O Estado de S.Paulo
Companhia aérea veta aeromoças casadas ou grávidas
Desenvix avalia venda de aeroportos
O Globo
Média diária de passageiros nos aeroportos durante o carnaval supera Copa do Mundo
G1
Anac aloca frequências para Azul e Avianca voarem entre Brasil e EUA
Voo dos EUA para Brasília sofre 11 h de atraso após passageira passar mal
Jornal do Brasil
Aeroportos registram 66 voos domésticos cancelados, mostra Infraero
Valor Econômico
TAM mira liderança com rentabilidade
Jornal do Commercio - PE
Voo Recife-Cabo Verde começa a operar em junho
Gazeta do Povo - PR
Cade aprova acordo de compartilhamento de voos entre TAM e Iberia
A Tribuna News - MS
Passagem aérea e leite ficam mais baratos e IPC-S desacelera
Panrotas
Heathrow tem recorde de paxs e aumento de brasileiros
18 Fevereiro 2015 | 11:06
Companhia aérea veta aeromoças casadas ou grávidas
ECONOMIA & NEGÓCIOS
Qatar Airways, patrocinadora do Barcelona que foi eleita a segunda melhor companhia aérea do mundo no ano passado, foi denunciada pela federação internacional dos aeroviários
‘Junte-se à nossa premiada tripulação’, diz o anúncio da Qatar Airways |
A Qatar Airways, considerada a segunda melhor empresa aérea do mundo, acaba de comprar uma séria briga com os aeroviários. Ao assinar contrato de trabalho, as aeromoças são informadas de que não podem se casar pelo menos nos próximos cinco anos, sob pena de demissão.
Engravidar também é proibido, segundo denúncia da ITF, a poderosa federação internacional dos aeroviários.
“Em 2014 a empresa foi nomeada a segunda melhor companhia aérea do mundo, mas em se tratando de direitos dos trabalhadores a Qatar Airways realmente deixa a desejar”, afirma a entidade que representa os trabalhadores do setor aéreo.
A entidade sindical entrou em contato com o Barcelona, pedindo que o clube espanhol reveja sua lucrativa parceria com a Qatar Airways, tendo em vista o desrespeito com os trabalhadores.
A companhia aérea, em comunicado enviado para o “Washington Post”, tentou neutralizar as críticas e alegando que existem muitas aeromoças casadas trabalhando na companhia.
Mas, para piorar a controvérsia, Akbar Al-Baker, CEO da empresa, comentou: “Quem deseja trabalhar na Qatar Airways deve obedecer os nossos princípios, e se você é um adulto e aceitar essas condições, então você não deveria reclamar”.
Gabriel Mocho, secretário de aviação civil na federação internacional dos trabalhadores de transportes aéreos, responde: “O tratamento dispensado aos empregados da Qatar Airways vai muito além da questão da diferença cultural. Quando se trata de direitos das mulheres, esta é a pior de todas as companhias aéreas do mundo”.
Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Desenvix avalia venda de aeroportos
Luciana Collet, Mônica Scaramuzzo,
Márcia de Chiara e Naiana Oscar
Após vender a Desenvix, empresa de energia, para a sócia norueguesa Statkraft Investimentos, a Engevix afirma que considera, ainda que de forma “muito secundária”, a venda de suas participações nos aeroportos de Brasília e São Gonçalo do Amarante (RN). Segundo o diretor-geral da Engevix, José Antunes Sobrinho, a prioridade é efetivar a venda da participação no ativo de energia, que deve render cerca de R$ 500 milhões ao grupo e aliviar a pressão financeira pela qual a Engevix passa em meio às investigações da companhia na operação Lava Jato.
Para Antunes, apenas interessa a venda de 100% da participação no consórcio que detém o aeroporto do Rio Grande do Norte e de 51% da Sociedade de Propósito Específico (SPE) que opera o de Brasília. “Ou é tudo, ou é nada”, disse, rejeitando a possibilidade de apenas reduzir sua participação e se tornar minoritário.
Antunes disse que tem sido sondado, especialmente por investidores estrangeiros. “Estamos sendo procurados por muita gente fora do Brasil, muitos interessados, estamos sendo sondados pelo mercado e estamos aceitando ser sondados”, disse.
