AeroClipping, segunda-feira, 23/03/15 - ano XIII - nº. 52

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O Globo

Greve de pilotos da Lufthansa chega ao quarto dia

G1

Aeroportos sofrem com ftitlea de investimentos no interior do RS

Aérea chinesa faz 1º voo comercial movido a óleo de cozinha do país

Boeing 737 inaugura voos da Gol no Aeroporto Regional da Zona da Mata

Aeroporto de Natal ganha autorização para cobrar taxa de embarque

Cancelamentos de voos para Sergipe preocupam agências de viagem

Ampliação da pista do Salgado Filho poderá começar só no fim de 2016

Gol é condenada a indenizar médico goiano por cancelamento de voo

O Dia - RJ

Assento econômico ganha ‘upgrade’ de empresa aérea

Jornal de Hoje - RN

Gol terá voo direto de Natal a Ezeiza, em Buenos Aires, já no 2º semestre

Tribuna do Norte - RN

FAB propõe instalar centro cultural no Augusto Severo

Jornal do Commercio - PE

Mau tempo complica pousos e decolagens em Fernando de Noronha

Diário do Pará

Pássaros trazem riscos constantes para a aviação

Hoje em Dia - MG

Impasse judicial trava conclusão da reforma de Confins

Puxadinho vira jogo de empurra entre Infraero e concessionária

Correio do Estado - MS

Agência ligada ao Hotel Urbano dá calote e Avianca se nega a honrar reservas

Panrotas

Azul afirma que terá voos para Nova York no 2º semestre

Concessão de aeroportos pode ser retomada este ano


O GLOBO

21/03/2015 10:06

Greve de pilotos da Lufthansa chega ao quarto dia

Companhia cancelou 74 dos 160 voos de longa distância programados para este sábado

POR REUTERS

Paralisação também afeta voos de transporte de carga

FRANKFURT - Neste sábado, a paralisação de pilotos da Lufthansa chega ao quarto dia seguido, impedindo a decolagem de quase metade dos voos de longa distância da aérea alemã em mais uma ação de protesto relacionados aos benefícios da aposentadoria antecipada e aos cortes de custos na empresa.

A Lufthansa cancelou 74 dos seus 160 voos de longa distância agendados para este sábado, afetando, aproximadamente, 20 mil passageiros. De acordo com a economia, a greve impactará também quase 60% de seus voos de carga.

A aérea quer cortar os gastos para algo próximo ao das rivais, já que tem sido pressionada por companhias de baixo custo como a Ryanair e a EasyJet em rotas europeias e por outras como Turkish e Emirates nos trechos mais longos.

As greves já custaram mais de € 200 milhões aos lucros operacionais da empresa no último ano. Esta é a 15ª paralisação de pilotos da Lufthansa desde abril de 2014.

Por meio de sua assessoria, o aeroporto Galeão, no Rio, informou que por volta das 9h30m, nenhum voo havia sido afetado. Em Guarulhos, a paralisação não afetou os dois voos vindos da Alemanha esta manhã nem os dois programados para decolar um para Frankfurt e outro para Munique na noite deste sábado.


G1

21/03/2015 22h17

Aeroportos sofrem com ftitlea de investimentos no interior do RS

Terminais de Pelotas e Passo Fundo têm falhas; em Santa Rosa, não opera.

Ministério da Aviação Civil diz que será lançada licitação ainda neste ano.

Do G1 RS

Veja vídeo no site do G1

Enquanto o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, não tem a pista ampliada, terminais de três cidades no interior do Rio Grande do Sul sofrem com a ftitlea de investimentos. Os projetos de reforma são antigos, e a expectativa do governo federal é que as melhorias saiam este ano, como mostra reportagem do RBS Notícias (confira no vídeo).

Único na Região Norte do estado, o Aeroporto de Passo Fundo tem pouco conforto e sobram reclamações. "Quem chega aqui tem que disputar espaço para sentar. O ar-condicionado não funciona", desabafa o aposentado Adroaldo Zottis.

A principal reclamação dos passageiros é a ftitlea de espaço. O estacionamento fica lotado, e muitos passageiros precisam esperar na porta. "Pela estrutura de passo fundo a gente acha que é pouco [espaço]", opina a professora Adiles de Marchi.

saiba mais

Em Santa Rosa, no Noroeste, a situação é ainda pior. Há dois anos, o aeroporto está desativado porque precisa de ampliação da pista e melhorias no terminal. "Se nós não temos logística para chegar, a indústria não vem para cá. Ninguém mais vem. O empresário não vai viajar de avião de outro país ou do Centro só até Porto Alegre e vir para cá em seis, sete horas de carro", argumenta o empresário Mogar Sincak.

Em Pelotas, na Região Sul, o aeroporto utiliza apenas metade da capacidade. É preciso aumentar o terminal de passageiros, construir um novo estacionamento e colocar uma cobertura na área de embarque e desembarque.

Segundo o Ministério da Aviação Civil, Eliseu Padilha, serão abertas licitações para resolver os problemas ainda este ano. Em Passo Fundo, estão previstos investimentos de R$ 44 milhões. Já os terminais de Santa Rosa e Pelotas ainda passam por levantamentos técnicos.

"Esses aeroportos são fundamentais. Essas decisões são tomadas com dados absolutamente técnicos e confiáveis por parte do governo. E mais: tem que ser ter aeroportos que possam receber uma demanda crescente na aviação regional por 20 anos", afirma Padilha.


G1

21/03/2015 15h54

Aérea chinesa faz 1º voo comercial movido a óleo de cozinha do país

Óleo foi recolhido em restaurantes chineses.

