O Estado de S.Paulo
Anac notifica Avianca e TAM por problemas em Brasília
Folha de São Paulo
TAM desmente informação de vidente e diz que avião não foi trocado
O Globo
Passageiros empurram avião congelado para ajudar na decolagem
G1
Após problema, avião que seguia para Argentina volta para capital de SC
Aeronave faz trabalho de simulação em Santos, SP, e assusta moradores
Valor Econômico
Justiça livra fundo garantidor de débitos trabalhistas da Vasp
Paraná-online
Cade reduz multa de aéreas por cartel em setor de carga
Folha do Estado - MT
Rastreamento de 7 mil km² no mar não encontra pistas sobre avião da Malásia
Folha Vitória
Dufry renova contrato no Aeroporto Tom Jobim, no Rio
Diário do Nordeste
Subsídios trarão mais voos ao NE
Mercado&Eventos
Air Canada já registra 87% de ocupação para o novo voo Rio-Toronto
Demora na retirada de bagagem no Galeão irrita passageiros
Aeroporto de Joinville ganha sistema de conectores de embarque
Panrotas
26 Novembro 2014 | 17h 25
Anac notifica Avianca e TAM por problemas em Brasília
AYR ALISKI - ESTADÃO CONTEÚDO
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que abriu procedimento administrativo para possível aplicação de autuação às empresas Avianca e TAM por problemas no atendimento aos passageiros na madrugada desta terça-feira em Brasília. Os problemas foram verificados por fiscais da Anac que atuam em esquema de plantão 24 horas no aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek. Ontem à noite, o mau tempo e fortes chuvas prejudicaram as operações no local.
A Inframerica, que opera o aeroporto de Brasília, informa que por causa do mau tempo, 20 voos foram desviados para Goiânia, Uberlândia, Salvador, Confins e Palmas. Outros seis voos foram cancelados. Esse balanço considera registros entre as 17h14 de ontem e as 4 horas de hoje. Durante a maior parte desse período, o aeroporto operou por instrumentos. Na manhã de hoje, ainda em reflexo aos problemas verificados entre ontem e a madrugada de hoje, mais cinco voos foram cancelados.
A Anac explica que as companhias terão cinco dias para comprovar a prestação de assistência aos passageiros, segundo as normas da Agência, sob pena de multa de R$ 4 mil a R$ 10 mil por passageiro.
26/11/2014 11h28
TAM desmente informação de vidente e diz que avião não foi trocado
LEANDRO MACHADO
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA
FLÁVIA FARIA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Ruy Amparo, vice presidente de operações da TAM, negou que a aeronave que, segundo previsão de vidente, cairia na avenida Paulista nessa quarta (26), tenha sido trocada.
Amparo estava presente no voo, que partiu às 8h30 de Congonhas, na zona sul de São Paulo, e aterrissou normalmente em Brasília por volta das 10h30.
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Leandro Machado/Folhapress
Voo que supostamente cairia na Paulista aterrissa normalmente em Brasília nesta quarta |
"A rota nem passa pela Paulista, viramos à esquerda", disse Amparo.
Na terça (25), o vidente Juscelino Nóbrega Luz afirmou que o acidente não iria mais acontecer porque a aeronave havia sido trocada. A previsão inicial era de que o avião cairia em decorrência de problemas na turbina.
Segundo Luz, essa informação foi passada uma "pessoa da companhia aérea", mas ele não quis revelar nomes. Na semana passada, a TAM alterou o número do voo.
"Graças a Deus tiraram a aeronave da rota. Eles [ a TAM] podem falar o que quiserem, mas se não acreditassem [na previsão], não teriam mudado o número do voo", afirmou Luz.
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Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Humorista trajado de controlador de taxiamento de avião brinca com a premonição em prédio na Paulista |
27 nov 2014
Tensão no ar
Ancelmo Gois
oglobo.com.br/ancelmo
Um avião de passageiros, vindo dos EUA, foi escoltado, ontem, por um caça F-5 da FAB ao se aproximar de São Paulo.