Outro ativo potencialmente à venda é a Ecovix, do segmento naval. A Engevix tem como sócio nesta empresa a japonesa Mitsubishi, que detém 30%. “Consideramos alguma participação de terceiros lá, para tornar o negócio mais capitalizado”, disse Antunes. Segundo ele, o ativo tem atraído interesse, por conta do estaleiro Rio Grande, que tem ampliado sua produtividade e tem potencial de ganho de eficiência adicional.
18/02/2015 19:29
Média diária de passageiros nos aeroportos durante o carnaval supera Copa do Mundo
Estimativa é que 627 mil pessoas tenham passado por dia nos principais terminais brasileiros, mais de 100 mil que durante o Mundial
POR O GLOBO
Fila à espera de táxi no aeroporto Santos Dumont durante o carnaval |
BRASÍLIA - Durante os cinco dias do feriado de carnaval, a média diária de passageiros que passaram pelos aeroportos brasileiros superou a média da Copa do Mundo no Brasil. Entre a última sexta-feira e está quarta-feira, a estimativa da Secretaria de Aviação Civil (SAC) é que tenham passado 627 mil pessoas por dia nos 15 principais terminais brasileiros. No Mundial, a média foi de 508 mil.
O dia de maior movimento foi a sexta-feira, com 711 mil passageiros embarcando e desembarcando nos terminais de Viracopos, Brasília, Galeão, Guarulhos, Confins, Natal, Congonhas, Fortaleza, Porto Alegre, Santos Dumont, Recife, Curitiba, Manaus, Salvador e Cuiabá. Durante a Copa, a maior movimentação ocorreu depois da final, no dia 14 de julho, quando 560 mil pessoas passaram pelos 21 aeroportos que atenderam a competição para voltar para a casa.
De acordo com a secretaria, as operações nos terminais ocorreram com tranquilidade nos cinco dias de festa. Na terça-feira o índice de atrasos superiores a 30 minutos foi de apenas 2,14% nos sete aeroportos que concentram 72% da movimentação do carnaval - Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, Brasília (DF), Salvador (BA) e Recife (PE). Dos 1261 voos programados, apenas 27 saíram fora do horário. A estimativa é que 600 mil pessoas tenham passado por esses terminais no último dia de folia.
A SAC espera um movimento intenso na próxima segunda, quando mais de 480 mil pessoas devem voltar para casa após emendar o fim de semana com o feriado. Por isso a Operação Folia Feliz continua até o início da próxima semana para garantir tranquilidade aos viajantes. Dentre as medidas a serem seguidas pelos operadores aeroportuários, companhias aéreas e órgãos públicos que atuam junto à aviação civil, está o reforço no número de funcionários trabalhando no período para melhor atender o usuário.
A estimativa é que 5,3 milhões de pessoas passarão pelos sete aeroportos da Operação. Até agora, 4,3 milhões de passageiros já embarcaram ou desembarcaram nesses terminais.
19/02/2015 08h05
Anac aloca frequências para Azul e Avianca voarem entre Brasil e EUA
Azul terá 10 novas frequências, enquanto a Avianca fica com 14.
Companhia brasileira voa para Miami; Avianca faz Brasil-Colômbia.
Da Reuters
Avião da Embraer E-195 usado pela Azul |
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) alocou às companhias aéreas Azul e Avianca Brasil uma série de frequências semanais para a realização de serviços aéreos mistos entre o Brasil e os Estados Unidos.
A Azul recebeu dez frequências semanais, ao passo que a Avianca Brasil recebeu 14 frequências semanais, segundo portaria da agência publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.
Atualmente, a Azul possui voos internacionais partindo do Brasil com destino a Miami (Fort Lauderdale) e a Orlando, nos EUA. A Avianca Brasil voa para Bogotá, na Colômbia.
Avião em voo comercial da Avianca chega ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, transportando o suspeito Caio Silva de Souza |
18/02/2015 11h43
Voo dos EUA para Brasília sofre 11 h de atraso após passageira passar mal
Previsão era de que o pouso ocorresse às 10h24; avião chegou às 21h32.