Hainan Airlines foi a 3º no mundo a voar com biocombustível.

Da France Presse

Voo da empresa aérea chinesa Hainan Airlines usou biocombustível a base de óleo de cozinha pela primeira vez no país.

Uma companhia aérea chinesa completou neste sábado (21) o primeiro voo comercial do país abastecido com um biocombustível feito à base de óleo de cozinha. A iniciativa ocorre em um momento em que o governo busca promover ações de sustentabilidade ambiental mais ampla.

O voo da Hainan Airlines, de Xangai para Pequim, utilizou biocombustível fornecido pela companhia China National Aviation Fuel e pela gigante da energia Sinopec, de acordo com um comunicado da fabricante de aviões americana Boeing.

O avião, um Boeing 737, usou uma mistura composta por 50% de querosene de aviação convencional e 50% de biocombustível feito de "óleo de cozinha usado, coletado de restaurantes na China". Uma porta-voz da Boeing confirmou que o voo tinha sido concluído no sábado.

O óleo de cozinha usado tem sido alvo da imprensa chinesa, que critica a forma como o rejeito algumas vezes é reutilizado ilegalmente para consumo humano.

A Sinopec, que foi criticada no documentário ambiental chinês "Under the Dome", alegou que o óleo usado poderia ter um fim melhor. "Isto representa o compromisso determinado da Sinopec em avançar continuamente na inovação científica e tecnológica para promover desenvolvimento verde e com baixa emissão", destacou a Sinopec em um comunicado.

O primeiro voo no mundo movido inteiramente com biocombustível foi realizado em 2012, quando um avião decolou da capital canadense, Ottawa, mas alguns aviões comerciais usaram biocombustíveis misturados com querosene de aviação tradicional, que é derivado do petróleo.

A australiana Qantas e a canadense Air Canada já testaram biocombustíveis em seus voos comerciais. No ano passado, a Boeing anunciou que iria cooperar com a chinesa Commercial Aircraft Corp. para desenvolver biocombustível de aviação. A empresa americana tem um projeto similar com um instituto de pesquisas vinculado à Academia Chinesa de Ciências.

A China é um mercado-chave para a Boeing, que estima que o país vai precisar de 6.020 aeronaves, a um custo estimado em US$ 870 bilhões até 2033.


G1

20/03/2015 18h32

Boeing 737 inaugura voos da Gol no Aeroporto Regional da Zona da Mata

Trajeto entre Congonhas (SP) e Regional da Zona da Mata na segunda (23).

Empresa terá seis frequências semanais, com escala em Confins, BH.

Do G1 Zona da Mata

Aeroporto Regional da Zona da Mata vai receber voos de São Paulo

A empresa Gol Linhas Aéreas inicia na nesta segunda-feira (23), a operação entre o Aeroporto Regional da Zona da Mata (IZA), em Juiz de Fora, e o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP). O voo, com escala no aeroporto de Confins (MG), terá seis frequências semanais. A aeronava será um Boeing 737-700, e todos os passageiros a bordo receberão certificado por participar da viagem inaugural.

Os voos são os de números 2013, saindo do Aeroporto Regional da Zona da Mata (ARZM), com partidas previstas de segunda-feira a sábado, às 6h45 com chegada prevista para 7h43 no Aeroporto Internacional Tancredo Neves/Confins. Já o voo 2102 é o ponto final de uma viagem que começa em Congonhas, São Paulo, às 20h35, com escala em Confins e chegada ao Aeroporto Regional às 23h43. Estes horários estarão disponíveis entre domingo e sexta. Os dois horários serão operados em Boeing 737, que terá 138 assentos disponíveis.


G1

20/03/2015 16h39

Aeroporto de Natal ganha autorização para cobrar taxa de embarque

Tarifa era cobrada por empresas, mas passageiros podiam ser ressarcidos.

Autorização da Anac foi publicada nesta sexta-feira (20).

Do G1 RN

A partir desta sexta (20), passageiros não terão direito a reembolso por taxa de embarque

As tarifas de embarque que são cobradas aos passageiros do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves desde sua inauguração foram autorizadas oficialmente na manhã desta sexta-feira (20), segundo publicação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no Diário Oficial da União (DOU). O aeroporto está localizado na cidade de São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana de Natal.

Apesar da cobrança feita pelas empresas, como não havia autorização, os passageiros poderiam pedir o ressarcimento do valor às companhias aéreas. Com a decisão desta sexta, que tem validade a partir da publicação, as taxas podem ser cobradas normalmente, sem direito ao reembolso do valor.

A decisão não define valores, apenas que a taxa é "referente à concessão dos serviços públicos para a construção parcial, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante ", informa a publicação. Ainda segundo o texto publicado, a autorização para cobrança de taxa de embarque fica condicionada à validação do Nível de Proteção Contra incêndio Existente - NPCE 9.


G1

20/03/2015 12h59

Cancelamentos de voos para Sergipe preocupam agências de viagem

Destinos como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife tiveram voos cancelados.

Infraero diz que mudanças fazem parte da rotina das companhias áreas.

Do G1 SE

Veja vídeo no site do G1

O cancelamento de voos de algumas companhias aéreas que operam em Sergipe têm interferido negativamente no movimento de clientes das agências de viagem do estado nos últimos meses.

