O Estado de S.Paulo
Austrália diz estar comprometida com busca por avião da Malásia desaparecido
Plano de aviação pode fazer Azul cancelar compras da Embraer
Tráfego de passageiros da Latam Airlines no Brasil sobe 5,5% em outubro
Folha de São Paulo
Queda de avião deixa dois mortos no Vale do Jequitinhonha, em MG
O Globo
Após quatro dias, empregados da Embraer suspendem paralisação
G1
Terceira vítima de acidente com bimotor é localizada em MG
Aeroporto de Porto Velho inaugura novo espaço de combate ao incêndio
Gazeta do Povo - PR
Brasil está há 1217 dias sem acidente fatal com aviões comerciais
Estado de Minas
Disputa judicial atrasa obras no Aeroporto de Confins
O Estado do Ceará
TAM indenizará pai e filhas que tiveram bagagem extraviada em 2010
Avião faz pouso de emergência e hélice atravessa cabine de passageiros
Tribuna da Bahia
Obras no aeroporto de Salvador serão concluídas em maio de 2015
Jornal de Turismo
TAM nas nuvens vence a categoria revista customizada
Mercado&Eventos
Air China e Air Canadá anunciam aliança
Panrotas
Governo regulariza área do aeroporto de Macapá
Portal iG
11 Novembro 2014 | 10h 44
Austrália diz estar comprometida com busca por avião da Malásia desaparecido
BYRON KAYE - REUTERS
A Austrália disse nesta terça-feira que permanece comprometida com as buscas pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines, após comentários feitos por um dos diretores da companhia aérea dizendo que o avião seria declarado oficialmente “perdido” ter enfurecido as famílias dos passageiros.
O diretor comercial da Malaysia Air, Hugh Dunleavy, inflamou as já tensas relações entre a companhia e as famílias daqueles a bordo do voo MH370 ao dizer a um jornal da Nova Zelândia em 4 de novembro que os familiares seriam indenizados “quando tivermos uma perda oficial registrada”.
O jornal acrescentou que a Austrália e a Malásia provavelmente declarariam o avião como “perdido" até o fim de 2014, efetivamente encerrando uma grande busca submarina que começou logo após o voo ter desaparecido sobre o Oceano Índico, em 8 de março, com 239 pessoas a bordo.
Em 10 de novembro, o grupo ativista que defende os familiares, o Voz 370, disse em um comunicado que a declaração “unilateral” feita por Dunleavy “traz intensa agonia e confusão a membros das famílias e nos faz perder fé no esforço de busca”.
A Malaysia Airlines disse em um comunicado que os comentários eram uma “expressão de opinião pessoal” e que o Centro de Coordenação Conjunta de Agências, com sede na Austrália e que conduz as buscas, estava dando atualizações oficiais sobre a operação, que envolve equipamentos de busca australianos, chineses e malaios.
“A Austrália continua liderando a busca pelo MH370 em nome da Malásia e permanece comprometida em fornecer toda a assistência necessária na busca pela aeronave”, disse o Centro em um comunicado que descreveu os comentários do executivo como “perturbadores" para as famílias e entes amados daqueles à bordo.
(Por Byron Kaye)
Terça-feira, 11 de novembro de 2014
Plano de aviação pode fazer Azul cancelar compras da Embraer
Marina Gazzoni / SÃO PAULO
Eduardo Rodrigues / BRASÍLIA
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fabio motta/estadão-11/10/2012
Perdas. Para empresa, texto atual privilegia empresas que voam com aeronaves maiores |
A Azul ameaça deixar de comprar novos aviões da Embraer e suspender as encomendas dos jatos de segunda geração se as mudanças feitas no plano de aviação regional forem aprovadas no Congresso.O texto está na pauta para ser votado hoje pela comissão mista.
O texto do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), relator da comissão mista criada para analisar o projeto, prevê que as empresas recebam subsídio para 50% dos assentos oferecidos em rotas regionais. Na versão original, a proposta era subsidiar metade dos assentos, limitados a 60 lugares.
“Semlimite de assentos, ninguém voará para cidades pequenas. É um‘antiplano’ de aviação regional”, disse o presidente da Azul, Antonoal do Neves. Segundo ele, a nova medida incentiva as empresas a investirem grandes aviões para voar para cidades médias do interior, como Joinville (SC) e Maringá (PR) – para onde empresas já voam mesmo sem ajuda financeira.
Neves diz que a estratégia de expansão da Azul será completamente revisado se esse ponto não for revisto. A empresa tem oito aeronaves da Embraer já compradas e pretendia adquirir mais oito para elevarem16 unidades sua frota em 2015 e atender 20 novas cidades.
Se a versão do relator for aprovada, a Azul diz que pedirá à Embraer para atrasar as entregas. “Será mais interessante vender dez aviões da nossa frota atual e trocar por modelos maiores, como da Boeing ou Airbus”, disse o executivo.
O presidente da Azul diz que a empresa avalia desistir da aquisiçãodos50jatosdesegunda geração da Embraer, modelo que chega ao mercadoem2018. A encomenda é estimada em US$3,1 bilhões, considerando o valor de pedidos firmes e opções a preço de tabela. “Temos uma carta de intenção assinada, mas não o contrato.” A ação da Embraer caiu 5,68% ontem, a maior queda do Ibovespa.
A Azul faz hoje 850 voos diáriosparacercade100cidades. A estimativa da empresa é adicionar 122 frequências diárias caso o plano regional volte à versão original. Se o texto do senador Ribeiro passar, a ordem é cortar 100 voos. Neves elencou ao Estado as 20 cidades que deixarão de ser atendidas. “As duas primeiras serão São José dos Campos e Araraquara. Perdemos R$ 5milhões nesses destinos só este ano”, disse. “Não estou blefando. É pagar para ver.”
Apesar das ameaças da Azul, Ribeiro promete brigar para aprovar hoje o texto que retira o teto para o subsídio ao setor. “As ameaças da Azul não ajudam em nada. Atitudes extremas não irão pressionar o relator”, disse.
