AeroClipping, terça-feira, 17/03/15 - ano XIII - nº. 48

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O Estado de S. Paulo

Aéreas e aeroportos reforçam setor de cargas

O Globo

Ryanair oferecerá longa distância a baixo custo

G1

Pneu estoura e aeronave sai da pista ao aterrissar em aeroporto no AM

titlea no dólar faz procura por viagens nacionais aumentar 20%

Valor Econômico

Embraer, Airbus e Lockheed Martin podem disputar nova licitação da FAB

Jornal do Comércio - RS

Sindicato dos pilotos da Lufthansa decide fazer greve na quarta-feira

Gazeta do Povo - PR

Governo estuda elevar teto que limita capital estrangeiro em aéreas nacionais

O Liberal - PA

Aeroporto de Itaituba volta a funcionar

O Popular - GO

Aeroporto está pronto, mas não pode funcionar

Diário do Nordeste

Fim da obra deve ficar para 2020

Bahia Econômica

Bahiatursa inicia reestruturação do atendimento ao turista no aeroporto

Mercado&Eventos

Lan anuncia novo voo para Barcelona, com partida de São Paulo

Lufthansa introduz Premium Economy em seus A380

Panrotas

Tam reforça rota SP-Madri e inicia vendas de Barcelona

MA oficializa redução de ICMS do querosene de aviação

Tam Cargo inaugura terminal de 15 mil m² em Guarulhos


O Estado de S.Paulo

17 Março 2015

Aéreas e aeroportos reforçam setor de cargas

Com investimentos de R$ 94 milhões, TAM reformará 22 terminais no País; donas de Guarulhos e Viracopos apostam no segmento para ampliar receitas

sergio castro/estadão

Carga.Terminal da TAM em Guarulhos recebeu novas tecnologias, como docas e softwares

Em meio a um projeto para reforçar sua área de cargas, a TAM inaugurou ontem um novo terminal no aeroporto de Guarulhos. O espaço recebeu R$ 38 milhões de investimentos, de R$ 94 milhões que a TAM destinou para a divisão de cargas entre 2013 e 2016. Além da TAM, outras empresas aéreas como Gol e Azul têm investido no segmento, na tentativa de ocupar os porões das aeronaves nos voos comerciais e ganhar rentabilidade.

A TAM Cargo está investindo em 22 terminais – seis deles construídos do zero, como os de Guarulhos, Manaus e Brasília. Esses espaços estão recebendo tecnologias como sistemas automatizados, empilhadeiras novas e câmaras frigoríficas. Em Guarulhos, por exemplo, a estrutura anterior era de lona e não tinha docas para descarregar as mercadorias,o que tornava o processo mais demorado.

Já a Gollog, da Gol, inaugurou oito centros operacionais em 2014 e tem planos de construir terminais de cargas no Galeão e em Brasília. A Azul também tenta avançar no segmento e colocou um avião cargueiro em operação em 2014.

À frente da operação da TAM Cargo está o brasileiro Luis Quintiliano, ex-vice-presidente de operações da LAN Cargo. Ele traz para a TAM uma experiência de sucesso da LAN. Na época da fusão de TAM e LAN, os acionistas citavam a área de carga como uma das divisões em que a LAN poderia agregar conhecimento à TAM.

Antes da fusão, a LAN tinha quase 30% da sua receita vinda da área de carga, enquanto o segmento representava menos de 10% dos negócios da TAM.Hoje cerca de 13% da receita do grupo Latam vêm da área de cargas. “Temos muito espaço para avançar em carga usando a malha atual dos voos da TAM e dos cargueiros”, disse Quintiliano.

Concessões. As concessionárias dos aeroportos reformaram seus terminais de carga para ampliar as receitas. Só as donas de Guarulhos e Viracopos investiram, respectivamente, R$ 45 milhões e R$ 60 milhões no segmento desde 2012. “Investimos para tornar a operação mais eficiente.Não precisamos necessariamente aumentar a área”, disse o diretor de operações de cargas de Guarulhos, Marcus Santarém. Segundo ele, o tempo médio de liberação de uma carga importada caiu de 121 horas para 75 horas após as mudanças no terminal.

Em Viracopos, 60% da receita vêm da operação de carga, segundo Adam Cunha, executivo responsável pela área. “O transporte de carga é muito mais rentável que o de passageiros. É possível priorizar os produtos que pagam mais”, explica.

