Folha de São Paulo
Voo da Gol decola nesta segunda-feira com quase 13 horas de atraso no DF
O Estado de S.Paulo
Pilotos alemães convocam greve na Lufthansa para segunda e terça-feira
Consórcio dos aeroportos de Brasília e RN acumula dívidas com fornecedores
O Globo
Japão fabrica primeiro jato comercial em meio século
G1
Aeroporto de Sorocaba receberá implantação de torre de controle
Mau tempo provoca o cancelamento de três voos em Campo Grande
Laudo da Anac sobre acidente com avião em Boituva deve sair em 30 dias
'Foi o voo mais rápido da vida', diz médico que ajudou dois passageiros
Há risco de se pegar ebola no avião?
Airbus vai cortar ritmo de produção do A330 em 2015
O Dia Online -RJ
Air France cancela voo a Guiné por caso suspeito de ebola
Diário Catarinense
Infraero pede rescisão de contrato para obras do Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis
Tribuna do Norte - RN
“Horário de verão” impacta voos
Diário Indústria&Comércio - PR
Azul vai voar de Curitiba a Congonhas
Diário de Cuiabá
Voos internacionais só após conclusão
A Gazeta do Acre
Infraero alega que “janela” que permitiu pouso do avião de Lula permanecerá aberta até domingo, 19
Panrotas
20/10/2014 04h28
Voo da Gol decola nesta segunda-feira com quase 13 horas de atraso no DF
MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO
Um voo da Gol Linhas Aéreas vai decolar nesta segunda-feira com quase 13 horas de atraso por falta de tripulação. O voo 1275 deveria ter decolado às 23h40 de domingo (19) do aeroporto de internacional de Brasília com cerca de 170 passageiros.
Segundo os passageiros, o voo com destino a São Luís (MA) foi cancelado no início da madrugada desta segunda-feira devido a tripulação ter realizado o máximo de horas de trabalho permitidas.
"Alguns passageiros já tinham entrado no avião quando disseram que o voo não ia decolar porque a tripulação extrapolou o número de horas de voo", disse a advogada Lilia Raquel Nunes da Costa, 33.
A terapeuta ocupacional Ana Tereza Abreu, 35, reclamou que os funcionários da companhia falaram que a tripulação de um outro voo, com previsão de chegada às 2h, seria realocada para transportar os passageiros a São Luís.
Durante cerca de três horas de espera, a terapeuta disse que funcionários da Gol ofereceram apenas amendoim, refrigerante e água. "É caótico, gente em pé, muitos idosos e crianças. Não sei como faço, estou com a minha filha de quatro anos", disse Ana enquanto esperava uma resposta da companhia aérea.
Os passageiros esperaram até às 3h15 no terminal do aeroporto até serem levados de ônibus a um hotel. " Vamos ao hotel agora, ficamos até às 10h e voltamos ao aeroporto para pegar um voo às 12h30", disse irritada a passageira Gisele Neves.
A Gol Linhas Aéreas foi procurada pela reportagem, mas não atendeu às chamadas.
19 Outubro 2014 | 13h 23
Pilotos alemães convocam greve na Lufthansa para segunda e terça-feira
REUTERS
O sindicato de pilotos alemães VC convocou uma greve na companhia aérea alemã Lufthansa para os dias 20 e 21 de outubro que afetará principalmente os voos operados por aviões Airbus 320 e Boeing 737.
O sindicato disse neste domingo que a paralisação durará das 9h de segunda-feira às 19h59 de terça-feira (horário de Brasília). Os pilotos protestam contra a gestão da empresa sobre os benefícios de aposentadoria.
A entidade que representa a categoria afirmou que a greve afetará todos os voos de curta e média distância da Lufthansa a partir da Alemanha. A unidade de baixo custo da empresa, a Germanwings, não será atingida.
A decisão dos pilotos ocorre depois de uma greve de condutores de trens em apoio a direitos de pagamento e negociação que interrompeu dois terços das viagens ferroviárias de longa distância na Alemanha e deixou milhões de passageiros retidos no fim de semana.
O sindicato VC, que representa cerca de 5.400 pilotos da Lufthansa, quer manter um esquema que permite aos pilotos se aposentar mais cedo aos 55 anos e ainda receber até 60 por cento dos seus salários até o início dos pagamentos regulares de pensão.
A administração, sob pressão para reduzir custos para concorrer com rivais de baixo custo e o rápido crescimento das companhias aéreas árabes, ofereceu manter o esquema de aposentadoria para funcionários que começaram a trabalhar antes deste ano, mas quer aumentar a idade mínima de aposentadoria para novos empregados.
(Reportagem de Harro ten Wolde e Peter Maushagen)
18 Outubro 2014 | 02h 00
Consórcio dos aeroportos de Brasília e RN acumula dívidas com fornecedores
MARINA GAZZONI - O ESTADO DE S.PAULO
O consórcio Inframérica, dono das concessões dos aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, enfrenta problemas financeiros e está inadimplente com alguns fornecedores das obras. A empresa diz que o problema se deve a um ajuste no cronograma de obras dos aeroportos, que consumiu mais recursos do que o projetado no fluxo financeiro da companhia, mas que já está renegociando as dívidas com os fornecedores.