De acordo com Flexa Ribeiro, o texto foi alterado para estimular a concorrência de mais empresas em rotas hoje operadas por poucas companhias. “Da forma como a MP chegou até nós, parecia que o texto havia sido feito por encomenda para a Azul, mas nós defendemos o livre mercado, independente do tamanho da aeronave. O objetivo do plano de aviação regional é aumentar as rotas e frequências, com redução das tarifas”, avaliou.
Frota. Enquanto a Azul voa no Brasil com aviões ATR e Embraer, com até 118 assentos, TAM e Gol usam aeronaves de até 187 assentos. Em nota, a Gol disse que “vê como positivas as novas diretrizes do texto”.
Para a presidente da TAM, Claudia Sender, a retirada do limite de subsídio torna o projeto “isonômico”. Ela ressaltou que a empresa quer ampliar sua malha regional, mas escolherá uma frota que faça sentido para o negócio, independentemente do plano do governo. “A TAM não comprará aviões pensando em subsídios. O plano está previsto para durar cinco anos. É metade da vida útil de uma aeronave.”
10 Novembro 2014 | 12h 09
Tráfego de passageiros da Latam Airlines no Brasil sobe 5,5% em outubro
REUTERS
O grupo Latam Airlines, maior empresa de transporte aéreo da América Latina, divulgou nesta segunda-feira crescimento de 5,5 por cento no tráfego de passageiros no Brasil em outubro sobre um ano antes.
A empresa divulgou ainda que a capacidade no país subiu 1,7 por cento no período e com isso a taxa de ocupação de suas aeronaves no país avançou três pontos percentuais, para 83,3 por cento no mês passado.
Nas operações da empresa em países de língua espanhola, o tráfego de passageiros consolidado teve crescimento de 7,9 por cento em outubro, acumulando alta de 6,2 por cento nos dez primeiros meses do ano.
No total, o tráfego da companhia que tem sede em Santiago cresceu 3 por cento em outubro na comparação anual. Além de Brasil e Chile, a Latam tem operações na Argentina, Colômbia, Equador, Peru e Paraguai.
O tráfego de carga subiu 1,5 por cento em outubro ante o mesmo mês do ano anterior, mas caiu 3 por cento no acumulado de janeiro a outubro ante igual período de 2013.
11/11/2014 03h36
Queda de avião deixa dois mortos no Vale do Jequitinhonha, em MG
DE SÃO PAULO
Duas pessoas morreram após a queda de um avião monomotor, modelo A-36, em uma fazenda na cidade de Bandeira (736 km de Belo Horizonte), no Vale do Jequitinhonha, na divisa com a Bahia, na tarde de segunda-feira (10).
O funcionário da fazenda ouviu o barulho de um estrondo, por volta das 13h. Quando o homem chegou ao local encontrou a aeronave e os corpos de duas vítimas. Uma delas identificada como Lucas Henrique Félix de Lima.
Segundo a Polícia Militar, a Aeronáutica informou que a aeronave havia partido de Recife com destino a São Paulo com três tripulantes. A Aeronáutica não informou à polícia o horário de decolagem do monomotor.
A PM fez buscas no local onde o avião caiu, mas ainda não encontrou a terceira vítima. As buscas foram encerradas na noite de segunda e serão retomadas nesta terça-feira.
As causas do acidente serão investigadas, mas a PM informou que chovia no momento da queda da aeronave.
O local onde o avião caiu foi isolado e uma equipe da Aeronáutica deve fazer perícia nesta terça, de acordo com informações da PM.
11 nov 2014
Subsídio turbulento
GLAUCE CAVALCANTI
-BRASÍLIA E RIO- As companhias aéreas travam nos bastidores do Congresso uma disputa em torno da medida provisória (MP) 652, que cria o subsídio à aviação regional. Por pressão das companhias, foi retirado do texto original o limite de 60 assentos que poderiam ser subsidiados por aeronave. O relatório da MP, que deverá ser votado hoje na comissão mista que analisa o tema, afirma que o governo vai ajudar a arcar com o custo de metade dos lugares em cada voo, independentemente da capacidade do avião. A mudança colocou em campos opostos a Azul, que seria a mais beneficiada com a proposta original por ter uma frota de aviões menores (de até 120 lugares) e Gol e TAM, que poderão disputar esse nicho do mercado com aeronaves maiores (Boeing e Airbus, com 200 assentos). A medida pode prejudicar a Embraer, que fabrica jatos regionais de médio porte.
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rosiane donato/agência a tarde/22-07-2010
No interior. O Aeroporto de Barreiras (BA), considerado projeto-piloto na licitação de terminais regionais. Pela mudança na MP, metade dos assentos, não mais 60, poderão ser subsidiados |
Segundo fontes ligadas às empresas, a retirada do limite de assentos a ser subsidiado é um pleito das companhias maiores, que enviaram representantes ao Congresso. A Azul disse que, caso a mudança seja mantida, deixará de voar para 20 cidades, como São José dos Campos, Araraquara, Macaé e destinos nas regiões Norte e Centro- Oeste. O presidente da companhia, Antonoaldo Neves, disse que a Azul terá de comprar aviões maiores e, por isso, deverá rever o plano de expansão da frota, podendo cancelar o pedido feito à Embraer de 30 aeronaves E2, no valor de US$ 1,87 bilhão. A Azul utiliza aviões fabricados pela Embraer e ATRs.