Por alguma falha de comunicação entre o piloto e a torre do aeroporto de Guarulhos foi disparado o sinal de sequestro a bordo.
Mas foi só um susto.
26/11/2014 19:13
Passageiros empurram avião congelado para ajudar na decolagem
Incidente aconteceu na cidade de Igarka, na Sibéria, sob um frio superior a 50 graus negativos
POR O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
MOSCOU — Passageiros de um avião tiveram que empurrar a nave em que viajariam para que ela pudesse decolar do aeroporto da pequena cidade de Igarka, na Sibéria Ocidental, Rússia.
O trem de pouso da aeronave congelou devido às temperaturas congelantes da região, situada além do Círculo Polar Ártico.
O sistema de freio do avião Tupolev 134 congelou nesta terça-feira, e o reboque não conseguiu empurrar o avião até a pista de decolagem, informaram autoridades russas.
"Os passageiros que estavam a bordo desceram do avião e começaram a empurrá-lo pela pista", explicou em comunicado a divisão encarregada de transportes do Ministério Público russo.
Num vídeo filmado por um dos passageiros e postado na internet, é possível ver cerca de 20 homens usando casacos pesados empurrando o Tupolev 134 pela pista, coberta de gelo, enquanto o sol começa a se pôr.
"Vamos lá! Todo mundo quer ir pra casa!", gritam os homens, aparentemente bem humorados, sob um frio de -52° Celsius em Igarka.
O avião, que pertence à empresa Katekavia e que transportava 81 pessoas, chegou a Krasnoyarsk (centro da Sibéria) após três horas de voo, sem grandes atrasos.
Segundo o diretor técnico da Katekavia, Vladimir Artiomenko, citado pela imprensa russa, o incidente pode ter sido causado pela inexperiência do condutor do reboque, que não pensou em colocar correntes das rodas do veículo para poder avançar facilmente.
26/11/2014 23h39
Após problema, avião que seguia para Argentina volta para capital de SC
Aeronave decolou às 15h10 e pousou no pátio dois às 15h40.
Destino da aeronave era o Aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires
Do G1 SC
Avião retornou a Florianópolis após para-brisa externo trincar (Foto: David Bitencourt/Divulgação) |
Um avião que saiu do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, com destino a Buenos Aires, na Argentina, precisou retornar para a capital catarinense. No início da tarde desta quarta-feira (26), a aeronave apresentou uma trinca no para-brisa externo, logo após a decolagem. "O comandante imediatamente identificou o ocorrido e retornou ao aeroporto de origem", informou a assessoria de imprensa do Gol.
Passageiros foram reacomodados em outra
aeronave (Foto: David Bitencourt/Divulgação) |
O voo G3 7690, com destino ao Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, em Ezeiza, Buenos Aires, partiu da capital catarinense às 15h10. Cerca de 30 minutos depois, às 15h40, o avião pousou novamente em Florianópolis.
Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, em Florianópolis, a aeronave pousou no pátio secundário. Nesta área são realizadas as manutenções de aviões de grande porte.
De acordo com a Gol, "em nenhum momento a segurança do voo foi comprometida e os passageiros foram reacomodados em outro voo para o destino final". A empresa destacou que a aeronave passará por manutenção para a troca do para-brisa e análise do que precisou ser removido.
26/11/2014 18h16
Aeronave faz trabalho de simulação em Santos, SP, e assusta moradores
Dezenas de pessoas expressaram preocupação por meio das redes sociais.
Caça veio do Rio de Janeiro e sobrevoa baixo devido a um treinamento.
Do G1 Santos
Um avião caça do Exército da Força Aérea Brasileira (FAB) que fez um trabalho de simulação nos céus de Santos, no litoral de São Paulo, assustou moradores durante a tarde desta quarta-feira (26). Dezenas de pessoas expressaram preocupação por meio das redes sociais quanto ao barulho inesperado que foi gerado pela aeronave.
