O Estado de S.Paulo
Embraer prevê mercado para 700 novos jatos de 70 a 130 assentos na América Latina
Investidor ignora perdas da Gol e vê recuperação
Azul não é obrigada a comprar da Embraer, diz executivo
UE aprovará compra de 49% da Alitalia pela Etihad, dizem fontes
Mudança em limite a estrangeiros em companhias aéreas eleva possibilidades de capital, diz Gol
Folha de São Paulo
Aeroporto de Guarulhos tem novo aplicativo
O Globo
Fatia em aéreas do Brasil já está no radar de estrangeiras
G1
Pista do Aeroporto Santana ganha iluminação para receber voos à noite
Avião particular de Bono Vox perde escotilha antes de pousar em Berlim
Investigação internacional sobre queda do voo MH17 será estendida
Pássaro se choca em avião e impede decolagem de Aracaju para Manaus
Jornal do Brasil
Aeroporto de Gênova é fechado por causa de blecaute
Valor Econômico
Gol vê "muitas possibilidades"
Entre a Varig e o Google, estamos navegando no escuro
Valor Econômico
Demanda da TAP cresce 18% neste ano no Estado
O Dia - PI
Passageiro pode cobrar indenização por danos morais por extravio de bagagem
Folha de Pernambuco
Confirmado voo direto entre Recife e Buenos Aires
Gazeta do Povo - PR
Azul e Embraer vencem Gol e TAM nos bastidores de Brasília
O Tempo - MG
Meta da Embraer é vender para todas as companhias
O Hoje - GO
Voos noturnos podem ser até três vezes mais caros
A Crítica de Manaus
Companhia aérea lança voo direto de Manaus para Aruba
Mercado&Eventos
Viracopos deve fechar 2014 com 10 milhões de paxs transportados
AA anuncia novos voos de Viracopos para Miami e NY
Panrotas
13 Novembro 2014 | 10h 34
Embraer prevê mercado para 700 novos jatos de 70 a 130 assentos na América Latina
REUTERS
A Embraer, maior fabricante mundial de jatos regionais, estima que as companhias aéreas da América Latina adicionem 700 novos jatos com 70 a 130 assentos à sua frota nos próximos 20 anos, disse a companhia em uma previsão divulgada nesta quinta-feira.
A expansão seria suficiente para quase triplicar o número de jatos do segmento na região para 750 aeronaves em 2033, ante 280 hoje, em movimento impulsionado pelo crescimento dos mercados e renovação das frotas mais antigas, afirmou a Embraer.
(Por Brad Haynes)
Quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Investidor ignora perdas da Gol e vê recuperação
Luciana Collet
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daniel teixeira/estadão–18/10/2013
Cautela. Gol vem enxugando oferta de voos desde 2012 para voar com aviões mais cheios |
Apesar de registrar prejuízo líquido pelo 11º trimestre consecutivo, o balanço da Gol, divulgado na terça-feira à noite, animou os investidores. As ações da empresa subiram 6,23% no pregão de ontem, a terceira maior alta do Ibovespa. O bom desempenho operacional da companhia e a possível liberação do capital estrangeiro para companhias aéreas brasileiras, que está em análise no Congresso, impulsionaram a ação.
O prejuízo líquido da Gol somou R$ 245,1 milhões no terceiro trimestre de 2014, montante 24,4% maior que a perda de R$ 197 milhões registrada em igual período do ano passado. Desde 2012, a companhia acumula perdas de R$ 2,7 bilhões. O prejuízo se deve ao resultado financeiro negativo de R$ 435 milhões – 60% dessa perda é atrelada à alta do dólar. Amoeda americana se valorizou em cercade10%entre setembro de 2013 e o mesmo mês de 2014 e afetou o balanço de empresas com dívida em dólar. A perda, no entanto, é contábil e não tem efeito imediato no caixa.
O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, ressaltou que, pela primeira vez em três anos, a Gol conseguiu gerar caixa no terceiro trimestre, mesmo durante a baixa temporada. “Essa geração de caixa positiva é um marco para a empresa nos últimos três anos”, disse ontem, em teleconferência de apresentação do resultado trimestral.
Os analistas viram com bons olhos o aumento do lucro operacional (Ebit) da empresa no período, que somou R$ 152 milhões, contra R$ 37 milhões no terceirotrimestrede2013. Foi o sétimo trimestre consecutivo de expansão da margem da Gol.
A Gol iniciou em 2012 um processo de reestruturação para recuperar sua rentabilidade. A empresa enfrentava um excesso de oferta no mercado que inviabilizava repassar ao preço das passagens aéreas o aumento de custos do setor, o que acarretava prejuízos bilionários para a companhia. Desde então, a Gol vem cortando a oferta em busca de eficiência, tentando voar com aviões mais cheios.
Entre julho e setembro, a Gol cortou 4,2% da oferta de passagens aéreas para voos domésticos, na comparação com o mesmo período do ano passado. Kakinoff salientou que o cenário macroeconômico seguirá exigindo “disciplina de capacidade”, mas evitou dizer se isso exigirá novos cortes na oferta.
Congresso. O presidente da Gol disse também que a liberação do capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras é um tema defendido há muito tempo pela Gol. Hoje a legislação limita a 20% a presença de estrangeiros no capital votante das empresas aéreas, mas o Congresso colocou anteontem na pauta de votação uma proposta de exclusão desse teto.
Se a proposta for adiante, diz Kakinoff, a Gol passará a contar com “muitas possibilidades”, mas isso demandará discussões internas. O executivo salientou, porém, que não há acordos previamente acertados com as companhias aéreas internacionais que já detém fatias minoritárias na Gol, como a americana Delta Airlines e a Air France-KLM.
? Perdas e ganhos
é o prejuízo líquido acumulado pela Gol desde 2012
foi o prejuízo líquido no terceiro trimestre deste ano
das perdas com o resultado financeiro no período se devem à variação cambial
mi foi o lucro operacional da Gol no terceiro trimestre
foi a alta da ação da Gol ontem
/ COLABORARAM MARINA
GAZZONI e BETH MOREIRA
12 Novembro 2014 | 14h 16
Azul não é obrigada a comprar da Embraer, diz executivo
IDIANA TOMAZELLI - ESTADÃO CONTEÚDO
Aeronave da Azul sobrevoa o céu do Rio de Janeiro |
A Azul não é obrigada a adquirir aviões da Embraer, reforçou nesta quarta-feira, 12, Nelson Salgado, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da fabricante de aeronaves, após participar de evento no Rio. Esta semana, a Azul ameaçou desistir de uma encomenda de 30 jatos Embraer E-2, modelo que chega ao mercado em 2018, com opção de compra de mais 20 aviões, por discordar da proposta de retirar o limite de subsídio para os voos regionais.
O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (Pdar) previa o pagamento de subsídio a metade dos assentos, com limite de 60 assentos por voo, mas houve proposta para eliminar o teto, o que provocou a reação da Azul. Após a polêmica, o texto foi aprovado no formato original, com limitação para o número de lugares subsidiados.
"A Azul não tem obrigação nenhuma de comprar avião da Embraer. Se ela chegar à conclusão de que deve comprar avião de outro tipo, ela vai fazer isso e nós vamos seguir nossa vida tocando o negócio", disse Salgado, em linha com as declarações do presidente da Embraer, Frederico Curado. Até o momento, o contrato da compra dos aviões não foi fechado, há apenas uma carta de intenções, segundo o executivo.