Um grupo de 32 empresas do Rio Grande do Norte formou um fórum de credores. A dívida delas soma R$ 70 milhões em pagamentos atrasados referentes a serviços prestados para a reforma em São Gonçalo do Amarante, de acordo com o advogado do grupo, Wellington Tavares. "A maioria dos credores é formada por pequenas e médias empresas da região. Muitas investiram para executar o serviço e estão em situação financeira grave."
Segundo ele, os depósitos ocorriam normalmente até abril. Na época, a Inframérica pediu aos fornecedores um "voto de confiança" para acelerar as obras e viabilizar a abertura do aeroporto antes da Copa. "Eles confiaram que uma empresa que venceu a concessão para construir um aeroporto internacional teria estrutura financeira para honrar seus compromissos", disse Tavares. "O voto de confiança foi traído."
O atraso de pagamentos ocorreu também nas obras de Brasília. Em consulta ao cadastro da Serasa Experian (empresa de informações financeiras), a Inframérica soma 42 pendências comerciais, em setembro, e 213 protestos de títulos, em outubro, na empresa que administra o aeroporto de Brasília. Na lista estão, por exemplo, fabricantes de cimento e de pré-moldados de concreto. A concessionária de São Gonçalo tem 81 títulos protestados em setembro e 9 pendências comerciais. A situação das concessionárias que administram os aeroportos de Guarulhos e Viracopos é normal no cadastro da Serasa.
A Inframérica disse, em nota, que está negociando com fornecedores e que o saldo remanescente das dívidas é de R$ 20 milhões. A empresa ressalta que esse valor representa menos de 1,5% do investimento feito nos dois aeroportos, de cerca de R$ 1,5 bilhão. A Inframérica é composta pela Infravix, empresa do Grupo Engevix, e pela argentina Corporación América. O BNDES aprovou R$ 797 milhões em financiamento para obras em Brasília e R$ 329,3 milhões para São Gonçalo.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse que acompanha a situação financeira da Inframérica e "vai verificar se há risco na condução das operações". "Se isso ocorrer, a concessionária será submetida às penalidades previstas em contrato, que podem ser de advertência à multa", disse a Anac, em nota.
O advogado Guilherme Amaral, especialista em direito aeronáutico, explica que a Anac deve analisar se a falta de pagamentos a fornecedores terá impacto no serviço, mas não é sua função fiscalizar contratos.
19 out 2014
Adeus, Hércules
oglobo.com.br/ancelmo
A partir de terça, a FAB começa a aposentar o turboélice americano C-130 Hércules, um dos aviões de maior sucesso no mundo no transporte de militares e carga.
É que FAB e Embraer apresentam para mais de 800 convidados o modelo KC 390, fabricado no Brasil.
18/10/2014 15:25
Japão fabrica primeiro jato comercial em meio século
O jato regional de 42 milhões de dólares, com menos de 100 assentos, é o segundo lance do Japão para entrar no mercado de aviões comerciais Foto: Bloomberg |
NAGOIA - Ao som de tambores e um coral de crianças, a Mitsubishi Aircraft lançou neste sábado o primeiro jato comercial do Japão em meio século, com plano de vender mais de 2 mil aeronaves num mercado altamente competitivo.
Desenvolvido por uma subsidiária da Mitsubishi Heavy Industries, que tem a Toyota como acionista, o jato regional de 42 milhões de dólares, com menos de 100 assentos, é o segundo lance do Japão para entrar no mercado de aviões comerciais.
"Este tem sido um sonho de longa data que todo o Japão esperou", disse o presidente da Mitsubishi Heavy, Hideaki Omiya, numa fábrica em Nagoya, o local do lançamento, há 75 anos, do protótipo de um avião de combate da Segunda Guerra Mundial.
A cerimônia começa uma corrida para completar os testes de vôo antes da primeira entrega da aeronave em junho de 2017 para a ANA Holdings. A meta já está três anos atrasada em relação ao inicialmente planejado.
O Japão falhou em sua última tentativa de entrar no mercado de aviões comerciais em 1960, com um turboélice de 64 lugares apelidado o YS-11. Apenas 182 aviões construído por um consórcio que incluiu Mitsubishi Heavy já foram feitas.
Agora, a Mitsubishi já tem 191 pedidos firmes de clientes incluindo US grupos regionais Trans States Holdings e SkyWest , e Japan Airlines.
Analistas dizem que o número é menor do que as centenas de aviões que precisa vender para chegar ao lucro e muito atrás do que precisa para competir com a líder de mercado, a brasileira Embraer.
O maior argumento de venda do MRJ, diz a Mitsubishi, é sua capacidade de usar um quinto a menos de combustível do que aviões de tamanho similar, graças a motores de nova geração da Pratt & Whitney, subsidiária da United Technologies.
O orçamento para desenvolvimento é de cerca de 1,8 bilhão dólares e inclui custos dos atrasos até agora.
Mitsubishi, que também quer desafiar a canadense Bombardier, estima demanda por 5 mil jatos regionais nos próximos 20 anos, dos quais pretende capturar metade.