Por enquanto, o governo prefere deixar a questão com o Congresso, mas a presidente Dilma Rousseff ainda pode vetar a alteração. Segundo o presidente da Azul, todo o plano de negócios da empresa foi elaborado com base no programa de estímulo ao desenvolvimento da aviação regional. Eventuais mudanças ou mesmo a perda de validade da MP — o que pode ocorrer no próximo dia 24 — vai exigir a revisão da estratégia da companhia. Ele disse que os voos de São José dos Campos para o Santos Dumont e de Araraquara para a capital paulista serão paralisados em meados de dezembro, de forma definitiva. E ameça reduzir as frequências em Belo Horizonte e Montes Claros. Neves explicou que Gol e TAM ficam em vantagem, pois terão assegurados subsídios para cem lugares em cada voo, enquanto a Azul teria para 60:
— Prefiro comprar um avião maior e fazer menos frequência. Quem vai perder é o cidadão, que terá menos alternativa de voos. Isso é querer virar a mesa depois do jogo terminado.
A Embraer afirmou ontem que não houve cancelamentos de pedidos por parte da Azul. Em nota, disse que o “custo de se utilizar um avião de maior porte nessas rotas será bem mais elevado, pois as aeronaves voarão com uma grande quantidade de assentos vazios, aumentando a necessidade de apoio para que sua operação seja economicamente viável”.
SÓ 30 AEROPORTOS RECEBEM AVIÃO GRANDE
Porém, hoje, cerca de 30 dos 270 aeroportos incluídos no plano de aviação regional têm capacidade para receber Boeings e Airbus. Mas, segundo a Secretaria de Aviação Civil ( SAC), esse número pode chegar perto de cem com a execução do plano da aviação regional, que prevê investimentos na infraestrutura dos terminais.
O relator da MP, senador Flexa Ribeiro ( PSDB- PA), justificou que o Congresso não pode aprovar uma lei para beneficiar uma só empresa. Para ele, não cabe ao poder público restringir o tipo de aeronave autorizada a receber o subsídio. No relatório, citou que manter a restrição seria uma “afronta aos princípios constitucionais da impessoalidade e da livre iniciativa”.
— Não podemos privilegiar a Azul porque ela usa os aviões da Embraer — afirmou.
Já o senador Ricardo Ferraço (PMDBES), membro da comissão mista, disse que é um equívoco não limitar o número de assentos. Para ele, a aviação regional precisa de aeronaves de menor custo:
— Precisamos fixar critérios para evitar desperdício de dinheiro público.
Para Elton Fernandes, professor de Engenharia de Produção da Coppe/ UFRJ, o barulho criado em torno da MP tem a ver com o das empresas, numa tentativa de garantir benefícios de acordo com o perfil de suas frotas e operações:
— A mudança na regra para subvenção de assentos permite maior participação de TAM e Gol, que não têm aeronaves de pequeno porte. Elas padronizaram as frotas com aviões da Airbus e da Boeing. A Azul reagiu. Ela seria a maior beneficiária da proposta anterior, por ter a frota mais adequada para atuar na aviação regional.
O problema do plano, afirmou ele, está na falta de coordenação:
— Os aeroportos centrais estão estrangulados, sem espaço para absorver tráfego para cidades menores. Além disso, os concedidos à iniciativa privada têm outorgas caras e precisam garantir rentabilidade. E o avião pequeno não ajuda nisso. Para atuar em todos os segmentos, as companhias precisam ter frotas complementares. Com uma frota padronizada, perdem flexibilidade operacional.
O relatório da MP fixa em 20% o limite de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil a serem utilizados na concessão de subsídios às empresas. O programa valerá por dez anos, contemplando aeroportos que movimentem por ano 600 mil passageiros e 800 mil (Amazônia Legal), com isenção de tarifas aeroportuárias.
GOL DIZ ESPERAR DEFINIÇÃO
Em nota, a Gol, que opera em 24 aeroportos regionais do país, afirmou que “aguarda uma decisão sobre o plano para estudar a possibilidade de operar em outras localidades do interior do país”.
A TAM, por outro lado, garante que, independentemente do plano, pretende ampliar sua atuação regional gradualmente a partir de 2015. Para Claudia Sender, presidente da companhia, a mudança na regra para subvenção de assentos não deixa de beneficiar pequenas empresas e aeroportos nem garante vantagem para quem opera com grandes aeronaves.
Procurada, a Avianca não respondeu. Já a assessoria da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que não se manifestaria sobre a MP, devido ao fato de representar empresas com interesses distintos.
11 nov 2014
‘Avião grande não compensa’
Glauce Cavalcanti
A TAM defende o uso de aviões adequados a cada rota para garantir rentabilidade. E planeja expansão gradual na aviação regional a partir de 2015, afirmou Claudia Sender, presidente da companhia. Ela acredita que o subsídio que será concedido pelo governo às empresas aéreas atuando no segmento não viabiliza operações onerosas, afastando o argumento de que a retirada do teto de até 60 assentos por avião para atuar na área beneficiaria quem opera com grandes aeronaves.
A TAM participa das discussões sobre o plano do governo?
Desde o início, sempre pelos canais formais de discussão. Nós acreditamos na aviação regional, que está crescendo mais que as rotas troncais (principais). Além disso, é a origem da TAM. Hoje, operamos em 11 aeroportos regionais e em 42 do país, no total. Vamos aprofundar essa atuação, independentemente do subsídio oferecido pelo governo. Quando falamos em novos mercados, nós nos perguntamos qual o avião correto para aquela operação. Olhando estrategicamente, tem de ser financeiramente viável.
O subsídio oferecido pelo governo facilita a operação?
Sempre defendemos que a prioridade fosse atacar os custos e não compensar na receita. É preciso oferecer infraestrutura adequada e estimular desoneração de custos. Como a medida contempla o subsídio, ele tem de ser isonômico e estimular a eficiência. A nova proposta traz mais isonomia e fará as empresas buscarem operações mais eficientes. Por outro lado, não prejudica o mercado. Todas as aeronaves e aeroportos continuam sendo beneficiados.
A mudança na regra do subsídio beneficia quem usa aviões maiores?
Esse limite não necessariamente estimula a melhor forma de gerar capacidade. E botar avião grande não compensa. O subsídio não viabiliza uma operação onerosa. Quem usar a aeronave correta vai ter melhor resultado.
A TAM ampliará a frota?
