O Globo
Primeiro voo direto entre Estados Unidos e Cuba já está em operação
G1
Avião solar decola da Índia rumo a Mianmar
Administração do aeroporto de Araguaína será terceirizada
Valor Econômico
Ministro busca acelerar reestruturação da Infraero
Jornal do Comércio - RS
Alemanha: pilotos da Lufthansa irão estender greve até sexta-feira
Paraná-online
Indonésia cancela busca pelas vítimas do acidente aéreo da AirAsia
Folha Vitória
Novo capítulo da novela do aeroporto de Vitória: Bancada pede urgência no início das obras
Gazeta Online - ES
Prestes a assinar ordem de serviço, governo diz não ter verba para aeroporto
Bahia Econômica
Preço da passagem aérea para os EUA cai mais de 30%
Ucrânia quer instalar fábrica de aviões em Ilhéus
Jornal de Turismo
Aeroporto de Miami é apontado como um dos melhores em serviço
Mercado&Eventos
Latam anuncia investimentos de R$ 13 bilhões até 2018
Azul prepara reforço em aeroportos para suprir demanda de feriados
Panrotas
Air France inova em demonstração de segurança
Jornal da Band
Aviões colidem na Malásia durante acrobacia aérea
18/03/2015 15:16
Primeiro voo direto entre Estados Unidos e Cuba já está em operação
Serviço entre Nova York e Havana é oferecido pela Cuba Travel Services
POR AP
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I mãs de geladeira com foto do presidente americano Barack Obama são vendidos em Havana, Cuba |
A empresa Cuba Travel Services, que opera nos Estados Unidos, anunciou nesta terça-feira que começa a oferecer uma conexão semanal, às terças-feiras, entre o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York e a capital da ilha, Havana, com voos operados pela Sun County Airlines. Os tickets custam US$ 849 ida e volta. O preço inclui passagem aérea, seguro médico cubano e os impostos de embarque dos EUA.
Desde janeiro, quando a administração do presidente americano Barack Obama anunciou a flexibilização nas restrições de viagem para Cuba, as relações entre os dois países melhoraram.
Porém, os viajantes americanos que decidirem visitar Cuba devem declarar um propósito que se encaixe em uma das 12 categorias aprovadas pelo governo americano, como visitas de familiares ou cobertura jornalística, já que o turismo de cidadãos do país para a ilha não entra nesta lista.
19/03/2015 06h49
Avião solar decola da Índia rumo a Mianmar
Volta ao mundo do Solar Impulse 2 vai durar cinco meses e 35.000 km.
Esta é a quarta etapa da viagem que ocorre sem combustível.
Da France Presse
O Solar Impulse 2 sobrevoa cidade indiana após dar continuidade à volta ao mundo com uma aeronave movida apenas a energia solar |
O avião Solar Impulse 2 decolou nesta quinta-feira (19) da cidade sagrada indiana de Varanasi (Benares) rumo a Mianmar, na quarta etapa de uma volta ao mundo histórica sem combustível.
A aeronave, que funciona apenas com energia solar, iniciou às 5h22 (20h52 de Brasília) um voo previsto de 20 horas até Mandalay, a segunda maior cidade de Mianmar. O avião chegou na quarta-feira a Varanasi, procedente de Ahmedabad, em Gujarat.
O suíço Bertrand Piccard assumiu o comando do avião no lugar do compatriota André Borschberg e pilotava o SI2 nesta quinta-feira.
"Início da missão, agora é momento de ficar concentrado no voo", escreveu Piccard no Twitter, com direito a uma foto do rio Ganges, que atravessa Varanasi, cidade sagrada para os hindus.
A etapa precedente do Solar Impulse 2 em Ahmedabad foi perturbada por atrasos administrativos.
Piccard explicou à imprensa que a decolagem da aeronave a partir de Ahmedabad foi atrasada em cinco dias por ftitlea das autorizações administrativas pertinentes por parte do primeiro-ministro Narendra Modi.
Um funcionário do aeroporto de Ahmedabad explicou que o piloto esqueceu de carimbar o passaporte ao pousar na Índia.
O SI2, que partiu de Abu Dhabi em 9 de março, deve percorrer 35.000 km no total e sobrevoar dois oceanos alimentado apenas com energia solar. A missão deve durar cinco meses, com 25 dias de voo efetivo, antes de retornar a Abu Dhabi no fim de julho ou início de agosto.