De acordo com a FAB o caça veio do Rio de Janeiro e sobrevoa baixo devido a um treinamento para ver como o Exército e a Aeronáutica reagiriam em situação de ataque. A simulação terminou às 18h.
O barulho gerado pela aeronave foi ouvido em bairros como Embaré, Boqueirão, Aparecida e Ponta da Praia. O episódio ocorreu três meses após o jato que levava o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, ter caído em Santos, resultando na morte do político e outras seis pessoas, o que aumentou as preocupações dos moradores quanto à possibilidade de outro acidente ter ocorrido.
27/11/2014 às 05h00
Justiça livra fundo garantidor de débitos trabalhistas da Vasp
Por Adriana Aguiar | De São Paulo
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Advogado Maurício Pessoa: entendimento mantém a blindagem do fundo |
A Justiça excluiu a responsabilidade do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) pelo pagamento de créditos de ex-funcionários da Vasp, que buscam na Justiça ressarcimento por operação envolvendo a companhia aérea e o Banco Rural, liquidado em agosto de 2013.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu decisões da Justiça do Trabalho e transferiu para a 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo a competência para decidir sobre dívidas da Vasp. O entendimento anula decisão do juiz Fábio Branda, da 14ª Vara do Trabalho. O magistrado havia determinado em agosto do ano passado, por liminar, o bloqueio de R$ 124,5 milhões do FGC destinado aos clientes do Rural.
A ideia era tentar fazer com que o FGC entregasse à Vasp as contribuições efetuadas pelo Banco Rural. Os pagamentos aos credores do Rural contudo já tinham sido liberados pelo Supremo Tribunal Federal. Da recente decisão do STJ não cabe mais recurso.
Em outubro, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, ao analisar o mérito da discussão, também isentou o FGC de qualquer responsabilidade pelas dívidas trabalhistas.
No processo, os trabalhadores alegam que Wagner Canhedo, controlador da antiga companhia aérea, transferiu cabeças de gado à Rural Agroinvest, do grupo Rural, em uma operação considerada fraudulenta pela Justiça. O Judiciário tentou retomá-las para indenizar os ex-empregados, mas o banco informou que já havia vendido esses ativos. O que resultou em uma execução de mais de R$ 100 milhões contra o Rural para pagar os trabalhadores da Vasp. Com a liquidação da instituição financeira pelo Banco Central, a cobrança foi redirecionada ao FGC.
Segundo o advogado que defende o FGC, Maurício Pessoa, do Barbosa, Müssnich & Aragão, essas decisões encerram a discussão. "O fundo está livre de qualquer responsabilidade pela dívida da Vasp", diz. Para ele, o entendimento mantém a blindagem do fundo, cujo objetivo é prevenir o sistema bancário de risco sistêmico.
O advogado do Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo, Carlos Duque Estrada Jr, afirma que o STJ errou na decisão. Segundo ele, a dívida do Banco Rural com os trabalhadores é anterior ao processo da recuperação judicial da Vasp. Para o advogado, o juiz da vara de falência, designado pelo STJ e responsável por gerir as dívidas, não vai abrir mão de ir atrás do FGC. "São R$ 84 milhões que podem ser direcionados para o pagamento das dívidas", diz.
26/11/2014 - 14h05
Cade reduz multa de aéreas por cartel em setor de carga
ESTADÃO conteúdo
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) reduziu o valor da multa aplicada às companhias aéreas ABSA Aerolíneas Brasileiras, Alitalia e América Airlines por formação de cartel no transporte de carga. O valor global da multa foi revisado de R$ 289 milhões, conforme decisão de 2013, para R$ 192,8 milhões a partir da decisão desta quarta-feira, 26 A redução no total da punição às empresas foi de R$ 96,2 milhões.
A multa da ABSA foi reduzida de R$ 114 milhões para R$ 32 milhões. A Corte administrativa também revisou para baixo a punição à America Airlines de R$ 26 milhões para R$ 16,106 milhões. Já o valor da multa da Alitalia foi rebaixada de R$ 4 milhões para R$ 1,7 milhão.
