O Estado de S. Paulo
Acidente aéreo mata dez pessoas no Uruguai
O Globo
No segundo dia de greve, pilotos da Lufthansa fazem paralisação em rotas longas
Com alta do dólar e viagens mais caras, Smiles prevê ano mais difícil para resgate de milhas
G1
MPF expede recomendação para que Patos de Minas regularize aeroporto
Valor Econômico
TAM recupera lucro operacional após 3 anos
Jornal do Tocantins
Azul não vai mais operar em Araguaína
Jornal do Comércio - RS
Concessão de aeroportos só sai após reforma na Infraero
Jornal de Hoje - RN
Governo capta voos internacionais para aquecer o turismo potiguar
Tribuna do Norte - RN
Gol entra com pedido para voo direto entre Natal e Buenos Aires
Engevix quer vender ‘fatia’ que detém em aeroportos
Portal O Dia - PI
Pista do aeroporto de SRN deve ser homologada em 60 dias
Diário de Pernambuco
Confira como foi a etapa Recife do campeonato mundial de aviãozinho de papel
Paraná-online
Aeroporto Internacional no RN passa a cobrar tarifa de embarque
Estado de Minas
Avião com deputado federal aborta pouso por ftitlea de luz em aeroporto de Minas
O Popular - GO
Folha Vitória
Aeroportos regionais não resolvem problema de infraestrutura no Estado, diz bancada
Jornal de Turismo
ANAC participa da Operação Amazônia Azul 2015
Empresas aéreas transportaram 9,3 milhões de pessoas em janeiro
Mercado&Eventos
Ryanair anuncia que ainda não vai voar para os Estados Unidos
SITA divulga soluções para aeroportos regionais na Airport Infra Expo
Korean Air e Aerolíneas Argentinas firmam acordo de codeshare
Panrotas
Gol terá voo direto de Natal a Ezeiza no 2º semestre
Azul terá voos extras para o Festival de Parintins (AM)
20 Março 2015 | 1h36
Acidente aéreo mata dez pessoas no Uruguai
Aeronave com destino à Argentina caiu logo após a decolagem em Punta Del Este; tripulantes eram, em sua maioria, argentinos
Um avião que partia do aeroporto de Punta del Este, no departamento de Maldonado, no Uruguai, com destino a San Fernando, na Argentina, caiu pouco após decolar com oito passageiros e dois tripulantes a bordo. Ninguém sobreviveu.
De acordo com a Força Aérea uruguaia, os pilotos e sete passageiros eram argentinos - entre eles, apenas um era mulher. Havia ainda uma portuguesa à bordo. Todos tinham entre 40 e 60 anos de idade.
O acidente com o bimotor modelo Beechcraft King Air 90 ocorreu por volta das 20h30 locais sobre a Laguna Del Sauce, um lago em frente o aeroporto, o que dificulta os trabalhos das equipes de resgate para a retirada dos corpos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a ftitlea de luminosidade e as condições do avião, que pegou fogo, dificultam os procedimentos. A força aérea uruguaia afirma que reforçou a segurança para as outras aeronaves que operam no aeroporto na madrugada desta sexta-feira.
19/03/2015 12:12
No segundo dia de greve, pilotos da Lufthansa fazem paralisação em rotas longas
Voos que partem do Brasil estão confirmados, já os que decolariam nesta noite para o país só sairão na sexta-feira
POR ANDREA FREITAS COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
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Aeronaves da Lufthansa pousadas no aeroporto de Munique |
FRANKFURT E RIO - Pilotos da Lufthansa iniciaram uma paralisação nos lucrativos voos de longa distância da companhia aérea nesta quinta-feira, o segundo de três dias de ação de greve, buscando pressionar a administração numa disputa acerca de benefícios de aposentadoria antecipada e esforços de corte de custos.
A Lufthansa cancelou 84 dos 153 voos de longa distância planejados para esta quinta-feira, afetando 18 mil passageiros, disse um porta-voz.
Os voos desta quinta-feira que saem de São Paulo para Frankfurt (LH 507) e Munique ( LH 505), além do que decola do Rio de Janeiro (LH 501), estão confirmados para o horário previsto, não tendo sido afetados pela greve, de acordo com a companhia aérea.
Já os voos que partiriam da Alemanha para o Brasil na noite desta quinta-feira estão atrasados. A previsão, segundo a Lufthansa, é de que eles decolem amanhã de Frankfurt para São Paulo (LH 506) às 8h30m e, para o Rio de Janeiro (LH 500), às 9h. O que sai de Munique (LH 504) partirá às 7h45m. Em caso de dúvida, os passageiros devem verificar o status de seu voo em www.LH.com.
A Lufthansa está tentando reduzir seus custos para níveis mais próximos dos de rivais. A companhia aérea está sendo pressionada pelas companhias aéreas de baixo custo Ryanair e easyJet em rotas europeias de curta distância e por companhias como a Turkish e a Emirates em voos longos.
Pilotos da unidade de voos de carga também estão em greve, mas a companhia alemã disse que foi capaz de executar todos os voos planejados usando pilotos voluntários ou titleerando um pouco os horários.
Na quarta-feita, o sindicato de pilotos Vereinigung Cockpit (VC) anunciou que estendeu a greve até sexta-feira, desta vez em voos de curta e média distâncias na marca homônima do grupo.
Nenhum dos lados mostra qualquer sinal de que vai ceder, e observadores da indústria dizem que a disputa tem potencial de durar muito tempo.
Os pilotos dizem que a Lufthansa está tentando corroer as qualidades que a transformaram numa companhia aérea global de sucesso.
A Lufthansa respondeu dizendo que os pilotos estão danificando uma reputação que precisou de anos para ser construída.
19/03/2015 11:28
Com alta do dólar e viagens mais caras, Smiles prevê ano mais difícil para resgate de milhas
Em 2014, o resgate subiu 9,4% na comparação com 2013, para R$ 33,6 bilhões
POR O GLOBO
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Aeronave da Gol decola no Santos Dumont |
RIO - A empresa de programa de fidelidade de clientes Smiles espera ano mais difícil para os resgates de milhas aéreas por conta da titlea do dólar e o consequente encarecimento das viagens ao exterior, disse à Reuters o presidente da companhia, Leonel Andrade.
O executivo prevê, no entanto, continuidade da titlea do acúmulo de milhas pelos mais de 10 milhões de participantes do programa de fidelidade da Gol, uma vez que o consumo via cartões de crédito deve continuar subindo, sob ritmo menor.
— Vai ser ano difícil no resgate. Com o dólar do jeito que está, as pessoas vão viajar menos, e usar menos milhas — disse Andrade. — Isso não é nenhum problema, na medida em que (as milhas) continuam entrando, as pessoas vão resgatar em algum momento — completou.
É somente no resgate que as milhas são contabilizadas como receita para a Smiles. Em 2014, o resgate de milhas da empresa subiu 9,4% na comparação com 2013, para R$ 33,6 bilhões, enquanto o acúmulo teve titlea de 7,4%, para R$ 41,7 bilhões. Já a receita líquida foi de R$ 808,1 milhões, crescimento de 40,9% ano contra ano.
Andrade não traçou projeções para 2015, mas declarou que a Smiles deve ter margens de lucro acima do mercado, ganhando espaço de concorrentes como a Multiplus, programa de fidelidade da companhia aérea TAM e líder do segmento.
— Nosso foco é rentabilidade. Quando fizemos o IPO, o projeto era ter “fair market share” em cinco anos — declarou, referindo-se a uma participação de mercado equivalente à dos concorrentes. A empresa realizou a oferta pública inicial de ações no fim de abril de 2013.
A estratégia da Smiles para crescer vai no sentido oposto à de concorrentes, privilegiando os resgates de passagens aéreas em detrimento do resgate de produtos e serviços.
— Ninguém manda milha para a Smiles para trocar por telefone, manda porque quer voar — declarou Andrade.
Atualmente, produtos e serviços representam menos de 3% do total de resgates da Smiles. Em concorrentes, essa porcentagem é superior a 10%, disse Andrade.
— O melhor valor percebido ainda é assento de avião — salientou.