Prevista para 12 etapas, a volta ao mundo é a conclusão de 12 anos de pesquisas de André Borschberg e Bertrand Piccard que, além da façanha científica, desejam transmitir uma mensagem política.
18/03/2015 20h31
Administração do aeroporto de Araguaína será terceirizada
Estimativa é de que valor do contrato seja de até R$ 170 mil mensais.
Terminal é o segundo maior do TO e movimenta 6 mil passageiros por mês.
Do G1 TO
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Administração do aeroporto de Araguaína será terceirizada |
A administração, operação e manutenção do aeroporto de Araguaína, na região norte do Tocantins, serão terceirizadas. O anúncio foi feito pela prefeitura, que atualmente é responsável pela gestão do aeroporto. O terminal é o segundo maior do Tocantins movimentando cerca de 6 mil passageiros por mês ficando atrás apenas de Palmas.
A prefeitura esclareceu que não se trata de uma concessão e afirmou que a iniciativa vai tornar a operação mais eficiente, uma vez que a empresa contratada será especializada. A estimativa da gestão é de que o contrato fique em um valor entre R$ 150 mil e R$ 170 mil mensais. O edital não prevê nenhuma obra, somente serviços de manutenção, operação e administração. A empresa vencedora só poderá interferir na infraestrutura para fazer adequações e vai precisar de autorização do município.
Atualmente três empresas aéreas operam no aeroporto de Araguaína, a Passaredo, a Sete e a Azul, mas a Azul anunciou que vai encerrar as linhas para a cidade no próximo dia 10 de maio.
O G1 entrou em contato com a assessoria da companhia para saber se o motivo da mudança tem haver com a terceirização do aeroporto, mas em nota, a Azul informou que está realizando um reajuste em sua malha aérea e por conta disso a companhia deixará de operar em Araguaína. A companhia informa ainda que os clientes que compraram a passagem para viajar depois de 10 de maio terão o reembolso integral do valor gasto.
19/03/2015 às 05h00
Câmbio afeta balanço da Latam
Por João José Oliveira | De São Paulo
A Latam, dona da TAM e da LAN, cortou custos e transportou mais passageiros em 2014, mas teve queda da receita em dólares por causa da depreciação das moedas na América do Sul.
A diretora de relações com investidores do grupo, Gisela Escobar, afirmou em teleconferência com analistas ontem que espera aumentar a margem de lucro da holding em 2015 mais por meio do corte de custos do que por aumento de receitas.
A diretora do grupo projeta economizar cerca de US$1,2 bilhão em combustíveis. “Os combustíveis estão mais baixos, mas há custos mais titleos em moedas locais por causa da apreciação do dólar”, ponderou Gisela.
Em 2014, a receita da Latam somou US$ 12,5 bilhões, refração de 6% em relação a 2013. No transporte de passageiros, o faturamento caiu 6,2%, para US$ 10,4 bilhões, apesar de o tráfego ter crescido 0,1%, somando milhões de passageiros, e de a taxa de ocupação nos voos ter melhorado em 2,5 pontos percentuais, para
83,4%.
A Latam teve uma receita menor em 2014 porque o balanço da holding é consolidado em dólares. Como as moedas dos mercados domésticos em que a Latam operam representam 43% das receitas e % das despesas, o descasamento levou a urna perda de US$ 130,2 milhões com variação cambial.
A perda financeira acabou determinando o prejuízo liquido da Latam na última linha do balanço consolidado em 2014, de US$ 1o9,8 milhões. Em 2013, a perda fora de US$ 281,1 milhões.
A Latam apontou que o prejuízo foi menor em 2014 que em 2013 porque a companhia conseguiu aproveitar sinergias geradas desde a fusão entre LAN e TAM para cortar custos. As despesas em 2014, de US$ 11,957 bilhões, foram 5,3% menores que as de 2013.
Para 2015, a Latam prevê uma margem de lucro antes de juros e impostos - a chamada margem Ebit - entre 6% e 8% em 2015. Em 2014, esse indicador de rentabilidade ficou em 4,1%.
O grupo planeja aumentar entre 4% e 6% a oferta de assentos disponíveis nos mercados domésticos de língua espanhola e nas rotas internacionais. “Estamos vendo que a demanda tem se mostrado saudável”, disse a diretora de relações com os investidores.
Mas no Brasil, o plano da Latam é manter a oferta estável.