As três empresas foram condenadas em 2013, juntamente com a brasileira Varig Log. A companhia brasileira, contudo, teve sua multa de R$ 145 milhões mantida pelo Cade.
Cartel
O cartel da carga aérea operou entre 2003 e 2005, período no qual as empresas trocaram informações para combinar a taxa de custo do combustível do transporte internacional - um dos componentes do preço do frete. O esquema envolvia combinação de preços no transporte de carga internacional e foi denunciado pela alemã Lufthansa, em 2006.
A Lufthansa não recebeu punição em razão da delação. Assim como a Swiss Airlines, que colaborou com as investigações. Já a Societé Air France e a Companhia Real Holandesa de Aviação (KLM) firmaram um Termo de Compromisso de Cessação de Prática (TCC) com o Cade, confessando participação no cartel, aceitando multa de R$ 14 milhões. O tribunal também multou executivos e funcionários da empresas aéreas.
26/11/2014 00:00
Rastreamento de 7 mil km² no mar não encontra pistas sobre avião da Malásia
Autor: Folha do Estado
Fonte: Portal EBC
As equipes contratadas pela Austrália para procurar o avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde março, não encontraram qualquer pista, após rastrear uma área de 7 mil quilômetros quadrados (km²) no Oceano Índico, informaram hoje (26) fontes oficiais.
“Até a data foram feitas buscas em cerca de 7 mil quilômetros”, diz comunicado do Centro de Coordenação de Agências Conjuntas (JACC, na sigla em inglês) da Austrália, país que coordena a operação pela sua proximidade com o local das buscas.
O avião da Malaysia Airlines desapareceu em 8 de março com 239 pessoas a bordo, após mudar de rumo, na sequência de uma “ação deliberada”, segundo especialistas, cerca de 40 minutos depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim.
A área mapeada encontra-se no chamado “sétimo arco”, uma curva que se estende em frente à costa ocidental da Austrália, onde os especialistas estimam que o avião tenha caído.
Inicialmente, as equipes de resgate acreditavam que a área de 600 quilômetros de largura e 90 de comprimento ficava a oeste de Perth, mas no mês passado novas análises determinaram duas regiões prioritárias ao sul daquele ponto.
O chefe da Autoridade de Transportes da Austrália, Martin Dolan, assegurou hoje ao diário The West Australian que a busca pelo MH370 está “encaminhada” e atribuiu a definição de duas áreas de busca a diferentes metodologias utilizadas no cálculo da trajetória.
Dolan descartou que haja discrepâncias entre as cinco equipes de investigadores, cujo consenso inicial teve por base os dados disponíveis. Contudo, com nova informação, “os resultados das diferentes metodologias não coincidem exatamente”.
27/11/2014 às 8h11
Dufry renova contrato no Aeroporto Tom Jobim, no Rio
Estadão Conteúdo
Redação Folha Vitória
São Paulo - A Dufry renovou nesta quinta-feira, 27, acordo com a RIOgaleão para operar áreas duty free até 2020 no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. A Dufry opera atualmente 6 lojas duty free, 4 na área de embarque e 2 no desembarque, totalizando aproximadamente 4.000 m? de área de vendas.
Segundo comunicado da Dufry, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), até março de 2016 a companhia continuará a operar a área de vendas existente. Após esse prazo, a Dufry passará a operar uma área total de duty free de 8.000 metros quadrados, dos quais metade estará localizada no desembarque e a outra, no embarque. "As áreas de vendas estarão localizadas para capturar todo o fluxo de passageiros e permitirá atender a todos os viajantes entrando e saindo do país', informou a empresa.
Em 2013, o Aeroporto Internacional Tom Jobim recebeu 17 milhões de passageiros, dos quais 4 milhões foram passageiros internacionais. O aeroporto é operado por um consórcio liderado pela Changi, Odebrecht e Infraero desde agosto de 2014.