Dessa forma, a empresa privilegia as parcerias com companhias aéreas, prevendo até o fim do ano fechar de dois a três novos contratos. Atualmente, a Smiles tem 12, entre os quais estão Delta, Air France, KLM, Qatar Airways, Aerolíneas Argentinas, Etihad, Alitalia e TAP. Em breve haverá parceria com Aeroméxico, Korean Air e Copa Airlines, enquanto também está finalizando tratativas com a Air Canada.
Outra frente estratégica é lançar novos produtos, na tentativa de repetir ações do passado que acabaram sendo copiadas por concorrentes, como o Smiles & Money, que permite ao cliente completar com dinheiro as milhas que ftitleam para resgatar as passagens. Lançado em 2013, esse produto responde hoje por 40% da emissão de tíquetes da Smiles.
Sobre os acordos com varejistas, o executivo declarou que o objetivo não é ter titleo volume de parceiros, mas apenas um líder de cada segmento. No ano passado, a Smiles fechou parceria com Cielo, FastShop, Magazine Luiza, Localiza, B2W, entre outros. Em 2015, assinou ainda acordo com Accor Hotels.
O relacionamento com os varejistas está agora fortalecido com a Netpoints, empresa de fidelidade voltada para o setor que recebeu aporte de R$ 25 milhões da Smiles no ano passado. O negócio foi aprovado em janeiro de 2014 pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
— As companhias aéreas são mais importantes para nós, mas o varejo é importante para criar engajamento. Quanto mais milha acumular, mais vai se engajar no programa — disse. — O foco são empresas que tenham algum alinhamento com o nosso core business, como é o caso da Localiza e Accor Hotel — completou.
Há ainda aposta em serviços “inusitados” ligados a viagens. No carnaval, a Smiles permitiu a compra de abadás em Salvador, cidade natal de Andrade, com o uso de milhas.
— Vamos fazer isso de novo no ano que vem.
Localizada em Alphavile, zona oeste da Grande São Paulo, a Smiles tem apenas 93 funcionários, enquanto seu faturamento bruto anual chega a mais de R$ 1 bilhão. Por ter pequena estrutura física, a empresa tem baixa necessidade de investimentos, distribuindo 100% do lucro em dividendos, declarou o executivo.
Andrade disse que, “no momento”, a Smiles não tem intenção de adquirir outras companhias.
— Fizemos redução de capital e agora vamos reconstruir caixa — afirmou.
A companhia promoveu em julho redução de capital social de R$ 1 bilhão por meio da restituição de R$ 8,17 por ação aos acionistas, sem titleeração do número de ações.
19/03/2015 19h37
MPF expede recomendação para que Patos de Minas regularize aeroporto
Recomendação veio após Azul suspender voos na cidade.
Prefeito se comprometeu a fazer adequações em dois meses.
Do G1 Triângulo Mineiro
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Aeroporto Patos de Minas conta apenas com voo para Campinas |
O Ministério Público Federal (MPF) expediu uma recomendação à Prefeitura de Patos de Minas, no titleo Paranaíba, para que em 60 dias regularize algumas pendências no aeroporto da cidade. A recomendação foi feita durante reunião marcada desde a semana passada pelo MPF. O prefeito Pedro Lucas Rodrigues se comprometeu em fazer as adequações.
Entre as sugestões do MPF está a instalação de sistema de brigada de incêndio e de um aparelho de raio-X. A recomendação veio depois que um representate da empresa aérea Azul informou que os voos diretos de Patos de Minas para Belo Horizonte foram suspensos. De acordo com a empresa, a medida foi adotada porque o aeroporto não tem as condições exigidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operações com a aeronave.
Ele informou também que se a adequação for feita, a empresa se compromete a estudar a viabilidade da retomada da linha direta. Atualmente não existem mais voos diretos entre as duas cidades e a única opção é uma viagem com escala e conexões em Campinas.
O tempo de voo total realizado atualmente na viagem aérea Patos de Minas-BH acaba sendo superior ao do deslocamento por via terrestre, que é de mais de cinco horas. A discrepância é maior ainda nos preços das passagens, muito mais caras do que as praticadas pela companhia aérea quando o voo era direto e diário.
Em pesquisa realizada no último dia 4 de março de passagens para o final do mês, com ida na sexta-feira e volta na segunda, o MPF encontrou na tarifa mais barata preços que variavam de R$ 1.877,17 (chegada/saída em/por Confins) a R$ 2.349,15 (chegada/saída no/do aeroporto da Pampulha).
Em nota ao G1, a Azul Linhas Aéreas informou que por conta de ajustes em sua malha aérea, deixou de operar o voo entre Patos de Minas e Belo Horizonte, passando a oferecer três frequências semanais para Campinas.
20/0312015 às 05h00
TAM recupera lucro operacional após 3 anos
Por João José Oliveira | De São Paulo
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Claudia Sender, da TAM diz que demanda terá que ser estimulada em 2015 |
A TAM faturou ano passado 6,g% mais que em 2013, somando receita de R$ 16,1 bilhões. Obteve lucro operacional pela primeira vez desde 2011, de R$ 33,6 milhões, ante perda de R$ 470,4 milhões em 2013. E virou o fluxo de caixa, gerando positivos RS 743 milhões em 2014, após ter queimado R$ 220 milhões no exercício anterior.
Mas a maior aérea do país não evitou o terceiro ano seguido de prejuízo na última linha do balanço. Perdeu RS 356,7 milhões em 2014, menos que o saldo negativo de 2013, de R$ 1,4 bilhão.
O prejuízo de 2014 é explicado pelo aumento de 31,6% nas despesas com vendas, de RS 2,5 bilhões. O presidente da ‘MM SÃ., Antonio Bologna, disse que a maior parte desse incremento de gastos foi despesa contábil, provocada pela transferência da frota de aviões da empresa para o balanço da controladora. Esse ajuste, que custou RS 470 milhões, foi encerrado em 2014.
Ao transferir a frota de aviões para o balanço da Latam, a TAM gastar para dar baixa de contratos de leasing, por exemplo. Mas ao fazer isso, conseguiu cortar a exposição que tem à variação cambial, de US$ 2,5 bilhões, no fim de 2013, para US$ 915 milhões. “Quando vemos que o dólar subiu 25% desde janeiro, fica claro a importância dessa estratégia”, aponta Bologna.
Sem esse efeito contábil, a TAM teria lucro operacional de RS 500 milhões e lucro liquido, diz o vice presidente de finanças e gestão da empresa, Daniel Levy. “A contribuição da TAM no balanço da Latam [controladora do grupo que inclui a LAN] foi positiva”.
De fato, no balanço da Latam, que não contabiliza como despesas da TAM a transferência de sua frota, a aérea brasileira aparece com lucro liquido de US$ 171,7 milhões em 2014, ante prejuízo de US$ 458,8 milhões, em 2013. Nesse mesmo balanço da holding, a participação brasileira nas receitas do grupo cresce de 43,1%, em 2013, para 44,3%, no ano passado.
“Apesar da Copa, que afetou a demanda desde maio, a TAM cresceu em 2014”, disse a presidente da TAM Linhas Aéreas, Claudia Sender. No ano passado, a empresa elevou em 2 pontos percentuais a taxa de ocupação nos voos, para 81,7%, transportando 33,5 milhões em 2014, ante 33,3 milhões em 2013.
A TAM conseguiu maior tráfego mesmo com uma capacidade reduzida em 1,4%. A companhia fechou 2014 como líder em passageiros-quilômetros transportados - RPK, indicador mais usado pela aviação comercial no mundo -, com 38,1% de mercado. Mas chegou a ser ultrapassada pela concorrente Gol, nos levantamentos mensais de dezembro e janeiro últimos.
A estratégia da TAM para segurar a liderança sem perder rentabilidade será a criação de demanda por meio de novas rotas, principalmente em mercados secundários ainda não atendidos pela companhia. Como exemplo dessa estratégia, Claudia cita Brasília, onde a empresa vai adicionar este ano nove novos destinos domésticos e dois internacionais, para elevar em 64% o número de rotas atendidas a partir da capital federal.
A TAM vai ainda lançar de quatro a seis novos destinos regionais por ano, usando inicialmente a frota atual de aeronaves Airbus A31g, mas que depois será incrementada por novos aviões. A empresa negocia com fabricantes, como a Embraer, a encomenda de jatos para operar nesse segmento de mercado.