Segundo o gerente de uma agência de viagens de Aracaju, Reginaldo Oliveira alguns horários de voos com destinos como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife foram cancelados. “ Você tinha o voo da Gol que saia às 2h30 da madrugada com destino a São Paulo. Esse voo era diário. Ele ia às 2h30 e voltava às 22h45. Agora ele só sai segunda e terça. Tinha um voo da TAM que saia às 3h diário que passou a operar somente quatro dias. Você tinha a TAM operando para o Rio de Janeiro às 3h50 e foi cancelado. Também para o Rio um voo da Gol do horário das 12h também foi cancelado. E outro voo da TAM com destino ao Recife às 16h40 também foi cancelado. Para compensar a TAM colocou um voo para Brasília às 17h. O que não ajuda em virtude dos cancelamentos que ocorreram”.

Com cerca de 500 assentos a menos diariamente as tarifas dos voos mantidos ficaram mais caras e por isso, o número de clientes caiu. “ Caiu com certeza. Principalmente no caso dos lojistas que viajavam duas vezes por mês , por exemplo, reduzem para uma ou a cada dois meses. A companhia tem uma vantagem, já que com menos voos elas economizam”.

Para o superintende da Infraero Luiz Alberto Bittencourt as mudanças dos voos fazem parte da rotina. “As empresas tem uma malha bastante dinâmica e o processo de titleeração de voos acontece o ano inteiro de acordo com a necessidade da demanda”, destacou.

Sobre alguns cancelamentos ele explicou que alguns ajustes foram feitos. “O voo Recife passou a operar no período da noite. E o voo Santos Dumont passou a ser operado através de uma conexão em Brasília”, finalizou.


G1

20/03/2015 12h38

Ampliação da pista do Salgado Filho poderá começar só no fim de 2016

Infraero diz que todas contrapartidas devem estar concluídas antes da obra.

Prefeitura afirma que obstáculos não impedem início da licitação.

Do G1 RS

Obra de ampliação da pista do Salgado Filho pode começar só em 20 meses

O imbróglio envolvendo a ampliação da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira (20). Durante um encontro para tratar sobre a situação na Assembleia Legislativa, o superintendente regional da Infraero, Carlos Alberto da Silva Souza, comunicou que as obras só poderão ser licitadas e iniciadas após a conclusão de todos os obstáculos viários, o que deve levar, pelo menos, mais 20 meses.

A nova decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da Infraero. Porém, a Prefeitura de Porto Alegre garante que as condições contratuais são diferentes e estabelecem que a contrapartida na remoção de famílias não impede o início das obras e o lançamento da licitação. A conclusão dos obstáculos está condicionada à operação da pista ampliada, conforme informou a prefeitura.

O loteamento que receberá os moradores da Vila Nazaré só deve ficar pronto em dezembro de 2016. Já a conclusão da remoção de famílias da Vila Dique deve estar concluída até agosto deste ano. O prefeito José Fortunati criticou a postura da Infraero e disse que estranha a demora para liberação do início das obras. De acordo com Fortunati, o município já deu todas as condições necessárias para a ampliação da pista.

Segundo a Infraero, a assinatura do contrato e a ordem de serviço estão condicionadas à existência de recursos no orçamento e à retirada de obstáculos para a obra, como a remoção de todas as famílias das vilas Nazaré, Floresta e Dique. A obra prevê a ampliação em 920 metros da pista de pouso e decolagens, passando dos 2.280 metros atuais para 3.200 metros. A licitação será pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC).


G1

20/03/2015 11h48

Gol é condenada a indenizar médico goiano por cancelamento de voo

Empresa terá de pagar R$ 10 mil após confusão em terminal; cabe recurso.

Na ocasião, funcionário da companhia foi filmado discutindo com clientes.

Luísa Gomes

Do G1 GO

Veja vídeo no site do G1

O Tribunal de Justiça de Goiás condenou a companhia aérea Gol ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais ao cirurgião pediátrico Zacharias Calil após o passageiro ter um voo cancelado. Na ocasião, o médico filmou um bate-boca entre um funcionário e clientes e afirmou que o atendente segurou seu braço com força (veja ao lado). Cabe recurso da decisão.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Gol, mas a companhia afirmou que não comenta ações judiciais.

O caso aconteceu em dezembro de 2013, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão). A confusão aconteceu no portão de embarque, quando os passageiros pediam informações sobre o voo G3 9038, com destino a Goiânia, que estava atrasado. A discussão entre funcionário e clientes foi filmada.

Segundo consta no processo, a Gol argumentou que o cancelamento do voo ocorreu por “motivos de força maior” e que tomou todas as providências necessárias para satisfazer as necessidades dos consumidores.

Entretanto, na decisão, o juiz Fernando de Mello Xavier, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, afirmou que nos autos do processo não há documentos que demonstrem que o cancelamento do voo decorreu de “força maior”, “não podendo a empresa, portanto, eximir-se de responsabilidade pelos danos causados ao consumidor”.

Além disso, o juiz considerou que o médico passou por “evidente constrangimento e incômodo”, o que para Fernando Xavier configuram aborrecimentos que “extrapolam os limites da vida cotidiana e do tolerável”.

Cirurgião pediatra Zacharias Calil

(Foto: Paula Resende/ G1)

Prejuízos

Ao G1, Zacharias Calil afirmou ter considerado justa a condenação. “Na época, fui muito prejudicado, estava cuidando de um caso de gêmeos siameses em Goiânia, tive que desmarcar todas as consultas, inclusive as da rede pública, o que considero muito grave”, afirma o médico.

Atualmente, o médico é o responsável pelo caso do gêmeo siamês separado Heitor Brandão, 5 anos, que se recupera de cirurgia de separação do irmão Arthur, que não resistiu ao procedimento e morreu.

