AeroClipping, sexta-feira, 07/11/14 - ano XII - nº 295

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O Estado de S.Paulo

Embraer reduz entregas e registra prejuízo trimestral

Aerolíneas Argentina perde quase US$ 1 bi

Voos atrasam porque passageiros se recusam a sentar ao lado de mulheres

Folha de São Paulo

Plano da aviação regional exclui limite a assentos subsidiados

TAM + LAN e o desafio da marca nova

Folha de Pernambuco

Plano de aviação regional agrada a Embraer

Hoje em Dia - MG

Bombeiros confirmam pane em motor de aeronave da American Airlines

Gazeta Digital - MT

TAM muda horários de 4 voos

A Tarde - BA

Bombardier inaugura escritório de vendas em São Paulo

Embraer não sabe impacto da greve de São José dos Campos

Jornal de Turismo

Ethiopian Airlines voará para o Catar em dezembro

Mercado&Eventos

Governo regulariza área do aeroporto de Macapá

Emirates aumenta operações para Nova York com A380

Azul inicia operações no aeroporto de Congonhas (SP)


O Estado de S.Paulo

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014

Embraer reduz entregas e registra prejuízo trimestral

Empresa entregou 34 aviões entre julho e setembro, ante 44 no mesmo período de 2013; perdas foram de R$ 24 mi

 

sergio castro/estadão–24/10/2014

Expectativa. Embraer diz que entrega de jatos no 4º trimestre será mais forte do que a registrada entre julho e setembro

A Embraer teve prejuízo líquido no terceiro trimestre, revertendo resultado positivo obtido um ano antes, diante de menor resultado operacional e despesas mais elevadas com impostos. Entre julho e setembro, o prejuízo líquido atribuído aos acionistas da fabricante de aeronaves foi de R$ 24,3 milhões, contra lucro líquido de R$118,7 milhões no mesmo período de 2013.

De julho a setembro, as receitas líquidas da companhia caíram3,9% na comparação anual, para R$ 2,8 bilhões, em função de um menor número de entregas de jatos executivos aliado ao mix de entregas de aeronaves comerciais. O desempenho foi parcialmente compensado por crescimento de 29% na receita do segmento voltado a equipamentos para defesa. A participação desse setor no total de receitas líquidas da companhiachegou27,9%, na comparação com os 20,8% do terceiro trimestre de 2013.

Em meados de outubro, a Embraer já havia divulgado a entrega de 19 aviões comerciais e 15 jatos executivos no terceiro trimestre, como total de 34 aviões ficando abaixo dos 44 despachados no mesmo trimestre do ano passado. No acumulado do ano até setembro, o total de entregas chegou a 126 unidades aeronaves, sendo 62 comerciais e 64 executivas, contra 124 em igual intervalo de 2013.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia teve recuo anual de 13,2% no período, para R$ 311,3 milhões. O lucro líquido da companhia também foi afetado por uma despesa de imposto de renda mais elevada, de R$ 178,6 milhões no trimestre, contra R$ 58,7 milhões do mesmo período do ano passado.

EMBRAER DESACELERA

infográfico/estadão

Segundo a Embraer, a elevação ocorreu em função do efeito da variação cambial ocorrida no trimestre, que gerou maior despesa de imposto de renda e contribuição social sobre itens não monetários.

Ontem, em relatório sobre os resultados, a empresa indicou que suas estimativas para o ano, publicadas em fevereiro, permanecem inalteradas. Na época, a Embraer anunciou projeção de entregas de 92 a 97 jatos na aviação comercial, de 25 a 30 jatos grandes e de 80 a 90 jatos leves na aviação executiva.

Mesmo diante do fato de a empresa ter fechado o trimestre no vermelho, analistas do BTG Pactual mantiveram recomendação de compra para a ação, afirmando que seu foco agora se volta para o período de outubro a dezembro.

“Apesar dos resultados fracos, acreditamos que o quarto trimestre deve ter forte recuperação (similar à do ano passado), uma vez que a Embraer manteve sua meta de margem operacional de 2014emde9%a 9,5%, o que implica margem Ebit (lucro antes de juros e impostos) de 11% a 12%”, escreveram os analistas Renato Mimica, Samuel Alves e João Salgado. Os papéis da empresa fecharam ontem perto da estabilidade na BM&FBovespa.