Para 2015, o grupo Latam planeja elevar a oferta de 4% a 6% nas rotas internacionais e nos mercados de língua espanhola. Mas no mercado brasileiro, a capacidade ficará estável.
“Vamos precisar estimular a demanda. Mas ainda é cedo para dizer se isso será feito com mais promoções e tarifas”, disse Claudia Sender, que a partir de 10 de abril passa a acumular as presidências da TAM Linhas Aéreas e da TAM S.A. Bologna passará a se dedicar ao conselho do grupo.
20 de março de 2015 (sexta-feira)
Azul não vai mais operar em Araguaína
Empresa está ajustando malha aérea; turismo espera queda nas vendas
Gláucia Mendes - Araguaína - Correspondente
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Gláucia Mendes
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Araguaína, no Norte do Estado, vai perder alguns de seus principais voos comerciais. A partir do dia 10 de maio a Azul Linhas Aéreas Brasileiras não vai mais operar no aeroporto da cidade.
Para quem trabalha no setor de turismo, a novidade preocupa. A expectativa de algumas agências de viagens de Araguaína é de que as vendas caiam cerca de 20% agora que a Azul não deve mais operar na região. A previsão das agências é de que os preços das passagens sejam reajustados, uma vez que apenas duas empresas estarão em operação na região.
A agente de viagem Bruna Machado, que trabalha em uma das agências da cidade, disse que será uma perda muito grande já que 50% dos clientes preferem viajar com esta companhia aérea. “A maioria dos passageiros optavam pela Azul por causa da comodidade, visto que os aviões eram de 68 assentos. O impacto será grande”, concluiu.
PASSAGEM
O passageiro que tentar comprar passagem após esta data, não terá o serviço disponibilizado no site da empresa.
A empresa operava na cidade com voos diários - de ida e volta - para Palmas, Brasília (DF) e Marabá (PA). A reportagem do Jornal do Tocantins simulou a compra de uma passagem e constatou que os voos já estão indisponíveis.
O administrador do aeroporto de Araguaína, José Pontes Júnior, disse que ainda não recebeu nenhuma notificação oficial. Com a saída da Azul, o aeroporto vai contar apenas com voos das empresas Sete Linhas Aéreas e Passaredo.
Ainda conforme a direção, a partir de abril os voos da Sete Linhas Aéreas, que eram apenas às segundas, quartas e sextas-feiras passam a ser diários. Dessa forma, o aeroporto de Araguaína - por onde passam cerca de 6 mil pessoas ao mês - deve disponibilizar, ao todo, dez rotas (destinos) com voos diários.
COMUNICADO
Por meio de nota, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que não foi informada da decisão e que não há registros de nenhuma solicitação de exclusão dos voos nesta região.
Também através de nota, a Azul explicou que está realizando ajuste à malha aérea e por esse motivo deve deixar de operar nesta rota. “Os clientes que compraram a passagem para viajar depois de 10 de maio, terão o reembolso integral do valor gasto”, explica a nota, que traz ainda o endereço do site da companhia (www.voeazul.com.br) para mais informações.
Aeroporto deve ser terceirizado
Com um fluxo mensal de 6 mil passageiros entre embarque e desembarque, o Aeroporto de Araguaína, Norte do Estado, que era administrado pela gestão municipal deve ser terceirizado.
A informação é da prefeitura, que anunciou para o próximo dia 6 de abril, a publicação do Edital de Licitação 002/2015, para contratação de uma empresa especializada no setor.
De acordo com o município, a empresa que vencer a licitação deve realizar serviços de manutenção, operação e administração do aeroporto. Trabalhos de infraestrutura só serão realizados mediante autorização da prefeitura.
Ainda conforme informações da prefeitura, deve haver mudanças no terminal de embarque, desembarque e na localização dos hangares, início da duplicação da avenida de acesso ao terminal, ampliação do estacionamento e implantação de terminais de carga.
20/03/2015
Concessão de aeroportos só sai após reforma na Infraero
Privatizar terminais inviabilizaria gestão dos que seguem públicos
| jonathan heckler/jc
Salgado Filho é um dos terminais que deve ser passado para a iniciativa privada, afirmou Padilha |
A Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República retomará, este ano, a política de concessões que transferiu a operação de seis grandes aeroportos brasileiros à iniciativa privada. Mas só o fará após a reestruturação da Infraero. O ministro Eliseu Padilha afirma que conceder outros aeroportos administrados pela empresa a operadores privados, neste momento, inviabilizaria a gestão dos terminais que se mantivessem sob sua gestão.
Algumas medidas, a reestruturação e a retomada das concessões, só serão adotadas após decisão da presidente Dilma Rousseff. Segundo Padilha, a Infraero não pode mais perder receita. Pelo contrário, precisa reequilibrar-se financeiramente. O ministro pretende reestruturar a empresa este ano. As concessões podem ser retomadas durante ou em seguida à reestruturação. Nove aeroportos devem ser concedidos, mas o ministro só adianta os de Porto Alegre (Salgado Filho), Florianópolis (Hercílio Luz) e Salvador (Luiz Eduardo Magalhães).
"Precisamos fazer a reengenharia da empresa. Já discutimos com o Ministério do Planejamento e vamos submeter nossa proposta à decisão da presidenta", afirma o ministro, informando que devem ser criadas três subsidiárias: Infraero Serviços, Infraero Participações e Navegação Aérea. O ministro também apresentou, no dia 17, à diretoria da Infraero, o plano de reestruturação da empresa.
A empresa perdeu 54% de sua receita após as concessões de seis aeroportos - Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ), Confins (MG) e São Gonçalo do Amarante (RN). Juntos, os seis movimentaram 97 milhões de passageiros em 2014. Assim, a Infraero passou a administrar os 60 terminais sob sua responsabilidade com os 46% de receita que lhe restaram. Juntos, esses 60 aeroportos movimentaram 112 milhões de passageiros no ano passado, só 15 milhões a mais do que os seis concedidos.
Padilha espera que, uma vez reestruturada, a empresa se reequilibre ainda este ano e, no máximo em dois anos, volte a ser lucrativa e readquira a capacidade de investimento de 2012, quando fechou o ano com R$ 4 bilhões de arrecadação. Desde então, precisa de socorro financeiro do governo federal para investimentos, embora custeie a si própria. O ministro acredita que a empresa conseguirá reaver a capacidade de investimento anterior às concessões.
Ao mesmo tempo em que suas receitas despencaram, a empresa conseguiu, a partir de 2012, aumentar a receita comercial em 27% e reduzir a despesa operacional em R$ 30 milhões por mês. Mas nem esse esforço foi capaz de levá-la de volta ao equilíbrio orçamentário dos anos anteriores às concessões de terminais.
Para se reorganizar diante desse novo cenário, a Infraero passará por uma reestruturação cujo principal objetivo é permitir à empresa privilegiar o seu negócio fim: a operação aeroportuária, que ficará a cargo da Infraero Serviços. Essa subsidiária terá um sócio internacional, também uma operadora, só que no mercado externo. A SAC já fez um processo de seleção. Restaram dois concorrentes. A Infraero terá 51%, e o sócio estrangeiro, 49%. A empresa terá como objetivo a busca de novos negócios nos mercados doméstico e internacional.
Já a Infraero Participações funcionará como uma poupança. Padilha informa que, a partir de 2018, a empresa, que em um primeiro momento foi indutora dos investimentos em concessões, vai colher dividendos de sua participação - 49% em cinco dos seis aeroportos, fora São Gonçalo do Amarante, 100% concedido.
A terceira subsidiária será a Navegação Aérea. A ideia é separar a navegação do todo e permitir que a Infraero Serviços possa concentrar seu foco na gestão dos aeroportos.
19/03/2015 às 13h48
Governo capta voos internacionais para aquecer o turismo potiguar
Itália, Suécia, Alemanha, França, Portugal e Espanha estão entre as articulações iniciadas pelo Estado
por: Portal JH
Carolina Souza
Após dez anos sem estimular ativamente as atividades do turismo internacional, o Rio Grande do Norte começará a investir pesado nas ações de divulgação e promoção do Estado fora do Brasil. É o que garante o secretário estadual de Turismo (Setur), Ruy Gaspar. Sem mencionar qual será o investimento do RN para as ações promocionais, o titular da Setur garante que as articulações com grandes empresas operadoras de voo charter já estão acontecendo e, em breve, alguns países começarão a anunciar voos direto para Natal.