"Competimos em aviação regional no mundo inteiro, com japoneses, russos, com todo mundo. Se o mercado for desenvolvido no Brasil, nós vamos competir aqui também. Se não for desenvolvido, como disse nosso presidente ontem, a vida continua. Estamos acompanhando o processo, não é nada de vida ou morte", acrescentou o vice-presidente.
Segundo ele, com o desenvolvimento do mercado de aviação regional, a Embraer pretende competir por contratos com outras companhias além da Azul.
Com a aprovação do plano de aviação regional, Salgado disse que as próximas etapas envolvem a definição, pelas companhias aéreas, do tipo de avião adequado para cada rota, seja de pequeno, médio ou grande porte. De acordo com ele, a escolha deve depender da densidade (ou seja, a procura) da rota.
"O que os incentivos não podem fazer é distorcer essa escolha e fazer com que alguém selecione um avião diferente por conta do tipo de incentivo", disse o executivo. "Eu acho que poderia levar a distorção, sim", acrescentou, quando questionado sobre o dispositivo de limitar o subsídio a 60 assentos.
Apesar disso, ele não vê a Embraer como a maior beneficiada. "Não só a Embraer, todos os produtos menores apropriados para aviação regional. Não existe um centavo de imposto de importação (sobre aviões)", citou o executivo.
Além dos subsídios, o Pdar - estabelecido pela Medida Provisória 652 - liberou o capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras, permitindo que grupos estrangeiros sejam donos de 100% de uma empresa aérea no Brasil, e a construção de aeroportos privados para uso público.
12 Novembro 2014 | 12h 42
UE aprovará compra de 49% da Alitalia pela Etihad, dizem fontes
REUTERS
A Etihad Airways, de Abu Dhabi, vai receber aprovação antitruste da União Europeia para comprar 49 por cento da companhia aérea italiana Alitalia, após concordar com pequenas concessões, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto nesta quarta-feira.
A venda da participação para a estatal Etihad faz parte do plano de resgate de 1,76 bilhão de euros (2,19 bilhões de dólares) da deficitária Alitalia.
A aliança dará recursos para que a Alitalia invista em rotas mais lucrativas de longo curso e para que se torne menos dependente de serviços domésticos e regionais, onde enfrenta dura concorrência de linhas aéreas de baixo custo e trens de alta velocidade.
A Etihad, por sua vez, reforçará presença no quarto maior mercado de viagens da Europa, com 25 milhões de passageiros.
"A Comissão Europeia deve aprovar o acordo", disse uma das fontes que não quis ser identificada já que a decisão da UE ainda não é oficial.
As fontes disseram que a autoridade antitruste da UE aceitou a oferta das companhias aéreas de entregarem alguns slots na rota Roma-Belgrado.
"A concessão está em linha com acordos anteriores de companhias aéreas", disse uma das pessoas.
O porta-voz da Comissão Ricardo Cardoso não quis comentar. Representantes da Etihad e da Alitalia não puderam ser contatados de imediato para comentar.
12 Novembro 2014 | 10h 35
Mudança em limite a estrangeiros em companhias aéreas eleva possibilidades de capital, diz Gol
REUTERS
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Gol |
A Gol avaliou com surpresa a inclusão de mecanismo que revoga o limite de capital estrangeiro nas companhias aéreas do Brasil no parecer aprovado na véspera sobre o plano de desenvolvimento da aviação regional, disse o presidente-executivo da empresa nesta quarta-feira.
"A única surpresa foi a mudança no limite de capital estrangeiro (...) Isso aumenta muito possibilidades de estrutura de capital da companhia", disse Paulo Kakinoff em teleconferência com jornalistas.
Segundo ele, a mudança, que elimina a barreira de 20 por cento a investidores estrangeiros nas companhias aéreas do país, é "muito bem vinda". O projeto ainda precisa de aprovação na Câmara e no Senado antes de seguir para sanção presidencial.
Às 10h32, a ação da Gol subia 5,83 por cento, a 13,08 reais, diante de baixa de 0,26 por cento do Ibovespa.
(Por Alberto Alerigi Jr.)
13/11/2014 02h0
Aeroporto de Guarulhos tem novo aplicativo
GUSTAVO SIMON
DE SÃO PAULO
MARTINA JUNG
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O aeroporto de Guarulhos lançou, nesta semana, um aplicativo gratuito para smartphones. Disponível em português, inglês e espanhol, a ferramenta tem mapas dos três terminais e a tabela de chegadas e partidas - na qual é possível cadastrar um voo para acompanhar informações dele e ser avisado do embarque. O app também se conecta a outros serviços, como o Google Maps e o Waze, para calcular, com base no trânsito do momento, o tempo do trajeto entre a localização do usuário e o aeroporto.
13 nov 2014
Fatia em aéreas do Brasil já está no radar de estrangeiras
GERALDA DOCA
ROBERTA SCRIVANO
Companhias de baixo custo, uma irlandesa outra inglesa, sondam governo brasileiro, de olho no fim de restrições -BRASÍLIA E SÃO PAULO- De olho no fim das restrições ao capital estrangeiro na aviação civil — o limite hoje é de 20% —, duas companhias europeias já sondam o governo brasileiro: a irlandesa de baixo custo Ryanair e a inglesa Virgin Atlantic Airways. Segundo fontes do governo, essas duas empresas têm enviado representantes, com dados referentes ao mercado doméstico em mãos, aos órgãos responsáveis pelo setor. O objetivo é checar as possibilidades reais de mudança na lei. Uma emenda neste sentido foi aprovada pelo Congresso, nesta semana, ao projeto que regulamenta a aviação regional.
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simon dawson/bloomberg/10-9-2013
Decolagem. Avião da Ryanair, de baixo custo, que já estaria interessada no mercado brasileiro |
Embora ainda haja divergências no governo, a tendência é que a medida seja sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Os defensores alegam que a novidade atrairá investimento externo direto.
GOL MOSTRA INTERESSE EM PARCERIA
Para operar no país, as estrangeiras terão de se associar a empresas nacionais ou se instalar no Brasil, recolhendo tributos e cumprindo integralmente a legislação nacional de regulação do setor e trabalhista. O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, é um dos defensores de maior abertura ao capital estrangeiro. A medida, segundo ele, tem potencial para capitalizar as empresas nacionais e incentivar a entrada de novos competidores.
A Gol pode ser a próxima aérea brasileira a ter ampliada a participação de estrangeiros em seu capital. O presidente da companhia, Paulo Kakinoff, indicou ontem que há interesse:
— A Gol, sendo uma empresa de capital intensivo, tem mais acesso a capital. Essa mudança aumenta a eficiência do setor e aumenta muito as possibilidades de estrutura de capital da companhia — afirmou. — Isso abre muitas possibilidades porque elimina uma trava. É uma novidade que vai demandar muita discussão interna para aproveitarmos as oportunidades.
Mais uma vez pressionada pela variação cambial, a Gol ampliou o prejuízo líquido no terceiro trimestre na comparação anual. O resultado negativo — o 11º trimestral consecutivo — chegou a R$ 245 milhões, contra prejuízo de R$ 197 milhões um ano antes. Excluído o efeito do câmbio, o resultado da companhia ficaria em R$ 25,4 milhões.