Recuperação. A Embraer sinalizou que as entregas no quarto trimestre de 2014 serão mais fortes que o observado entre julho e setembro, embora os números dos últimos meses de 2013 não devam se repetir. O vice- presidente executivo de relações com investidores, José Antonio Filippo, disse que existe uma sazonalidade típica no negócio da companhia, com concentração maior de entregas no quarto trimestre.

“Este ano não será diferente. Nossa expectativa é que isso aconteça como nos anos anteriores, embora nós já viéssemos observando em 2014 um pouco mais de distribuição”, disse. Ele afirmou que o mix de entregas deve melhorar. “No último trimestre, a expectativa de entrega de jatos grandes na aviação executiva faz parte da nossa projeção.”

/LUCIANA COLLET e REUTERS

 


O Estado de S.Paulo

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014

Aerolíneas Argentina perde quase US$ 1 bi

Ariel Palacios

CORRESPONDENTE/ BUENOS AIRES

A companhia aérea estatal Aerolíneas Argentinas e sua subsidiária Austral exibem perdas milionárias, descontrole administrativo, excesso de pilotos que não voam e um quadro inflado de 11 mil funcionários. Isso é o que indicou um relatório elaborado pela Auditoria Geral da Nação (AGN), que sustenta que entre o primeiro semestre de 2011 e o segundo semestre de 2012 a estatal teve um déficit de US$ 984 milhões.

Segundo a AGN, as duas empresas aéreas – meninas dos olhos da presidente Cristina Kirchner, que ordenou sua estatização em 2008 – tiveram receita de US$ 2,054 bilhões, custos operacionais de US$ 2,476 bilhões, além de custos de estrutura de US$ 562milhões. Além disso, de acordo com a AGN, o governo Kirchner transferiu à Aerolíneas US$ 20,3 bilhões desde que a empresa foi estatizada, em junho de 2008, até junho de 2014.

A Auditoria também descobriu que o custo das empresas com funcionários é 75% superior à concorrência. A companhia possui 33,4 pilotos por cada avião que possui, enquanto a média das outras empresas aéreas calculada pela International Air Transport Association (IATA) é de 13,2 pilotos por aparelho. O relatório indica que a Aerolíneas paga pelo combustível que usa 24% mais do que a média das outras companhias.

A AGN ainda descobriu que entre 2011 e 2012 a única rota aérea lucrativa para a Aerolíneas Argentinas foi a realizada entre Buenos Aires e Florianópolis, tradicional ponto de turismo dos argentinos há quase quatro décadas. No entanto, essa rota só propicia lucros no verão.


O Estado de S.Paulo

06 Novembro 2014 | 10:25

Voos atrasam porque passageiros se recusam a sentar ao lado de mulheres

Ocorrências repetidas nas últimas semanas motivaram uma petição exigindo o fim do “assédio, intimidação e discriminação contra as mulheres” nos voos da companhia aérea israelense El Al

BLOGS

Os episódios inspiraram um vídeo que ironiza o que os passageiros podem esperar quando embarcam em uma companhia aérea israelense.

Passageiros de companhias aéreas dos Estados Unidos com destino à Terra Santa enfrentaram vários atrasos nas últimas semanas. Os motivos são incidentes no aeroporto com passageiros do sexo masculino ultraortodoxos que se recusam a sentar ao lado de mulheres.

Segundo relato do site da CNN, os incidentes ocorreram nas últimas semanas no aeroporto JFK, em Nova York, em voos com destino ao aeroporto Ben Gurion, o maior de Israel e um dos mais seguros do mundo.

Diante da recusa de religiosos ortodoxos de sentar-se nos assentos ao lado de mulheres, os comissários de bordo tiveram de encontrar outro lugar, provocando atrasos na decolagem. Em um voo em setembro, o atraso causou preocupações em parte dos passageiros que queriam chegar em casa a tempo de comemorar o ‘Rosh Hashaná’, o ano-novo judaico.

A ativista feminista Elana Sztokman narrou seu ‘horror e humilhação’ quando um passageiro recusou-se a sentar ao lado dela e só aceitou viajar quando outro passageiro aceitou trocar de lugar para resolver a situação.

Não se trata se um fenômeno novo, mas as ocorrências repetidas nas últimas semanas motivaram uma petição exigindo o fim do “assédio, intimidação e discriminação contra as mulheres” nos voos da companhia aérea El Al.

Os episódios inspiraram um vídeo que ironiza o que os passageiros podem esperar quando embarcam em uma companhia aérea israelense.