Operadores da Itália, Suécia, Alemanha, França, Portugal e Espanha já receberam contato do Governo do RN. Apesar de o otimismo ser grande quanto à retomada desse mercado, Ruy explicou que o mercado internacional tem uma resposta mais lenta às ações do que o nacional.
“Tudo o que está sendo articulado agora, se vier a dar certo, só terá um resultado prático em um ou dois anos. Isso porque o turismo internacional precisa de ações fortes e à longo prazo para atrair o mercado existente. É totalmente diferente do que acontece com o turismo nacional. Mas estamos muito otimistas e devemos confirmar novidades em breve”, afirmou a O JORNAL DE HOJE.
De acordo com o secretário, um voo charter da Suécia com parada em Natal já está confirmado e pode ser operado em novembro deste ano. “Para isso acontecer, eu comecei a me articular no ano passado, quando fui convidado a assumir a pasta de Turismo pelo governador. Vou me reunir hoje com Peter Wetterstrand, da operadora Apolo, na Suécia, e fechar alguns detalhes”, comentou.
Outro voo charter que deverá ser confirmado nos próximos meses é um que virá através da operadora Air Italy, que já faz o destino Milão – Fortaleza/CE. “Solicitamos incluir Natal no roteiro desse voo e a empresa nos pediu uma proposta de promoção do Estado. Em quinze dias estarei apresentando essa proposta. A ideia é que o voo faça o destino Milão – Fortaleza – Natal – Milão”, esclareceu o secretário.
Questionado sobre qual seria a maior dificuldade para retomar as ações de promoção no turismo internacional, Ruy Gaspar foi direto: “o tempo que passamos sem fazer absolutamente nada”. “O nosso turismo tem vivido anos difíceis ultimamente. Um setor da economia tão importante, que movimenta mais de 50 segmentos, tem sido deixado de lado pelos governantes. A divulgação do RN no exterior, nos últimos anos, foi praticamente inexistente”, declarou.
“Os estados do Nordeste estão fortalecendo cada vez mais esse mercado, apostando no crescimento e no desenvolvimento do turismo internacional. O que me chamou atenção é que os governantes do RN não estavam preocupados com isso. Agora é diferente. O governador Robinson Faria está dando importância a esse assunto, nos permitindo resgatar essa perda”, contou o secretário.
Ainda de acordo com Ruy Gaspar, a parada de um único voo charter em Natal chega a injetar na economia do Estado cerca de U$ 4 milhões. “É muito dinheiro sendo movimentado na cidade. Nós temos potencial para atrair muito mais e estamos trabalhando para isso”, afirmou.
2015-03-19 17:59:00
Gol entra com pedido para voo direto entre Natal e Buenos Aires
A Gol Linhas Aéreas entrou com pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para operar um voo direto para Buenos Aires, na Argentina. A primeira rota direta para o país deverá entrar em operação no segundo semestre, com voos semanais.
Este é o primeiro pedido para voo internacional direto após o Governo do Estado reduzir a alíquota do ICMS para querosene do avião. "Nosso otimismo em relação ao incentivo tributário do Governo se reflete neste pedido da Gol realizado ontem. Este foi o primeiro passo para a ampliação da malha aérea em Natal e, consequentemente, o incremento de novos investimentos que garantam o desenvolvimento para o Estado como um todo, não apenas para o Aeroporto", comemora o presidente do Consórcio Inframérica, Alysson Paolinelli.
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Júnior Santos
Voo para a Argentina deve entrar em operação no segundo semestre |
Para Paolinelli, esta iniciativa reforça o propósito do Consórcio Inframérica em não medir esforços para transformar Natal em hub para voos domésticos e internacionais do país.
Em janeiro deste ano, o Consórcio registrou recorde histórico de movimentação de passageiros, computando o movimento de 306.898 pessoas no Aeroporto de Natal, entre voos nacionais e internacionais. O número é cerca de 20,7% maior do que o mesmo período do ano passado.
"A criação de um voo direto entre Natal e Buenos Aires vai de acordo com a nossa estratégia de reforçar e ampliar a presença internacional da GOL, principalmente em destinos da América Latina, Caribe e Estados Unidos", afirma Claudio Borges, diretor de Planejamento de Malha da GOL. “Assim que aprovada, a nova frequência será o terceiro destino do Nordeste a ter voos diretos para Buenos Aires, que já conta com voos saindo de Fortaleza e Salvador”, finaliza o executivo.
Os clientes poderão optar pelas Classes Comfort ou Econômica e durante a viagem será oferecido gratuitamente o serviço de bordo com refeições quentes, sanduíches, bebidas frias e bebidas quentes, tradicionalmente oferecido nos voos internacionais da GOL de longa duração.
Tribuna do Norte - RN
2015-03-20 00:00:00
Engevix quer vender ‘fatia’ que detém em aeroportos
Sara Vasconcelos
Repórter*
Após ser citada na Operação Lava Jato e ver as receitas despencarem, a construtora Engevix afirmou ter colocado à venda as participações que detém no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, e no aeroporto de Brasília. A informação foi confirmada pelo presidente do Conselho de administração da empresa, Cristiano Kok, em entrevista publicada na Folha de São Paulo, ontem (19).
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Rayane Mainara
Aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante (RN): Engevix opera aeroporto em conjunto com grupo argentino |
Contudo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse à TRIBUNA DO NORTE não ter recebido, até ontem, solicitação de venda ou transferência de participação da Engevix, e nem por parte de outras empresas que compõem as concessionárias no RN e em Brasília.
A Engevix é uma das empresas que compõem o Consórcio Inframérica, que arrematou a concessão para construção e exploração do aeroporto do RN em 28 anos. A construtora detém 50% de participação no negócio. A outra integrante do consórcio é a Corporación América, da Argentina.
“Vendemos nossa empresa de energia e colocamos à venda nossas participações nos aeroportos de Brasília e Natal, e o estaleiro no Sul. Se tudo der certo, vamos encolher, mas continuar vivos”, disse Kok à Folha. O faturamento da Engevix, que em 2014 foi de R$ 3 bilhões, deve cair para R$ 1 bilhão.
Procurada pela TRIBUNA DO NORTE, a Engevix limitou-se a responder, por meio da assessoria de imprensa, que após a venda da Desenvix a situação da Engevix é mais confortável e a venda de outros ativos, como os aeroportos, é algo secundário. “Eles estão sendo sondados pelo mercado, mas não há nenhuma decisão sobre o assunto”, disse, por meio da assessoria.
O Consórcio não detalhou como ficará o controle, no caso da saída de um dos sócios, e as possíveis mudanças em relação a prazos estabelecidos no contrato de concessão, nem sobre os valores pretendidos com a venda. Com a capacidade de investimento reduzida, não há informação de como ficam os planos de investimentos futuros previstos para os próximos 20 anos, tampouco quanto já foi investido.
A empreiteira tem dívida superior a R$ 1,5 bilhão com bancos e fornecedores. Na mesma entrevista, o empresário confirma o pagamento de propina ao doleiro Alberto Youssef, no valor de R$ 10 milhões. A empresa está sendo processada por improbidade administrativa e, se condenada, poderá pagar indenização de R$ 358 milhões, requerida pelo Ministério Público.
Trâmite
O contrato de concessão para operacionalização do aeroporto estabelece que qualquer transferência de controle da concessionária precisa de anuência prévia da Anac. O trâmite envolve o recebimento da solicitação, a análise e avaliação do pedido, a partir do contrato de concessão e também do edital do leilão. Um novo leilão, nesse caso, não seria necessário.
Caso a venda seja realizada, não há sanção de multa a Engevix desde que tenha o aval da Anac, informou a Agência. As obrigações contratuais, entretanto, devem ser integralmente cumpridas pelo possível comprador, para assegurar que os passageiros não sofram impactos da mudança de controle.
O aeroporto Governador Aluízio Alves foi o primeiro do país concedido à iniciativa privada. O leilão foi realizado em 2011 e entregou ao consórcio a responsabilidade de construção parcial, manutenção e exploração do aeroporto, por 28 anos.