Além do cancelamento do voo ter afetado seu trabalho, Calil acredita que foi prejudicado pela exposição do caso. “O vídeo foi muito divulgado, até em rede nacional, e sofri muito porque muitas pessoas me agrediram nos comentários, foi uma exposição muito grande. Acho que a companhia tem que respeitar mais o cliente”, considera.


O Dia - RJ

23/03/2015 00:00:00

Assento econômico ganha ‘upgrade’ de empresa aérea

A oferta da chamada classe econômica premium cresce no Brasil, garantindo tarifa intermediária mais em conta que executiva e poltronas confortáveis

ERICA RIBEIRO

Rio - Em busca de adaptação de seus produtos a novas condições de mercado, muitas companhias aéreas pelo mundo estão criando novas classes de assentos em suas aeronaves. Para o consultor e especialista do setor, Adalberto Febeliano, esta é uma evolução natural que segue a política de atendimento das empresas em todo o mundo. A oferta da chamada classe econômica premium vem crescendo no Brasil e já é ofertada em outros países. Esta modalidade garante tarifas intermediárias entre a econômica e a executiva com algumas vantagens, a maior delas, poltronas mais confortáveis.

A Gol desenvolveu a classe comfort, com espaçamento de 34 polegadas (86,3cm) e 50% a mais de condições de reclinar a poltrona

“Se olharmos a evolução do transporte aéreo, podemos lembrar que o conforto que hoje é encontrado na classe executiva, por exemplo, era há alguns anos o que se oferecia na primeira classe dos aviões, como, por exemplo, uma poltrona que reclinava a 180 graus. Com o transporte aéreo se tornando mais democrático, com o aumento do fluxo mundial de passageiros e, aliado a isso, a mudança da economia, é totalmente natural que sejam criadas adaptações”, afirma Febeliano.

Ele segue dizendo que a criação de uma classe econômica premium também tem como efeito o fato de o mercado ter “estigmatizado” a classe executiva como muito cara.

“Uma vez que o mercado estigmatizou, é preciso encontrar um caminho novo e aí, se cria a classe econômica premium. Que se apresenta em diferentes condições de acordo com o que a empresa determina que pode ser ofertado”, completa o especialista.

Entre as companhias brasileiras, a Gol desenvolveu a classe comfort, com espaçamento de 34 polegadas (86,3 cm) e 50% a mais de condições de reclinar a poltrona do que os da econômica. O serviço foi ampliado para 100% das rotas internacionais da companhia. Já a TAM optou pelo desdobramento da classe executiva, com a criação da Business Premium para rotas de longa distância e a Business Class para os voos na América do Sul e México.

Com o transporte aéreo mais democrático, é natural que sejam criadas adaptações, dizem especialistas

Air France: 40% a mais de espaço

Na Air France, a classe econômica premium foi criada em 2009 e remodelada em setembro de 2013. As novas configurações tanto da econômica quanto da econômica premium chegaram às rotas do Brasil em janeiro desse ano.

Nestas, a poltrona oferece 40% mais espaço que as da classe econômica e tem estofamento de assento mais macios, nova tela em HD e descanso para pés de multiposição para atender às diversas necessidades dos passageiros. Aproximadamente 1.100 poltronas serão modificadas e instaladas em 44 aeronaves de voos de longa distância entre junho de 2014 e julho de 2016.

A nova configuração oferece mais espaço para as pernas e até uma polegada (2.5 cm) a mais de espaço na titleura dos joelhos. Foram investidos no modelo, até o momento, 500 milhões de euros.

Lufthansa: kit de amenidades e tela com 11 polegadas

A partir de final de março de 2015, a Lufthansa insere o novo Boeing 747-8 Intercontinental nos voos entre o Rio de janeiro e Frankfurt. Nele, a empresa inicia sua oferta da classe econômica premium aos brasileiros. Desde 2011, a Lufthansa investiu 1,5 bilhão de euros. Cerca de 39 mil poltronas em aviões de longa distância foram trocados, modificados ou instalados (no caso de aviões novos), criando 600 assentos na primeira classe, sete mil na classe executiva e mais de 27.600 poltronas na classe econômica.

Os assentos oferecem até 50% de espaço a mais do que os da econômica. Os apoios para a cabeça podem ser ajustados para a titleura exata desejada e são dobráveis lateralmente para maior conforto.

O serviço inclui kit de amenidades, refeições apresentadas em cardápios, monitor de 11 polegadas com tela sensível ao toque. Até maio de 2015 todos os voos da Lufthansa que partem do Brasil para a Europa estarão equipados com quatro classes de serviço.


Jornal de Hoje - RN

22/03/2015 às 12h05

Gol terá voo direto de Natal a Ezeiza, em Buenos Aires, já no 2º semestre

O equipamento escolhido para a rota é o Boeing 737-800, com configuração Gol+ e opções de classes Comfort ou Econômica

Portal JH

A Gol solicitou à Anac autorização para voar entre Natal (RN) e Ezeiza, em Buenos Aires (Argentina). Com uma frequência semanal, sempre aos sábados, a expectativa é que a nova rota tenha início a partir do segundo semestre deste ano, tornando-se a primeira ligação internacional de uma aérea brasileira partindo do Aeroporto de Natal. Segundo a empresa, o voo permitirá ainda conexões para outros destinos argentinos, como Bariloche, Mendonza e El Calafate.

“A criação de um voo direto entre Natal e Buenos Aires vai de acordo com a nossa estratégia de reforçar e ampliar a presença internacional da Gol, principalmente em destinos da América Latina, do Caribe e dos Estados Unidos”, afirma o diretor de Planejamento de Malha da Gol, Claudio Borges. “Assim que aprovada, a nova frequência será o terceiro destino do Nordeste a ter voos diretos para Buenos Aires, que já conta com voos saindo de Fortaleza e Salvador”, completa.