O transporte aéreo de cargas caiu 10%em janeiro, em toneladas,mas as donas de Guarulhos e Viracopos dizem que as receitas são crescentes. Segundo as empresas,os clientes estão priorizando cargas com maior valor e menos peso, como fármacos e produtos de tecnologia.

? Peso

13% é quanto representa o segmento de cargas para a receita total do grupo Latam, que contempla as operações da TAM e da LAN

MARINA GAZZON

 


O Globo

17 mar 2015

Ryanair oferecerá longa distância a baixo custo

O Globo

Sai o cobertor, entra a barrinha de cereal. A companhia aérea Ryanair divulgou planos de oferecer voos a baixo custo entre a Europa e os Estados Unidos em até cinco anos. O conselho da empresa irlandesa aprovou os voos transatlânticos como parte de seus planos de expansão.

Os voos seriam oferecidos a partir de 12 ou 14 bases europeias, incluindo Londres, Dublin e Berlim, com destino ao mesmo número de cidades americanas, como Nova York, Miami, Boston e Chicago. Alguns bilhetes com tarifas promocionais custariam a partir de 10 libras (cerca de R$ 47). Outras passagens sairiam a 99 libras ou mais por trecho, e metade dos aviões teria assentos premium, mais caros.

— Isso dependerá da capacidade de incluir na frota aeronaves de longo curso a um custo viável em quatro ou cinco anos — afirmou Michael O’Leary, porta-voz da empresa, que negocia a compra de modelos Airbus ou Boeing.

Se colocar em prática o plano, a Ryanair entrará para uma longa lista de companhias low cost que tentaram oferecer voos em longas distâncias. Algumas faliram na tentativa.

Embora os voos que cruzam o Atlântico sejam extremamente rentáveis, o modelo de negócios de empresas como a Ryanair está baseado em voos com titlea ocupação e baixa distância, de modo que as aeronaves possam ser enviadas o mais rápido possível a outro destino. Tudo isso oferecendo o mínimo possível a bordo.

Voos de longa distância, entretanto, são diferentes. Os passageiros têm mais bagagens e esperam mais conforto durante as muitas horas na poltrona.


G1

16/03/2015 19h27

Pneu estoura e aeronave sai da pista ao aterrissar em aeroporto no AM

Acidente ocorreu nesta segunda-feira em aeroporto no interior do estado.

Equipe do Seripa será encaminhada ao local para investigar causas.

Do G1 AM

Aeronave saiu da pista após pneu estourar em Maués

Um táxi aéreo derrapou e saiu da pista do Aeroporto Bento Ribeiro, em Maués, a 257 km de Manaus, após um dos pneus estourar durante aterrissagem, na tarde desta segunda-feira (16). Uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronaúticos (Seripa 7) será encaminhada ao local para investigar as causas do acidente. Nenhum dos passageiros ficou ferido e o funcionamento do aeroporto não foi afetado.

Segundo informações do Departamento Municipal de Trânsito de Maués (Demut), o acidente ocorreu às 14h07. Um dos pneus estourou logo após a aeronave ter contato com o chão. O táxi aéreo derrapou e saiu da pista. O piloto conseguiu parar o avião em um gramado a poucos metros da pista. A área foi isolada para que seja realizada perícia no local.

Ainda segundo o Demut, sete pessoas estavam na aeronave. Nenhuma delas teve ferimentos ou precisou de socorro médico.

De acordo com o Seripa, uma equipe de investigadores do órgão será enviada ao aeroporto em um avião da Força Aérea. O piloto também deverá ser ouvido.

Tabatinga

Na noite da última quarta-feira (11), outra aeronave com seis passageiros caiu na comunidade indígena do Umariaçu 2, no município de Tabatinga, a 1.108 km de Manaus. O aeroporto da cidade estava fechado no momento do acidente por conta de fortes chuvas. As vítimas teriam sofrido apenas ferimentos leves. O avião modelo Cessna 210 caiu por volta das 19h na comunidade que fica localizada próximo à pista de decolagem e pouso do aeroporto de Tabatinga.

Acidente ocorreu nesta segunda na pista do Aeroporto de Maués

 

Piloto conseguiu parar o avião a poucos metros da pista

 


G1

16/03/2015 18h20

titlea no dólar faz procura por viagens nacionais aumentar 20%

Destino mas procurado pelos prudentinos é o Nordeste, conforme agências.

Queda na demanda para viagens internacionais chega aos 50%.

Stephanie Fonseca

Do G1 Presidente Prudente

Destino mais procurado é o Nordeste

Viajar para o exterior não tem atraído os prudentinos. O aumento gradativo do dólar fez que a procura por destinos internacionais, principalmente para os Estados Unidos da América (EUA), caísse até 50% em agências de viagem de Presidente Prudente.