Mudança não teria efeito negativo, diz Turismo
O secretário estadual de Turismo e também presidente de Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio Grande do Norte, Ruy Gaspar, não acredita que a venda da participação da Engevix no Consórcio traga impacto negativo para a atividade turística e nem para as operações do Aeroporto. O diretor da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio RN, George Gosson, também considera que o setor não seria afetado com a possível saída da Engevix. “ O importante é que o sócio que tem a expertise de aeroportos, que é a argentina Corporacion America, se manterá. Eu não tenho dúvida que haverá outros interessados a serem sócios”, disse ele, ontem.
O Aeroporto Governador Aluizio Alves começou a funcionar no dia 31 de maio de 2014, em São Gonçalo do Amarante. Na mesma data, o Augusto Severo, que atendia a demanda do estado, deixou de receber voos comerciais.
Uma audiência pública para discutir soluções e opções para o melhor aproveitamento dos dois aeroportos será realizada hoje, na Assembleia Legislativa. Em Parnamirim, sede do Augusto Severo, será possível acompanhar a sessão no plenário da Câmara de Vereadores, por meio de sistema de videoconferência.
Proposto pelo deputado e ex-vereador de Parnamirim, Carlos Augusto Maia (PTdoB), o debate será em torno de aspectos técnicos, econômicos, legais, ambientais e sociais do uso dos aeroportos. A Fecomércio irá apresentar também uma proposta de utilização do Augusto Severo, como um novo Centro de Convenções para a Grande Natal.
*Colaborou Aura Mazda
19/03/2015 13:35
Pista do aeroporto de SRN deve ser homologada em 60 dias
Secretário visitou o local ao lado da arqueóloga Niède Guidon.
A arqueóloga Niède Guidon esteve na manhã desta quinta-feira (19) visitando as obras do Aeroporto Internacional Serra da Capivara, juntamente com o secretário dos Transportes (Setrans), Guilhermano Pires. O aeroporto já se encontra com suas obras finalizadas, mas restam ainda alguns reparos para que a pista seja homologada.
Fotos: Marcelo Cardoso/CCOM

Construído na zona rural do município de São Raimundo Nonato, região Sudeste do Piauí e distante 525 quilômetros da capital, o aeroporto irá garantir o mínimo de 5 milhões de turistas por ano na Serra da Capivara, que é um patrimônio da humanidade.
No mês de janeiro, a arqueóloga se reuniu com o o governador Wellington Dias (PT) e alertou que se o aeroporto não for concluído, ela irá perder um financiamento de R$ 3 milhões que já foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção do Museu da Natureza, no município de Coronel José Dias.
Segundo o secretário Guilhermano Pires, o ideal é partir primeiro para a homologação da pista, pois em visita da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foram apontadas algumas falhas na pista e no entorno e, por isso, o aeroporto ainda não está em funcionamento. “Esses problemas já estão sendo regularizados mediante uma licitação em andamento na Setrans. Assim que as falhas forem corrigidas, nós solicitaremos uma nova visita da Anac para que a pista do aeroporto seja homologada”, diz o secretário. Ainda de acordo com ele, a homologação deve ocorrer em torno de 30 a 60 dias.
Na casa de passageiros ainda ftitlea instalar o corrimão das escadas e a esteira. O aeroporto, que tem formato de Capivara e já tem toda a parte estrutural pronta, hidráulica e elétrica, incluindo elevadores, revestimento no piso, forro, vidros, portas, lanchonete, equipamentos contra incêndios, entre outras áreas, será um dos maiores aeroportos regionais do Brasil.
Fonte: CCOM
19/03/2015 15:12
Confira como foi a etapa Recife do campeonato mundial de aviãozinho de papel
Competição teve uma etapa realizada na Universidade Católica de Pernambuco
Henrique Souza - Pernambuco.com
Brincadeira de criança vira esporte com regras e campeonatos organizados. |
Você certamente já arremessou um aviãozinho de papel na infância. Mas para algumas pessoas, a brincadeira de criança vira coisa séria e se torna esporte de verdade. É o Paper Wings, que conta com regras muito bem definidas e competições realizadas em diversos países. A entidade responsável pela modalidade é a Paper Aircraft Association (PAA), fundada em 1989 pelo inglês Andy Chipling. O maior dos eventos, organizado pela Red Bull, acontece no mundo todo e tem várias etapas. O Red Bull Paper Wings, considerado o campeonato mundial de aviões de papel, é realizado desde 2006 e acontece a cada 3 anos. Nesta edição são 67 países participantes e mais de 300 seletivas ao redor do mundo.
Esta é a quarta vez que o Brasil recebe a competição. Na quinta-feira (19), foi a vez de Recife sediar uma etapa qualificatória do Red Bull Paper Wings. O evento aconteceu na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Interessados puderam fazer suas inscrições até 30 minutos antes do campeonato começar.
O estudante de arquitetura Pammelo Pablo competiu pela primeira vez nesse ano. “É uma brincadeira que estou levando a sério. Quero ganhar.”, diz. Também estreante, a estudante de fisioterapia Ariana Alves resolveu competir ao observar a movimentação. “Eu estava passando e decidi participar. Já joguei muitos aviões de papel quando era criança, mas nunca foi para valer”, afirma.
O avião é construído na hora da competição com papel fornecido pela organização. O torneio sempre ocorre em lugar fechado e sem correntes de ar e cada participante tem direito a duas tentativas por categoria. Os resultados são medidos por uma fita métrica padronizada e com dispositivo a laser e um cronômetro, respectivamente. O Brasil é uma das potências no esporte. Na categoria Tempo de voo, o país é bicampeão mundial, ganhando as edições de 2006 e 2009.
O pernambucano Luan Góes, último campeão nacional na categoria, falou da sua trajetória. “É uma experiência sensacional, tive a oportunidade de ir para a Áustria disputar a final mundial do campeonato. Esse ano não posso mais competir, mas vim para dar apoio ao pessoal e torcer para que o novo campeão brasileiro saia de Pernambuco”, conta.
Os estudantes puderam se inscrever para duas categorias: tempo de voo e distância. O vencedor na categoria distância foi o estudante de direito Kaio Carneiro. “A sensação é fantástica, não sabia que existia essa modalidade até 3 horas atrás. Quero ganhar o nacional e ir para a Áustria”, comemora. Na categoria tempo de voo, o ganhador foi o também estudante de direito Mateus Ribeiro. “Estou muito feliz, participar da competição foi uma maneira de quebrar a rotina. Vou treinar bastante até a etapa nacional”, promete.
20/03/2015 - 08h48
Aeroporto Internacional no RN passa a cobrar tarifa de embarque
ESTADÃO conteúdo
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a cobrança da tarifa de embarque no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. A decisão, que está publicada no Diário Oficial da União (DOU), não especifica valores e refere-se "à concessão dos serviços públicos para a construção parcial, manutenção e exploração" do terminal. "A autorização fica condicionada à validação do nível de proteção contra incêndio existente - NPCE 9", diz o texto.
O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é concedido ao Consórcio Inframerica e começou a operar em maio do ano passado. Com capacidade para 6 milhões de passageiros por ano, o novo terminal possui 42 mil metros quadrados e terá, ao longo dos 28 anos de concessão, um investimento total estimado em R$ 650 milhões.
19/03/2015 22:41
Avião com deputado federal aborta pouso por ftitlea de luz em aeroporto de Minas
Reginaldo Lopes (PT) ia de Brasília para Almenara e deveria chegar ao destino antes do pôr do sol, mas voo atrasou. Sem condições de pouso, pilotos seguiram para BH
Valquiria Lopes , João Henrique do Vale
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Deputado seguia para Almenara, onde receberia título de cidadão honorário |
Um avião em que viajava o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) teve que abortar o pouso no Aeroporto Cirilo Queróz, em Almenara, no Vale do Jequitinhonha, por causa da ftitlea de energia elétrica na pista. A aeronave havia decolado de Brasília, por volta de 16h, e chegaria ainda durante o dia na cidade do interior de Minas. No entanto, devido à chuva no meio do caminho, teve que mudar a rota e ultrapassou o horário do pôr do sol. De acordo com o deputado, ele iria até Almenara para receber um título de cidadão honorário e estaria voando apenas com os dois pilotos. Carros de pessoas que esperavam o deputado para a homenagem chegaram a ser estacionados próximo à pista para tentar iluminar o local com faróis. Porém, o piloto desistiu de descer e foi para Belo Horizonte.