O problema da Mitsubishi é o volume acima de mil encomendas de aviões da Embraer, junto com uma reputação estabelecida de financiamento, confiabilidade e serviço pós-venda, disse Richard Aboulafia, vice-presidente de análise da consultoria Teal Group.
Após o MRJ entrar em cena, a Embraer disse que vai atualizar seu E-Jets com os mesmos motores Pratt & Whitney eficientes sob o nome E2, e serão entregues a partir de 2018 um ano após o MRJ.
A Mitsubishi tem mais chance de deslocar Bombardier, que tem grande aposta no desenvolvimento de suas CSeries para entrar no mercado de aeronaves de 150 lugares à custa de seus jatos regionais CRJ, disse Aboulafia.
Competências obtidas no programa YS-11 levaram a Mitsubishi Heavy e outras empresas a forjar laços com a Boeing, passo importante para o retorno de uma indústria desmantelada durante a ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial.
19/10/2014 13h32
Aeroporto de Sorocaba receberá implantação de torre de controle
Obras devem ser entregues em abril de 2015.
Aeroporto de Sorocaba deverá ter torre de controle
(Foto: Zaqueu Proença / Prefeitura de Sorocaba) |
O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) publica em outubro edital de licitação para implantação da torre de controle do aeroporto Bertram Luiz Leopolz, em Sorocaba(SP). O valor previsto para as obras é de R$ 14,6 milhões.
As obras tem previsão de início em dezembro de 2014 e conclusão em abril de 2016. O pacote de melhorias contempla a construção da torre de controle com 500 metros quadrados, subestação principal, anexos operacionais e vias de acessos operacionais. Além disso, serão implantados dois grupos geradores, dois conjuntos de transformadores, reguladores de corrente contínua e infraestrutura elétrica e de emergência.
De acordo com o Daesp, a implantação da torre de controle vai dar maior segurança de voo aos usuários do aeroporto de Sorocaba, que é o principal voltado à aviação geral no interior do estado.
As obras de implantação da torre serão executadas com recursos do governo do estado.
18/10/2014 10h44
Mau tempo provoca o cancelamento de três voos em Campo Grande
Voos seriam para o Rio de Janeiro, Brasília e Guarulhos.
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Pista do aeroporto de Campo Grande passará por obras (Foto: Gabriela Pavão / G1 MS arquivo 22-07-2013) |
Três voos foram cancelados na manhã deste sábado (18) devido ao mau tempo no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Conforme a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), os passageiros foram remanejados para outros voos.
Com destino ao Rio de Janeiro (RJ), o voo da Gol, que sairia às 5h35 (de MS), foi o primeiro a ser cancelado. Outro foi o para Brasília (DF), da Tam, que sairia às 6h. O terceiro cancelamento foi o do voo da Azul com destino a Guarulhos (SP), que partiria às 6h17.
Após os cancelamentos, o aeroporto seguiu operando normalmente.
17/10/2014 19h42
Laudo da Anac sobre acidente com avião em Boituva deve sair em 30 dias
Polícia Civil também abriu investigação sobre o acidente.
Avião 'capotou' ao tocar o solo da pista de pouso do CNP (Foto: Fabio Campos / TV TEM) |
Nesta sexta-feira (17), técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estiveram em Boituva (SP) para levantar informações sobre o que pode ter causado o acidente com um avião monomotor logo após a aeronave pousar na pista do Centro Nacional de Paraquedismo (CNP) na noite de quinta-feira (16). O avião ‘capotou’ e duas pessoas ficaram feridas, mas passam bem.
Durante o período da manhã, policiais militares fizeram patrulhamento no local para preservar a área onde ocorreu o acidente. Neste período, o CNP ficou fechado para as atividades. Depois de mais de 12 horas na pista a aeronave foi retirada. Isso só ocorreu após a chegada dos técnicos que fizeram vistoria na área. Uma checagem detalhada no monomotor também foi feita pelos técnicos. O laudo da Anac deve ficar pronto em 30 dias.
O avião de pequeno porte capotou. Segundo testemunhas, o piloto teria tentado um pouso forçado sem sucesso e acabou capotando ao tocar no solo. O presidente da associação dos paraquedistas de Boituva, Nilson Leitão, diz que aguarda o laudo da perícia com informações mais precisas sobre o acidente.
Polícia Civil
A Polícia Civil também investiga as causas do "capotamento" do avião. Em entrevista ao G1, o delegado responsável pelo caso, Silvan Renosto, afirma que a investigação vai verificar também qual das vítimas pilotava a aeronave – um rapaz de 25 anos e um homem de 68 anos estavam no local: “Juntamente com a Anac vamos fazer a apuração. Vamos verificar se houve um problema técnico para o acidente ou se o motivo é outro. Não sabemos quem estava pilotando porque o avião tem duplo comando, isto é, em qualquer uma das cadeiras dava para pilotar.”
De acordo com Renosto, a dupla decolou do próprio Centro Nacional de Paraquedismo (CNP) onde depois eles tentaram pousar e capotaram. Ele afirma ainda que durante a tentativa de pouso o monomotor capotou uma vez ficando de ponta cabeça. “Quando cheguei ao local os bombeiros já tinham retirado as vítimas, e como já era tarde e escuro não dava para investigar o local muito bem. Vamos apurar quando o avião partiu e qual o tempo e o motivo do voo”, conclui.