A gerente de uma agência de viagens Márcia Bernardo destacou que “a titlea do dólar, da importação e exportação, além do combustível fez o Brasil estacionar, então temos que disponibilizar outras opções”. “Tudo que se refere ao internacional teve queda”, afirmou.

“Jogamos titleernativas de viagens nacionais, hotéis fazenda, principalmente na região e litoral paulista” afirmou a gerente.

Em outra agência de viagem, o diretor Danilo Calçado também confirma que, após a titlea do dólar, a demanda por destinos brasileiros aumentou em cerca de 20%. “A maior procura é para o Nordeste”, comentou.

Porém, o diretor também pontua que também aumentou o interesse para países que não são tão influenciados com o dólar, como Nova Zelândia, Austrália e Canadá. “O valor da viagem acaba ficando o mesmo, mas para quem vai ficar mais de um mês no local, conta com um custo de vida mais baixo”, explicou o diretor.

As agências também têm trabalhado com taxas de câmbio reduzido, de modo que viabilize a compra da moeda. Outro ponto destacado foi que as pessoas ainda buscam destinos internacionais com receio de que a moeda americana aumente mais.


Valor Econômico

17/03/2015 às 05h00

Embraer, Airbus e Lockheed Martin podem disputar nova licitação da FAB

Por Virgínia Silveira | De São José dos Cair

A Força Aérea Brasileira (FAB) vai abrir licitação internacional para revitalização estrutural de nove aeronaves de patrulha marítima P-3 Orion. O Valor apurou que a Embraer Defesa & Segurança, a europeia Airbus Defence & Space e a americana Lockheed Martin, fabricante original dos aviões, estão interessadas em disputar a licitação.

A revitalização, segundo informou o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer), prevê a compra de novas asas para os aviões. Essas aeronaves desempenham missões antissubmarino e são importantes para as atividades de busca e salvamento na costa brasileira, em função de sua grande autonomia e confiabilidade.

Na semana passada, a Lockheed retomou, nos Estados Unidos, a produção das asas do P-3 para atender programas de revitalização das frotas do Canadá e Chile.

A troca das asas do P-3 deve dar uma sobrevida de aproximadamente 15 anos para a aeronave. Segundo o Centro de Comunicação da FAB, no momento não existem planos de projetar unia aeronave própria de patrulha marítima. “A aeronave P-3 atende às necessidades operacionais da Força”, informou.

A expectativa da Aeronáutica é que a revitalização seja iniciada no ano que vem com a compra de asas novas. Os reparos, segundo o Cecomsaer, serão realizados durante as inspeções programadas de acordo com o calendário de manutenção da frota previsto para cada aeronave. O centro explicou que não existe ainda uma definição precisa quanto aos impactos nos projetos em andamento devido aos eventuais cortes orçamentários. A Aeronáutica não revelou o valor previsto de ser aplicado no projeto do P-3.

Os aviões foram adquiridos da Marinha dos Estados Unidos e modernizados pela Airbus Defence & Space. Os primeiros P-3 modernizados chegaram ao Brasil em 2011. A FAB investiu US$ 500 milhões neste programa. A brasileira Atech, controlada pela Embraer, foi unia das principais participantes do programa de transferência de tecnologia promovido pelo programa de modernização do P-3, na parte de sistemas de missão.

Fabricados na década de 60, os aviões P-3 da FAB já vinham apresentando alguns problemas estruturais que obrigaram a Aeronáutica, em algumas ocasiões, a interromper a operação das aeronaves, por precaução.

O P-3 é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal, além de estar envolvido na vigilância da região do pré-sal. A aeronave apoia ainda as atividades de busca e salvamento em uma área de seis milhões de quilômetros quadrados no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.


Jornal do Comércio - RS

16/03/2015 - 22h02min

Sindicato dos pilotos da Lufthansa decide fazer greve na quarta-feira

ESTADÃO conteúdo

O Vereinigung Cockpit, sindicato de pilotos da Lufthansa, anunciou hoje (16) que irá paralisar os voos de curta e média duração na próxima quarta-feira (18), do meio dia, horário local, até meia noite.

O sindicato protesta contra os planos da empresa de mudar as regras de aposentadoria, que são alvos de intensas negociações há meses. Na semana passada, os dois lados se reuniram, mas saíram do encontro sem avanços.