Não há informações sobre o estado de saúde da mulher.
Do G1 DF
Placa indicando local de embarque de passageiros da American Airlines no Aeroporto Internacional de Brasília |
Um voo que seguia de Miami, nos Estados Unidos, para Brasília sofreu 11 horas de atraso nesta terça-feira (17) depois que uma passageira passou mal. A previsão era de que o pouso acontecesse às 10h24, mas o avião só chegou à capital brasileira às 21h32. Não há informações sobre o estado de saúde da mulher.
De acordo com a Inframerica — concessionária que administra o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek —, a aeronave já havia decolado e acabou retornando ao terminal de Miami para que a passageira pudesse ser socorrida.
Por e-mail, a American Airlines disse que uma paramédicos aguardou a equipe no retorno aos EUA. O voo tinha 143 passageiros e 9 tripulantes.
O avião retornou aos Estados Unidos às 0h02 desta quarta-feira (18). Funcionários que trabalham na companhia e que estavam no terminal durante a manhã disseram ao G1 não ter informações sobre o ocorrido.
18/02 às 12h56
Aeroportos registram 66 voos domésticos cancelados, mostra Infraero
Agência Brasil
A Infraero informa hoje (18) que, até as 11h, dos 850 voos programados dos embarques domésticos , 37 (4.4 %) estavam atrasados. Entre 0h e 11h, 16 (1.9 %) registraram atrasos e das 10h às 11h, 66 (7.8 %) foram cancelados.
Nos embarques internacionais dos 23 voos programados, 2 (8.7 %) estavam em atraso, no período entre 0h e 11h, 1 (4.3 %) com atraso. Entre 10h e 11h não foram registrados voos cancelados.
A Infraero publica a situação dos voos e fornece um relatório atualizado de hora em hora sobre atrasos e cancelamentos, que constam as operações programadas nos aeroportos da Rede Infraero e dos concedidos: Brasília (DF), Campinas (SP), Belo Horizonte/Tancredo Neves (MG) e Rio de Janeiro/Galeão (RJ), por opção das concessionárias desses aeroportos.
19/02/2015 às 05h00
TAM mira liderança com rentabilidade
Por João José Oliveira | De São Paulo
A perda da liderança do mercado aéreo doméstico de passageiros em dezembro é conjuntural e será contornada ao longo do ano, garante a presidente da TAM Unhas Aéreas, Claudia Sender. A executiva disse em entrevista ao Valor que a empresa, controlada pela Latam, vai encerrar 2015 no topo do mercado.
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Claudia Sender. da TAM: Se o Brasil não der lucro, o grupo não faz dinheiro’ |
Claudia Sender diz que liderança é tão importante quanto rentabilidade da operação. “Uma coisa não existe sem a outra”, diz a presidente da TAM Unhas Aéreas, explicando que ser a número 1 do setor representa maior escala - uma variável determinante para que a operação dê lucro. “O Brasil é o maior mercado da Latam. Se o Brasil não der lucro, o grupo não faz dinheiro”.
“Hoje, a operação brasileira é rentável”, diz Claudia, citando as elevadas taxas de ocupação da companhia em 2014. Em 2012 a Latam aportou R$ 3,5 bilhões na aérea brasileira. Os recursos cobriram o buraco de RS 2,84 bilhões em prejuízos apurados em 2012 e 2013.
Segundo a executiva, o aporte feito pela Latam após a fusão foi determinante para que a TAM pudesse fazer os investimentos necessários na operação. A frota foi renovada, os sistemas operacionais foram modernizados e a malha foi ajustada.
A executiva diz que a empresa está preparada para um cenário em que a demanda vai crescer alimentada pela ampliação e modernização da infraestrutura aeroportuária no Brasil. Claudia Sender também citou o programa governamental de aviação regional, que pretende aportar R$ 7,3 bilhões em aeroportos de cidades secundárias e subsidiar passagens aéreas nessas rotas, como elemento capaz de duplicar o índice de viagens por passageiros no país. Hoje, este índice é de 0,5 viagem por passageiro/ano. É menos da metade do registrado nos Estados Unidos e abaixo do o,9 do chile.