“Como eu já pousei lá outras vezes, sabia que o aeroporto não tinha iluminação na pista. Mas, não fosse o desvio da rota por causa da chuva, teríamos chegando ainda com luz, o que não ocorreu. Evidentemente não desceria sem segurança e, por isso, decidimos seguir para Belo Horizonte”, afirmou Reginaldo Lopes. Ainda segundo o deputado, a torre de comando do aeroporto chegou a autorizar o pouso, casa houvesse emergência, mas não havia.
De acordo com o soldado Walace Franca, da Polícia Militar (PM), a corporação chegou a ser acionada. “Quando chegamos ao local, a aeronave já estava sobrevoando a área do aeroporto. O piloto tentou pousar, mas não conseguiu por causa da ftitlea de iluminação. Eles não avisaram que iriam chegar, pois se tivessem avisado, teríamos tentado fazer um sistema uma iluminação previamente”, comentou.
Segundo o soldado, o aeroporto só receber voos durante a tarde. “O aeroporto não tem condições de operar durante a noite. Lá é de excelente porte, mas está há vários anos sem iluminação. Até passou por reformas há pouco tempo”, disse o soldado. A Infraero no Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, informou que uma aeronave vindo de Almenara pousou no terminal às 21h05.
20/03/2015 05:05
O céu agora é dos drones
Cristiane Lima
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sebastião nogueira
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O uso de drones no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é avaliado pela Prefeitura de Goiânia. Assim como já é realizado em cidades do interior de São Paulo, a intenção é identificar possíveis criadouros de maneira rápida, especialmente em locais de difícil acesso. Esse tipo de aeronave não tripulada vem ganhando espaço no mercado com prestação de serviços diversos, antes sequer imaginados, como nesse caso do combate ao mosquito. Mas apesar do crescimento do setor, ainda não há regulamentação.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que uma autorização precisa ser concedida antes de colocar o equipamento no ar. Mas ainda não há fiscalização. E o manuseio por pessoas inabilitadas pode trazer riscos. Os equipamentos podem ter pesos variados. Existem drones usados apenas para o lazer, como aeromodelo, que pesam menos de 500 gramas. Mas equipamentos profissionais podem pesar mais de 2 quilos.
Empresário do ramo, o designer Felipe Pereira Silva, de 32 anos, afirma que existem modelos “inteligentes” que percebem a situação em que se encontram e se adaptam. “Tem uma pessoa controlando, guiando. Mas se o equipamento estiver com pouca bateria, por exemplo, ele avisa e retorna. Se estiver em queda livre, aciona hélices para subir. Assim como, quando percebe resistência de objetos ou do solo, interrompe o movimento das hélices”. Esses equipamentos são mais caros.
Entre os riscos do uso de equipamento sem esse tipo de tecnologia e quando manuseado por pessoas sem habilidade, está o sobrevoo em áreas habitadas. Os drones podem machucar. Em alguns aparelhos, as hélices são protegidas, mas a queda pode danificar telhados. Mas pela ftitlea de regulação não há meios de monitorar quando e onde os aparelhos são usados. A Anac informou que não há restrição para a aquisição mas, para operá-lo, é necessária autorização específica.
Silva atua em diversos segmentos. Desde que passou a prestar serviços com drones, a demanda tem só aumentado. “Custo baixo e bons resultados. Acredito que essa é a principal característica para justificar a ampliação do mercado”. Mas, na opinião do designer, ainda há muitos campos a serem explorados e a regulamentação será necessária. “Minha empresa se dedica essencialmente a esse ramo e temos pessoas especializadas para manusear equipamentos. Mas nem sempre é assim”, afirma.
Autorização
O procedimento para que uma aeronave receba o Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave) segue Instrução Suplementar da Anac. Mas, segundo a assessoria de imprensa da agência, esse certificado permite apenas operações experimentais sobre áreas não densamente povoadas – não permite operações com fins lucrativos nem operações em áreas urbanas. E a autorização da Anac é condição necessária, porém, não suficiente para a operação de sistemas de aeronaves civis remotamente pilotadas no Brasil.
Segundo a Anac, também é necessário obter autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). As competências da Anac e do Decea são complementares, portanto, ambas as autorizações são necessárias para a operação de aeronaves civis remotamente pilotadas. A empresa ou cidadão que tiver interesse em operar um drone deve entrar em contato com a Anac. Os casos são analisados individualmente. Apenas o uso recreativo é liberado, com restrição de titleitude e distância – pode chegar, no máximo, a oito quilômetros de qualquer aeroporto. Mas a ftitlea de regra não evita que os drones cheguem perto da rota dos aviões.
Segundo a agência, a utilização de uma aeronave sem autorização está sujeita às penalidades previstas na Lei 7.565/86. O infrator estará ainda sujeito a ações de responsabilidade civil e penal. Propostas para regulamentar a operação de aeronaves não tripuladas estão sendo analisadas. Até lá, a Anac avaliará caso a caso os requerimentos para esse tipo de operação. Hoje, as empresas precisam de uma autorização especial pra colocar os drones no ar.
Regras
As regras que estão sendo analisadas pela Anac são parecidas com o que já vale para aeromodelos. O peso do drone não poderá, por exemplo, ultrapassar 25 quilos. A titleitude limite deverá ser de 150 metros e a velocidade máxima que deve ser permitida será de 160 quilômetros por hora. Voar, só durante o dia. O piloto não vai pode perder o equipamento de vista nem fazer com que ele sobrevoe pessoas, a menos que estejam envolvidas na operação. E vai ter de fazer um teste, registrar o drone e pagar uma taxa. Essas regras ainda passarão por consulta pública.
Para reunir pessoas que usam drones para lazer ou trabalho, foi criada a Associação Brasileira de Multirrotores (ABM). Apesar de não ser oficial, reúne mais de duas centenas de profissionais da área. Presidente da ABM, Flávio Fachel destaca que a criação da ABM se deu para tentar cobrar da Anac a definição de regras para o manuseio. Hoje, em caso de acidentes com o equipamento, apenas a Polícia Civil é acionada. A intenção é cobrar mais rigor com quem usa, cadastrar aparelhos e monitorar possíveis acidentes.
19/03/2015 às 19h22
Aeroportos regionais não resolvem problema de infraestrutura no Estado, diz bancada
Deputados capixabas analisam a possibilidade de investimento nos aeroportos regionais e afirmam que o Espírito Santo permaneceria com problemas de infraestrutura para o desenvolvimento
Mônica Santos
Redação Folha Vitória
Novela do Aeroporto de Vitória continua. Desta vez, o secretário do Tesouro Nacional foi quem deu a má notícia
Foto: ?TV Vitória
Embora a Secretaria Nacional de Aviação Civil tenha um projeto de investimentos em quatro aeroportos regionais no Espírito Santo, a prioridade para o desenvolvimento econômico é a retomada das obras do Aeroporto Eurico Salles. A análise foi feita nesta quinta-feira (19) por parlamentares que participaram da reunião da bancada capixaba com o ministro Eliseu Padilha.
Pelo Programa de Aviação Regional, a Secretaria Nacional de Aviação Civil irá investir R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais espalhados pelo País. |
A previsão de investimento nos aeroportos de São Mateus, Colatina, Linhares e Cachoeiro de Itapemirim não atenderá a demanda de desenvolvimento do Espírito Santo, segundo análise de parlamentares capixabas.
“O investimento nesses aeroportos é apenas ‘perfumaria’. Não contemplaria a demanda de infraestrutura do Estado. Economistas analisam a situação econômica do país e dizem: ‘feliz 2017! Porque 2015 e 2016 são anos perdidos’. Este é o panorama”, alertou o deputado Max Filho.
Da mesma forma, o deputado Sérgio Vidigal (PDT) não tem boas expectativas em relação aos aeroportos regionais. “Discutir sobre aeroportos regionais é um equívoco. Sugeri um aeroporto de cargas que precisaria de um investimento em torno de R$ 400 milhões para ser concluído. Um valor abaixo do que necessita para a conclusão do Aeroporto de Vitória, que é de R$ 600 milhões. E ainda existe a possibilidade de realizar Parceria Público Privada”, disse o parlamentar.
