança operacional em aviação civil. Essa cooperação foi um dos temas da II Conferência de titleo Nível de Segurança Operacional, realizada de 2 a 6 de fevereiro último, na sede da Organização Internacional da Aviação Civil (OACI).
A ANAC lançará mão do elevado nível técnico e de segurança do sistema de aviação civil brasileiro para contribuir na execução de atividades do projeto. Iniciativas de cooperação entre países com laços culturais e linguísticos semelhantes contam com o apoio da própria OACI, que espera um papel assertivo dos países na elevação global dos padrões de segurança. O Brasil é membro do conselho da OACI desde a sua fundação e figura entre o grupo de 11 países cujo sistema de transporte aéreo é da mais titlea relevância no cenário internacional, o chamado Grupo 1 da Organização. Na última eleição para o Conselho, em outubro de 2013, o Brasil recebeu a mais expressiva votação entre os países do Grupo I, com 160 votos de um total de 173 votos possíveis.
De acordo com o Diretor-presidente da ANAC, Marcelo Guaranys, o programa de cooperação reafirma a posição do Brasil no sentido de estreitar as relações, no setor de aviação civil, com países prioritários à política externa brasileira. “Dado o elevado nível de harmonização de procedimentos e necessidade de garantida da segurança, o transporte aéreo é marcado pela necessidade de estreita cooperação entre os países. Com este programa de colaboração, os países de língua portuguesa buscam apoiar-se mutuamente, fortalecendo os princípios da OACI em defesa de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente”.
As ações a se desenvolverem sob a CAACL objetivam promover as melhores práticas em matérias de segurança operacional, de interferência ilícita e de capacitação entre os países-membros. Durante a reunião na OACI ocorrida em fevereiro, os países lusófonos apresentaram os principais pontos de interesse que requerem aperfeiçoamento regulatório. O Gerente Técnico de Coordenação com Organismos Internacionais da ANAC, Daniel Soares, explica que o programa vai funcionar de acordo com as necessidades apresentada pelos países.
Entretanto, alguns desafios serão encontrados no projeto. “Nossa maior barreira deve ser estrutural, ou seja, dadas as limitações de recursos financeiros e humanos da própria ANAC para dar conta de todas as demandas. Temos como ideal começar o programa com Cabo Verde, país com quem já assinamos Acordo de Cooperação Técnica, e que já nos apresentou um plano de interesses detalhado para a cooperação”, explicou o Gerente Técnico.
A ANAC tem se preparando para esta nova etapa de cooperação bilateral e neste ano poderá oferecer aos solicitantes cerca de 30 vagas no curso Basic Aviation English e, posteriormente, em outros cursos, por meio da plataforma EAD (Educação à Distância) da Agência, além de acesso ao Glossário ANACpédia, onde se encontram diversos termos aeronáuticos em tradução inglês-português-espanhol. A Agência também tem como política a abertura de vagas para representantes de países de língua portuguesa em seus próprios cursos presenciais. “É uma oportunidade de interação entre as equipes técnicas do Brasil e dos demais países”, afirma Daniel Soares. Também neste ano, a ANAC planeja a realização de um seminário técnico conjunto com os países membros da CAACL.
23/03 - 17:19
Lufthansa retoma operações após greve afetar 220 mil passageiros
Pedro Menezes
Nova paralisação pode acontecer no fim do 1º semestre |
Após quatro dias de greve, de aeronaves no solo e de milhares de passageiros afetados, a Lufthansa informou que a semana começou sem maiores transtornos para a operação da companhia. Já nesse domingo (22/03), os serviços da aérea estavam se encaminhando para a normalidade, após 96 horas de paralisação.
No entanto, o sindicado dos pilotos alemães avisou sobre possíveis novas interrupções no serviço, já para o meio ano, o que causaria um colapso nas famosas férias de verão. Atualmente, a Lufthansa e a Vereinigung Cockpit (sindicato alemão de pilotos) estão em um enfrentamento sobre processos de aposentadoria.
Um porta-voz da aérea alemã afirmou que pequenas e médias rotas já voltaram ao normal, enquanto um pequeno número de voos internacionais ainda permanece cancelado. De quarta-feira a sábado, cerca de 220 mil passageiros foram afetados pela greve, que se tornou a 12ª paralisação desde abril de 2014, a mais longa até então.