19/03/2015 às 05h00
Ministro busca acelerar reestruturação da Infraero
Por Daniel Rittner | De Brasília
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Ministro Padilha diz que sem ajuste Infraero pode tornar-se inviável |
A próxima rodada de concessões de aeroportos terá que ser “precedida” ou “acompanhada” de um amplo processo de reorganização da Infraero. Sem isso, a estatal corre o risco de perder sua viabilidade financeira. O aviso foi dado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, em entrevista ao Valor.
Com um plano detalhado de reestruturação em mãos, à espera apenas de sinal verde da presidente Duma T E, Padilha diz que a Infraero pode voltar a ser lucrativa em até dois anos. Em 2013, último balanço disponível, ela teve prejuízo de R$ 1,224 bilhão. No ano passado, ficou no vermelho novamente, mas o resultado ainda não foi divulgado.
Para recuperar fôlego, uma das necessidades imediatas é a obtenção de recursos para o pagamento de indenizações do programa de demissões voluntárias, que busca atingir 2,6 mil trabalhadores. O programa tem um custo de R$ 730 milhões e a verba ainda não foi liberada pelo Ministério do Planejamento. A SAC avalia que há boas perspectivas de adesão dos empregados e isso reduziria o peso da folha salarial.
Desde 2012, quando a presidente Dilma Rousseff deu largada às concessões de aeroportos, a Infraero já fez uma parte da lição de casa. O aumento de 27% das receitas comerciais desde então - sem contar os terminais repassados à iniciativa privada - e o corte de despesas administrativas geraram uma economia de R$ 30 milhões por mês no caixa.
O problema é que isso ainda não foi suficiente para recompor as receitas perdidas. De todo o faturamento da estatal, 54% eram provenientes dos cinco aeroportos privatizados - Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Galeão (Ri) e Confins (MG).
Mesmo tendo perdido esses aeroportos, além de Natal (RN), a Infraero movimenta 112 milhões de passageiros por ano e é a terceira maior operadora aeroportuária do mundo. “É uma empresa que tem bons ativos, está em um mercado que cresce, mas precisa de reequilíbrio”, afirma Padilha. Nas projeções oficiais, o mercado brasileiro crescerá 7% por ano, nas próximas duas décadas - uma média de % nos grandes aeroportos e 9% nos regionais.
O governo trabalha nos estudos preliminares para a concessão de mais três aeroportos: Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. Padilha, no entanto, faz um alerta crucial: “Não adianta termos um punhado de aeroportos amplos e modernos, mas um sistema deficiente. Se a Infraero não for reinventada, toda a rede de aeroportos e ficar inviável.”
O plano do ministro, conforme já havia sido apresentado no Congresso Nacional, é criar três empresas. A Infraero não acabará, resstitlea Padilha, mas precisa readquirir capacidade de investimento e retomar o foco na sua atividade-fim: a gestão de aeroportos. Para isso, a ideia é levar o que não está diretamente ligado à administração aeroportuária para três estruturas separadas.
A primeira é a Infraero Serviços, anunciada em dezembro de 2012, que ficará com a prestação de serviços técnicos e de consultoria, capacitação e treinamento de pessoal, com foco no programa de aviação regional. Ela também tem a ambição de colocar-se como uma candidata a fechar contratos no exterior, especialmente na América Latina, internacionalizando a Infraero. O desenho da subsidiária inspira-se em outras grandes empresas do setor, como a francesa Aéroports de Paris, que tem braços como a ADP Internacional e a ADP Management.
A segunda é a Infraero Participações, com o objetivo de concentrar a fatia acionária de 49% nas cinco concessionárias controladas pelo setor privado. Como sócia nos terminais concedidos, a estatal fez aportes nas sociedades de propósito específico (SPEs) para contribuir com os investimentos exigidos nos contratos. “Fizemos uma poupança para o futuro”, diz o ministro. Entre 2019 e 2020, o governo acredita que as concessionárias começarão a render dividendos para seus acionistas, o que transforma essas participações em um ativo cobiçado.
A terceira empresa é a Infraero Navegação Aérea, que reuniria todas as 74 unidades de controle de tráfego aéreo hoje geridas pela estatal. São torres de controle, salas de operação e APPs (zonas de aproximação) em grandes aeroportos, como Guarulhos. Trata-se de uma estrutura fortemente deficitária e fora dos objetivos estratégicos da Infraero.