A informação de que a Infraero terá zero de investimento foi dada pelo secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive. “O ministro Padilha transmitiu o diálogo entre o presidente do Conselho de Administração da Infraero e do secretário do Tesouro Nacional comunicando que o volume de recursos para investimento em 2015 é zero. Transmitiu de viva voz. O ministro Padilha nos disse que vai trabalhar a possibilidade de incluir o Espírito Santo no pacote de privatizações, junto com Porto Alegre, Florianópolis e Salvador. Disse que tentaria incluir Vitória e Fortaleza”, relatou o deputado Max Filho.
Na opinião de Vidigal, debater sobre a privatização do aeroporto não vai ser proveitoso. “Não sou contra a concessão, mas o Eurico Salles não vai interessar. Imagine. Vão ter que investir R$ 600 milhões para terminar. Ao mesmo tempo tem aeroportos que receberam obras para a Copa, como foi o caso de Salvador. Ficará mais fácil achar quem queira o aeroporto de lá. É preciso que se busque primeiro a conclusão do Eurico Salles. Depois que concluírem as obras que se faça a concessão. Um bom exemplo é o da concessão da BR-101, que tem um tráfego que interessou a concessionário. Já a BR-262, ninguém quis”, exemplificou Vidigal.
Na reunião da bancada capixaba com o ministro Eliseu Padilha, realizada na última quarta-feira (18), um dia depois da aprovação da peça orçamentária da União, a senadora Rose de Freitas (PMDB) entregou um documento com a assinaturas dos deputados Sérgio Vidigal (PDT); Helder Salomão (PT); Jorge Silva (Pros); Max Filho (PSDB); Paulo Foletto (PSB); e Marcus Vicente (PP).
No documento, a bancada reivindicou a ordem de serviço para reiniciar as obras do Aeroporto de Vitória.
19 Março 2015 16:00
ANAC participa da Operação Amazônia Azul 2015
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) está participando da Operação Amazônia Azul 2015 para fiscalizar aeronaves e contribuir para a segurança de voo. A Operação começou no dia 02 de março e se estenderá até o próximo sábado, 07/03, em todo o Brasil e em especial na região norte, sob a coordenação da Marinha do Brasil e com o apoio de diversos órgãos federais e estaduais. Um dos objetivos desta operação é a desativação de garimpos irregulares situados na fronteira do Amapá (AP) com o Pará (PA), que são abastecidos principalmente por vias aéreas e marítimas.
A atuação da ANAC está concentrada em pistas no estados do Amapá e do Pará, no intuito de monitorar o movimento de aeronaves que abastecem os garimpos da região.
Os inspetores de aviação civil da ANAC fiscalizaram, até o momento, seis aeronaves nos dois primeiros dias de Operação (02 e 03). Segundo o Gerente de Operações da Gerência de Ação Fiscal (GGAF) da ANAC, Marcelo Lima, uma dessas aeronaves foi interditada por diversas irregularidades que podiam colocar em risco a segurança da aviação civil e mais duas receberam notificações de condição irregular com prazo de cinco dias para regularização dos itens apontados. “O apoio de diversos órgãos em uma operação como esta permite logisticamente a atuação da ANAC em áreas de difícil acesso, e com isso viabiliza a contribuição da Agência para a segurança da aviação civil”, afirmou Marcelo Lima, em coletiva de imprensa sobre os resultados preliminares da Operação, no Comando do 4° Distrito Naval, em Belém (PA).
As principais irregularidades encontradas, até o momento, no âmbito da aviação civil foram a ftitlea de documentação, a modificação do interior da aeronave sem autorização da Agência e a ausência de equipamentos de segurança obrigatórios.
A Operação Amazônia Azul está em sua segunda edição e, neste ano, buscou o apoio da ANAC com o objetivo de coibir a ação irregular de aeronaves que são usadas para abastecer os garimpos ilegais da região e para transportar passageiros de forma precária, sem zelar pela segurança da aviação civil. Além das ações pontuais, a Operação também está realizando Ações Cívico-Sociais nas comunidades ribeirinhas da Amazônia, prestando atendimentos médico-odontológicos e distribuindo medicamentos.
Fiscalização da ANAC
Para fortalecer as ações de fiscalização, a ANAC fez, em setembro de 2012, uma significativa mudança na estrutura da Agência com a criação da Gerência Geral de Ação Fiscal (GGAF). No âmbito dessa gerência, foram instalados 22 Núcleos Regionais de Aviação Civil (NURAC), nos principais aeroportos brasileiros, para melhorar a capilaridade da atuação da ANAC, tornando a Agência mais presente e mais próxima da sociedade, sobretudo do usuário do transporte aéreo.
A GGAF coordena a atuação dos fiscais presentes nos NURAC e tem por principal objetivo coordenar e executar operações especiais, ações de inteligência e fiscalização, com vistas a aumentar, cada vez mais, a segurança no setor e a melhoria da qualidade dos serviços prestados no transporte aéreo. Desde a sua criação, a GGAF realizou, em parceria com outros órgãos do Governo, cinco edições da Operação Voe Seguro, uma ação de fiscalização especial com foco na aviação geral.
Essas operações são feitas conjuntamente com o Comando da Aeronáutica (COMAER), a Polícia Federal e a Receita Federal. Quatro delas ocorreram em 2013, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pará e Amazonas, e uma foi realizada em 2014, no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ainda no ano passado, houve uma ação especial promovida pela ANAC e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Operação Pôr-do-Sol , em Novo Progresso (PA), com apreensão de aeronaves irregulares e carga proibida.
19 Março 2015 14:45
Empresas aéreas transportaram 9,3 milhões de pessoas em janeiro
A demanda (em passageiros-quilômetros pagos transportados – RPK) por transporte aéreo doméstico de passageiros registrou crescimento de 9,1% em janeiro de 2015, comparada com o mesmo mês de 2014, enquanto a oferta (em assentos-quilômetros oferecidos – ASK) registrou aumento de 4,0% no mesmo período. Com o resultado de janeiro de 2015, a demanda doméstica completou 16 meses consecutivos de crescimento, e alcançou o seu maior nível para um determinado mês nos últimos dez anos. Já a oferta doméstica apresentou titlea pelo quinto mês consecutivo e também foi recorde para um mês nos últimos dez anos.
Entre as principais empresas aéreas brasileiras, Avianca e Gol destacaram-se com as maiores taxas de crescimento da demanda doméstica quando comparadas com o mesmo mês de 2014, da ordem de 20,6% e 12,0%, respectivamente. A Azul apresentou crescimento de 6,5% e a Tam de 5,2%.
A Gol e Tam lideraram o mercado doméstico em janeiro de 2015 com participação (em RPK) de 38,2% e de 36,8%, respectivamente. A Tam registrou queda de 3,6% em sua participação de mercado, enquanto a Gol apresentou aumento de 2,6% neste indicador.
A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos domésticos operados por empresas brasileiras (RPK/ASK) foi o maior já registrado para um mês nos últimos dez anos, da ordem de 84,5%. Com este resultado mensal, o indicador registrou melhora de 4,9% em relação ao mesmo mês de 2014.
O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico em janeiro de 2015 atingiu 9,3 milhões, tendo sido o maior já registrado para um mês nos últimos 10 anos, com titlea de 7,3% em relação a janeiro de 2014. O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico vem registrando variação positiva há 16 meses consecutivos, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior.
A participação destes modais no transporte interestadual de passageiros de longa distância inverteu-se no período observado, já que, em 2004, o transporte rodoviário era responsável por 69,2% dos passageiros transportados e o modal aéreo por 30,8%. No período de janeiro a setembro de 2014, as empresas aéreas transportaram 62,6% dos passageiros neste mercado e as de transporte rodoviário 37,4%.
Transporte Internacional
Em janeiro de 2015, a demanda (em RPK) do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras apresentou crescimento pelo 11º mês consecutivo, com expressivo aumento de 32,8% quando comparada com o mesmo mês de 2014. Já a oferta internacional (em ASK) registrou o 6º mês consecutivo de crescimento, com relevante titlea de 26,4% em comparação ao mês de janeiro de 2014. Tanto a demanda quanto a oferta internacional foram recorde para um único mês nos últimos dez anos.