Para o professor da UFRJ Respício do Espírito Santo Júnior, a restrição à participação estrangeira não faz sentido, do ponto de vista de segurança nacional, porque outros setores da economia que também são estratégicos, como telecomunicações, já são dominados pelo capital estrangeiro. A proibição consta no Código Brasileiro de Aeronáutica, que está em revisão.
— É excelente para o mercado, a concorrência e a saúde financeira das aéreas, desde que a lei brasileira seja respeitada.
A medida também é defendida pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas ( Abear). Segundo o presidente Eduardo Sanovicz, o acesso ao capital estrangeiro vai melhorar as condições de competitividade das empresas:
— Amplia a capacidade de crescer no mercado doméstico e competir no mercado internacional.
Em nota, a TAM informou que apoia o fim da restrição. Procurada, a Azul disse que não iria se manifestar.
13/11/2014 10h05
Pista do Aeroporto Santana ganha iluminação para receber voos à noite
Aviões podem pousar em Ponta Grossa, no PR, desde quarta-feira (12).
Local recebe aviões pequenos; voos comerciais devem começar em 2015.
Do G1 PR, em Ponta Grossa
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Pista do Aeroporto Santa, em Ponta Grossa, recebeu balizamento noturno (Foto: Divulgação/Prefeitura) |
O município de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, já está habilitado a receber voos noturnos desde a noite de quarta-feira (12). De acordo com a prefeitura, a pista do Aeroporto Municipal Comandante Antonio Amilton Beraldo, mais conhecido como Aeroporto Santana, recebeu balizamento noturno, biruta iluminada para indicar a direção do vento e um farol rotativo, que aponta a localização do aeroporto.
Em outubro, o aeroporto precisou ser fechado parcialmente para dar início às reformas na pista. Conforme a prefeitura, as providências começaram a ser tomadas para que a cidade volte a ter voos comerciais, em 2015. No momento, o aeroporto só recebe aviões de pequeno porte. Ainda de acordo com a prefeitura, a guarda municipal vai fazer a segurança do local para que os equipamentos permaneçam intactos e não sejam alvo de vândalos, como aconteceu em anos anteriores. A obra de iluminação custou mais de R$ 500 mil.
Além das adaptações para voos noturnos, que foram concluídas há uma semana, o terminal de passageiros também está em obras. Segundo a prefeitura, a previsão é de que a reforma termine no mês de fevereiro. Depois disso, o aeroporto vai receber a estação de rádio para comunicação com os voos.
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Biruta com iluminação vai ajudar o piloto a verificar a direção do vento à noite (Foto: Divulgação/Prefeitura) |
13/11/2014 09h18
Avião particular de Bono Vox perde escotilha antes de pousar em Berlim
Artista está na capital alemã para a cerimônia do Bambi Award.
Do G1, em São Paulo
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Bono, do U2 (Foto: Reuters/Mike Blake) |
O avião particular do vocalista do U2, Bono Vox, aterrissava no aeroporto de Berlim nesta quarta-feira (12) quando sofreu um incidente. Segundo a agência Associated Press, a escotilha – espécie de janela vedada do avião – se soltou.
De acordo com autoridades do aeroporto Schönefeld, Bono passa bem e não esteve em perigo. Ralf Kunkel, porta-voz do aeroporto, disse que não sabe como a escotilha se desprendeu e que as autoridades alemãs estavam investigando o caso.
Kunkel afirmou que o avião, que voava de Dublin, nunca correu o risco de cair e pousou em segurança. Bono está em Berlim para a cerimônia do Bambi Award.
13/11/2014 06h43
Investigação internacional sobre queda do voo MH17 será estendida
Avião da Malaysia Airlines foi abatido no leste da Ucrânia em julho.
Da EFE
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Destroços do voo MH17, que caiu no leste da Ucrânia, são vistos nesta terça-feira (11) durante trabalho de investigadores holandeses no local da queda, perto da vila de Grabove (Foto: Menahem Kahana/AFP) |
Austrália, Holanda, Ucrânia, Bélgica e Malásia concordaram em estender por mais nove meses as investigações sobre a queda do avião da Malaysia Airlines em julho, que foi supostamente abatido por milícias pró-Rússia no leste da Ucrânia, informaram nesta quinta-feira (13) fontes oficiais.
saiba mais
Familiares homenageiam vítimas de voo que caiu em julho na Ucrânia
"Apesar de os países-membros (da equipe conjunta de investigação) terem concordado em trabalhar até agosto de 2015, enfatizo que a Austrália está disposta a trabalhar o tempo que for necessário para levar os responsáveis à Justiça", disse em comunicado o ministro da Justiça australiano, Michael Keenan.
A Austrália reiterou seu compromisso com a equipe internacional que investiga a queda do voo MH17 em uma reunião realizada na Ucrânia nesta semana, que contou com Keenan, o vice-ministro ucraniano, Volodymyr Groisman, o ministro da Justiça desse país, Pavlo Petrenko, e outras autoridades.
A polícia australiana enviou 35 especialistas para Ucrânia e Haia (Holanda) para trabalhar em conjunto com a equipe de investigação internacional e descobrir os motivos da queda da aeronave, que tinha 298 pessoas a bordo, entre elas 38 cidadãos e residentes do país da Oceania.
"A Austrália está comprometida em retornar ao local da queda. No entanto, a situação de segurança ali continua sendo instável. Qualquer decisão de retornar ao local será tomada em conjunto com os integrantes da equipe de investigação internacional, se houver condições de segurança", frisou Keenan.
12/11/2014 19h39
Pássaro se choca em avião e impede decolagem de Aracaju para Manaus
Trajeto incluía Recife, Fortaleza, São Luiz, Belém e Santarém.
Marina Fontenele e Fredson Navarro
Do G1 SE
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Aeronave permaneceu no pátio do aeroporto de Aracaju (Foto: Anderson Barbosa/TV Sergipe) |
Um pássaro se chocou com uma aeronave da Tam que estava aterrissando no Aeroporto Santa Maria em Aracaju na tarde desta quarta-feira (12). Por conta disso, o voo JJ 3892 foi cancelado. A aeronave tinha saído de Manaus e pousou na capital sergipana, de onde sairia novamente para a capital do Amazonas às 15h30. Dezenas de passageiros que já estavam na fila da sala de embarque voltaram para o saguão. O trajeto incluía ainda parada nos aeroportos de Recife, Fortaleza, São Luiz, Belém e Santarém antes de chegar ao destino final.
Jeferson Feitosa, presidente da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), iria participar de um encontro nacional de assistência técnica em São Luiz. “Sou o representante do Nordeste nesse evento que começa na noite desta quarta-feira e por causa do ocorrido a região será a única do país sem representatividade. Isso significa uma grande perda porque essa seria a oportunidade de planejarmos as ações para o próximo ano”, lamenta.
Além disso, Jeferson reclama do atendimento prestado. “Problemas em voos acontecem diariamente em todo o Brasil e as empresas continuam impunes. Os funcionários não dão justificativa, não atendem bem e tudo fica como está. Também tem o prejuízo financeiro porque fiz reserva em hotel. A Tam quer me dar um crédito para viajar, quero o reembolso do dinheiro e isso vai ser feito nem que seja por meio judicial", diz.