Atualmente, a companhia é a aérea com maior número de voos para Argentina, com 76 frequências semanais para Buenos Aires, Córdoba e Rosário. Além de Fortaleza e Salvador, a empresa ainda mantém saídas de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Florianópolis e Porto Alegre.

Fonte: Panrotas

 


Tribuna do Norte - RN

2015-03-21 00:00:00

FAB propõe instalar centro cultural no Augusto Severo

Apesar do propositor da audiência pública, deputado Carlos Augusto Maia, ter dedicado quase toda sua fala ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, o tema que dominou o debate foi a destinação que será dada ao Aeroporto Augusto Severo, em Parnamirim.

Emanuel Amaral

Augusto Severo, que foi desativado em 2014: Fecomércio também tem propostas. Uma delas é transformá-lo em centro de convenções

A audiência reuniu representantes do governo, do setor de comércio, turismo e da Aeronáutica no auditório da Assembleia Legislativa e teve um saldo positivo em relação à discussão acerca do antigo aeroporto, segundo avaliaram os participantes.

O brigadeiro do ar Hudson Potiguara, comandante da 1ª Força Aérea (FAB), apresentou o projeto de um Centro Cultural, um Centro Integrado de Formação de Pilotos de Helicóptero, um Centro de Treinamento Operacional e um espaço a ser ocupado pelo serviço social da FAB em atendimento aos militares da ativa.

Embora o projeto, iniciado em 2013, esteja bem encaminhado, inclusive com autorização da Aeronáutica, não significa que as sugestões apresentadas por outras entidades na audiência estejam descartadas.

Convenções

O diretor executivo da Fecomércio RN, Marcus Guedes, apresentou, por exemplo, a ideia de utilizar a estrutura de mais de 420 mil metros quadrados para instalar um complexo com um novo Centro de Convenções para a Grande Natal e um centro cultural aeroespacial.

O projeto de utilização do equipamento da Fecomércio já foi apresentado ao governador Robinson Faria em reunião realizada no mês de fevereiro. A Força Aérea também teve acesso ao projeto, que foi bem acolhido pelos militares.

“O aeroporto está localizado em um lugar estratégico, em uma área nobre e não pode ficar sem um uso apropriado”, resstitleou Guedes, acrescentando que há empresas interessadas em bancar a implantação.

Para o Brigadeiro Hudson Potiguara, a proposta da Fecomércio é bem viável, uma vez que se assemelha ao projeto da Aeronáutica, que também tem um Centro de Convenções, com um Centro de Treinamento Operacional para uso de todos os estados brasileiros.

O deputado estadual Carlos Augusto Maia resstitleou que a população de Parnamirim reclama da desativação do aeroporto e que, por isso, é preciso agir.

Ao final da audiência, ele sugeriu a criação de uma mesa de discussão, capitaneada pela Assembleia Legislativa e pelo Governo do Estado, para avaliar todas as propostas apresentadas pelas entidades participantes e decidir qual a melhor.


Jornal do Commercio - PE

2/03/2015, às 20h10

Mau tempo complica pousos e decolagens em Fernando de Noronha

Ao todo, três voos deixaram de aterrissar na Ilha neste domingo (22)

Do JC Online

Os pilotos estão com dificuldades de visualizar um dos pontos mais altos da ilha, o Morro do Pico

Devido às chuvas neste domingo (22) os voos e decolagens da empresa Azul Linhas Aéreas, com destino à ilha de Fernando de Noronha tiveram problemas. Segundo a Diretora de Turismo da Ilha, Manuela Say, três voos tiveram suas aterrissagens canceladas devido ao mau tempo.

Os voos não pousaram devido às chuvas, que prejudicam a visibilidade dos pilotos. "Um dos pontos mais titleos da ilha, o Morro do Pico, precisa ser bem visualizado por eles e por causa das chuvas eles estão com dificuldades para enxergá-lo" disse a diretora. Ela informou ainda que os voos da linha aérea Gol não foram afetados, com pousos e decolagens normalizados.


Diário do Pará

23/03/2015, 02:39:17

Pássaros trazem riscos constantes para a aviação

 

Proximidade dos aeroportos em áreas de florestas e área sem saneamento atraem animais

Na mesma linha de risco com incidentes ocasionadas por panes e mau tempo, as aves que voam em titleitude elevada ou próximo de aeroportos, também oferecem grande perigo e podem comprometer a segurança de aeronaves, especialmente em áreas onde a concentração delas é grande. É o caso de Belém e da região amazônica.

“O risco é concreto e oferece risco de morte aos tripulantes”, afirmou o tenente-coronel aviador Rubens, assessor de risco da Fauna do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Ele contou que, no mundo, 450 mortes já foram registradas provocadas por acidentes com colisões de aeronaves com aves e animais. Não só em voos, mas no solo também há registros de acidentes quando o local do aeródromo permite o acesso de animais na pista.

De acordo com o Cenipa, as colisões com aves atraídas por resíduos sólidos são titleamente repetitivas, não só na capital paraense, mas em todo o Brasil. No país, três mortes já foram confirmadas ocasionadas por colisões deste tipo.

Os acidentes foram com aeronaves de pequeno porte e helicóptero. “A gravidade do incidente é caracterizada pelo tipo de aeronave e seu porte. Um avião de grande porte, é claro, acaba sendo mais resistente a uma colisão. Mas, em agosto do ano passado, um avião da TAM colidiu com um urubu, o que ocasionou a perda de um motor, por exemplo, (um avião opera com dois motores). Portanto, o risco é grande, sim, e o poder público precisa se preocupar mais com o problema”, alertou Rubens.