Com essa reestruturação, Padilha acredita que a estatal retoma sua capacidade de investimento, resgatando sua autonomia histórica. Nos últimos anos, ela ficou dependente de aportes do Tesouro Nacional para bancar obras em sua rede, mas não para gastos de custeio. A intenção, com essa proposta de reforma, é permitir que a estatal possa caminhar com as próprias pernas. No novo formato, a holding (Infraero) continuará gerindo os terminais.
O Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), formado com o pagamento de outorgas dos aeroportos privatizados, deverá ter R$ 4,4 bilhões em 2015. Esse dinheiro tem ajudado nas metas fiscais e não precisa ser repassado à Infraero.
18/03/2015 - 21h22min
Alemanha: pilotos da Lufthansa irão estender greve até sexta-feira
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O sindicato de pilotos da Lufthansa anunciou nesta quarta-feira (18), primeiro dia de paralisações, que irá estender a greve até sexta-feira (20).
Segundo o Vereinigung Cockpit, o terceiro dia de greve deve afetar os voos de curta e média distância. Já as viagens programadas para a Germanwings e a Eurowings, aéreas de baixo custo ligadas à Lufthansa, não serão afetadas.
Hoje, a Lufthansa anunciou que cancelou 750 voos por causa da greve. Na quinta-feira, serão outros 42 voos de longa duração afetados.
Os dois lados discutem mudanças no plano de aposentadoria da companhia. Segundo o sindicato, a paralisação tem como objetivo fazer a Lufthansa "negociar com seriedade" ou aceitar a proposta de criar um mediador formal para a questão.
18/03/2015 - 16h31
Indonésia cancela busca pelas vítimas do acidente aéreo da AirAsia
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A Indonésia cancelou a busca remanescente pelas vítimas do acidente aéreo do AirAsia, que ocorreu em 28 de dezembro de 2014, no mar de Java, disse uma autoridade.
Todas as 162 pessoas a bordo do Aibus A320-200 morreram. O acidente aconteceu quando o avião partia da cidade de Surabaya, a segunda maior cidade da Indonésia, para Cingapura.
Até agora, 106 corpos foram recuperados, sendo que os três últimos foram retirados dos destroços subaquáticos na semana passada. Alguns dos corpos foram encontrados cerca de 1.000 quilômetros fora da ilha de Sulawesi, ao leste do local do acidente.
Tatang Zainudin, diretor de operações da Agência de Pesquisa Nacional e Salvamento, disse que a agência planeja levar os familiares ao local do acidente para espalhar flores na próxima semana.
Investigadores indonésios disseram que o voo 8501 mergulhou no mar de Java, após os pilotos terem subido, sem a autorização, de 32 mil pés para 38 mil pés, com o intuito de evitar muitas nuvens. A causa do acidente ainda não foi determinada. Fonte: Associated Press.
18/03/2015 às 19h05
Novo capítulo da novela do aeroporto de Vitória: Bancada pede urgência no início das obras
"Basta a ordem de serviço do governo para resolvermos esse gargalo para o Estado e conquistar esse sonho. O aeroporto é uma realidade e está na hora de acontecer", frisou Rose de Freitas
Folha Vitória
Redação Folha Vitória
Rose de Freitas, coordenadora da bancada do ES, entregou documento a ministro Padilha |
Reunida nesta quarta-feira (18) com o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, bancada capixaba pede urgência na retomada das obras do Aeroporto de Vitória que dependem de investimento do governo federal. Para oficializar a preocupação dos parlamentares do Espírito Santo, a senadora Rose de Freitas (PMDB) elaborou um documento com o pedido da urgência, além de colher assinaturas dos deputados.
Na última terça-feira, os parlamentares capixabas se reuniram para discutir o assunto e afastaram a possibilidade de privatização do terminal.
Durante conversa com o ministro, a coordenadora da bancada capixaba salientou que os requisitos para o início das obras estão bem adiantados, citando a licitação, homologação, publicação, além do compromisso da presidente Dilma Rousseff (PT) para reiniciar as obras. Na oportunidade, os deputados lembraram que as obras foram paralisadas desde 2008.
A aprovação do orçamento 2015 pelo Congresso Nacional possibilitou a retomada das discussões em torno do assunto. A peça orçamentária foi aprovada com o valor de R$ 2,84 trilhões.
Conforme foi discutido no encontro da bancada, um dia antes, os parlamentares capixabas não querem discutir a privatização do Aeroporto Eurico Salles.