17/10/2014 17h37
'Foi o voo mais rápido da vida', diz médico que ajudou dois passageiros
Mulher grávida de oito meses e um homem passaram mal durante o voo.
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Momento que médico atende o homem com pressão alta durante o voo (Foto: Erica Parma/TV TEM) |
O médico Laércio Batista Leite, 48 anos, que mora em Bauru (SP), viajava de avião de Campinas para Belo Horizonte, na quinta-feira à noite (16), quando ajudou a socorrer dois passageiros que passaram mal durante o voo. O primeiro atendimento foi para uma passageira de 33 anos, grávida de oito meses, que se sentiu mal assim que o avião decolou. O outro passageiro é um homem de 49 anos, que teve um pico de pressão alta e corria o risco de enfartar.
O médico foi acionado assim que o avião decolou. Uma das comissárias perguntou se havia algum profissional a bordo, que voluntariamente, pudesse atender a uma emergência. O endocrinologista Laércio Leite se prontificou a ajudar. Segundo o profissional da saúde, a gestante estava assustada e reclamava de pressão na barriga. A mulher, que não teve a identidade revelada, tinha autorização médica para a viagem. “Ela estava em pânico porque era a primeira vez que andava de avião. Ela está com 36 semanas de gestação. Demos um remédio e oxigênio para que ela pudesse acalmar” – informou o médico.
O endocrinologista disse também que a gestante mora com o marido em São Paulo e estava a caminho de São Luís para ter o segundo filho perto da mãe. A filha mais velha, de 13 anos, mora na capital maranhense com a avó. Durante todo o voo, a mulher recebeu oxigênio e tomou um medicamento indicado pelo obstetra.
Faltando pouco mais de 15 minutos para a aterrissagem, outro passageiro começou a passar mal. Uma das comissárias ficou monitorando a gestante enquanto o médico foi socorrer o homem. Laércio Leite utilizou o esfignomanômetro – o aparelho de pressão do kit de primeiros socorros da aeronave. O exame constatou 18 por 12, o que é considerado pressão alta. “Ele é um paciente hipertenso. Por sorte, carregava os remédios na mochila.” – disse o médico.
Depois de 50 minutos de voo, o avião aterrissou no aeroporto internacional Tancredo Neves em Confins. Uma ambulância já esperava perto da sanfona de desembarque. Uma equipe de ambulância levou o homem para um hospital da região metropolitana de Belo Horizonte. A futura mamãe desembarcou em seguida. Caminhando devagar, foi levada ao posto médico do aeroporto. A companhia aérea não informou se ela seguiria viagem.
Apesar do voo estar lotado, os atendimentos médicos não alteraram o comportamento dos outros passageiros e nem o serviço de bordo. As comissárias Simone Botelho, Pamela Aquino e Samara Campos conseguiram mostrar que um socorro médico a onze mil metros de atitude, pode ser um evento normal. Serviram batatinhas chips, cookies e, para lembrar dos cuidados com a saúde, balas cor de rosa - símbolo da luta contra o câncer de mama.
Só depois que os pacientes desembarcaram, os passageiros se levantaram dos assentos. Assim que deixavam a aeronave parabenizavam a equipe e o médico voluntário.
Laércio Leite foi o último a desembarcar em BH, onde participa de um curso. Ao pegar a mala na esteira, desabafou: “Foi a voo mais rápido da minha vida. Nunca havia acontecido isso comigo”. Em seguida ligou para filha, em Bauru, para contar o ocorrido.
O G1 entrou em contato com a empresa aérea Azul, que ficou de enviar uma nota oficial sobre o caso. Mas até o final da tarde a resposta ainda não tinha sido enviada.
* Colaborou Erica Parma, da TV TEM Sorocaba.
Comandante, aeromoça e o médico que mora em Bauru há 16 anos (Foto: Erica Parma/TV TEM) |
17/10/2014 19h17
Há risco de se pegar ebola no avião?
Jon Kelly
BBC News Magazine
Apesar do medo de contágio em aviões, o risco é muito baixo, dizem especialistas (Foto: BBC) |
Pessoas que viajaram em um avião junto com uma enfermeira americana antes dela apresentar sintomas de ebola estão sendo buscados por autoridades de saúde para verificar a possibilidade de um novo contágio.
Mas quais são as chances de se pegar o vírus de outro passageiro?
A epidemia de ebola vem deixando quem viaja de avião apreensivo. Uma mulher foi fotografada em um aeroporto em Washington usando uma roupa de proteção.
Passageiros com lenços umedecidos e máscaras no rosto também são vistas com frequência.
De certa forma, é fácil compreender por que o medo se alastra. Aviões são espaços fechados. Um passageiro toca em bandejas, braços de poltronas, travesseiros e telas de TV que foram manuseadas por centenas de outras pessoas.
Amber Vinson, a segunda pessoa a ser infectada nos Estados Unidos, viajava de Cleveland, em Ohio, para Dallas, no Texas em um voo da Frontier Airlines.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) disse querer entrevistar os outros 132 passageiros.