A executiva adiantou que neste semestre a TMi anuncia qual será a fabricante que vai fornecer as aeronaves de menor porte que poderão ser usadas pela companhia nas rotas regionais. “As negociações encontram-se avançadas com fabricantes, incluindo a Embraer “, disse a presidente da TAMvI sobre a encomenda que pode chegar a 30 aviões.
A Gol também decide este semestre se vai incorporar aviões da Embraer à frota para ganhar fatias na aviação entre aeroportos menores. Sinal de que a disputa entre as duas ainda mais acirrada este ano.
Gaudia Sender diz que a Gol só foi líder em dezembro porque optou por elevar a oferta de maneira pontual. “Isso pode até ocorrer novamente em janeiro, mas, se olharmos para o médio e longo prazos, somos lideres. No Brasil e na América Latina”.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que a TA1vI encerrou dezembro com 36,7% da demanda medida em passageiros-quilômetros transportados (RPK). A Gol, ficou com 38,1%. Nesse mesmo período, a TAM elevou a oferta - em assentos-quilômetros disponíveis (ASK) - em 3,2%, enquanto a Gol ampliou a oferta em 4,52%.
Levando em conta todo ano de 2014, a TAM teve 38,1% da demanda - queda de 4,38% ante 2013. A Gol ficou com 36,1% do mercado, avanço de 2,12%.
Claudia Sender diz que a empresa também tem a liderança no segmento de viagens de negócios, fatia que representa de 50% a 6o% dos passageiros da aviação no país e que historicamente paga tarifas médias mais elevadas.
Segundo dados da Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), a TAM respondeu por 32,7% da receita gerada pela venda de passagens corporativas em 2014. Já a Gol ficou com 31% do mercado.
Em número de bilhetes, as posições se invertem: TAM vendeu 30,5% de unidades de passagens e a Gol, 31,2%. O que representa um tíquete médio maior para a TAM nesse segmento, de R$ 613, contra RS 567, da Gol.
A TAM bate a Gol também em taxa de ocupação: fechou 2014 com taxa média de 8i,%. Em janeiro, esse indicador subiu ainda mais e superou os 85%. A presidente da empresa diz que pode continuar elevando a receita usando aviões maiores nas rotas de maior densidade. E citou os Airbus A320, por exemplo, que podem dar espaço aos A321, que levam quase 50 passageiros a mais. “A renovação da frota faz parte do plano de investimento de RS 13 bilhões em dois anos”, disse, sobre 2015 e
2016.
A presidente da TAM afirma que as elevadas taxas de ocupação e a liderança no segmento corporativo são conquistas geradas pelos ajustes que a companhia fez na malha e na precificação de passagens. “Estamos atendendo tanto o passageiro de negócios como o de lazer.
Claudia Sender observa que 2015 será um ano tão ou mais desafiador que 2014. O petróleo pode estar s% mais barato hoje, reduzindo a pressão sobre um item que representa 40% dos custos operacionais da companhia, diz a executiva. Mas o dólar também ficou 30% mais caro nesse período e impacta 60% dos passivos da empresa, lembra ela.
Dólar mais caro também representa um fator de desequilíbrio em outro campo onde a TAM disputa liderança - o internacional. Claudia Sender se mostra preocupada com a concorrência americana. “Além de serem muito maiores, têm os balanços em dólar”, diz a executiva.
O principal motivo dessa preocupação responde pelo termo “céus abertos”. Trata-se do acordo assinado pelos governos brasileiro e americano em 2012, que passou a abrir gradativamente as rotas entre os dois países. Em outubro próximo, entra em vigência a última etapa desse processo, tornando absolutamente livres os acessos dos dois mercados para voos das companhias aéreas dos Estados Unidos e do Brasil.
American, Delta ou United Airlines poderão abrir rotas e frequências para o Brasil independentemente de reciprocidade - bastando haver espaço nos aeroportos para que o voo seja realizado.