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Passageiros em busca de solução nos guichês da Tam (Foto: Anderson Barbosa/TV Sergipe) |
A companhia aérea confirma o incidente no voo JJ 3892 e informa que as medidas estão sendo tomadas para que os passageiros não saiam no prejuízo. Leia a nota oficial da Tam:
“A TAM informa que a aeronave programada para operar o voo JJ3892 (Aracaju - Manaus), às 15h30 (horário local), foi atingida por um pássaro quando se preparava para aterrissar no aeroporto da capital sergipana. Por esse motivo, a operação foi cancelada e os passageiros estão sendo reacomodados em outros voos da companhia e de empresas aéreas parceiras. A companhia reitera que a segurança de voo é um valor imprescindível e todas suas ações visam garantir uma operação segura. Todos os clientes estão recebendo assistência necessária.”
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No telão, aviso de que passageiros deveriam procurar a companhia aérea (Foto: Jeferson Feitosa/Arquivo Pessoal) |
12/11 às 11h34
Aeroporto de Gênova é fechado por causa de blecaute
Agência ANSA
A onda de mau tempo que atinge a Itália há semanas causou mais um problema nesta quarta-feira (12). O aeroporto de Gênova precisou ser fechado por culpa de um blecaute que atingiu a torre de controle e afetou todos os sinais luminosos da pista. Os voos que pousariam no local foram desviados para outros aeroportos italianos, mas a operação para aqueles que decolavam foi mantida, mesmo com atraso de horas. Além do local, 15 escolas também foram fechadas na região próxima ao local.
As fortes chuvas também causaram mais uma morte em Crevacuore, em Biellese. Um homem de 70 anos não resistiu ao deslizamento de terra sobre sua residência. Já seu vizinho sobreviveu, milagrosamente, e está internado em um hospital da região. A defesa civil emitiu mais uma alerta para a região, pois há previsão de chuvas fortes para toda o dia. Por isso, a circulação de trens em várias linhas férreas que cortam o país foi suspensa. Casas foram evacuadas por causa do aumento do nível dos rios que cortam toda a região e ruas estão bloqueadas por deslizamentos.
O prefeito de Leivi, Vittorio Centanaro, afirmou que a situação "está mais dramática do que a registrada ontem". Segundo ele, falta energia elétrica e água potável em quase toda a cidade e há mais de 30 pessoas desabrigadas.
Vêneto e Valle d'Aosta estão sofrendo também com enchentes e alagamentos em diversos pontos e os meteorologistas preveem a queda de mais de 100 milímetros de chuvas para a área.
Ontem (11), um casal de idosos morreu na região da Ligúria por causa de um deslizamento de terra sobre a casa onde moravam.
(ANSA)
13/11/2014 às 05h00
Gol vê "muitas possibilidades"
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Kakinoff, da Gol: receita em moeda estrangeira vai aumentar |
As ações da Gol subiram ontem na Bovespa para a maior cotação em quatro semanas, ao fechar em alta de 6,23%, a R$ 13,13. Foi a reação do mercado ao balanço da empresa, divulgado na noite de terça-feira, e à possibilidade de ser derrubado o limite que impede o capital estrangeiro de ter mais de 20% de companhia de aviação no país.
O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse ontem durante teleconferência com analistas que "muitas possibilidades se abrem" para a empresa com a eventual retirada do limite para a participação do capital estrangeiro. "A Gol, sendo uma empresa de capital intensivo, tem mais acesso a capital".
Na terça-feira, o texto da Medida Provisória 652, que regulamenta o Programa da Aviação Regional, do relator senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), foi aprovado em comissão mista com um parágrafo que retira o limite, de 20%, para o capital estrangeiro em companhia de transporte aéreo de passageiros no país. O texto ainda precisa passar por votações na Câmara antes de ir à sanção Presidencial. O Valor apurou que a Presidente Dilma Rousseff tende a vetar essa parte da lei (ver mais em Mudanças na MP da aviação devem ser vetadas por Dilma).
A Gol tem hoje uma fatia de 9,4% do capital detida pela Delta Air Lines, Air France-KLM, Wellington Management Company e Fidelity Investments somados.
Kakinoff disse que o acesso ao capital externo é uma das formas de proteger o balanço da Gol da exposição ao câmbio. Hoje, a empresa tem mais de 60% dos custos em moeda estrangeira, mas 87% da receita são em reais. Foi essa exposição cambial que impediu a Gol de fechar o terceiro trimestre com lucro líquido.
Levando em conta os indicadores operacionais, a Gol conseguiu elevar em 10,4% a receita líquida no terceiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, faturando R$ 2,5 bilhões. O lucro antes de juros e impostos cresceu 310%, a R$ 152 milhões, elevando a margem Ebit de 1,7% a 6,2%.
Mas ainda assim a aérea teve prejuízo líquido no período, de R$ 272,4 milhões, afetada por variações cambiais e monetárias, que tiraram R$ 270,5 milhões do resultado final. O vice presidente financeiro e de relações com investidores da Gol, Edmar Lopes, disse que o efeito desse evento financeiro cambial é, em sua maior parte, "não caixa", já que o pagamento da dívida ocorre no longo prazo.
O presidente da Gol disse que vai seguir ampliando as receitas em dólares como forma de reduzir a exposição ao câmbio. "Queremos atingir no ano uma receita em moeda estrangeira de 17% a 18%", disse Kakinoff. Entre julho e setembro, a empresa gerou 13% da receita total em moeda estrangeira.
O vice-presidente da Gol, Edmar Lopes, disse que a desvalorização do barril de petróleo no terceiro trimestre superou a valorização do câmbio no balanço da companhia. "Até agora a queda do petróleo foi mais forte que a alta do dólar".
Ao longo do terceiro trimestre, o petróleo caiu do patamar de US$ 100 para US$ 85, enquanto o câmbio de fim de período saiu de R$ 2,24 para R$ 2,45. O combustível, que responde por cerca de 40% do custo operacional da Gol, é cotado em dólar.
Kakinoff disse que o plano da aviação regional, como foi aprovado anteontem na comissão mista do congresso, é positivo e abre oportunidades. Ele apontou que a Gol estuda qual o modelo de aeronave será usado para operar essas rotas. E adiantou que já tem aviões que podem atender este segmento, referindo-se aos Boeing 737-700, com menos de 140 lugares. A Gol negocia simultaneamente com a Boeing - a nova geração dessa aeronave, os 737-Max7 - e com a Embraer, que tem a nova família dos E2, com cerca de 100 lugares, conforme a configuração.
A Gol transportou 23,5 milhões de passageiros entre janeiro e setembro de 2013, Neste ano, até setembro, foram 26 milhões de pessoas. Nessa mesma base de comparação, a concorrente TAM registrou 23,6 milhões de passageiros embarcados, sem avanços.
13/11/2014 às 05h00
Entre a Varig e o Google, estamos navegando no escuro
Por Rafael Souto
Tenho saudades da Varig, a charmosa empresa brasileira de aviação fundada em 1927 e que sucumbiu no início deste século.
Não sei se era o célebre voo 100, que com maestria ligava o Galeão, no Rio de Janeiro, ao aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Talvez o serviço impecável que tornava o voo uma celebração. Quem sabe saudosismo típico de um gaúcho.
Sinto falta da malha aérea da Varig com mais de trinta destinos internacionais e que era a maior empresa área da América Latina. Hoje vemos nossas companhias com pouca expressão fora do Brasil e com serviços medíocres.