Entenda o acordo: a disputa entre os pilotos da Lufthansa e a direção da companhia gira em torno dos planos da aérea em desfazer um acordo no qual os pilotos podem se aposentar aos 55 anos e receber 60% do seu salário até que atinjam a idade legal de reforma, estabelecida em 65 anos. Os pilotos também estão preocupados com as estratégias da Lufthansa em desenvolver atividades de baixo custo, nicho que já enfrenta uma concorrência crescente.
23/03 - 10:47
Tam leva mostra "Bagagem Histórica" ao Rio de Janeiro
A Tam convida seus passageiros mirins (e adultos) para uma nova edição do projeto “Bagagem Histórica”, criado pela agência Wunderman. Agora, o Aeroporto Internacional Tom Jobim – o Galeão –, no Rio de Janeiro, recebe os tradicionais carrinhos de bagagem que são réplicas perfeitas de aviões em exibição no Museu Tam, localizado em São Carlos (SP).
De 23 a 29 de março, o mês em que a Cidade Maravilhosa completou 450 anos, os pequenos passageiros podem “pilotar” o 14 Bis (a aeronave criada pelo brasileiro Santos Dumont), o Spitfire (o caça britânico mais famoso da Segunda Guerra Mundial), o Gloster Meteor (primeiro avião britânico equipado com assento ejetável) e o Flea Ship (primeira aeronave projetada por uma mulher), que estarão em um estande customizado no aeroporto.
A garotada poderá brincar e conhecer um capítulo da história da aviação – cada modelo traz um fone de ouvido e uma gravação sobre a saga da aeronave utilizada pela criança. Uma diversão que é a síntese do projeto, já que a reprodução de alguns desses aviões em versão reduzida é uma forma de levar parte desse acervo histórico para as crianças e suas famílias. ?
Thalita Cardoso
24/03/2015 05:00
Nextant 400XTi: o jato executivo fabricado a partir de aeronaves usadas
À venda por US$ 6,25 milhões, 400XTi pode voar de Porto Alegre a Fortaleza sem escalas. |
Acaba de chegar ao Brasil o jato 400XTi, construído pela fabricante norte-americana Nextant a partir da fuselagem de aeronaves usadas. Com capacidade para oito pessoas, o aviãozinho executivo é feito com células (estruturas básicas) dos antecessores Beechjet 400A e Hawker 400XP, desde de que fabricados originalmente a partir de 1997. De acordo com Cassio Polli, proprietário da Aerie Aviação Executiva, empresa que está trazendo o 400XTi para o Brasil, a lataria usada para a refabricação foi retirada de jatos que ainda estavam em uso. “Nenhuma peça vem de avião acidentado, de leilão ou de seguradora”, garante.
Ele explica que um avião refabricado ou remanufaturado é diferente de uma aeronave retrofit. Nesta, o que ocorre é uma mudança pontual ou uma reforma. No caso de jatos remanufaturados, apenas a carcaça é reaproveitada. Todos os itens mecânicos e elétricos são novos, assim como os revestimentos internos e externos. A grande vantagem é o preço final: o 400XTi sai por US$ 5,2 milhões (US$ 6,25 milhões no Brasil, com os impostos).
Aeronaves novas da mesma categoria, de 2 mil milhas, como o Phenom 300 e o Cj4, custam a partir de US$ 10 milhões. O 400XTi é capaz voar de Porto Alegre a Fortaleza sem escalas e atinge uma velocidade máxima de 800 km/h. Ainda de acordo com o representante do jato no Brasil, o custo operacional do 400XTi também seria 30% mais baixo que o da concorrência. A Aerie informa também que oferece apoio técnico e burocrático aos clientes que se interessarem pela importação da aeronave.
Cuidados necessários
Para Mateus Ghisleni, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a compra de um avião construído a partir de itens usados requer cautela. “Toda peça de avião sai de fábrica com um documento em que deve constar o seu paradeiro atualizado, para que possa ser rastreada quando necessário – o problema é que nem todo proprietário respeita isso”, diz. “Tem gente que usa até peça de carro em avião!”
Ghisleni acrescenta que o próprio conceito de refabricação é novo no Brasil. “Na aviação, ainda classificamos aviões como novos ou usados, simplesmente”, afirma. De toda forma, o diretor de segurança pondera que arbitrariedades grosseiras são mais comuns entre proprietários particulares ou pequenas empresas irregulares. Por via das dúvidas, ele recomenda que o comprador pesquise sobre a idoneidade da empresa que vende aeronaves refabricadas antes de fechar a compra e cheque se ela está devidamente registrada na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Leandro Quintanilha ([email protected])