Entre o fim de 2010 e início de 2014, as frequências semanais entre os dois países subiram 29,4%, para 214 voos, O número de passageiros transportados cresceu ainda mais: 89,2%. Mas enquanto a participação das americanas nesse tráfego passou de 40% para 68%, as brasileiras estacionaram. Hoje, a American Airlines é líder nesse segmento, com 35,1% de mercado, contra 30,5% da TAM e 1,6% da Gol.
Claudia Sender diz que existe espaço no mercado da América Latina para três ou quatro grandes companhias - além de TAM, atuam nesse mercado regional a Avianca Holdings e a Copa Airlines. “Mas é preciso igualdade de condições”, diz, apontando que tributos e fórmula de cálculo para o combustível tornam a estrutura de custos no Brasil quase 40% maior que nos Estados Unidos.
É que os impostos no setor aéreo do Brasil são cerca de 25% maiores que os incidentes sobre as empresas americanas. E o querosene de aviação (QAV) vendido no Brasil é cotado a partir de uma fórmula da Petrobras que leva em conta variáveis inexistentes nos Estados Unidos - como taxas para frete, dutos e estocagem e para o fundo de marinha mercante -, embora 75% desse combustível seja produzido aqui no próprio país.
Claudia Sender diz haver motivos para acreditar que a demanda no Brasil é capaz de sustentar os modelos de negócios das quatro maiores empresas nacionais - Gol, Azul e Avianca, além da própria TAM.
“Existe uma grande demanda reprimida”, repete a executiva, apontando que no Brasil ainda há um grande número de pessoas que estariam voando se tivessem aeroportos mais próximos de suas casas.
18/02/2015, às 09h20
Voo Recife-Cabo Verde começa a operar em junho
Viagens terão frequência semanal e serão realizadas com o Boeing 737-400
Do JC Online
A África está mais perto dos recifenses. A partir de junho, terá início voos saindo do Recife para à cidade de Praia, em Cabo Verde. Operado pela TACV (Cabo Verde Airlines), as viagens terão frequência semanal e conexão imediata para vários países da Europa como Lisboa, Madri, Paris e Milão.
A previsão é que o primeiro voo saia da capital pernambucana no dia 5 de junho. O serviço será operado com o Boeing 737-400. Nas sextas-feiras as viagens acontecem às 20h05, no horário local, e com chegada prevista para as 22h30 do horário recifense. Já os voos do sábado decolam às 00h30 e pousam em Praia às 06h30.
BUENOS AIRES - No dia 24 de janeiro, estreou o voo direto da TAM entre o Recife e Buenos Aires. Com cerca de cinco horas de duração, a viagem custa a partir de US$ 359 ou R$ 937(ida e volta – cotação de ontem com o dólar a R$ 2,61) ou 24 mil pontos no programa de fidelidade Multiplus.
19/02/2015 | 09:10
Cade aprova acordo de compartilhamento de voos entre TAM e Iberia
Pelo acordo, os passageiros que voam com a TAM até Madrid, na Espanha, têm acesso a Barcelona, Roma, Zurique, Dusseldorf, Genebra, Veneza, Tenerife, Bilbao e Asturias, utilizando a malha aérea da parceira
ESTADÃO CONTEÚDO
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, aditivo ao contrato de "codeshare" atualmente vigente entre TAM Linhas Aéreas e Iberia Líneas Aéreas de España, conforme despacho publicado no "Diário Oficial da União".
O aditivo insere no acordo original algumas rotas a serem operadas em código compartilhado pelas empresas, entre elas São Paulo-Madrid.
As duas companhias já atuam em parceria ofertando opções de destinos dentro da Europa e América do Sul, com a emissão de todos os trechos em um único bilhete.
Pelo acordo, os passageiros que voam com a TAM até Madrid, na Espanha, têm acesso a Barcelona, Roma, Zurique, Dusseldorf, Genebra, Veneza, Tenerife, Bilbao e Asturias, utilizando a malha aérea da parceira.
Em contrapartida, os passageiros da Ibéria têm acesso a Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Salvador, Florianópolis, Curitiba, Manaus, Brasília, Porto Alegre e Recife.
As requerentes destacam em documento enviado ao Cade que o contrato principal não prevê reserva de assentos, qualquer forma de ingerência de uma parte sobre a outra, cláusulas potencialmente restritivas à concorrência ou troca de informações concorrencialmente sensíveis.