Veja o vídeo no YouTube

Um voo da Delta também foi adiado em mais de uma hora no início de outubro depois que vários passageiros ortodoxos chegaram a pedir para desembarcar caso não pudessem viajar em poltronas que não tivessem uma mulher sentada ao lado.

A companhia aérea israelense El Al, que faz até 22 voos entre as duas cidades por semana, emitiu um comunicado informando que seus funcionários “estão tentando o seu melhor para responder a todos os pedidos de qualquer um dos passageiros”, e que eles fazem “todo o esforço possível para assegurar voos tão agradáveis quanto possível, fazendo o máximo para manter horários e chegar com segurança ao destino”.


Folha de São Paulo

07/11/2014 02h00

Plano da aviação regional exclui limite a assentos subsidiados

MARIANA BARBOSA

DE SÃO PAULO

Alterado no Congresso Nacional, o novo texto do programa de estímulos à aviação regional, que deve ser votado na próxima terça (11), retira o limite do número de assentos a serem subsidiados pelo governo e eleva, assim, o custo.

O Senado manteve os subsídios para até 50% da capacidade do avião, mas acabou com o teto de 60 assentos estabelecido na MP enviada pelo governo em julho, afirmando que a lei não poderia privilegiar uma companhia em detrimento das outras.

O limite, mais um cálculo que garantia subsídios maiores aos jatos do porte das famílias 170/175 e 190/195 da Embraer, favorecia a Azul, única das quatro grandes que hoje voa Embraer.

A mudança animou a Gol, que não tinha intenção de comprar jatos da Embraer e nesta semana anunciou que pretende entrar em dois novos mercados por ano se o plano for aprovado.

Já a Azul criticou a alteração: "Se for aprovado o programa sem o limite de 60 assentos, nós vamos deixar de atender 20 cidades", disse à Folha o presidente da Azul, Antonoaldo Neves. A companhia ameaça deixar a associação de classe, a Abear.

Os aviões da Embraer têm capacidade para até 134 assentos (modelo 195), enquanto os aviões fabricados pela Boeing, usados pela Gol, ou pela Airbus, usados por TAM e Avianca, têm até 180 assentos, dependendo do modelo e da configuração.

O formato de subsídio por assento sem limite favorece aviões maiores e desincentiva, por exemplo, o uso de aviões turboélices, que são os mais adequados à demanda de cidades pequenas, onde aviões menores possibilitam mais opções de horários.

Se aprovada, a mudança fará com que os voos custem mais para o governo (haverá um volume maior de assentos a serem subsidiados) e vai gerar uma demanda de infraestrutura ainda maior para os aeroportos regionais, que terão de ser equipados para jatos de grande porte.

Em contrapartida, o novo texto da MP corrige uma distorção do plano original que era alvo de críticas também por favorecer a Azul: subsidiar basicamente voos já existentes, sem estímulos para criação de novos voos.

Pelo texto de Flexa Ribeiro (PSDB-PA), não poderão receber subsídios voos em operação há mais de 12 meses. Metade dos subsídios deve ir para novas rotas.

As alterações na MP também limitam os destinos que podem receber voos subsidiados. Para efeito do programa, serão considerados regionais voos com origem ou destino a cidades com movimento de até 600 mil passageiros ao ano (ou 800 mil na região da Amazônia). A MP falava em 1 milhão de passageiros/ano.

A redução deve gerar uma economia imediata para o governo considerando a malha atual das empresas. Mas o custo voltará a subir, pois os subsídios devem estimular novos voos para cidades menores, ainda que falte demanda para tantos assentos. A Gol, que voa para 69 destinos, teria direito a subsídios para 50% dos assentos em 24 deles sob o limite de 1 milhão. Com a mudança, terá em 23.


Folha de São Paulo

06/11/14 17:32

TAM + LAN e o desafio da marca nova

POR SILVIO CIOFFI

Juntas desde 2012, quando passaram a integrar o Grupo Latam, as companhias TAM Linhas Aéreas e LAN Airlines ensaiam a criação de uma única marca que deve ser conhecida ainda neste ano.

Envolta em mistério, a criação dessa nova identidade visual para a empresa resultante da fusão administrativa das aéreas brasileira e chilena está a cargo da Interbrand, divisão da Omnicom, gigante norte-americana que, fundada em 1974 por John Murphy, trabalha com marcas globais.

A Interbrand faz inclusive um ranking/avaliação das marcas internacionais mais valiosas que são, nos EUA, pela ordem: Apple, Google, Coca-Cola, IBM, Microsoft, General Eletric, Samsung, Toyota, McDonalds e Mercedes-Benz.