"Basta a ordem de serviço do governo para resolvermos esse gargalo para o Estado e conquistar esse sonho. O aeroporto é uma realidade, depende da presidente e está na hora de acontecer", frisou a senadora Rose de Freitas.
Embora reconheça a firmeza com que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, esteja conduzindo a política de cortes, o ministro Padilha se comprometeu a conversar com o outro ministro e com a presidente Dilma sobre a importância do aeroporto para o Estado.
O ministro Padilha também disse que irá levar o pedido de não privatizar o aeroporto.
Assinaram o documento que foi entregue ao ministro da Aviação Civil os deputados federais Helder Salomão (PT), Jorge Silva (Pros), Marcus Vicente (PP), Max Filho (PSDB) e Paulo Foletto (PSB). Embora não tenham assinado, os outros parlamentares afirmaram que estão firmes com o mesmo propósito.
19/03/2015 - 06h39
Prestes a assinar ordem de serviço, governo diz não ter verba para aeroporto
Ministro diz que União "tem zero de dinheiro" para Infraero investir
Rondinelli Tomazelli
Tudo parecia resolvido, mas voltou à estaca zero. Às vésperas de assinar a ordem de serviço para a empreiteira JL iniciar as obras de ampliação e modernização do Aeroporto de Vitória, o ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha (PMDB-RS), admitiu que não tem dinheiro para honrar o compromisso firmado recentemente com a construtora.
A Secretaria do Tesouro Nacional já avisou à Infraero que não vai liberar verba alguma. O governo federal estuda incluir o terminal num pacote de privatização, este ano, junto aos terminais de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis. Ninguém sabe que rumo tomará o processo.
| Foto: Arquivo
Obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Vitória estão paradas desde 2008 |
Ao receber a bancada federal do Espírito Santo ontem, Padilha deixou claro que hoje, dado o corte brusco do governo Dilma Rousseff (PT) no orçamento geral da União para estancar a crise econômica, “tem zero de dinheiro para investimentos da Infraero”.
Numa conversa franca e realista com os parlamentares, o ministro prometeu se empenhar para conseguir os valores da obra, mas a decisão final cabe unicamente a Dilma, que paga titleo preço político por não ter resolvido esse gargalo desde quando era ministra de Lula (PT).
Coordenadora da bancada, a senadora Rose de Freitas (PMDB) entregou carta em que todos solicitam assinatura imediata da ordem de serviço das obras, bem como - para evitar mais demora nas intervenções - que Vitória não entre no rol de terminais privatizados. “A decisão final está nas mãos de Dilma. Ela veio ao Estado e prometeu prioridade na conclusão da obra. O governo tem que cumprir o compromisso, o país não pode parar”.
Menos comedido, o deputado Paulo Foletto (PSB) não contemporiza. “Há um grande interesse do governo federal para incluir Vitória no pacote de concessões este ano. É o fato novo que o ministro nos passou com todas as letras. Ele disse que, se for para liberar o dinheiro a conta-gotas e correr o risco de paralisar os canteiros, é melhor, em um ano, já ter obra via concessão”.
O deputado federal Max Filho (PSDB) vê problema a caminho. “Foi um banho de água fria. O risco é não haver empresas interessadas em administrar o terminal, como não houve nenhuma no leilão da BR 262”.
Acumulando o cargo com a articulação política do Plantitleo em meio às crises política, econômica e de corrupção que tragam o governo, Padilha levará o pleito da bancada a Dilma, mas ela não está disposta a ceder um milímetro no ajuste fiscal.
Procurado, o governador Paulo Hartung (PMDB) prefere aguardar como ficará o quadro, mas conversa com parlamentares. A Infraero, em Brasília, declarou continuar aguardando a alocação de recursos – adiada desde 2014 porque o Orçamento da União de 2015 só foi aprovado no Congresso esta semana, quando deveria tê-lo sido em dezembro.
Impasse
Secou a fonte
Desiludidos com o andamento das obras do Aeroporto de Vitória, os capixabas vivem nova reviravolta na novela. A crise econômica levou o governo Dilma a zerar os investimentos da Infraero para 2015. O ministro Eliseu Padilha disse não ter dinheiro nem para cobrir o custeio da Aviação Civil.
Caso crítico
As obras estão paralisadas desde 2008. Em 2014, uma nova licitação foi homologada, com compromisso de Dilma em retomar a construção. Operando acima da capacidade e com mínima infraestrutura, o terminal é um dos piores do país.