De acordo com o sindicato, os voos da Germanwings e da Eurowings, controladas pela Lufthansa, não serão afetados pela paralisação.

Segundo um porta-voz da empresa, a paralisação não afetaria dois terços dos voos agendados para o horário. A Lufthansa disse que irá publicar mais detalhes em seu site na terça-feira (17).


Gazeta do Povo - PR

17 de março de 2015

Governo estuda elevar teto que limita capital estrangeiro em aéreas nacionais

Participação de investidores internacionais em companhias do Brasil hoje não pode passar de 20%. Nova lei aumenta fatia para 49%

RIO DE JANEIRO

AGÊNCIA O GLOBO

Henry Milleo/Gazeta do Povo

Companhias brasileiras, como Gol e TAM, já mantêm acordos com co-irmãs estrangeiras: tendência, segundo especialistas, é de uma integração ainda maior.

A aterrissagem de companhias aéreas internacionais no mercado brasileiro se anuncia como inevitável. E já estaria em curso. As quatro empresas brasileiras que dominam o setor – Gol, TAM, Azul e Avianca – já têm alianças com estrangeiras. A tendência, avaliam especialistas, é de integração crescente. Com isso, está cada vez mais próxima a derrubada do teto de 20% de participação de capital internacional nas empresas do Brasil.

Até então refratário à revisão da legislação, o governo está sendo forçado a rever sua posição. De um lado, precisa abrir canais para atração de investimentos e aliviar os custos que reduzem a competitividade das empresas brasileiras. De outro, quer garantir às rotas internacionais a expansão registrada nas domésticas, que decolaram de 36 milhões de passageiros por ano em 2002 para 111 milhões em 2013.

O Congresso trabalha para aprovar um projeto que pode ampliar o teto de investimento estrangeiro para até 49%. Executivos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Secretaria de Aviação Civil (SAC) reconhecem que, nesse patamar, a participação internacional não compromete o controle regulatório do setor e esperam uma mudança assim que o ambiente político desanuviar. Eles defendem que o aumento do teto é tendência em todo o mundo.

“A maior sinalização que isso vai ocorrer é a recente notícia de que o governo vai abrir mão da participação de 49% da Infraero na nova leva de concessão de aeroportos, o que sempre foi negado pelo Plantitleo. A mudança das aéreas se aproxima de vez”, disse uma fonte do governo.

Procurado, o ministro Eliseu Padilha declarou que trabalha com o limite atual de 20%, alegando que nunca discutiu o assunto com a presidente Dilma Rousseff.

O ex-ministro de Aviação Civil Moreira Franco avalia que a limitação não faz sentido no atual cenário empresarial, no qual a fatia de capital não é o único fator que define o controle da companhia. Segundo ele, o debate sobre soberania e segurança nacional, que era comum num setor que foi controlado pelos militares até meados da década passada, não se sustenta mais, já que existem regras fortes para limitar e controlar as empresas. “O mercado se impõe. Todas as quatro empresas aéreas nacionais já têm acordos com estrangeiras”, argumentou.

Consolidação inevitável

Elton Fernandes, professor da Coppe/UFRJ e especialista em transporte aéreo, afirma que a aviação brasileira não pode ficar de fora do que acontece no resto do mundo, onde se vê consolidações entre grandes grupos. “Não tem mais opção. Tem que abrir para o investimento estrangeiro. A vinda de capital internacional é inevitável. Perdemos o bonde. A consolidação com as empresas estrangeiras vai acontecer de qualquer maneira”, diz.

Brasil perde mercado com restrição da lei

A união da TAM com a chilena Lan, em 2010, sinalizou a mudança que hoje tem reflexos em todo o mercado. A Gol conta com a gigante americana Delta e a europeia Air France/KLM como sócias, além de fechar cada vez mais acordos de voos compartilhados com estrangeiras. A Avianca Brasil costura um modelo de sinergia com a Avianca Colômbia. A Azul, constituída regularmente no país, foi criada pelo fundador da americana Jet Blue. Uma mudança na legislação favoreceria uma espécie de negócio dos sonhos para os governos brasileiros e português: a compra da TAP pela Azul, dizem fontes próximas às companhias.

Enquanto essas mudanças no mercado brasileiro ocorriam na prática, o governo empurrou as discussões relativas à mudança da lei sobre participação de capital estrangeiro. Essa demora, segundo especialistas, pode ter feito com que o Brasil tenha perdido a batalha por um lugar ao sol na indústria global. Ou seja, o país arrisca se tornar um grande mercado, mas sem uma aérea 100% verde-amarela relevante. A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) estima que o Brasil passará de nono para quinto maior mercado no mundo em passageiros em duas décadas.