Ser dono de uma marca respeitável é estratégico e não é tarefa fácil: demanda tempo, produto confiável, investimentos em design e propaganda. E não apenas empresas têm marcas: países, cidades, museus, associações etc. também estão atentas à importância dessa contemporânea estratégia de marketing.

Desde que decidiram se unir, TAM e LAN, empresas de cultura própria e muito respeitadas no setor aéreo, e, também, duas marcas bastante fortes, mantiveram, não por acaso, suas identidades visuais próprias.

Uma boa marca é, em si, um patrimônio –e ninguém em sã consciência joga fora um patrimônio.

Portanto, a decisão de criar uma marca única para ambas, qualquer que seja, não é uma decisão simples.

Um Airbus A-320 da TAM no aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis Foto Cadu Rolim/Fotoarena/Folhapress

Assim, na contramão do que ocorreu com duas das associações mais emblemáticas da aviação comercial nos últimos anos, quando a holandesa KLM se juntou à Air France e, mais recentemente, quando a Iberia e a British Airways passaram ter uma mesma empresa controladora, o passageiro que no futuro próximo embarcar numa aeronave do Grupo Latam não vai divisar onde termina TAM (www.tam.com.br) e onde começa a LAN (www.lan.com).

Uma possibilidade é que a LAN, que originalmente se chamava LAN Chile, repita o que ocorreu em suas subsidiárias LAN Peru e LAN Argentina e simplesmente batize a TAM de LAN Brasil.

Mas há quem aposte que não será essa a estratégia do grupo, já que a marca da TAM, que aliás foi reestilizada há alguns anos, com a inclusão de uma silhueta sutil de gaivota e detalhes em azul, é forte e enraizada no mercado brasileiro.

AQUISIÇÃO DE MARCA OU “BRAND EQUITY”

Fundada pelo comandante Rolim Amaro em 1976, a TAM era a “cara do dono” até que, em 2001, um acidente de helicóptero matou o seu principal controlador. “Fale com o Presidente” era o seu slogan e, não raro, o próprio Rolim participava do embarque ouvindo reclamações e recepcionando clientes na porta do avião.

Um Boeing B-737 pintado com as cores da LAN no aeroporto de Lima Foto Mariana Bazo/Reuters

Já a LAN, que pertence à família chilena Cueto desde 1994, capitaneou aquisições em toda a América Latina, modernizou sua frota e apostou num “brand” mais contemporâneo e global até que se associou à TAM.

A operação, nunca é segredo, em parte pode ser explicada pela necessidade de ganho de escala mundial e pela exploração de sinergias –leia-se, possibilidade de realizar cortes de despesas onde há coincidência de funções.

Mesmo assim, em 2012, quando houve a junção administrativa das duas empresas –e a consequente criação do Grupo Latam (www.latamairlinesgroup.net)–, as mudanças ou não aconteceram, ou não ficaram visíveis para os passageiros: a pintura dos aviões, os logotipos, os uniformes dos tripulantes, o jeito de servir e tudo o mais que envolve as identidades originais da TAM e da LAN foi mantido desde então.

UMA NOVA GIGANTE LATINA

Do ponto de vista do mercado, no entanto, surgiu uma nova gigante: o Grupo Latam, passou a ser o maior conglomerado de companhias de aviação na América Latina em malha aérea e a oferecer serviços de transporte de passageiros para 135 destinos em 24 países. E, no setor de carga, a Latam faz hoje serviços de carga para 145 destinos em 27 países. Assim, em conjunto, LAN e TAM operam uma frota de 331 aviões e têm cerca de 53 mil funcionários em sete países latino-americanos.

Por conta da fusão, é verdade, a TAM passou a integrar a aliança Global OneWorld, a mesma da LAN, em 31 de março deste ano. E, dias atrás, ambas abriram uma sala vip do Grupo Latam, a maior da América Latina, com 1.800 m2 e capacidade para acomodar 450 pessoas no mezanino da área de embarque do novo Terminal 3 do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP).

Mas, como nem tudo é sempre céu de brigadeiro no setor da aviação comercial, há boatos de que o chileno Enrique Cueto, presidente da Latam, possa efetuar cortes para aproveitar da “sinergia” resultante da fusão.

“Não estamos contentes com os resultados”, teria dito ele ao tentar tranquilizar o mercado e os acionistas depois de prejuízos financeiros que somaram quase US$ 1 bi entre 2012 e o primeiro semestre de 2014.