Além de tudo isso, o que mais chamava minha atenção era a dedicação dos funcionários da Varig. O amor à causa da empresa. A dedicação por tornar um sonho possível. O vínculo genuíno entre as pessoas. Meu pai trabalhou nessa empresa por 35 anos e eu percebia o que significava esse vínculo profundo com um negócio.
Aquela Varig não é mais possível no mundo contemporâneo. Inchada de pessoas, com estruturas demais e muitos privilégios, gerava pouco resultado e não teve musculatura de gestão para enfrentar a competição após a abertura da economia brasileira. Pouco eficiente para voar em um mercado de alta complexidade. A má administração e alguns interesses políticos que não convém aprofundar colocaram fim a ela.
Por outro lado, percebo que o mundo do trabalho virou um cassino das carreiras. Os ciclos de trabalho estão cada vez mais curtos. As estatísticas mostram que o período de permanência dos executivos nas empresas diminui ano após ano. O tempo médio numa empresa é de quatro anos.
Os profissionais falam em propósito, valores e em uma causa que seja importante para o mundo. No fundo, não têm paciência para construir. Trocam com facilidade os projetos. Argumentam que as empresas precisam pensar no longo prazo, mas não fazem o mesmo ao olhar sua própria contribuição.
Um dos conceitos que venho defendendo há alguns anos é a "trabalhabilidade". Esse neologismo pode ser definido como a capacidade de gerar trabalho e renda. Pensar além do emprego. Ter autogestão da carreira e não depender das decisões da empresa na condução da vida profissional.
Os efeitos colaterais da era da trabalhabilidade são o carreirismo excessivo e os ciclos curtos demais. A ausência de um legado consistente tem sido a marca dos currículos. Estamos produzindo uma geração especializada em trocar de emprego e fazer networking.
Tenho saudades do compromisso das pessoas, que estava acima de receber propostas no mercado. A construção do negócio estava em equilíbrio com o projeto individual. Hoje, percebo poucos executivos envolvidos, de fato, com o projeto da empresa. O grupo de pessoas que faz das corporações um trampolim para o posicionamento de mercado aumenta de maneira acentuada.
A geração Google discursa sobre o coletivo e o propósito. Procura uma causa nobre para colocar sua alma inovadora. Busca empresas que contribuem para o mundo. Puro marketing. O individualismo aumenta ano a ano. Esse fenômeno permeia todas as gerações. Não está mais restrito aos jovens. Percebo um universo individualista disfarçado com expressões modernas e de forte apelo emocional.
As empresas também se tornaram seres mais frios, pouco dispostas a pensar no longo prazo. Nas bonitas placas que descrevem a visão e a missão, falam sobre inovação, mas não permitem erros. Demitem com facilidade e pouco depois reclamam do apagão de talentos.
Por isso, tenho saudades da Varig. Da Varig e de todos os executivos do século 20 que construíram empresas com entregas robustas e que faziam do seu compromisso com o projeto algo sério. Muito antes da moda sobre resiliência, já tinham esse espírito de superação e permanência.
Como quase tudo no Brasil, ainda estamos amadurecendo.
Entre os longos ciclos de trabalho da geração Varig - com delegação total da carreira para a empresa - e o oposto, a visão excessivamente focada no curto prazo com trocas rápidas de emprego, teremos que encontrar o equilíbrio.
Estamos em uma zona de transição. Entre a Varig e o Google, precisaremos encontrar um espaço mais consistente de construção de carreiras e de compromisso com resultados.
E se o moderno é ficar trocando de empresas, vou procurar a Varig.
Rafael Souto é sócio-fundador e CEO da Produtive Carreira e Conexões com o Mercado
13/11/2014
Demanda da TAP cresce 18% neste ano no Estado
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marcelo g. ribeiro/jc
Brasil é foco principal das ações da companhia, disse Fernando Pinto |
A companhia aérea portuguesa TAP transportou 87,5 mil passageiros de Porto Alegre a diversos destinos da Europa entre janeiro e setembro deste ano. Na comparação com o mesmo período de 2013, o resultado representa um incremento de 18% na demanda. Para efeito de comparação, em igual tempo, a demanda por voos no Brasil cresceu 5%, saindo de 1,01 milhão para 1,07 milhão de passageiros. De olho no potencial do Rio Grande do Sul, a empresa planeja tornar diários os voos partindo do aeroporto Salgado Filho.
O presidente da TAP, o gaúcho Fernando Pinto, porém, prefere não definir uma data para que a empresa comece a operar diariamente em solo porto-alegrense. Atualmente, a companhia possui quatro voos semanais na alta temporada e três na baixa estação. “Nossa ocupação dos voos em Porto Alegre está na faixa de 87%. Pretendemos chegar ao voo diário no futuro”, destaca. Ontem, o dirigente veio à Capital para participar do Tá na Mesa, da Federasul.
Nos últimos anos, o Brasil virou o foco principal das ações da companhia área. Do faturamento projetado para 2014, na casa dos € 2 bilhões, 25% (€ 500 milhões) virá da operação brasileira. Outros 25% vêm das vendas em Portugal, e o restante é pulverizado ao redor do mundo. O presidente da TAP lembra que a concorrência na Europa é forte e, por isso, a companhia passou a olhar com mais atenção mercados como o brasileiro e o de países africanos.
“No Brasil, existem quatro grandes empresas com voos domésticos para atender 200 milhões pessoas. Na Europa, para esse menos contingente de pessoas, temos a concorrência de mais de 30 companhias”, compara. Em solo brasileiro, a TAP faz a ligação com o velho continente a partir de 12 cidades. Belém e Manaus, adicionadas neste ano, são as mais recentes na listagem.
A companhia ainda possui centros de manutenção de aeronaves no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, onde possui mais de mil empregados. Essa divisão rende cerca de R$ 240 milhões de faturamento ao ano. Recentemente, um grupo de 60 trabalhadores da unidade de Porto Alegre foi demitido. Entretanto, na visão do presidente, isso não significa que haja a intenção de enxugar a atuação no Estado.
Mesmo com a crise que afetou diversos países europeus, incluindo Portugal, a situação das finanças da TAP é positiva, na avaliação do dirigente. A dívida atual da empresa chega aos € 700 milhões, mas a aérea tem conseguido baixar cerca de € 100 milhões do passivo a cada ano.
No longo prazo, um dos objetivos é privatizar a companhia, ressalta Fernando Pinto. “Mais cedo ou mais tarde, a empresa vai entrar em um processo de privatização. Chegamos perto da privatização em 2002, em um negócio com o grupo Synergy, mas não aconteceu. O governo português está avaliando essa possibilidade novamente”, enfatiza. O executivo lembra que é preciso maturar o processo, pois a legislação na União Europeia é complexa para esse tipo de operação. Além disso, no momento, a TAP é autossustentável nas mãos do governo português.
Azul não é obrigada a comprar da Embraer, diz executivo da fabricante
A Azul não é obrigada a adquirir aviões da Embraer, reforçou ontem Nelson Salgado, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da fabricante de aeronaves, após participar de evento no Rio. Nesta semana, a Azul ameaçou desistir de uma encomenda de 30 jatos Embraer E-2, modelo que chega ao mercado em 2018, com opção de compra de mais 20 aviões, por discordar da proposta de retirar o limite de subsídio para os voos regionais.