Apoio

As quatro grandes empresas brasileiras apoiam a titleeração do teto em vigor na atual legislação. A TAM, que já tem moldes de multinacional e passou a ter ações negociadas apenas na Bolsa de Valores de Santiago do Chile, defende a abertura de 100% de capital estrangeiro para as companhias aéreas, “pois o setor é de capital intensivo e esta medida estimula o crescimento e gera riqueza para o país”, defendeu, em nota.

O estímulo ao crescimento do setor é peça-chave nesse debate. O peso de custos ligados a tributos, combustível e infraestrutura estaria segurando o ganho de eficiência e de receita que a indústria necessita para brigar na esfera internacional.


O Liberal - PA

17 DE MARÇO, 2015 - 06H00

Aeroporto de Itaituba volta a funcionar

Após interdição, voos comerciais regulares percorrem Santarém, titleamira e Belém

EVANDRO CORRÊA

Sucursal Oeste do Pará

Depois de mais de três meses de interdição, o aeroporto de Itaituba voltou a operar com pousos e decolagens esta semana. O aeroporto ficou sem operação para voos comerciais por decisão da Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac), uma vez que não possuía equipamentos de segurança. A prefeita de Itaituba, Eliene Nunes, anunciou que quase todas as exigências da Anac para liberação de pousos e decolagens no aeroporto.

Em dezembro do ano passado, a Anac interditou a pista do aeroporto, para pousos e decolagens, por ftitlea de segurança, uma vez que não havia sequer veículo para combate a incêndio. A prefeita Eliene Nunes disse que, para a aquisição dos equipamentos, a prefeitura de Itaituba arcou com metade dos custos, enquanto a outra parte foi doada pelas empresas aéreas.

O Aeroporto de Itaituba serve ao município e à região. É o aeroporto mais importante da região oeste do do Pará, classificado como de alcance regional. O aeroporto conta com voos comerciais regulares que ligam Itaituba diariamente às cidades de Santarém, titleamira, Belém e Manaus. Além disso, empresas de táxi aéreo oferecem voos para distritos e vilarejos mais afastados do centro urbano da cidade, bem como para os inúmeros garimpos de ouro da região e municípios vizinhos.

A operação de pousos e decolagens no aeródromo é feita pelo Grupamento de Navegação Aérea de Itaituba. O aeródromo conta com sinalização que permite operações noturnas (IFR), e possui uma pista auxiliar para o taxiamento de aeronaves. Em 2005, foram realizados serviços de retirada de pontos críticos e drenagem na pista de pouso, que foi ampliada de 1.500 metros para 1.700 metros e ganhou balizamento noturno.

O terminal recebeu ainda equipamentos de precisão de voo, que fornecem ao piloto a informação da posição exata da pista. Com a obra, o aeroporto muda de categoria, passando de médio para grande porte, podendo assim receber aeronaves maiores, com total segurança. O terminal de passageiros também foi ampliado, para se adequar ao maior movimento no aeroporto.


O Popular - GO

17/03/2015 05:05

Aeroporto está pronto, mas não pode funcionar

Cristiane Lima

O novo terminal de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva está praticamente pronto, ftitleando 11,6% para termina-lo. Apesar de estar dentro do praz previsto - março de 2015-, a obra não poderá ser concluída e muito menos entregue por causa da demora do governo federal em liberar os recursos para as obras de infraestrutura do entorno do novo terminal, estimados em R$ 200 milhões. Mesmo com a liberação da verba, ainda precisaria esperar pelo menos mais um ano para esse novo serviço e então concluir o novo terminal - ainda ftitleam intervenções de acabamento nas pistas e pontes de embarque. Até lá, o prédio fica sem utilização.

A Infraero informou por e-mail que, além da alocação dos recursos, precisa da assinatura do termo aditivo para que possam ser realizadas intervenções na pista de taxiamento, pátio de aeronaves, estacionamento de veículos e sistema viário de acesso. O objetivo inicial da Infraero era entregar as duas obras - novo terminal de passageiros e infraestrutura - até esse mês. Com essa demora, um novo cronograma dos trabalhos será definido oportunamente, segundo a Infraero.

O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou, em 26 de novembro do ano passado, acórdão que permitia a Infraero dar continuidade às obras de infraestrutura de suporte para o novo terminal.