Mas, segundo William Schaffner, um especialista em doenças infecciosas da escola de Medicina da Universidade Vanderbilt University, diz que há pouquíssimo risco de contágio.
"Sei que eles estão preocupados, mas o risco é praticamente zero", ele afirma.
O CDC também esclarece que o risco para qualquer pessoa que esteve próxima da enfermeira americana naquele voo era "extremamente baixo".
Tramissão
Isso porque o vírus não é transmitido pelo ar, como uma gripe. Por isso não haveria problema em respirar o mesmo ar que um paciente com ebola.
E é extremamente improvável que alguém pegaria ebola de um braço de poltrona, tela de TV ou bandeja, diz Schaffner.
Na verdade, o ebola se espalha com o contato direto com fluidos corporais de um paciente, como sangue, vômito, saliva ou fezes.
O vírus pode entrar no organismo por meio de feridas na pele ou mucosas dos olhos, nariz ou boca.
O vírus "age agressivamente no corpo, mas começa a morrer assim que chega a superfícies inanimadas", diz Schaffner.
Segundo Peter Hotez, reitor da Escola Nacional de Medicina Tropical da Universidade Baylor, nestas superfícies, o vírus não resiste "por mais do que alguns minutos, a não ser que haja algum sangue ou secreção visível".
As regras do CDC para lidar com o ebola dizem que um carpete ou a proteção de um assento que fique sujo de sangue ou fluidos corporais devem ser descartados da mesma forma como ocorre com materiais usados em hospitais.
O vírus tem mais chances de resistir em uma superfície molhada do que em uma seca, explica Arnold Monto, professor de epidemiologia da Universidade de Michigan.
Mas alguém que sente, por exemplo, em um assento de avião anteriormente ocupado por um paciente com ebola não teria motivo para preocupar-se.
Até mesmo compartilhar um braço de uma poltrona com um paciente infectado também não é uma razão de preocupação.
"O suor é uma forma bem ineficiente de transmitir ebola", afirma Monto.
Além disso, o vírus não é muito transmissível até que seus sintomas estejam aparentes e o paciente esteja de fato doente.
Apesar da enfermeira americana estar com uma febre de 37,5ºC antes de voar, aparentemente a doença ainda estava em seu estágio inicial.
Quando há um maior de transmissão, a pessoa sente-se bastante mal e tem muita febre, o que a impediria de embarcar em um voo.
Ainda assim, alguém que estivesse no mesmo voo que um paciente com ebola só deveria temer por sua saúde se entrasse em contato com o vômito ou sangue desta pessoa.
"Se isso ocorresse, seria hora de parar o avião ou pousá-lo", afirma Schaffner.
Motivo de preocupação
Seria motivo de preocupação, explica Monto, se alguém tivesse que cuidar ou limpar os fluídos do paciente sentado próximo.
Normalmente, aqueles que contraem ebola tendem a ser quem cuida de um doente.
Mas Schaffner destaca que esta possibilidade é rara: "Para ser infectado, a pessoa precisa ter um contato próximo com o paciente".
A tripulação segue regras do CDC que recomendam que certas precauções quando um passageiro fica doente durante um voo.
Isso inclui manter a pessoa isolada de outros passageiros o quanto for possível e usar luvas e máscaras à prova d'água antes de entrar em contato com quaisquer fluidos corporais.
Desinfetantes devem ser usados para limpar superfícies contaminadas.
Segundo Monto, aeronaves têm um bom histórico no controle de contágios.
No mais recente surto de gripe aviária, houve poucas infecções relacionadas a voos, apesar deste vírus se espalhar pelo ar.
"Dado o grande número de casos na Ásia, isto ocorreu com pouca frequência", ele afirma.
O CDC recomenda que qualquer pessoa que tenha sido exposta ao ebola notifique seu empregador imediatamente, monitore sua saúde por 21 dias e fique atenta ao surgimento de sintomas.
Estes sintomas incluem febre de 38,6°C ou mais, fortes dores de cabeça, dor de estômago, vômito, dor muscular, diarréia e sangramentos.
No entanto, Schaffner diz que a maior ameaça não está no contágio em aviões, mas que o medo se espalhe descontroladamente entre viajantes.
17/10/2014 09h22
Airbus vai cortar ritmo de produção do A330 em 2015
Redução na produção não acarretará cortes de empregos.
Airbus A330-200 (Foto: AP) |
A fabricante de aeronaves Airbus cortará o ritmo de produção de seu avião A330 para nove unidades por mês ante dez no quarto trimestre de 2015, conforme realiza uma mudança para uma versão renovada do jato, o A330neo.
A Airbus lançou o A330neo na feira britânica de aviação de Farnborough em julho, e o jato deve entrar em serviço no quarto trimestre de 2017.
Analistas esperavam um corte na produção do tradicional A330 para seis ou oito aviões por mês durante os próximos anos, embora a Airbus tenha dito que iria buscar manter os níveis de produção estáveis durante a transição para a nova versão.
Um porta-voz disse que a redução na produção não acarretará cortes de empregos, pois o grupo também está acelerando a produção do jato A350, que deve entrar em serviço neste ano com a cliente de lançamento Qatar Airways.