Já temos estudos em andamento. Quando a companhia faz um pedido de aviões, leva de dois a cinco anos para receber. Depois, ficam de dez a 15 anos na frota. É compromisso de 20 anos. O subsídio é para cinco, renovável por mais cinco, é curto prazo. A decisão (de investir) tem de estar em linha com a estratégia da empresa. Faremos complementação de frota. Vamos consultar os fabricantes do segmento, incluindo a Embraer.
11 nov 2014
Após quatro dias, empregados da Embraer suspendem paralisação
-SÃO PAULO- Mesmo sem conseguir acordo para um reajuste salarial, os funcionários da Embraer em São José dos Campos ( SP) suspenderam ontem a greve, que já durava quatro dias e chegou a parar 100% da produção. O Sindicato dos Metalúrgicos da região acusou a empresa de “assediar moralmente” os funcionários, ameaçando- os de demissão caso não encerrassem a paralisação. A Embraer rebateu dizendo “repudiar veementemente esta afirmação”.
A decisão de suspensão da greve foi tomada pela manhã durante assembleia. O presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, afirmou, no fim de semana, que os trabalhadores receberam ligações de seus gestores e chefes e foram ameaçados de demissão caso não votassem pelo fim da greve:
—E é por isso que apenas suspendemos a greve. Não descarto a possibilidade de novas paralisações ocorrerem na Embraer nos próximos dias.
A Embraer afirmou em nota que houve um “movimento ocorrido nas redes sociais” de forma espontânea “por parte dos empregados, que não concordam com as arbitrariedades do sindicato”. Mas descartou a participação da empresa.
Agora, o sindicato vai entrar com uma ação de dissídio coletivo contra a Embraer para buscar o reajuste de 10%, redução da jornada para 40 horas semanais e estabilidade no emprego. O caso será protocolado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) 15ª Região, em Campinas, segundo Macapá.
PROPOSTA FOI REJEITADA
A empresa ofereceu reajuste salarial de 7,4% na semana passada. O percentual, segundo o sindicato, foi rejeitado ainda na mesa de negociação entre os trabalhadores e os empregadores. A Embraer, por sua vez, reclama de a proposta não ter sido colocada em votação nas assembleias.
Outro pedido dos trabalhadores é o congelamento do desconto sobre o convênio médico. Macapá conta que em abril deste ano, a Embraer “dobrou o valor descontado nos salários". O sindicato conseguiu reverter a cobrança depois de obter liminar na justiça, contou Macapá.
Participaram da assembleia de ontem 7.000 trabalhadores. Cerca de 60% votaram pela suspensão da paralisação.
Em nota, a Embraer disse que “ainda não é possível avaliar os impactos da paralisação” e afirmou entender que a greve foi “encerrada”.
11/11/2014 10h55
Terceira vítima de acidente com bimotor é localizada em MG
Um dos corpos já foi identificado; corpos seguem para o IML de Almenara.
Bimotor caiu em fazendo próxima ao município de Bandeiras, no Vale de Jequitinhonha (Foto: Moabe Pereira ) |
A Polícia Militar de Almenara confirmou na manhã desta terça-feira (11) que a terceira vítima do acidente com bimotor foi localizada. Segundo a PM, o corpo é de um homem, que ainda não foi identificado.
O bimotor caiu em uma fazenda próximo ao município de Bandeira, no Vale do Jequitinhonha. Três pessoas estavam na aeronave. Um das vítimas já foi identificada e, segundo a Polícia Militar, o corpo é de um rapaz de 21 anos. Com ele a PM encontrou uma credencial de piloto, mas não há confirmação de que ele pilotava o avião.
As informações preliminares eram de que o bimotor teria decolado de Recife (PE) na tarde dessa segunda-feira (10), porém, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que a aeronave decolou de Salvador (BA) e seguia para Belo Horizonte (MG).
Ainda segundo a Assessoria de Comunicação da Anac, o bimotor estava com a documentação regular.
Segundo os Bombeiros, que permanecem no local na manhã desta terça, chovia no momento do acidente, e a suspeita é de que o mau tempo tenha atrapalhado a visibilidade do piloto, que perdeu o controle e bateu em um morro. Moradores da fazenda, onde o bimotor caiu, informaram que ouviram o estrondo do impacto.
10/11/2014 20h35
Aeroporto de Porto Velho inaugura novo espaço de combate ao incêndio
Mais dois carros de combate a incêndios foram adquiridos.
Do G1 RO
Nova Seção Contra Incêndios do aeroporto de Porto velho (Foto: Gaia Quiquiô/G1) |
A nova Seção Contra Incêndio (SCI) do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, de Porto Velho, foi inaugurada nesta segunda-feira (10). O novo edifício, localizado no aeródromo, foi construído para atender às exigências e normas da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e garante maior segurança e melhores condições de trabalho para os agentes dos bombeiros que ficam no terminal.
Dois carros contra incêndio foram adquiridos
(Foto: Gaia Quiquiô/G1) |
A nova instalação tem uma área destinada para abrigar os carros contra incêndio, alojamentos completos para a alocação, descanso e treinamento dos bombeiros, depósitos de equipamentos, áreas de abastecimento rápido para os carros contra incêndio e integração com a área de treinamento com fogo.
Novas vias de acesso também foram implantadas com as obras da nova seção, que garantem o tráfego rápido às áreas operacionais e permitem um atendimento mais rápido em casos de emergência.
O superintendente de aeroportos da Infraero, Ari Mafra, explicou que o espaço anterior era muito pequeno e não atendia à legislação vigente. "O que se fez foi aumentar e equipar o aeroporto de forma que tenha um 'respiro' pelos próximos 20 anos, com melhor qualidade de atendimento, pensando na vida humana que está sendo preservada", disse. A seção também recebeu dois novos carros contra o incêndio.