O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (Pdar) previa o pagamento de subsídio a metade dos assentos, com limite de 60 assentos por voo, mas houve proposta para eliminar o teto, o que provocou a reação da Azul. Após a polêmica, o texto foi aprovado no formato original, com limitação para o número de lugares subsidiados.
“A Azul não tem obrigação nenhuma de comprar avião da Embraer. Se ela chegar à conclusão de que deve comprar avião de outro tipo, ela vai fazer isso, e nós vamos seguir nossa vida tocando o negócio”, disse Salgado, em linha com as declarações do presidente da Embraer, Frederico Curado. Até o momento, o contrato da compra dos aviões não foi fechado, há apenas uma carta de intenções, afirma o executivo.
“Competimos em aviação regional no mundo inteiro, com japoneses, russos, com todo mundo. Se o mercado for desenvolvido no Brasil, nós vamos competir aqui também. Se não for desenvolvido, como disse nosso presidente ontem, a vida continua. Estamos acompanhando o processo, não é nada de vida ou morte”, acrescentou o vice-presidente. Segundo ele, com o desenvolvimento do mercado de aviação regional, a Embraer pretende competir por contratos com outras companhias além da Azul.
Com a aprovação do plano de aviação regional, Salgado disse que as próximas etapas envolvem a definição, pelas companhias aéreas, do tipo de avião adequado para cada rota, seja de pequeno, médio ou grande porte. De acordo com ele, a escolha deve depender da densidade (ou seja, a procura) da rota.
Teresina, Quinta, 13 de Novembro de 2014
Passageiro pode cobrar indenização por danos morais por extravio de bagagem
Mayara Martins
Repórter
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divulgação
Bagagem é considerada extraviada após 30 dias sem localizar |
Todo mundo conhece alguém que já teve problemas com sua bagagem após uma longa viagem. São comuns relato de viajantes que tiveram a mala revirada, quebrada ou esperou por horas em uma esteira nos aeroportos. Segundo uma pesquisa realizada pela Sita, empresa de tecnologia aeroportuária, 27% dos passageiros do mundo, ou 1 em cada 4, a restituição da bagagem é o item de viagem que registra maior insatisfação.
O advogado Aluízio Dutra está passando pelo problema. Ele e a esposa saíram de Guarulhos com destino a Barcelona. Quando foi receber as bagagens, em Barcelona, não receberam as duas malas. O problema foi ainda maior porque o casal viajaria no mesmo dia para Paris, por uma outra companhia aérea. “Fizemos reclamação passando o número do voo e a referência das malas extraviadas”, relata.
O casal decidiu ligar para o seguro viagem que autorizaram os gastos de U$150 dólares por pessoa para as primeiras necessidades. Quatro dias depois do desembarque em Paris, apenas uma das malas foi localizada. A viagem do casal, que deveria ser de comemoração pelo casamento, se tornou um pesadelo. Na mala extraviada, havia roupas, calçados, roupas emprestadas de outras pessoas e outros objetos pessoais. Mas Aluízio já sabe que providencias tomar. “Todo o tempo ficamos em contato com as companhias aéreas, mas não tivemos respostas ainda. Então, não temos expectativas de recuperação”, lamentou, adiantando que buscará uma indenização pelo extravio da bagagem.
Para o especialista em Direito do Consumidor, Mauro Oquendo, no caso do passageiro receber a mala com sinais de arrombamento ou avaria é fundamental que avise a empresa aérea imediatamente. “Há prazos variáveis de acordo com a companhia (a média é de uma semana) para reclamar, mas o ideal é avisar a empresa imediatamente”, orienta.
Para os passageiros que tiveram a mala extraviada, ele recomenda que o viajante procure um funcionário da empresa e preencha o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). “Ele funciona como um boletim de ocorrência, em que você preenche os dados necessários - nome, número do vôo, tipo de mala - para dar início à busca de seus pertences. Importante ressaltar que embora, tanto internacional quanto nacional, a responsabilidade do transportador, pelos danos causados à bagagem, seja sempre objetiva, o consumidor prejudicado deve procurar obter o maior número de provas do fato e da extensão do dano sofrido.”
Mauro explica que por lei, a bagagem só pode ser considerada extraviada por, no máximo, 30 dias. Após esse prazo, o passageiro deve ser indenizado. Nos voos internacionais, os valores são ditados pelo Direito Especial de Saque (DES), unidade do Fundo Monetário Internacional (FMI) e que equivale a cerca de US$ 30 por quilo de bagagem. Nas rotas domésticas, os critérios são previstos no Código Brasileiro de Aviação até o limite de 150 Obrigações do Tesouro Nacional (OTNs), extintas em 1989. Cada quilo de bagagem vale cerca de três OTNs (R$ 47), até o limite de 150 OTNs (R$ 2.352). “A indenização pelas regras do CDC pode ser mais vantajosa, e o passageiro pode cobrar na Justiça ações por dano moral”, diz ele.
12/11/2014 15:43
Confirmado voo direto entre Recife e Buenos Aires
Do FolhaPE, com informações de assessorias
Recife finalmente voltará a ter voo direto para Buenos Aires, capital da Argentina. Na próxima terça-feira (18), a TAM Linhas Aéreas e o Governo de Pernambuco assinam um acordo que irá ampliar a malha aérea no Estado, com mais essa opção de voo internacional – que terá frequência semanal – além de aumento no fluxo para trechos Rio de Janeiro-Recife e São Paulo-Recife. As novidades devem entrar em operação a partir de janeiro de 2015. O contrato será assinado pelo governador João Lyra Neto e a presidente da companhia áerea, Claudia Sender.
12/11/14 8:50:42 AM
Azul e Embraer vencem Gol e TAM nos bastidores de Brasília
Gustavo Ribeiro
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Avião Embraer 195 da Azul tem capacidade para 120 passageiros (Foto: Divulgação / Azul) |
Azul e Embraer tiveram uma importante vitória no Congresso na última terça-feira (11). A comissão mista responsável pela análise da Medida Provisória 652/2014, que cria subsídio à aviação regional, acatou a emenda que limita a ajuda financeira a 60 assentos por voo. Isso significa que os auxílios valerão a pena somente para aviões com capacidade máxima para 120 passageiros.
Nesse caso, a Azul, que opera aviões Embraer 175 (86 assentos), Embraer 190 (106) e Embraer 195 (120), além dos ATR-42 (46) e ATR-72 (68), sairá em grande vantagem frente a Gol e TAM. Estas têm nas frotas aeronaves maiores, como Airbus A319 (144), Airbus A320 (156-174), Boeing 737-700 (144) e Boeing 737-800 (183). Só a Avianca, que opera o Airbus A318 (124) conseguiria concorrer, mas de forma desigual.
Mais do que permitir à Azul sair em vantagem, a limitação de assentos é muito interessante para a Embraer. É uma espécie de proteção à fabricante brasileira e também uma forma de incentivar Gol, TAM e Avianca a olharem para as aeronaves da empresa de São José dos Campos se quiserem fazer parte do programa da aviação regional.
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Avião ATR 72-600 da Azul |
O texto original da medida provisória não falava em limite de passageiros subsidiados. Uma vitória de TAM e Gol naquele momento. A discussão nos bastidores, no entanto, mudou a situação. Na véspera, a Azul fez uma ameaça: deixaria de voar para 20 cidades do interior e poderia desistir do pedido de 30 aviões Embraer 195-E2 (segunda geração), no valor de US$ 1,87 bilhão.