Segundo a Constituição Federal, o saneamento básico e o parcelamento do uso do solo são atribuições do poder público municipal. Ou seja, tanto a manutenção dos serviços de coleta, limpeza pública, transporte e destinação final de resíduos sólidos como a definição do local onde aterros sanitários podem ser implantados são responsabilidades municipais.

Ainda segundo o Cenipa, as colisões com fauna trazem sérios problemas à aviação brasileira: anualmente, os prejuízos médios superam US$ 10 milhões. Isso sem mencionar a possibilidade da ocorrência de acidentes aeronáuticos com mortes, a bordo de aeronaves e no solo, em decorrência de eventos envolvendo urubus-de-cabeça-preta, garças-vaqueiras e outras aves atraídas pelo lixo exposto.

NÚMEROS

Somente em 2013, o banco de dados do Cenipa registrou 48 colisões ocorridas no Aeroporto de Belém. Em Marabá: 16 batidas e em Santarém, 4. No Brasil inteiro, foram 4,6 mil relatos dessas colisões.

ACIDENTES

Em 23 de agosto do ano passado, um avião da TAM perdeu um dos motores ao colidir com um urubu-de-cabeça-preta durante um voo. Como o avião de grande porte é preparado para operar com apenas um dos motores, o voo prosseguiu normalmente e fez o pouso sem maiores titleerações no Aeroporto de Belém. Acredita-se que nem houve a necessidade de informar os passageiros sobre o incidente.

Um dos acidentes provocados por colisão com aves mais famosos aconteceu em janeiro de 2009, em Nova York. O avião, um Airbus A-320, havia decolado do aroporto de La Guardia com o voo 1549 com destino a Charlotte, na Carolina do Norte. Segundo a US Airways, havia 150 passageiros e cinco tripulantes.

Após a colisão, foi realizado pouso de emergência nas águas geladas do rio Hudson, em Manhattan, Nova York, por isso o caso ficou conhecido como “o milagre de Hudson”. A FAA investigou relatos de que o avião teria atingido gansos em revoada ao decolar do aeroporto La Guardia.

(Diário do Pará)

 


Hoje em Dia - MG

22/03/2015 08:47

Impasse judicial trava conclusão da reforma de Confins

Janaína Oliveira

Hoje em Dia

Expansão de 600 metros na pista: atraso de dois anos e custo adicional de R$ 27 milhões

Passados sete meses desde que a BH Airport assumiu a gestão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, até agora Confins não decolou para um novo tempo. Segue com obras inacabadas e precariedade na infraestrutura, herança de atrasos no cumprimento dos prazos e suspensão de contratos na época em que a Infraero era a comandante.

Iniciada em setembro de 2011, a reforma e ampliação do Terminal 1, que deveria ter sido concluída em outubro de 2013, antes da Copa do Mundo, é a novela que mais se arrasta. De lá para cá, pouco mais da metade do prometido ficou pronto. A bola rolou, o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha, mas quatro anos após o início das intervenções só 51% do projeto foram finalizados. E pior. O consórcio Marquise/Normatel paralisou as obras e, sob alegação de demora na entrega de estudos de engenharia, desistiu de tocar a reforma.

Visando à continuidade da obra, em janeiro deste ano, a estatal optou pela rescisão do contrato com as empresas. “Assim, a Infraero poderia discutir com a concessionária a melhor maneira de prosseguir os trabalhos. Todavia, atendendo à decisão da 22ª Vara de Justiça do Distrito Federal, a Infraero suspendeu em fevereiro o ato de rescisão. Mas vai continuar defendendo seus interesses em juízo, de modo a dar continuidade aos trabalhos”, informa a estatal em nota.

Nova gestora, a BH Airport até pode executar as obras, dentro do escopo previsto, e ser reembolsada pelos valores financeiros dentro dos limites estabelecidos no edital de concessão. Porém, sem uma definição da Justiça, o impasse permanece e a reforma não tem data para acabar.

A BH Airport informou que as obras suspensas são de responsabilidade do poder público. Mas que acompanha o processo junto à Infraero no sentido de contribuir com uma solução para o problema.

Para o diretor do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, Leandro Castro Pinheiro, passageiros ainda terão que esperar para ter um aeroporto no padrão adequado. “Só vai melhorar de fato quando as amarras forem resolvidas”, diz.

Ampliação da pista tem atraso de dois anos e custo extra

Outra obra que se arrasta é a ampliação da pista de pousos e decolagens. Iniciada em fevereiro de 2013, a reforma, que prevê um acréscimo de 600 metros aos 3 mil já existentes, deveria ser entregue um ano depois. Porém, o novo planejamento da Infraero estabelece como prazo final junho de 2016.

Além do atraso, as obras custarão muito mais aos cofres públicos. Com os dois aditamentos contratuais, a construtora Cowan receberá R$ 226, 4 milhões, 14% a mais que os R$ 199,0 milhões acordados inicialmente. “A Infraero, junto com o consórcio executor da obra, já elaborou e aprovou um cronograma de execução da ampliação e recuperação das pistas. Após ajustes contratuais, a Infraero encaminhou o cronograma para a BH Airport visando a aprovação e validação das intervenções, uma vez que as intervenções são nas áreas operacionais e estão sob responsabilidade do novo operador, mas até o presente momento não recebemos resposta da BH Airport”, informou a estatal.

Para o ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e consultor do setor, o brigadeiro Allemander Pereira, Confins só terá as mesmas condições do Aeroporto de Brasília, principal concorrente do terminal mineiro, quando finalizar a ampliação e construir a segunda pista. “A localização de Confins é estratégica, mas por enquanto o DF leva vantagem”, diz.