De todo modo, pelo menos no mundo do marketing, o que está em pauta –e causa “frisson”– é a criação de uma nova marca que seja capaz de unir, de fato e com eficiência, duas marcas diversas e tradicionalmente reconhecidas pelos seus respectivos clientes pela confiabilidade de seus produtos e serviços.


Folha de Pernambuco

06/11/2014 13:22

Plano de aviação regional agrada a Embraer

Empresa mantém discussões de intenção de compras com Azul, Tam e Gol

Estadão Conteúdo

O plano de aviação regional deve gerar novos pedidos para a Embraer, se for aprovado no Congresso Nacional como foi apresentado pelo Executivo, indicou o diretor-presidente da companhia, Frederico Curado. "Haverá um efeito cascata", disse, lembrando que o plano prevê um subsídio que permitirá a incorporação na malha aérea brasileira de mais de 100 cidades que hoje não têm acesso a serviço transporte aéreo. "Isso vai estimular demanda por novas aeronaves e aeronaves menores", acrescentou.

O executivo confirmou que a Embraer tem mantido discussões não apenas com a Azul, que já anunciou uma carta de intenções para a compra de 20 jatos, como também com TAM e Gol. Curado avaliou, porém, que haverá competição. "Não há proteção para os nossos aviões (prevista no plano). A Bombardier também tem o ATR, que é amplamente usado no Brasil, e pode se beneficiar. Vamos trabalhar forte para evitar isso", afirmou.

O plano de aviação regional está em discussão no Congresso. Segundo Curado, um relatório foi divulgado nesta quarta-feira (05) pela comissão especial, com alterações na proposta em relação à apresentada pelo Executivo. Com isso, a votação foi adiada desta quinta-feira (06) para a semana que vem. "Esperamos que o Congresso não distorça o projeto", disse. Ele lembrou do acirramento das disputas políticas no Congresso e avaliou que "é difícil prever o que vai acontecer".


Hoje em Dia - MG

06/11/2014 20:58

Bombeiros confirmam pane em motor de aeronave da American Airlines

Hoje em Dia

Eugênio Morais/Hoje em Dia

Avião America Airline Confins

O Corpo de Bombeiros confirmou, nesta quinta-feira (6), o acidente envolvendo a aeronave da American Airlines. A aeronave saiu de Belo Horizonte e seguia com destino a Miami. No documento divulgado pela assessoria de imprensa, a corporação informou que foram acionados conforme procedimento padrão do aeroporto, definido pelas regras da aviação civil mundial, para situações em que o piloto solicita este acompanhamento.

A nota diz que, segundo relatos do comandante da aeronave, John Precket, um dos motores apresentou um tipo de pane, com a presença de fogo, logo após a decolagem. O fogo não permaneceu por muito tempo e a aeronave retornou ao aeroporto, seguindo procedimentos previstos para sua utilização.

Os militares ficaram posicionados e acompanharam o pouso, que transcorreu normalmente. A aeronave então se deslocou até o Box 08 do pátio principal do aeroporto e não houve mais necessidade de empenho por parte dos bombeiros.

De acordo com a BHAirport, o voo partiu do aeroporto de Confins às 23h32 e retornou às 23h59. Segundo a concessionária, todos os órgãos envolvidos foram acionados e os procedimentos do plano de emergência seguidos. Os recursos estavam disponíveis em solo porém, não foram utilizados.

A reportagem entrou em contato com a empresa, mas até o momento ninguém foi encontrado para mais informações. Os passageiros foram acomodados no Comfort Hotel Confins.

Uma fotógrafa que estava no voo chegou a relatar em seu perfil no Facebook que o estrondo foi assustador e que a tripulação que estava na parte traseira do avião teria visto uma "enorme bola de fogo."

"Nasci de novo! Podem comemorar. (...) Acho que eu nunca orei tanto", exaltou a passageira. Ela ainda contou que a aterrissagem foi muito difícil e que ela chegou a pensar que a equipe não iria conseguir pousar. No pátio várias viaturas do Corpo de Bombeiros esperavam para atender os passageiros, caso necessário.


Gazeta Digital - MT

Quinta, 06 de novembro de 2014, 19h29

CUIABÁ-SÃO PAULO

TAM muda horários de 4 voos

Redação do GD

Ao invés de decolarem de madrugada, as aeronaves partirão pela manhã ou à noite. A Capital de Mato Grosso é um dos 42 destinos nacionais servidos pela companhia, que detém aproximadamente 40% do mercado da aviação comercial. As mudanças entrarão em vigor a partir de 19 de novembro.