19/02/2015 08h37
Passagem aérea e leite ficam mais baratos e IPC-S desacelera
Indicador recuou de 1,63% para 1,27% na segunda semana de fevereiro. Preço da passagem aérea caiu 21,62%, e do leite longa vida, 3,26%.
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) ficou menor na segunda semana de fevereiro. Na segunda queda seguida da taxa de variação, o indicador caiu de 1,63% para 1,27%, puxado pela quedas nos preços das passagens aéreas e do leite longa vida, que ficaram 21,62% e 3,26% mais baratos, respectivamente.
Também contribuíram para reduzir a taxa do IPC-S as quedas nos preços de show musical (-2,44%), perfume (-1,28%) e blusa feminina (-1,36%).
Por outro lado, contribuíram para impedir uma desaceleração maior as altas nos preços da passagem de ônibus urbano (5,9%), conta de luz (4,85%), refeições em bares e restaurantes (1,32%), gasolina (2,87%) e automóvel novo (1,93%).
Entre os oito grupos pesquisados, seis tiveram redução em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação (de 3,51% para 1,46%). Também ficaram menores as taxas de alimentação (de 1,44% para 1,10%), habitação (de 1,69% para 1,38%), transportes (de 2,82% para 2,56%), despesas diversas (de 1,92% para 1,58%) e comunicação (de 0,43% para 0,36%).
Em sentido contrário, ficaram maiores as taxas de vestuário (de -0,31% para 0,00%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,30% para 0,33%).
Capitais
A FGV informou ainda que o IPC-S recuou em todas as sete capitais pesquisadas. A menor taxa foi registrada em Salvador, de 0,82%, seguida por Porto Alegre, com 0,86%. Já a maior foi registrada em São Paulo, de 1,86%, seguida por Belo Horizonte, com 1,39%.
Em Brasília, o índice ficou em 1,04%. Em Recife, em 1,16%; e no Rio de Janeiro, em 1,12%.
Fonte: G1
18/2/2015 17:32:00
Heathrow tem recorde de paxs e aumento de brasileiros
Rodrigo Vieira
Janeiro deste ano foi o mês mais movimentado da história do Aeroporto de Heathrow, o principal de Londres, no Reino Unido. O terminal viu uma movimentação de 5,45 milhões de passageiros, 1,3% de crescimento em comparação com o mesmo período em 2014.
O aeroporto destaca a movimentação de passageiros de mercados emergentes, principalmente da América Latina, como um dos responsáveis pelo alto volume. Em comparação com janeiro do ano passado, o número de mexicanos cresceu 17,9%, enquanto o de brasileiros aumentou em 4,7%. Em transporte de carga, que no geral cresceu 3,3%, o México teve 28,6% e o Brasil teve 11,3% de alta.
Aeronaves maiores e mais silenciosas em Heathrow foram estímulos para o crescimento do movimento no aeroporto. O número de assentos por avião foi para 209.0, aumento de 2%. A taxa de ocupação foi para 70,7%, acréscimo de 0,2%.
13/2/2015 18:25:00
Delta paga US$ 1 bi a funcionários por resultados de 2014
Rodrigo Vieira
A Delta Air Lines anunciou hoje que vai compartilhar o valor de US$ 1,1 bilhão com seus funcionários como participação no lucro obtido no ano passado.
“Na Delta, acreditamos que os valores e a cultura das pessoas são responsáveis pelo nosso sucesso”, afirmou o CEO da aérea, Richard Anderson, “Nós chamamos isso de diferencial da Delta. É essencial que nossos colaboradores tenham uma parte de nosso ano recorde e colham um pouco do ajudaram a criar. Obrigado a todos os 80 mil funcionários da companhia pelo mundo, que fez de 2014 um ano de bastante atenção a nossos clientes.”
No ano passado, os funcionários da Delta ganharam mais de US$ 84 milhões em bônus mensais por metas alcançadas. Nos último cinco anos, os colaboradores da companhia faturaram uma soma de US$ 2,9 bilhões em participação nos lucros.