"Com o recente sucesso comercial que vimos após o lançamento do A330neo, além da variante de 242 toneladas e o A330 otimizado para rotas regionais, estamos confiantes que vamos sustentar uma produção firme rumo ao período de intensificação do A330neo", disse o vice-presidente executivo de programas da Airbus, Tom Williams, em comunicado nesta sexta-feira.
19/10/2014 18:42:33
Air France cancela voo a Guiné por caso suspeito de ebola
França - Um voo da Air France com saída de Paris e destino à Guiné foi cancelado no sábado por uma suspeita de ebola ser detectada em uma passageira que tinha viajado anteriormente nesse avião, confirmou neste domingo à Agência Efe uma porta-voz da companhia aérea.
As operações de desinfecção do meio de transporte e o acompanhamento de todos os protocolos de precaução adotados pelas autoridades da saúde impossibilitaram que o avião decolasse no horário previsto e a saída precisou ser adiada até a manhã deste domingo.
Os controles de saúde sobre os passageiros dos voos procedentes da Guiné, os únicos diretos de um país afetado pelo vírus do ebola para a capital francesa, começaram no sábado no aeroporto Charles de Gaulle (CDG), em Paris. Os viajantes desse primeiro voo examinado também tiveram que preencher uma ficha detalhada para poderem ser comunicados em caso seja necessário.
A companhia aérea não se quis pronunciar sobre a nacionalidade ou o estado da mulher neste domingo, mas afirmou que ela não tinha febre quando embarcou na Guiné, onde foi medida a sua temperatura. A aplicação das medidas de controle no aeroporto foi anunciada na quarta-feira pelo presidente francês, François Hollande, após uma conversa com os líderes dos EUA, Alemanha, Reino Unido e Itália.
O governo francês afirmou que Paris também construirá novos centros de tratamento contra a doença na Guiné. Segundo o último levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), a epidemia de ebola que afeta Guiné, Libéria e Serra Leoa infectou cerca de nove mil pessoas, das quais aproximadamente 4.500 morreram.
19/10/2014 | 23h24
Infraero pede rescisão de contrato para obras do Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis
Estatal também quer que consórcio Espaço Aberto-Viseu seja proibida de participar de licitações federais. Empresas têm até quarta-feira para apresentarem defesa
Após constatar descumprimento no cronograma para a construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, a Infraero pediu a rescisão do contrato feito com o Consórcio Espaço Aberto-Viseu, responsável pelas obras. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira e o consórcio tem até a próxima quarta para apresentar sua defesa.
Na publicação, a Infraero pede a aplicação de uma multa de 5% do valor total das obras – o que corresponde a R$ 9,4 milhões, de um total de R$ 188 milhões –, e também que o consórcio formado pelas construtoras Espaço Aberto e Viseu seja proibido de licitar ou contratar com toda a administração pública federal durante cinco anos.
O contrato entre a Infraero e o consórcio foi feito em dezembro de 2012 e o terminal deveria ficar pronto até o início de 2015. Em agosto de 2014, a Infraero informou que apenas 7% das obras haviam sido feitas, e que o cronograma original não seria cumprido. Não há mais uma data definida para o término da ampliação do aeroporto.
Se a defesa do Consórcio Espaço Aberto seja aceito, as obras continuam normalmente. Caso contrário, a Infraero deve buscar o segundo colocado no processo licitatório.
Via assessoria, a Espaço Aberto informa que a diretoria do consórcio se pronunciará dentro do prazo estabelecido pela Infraero, e que qualquer irregularidade encontrada pelas empresas na rescisão do contrato será contestada judicialmente.
DIÁRIO CATARINENSE
2014-10-18 00:00:00
“Horário de verão” impacta voos
Brasília (AE) - O horário brasileiro de verão começa a valer a partir da 0h de domingo, 19, e dura até o dia 22 de fevereiro. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) recomenda aos passageiros das companhias aéreas associadas – Avianca, Azul, Gol e TAM – atenção aos horários de viagem.
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Emanuel Amaral
Aeroporto do RN: a informação da partida do voo refere-se ao horário na cidade de origem e, a da chegada, ao horário do destino |
O horário de verão inclui 10 estados, exatamente os mesmos do ano anterior – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Nesses estados os relógios deverão ser adiantados em uma hora. As regiões Norte e Nordeste ficam de fora mais uma vez.
Dessa forma, a medida impacta unicamente os horários de partida, chegada e conexão de voos das regiões Norte e Nordeste, que serão antecipados em uma hora em relação aos horários atuais, mantendo assim a coesão com o restante da malha aérea nacional.
“A Abear lembra que os bilhetes aéreos apresentam sempre a hora local: a informação da partida refere-se ao horário na cidade de origem e, a da chegada, refere-se ao horário da cidade de destino”, disse a associação, em nota. “Recomenda-se aos passageiros a conferência dos bilhetes e, em caso de dúvida, consultar as informações do voo no site da companhia aérea contratada ou pelos telefones de contato”, acrescentou.