11/11/14 8:00:29 AM
Brasil está há 1217 dias sem acidente fatal com aviões comerciais
Acidente com o LET-410 da NOAR Linhas Aéreas, em Recife, em 2011, (Foto: Alexandre Gondim / Reuters) |
A aviação comercial brasileira não registra um acidente aéreo com vítimas em território nacional há quase 3 anos e 4 meses. São exatos 1.217 dias. É um tempo relativamente grande desde que o Let-410 da NOAR Linhas Aéreas caiu após decolar do aeroporto de Guararapes, em Recife, no dia 13 de julho de 2011, e matou 16 pessoas.
Esse período com um hiato de desastres deixa nítido que voar é cada vez mais seguro, vide a evolução histórica desde o primeiro registro de um acidente fatal a bordo de uma aeronave de uma companhia aérea nacional em 1928, no Rio de Janeiro. De lá para cá, em 87 anos, somaram-se 126 sinistros.
A média geral é de um acidente fatal a cada oito meses. No entanto, ao isolar os períodos mais recentes, o número é bem melhor. Se for considerado apenas o atual século, a média é de um sinistro com vítimas a cada dois anos. Reduzindo o período para os últimos dez anos, são precisos dois anos e seis meses para que alguém morra a bordo de um avião de qualquer empresa aérea brasileira.
É um avanço muito importante na comparação com épocas em que a segurança de voo era quase questão de sorte. As aeronaves não eram tão confiáveis como as de hoje, a manutenção não era tão rígida, o treinamento das tripulações era falho, os procedimentos das companhias negligenciavam muitas vezes a segurança, os aeroportos (ou meros campos de aviação) eram precários e o controle do espaço aéreo era amador (ainda é em algumas regiões).
O acidente com o Airbus A320 da TAM em Congonhas, em 2007, foi o mais mortal da história da aviação comercial brasileira (Foto: Rickey Rogers / Reuters) |
Por exemplo, entre 1938 e 1965, houve pelo menos um desastre fatal por ano. Aliás, na média, muito mais do que isso. Nesses 28 anos foram registrados 80 acidentes, ou seja, um acidente a cada quatro meses. Era muita coisa. Só em 1951, foram sete.
Apesar de ser mais seguro voar, nem sempre há essa sensação de segurança, Os acidentes, quando acontecem, são eventos de grande comoção. E como os aviões transportam mais passageiros do que antigamente, os desastres tendem a ser maiores e com mais vítimas. Antes morriam 50 pessoas em um acidente. Hoje são 200, 300, 400 vítimas.
Tanto é assim que, ao mesmo tempo em que o número de ocorrências diminuiu, o de vítimas aumentou. No recorte dos últimos dez anos, foram registrado três acidentes fatais. Eles, no entanto, mataram 388 pessoas, dando uma média de 39 por ano. Foram 16 no desastre da NOAR, 199 do voo 3054 da TAM em 2007 e 154.no voo 1907 da Gol em 2006.
O certo é que, infelizmente, acidentes aéreos vão continuar ocorrendo. O bom é que são cada vez mais raros. E é importante que as fabricantes de aviões e as companhias aéreas estejam atentas e sigam todas, mas todas mesmo, recomendações de segurança. Se é impossível zerar os desastres aéreas, que pelo menos sejam reduzidos ao máximo.
Histórico de acidentes fatais com aeronaves comerciais brasileiras
11/11/2014 07:36
Disputa judicial atrasa obras no Aeroporto de Confins
Rosana Hessel
Terminal deveria estar pronto em abril, mas até hoje apenas 51% do projeto foi executado |
O juiz da 22ª Vara Federal, Francisco Neves da Cunha, deferiu parcialmente o pedido de liminar do consórcio Marquise/Normatel para suspender o contrato de reforma do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. O magistrado, no entanto, indeferiu o pagamento de R$ 48,27 milhões para cobrir os alegados prejuízos decorrentes do desequilíbrio financeiro. O imbróglio judicial pode adiar a definição sobre a continuidade das obras – previstas para serem entregues em dezembro do ano passado, as reformas foram paralisadas antes da Copa do Mundo.
Na ação, as empresas alegam que o cronograma físico-financeiro não foi executado totalmente por razões ligadas exclusivamente à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). “Diz a requerente estar a suportar grave dano patrimonial, que impossibilita a sua integral execução”, diz o juiz na decisão. Em contrapartida, segundo Neves da Cunha, a estatal relata a ocorrência de problemas relacionados à gestão, e retruca que o consórcio não pode se eximir de “cumprir com suas obrigações contratuais e de executar os projetos liberados”.
Na decisão liminar, o juiz afirma que “duas situações se apresentam, desde já, de modo suficientemente claro: de um lado, o inequívoco inadimplemento contratual, aduzido pela autora (o consórcio Marquise/Normatel), não negado pela ré (Infraero); de outro, os danos que a primeira aduz ter suportado, por exclusiva culpa da segunda, a merecer a devida reparação”. O magistrado indica a necessidade de elaboração de prova pericial para verificar o desequilíbrio financeiro sofrido pelo consórcio, o que, inclusive, pode resultar no pagamento de R$ 48,2 milhões ou do valor indicado na perícia.
A decisão foi tomada no dia 3. Mas, em nota, a Infraero informa que não foi oficialmente notificada sobre o assunto. “Dessa forma, vamos aguardar uma notificação oficial por parte da Justiça para posterior avaliação do tema”, destaca a estatal.
A Infraero tratava da rescisão contratual em âmbito administrativo. A proposta da estatal era encerrar o contrato para, em seguida, buscar uma outra empresa para dar seguimento à reforma. Uma alternativa era que a BH Airport, concessionária do aeroporto, assumisse as intervenções, recebendo o valor referente dos cofres públicos. Com a decisão judicial, a definição pode ser retardada.