“Prefiro comprar um avião maior e fazer menos frequência. Quem vai perder é o cidadão, que terá menos alternativa de voos. Isso é querer virar a mesa depois do jogo terminado”, chegou a dizer o presidente da Azul, Antonoaldo Alves.
No fim, houve uma espécie de troca. O governo ajuda a Azul com a aviação regional e dá um auxílio ao restante das empresas ao conseguir incluir na medida provisória (que trata de aviação regional) um artigo que acaba com a restrição de 20% de participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. TAM, Gol e Avianca queriam isso há muito tempo. E a própria Azul vai se beneficiar.
O novo texto dificilmente sofrerá mudanças porque precisa ser aprovado até 24 de novembro. Antes precisa passar por votação nos plenários da Câmara e do Senado.
Criar um plano para incentivar a aviação regional e não privilegiar aeronaves de menor porte não faz sentido. O governo federal foi contrário em um primeiro momento e voltou atrás. Falar em avião regional é pensar em aviões como ATR-42, ATR-72 e jatos menores, como os da Embraer. É a natureza desse tipo de operação.
E por mais que os aeroportos do interior devam receber investimentos consideráveis nos próximos anos, não significa que terão capacidade, tanto de terminal como de pista, para comportar aviões do porte de um Boeing 737-800 ou de um Airbus A320. Sem contar a demanda de voos de e para cidades do interior que não justificam tantos assentos.
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Azul encomendou 30 aviões Embraer 195-E2 ao custo de US$ 1,87 bilhão (Foto: Divulgação / Embraer) |
13/11/14 - 04h00
Meta da Embraer é vender para todas as companhias
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Estratégia. Se o texto da MP mudasse, Azul cancelaria jatos da Embraer para comprar aviões maiores |
Rio de Janeiro. A Azul não é obrigada a adquirir aviões da Embraer, reforçou nesta quarta, o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da fabricante de aeronaves, Nelson Salgado. Segundo ele, com o desenvolvimento do mercado de aviação regional, a Embraer pretende competir por contratos com outras companhias além da Azul.
Nessa terça, o Congresso aprovou a Medida Provisória 652, para fomentar a aviação regional, sob pressão da Azul. A companhia aérea ameaçou desistir de uma encomenda de 30 jatos E-2 da Embraer – modelo que chega ao mercado em 2018, com opção de compra de mais 20 aviões –, por discordar da proposta de retirar o limite de subsídio para os voos regionais.
O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (Pdar) previa o pagamento de subsídio a metade dos assentos, com limite de 60 passageiros por voo, mas houve proposta para eliminar o teto, o que provocou a reação da Azul. Após a polêmica, o texto foi aprovado no formato original. “A Azul não tem obrigação nenhuma de comprar avião da Embraer. Se ela chegar à conclusão de que deve comprar avião de outro tipo, ela vai fazer isso e nós vamos seguir nossa vida tocando o negócio”, disse Salgado, em linha com as declarações do presidente da Embraer, Frederico Curado.
Até o momento, o contrato da compra dos aviões não foi fechado, há apenas uma carta de intenções. “Competimos em aviação regional no mundo inteiro, com japoneses, russos, com todo mundo. Se o mercado for desenvolvido no Brasil, nós vamos competir aqui também. Se não for desenvolvido, como disse nosso presidente o(nessa terça), a vida continua”, acrescentou Salgado.
Com a aprovação do plano de aviação regional, Salgado disse que as próximas etapas envolvem a definição, pelas companhias aéreas, do tipo de avião adequado para cada rota, seja de pequeno, médio ou grande porte.
“O que os incentivos não podem fazer é distorcer essa escolha e fazer com que alguém selecione um avião diferente por conta do tipo de incentivo”, disse Salgado.
Polêmica
MP 652. Garante subsídios a empresas de aviação regional, para 50% dos assentos, limitados a 60 passageiros. Os recursos virão de 30% do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac).
MP ajuda a valorizar ações da Gol
São Paulo. As ações da Gol (PN) avançaram 6,23%, após o balanço ter trazido melhoras operacionais, apesar de prejuízo de R$ 245,1 milhões no terceiro trimestre. O papel ainda foi favorecido pela aprovação da MP 652 que, além de fomentar a aviação regional, libera a participação do investidor estrangeiro no capital das empresas aéreas.
O prejuízo líquido consolidado subiu 24,4%. Mas a receita operacional líquida teve alta de 10,4%, no terceiro trimestre.
Quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Voos noturnos podem ser até três vezes mais caros
Pedro Nunes
Com o período de férias e festividades cada vez mais próximo, a procura por passagens aéreas aumentam. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, os tíquetes para voos noturnos não são os mais em conta. Muito pelo contrário. Em alguns casos, podem chegar a ser 190% mais caros em relação às viagens diurnas ou vespertinas. É o que aponta uma pesquisa da agência virtual ViajaNet, que apurou os valores praticados pelo mercado em simulações de compras de hoje até o fim do ano.
A estudante Maria Júlia da Silveira diz que a pesquisa é essencial para conseguir boas promoções. Ela procurou durante um bom tempo a melhor opção para visitar o pai, em Salvador, e partiu em um voo de Goiânia com escala em São Paulo. “Comprar para a madrugada é melhor, porque você dorme, descansa e ainda pode aproveitar o dia quando chegar. Mas só encontrei valores mais em conta para a noite. Fiquei olhando um bom tempo nos sites e agora posso matar a saudade”, relata. Ela conta que pagou 502 reais pelos tíquetes de ida e volta. Segunda ela, em outros horários e dias, o valor ficaria bem mais elevado.
De acordo com o levantamento, na ponte aérea mais movimentada do País (Rio-São Paulo), há diferença significativa no custo das passagens se comparar os voos noturnos com os diurnos. Na madrugada, o tíquete custa cerca de 235 reais para uma viagem em novembro, enquanto que, tanto no período da manhã quanto da tarde, o mesmo trecho sai por aproximadamente 80 reais.
Outro trecho analisado é Brasília-São Paulo. O valor do voo na madrugada no começo de novembro é de cerca de 160 reais, enquanto que, nos demais períodos, a passagem custa uma média de 107 reais.
Preços altos também em Goiânia
Em Goiânia, as passagens durante a madrugada também estão com preços mais elevados. A maioria dos voos que saem da capital goiana tem como destino São Paulo. Até mesmo porque a maioria faz escala nos aeroportos de Guarulhos ou mesmo em Congonhas. Os únicos tíquetes disponíveis de saída do aeroporto Santa Genoveva durante a madrugada são para 5h50.
A passagem mais barata, apenas de ida, para o aeroporto de Congonhas hoje pôde ser encontrada por 747 rais, enquanto a mais cara, também durante a madrugada, chegou a R$ 2.152, uma variação de 188%, mais que o triplo do valor.
Já nos voos que partem para o aeroporto de Garulhos, o tíquete direto para São Paulo mais em conta entre todos os horários do dia e da noite foi de 400 reais.
Durante a madrugada, apenas a Tam disponibiliza voos que variam de 999 reais a até R$ 2.729. Uma variação de 173,1%. A reportagem de O HOJE checou as passagens da Tam, Gol, Avianca e Azul.