Economia
O horário de verão vai durar mais na próxima estação, mas vai causar uma economia menor do que a do último final de ano. Com o alto despacho de térmicas em 2014, a previsão do Ministério de Minas e Energia (MME) é de que o relógio diferenciado em boa parte do País poupe R$ 278 milhões em eletricidade que seria cobrada nas contas de luz, desempenho bem inferior aos R$ 405 milhões economizados no verão passado.
Pelos cálculos do MME, adiantar os relógios em uma hora partir de hoje nessas regiões reduzirá a demanda de energia do Brasil em 2.595 megawatts (MW) até 22 de fevereiro de 2015.
De acordo com o MME, nos últimos dez anos, o horário de verão possibilitou uma economia média de 4,6% no intervalo noturno de maior consumo de energia. Nos últimos 15 anos, a média de duração do horário diferencial foi de 121 dias, mas, como o término da medida não pode coincidir com o feriado de Carnaval, a duração no Verão 2014/2015 será um pouco maior.
“Com o horário de verão, buscamos um melhor aproveitamento da luz do sol e, consequentemente, uma maior racionalidade no uso da eletricidade”, afirmou o secretário de energia elétrica do MME, Ildo Grüdtner. “Esperamos uma redução no consumo similar ao dos anos anteriores”, completou.
Ele destacou que a economia proporcionada pelo horário de verão também poupa os reservatórios das usinas hidrelétricas e tem efeitos positivos nas contas de luz. O secretário, admitiu, no entanto, que apesar da duração este ano ser maior, a economia será menor porque atualmente a geração térmica é maior.
Diário Indústria&Comércio - PR
sexta-feira 17/out/2014 17:27
Azul vai voar de Curitiba a Congonhas
Postado por editor
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Embraer 195 da Azul, operações a partir de Congonhas |
A Azul Linhas Aéreas, que em dezembro começa a voar para Fort Lauderdale (dia 1º) e para Orlando (dia 15), na Flórida, EUA, com o Airbus A330-200 decolando do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), anuncia que já em 1º de novembro terá 26 slots em Congonhas, na capital paulista, o que garantirá 13 pousos e 13 decolagens com ligações diretas para Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. O avião será o Embraer 195, com poltronas dispostas duas a duas, TV ao vivo e serviço de bordo sem custo adicional.
A conquista dos slots em Congonhas tornou-se possível com a redistribuição dos horários para pousos e decolagens feita pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Atualmente, a Azul já opera a partir de Guarulhos, com 50 voos diários para 15 destinos, e de Viracopos, com 170 decolagens diárias e diretas para 50 cidades. Antonaldo Neves, presidente da empresa, diz que com as novas ligações e conexões, a malha da companhia permitirá, por exemplo, ir e voltar de Pelotas (RS), Uberaba (MG) e Cascavel (PR) no mesmo dia.
De acordo com a tabela proposta à Anac, a Azul deverá ter voos diários de Congonhas para Curitiba às 7h30 e 16h30 e, de segunda a sábado, às 11h30 e 19h40; na rota inversa, a partir do aeroporto Afonso Pena, os horários serão 10h26 e 19h07, nos diários, e 7h05 e 16h10, nos de segunda a sábado.
Segunda feira, 20 de outubro de 2014
Voos internacionais só após conclusão
JOANICE DE DEUS
Da Reportagem
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Segundo a Secopa, conclusão da ampliação e reforma está suspensa até a oficialização do aditivo de prazo publicado em setembro |
Apesar dos apelos feitos pelos empresários do setor de turismo de Mato Grosso, a rota internacional de voos no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, permanece suspensa desde julho, após a Copa do Mundo. Para o trade turístico, voo internacional é importante para a economia do Estado.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Joari Proença, a alegação para a interrupção foi a ausência de uma estrutura para o trâmite alfandegário. O problema estaria na falta de uma zona alfandegária. A Receita Federal alega que falta espaço. Mas, durante a Copa, abriu uma brecha e permitiu voos internacionais para casos emergenciais, comentou.
Durante o Mundial de futebol, várias companhias aéreas realizaram embarques e desembarques internacionais em Mato Grosso, entre elas, uma companhia boliviana que chegou a realizar três voos semanais para Santa Cruz de La Sierra.
Entretanto, o espaço destinado à instalação da zona alfandegária está previsto na reforma e ampliação do terminal aeroportuário. Então, só precisaria concluir a obra do aeroporto, disse.
Segundo ele, o fato do aeroporto não realizar voos internacionais gera prejuízos ao Estado. É ruim porque os voos sairiam mais baratos por conta do tempo de viagem que seria mais curto. Para a Bolívia (por exemplo) seria cerca de uma hora a menos, frisou.
Por meio da assessoria de imprensa, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) confirmou que o projeto de ampliação e reforma do Marechal Rondon contempla a área destinada à instalação definitiva de serviços da Receita e da Polícia Federal.
Vale salientar que, durante a Copa do Mundo, o aeroporto disponibilizou área para funcionamento dos serviços de Imigração (Polícia Federal) e de Alfândega (Receita Federal), permitindo o recebimento dos voos internacionais no período dos jogos, o que atendeu satisfatoriamente a demanda e a operação do aeroporto, destacou.