27.11.2014
COFUNDADOR DA AZUL AFIRMA
Subsídios trarão mais voos ao NE
O incentivo de R$ 500 milhões que o governo destinará aos voos regionais deverá afetar cidades do Nordeste
João Moura
Repórter
O cofundador da Azul, Mark Neeleman, participou ontem da abertura do 20º Conaje. Ele contou a trajetória da empresa e ressaltou pontos que contribuíram para o sucesso da companhia, como o tratamento diferenciado aos funcionários |
Os subsídios que o governo federal reservou para estimular a criação de rotas aéreas fora das capitais brasileiras e o efeito da Copa do Mundo sobre o turismo resultarão no aumento do número de voos, no Nordeste, nos próximos anos, de acordo com o cofundador da Azul Linhas aéreas, Mark Neeleman.
Os incentivos do governo, que totalizam R$ 500 milhões, serão aplicados a partir do próximo ano. Os recursos virão do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac), que é alimentado pelas tarifas de embarque e pelos pagamentos que os concessionários de aeroportos fazem à União. O objetivo é pagar às companhias aéreas um valor por passageiro transportado, como forma de baratear as passagens.
A expectativa é que o incentivo seja pago para até 50% dos assentos disponíveis em cada voo. Ainda têm de ser decididos, entretanto, os critérios e os valores desses subsídios. A ideia é que o incentivo varie conforme o tipo da rota - que tipo de cidade ela liga - e a distância entre a origem e o destino.
Conforme Neeleman, o efeito da Copa do Mundo sobre o turismo do País deverá ser sentido principalmente daqui a cinco anos. Ele ressalta que, segundo levantamento realizado entre os visitantes que vieram ao Brasil neste ano, 89% afirmaram que gostariam de voltar ao País no futuro ou que o recomendariam como um bom destino. "Então, essa procura (pelo Nordeste), deve crescer muito, ainda mais com os incentivos", frisa.
Palestra
Na noite de ontem, o executivo participou da abertura do 20º Congresso Nacional de Jovens Empreendedores (Conaje), no Hotel Vila Galé, em Fortaleza, proferindo palestra sobre o tema "Inovação e Empreendedorismo como Estilo de Vida".
Durante o evento, Neeleman contou um pouco da trajetória da Azul, ressaltando o modelo de gerência que marcou a companhia e, devido ao bom resultado, foi replicado em outros negócios empreendidos pelo executivo. Atualmente, Mark Neeleman está no comando da empresa de monitoramento Vigzul.
O empresário também investe hoje no setor de construção civil, através do desenvolvimento de uma tecnologia que permite erguer edificações inteiras utilizando madeira de bambu.
Relação com funcionários
Entre as atitudes que resultaram no sucesso da Azul, o empresário cita a postura dos chefes em relação aos empregados. "Isso foi um grande diferencial. Nós temos a mentalidade de que os executivos e as pessoas que comandam nas áreas administrativas estão à serviço daquelas que trabalham com atendimento ao cliente", aponta, ressaltando a importância de também dar autonomia e liberdade aos funcionários. "Esse é um conceito que sinto que falta muito ao Brasil. Os funcionários precisam se sentir realmente partes de uma equipe. Nós ainda temos muitos chefes abusados", acrescenta.
27/11 - 08:47
Air Canada já registra 87% de ocupação para o novo voo Rio-Toronto
A aeronave que vai atender a rota será o Boeing 767-300ER com 211 assentos |
A Air Canada já está nos ajustes finais para o voo inaugural da rota Rio de Janeiro-Toronto, no próximo dia 12 de dezembro de 2014. Já com 87% de ocupação, o novo voo, que vem para complementar o trecho que a empresa opera diariamente entre São Paulo e Toronto, parece estar sendo muito bem recebido pelo mercado carioca.
“O Rio de Janeiro é um mercado muito importante e estamos animados em poder atender o destino com este novo voo, que será operado três vezes por semana. Além do Rio de Janeiro, acreditamos que a rota vai ser uma excelente conexão para outros destinos, como Belo Horizonte e Brasília, por exemplo,” disse Gleyson Ranieri, diretor comercial da Air Canada no Brasil.