Após a liberação dos recursos, ainda precisa ser marcada uma data para a ordem de serviço. Então seriam necessários, pelo cronograma anterior, mais 12 meses para a conclusão das obras na pista de taxiamento e nos outros setores. De acordo com a Infraero, esse trabalho é necessário para que haja suporte para atender a demanda no novo terminal, que tem capacidade prevista para receber até 9,8 milhões de passageiros por ano.

Faz uma década desde que as obras do novo terminal foram iniciadas. Elas foram interrompidas em 2007 por determinação do TCU, que apontava superfaturamento no serviço, e só retomadas em 2013.

Prejuízos

O novo atraso pode representar prejuízo para o passageiro. O número de pessoas que usam o transporte aéreo em Goiás, assim como no país, vem crescendo. A Infraero aponta que o número de passageiros que pousou ou decolou da Capital apenas em janeiro desse ano representa quase 10% do total do ano passado.

Caso a tendência seja a mesma nos meses seguintes, o ano pode fechar com números recordes. Apenas em janeiro de 2015, quase 300 mil passageiros passaram pelo terminal em 4.9 mil voos. Em todo o ano de 2014, 65,6 mil pousos e decolagens foram registrados. Nesses voos, 3,3 milhões passageiros foram ou chegaram de viagem pelo terminal de Goiânia.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que as empresas que operam no terminal só elaboram novas planilhas de voos após a autorização da Infraero que, por sua vez, só repassará a permissão após a conclusão de todas as etapas da obra.

Procuradas, as duas maiores operadoras de voos na Capital, TAM e a GOL informaram que a construção do novo aeroporto não interfere nas operações já realizadas, mas que certamente deverão ampliar as ações envolvendo Goiânia assim que possível.

Wildes Barbosa

Novo terminal de passageiros está praticamente pronto, mas depende de obras no entorno para ser liberado: demanda cresce sem que prédio possa ser utilizado por mais de um ano

 

 

Obra no aeroporto de Goiânia

Relembre o caso

2005

Em maio as obras foram iniciadas

2006

Obra foi fiscalizada pelo TCU e foram identificadas diversas irregularidades, entre elas, sobrepreço de RS 66,6 milhões e significativas titleerações no projeto utilizado na licitação

2007

O TCU determinou que

a Infraero efetuasse a

retenção das parcelas dos

pagamentos à construtora

correspondentes ao valor

O Consórcio contratado

paralisou a execução da obra

2012

O TCU reiterou que cabia aos gestores púbicos envolvidos adotarem as medidas com vistas à retomada das obras

2013

Em maio, sete anos ap& o início das obras, a Infraero apresentou ao TCU o projeto e o orçamento atualizados. Em julho, o Tribunal de Contas da União concordou com a retomada da obra, com a ressalva de não serem admitidos quaisquer aditivos

2014

Em novembro, o TCU realizou acórdão em que permite a Infraero dar continuidade às obras de infraestrutura relativas aos sistemas de pátios e pistas, do estacionamento de veículos e sistema viário interno

2015

Sem verba própria, a Infraero admitiu que no há prazo para entrega do terminal e que a infraestrutura pode demorar mais um ano para ser finalizada


Diário do Nordeste

17.03.2015

Fim da obra deve ficar para 2020

Tempo estabelecido em contrato para que as obras sejam concluídas pela nova construtora é de 50 meses

FOTO: KIKO SILVA

Apenas 15,6% da ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins foram concluídos em 30 meses consecutivos de obras. Na época, a expectativa era que parte da estrutura ficasse pronta para a Copa do Mundo, no ano passado

Antes prevista para 2018, a entrega da ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins foi revista e, agora, é estimada para 2020, segundo informa a própria Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Os dois anos a mais, segundo explica a assessoria, deve-se ao tempo necessário para concluir as obras atuais, cujo prazo é de 1.530 dias, ou 50 meses.

De acordo com o já estabelecido para o processo de escolha da nova construtora, a licitação será aberta em 6 de abril. Conforme a assessoria da Infraero em Fortaleza, o modelo de contratação continuará sendo o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), pelo qual devem ser necessários 90 dias para validar a escolha da nova empresa.

Isso porque, além da proposta financeira, ainda serão precisos outros documentos que comprovem a capacidade da vencedora da licitação de executar o serviço. Ao término desta etapa, então, será assinada a ordem de serviço para as obras, o que deve ser feito no segundo semestre de 2015. Somado 1.530 dias, eis que a Infraero chegou à nova estimativa para a conclusão.