TAM muda horários de 4 voos

Para facilitar a conectividade entre o Centro-Oeste e o Sudeste, a TAM Linhas Aéreas alterou os horários de 4 voos ligando as cidades de Cuiabá e São Paulo. Ao invés de decolarem de madrugada, as aeronaves partirão pela manhã ou à noite, em horários considerados “corporativos”, porque possibilitam o cumprimento de compromissos profissionais nas cidades de destinos. A Capital de Mato Grosso é um dos 42 destinos nacionais servidos pela companhia, que detém aproximadamente 40% do mercado da aviação comercial. As mudanças entrarão em vigor a partir de 19 de novembro.

Os voos com saída do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, sairão às 6h (horário de Brasília) de segunda a sábado, com chegada prevista ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, às 7h33, horário de Mato Grosso. Já para os passageiros que fizerem o trajeto oposto, a TAM oferece voo saindo de Mato Grosso às 18h54, hora local, pousando em Congonhas às 22h05, hora de Brasília.

As alterações também afetam os voos realizados aos domingos. Neste dia, a saída de Congonhas ocorrerá às 6h25 e a chegada a Várzea Grande ocorrerá às 7h10. Rumo a Congonhas, a aeronave decolará às 19h03, chegando à capital paulista às 22h25. De acordo com a companhia aérea, os clientes já podem adquirir as passagens para os novos horários dos voos pelo site da TAM.

Os horários dos voos, estabelecidos conforme a demanda de passageiros e a logística de atendimento a todos os destinos ofertados por cada empresa, eram alvo de reclamações dos passageiros, obrigados a viajar de madrugada para cumprirem agenda profissional, tanto na saída de Mato Grosso quanto no retorno à Capital.

Atualmente, a demanda de passageiros no aeroporto Marechal Rondon está estimada em 3,3 milhões de pessoas, entre embarques e desembarques para este ano. Segundo a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a capacidade de atendimento no terminal foi ampliada de 2,5 milhões de passageiros por ano para 5,7 milhões. Além da TAM, outras 3 companhias realizam a viagem de Cuiabá a São Paulo, Azul, Avianca e GOL.


A Tarde - BA

Qui, 06/11/2014 às 20:08

Bombardier inaugura escritório de vendas em São Paulo

Danielle Chaves

ESTADÃO conteúdo

A canadense Bombardier anunciou que abriu oficialmente um escritório regional de vendas e marketing em São Paulo, como parte dos esforços da empresa para se regionalizar e, assim, se aproximar de seus clientes.

"A estratégia de vendas da Bombardier nos últimos dois anos foi centrada na expansão de seu alcance global nos mercados em crescimento. De fato, nós mais que dobramos tais locações durante os últimos quatro anos e, assim, vimos um aumento nas oportunidades de venda e nos clientes", declarou em comunicado Ray Jones, representante da Bombardier Commercial Aircraft, que participou da cerimônia de inauguração do escritório.

"A América Latina é fundamental para essa estratégia, nossa equipe de vendas e marketing com sede em São Paulo estará ainda mais bem equipada para se antecipar e responder às necessidades dos clientes em um mercado muito competitivo", acrescentou.

Segundo a Bombardier, a necessidade da América Latina de transporte doméstico é essencial para o crescimento econômico da região e a aviação deverá desempenhar um papel central nesse sentido. A Bombardier calcula que entre 2014 e 2033 serão entregues 1.100 aeronaves na região, ou 8,4% da demanda global.


A Tarde - BA

Qui, 06/11/2014 às 13:59

Embraer não sabe impacto da greve de São José dos Campos

Luciana Collet

ESTADÃO conteúdo

O vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, José Antonio de Almeida Filippo, disse nesta quinta-feira, 6, que, neste momento, não tem como avaliar qual pode ser o impacto da greve dos metalúrgicos na unidade da companhia em São José dos Campos (SP), a maior da empresa, que está paralisada. "Não há como estimarmos o que isso possa afetar em termos de entregas e resultados, acho que é prematuro fazer esse tipo de avaliação", disse.