Hoje em Dia - MG

22/03/2015 08:50

Puxadinho vira jogo de empurra entre Infraero e concessionária

Janaína Oliveira

Hoje em Dia

Ricardo Bastos/Hoj em Dia

Obras no aeroporto de Confins segue sem data para o fim da reforno

Também chamado de “puxadinho”, o Terminal 3 tornou-se alvo de um jogo de empurra-empurra entre Infraero e BH Airport. Enquanto a estatal afirma que entregou a obra em 27 de agosto de 2014, a concessionária sustenta que “aguarda a entrega do terminal para fazer as adequações necessárias” e dar a ele um destino que nem de longe lembra o apelido nada glamouroso. A intenção é que o espaço seja voltado exclusivamente para voos internacionais.

A história do Terminal 3 começou ainda em 2012. Primeiro, foram três sucessivas tentativas de licitação fracassadas. As empresas que participavam do pregão não aceitavam baixar o preço até o valor que a Infraero queria pagar. Até que em junho de 2013, a estatal resolveu usar o prédio do Terminal de Aviação Executiva para que a obra fosse mais rápida e mais barata e recorreu ao Regime Diferenciado de Contratação (RDC). O consórcio Urb Topo/EPC aceitou receber R$ 22,3 milhões e venceu, mas obra ficou em R$ 26,8 milhões.

Porém, até hoje o espaço permanece sem uso. Quem passa por lá vê um canteiro de obras logo em frente ao futuro terminal internacional. São escavações, muita terra e poeira, tratores e operários em ação. Atualmente, Confins oferece rotas diretas para Lisboa (via TAP), Panamá (Copa Airlines), Miami (American Airlines e TAM) e Buenos Aires (Aerolineas Argentinas). Na titlea temporada, a Gol faz a ligação com Punta Cana, na República Dominicana.

Considerada modelo de gestão no mundo, com 65 anos de experiência e outros nove aeroportos sob operação na América Latina, a suíça Zurich Airport e a sócia brasileira CCR trabalham para ampliar a oferta de voos para fora do Brasil.

Diretor-geral da TAP para América Latina, Mario Carvalho diz que Confins é hub de distribuição da companhia para mais de 50 destinos em toda a Europa e 14 na África. Porém, ele enfatiza que o aumento das frequências dependerá tanto da demanda como da disponibilidade de aeronaves para atendê-la.

A TAP está presente em Confins desde 2008 com cinco frequências semanais. Na titlea temporada, o voo para Portugal passa a ser diário. “Minas Gerais é reconhecido como um destino atraente com opções que mostram a diversidade brasileira deixando de ser só praia e sol. Belo Horizonte oferece uma economia forte com índices de crescimentos expressivos”, apontou.

Em nota, a TAM informou que acredita que o investimento da iniciativa privada em infraestrutura do terminal será importante para o desenvolvimento da aviação em Minas Gerais e em todo o país.

Só em 2014, a empresa transportou mais de 2 milhões de passageiros em voos com origem ou destino ao aeroporto mineiro. “A companhia está atenta às necessidades dos clientes em Belo Horizonte para iniciar ou ampliar operações, tanto domésticas quanto internacionais. Novos voos estão sendo constantemente avaliados conforme a demanda da região”, informou.

Diretor de Planejamento de Malha da Gol, Claudio Borges diz que a empresa sempre investiu e acreditou em Minas. “Tanto é que escolhemos o Estado para a instalação do nosso Centro de Manutenção de Aeronaves, o maior da América Latina. O próprio aeroporto de Confins é hoje uma das nossas principais bases do país”, resstitleou. Em dezembro de 2014, a companhia firmou protocolo de intenções com o governo de Minas para ampliar a oferta de voos comerciais em mercados regionais, nacionais e internacionais.

Para a Azul, que mantém mais de 70 voos diários e diretos para 29 destinos a partir de Confins, o aeroporto mineiro já é o segundo maior hub de operações da companhia.

Melhoria no padrão de atendimento começa a aparecer entre cones e tapumes

Passageiros que circulam por Confins ainda esbarram em cones, faixas de isolamentos, tapumes e banheiros interditados, embora bem mais limpos. Apesar de a concessionária ter instalado internet wi-fi de titlea velocidade, usuários reclamam da qualidade do serviço. Queixas com relação às opções de restaurantes e preços titleos também são constantes.

“Com relação às obras inacabadas ou atrasadas, a concessionária está de mãos atadas. Por incompetência da Infraero, a BH Airport herdou um terminal pelo meio do caminho”, diz o piloto e criador do blog CNF ao Vivo, Lucas Rangel.

Segundo ele, apesar dos problemas persistentes, melhoras não tão perceptíveis aos olhos dos passageiros já foram realizadas. “Quem vai viajar pode não notar, mas a organização do terminal e a segurança da operação aérea já foram aprimoradas. Antes, na época da Infraero, era apenas um fiscal de pátio por doca. Hoje, são dois ou três. Enquanto um baliza a aeronave, o outro já organiza a ponte de embarque. Com isso, o tempo gasto para a operação foi reduzido pela metade”, afirma.

Segundo a BH Airport, já foram investidos cerca de R$ 20 milhões em ações iniciadas em 2014.