No gogó
“O ministro apontou à bancada que, devido ao momento econômico do país, a Infraero não tem orçamento para tocar a obra do Aeroporto de Vitória”, diz a Aviação Civil, em nota. “No entanto, ele se empenha pessoalmente junto a Dilma para andar com a obra e sabe que a demanda é fundamental aos capixabas”.
Surpreendida, empreiteira admite risco
Diretor do consórcio JL Construções, João Luiz Felix soube pela reportagem dos novos planos do governo federal para o Aeroporto de Vitória. Surpreendido com as declarações do ministro Eliseu Padilha, o executivo admite o desconforto e a incerteza depois de ter arrematado a licitação por preço fixado pela Infraero.
“O Orçamento passou no Congresso e estávamos esperando a ordem de serviço. Haviam dito que Vitória não estaria na lista de cortes orçamentários”. Felix procurou ontem um diretor da Infraero presente à reunião na Aviação Civil.
“Ele (o diretor) acha muito difícil tirarem o repasse da obra e disse que o ministro conversará com a presidente se é para fazer ou não o aeroporto. É um impasse para todos. O governo está em contenção de gastos, mas não sabe o que cortar”.
Para que tudo não seja desfeito, o empreiteiro diz ser o momento de haver pressão sobre Dilma. “Sei que a expectativa capixaba pela obra é muito grande. Chegamos até aqui, teve edital, eu fiz um milhão de seguros de garantia da obra e agora deu nisso”.
A ftitlea de verba não está diretamente ligada à concessão à iniciativa privada, diz a SAC: “Esta pauta ainda está sendo avaliada pelo governo. Não há nada concreto sobre os próximos aeroportos a serem concedidos”.
18/03 - 15:06hs
Preço da passagem aérea para os EUA cai mais de 30%
ARMANDO AVENA
A titlea do dólar nas últimas semanas fez com que muitos brasileiros começassem a repensar o destino das férias, levando em consideração o impacto da conversão da moeda americana no orçamento da viagem.
“Analisando as buscas diárias realizadas pelos usuários, descobrimos uma queda de 35% na procura por destinos como Miami e Orlando”, explica Pettersom Paiva, CEO do Voopter, comparador de passagens aéreas. “Em contrapartida, cidades na América do Sul, como Buenos Aires e Montevidéu, e destinos nacionais ganharam mais destaque e a preferência dos viajantes.”
Em resposta a isso e também ao cancelamento de passagens, companhias aéreas americanas lançaram nessa semana promoções para destinos como Los Angeles, Nova York, Miami e Orlando, com passagens de ida e volta, a partir de R$ 1. 071 (sem as taxas). As tarifas promocionais são válidas para voos saindo de várias cidades brasileiras, como São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Natal e Rio de Janeiro, para viagens de março até junho, inclusive para os feriados prolongados.
No Voopter é possível encontrar passagens para Los Angeles por R$1071,00, para Nova York por R$1177,00 e para Miami por R$1227,00.
O Voopter é um comparador de preços de passagens aéreas, que permite encontrar as melhores ofertas em tempo real em toda a rede, sem taxas de agenciamento. Hoje o Voopter tem parceria com empresas como TAM, Azul, GOL, Avianca, Iberia, KLM, Submarino Viagens, CVC, entre outras companhias nacionais e internacionais.
18/03 - 14:51hs
Ucrânia quer instalar fábrica de aviões em Ilhéus
ARMANDO AVENA
A estatal ucraniana Antonov Company estraria interessada em implantar a fábrica de aviões do modelo AN 38-100, de 27 lugares, em Ilhéus, no sul do estado.
Segundo a coluna de Felipe Patury, da Veja, o investimento previsto é de US$ 1 bilhão. Um dos motivos do interesse da empresa estrangeira seria a promessa do governo brasileiro de comprar 80 aviões turboélice, como forma de substituir os Bandeirantes, usados na fiscalização de fronteiras.