“Celebrada por suas atrações turísticas, como o Pão de Açúcar e as praias de Copacabana e Ipanema, a cidade do Rio de Janeiro também é um vibrante polo cultural e empresarial, onde se encontram as sedes de importantes corporações globais. Além disso, também recebe eventos internacionais, como o Carnaval e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016”, disse Benjamin Smith, Vice-Presidente Executivo e Diretor Comercial da Air Canada.
Segundo ele, o voo vai complementar a rota Toronto-São Paulo, fazendo com que a Air Canada agora atenda dois importantes destinos no Brasil. “A rota também vai fortalecer a nossa posição como a única companhia aérea a voar sem escalas entre o Canadá e a América do Sul”.
O novo voo foi programado para proporcionar conexões em horários convenientes com a rede da Air Canada, a partir do hub da empresa no Aeroporto Internacional Pearson, em Toronto, inclusive para Tóquio-Haneda, Hong Kong, Pequim e Xangai. Todos os voos vão oferecer a International Business Class, com assentos que reclinam 180º, e sistemas de entretenimento nos assentos de toda a aeronave. A aeronave que vai atender a rota será o Boeing 767-300ER, com 24 assentos na International Business Class e 187 na Classe Econômica.
Pedro Menezes
26/11 - 13:01
Demora na retirada de bagagem no Galeão irrita passageiros
Passageiros aguardam em vão a chegada das bagagens no aeroporto do Galeão |
Os passageiros de alguns voos que desembarcaram essa manhã no Galeão foram obrigados a aguardar por até 40 minutos o despacho de bagagem nas esteiras. Foi o caso de voo da Gol 1445 de Curitiba, que pousou às 12:02 e até 13h45, não havia qualquer sinal das bagagens e nenhum funcionário que desse algum tipo de explicação. É mais uma atitude de desrespeito aos passageiros.
Da Redação
26/11 - 11:35
Aeroporto de Joinville ganha sistema de conectores de embarque
A Infraero já deu início no Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro Loyola (SC) às operações em caráter assistido do sistema ELO. Parceria entre a Infraero e a empresa gaúcha Ortobrás, o sistema permite aos passageiros embarcar e desembarcar com proteção do vento, sol e chuva, além de garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida acessem as aeronaves com conforto e segurança.
Os dois conectores, compostos por um conjunto de corredores climatizados, no mesmo nível do solo, aprimoram os procedimentos de embarque e desembarque de passageiros no terminal. O equipamento, com investimento de R$ 4,21 milhões, prioriza o atendimento e traz mais conforto aos viajantes.
“É um projeto inovador no País e vai aperfeiçoar o atendimento aos passageiros, além de oferecer as melhores práticas de acessibilidade aos viajantes com deficiência e mobilidade reduzida”, afirmou o diretor de Aeroportos da Infraero, Marçal Goulart.
Com tecnologia nacional, o sistema estabelece uma ligação com a aeronave a partir de uma passarela em solo. O corredor apresenta duas opções para chegar à porta do avião: por escada ou por um elevador, com capacidade para 225 kg, destinado ao uso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.
Rafael Massadar
26/11/2014 11:16:00
Obras fazem Turkish mudar voo em GRU para T2 amanhã
Maria Izabel Reigada
Obras no Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, farão com que a Turkish Airlines transfira novamente a operação de seu voo do T3 para o T2. Trata-se do voo Tk 16 de amanhã, dia 27, que parte de São Paulo para Istambul. Na semana passada, na sexta-feira, dia 21, e sábado, 22, a empresa aérea turca já havia precisado realizar mudança em seu voo para ações de manutenção preventiva na infraestrutura do Terminal 3.
Tanto o check-in quanto o embarque dos passageiros do TK 16, que parte amanhã, serão realizados pelo Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos. O check-in tem início à 1h de amanhã. Mais informações no www.flyturkish.com.br ou pelo (11) 3371-9600.