Emperrado
Nos últimos meses, o consórcio Marquise/Normatel afirma que a estatal não quis discutir aditivo contratual – o que é negado pela Infraero. A prorrogação seria necessária para continuidade da obra. Isso porque o prazo do contrato venceu supostamente devido aos atrasos na liberação dos projetos de engenharia. A estatal contratou uma empresa especificamente para isso, mas os estudos não foram entregues nos prazos acordados com o consórcio responsável pelas obras, forçando a celebração de dois termos prorrogando o contrato por oito meses. Nem assim foi possível concluir os trabalhos. Metade do projeto ainda falta ser feita. Um terceiro precisaria ser assinado para permitir a continuidade das obras. O atraso custou aos cofres da Infraero R$ 17,8 milhões além do orçamento inicial.
Iniciada em setembro de 2011, a obra deveria ser entregue até outubro de 2013. O prazo, no entanto, foi reprogramado para dezembro do ano passado e depois para abril. Só 51% do orçamento foi executado mais de três anos depois do início. Em valores, a empresa já recebeu R$ 132,9 milhões dos R$ 255,3 milhões previstos.
Terça-feira, 11 de Novembro de 2014
TAM indenizará pai e filhas que tiveram bagagem extraviada em 2010
A TAM Linhas Aéreas S/A deve pagar R$ 35.172,98 mil de indenização por danos morais e materiais para passageiros que tiveram bagagem extraviada em viagem internacional. A decisão é da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) e teve a relatoria do desembargador Inácio de Alencar Cortez Neto. De acordo com os autos, pai e duas filhas programaram viagem de férias com destino à Flórida, nos Estados Unidos para o dia 1º de julho de 2010. Quando chegaram lá, constataram que as malas haviam sido extraviadas.
Ao entrarem em contato com funcionários da TAM, souberam que as bagagens estavam no Brasil, mas chegariam no próximo voo, o que não ocorreu, chegaram apenas três dias depois. Por isso, ajuizaram ação de indenização por danos morais e materiais contra a empresa.
Na contestação, a TAM alegou não ter causado nenhum dano. Disse que os passageiros buscam enriquecimento ilícito, pois trata-se de caso fortuito e, por isso, a ação deve ser julgada improcedente. Ao analisar o caso, em junho de 2013, o juiz Onildo Antônio Pereira da Silva, da 4ª Vara Cível de Fortaleza, condenou a companhia aérea a pagar indenização por danos morais de R$ 30 mil para cada passageiro, além de R$ 20.172,98 por danos materiais. Para reformar a decisão, a empresa apelou no TJCE.
O desembargador reformou em parte a decisão para estabelecer condenação por danos morais no valor de R$ 5 mil para cada passageiro, além dos danos materiais. Os clientes interpuseram agravo regimental no TJCE, requerendo o aumento da reparação arbitrada a título de danos morais. A 4ª Câmara Cível manteve a decisão. Para o desembargador, “não se pode considerar que a gravidade e a intensidade de tal ofensa moral sejam tamanhas, a ponto de justificar uma indenização do porte de R$ 30.000,00 para cada parte, valor este consideravelmente maior, até mesmo, do que o da própria viagem programada. Por tal razão é que a alteração da sentença se fez tão necessária”.
Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014
Avião faz pouso de emergência e hélice atravessa cabine de passageiros
Uma das hélices de um avião da Air Canada se soltou durante um pouso de emergência e atravessou a cabine de passageiros da aeronave, ferindo quatro pessoas. O acidente aconteceu na quinta-feira (6), em Edmonton, no Canadá.
O avião, um Dash-8 400 turboélice fabricado pela Bombardier, ia de Grand Prairie para Calgary com 75 pessoas a bordo e precisou realizar um pouso de emergência depois que um dos pneus estourou na decolagem.
No momento da aterrissagem, o trem de pouso do lado esquerdou quebrou, fazendo com que a hélice atingisse o chão e se soltasse, atingindo a cabine da aeronave.
Todas as vítimas tiveram apenas ferimentos leves, causados por pedaços da fuselagem, e foram liberadas do hospital.
Christina Kurylo, uma das feridas, afirmou a jornais locais que "de repente algo me acertou na cabeça". "Foi tudo muito confuso."
Segundo ela, a hélice passou perto de sua face, mas não a atingiu. (Com agências internacionais)
DA REDAÇÃO DO ESTADO ONLINE
Fonte: UOL
(NR)
11/11/2014 08:00:39
Obras no aeroporto de Salvador serão concluídas em maio de 2015
por Chayenne Guerreiro
| Foto: Francisco Galvão
|
Previstas para estarem prontas em maio deste ano, as obras do aeroporto Luis Eduardo Magalhães de Salvador seguem inacabadas, e o pior, sem nenhum operário trabalhando. O cronograma do projeto de requalificação do terminal aéreo da capital baiana destaca três inovações: a ampliação do pátio de aeronaves, a reforma e adequação do terminal de passageiros e construção da nova torre de controle. A Infraero deu um novo prazo para a conclusão das obras: maio de 2015.
Após entrega de parte das obras, no período próximo a Copa do Mundo, o restante da reforma manteve-se paralisado. Do lado de fora da área de embarque é possível notar tapumes e vigas com avisos de cuidado, informando que aquele local está em obra. Em frente aos tapumes está o local em que os passageiros desembarca e aguardam táxis e carros particulares, área ainda “decorada” com vergalhões.
Próximo ao estacionamento também é possível ver avisos que pedem atenção de quem passa pelo local, avisando que uma reforma está em andamento. Entretanto, a equipe da Tribuna da Bahia percorreu toda a área a não encontrou nenhum operário trabalhando.
Primeira etapa
A primeira parte da obra, referente à nova área de check-in foi entregue em fevereiro e faz parte da primeira etapa de obras. O local agora conta com 36 novos balcões de atendimento de companhias aéreas, que somados aos 28 que já existiam, totalizam 64 balcões. O pavimento térreo passou por uma ampliação na sala de embarque doméstico, que foi de 218,04m² para 573,41m². Novas esteiras de restituição de bagagem em formato “U” foram instaladas.