A greve foi decidida na tarde de quarta-feira, 5, com os trabalhadores do segundo turno da fábrica, e hoje foi ampliada, com a adesão dos funcionários do primeiro turno. Os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajuste de 7,4% e reivindicam aumento de 10%, em negociação na qual o segmento da indústria aeronáutica é representado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

"Lamentamos que os funcionários não puderam ter acesso (à fabrica), a maior parte deles. A empresa está paralisada somente nessa unidade, na Fábrica de Faria Lima, com portarias bloqueadas, e as negociações continuam, via Fiesp, com o sindicato", disse o executivo, durante teleconferência com jornalistas para discutir os resultados da empresa no terceiro trimestre.

Filippo comentou que a companhia tem acordo fechado com a unidade Botucatu, que aprovou o reajuste de 7,4%, e trabalhadores das unidades em Taubaté, Sorocaba e Gavião Peixoto analisam a mesma proposta. Ele lembrou que a companhia já fez um adiantamento de 5,3% de reajuste, tendo em vista que a data-base é setembro, e acrescentou que, nas localidades onde haja acordo e aceitação da proposta de 7,4%, será aplicado o valor retroativo. "A empresa tem grandes desafios e entende que a proposta é boa e razoável neste momento em que temos uma inflação de 6,35% no período", acrescentou.


Jornal de Turismo

Sexta, 07 Novembro 2014 08:00

Ethiopian Airlines voará para o Catar em dezembro

A Ethiopian Airlines anunciou a abertura de rota para Doha. Os voos começam a partir do dia 2 de dezembro, com três frequências semanais, às terças, quintas e domingos, a partir do hub em Adis Abeba. A capital do Catar será operada por Boeings 787-800 Dreamliner – a aeronave mais moderna em operação.

A companhia que cresce bastante na África com suas operações de quase sete décadas, tornou-se uma das principais companhias aéreas do continente, quase inigualável em termo de eficiência e sucesso operacional.

A empresa embarca a maioria dos passageiros Pan-Africano e da rede de carga operando com a frota mais jovem e moderna para 83 destinos internacionais nos cinco continentes. A frota da companhia inclui aviões ultra-moderno e ambientalmente amigável, como o Boeing 787, Boeing 777-200LR, Boeing 777-200LR Freighter e Bombardier Q-400 com cabine dupla. De fato, a Ethiopian Airlines é a primeira companhia aérea na África a possuir e operar essas aeronaves.

A Ethiopian Airlines está atualmente implementando um plano estratégico de 15 anos, chamado Visão 2025, em que visa tornar-se o grupo de aviação líder na África, com sete centros empresariais: Linha Aérea Nacional e Regional Ethiopian, Linha Aérea de Passageiro International Ethiopian; Carga Ethiopian, MRO Ethiopian, Academia da Aviação Ethiopian, Serviços de Bordo Ethiopian, e Serviços Terrestre Ethiopian.

No Brasil, a Ethiopian conta com três freqüências semanais saindo de São Paulo às terças, quintas e domingos e conectando viajantes a mais de 80 destinos da companhia em cinco continentes via Adis Abeba.


Mercado&Eventos

06/11 - 13:15

Governo regulariza área do aeroporto de Macapá

O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, assinou, com o governo do Estado do Amapá e com a Prefeitura de Macapá, um termo de acordo que regulariza a área do Aeroporto Internacional de Macapá-Alberto Alcolumbre. O termo foi assinado nesta quinta-feira (06/11) e marca o fim de uma disputa fundiária que se arrastava desde a década de 1980. O governo federal contou, para a assinatura do termo de acordo, com o apoio da bancada do Estado do Amapá no Congresso Nacional.

Pelo acordo, áreas do sítio aeroportuário que haviam sido incorporadas ao município serão devolvidas à União. Esta, por sua vez, cederá áreas ao município para a regularização de bairros que foram construídos no terreno do aeroporto. Também serão doadas áreas ao Estado, para o término da construção da Rodovia Estadual Norte-Sul (faltam ser pavimentados 2 quilômetros de um total de 6,7 quilômetros de pista), para reurbanização de bairros e reassentamento de famílias.

“Todos os governos – federal, estaduais e municipais – devem seguir a recomendação da presidenta Dilma Rousseff e trabalhar para solucionar os problemas da população. Entender que as pessoas precisam de conforto e de ambiente para empreenderem seus talentos. O impacto da assinatura do termo de acordo virá para todos, para o crescimento da cidade”, afirmou Moreira Franco.

O diretor de Aeroportos da Infraero, Marçal Rodrigues Goulart, afirmou que no próximo dia 14 será conhecida a empresa que ficará responsável pela retomada das obras do aeroporto, com a abertura das propostas de licitação. E que as obras devem começar já em meados de janeiro de 2015.