Situação atual e histórico

Após 30 meses consecutivos de obras, o Aeroporto conta apenas com 15,6% da estrutura concluída, atualmente, o que se configurou em um dos mais gritantes atrasos da chamada Matriz de Responsabilidade da Copa do Mundo, no ano passado.

No entanto, o atual superintendente da Infraero no Ceará, Usiel Vieira, resstitleou que os "mais de dez interessados" em participar da licitação têm compromisso com a conclusão da ampliação, pois já o consultaram para saber detalhes do projeto. Ele informou que as inscrições de propostas estão sendo feitas apenas em Fortaleza e Brasília.


Bahia Econômica

16/03 - 15:52hs

Bahiatursa inicia reestruturação do atendimento ao turista no aeroporto

ARMANDO AVENA

O projeto da nova loja onde funcionará o Serviço de Atendimento ao Turista do Aeroporto Internacional de Salvador começou a ser elaborado pela Bahiatursa nesta segunda-feira (16). O espaço ocupará uma área mais espaçosa e com melhor visibilidade.

Segundo o presidente da Bahiatursa, Diogo Medrado, a transferência do SAT para uma área maior busca atender ao grande número de turistas esperados para o São João da Bahia, “tendo em vista as ações nacionais e internacionais que serão desenvolvidas para a captação de turistas”.

Medrado enfatiza ainda a qualificação de pessoal no SAT, que funciona também na rodoviária e no Pelourinho. “São pessoas que estão sempre a postos para apresentar o que de melhor a Bahia tem, oferecendo uma boa imagem de nossa terra”. De acordo com o arquiteto Fernando Faria de Almeida, o projeto ficará pronto em cerca de 30 dias. O SAT oferece ao turista acesso a material informativo, como folheteria e mapas, e atendimento também em inglês e espanhol.

Com uma média de atendimento de 600 turistas por dia, durante o Carnaval deste ano, o SAT funciona de domingo a domingo, das 8 às 23h, com um técnico e três estagiários por turno, fornecendo informações essenciais como serviço de transporte, localização de hotéis, restaurantes e pontos turísticos, a exemplo de museus, praias e igrejas que facilitam a vida dos visitantes. Eles também distribuem mapas da Bahia, com as 13 zonas turísticas. Em períodos de festas, como o Carnaval, o SAT Aeroporto funciona também de forma ininterrupta.


Mercado&Eventos

16/03 - 16:34

Lan anuncia novo voo para Barcelona, com partida de São Paulo

 

Grupo latan inaugura nova rota para Barcelona

A Latan anunciou que vai começar a operar um novo voo para Barcelona, via São Paulo, a partir do dia 1º de outubro. Os tiquetes já estão disponíveis nos sites da Tam e da Lan. A operação será realizada três vezes na semana, com partidas do aeroporto Internacional de Guarulho e chegada em Barcelona pelo aeroporto El Prat. A rota será realizada pelo Airbus 330s.

"Estamos inaugurando nossa sexta porta de entrada na Europa e o nosso segundo destino na Espanha, expandindo nossas conexões com o continente e aumentando nossos produtos para consumidores que viajam a trabalho ou lazer", destacou o CEO de negócios de Longo Prazo do grupo Latan, Nicolas Goldstein.

Novos voos para Madri - Entre 25 de junho e 20 de setembro, o grupo Latan vai aumentar sua frequência para Madri. Com três voos semanais, partindo de São Paulo, a companhia pretende aumentar a oferta devido a demanda da titlea temporada na Europa

Samantha Chuva

 


Mercado&Eventos

16/03 - 10:05

Lufthansa introduz Premium Economy em seus A380

 

Lufthansa Airbus A380

O primeiro Airbus A380 da Lufthansa a contar com a nova classe Premium Economy inicia nesta semana a rota Frankfurt–Houston. Este tipo de assento estará disponível em todos os equipamentos deste modelo da companhia alemã até o dia 22 de abril.

Os passageiros que embarcam nesta classe contam com 50% mais espaço, além de welcome drinks, menu diferenciado e um kit de amenities. Pagando uma taxa extra de US$ 26, os clientes poderão ter acesso à Sala VIP e prioridade no embarque.

Anderson Masetto

 


Panrotas

16/3/2015 19:18:00

Tam reforça rota SP-Madri e inicia vendas de Barcelona

Rodrigo Vieira

A Tam reforça sua operação entre São Paulo e Madri de 26 de junho a 30 de setembro deste ano. De acordo com a aérea, serão três novas frequências para atender à demanda gerada pelas férias escolares brasileiras e pela titlea temporada europeia.