Correio do Estado - MS

21 de Março de 2015 | 05h00

Agência ligada ao Hotel Urbano dá calote e Avianca se nega a honrar reservas

EPOCANEGOCIOS

A companhia aérea Avianca anunciou no fim da tarde dessa sexta (20/03) que conseguiu na Justiça revogar uma liminar concedida ao Hotel Urbano para que honrasse 1,7 mil reservas de passagens aéreas saindo do Brasil para os Estados Unidos, Peru e Costa Rica. O Hotel Urbano, no entanto, diz que irá garantir o embarque de seus clientes.

A decisão foi obtida na 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A companhia aérea afirma que a agência de turismo ROD2, conhecida publicamente como Time Brazil, reservou as 1,7 mil passagens, mas não efetuou o pagamento de nenhuma delas.

As reservas saíam de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo com destino às cidades de Miami e Orlando, nos EUA, San José, na Costa Rica, e Lima, no Peru. Os voos fariam escala em Bogotá, na Colômbia, e estavam programados para sair a partir do dia 8 de março.

Segundo a Avianca, o canal de venda da maioria das passagens foi o Hotel Urbano, site de venda de passagens aéreas e hospedagens com três anos de operação. O Hotel Urbano entrou na Justiça para forçar a Avianca a embarcar os passageiros mesmo sem os pagamentos efetuados.

No comunicado, a Avianca afirma que a agência ROD2 não repassou os dados dos clientes afetados para que fossem alertados do cancelamento e pede que esses mesmos clientes entrem em contato com a agência para resolver a questão.

Procurado, o Hotel Urbano assegurou que está acompanhando a situação e que os clientes serão embarcados. Confira a nota da empresa na íntegra:

Aos clientes, colaboradores e ao mercado de turismo, o Hotel Urbano reitera que comprovou, inclusive judicialmente, que honrou todos os seus compromissos junto aos seus parceiros comerciais, inexistindo qualquer fatura ou pagamento em aberto.

Diante disso, o Hotel Urbano informa que está ao lado dos seus viajantes, prestando toda a assistência pertinente aos mesmos, e que irá seguir adotando as medidas legais possíveis e necessárias para assegurar os direitos dos seus consumidores.

Tendo por princípio oferecer sempre a melhor experiência não apenas de compra online, mas de viagem, aos nossos milhões de clientes, o Hotel Urbano reforça que os seus consumidores estão em primeiro lugar e nunca ficaram, nem ficarão, sem assistência.

É importante frisar que essa questão judicial não está prejudicando em nada os consumidores. O Hotel Urbano está acompanhando de perto cada embarque e pagando – pela segunda vez – todas as passagens relacionadas aos passageiros que a Avianca está deixando, de forma arbitrária, no chão. Todos os clientes foram e serão embarcados normalmente.


Panrotas

20/3/2015 12:29:00

Azul afirma que terá voos para Nova York no 2º semestre

Artur Luiz Andrade

Azul afirma que terá voos para Nova York no 2º semestre

A Azul reagiu a uma nota divulgada por uma agência de notícias, de que estaria adiando seu voo entre Campinas e Nova York, devido ao foco nas ligações com a Flórida. Seria a segunda perda para o Aeroporto de Viracopos, já que a American Airlines cancelou seus voos VCP-JFK, mantendo apenas as frequências para Miami, na Flórida.

Confira o posicionamento da Azul:

“Diferentemente do que foi publicado, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que não está adiando os voos para Nova York para atender a demanda da Flórida, nos Estados Unidos. A companhia ainda deve solicitar a autorização a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar voos para Nova York e mantém seus planos de iniciar suas operações na cidade a partir do segundo semestre desse ano.”


Panrotas

20/3/2015 14:17:00

Concessão de aeroportos pode ser retomada este ano

Karina Cedeño

A política de concessões somente será retomada após a reestruturação da Infraero (foto divulgação)

Será retomada este ano, pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, a política de concessões que delegou à iniciativa privada seis grandes aeroportos brasileiros.

Tal medida será tomada após a reestruturação da Infraero, que precisa se estabilizar financeiramente após a perda de 54% de sua receita, resultante das concessões de seis aeroportos – Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão, Confins e São Gonçalo do Amarante, que, juntos, movimentaram 97 milhões de passageiros em 2014.

Com as concessões, a empresa passou a administrar os 60 terminais sob sua responsabilidade, fazendo uso de 46% de receita que lhe restava. Juntos, os 60 aeroportos movimentaram 112 milhões de passageiros no ano passado, apenas 15 milhões a mais do que os seis concedidos.

Na visão do ministro Eliseu Padilha, a concessão de outros aeroportos administrados pela Infraero a operadores privados, neste momento, inviabilizaria a gestão dos terminais que se mantivessem sob sua gestão. “Precisamos fazer a reengenharia da empresa. Já discutimos com o Ministério do Planejamento e vamos submeter nossa proposta à decisão da presidente Dilma”, afirma o ministro, informando que devem ser criadas três subsidiárias: Infraero Serviços, Infraero Participações e Navegação Aérea.

PLANO DE REESTRUTURAÇÃO

Padilha também apresentou, na última terça-feira, (17) à diretoria da Infraero, o plano de reestruturação da empresa, esperando que, uma vez reestruturada, ela se reequilibre ainda este ano e, no máximo em dois anos, volte a ser lucrativa e readquira a capacidade de investimento de 2012, quando fechou o ano com R$ 4 bilhões de arrecadação.

O plano de reestruturação permitirá à Infraero privilegiar a operação aeroportuária, que ficará a cargo da Infraero Serviços, subsidiária que terá um sócio internacional no mercado externo. Assim que estiver reestruturada, nove aeroportos devem ser concedidos, mas o ministro só adianta os de Porto Alegre (Salgado Filho), Florianópolis (Hercílio Luz) e Salvador (Luiz Eduardo Magalhães).