“Queremos entregar o terminal, ter o voo de Macapá para Caiena, capital da Guiana. Fechamos os termos do acordo assinado hoje ainda antes do início do período eleitoral. Agradeço ao ministro o esforço pela solução desse gargalo tão importante”, disse o governador Camilo Capiberibe.

Segundo Moreira Franco, o acordo será importante para as milhares de pessoas que vivem e trabalham na região e a expectativa é que a obra seja rapidamente incorporada ao cotidiano da população. “A movimentação envolveu vários órgãos do governo para atender a uma necessidade de crescimento da capital do Amapá, um importante Estado para a região amazônica e o país. Conversando entre nós, conseguimos eliminar burocracias, evitar uma batalha judicial sem fim e dar segurança jurídica aos moradores do entorno do aeroporto e segurança às próprias operações do aeroporto”, continuou.

A complementação da rodovia Norte-Sul vai facilitar o tráfego na zona norte de Macapá, onde circulam 120 mil moradores, além da população do município de Santana e de pessoas que visitam a capital. O terceiro trecho vai ligar a rodovia Tancredo Neves à rodovia Duca Serra, no projeto que foi dividido em três etapas. Os dois primeiros já foram concluídos. O investimento previsto para a obra é de aproximadamente R$ 50 milhões.

“Esta rodovia é um grande legado de mobilidade urbana para o Estado. São duas pistas com três faixas de rolamento, mais a boa iluminação e as ciclovias. Abrimos mão de uma ação judicial em favor de um benefício concreto para a atual e as futuras gerações”, afirmou o prefeito de Macapá, Clécio Luís.

Rafael Massadar

 


Mercado&Eventos

06/11 - 12:52

Emirates aumenta operações para Nova York com A380

A Emirates anuncia o lançamento de sua quarta frequência diária a partir de Dubai para o aeroporto internacional John F. Kennedy (JFK), em Nova York. A partir de 8 de março de 2015 O novo voo será operada com uma aeronave do modelo A380, com 14 suítes privativas de primeira classe, 76 assentos em classe executiva com camas totalmente reclináveis e 399 assentos na classe econômica.

"Nova York constitui uma das nossas rotas mais movimentadas nos Estados Unidos e a nova operação beneficiará os passageiros com uma rede de conexões para qualquer parte da nossa rede global, em particular para destinos do Extremo Oriente e sul da Ásia, com tempos de espera inferiores a 4 horas”, destaca Hubert Frach, vice-presidente Divisional de Operações Comerciais - Oeste da Emirates. Graças ao acordo de compartilhamento de voos entre a Emirates e a JetBlue Airways, os viajantes também terão acesso a mais de 65 pontos entre os Estados Unidos e Caribe, segundo o executivo.

Lisia Minelli

 


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06/11 - 10:41

Azul inicia operações no aeroporto de Congonhas (SP)

Por: Nathalia Marques

Funcionários da Azul comemoram as novas operações

Foi com muita comemoração, com direito a banda e festa, que a Azul começou nesta quinta-feira, (6), suas operações no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A partir dessa data, a companhia disponibiliza 13 voos diários, sendo cinco para Belo Horizonte, quatro para Porto Alegre e quatro para Curitiba, além de um para o Rio de Janeiro aos sábados.

Os novos voos fazem parte da redistribuição dos slots realizado pela Agência Nacional de Aviação (ANAC). A companhia foi contemplada com 26. “Agora o cliente consegue chegar em mais de 50 destinos, e a partir desses 50, mais 100”, ressalta Sami Foguel, vice-presidente de clientes da Azul. As novas operações impactaram no preço da passagem, que está saindo no valor de R$129,90. “Estamos iniciando com uma tarifa muito competitiva. Nós acreditamos que isso é competição e quem ganha são os clientes”, frisa Foguel.

A venda de passagem começou na sexta-feira e de acordo com o vice-presidente, a demanda por bilhetes já iniciou bem. “Estamos muito positivos, pois os voos de hoje já estão relativamente cheios”, celebra.

Para o executivo da empresa, a redistribuição dos slots foi algo muito benéfico, pois de acordo com ele a Azul luta por essa contemplação há muito tempo. “Estamos muito felizes. Lutamos muito para estar em Congonhas”. Sobre o número recebido de horário de pouso e decolagem, Foguel enfatiza que existe uma regulamentação para isso. “A partir de agora vale a pontualidade da empresa. Esperamos que, com um bom serviço, possamos no futuro ganhar mais slots”, finaliza.