Segundo a Infraero, atualmente, essas áreas continuam disponíveis, na mesma forma do que ocorreu durante o período do evento mundial. Entretanto, os órgãos decidiram aguardar a nova área para instalação definitiva de seus serviços no espaço previsto, destacou.
A empresa pública destacou ainda que a internacionalização de um aeroporto depende da autorização de diversos órgãos governamentais e não exclusivamente do operador aeroportuário. As possíveis exigências de algum desses órgãos em relação ao Aeroporto de Cuiabá serão devidamente cumpridas pela Infraero, informou. A reportagem do Diário tentou falar com representantes da Receita Federal, mas não conseguiu.
Sobre as obras do aeroporto, a empresa pública informou que por conta de negociação entre o consórcio e o governo do Estado – por meio da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), gestora do contrato da obra, os trabalhos foram parcialmente suspensos até a oficialização de aditivo, pelo governo estadual, de prorrogação em 120 dias de prazo do contrato da obra. O aditivo foi publicado no último dia 29 de setembro, no Diário Oficial da União. Com isso, a entrega completa dos trabalhos está prevista para dezembro deste ano.
Destacamos que, no caso das obras do Aeroporto de Cuiabá, a Infraero é responsável pelos repasses dos recursos financeiros federais, no convênio firmado com Governo do Estado dos serviços efetivamente executados e compartilha a fiscalização técnica e ambiental da obra.
17/10/2014 21:28:29
Infraero alega que “janela” que permitiu pouso do avião de Lula permanecerá aberta até domingo, 19
BRUNA LOPES
Apesar da repercussão nacional sobre o aval da Infraero para o pouso do avião que trouxe o ex-presidente Lula a Rio Branco, mesmo o aeroporto fechado. De acordo com a nota do órgão, uma “janela” foi aberta no último dia 16 até este domingo, 19, das 8h às 24h para a operação de aeronaves da aviação geral na pista do Aeroporto de Rio Branco.
Segundo a Infraero a decisão foi divulgada através de Notam 2219/2014 e não “horas antes num sistema interno da Infraero”, se noticiou. O Notam é publicado pelo Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), órgão vinculado ao Comando da Aeronáutica, e se destina a toda comunidade aeronáutica nacional e internacional.
Inicialmente, a “janela” terminaria no sábado, mas foi estendida de forma permanente, a partir de domingo, até o término das obras, para aeronaves da aviação geral que utilizam pistas de até mil metros de extensão para pousos e decolagens.
Essa medida envolve quase 100% das aeronaves da aviação geral do Estado do Acre, conforme Notam 2230/2014, publicado nesta sexta-feira, 17/10. A análise dessa medida foi anunciada em Rio Branco pelo presidente da Infraero, Gustavo do Vale, à imprensa, quando esteve naquela capital, no dia 29/9.
A medida atende a uma solicitação feita pela Procuradoria da República no Acre, por meio do ofício nº 348/2014-PR/AC/LGM/5º Ofício do MPF, do dia 6/10, que pediu à Infraero medidas para garantir que as obras não afetassem os voos de transporte médico de urgência.
D estacamos ainda que a mudança no planejamento das obras atende à necessidade de preparação do asfalto a ser utilizado no sistema de pistas de pouso, taxiamento e pátio de aeronaves. Cada uma dessas áreas tem um nível de aderência diferente, sendo que a pista de pouso e decolagem tem critérios mais específicos, conforme a resolução 236/2012 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Dessa forma, para minimizar o impacto à comunidade local e também ao transporte médico de urgência, a Infraero deslocou o trabalho e os testes de pavimentação para as pistas de taxiamento, liberando a pista para operações de acordo com o Notam 2230/2014.
(Assessoria)
18/10/2014 11:26:00
Gol anunciará dois voos para João Pessoa: GRU e CFN
Antonio Roberto Rocha
JOÃO PESSOA - A presidente da PBTur, Ruth Avelino, comemora a melhoria da malha aérea para João Pessoa a partir da redução da alíquota do ICMS do querosene de aviação, que caiu de 17% para 12% na Paraíba. Segundo ela, após dois novos da Tam, para Rio de Janeiro e Salvador, desta vez é a Gol que vai ampliar suas frequências para o Aeroporto Castro Pinto.
"O Eduardo Bernardes (diretor executivo de Vendas e Marketing) vem pessoalmente a João Pessoa, até o final do mês, anunciar dois novos voos, para São Paulo (Guarulhos) e Belo Horizonte (Confins). Também estamos conversando com a Avianca, que ficou de colocar uma terceira frequência para cá, e com a Azul, que poderá ter mais um voo regional passando por João Pessoa. Aos poucos estamos melhorando nossa malha, que ainda não é boa", observa Ruth.
Um dos problemas do Aeroporto Castro Pinto, segundo a presidente da PBTur, são os picos de ociosidade. Das 7h às 17h, diz ela, praticamente não há movimento. "Daí o incentivo fiscal ao querosene da aviação", lembra Ruth, que informa ainda a taxa média recorde de ocupação na hotelaria da capital paraibana em período de baixa estação: 68%, em setembro.
Antonio Roberto Rocha