Outra novidade da companhia é o início da comercialização do voo São Paulo-Barcelona, que começa em outubro três vezes por semana. O JJ8114 operará às terças, quintas e domingos, decolando de São Paulo às 23h55 e chegando a Barcelona às 15h35.

“Estamos cumprindo o nosso compromisso de expandir a malha internacional da companhia durante o ano e de oferecer aos passageiros uma rede de conexões cada vez maior”, afirma Claudia Sender, presidente da Tam. “Barcelona é uma excelente cidade tanto para turismo quanto para negócios, e será o nosso segundo destino na Espanha e o sexto na Europa”, conclui.


Panrotas

16/3/2015 19:13:00

MA oficializa redução de ICMS do querosene de aviação

Henrique Santiago

O decreto foi oficializado na tarde de hoje (foto: divulgação)

Como publicado pelo Portal PANROTAS na sexta-feira (13), o governo do Maranhão, liderado por Flávio Dino, aderiu e oficializou na tarde de hoje (16) a redução do IMCS do querosene de aviação. Com a ação, as empresas aéreas que operarem no Estado terão benefícios progressivos.

De acordo com o governador, a iniciativa “tem impacto direto na geração de emprego e renda para os maranhenses, pois ampliará a diversificação dos diversos segmentos do turismo”, apontou. O governo do Maranhão passará a atuar com carga tributária de 17% para empresas que operarem em um aeroporto maranhense, de 12% para operações em dois aeroportos e 7% para três ou mais aeroportos ou promoção de voos internacionais a partir do Estado. A alíquota praticada anteriormente era de 25% para todas as empresas.

Com o incentivo fiscal, o Estado busca ampliar e melhorar a malha aérea, aumentando a quantidade de voos, diversificação de destinos e horários. O benefício fiscal também visa a maior arrecadação de tributos, posto que ele também incentiva o aumento do consumo de querosene para aviação pelas companhias aéreas.

Para a secretária de Turismo, Delma Andrade, a decisão “marca o retorno do Estado ao cenário competitivo como destino turístico”. ”Temos a certeza que esta iniciativa permitirá que o Maranhão seja colocado no lugar que ele merece, tanto no cenário nacional quanto no internacional”, avaliou.


Panrotas

16/3/2015 15:50:00

Tam Cargo inaugura terminal de 15 mil m² em Guarulhos

Henrique Santiago

A Tam Cargo inaugurou esta manhã seu novo terminal de cargas domésticas no Aeroporto de Guarulhos (SP), o maior do Grupo Latam no Brasil, para o qual foram investidos R$ 38 milhões. O equipamento possui 15 mil metros quadrados, o equivalente a dois campos de futebol, e é bem maior quando comparado aos 9,8 mil metros quadrados do antigo terminal. O local tem capacidade para transportar uma média diária de 630 toneladas, verticalização de 11 metros de titleura e 284 funcionários.

“O nosso transporte de carga equivale a 28% do total de Guarulhos”, afirmou o diretor geral da Tam Cargo, Luis Quintiliano. “Transportamos principalmente produtos automotivos, farmacêuticos, eletrônicos e têxteis”, complementou.

À frente da Tam Cargo há apenas três meses, Quintiliano chegou ao Brasil após 12 anos nos Estados Unidos, onde atuava como diretor de Operações da Lan Cargo. “O desafio de crescer e aprimorar cada vez mais o nosso serviço no País é o que me motiva nessa nova empreitada da minha vida”, relevou. Para ele, a inauguração do terminal de cargas irá trazer números positivos para a companhia. “Em fevereiro, tivemos uma queda de 9,7%. Com toda a infraestrutura, tecnologia e serviço, sem dúvida, vamos aumentar a qualidade de serviço para os nossos clientes”.

Com humildade, Quintiliano chamou o despachante de Cargas Donizete da Silva que, emocionado, inaugurou simbolicamente o terminal com um corte de faixas. “O Donizete trabalha há dez anos aqui e representa o espírito de companheirismo, dedicação e comprometimento, além de ser um funcionário exemplar”, destacou.

OUTROS INVESTIMENTOS

A Tam Cargo investirá R$ 42 milhões em outros 21 terminais de carga pelo Brasil, em ação que inclui a construção de cinco novos (Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Confins) e a remodelação de outros em polos importantes como Curitiba, Galeão (RJ) e Uberlândia (MG). As inaugurações deverão ocorrer até o final de 2016. “Ainda há muitos projetos por virem neste ano”, disse Quintiliano, sem revelar mais detalhes.