A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos internacionais de passageiros operados por empresas brasileiras (RPK/ASK) alcançou 84,8% em janeiro de 2015, contra 80,7% no mesmo mês de 2014, representando uma variação positiva de 5,1%. Este foi o 16º mês consecutivo de aumento no indicador, que atingiu o seu maior nível para o mês de janeiro nos últimos dez anos.
O número de passageiros pagos transportados no mercado internacional em janeiro de 2015 atingiu 682,1 mil, com aumento de 24,1% em relação a janeiro de 2014. Trata-se da maior quantidade de passageiros transportados em voos internacionais por empresas brasileiras registrada para um único mês nos últimos dez anos. Com o resultado de janeiro de 2015, o indicador completou 10 meses consecutivos de crescimento.
Os dados mencionados acima estão disponíveis no Relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo, divulgado hoje pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que também contempla informações sobre carga transportada, todas ilustradas por meio de gráficos e considerações. O relatório pode ser acessado por meio do link a seguir: http://www2.anac.gov.br/estatistica/demandaeoferta/.
O relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo é elaborado com base nas operações regulares e não regulares das empresas brasileiras de serviços de transporte aéreo público de passageiros.
*No momento da confecção deste relatório os dados da TAM encontravam-se sob auditoria devido uma variação em seus valores esperados de aproximadamente 0,05%, o que pode ter gerado discrepâncias desta ordem nas informações apresentadas.
19/03 - 17:31
Ryanair anuncia que ainda não vai voar para os Estados Unidos
Ryanair é uma companhia aérea de baixo custo irlandesa com base em Dublin |
A Ryanair emitiu nota nesta quinta-feira, dia 19, informando mudança de planos. De acordo com o comunicado, a companhia aérea não fará mais voos transatlânticos. A nota veio poucos dias depois dela informar que iria fazer.
"O Conselho de Ryanair Holdings esclarece que não considera ou aprova qualquer projeto de voo transatlântico e não pretende fazê-lo. Estamos conversando com fabricantes sobre as aeronaves de longo curso, mas não podemos comentar mais sobre o assunto. Os consumidores europeus querem viagens com custo menor para os EUA e o mesmo para os americanos que vêm para a Europa. Vemos isso como um desenvolvimento lógico no mercado europeu", disse a nota.
Poucos dias antes, vários jornais britânicos informavam que a Ryanair tinha recebido aprovação da diretoria para perseguir voos para os Estados Unidos dentro de quatro ou cinco anos. De acordo com o Financial Times, o conselho da companhia havia aprovado planos de voar entre até 14 cidades europeias e o mesmo número de cidades norte-americanas, incluindo Nova York, Boston, Chicago e Miami, entre outras.
Rafael Massadar
19/03 - 17:14
?SITA divulga soluções para aeroportos regionais na Airport Infra Expo
A SITA marca presença na Airport Infra Expo – Gestão de Aeroportos, que acontece nos dias 24 e 25 de março, em Brasília. Com foco na discussão sobre a melhoria da gestão aeroportuária brasileira, no período pós-Copa e preparativos para as Olimpíadas 2016, o evento reúne autoridades, empresas e empresas durante seminários e workshops.
No dia 24, Mauro Pontes, vice-presidente da SITA no Brasil, fala das estratégias operacionais e projetos integrados voltados para a aviação regional no workshop “Aeroportos regionais e essenciais”, que irá debater o futuro da malha aérea brasileira com o desenvolvimento desses aeroportos, desafios da regulamentação técnica e tecnologias que garantam o melhor custo-benefício para companhias aéreas e aeroportos.
“Houve um aumento no número de passageiros e a demanda por voos regionais, como substitutos de rotas rodoviárias, também é crescente. Por isso, os aeroportos intensificam os investimentos em novas tecnologias de TI e automação em sistemas integrados de gerenciamento dos aeroportos visando à eficiência operacional e ao aprimoramento da experiência do passageiro, que é prioridade total para a indústria aérea”, afirma Pontes.
Rafael Massadar
19/03 - 16:46
Korean Air e Aerolíneas Argentinas firmam acordo de codeshare
Pedro Menezes
As rotas Seoul–NY–BUE e Seoul–SP–BUE serão as contempladas |
A Korean Air firmou, nesta quinta-feira (19/03), um novo acordo de codeshare com a Aerolíneas Argentinas nas rotas Seoul–NY–BUE e Seoul–SP–BUE. O acordo referente a rota de Nova Iorque tem início no dia 25 de março e na rota de São Paulo começará a valer em Abril, após obter aprovação regulatória.
Paralelamente as rotas da Korean Air entre Seoul–NY e Seoul–SP, o codeshare com voos para Buenos Aires irá proporcionar mais escolhas para os passageiros de ambas as companhias. A Aerolíneas Argentinas atualmente voa para 60 aeroportos em 15 países, com uma frota de 70 aeronaves. O codeshare na rota Seoul–Buenos Aires é o primeiro firmado pela companhia com alguma aérea da Ásia.
Atualmente, a Korean Air tem acordo de codeshare com 29 companhias em 189 rotas, incluindo Air France, AeroMéxico e China Southern Airlines. Por outro lado, a Aerolíneas Argentinas tem seis acordos de codeshare no momento, com Air France, KLM e Air Europa, por exemplo.?
19/3/2015 16:48:00
Gol terá voo direto de Natal a Ezeiza no 2º semestre
Danilo Teixeira Alves
A Gol solicitou à Anac autorização para voar entre Natal (RN) e Ezeiza, em Buenos Aires (Argentina). Com uma frequência semanal, sempre aos sábados, a expectativa é que a nova rota tenha início a partir do segundo semestre deste ano, tornando-se a primeira ligação internacional de uma aérea brasileira partindo do Aeroporto de Natal. Segundo a empresa, o voo permitirá ainda conexões para outros destinos argentinos, como Bariloche, Mendonza e El Calafate.
"A criação de um voo direto entre Natal e Buenos Aires vai de acordo com a nossa estratégia de reforçar e ampliar a presença internacional da Gol, principalmente em destinos da América Latina, do Caribe e dos Estados Unidos", afirma o diretor de Planejamento de Malha da Gol, Claudio Borges. “Assim que aprovada, a nova frequência será o terceiro destino do Nordeste a ter voos diretos para Buenos Aires, que já conta com voos saindo de Fortaleza e Salvador”, completa.
Atualmente, a companhia é a aérea com maior número de voos para Argentina, com 76 frequências semanais para Buenos Aires, Córdoba e Rosário. Além de Fortaleza e Salvador, a empresa ainda mantém saídas de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Florianópolis e Porto Alegre.
O equipamento escolhido para a rota é o Boeing 737-800, com configuração Gol+ e opções de classes Comfort ou Econômica.
19/3/2015 16:12:00
Azul terá voos extras para o Festival de Parintins (AM)
Raphael Silva
Serão 50 voos ligando Manaus à cidade do evento, do dia 24 de junho a 1º de julho |
A Azul anunciou hoje a abertura de cerca de 50 voos extras para o 50º Festival Folclórico de Parintins, que ocorre entre 26 e 28 de junho, na cidade do Amazonas. As frequências complementares ligarão Manaus e a cidade do evento, rota em que a companhia conta com uma decolagem regular diária, e já estão em processo de aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Durante o período de operação extra – de 24 de junho ao dia 1º de julho – a companhia aérea contará com aproximadamente seis mil assentos adicionais, sem contar, ainda, um voo adicional que ligará Campinas (SP) e a capital do Amazonas. Todas as operações adicionais serão realizadas com jatos Embraer 195, equipados com 118 assentos e TV ao vivo.
“Com os voos extras da Azul e a oferta de pacotes da Azul Viagens, daremos a oportunidade aos nossos clientes de prestigiar o evento e acompanhar as belas apresentações dos bois Caprichoso e Garantido, que destacam a história e todos os aspectos da região, assim como suas peculiaridades”, afirmou o diretor de Planejamento e Alianças da Azul, Marcelo Bento.