Para a empresária, Alice Costa, o atraso revela o descaso com os cidadãos. “Antes da Copa foi outra estória, todo mundo correndo pra entregar tudo pronto. Agora que o mundial passou, basta colocar uma madeira cobrindo o local, que está tudo certo. Como o povo tem memória curta, passa pelo local todos os dias e não se dá conta, vai deixando rolar,” reclama Costa.
O taxista Afonso Souza transporta passageiros todos os dias. Segundo ele, as reclamações são constantes. “Escuto de tudo, que mala atrasou e que a escada-rolante quebrou e o elevador está em manutenção. Ouço muitas comparações com outros aeroportos que eles visitam. Explico para os visitantes que esses são só os primeiros problemas que eles vão encontrar aqui”, relatou.
Apesar do incômodo sentido por algumas pessoas que transitam pelo local há quem não se incomode. “Viajo bastante a trabalho. As obras que ainda não foram terminadas não me incomodam muito. Aliás, acho que hoje a coisa está bem melhor. Venho de táxi, salto em frente ao check-in, e vou para o embarque. Gosto muito do aeroporto de Salvador, acho muito mais sinalizado que outros que já passei como o Galeão, no Rio de Janeiro. Lá a pessoa se perde tentando achar o local certo,” conta a jornalista, Marina Ribeiro.
Terminal aéreo é o mais movimentado do Nordeste
O Aeroporto Internacional de Salvador — Deputado Luís Eduardo Magalhães é o mais movimentado do Nordeste e responsável por mais de 30% de circulação de passageiros na região, com capacidade para recepção de 13 milhões de passageiros anualmente.
Em 2013 mais de 8,5 milhões de pessoas passaram pelo aeroporto de Salvador e, até o final de 2014, 10,8 milhões são esperadas.
A Tribuna da Bahia entrou em contato com a Infraero, que informou que ainda faltam ser concluídas a 2ª etapa da nova área de check-in, a reforma das salas de embarque e adequações gerais do terminal de passageiros e a reforma da fachada frontal com ampliação da cobertura do meio-fio. De acordo com o órgão, os prazos de execução do cronograma tiveram de ser revistos em virtude de diversos eventos que motivaram intenso movimento no Aeroporto de Salvador – como Copa das Confederações e carnaval. Ainda segundo a Infraero, o grande desafio é realizar uma obra dessa complexidade com o aeroporto em pleno funcionamento.
Terça, 11 Novembro 2014 08:45
TAM nas nuvens vence a categoria revista customizada
A TAM Nas Nuvens (TNN), revista mensal de bordo da TAM Linhas Aéreas, produzida pela New Content, é a vencedora da categoria Revista Customizada do 28º Prêmio Veículos de Comunicação. A publicação receberá o troféu “O Comunicador” em março de 2015 com cerimônia em São Paulo.
Concebido pela revista Propaganda, o Prêmio Veículos de Comunicação analisa estratégias de marketing, posicionamento no mercado, circulação e audiência para se chegar aos concorrentes das 30 categorias. Os vencedores desta edição foram definidos pela Academia Brasileira de Marketing (Abramark). Antes, os finalistas passaram pelo crivo de mais de mil profissionais de mídia das principais agências publicitárias do País.
A revista TAM Nas Nuvens explora os destinos como protagonista do seu conteúdo. Suas pautas são proprietárias, se identificam com a realidade dos passageiros TAM e geram inspiração para o próximo destino dos clientes. A TNN é distribuída nos voos da TAM e sua versão para iPad está disponível para download na App Store. A edição mais recente também pode ser visualizada no formato digital em www.tamnasnuvens.com.br/revista/site.
Com o trabalho desenvolvido para a TNN, neste ano a New Content, especializada em produção de conteúdo para marcas, levou Prata em Projetos Gráficos do X Prêmio ANATEC – Os Melhores da Mídia Segmentada. Ficando à frente de companhias dos Estados Unidos e Indonésia, o Grupo também conquistou Ouro em Best Airline Publication do Content Marketing Awards, premiação internacional que reconhece diferentes mídias com boas técnicas de marketing industrial.
10/11 - 12:43
Air China e Air Canadá anunciam aliança
Air Canadá e Air China Limited anunciaram a assinatura de uma carta de intenções estabelecendo os princípios centrais de uma joint venture para compartilhamento da receita da parceria nas rotas entre Canadá e China que estimulará o crescimento do trânsito entre os dois países. A joint venture gerará serviços e benefícios adicionais para os consumidores com rotas entre os dois países, assim como proporcionará uma maior colaboração entre as duas companhias aéreas nas áreas de vendas, marketing e operações em aeroportos. O anúncio foi feito em Pequim durante uma visita oficial à China do primeiro ministro canadense Stephen Harper, antes de uma reunião das nações-membros da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC).
A joint venture, que está sujeita à realização dos registros necessários, à obtenção de aprovações da concorrência e de outros regulamentos e à finalização da documentação da Air Canadá e Air China, deve entrar em vigor no final de 2015.
"Trabalhando em colaboração com nossa parceira Air Canadá, nós poderemos fornecer mais opções de viagem e benefícios para os clientes que viajam entre a China e Canadá ao reduzir o tempo necessário através de uma experiência agilizada de viagem", disse Song Zhiyong, presidente e diretor executivo da Air China Limited. "A joint venture entre a Air China e a Air Canadá proporcionará vários benefícios e sinergias comerciais no importante mercado em crescimento de viagens e de comércio entre o Canadá e a China. Nos últimos cinco anos, este mercado cresceu em média aproximadamente 11 por cento anualmente e esta tendência deve permanecer sólida de acordo com o grupo de comércio da indústria de companhias aéreas IATA."