Alta temporada
Embora a compra de passagens aéreas com antecedência tenha descontos, uma viagem para dezembro também tem diferença nos valores de voos noturnos e diurnos.
Segundo o levantamento da ViajaNet, de São Paulo para o Rio de Janeiro, um tíquete para a madrugada sai por cerca de 100 reais (se adquirido hoje), enquanto que o período da manhã e da tarde custa por volta de 70 reais, caso a compra fosse efetuada ontem. (PN)
Manaus (AM) , 12 de Novembro de 2014
Companhia aérea lança voo direto de Manaus para Aruba
CAMILA LEONEL
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Companhia Insel Air já mantém linhas regulares para as linhas caribenhas |
A partir do dia 14 de janeiro, conhecer a ilha de Aruba, no Caribe, ficará mais fácil e barato para os amazonenses, isso porque a companhia aérea Insel Air, que opera em países panamericanos, começará a operar voos comerciais de Manaus com destino a Aruba. Os voos sairão duas vezes por semana, às quartas e domingos, e serão diretos. O preço da passagem no voo inaugural é promocional e isento de taxas: o bilhete de ida e volta sai por US$ 240 (R$ 614).
Hoje, quem deseja conhecer as praias paradisíacas de Aruba, um território holandês que fica no Caribe, ao largo da costa venezuelana, precisa pegar um voo de Manaus para o Rio de Janeiro, tomar outro voo com destino ao Panamá, e só então, seguir para a ilha de Aruba. O trajeto atual dura um dia e a passagem custa cerca de R$ 4.305.
Pesquisa de mercado
De acordo com Cláudia Mendonça, diretora da Paradise turismo, a empresa chegou a Manaus após uma pesquisa de mercado feita pelo escritório de Aruba e, após constatar a demanda, a companhia se interessou em criar um voo que partisse da capital amazonense.
“Agora, o amazonense vai poder conhecer Aruba porque hoje só quem vai para lá são os mais ricos e a gente quer abrir portas para que todo mundo vá para Aruba”, disse Cláudia.
Além de Aruba, ficará mais fácil para os amazonenses conhecerem lugares como: Curaçao, São Martinho e a Península de La Guajira, que são vizinhos ao território de Aruba ou pegar voos para Santo Domingo, Miami e Charlotte, cidade localizada na Carolina do Norte.
Classe C
Esse voo visa atingir novos consumidores, das classes C e D, que cada vez mais têm feito viagens para destinos tanto dentro com fora do País.
Aruba é um destino muito procurado pelos brasileiros no Caribe devido às famosas praias de areias brancas e águas quentes. A ilha, que tem uma temperatura média de 28 graus, localiza-se ao norte da costa da Venezuela e possui 31,5 quilômetros quadrados.
Além das praias, no interior da ilha encontra-se o Arikok National Park, que é uma área desértica de preservação ambiental, com variedade de vida selvagem, cactos e grandes formações rochosas.
12/11 - 18:23
Viracopos deve fechar 2014 com 10 milhões de paxs transportados
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Viracopos tem movimento 6,8% maior que em 2013 |
O movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), nos dez primeiros meses deste ano já é de 6,84%, maior que no mesmo período do ano passado. Segundo informou a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, foram 8,1 milhões de passageiros em 2014, ante 7,6 milhões no ano passado. A expectativa da concessionária é fechar 2014 com 10 milhões de passageiros transportados.
Outubro bateu o recorde mensal de movimento, com 873.065 pessoas, superando o recorde anterior, de janeiro, que foi de 867.253 passageiros. Em relação a outubro do ano passado, o crescimento foi de 6,19%.
"O crescimento no fluxo de passageiros reflete o investimento que estamos fazendo na infraestrutura de todo o sítio aeroportuário e, assim, melhorando a cada dia a experiência de voar por Viracopos. O desafio que estamos vencendo é crescer na quantidade e na qualidade ao mesmo tempo", afirma o diretor de Operações do aeroporto, Marcelo Mota.
Já em relação a movimentação de aeronaves, os primeiros dez meses do ano registram um crescimento de 4,35% na comparação com 2013, e somam 109.489 movimentos no período.
Rafael Massadar
12/11 - 14:21
AA anuncia novos voos de Viracopos para Miami e NY
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Todos os horários estão expressos em hora local |
A American Airlines iniciará a operação de seus novos voos no Brasil: Miami e Nova Iorque, com saída do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A nova rota marca o décimo destino da companhia aérea no Brasil, fortalecendo ainda mais a posição da empresa como a principal operadora norte-americana no País e a que mais oferece opções para clientes que viajam de e para São Paulo.
Os novos voos da American a partir de Campinas serão operados pela aeronave Boeing 767-300, configurada para 204 passageiros, em duas classes de serviço (27 assentos na Classe Executiva e 177 assentos na Classe Econômica), e adaptada com nova configuração: assentos totalmente reclináveis na Classe Executiva e acesso total aos corredores.
O voo diário de Miami para Campinas será lançado em 2 de dezembro, enquanto o que decola do aeroporto JFK - operado três vezes por semana, estará disponível a partir de 1º de dezembro.
Rafael Massadar
12/11/2014 13:22:00
MP cria subsídio para 50% de assentos em voos regionais
Da Redação
A comissão mista especial formada por deputados e senadores para analisar a Medida Provisória nº 652/2014 aprovou ontem (11) o substitutivo do relator Flexa Ribeiro (PSDB-PA). O parlamentar apresentou texto detalhando pontos como o limite a ser retirado do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para subsidiar passagens nos aeroportos regionais. De acordo com o texto aprovado, o valor será de 30%, como havia sido acordado com a Secretaria de Aviação Civil.
Segundo o relatório, 50% dos assentos dos voos regionais serão subsidiados, limitando-se a aeronaves de até 60 assentos. A exceção da regra é no caso de voos da Amazônia, que não terão limite de subsídios, mas também ocorrerá apenas em aviões de até 60 lugares. "O diálogo envolvendo todas as partes interessadas, o governo, as empresas, foi bastante produtivo e nós estamos satisfeitos com esse texto", afirmou o secretário de Política Regulatória da Secretaria de Aviação Civil, Rogério Coimbra.
Ainda de acordo com o substitutivo, a vigência dos subsídios para a aviação regional será de cinco anos, renovável por mais cinco, o que vai ao encontro da posição do governo, conforme comentou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, em audiência pública sobre a MP 652. “Nós achamos que o prazo tem que ser cinco anos, mais cinco. Porque dois anos passam muito rápido, e deixa de ser um programa de estado para ser programa de governo. O nosso objetivo é fazer da política de aviação civil que está sendo implementada uma política de Estado e não de governo, para que nós possamos ter de fato esse modal enraizado na cultura, na prática de todos os brasileiros”, afirmou Moreira Franco na ocasião.
O texto também define como aeroportos regionais aqueles com demanda de até 600 mil passageiros por ano. Na chamada Amazônia Legal, o limite é de 800 mil usuários embarcados e desembarcados anualmente. Na região amazônica a subvenção terá prioridade. A proposta, que criou o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, foi votada após acordo entre a liderança do governo, o relator da MP, Casa Civil, Secretaria de Aviação Civil e Ministério da Fazenda.
O texto segue agora para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. A Medida Provisória precisa ser votada até o próximo dia 24, senão expirará.