Os ucranianos procuram sócios no Brasil e querem financiamento do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
18 Março 2015 14:00
Aeroporto de Miami é apontado como um dos melhores em serviço
O Aeroporto Internacional de Miami (MIA) foi apontado pelo Airport Cooperative Research Program (ACRP), órgão de pesquisas orientado ao setor, como um dos principais aeroportos dos Estados Unidos em serviços aos clientes, além de ter sido convidado a participar do estudo "Melhorando a Experiência dos Usuários de Aeroportos”, de alcance nacional. O reconhecimento é uma prova da dedicação de toda a comunidade aeroportuária e celebra um ano de recordes para MIA, por onde transitaram mais de 40 milhões de passageiros. Entre os fatores que contribuíram para o resultado encontram-se os quiosques automatizados de controle de passaporte — que reduzem o tempo de espera em 40% para os cidadãos americanos — e a forte presença em redes sociais, somando mais de 14 mil seguidores no Facebook e 7,6 mil seguidores no Twitter. Além disso, o aeroporto lançou recentemente um aplicativo móvel oficial, que já registrou mais de nove mil downloads. Para obter mais informações, acesse www.TRB.org/ACRP/ACRP.aspx.
18/03 - 21:03
Latam anuncia investimentos de R$ 13 bilhões até 2018
Luiz Marcos Fernandes e Rafael Massadar
A Latam vai investir até 2018 um volume de R$ 13 bilhões, dos quais R$ 11 bilhões na ampliação de sua frota. O restante vai ser em equipe, infraestrutura para atendimento. No aeroporto Internacional de Guarulhos, a Tam vai melhorar o serviço no Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos para agilizar as conexões. Já a sala Vip com 1.800 metros quadrados faz parte dos investimentos já anunciados.
"Os voos internacionais também ganham novas opções esse ano, como Toronto, via Nova York, operado pelo 777. A partir do próximo ano a Tam não vai mais operar o A330. As novidades foram anunciadas por Igor Miranda, diretor de Vendas Indiretas da Latam", disse o diretor de Vendas Indiretas da Latam, Igor Miranda.
18/03 - 18:22
Azul prepara reforço em aeroportos para suprir demanda de feriados
100 voos extras contemplarão os três feriados entre 2 de abril e 4 de maio |
A sequência de feriados nos meses de abril e maio levou a Azul a preparar um planejamento especial para atender à demanda ampliada de clientes na Páscoa, Tiradentes e Dia do Trabalho. No período que abrange as folgas prolongadas, a companhia contará com reforço de colaboradores e tripulação principalmente nos aeroportos que registram acréscimo de movimento.
Além dos mais de 100 voos extras que contemplarão os três feriados entre 2 de abril e 4 de maio, a Azul contará com aeronaves reservas para assegurar a regularidade de suas operações. Nos aeroportos, o atendimento de check-in abrangerá todos os balcões disponíveis, assim como haverá o reforço de equipamentos de autoatendimento (totens) em aeroportos de maior movimento.
“Manter a excelência de nossos serviços é um dos objetivos primordiais com a tomada de ações para os feriados prolongados de abril e maio. Além de garantir aos Clientes a comodidade habitual já verificada em dias de operação considerados normais, com reforço de equipes, queremos assegurar a regularidade e pontualidade de nossos voos. É graças ao nosso trabalho impecável e dedicado que somos a companhia aérea mais pontual do país, com serviços de excelência reconhecidos por nossos Clientes”, afirmou Flávio Costa, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul.
Pedro Menezes
18/3/2015 16:00:00
Air France inova em demonstração de segurança; veja
Rodrigo Vieira
Algumas companhias aéreas fazem tanto para deixar o voo mais agradável para o passageiro que até o vídeo de demonstração de segurança fica mais interativo. A mensagem é a mesma, mas a maneira que é transmitida faz toda diferença. A partir de abril, todos os voos de longa e alguns de média distância da Air France terão uma instrução de segurança mais divertida e de acordo com todas as exigências regulatórias pela Autoridade Francesa de Aviação Civil.
O vídeo pega carona na campanha publicitária France is in the air, lançada no começo do mês. Entre os novos tópicos abordados no filme está o risco de incêndio devido ao transporte de baterias de lítio.
Veja abaixo, com legenda em inglês, ao que os passageiros assistirão antes da decolagem a bordo de aeronaves da Air France.
19/03/2015
Aviões colidem na Malásia durante acrobacia aérea
No domingo passado, dois aviões de combate colidiram durante uma mostra de arte na Malásia, quando realizavam uma acrobacia aérea. Um espectador flagrou o incidente com com sua câmera de celular. Destroços dos aviões caíram sob uma área residencial e uma casa foi destruída. Apesar da violência do acidente, ninguém ficou ferido.