"Como membros da Star Alliance, a Air Canadá e a Air China se beneficiarão da joint venture com o compartilhamento da receita, e nossos clientes também lucrarão com a experiência de viagem simplificada e com recompensas por fidelidade", disse Calin Rovinescu, presidente e CEO da Air Canadá, em Pequim para a assinatura da carta de intenções. "Aprofundando nossa colaboração nas áreas de gestão de vendas e horários, as companhias aéreas estarão melhores capacitadas a atender os clientes lhes oferecendo mais opções de viagens. A joint venture proporcionará aos clientes de ambas as empresas opções de viagens adicionais através da expansão de voos de código compartilhado para aeroportos adicionais nas redes domésticas de ambas as companhias aéreas, sendo o crescimento da rede um princípio essencial da joint venture."
Rafael Massadar
10/11/2014 08:03:00
Governo regulariza área do aeroporto de Macapá
Da Redação
O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, assinou com o governo do Estado do Amapá e com a prefeitura de Macapá um termo de acordo que regulariza a área do Aeroporto Internacional de Macapá-Alberto Alcolumbre. O termo foi assinado na semana passada e marca o fim de uma disputa fundiária que se arrastava desde a década de 1980.
Pelo acordo, áreas do sítio aeroportuário que haviam sido incorporadas ao município serão devolvidas à União. Esta, por sua vez, cederá áreas ao município para a regularização de bairros que foram construídos no terreno do aeroporto. Também serão doadas áreas ao Estado, para o término da construção da Rodovia Estadual Norte-Sul (faltam ser pavimentados 2 quilômetros de um total de 6,7 quilômetros de pista), para reurbanização de bairros e reassentamento de famílias.
O diretor de Aeroportos da Infraero, Marçal Rodrigues Goulart, afirmou que no próximo dia 14 será conhecida a empresa que ficará responsável pela retomada das obras do aeroporto, com a abertura das propostas de licitação. E que as obras devem começar já em meados de janeiro de 2015.
“Queremos entregar o terminal, ter o voo de Macapá para Caiena, capital da Guiana. Fechamos os termos do acordo assinado hoje ainda antes do início do período eleitoral. Agradeço ao ministro o esforço pela solução desse gargalo tão importante”, disse o governador Camilo Capiberibe.
Segundo Moreira Franco, o acordo será importante para as milhares de pessoas que vivem e trabalham na região e a expectativa é que a obra seja rapidamente incorporada ao cotidiano da população. “A movimentação envolveu vários órgãos do governo para atender a uma necessidade de crescimento da capital do Amapá, um importante Estado para a região amazônica e o país. Conversando entre nós, conseguimos eliminar burocracias, evitar uma batalha judicial sem fim e dar segurança jurídica aos moradores do entorno do aeroporto e segurança às próprias operações do aeroporto”, continuou.
10/11/2014 17:58
Decolar.com e TAM lideram rankings de reclamações do Procon
Por iG São Paulo
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TAM/Reprodução |
TAM aparece com 252 reclamações e um índice de solução de 70%
O Procon-SP divulgou nesta segunda-feira (10) os rankings de agências de viagens e companhias aéreas com mais reclamações. Decolar.com e TAM ocupam as primeiras posições das respectivas listas.
De janeiro a setembro deste ano, a Decolar.com foi alvo de 251 queixas. O índice de solução das reclamações é de 76% - o Procon-SP considera ideal um índice de solução acima de 95%.
CVC Brasil, B2W Viagens e Turismo, Tam Viagens, Hotel Urbano, Edestinos.com.br, Viajanet e Booking.com são as outras empresas que aparecem na lista. A última tem o índice mais baixo de solução: 42%.
Já no ranking de companhias aéreas, a TAM aparece com 252 reclamações e um índice de solução de 70%. Logo em seguida aparecem Gol, com 228 queixas, e Oceanair Linhas Aéreas, com 111.
O levantamento do Procon também mostra que a Gol é a companhia que mais soluciona os problemas dos consumidores (75%), e a Azul, que ocupa o quarto lugar da lista, a que tem o índice de solução mais baixo (61%).
Segundo o órgão, os problemas com cobrança, serviços e contratos são os principais motivos de queixa dos consumidores.
Veja o ranking de agências de viagens mais reclamadas:
1 - Decolar.com
2- CVC Brasil
3 - B2W Viagens e Turismo
4 - Tam Viagens
5 - Hotel Urbano
6 - Edestinos.com.br
7 - Viajanet
8 - Booking.com
Veja o ranking das companhias aéreas com mais queixas:
1 - Tam Linhas Aéreas
2 - VRG Linhas Aéreas (Gol)
3 - Oceanair Linhas Aéreas
4 - Azul Linhas Aéreas
5 - American Airlines
Outro lado
A Decolar.com afirmou, em nota, que, para alguns casos, precisa atuar em conjunto com as mais de 500 companhias aéreas e mais de 200 mil hotéis, o que, segundo ela, pode refletir em índices como o do Procon.
A Edestinos.com.br informou que maioria das reclamações que recebe são relativas à taxa de serviços, às taxas de cancelamento e alteração e ao cancelamento por suspeita de fraude. Em relação à taxa de serviços, a empresa diz que ela se dá pelo custo do intermédio entre a operadora do voo e o cliente, e está prevista nos Termos e Condições que o cliente aceita no ato da compra. Já as taxas de cancelamento e alteração "são provenientes das companhias aéreas, não de dentro da nossa agência". Por último, a agência diz que o cancelamento por suspeita de fraude é um procedimento da empresa para a própria segurança do cliente, já que o Brasil é um dos principais países com casos de fraude online e só é realizado "após várias tentativas de contato com o titular do cartão de crédito".
Entre as companhias aéreas, por meio de sua assessoria de imprensa, a TAM afirmou que recebe, em média, 30 casos de reclamações por mês em um universo de 957 mil passageiros transportados no Estado de São Paulo.
A Gol informou que dos 117 mil contatos recebidos por mês pelo SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente, apenas 1% são reclamações e que “zela pela transparência e mantém diversas iniciativas e facilidades em todos os pontos de contato com seus clientes”.
Já a Azul disse que tem registado altos índices de recomendação e satisfação em suas pesquisas com clientes e que “trabalha intensamente para fazer da experiência do cliente a melhor de sua vida”.




