O Estado de S.Paulo Aéreas fecharam 2013 com prejuízo de R$ 2,4 bi, no 3º ano seguido de perdas Passageiros com sintomas de gripe são retirados de voo no aeroporto de Boston Ações ficam estáveis e aéreas avançam com queda do petróleo Folha de São Paulo Secretaria de Aviação Civil afirma que projetos estão em elaboração O Globo G1 Atraso em voo traz transtornos para aeroporto de Rio Preto, SP Jornal do Brasil Dois pilotos do voo 447 dormiam antes de acidente Folha de Pernambuco Aeroviários e aeronautas querem reajuste salarial de 11% Diário de Pernambuco Projeto de lei quer obrigar aeroportos a monitorar por vídeo esteiras de bagagens Estado de Minas Terminais privatizados melhoram para passageiros, mas colecionam problemas Bahia Econômica Azul inicia voo semanal entre Feira de Santana e Belo Horizonte Tribuna Hoje - AL Surto de ebola no mundo aumenta fiscalização em portos e aeroportos Jornal de Turismo Voos noturnos podem ser até três vezes mais caros, diz pesquisa Mercado&Eventos American Airlines inaugura voos para NY e Miami com saída de Campinas Companhias brasileiras crescem no mercado internacional em 2013 Demanda do transporte doméstico aéreo cresceu 203% em 10 anos Panrotas Crianças “catam nuvens“ em voo da Gol Voos da Turkish terão novos horários a partir de domingo Aviação comercial brasileira bate recorde de pontualidade Boliviana coloca B767 temporariamente nos voos do Brasil Portal UOL
Terça-feira, 14 de outubro de 2014
Aéreas fecharam 2013 com prejuízo de R$ 2,4 bi, no 3º ano seguido de perdas Marina Gazzoni
Com a maior parte da receita em real e 60% dos custos atrelados ao dólar, companhias sofreram com alta da moeda americana no período; de acordo com anuário divulgado ontem pela Anac, entre as maiores do setor, apenas Azul registrou lucro
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nacho doce/reuters-17/1/2014
Equilíbrio. Crise fez TAM e Gol cortarem oferta de voos para voar com aviões mais cheios |
A crise no setor aéreo fez as empresas brasileiras fecharem 2013 pelo terceiro ano consecutivo no vermelho. A soma dos prejuízos de sete empresas aéreas brasileiras atingiu R$ 2,4 bilhões no ano passado, segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgadas ontem no Anuário do Transporte Aéreo 2013. As únicas que tiveram lucro foram a Azul e a Total. As perdas do setor, no entanto, foram 30% menores que as registradasem2012, refletindo, principalmente, a redução do prejuízo da Gol. O prejuízo do ano passado é um reflexo da crise pelo qual o setor aéreo brasileiro passa desde o fim de 2011. “Os custos das companhias aéreas explodiram e comprometeram o resultado financeiro”, explica o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz. As companhias aéreas sofreram com alta do dólar e do preço do combustível nos últimos anos. Cerca de 60% dos custos das empresas são atrelados à moeda americana, mas a maior parte da receita é em real. Entre 2012 e 2013, o dólar saltou de R$ 2,04 para R$ 2,35, alta de 15%, que pesou no bolso das companhias. As empresas não conseguiram repassar a alta de custo aos passageiros e amargaram prejuízos bilionários a partir de 2011. Antes disso, o setor aéreo brasileiro dava lucro – em 2009, os ganhos foram de R$ 1,54 bilhão e, em 2010, de R$ 718 milhões. As aéreas brasileiras investiram na ampliação da frota e acabaram com excesso de capacidade nos últimos dois anos. Em 2011, as empresas aéreas brasileiras voavam, em média, com 30% das poltronas vazias. Desde então, as líderes Gol e TAM mudaram de estratégia e frearam os planos de expansão. A regra passou a ser aumentar a ocupação, priorizando a rentabilidade dos voos. A Gol ainda fechou o ano no vermelho, com prejuízo de R$ 802 milhões (considerando a operação da Webjet), mas conseguiu reduzir as perdas pela metade em 2013, na comparação com 2012, segundo dados da Anac. A TAM viu o prejuízo aumentar de R$ 1,315 bilhão para R$ 1,653 bilhão, de acordo com o relatório. Já a Azul seguiu seu plano de expansão e elevou em cerca de 30% a oferta de assentos só em 2013. A empresa fechou o ano com lucro líquido de R$ 63 milhões, segundo as informações da Anac, que consideram a integração da Trip, comprada pela empresa em 2012. Segundo fontes de mercado, parte da rentabilidade da Azul vem de sua operação regional.A empresa voa para mais de 100 destinos e é a única opção de transporte aéreo em boa parte das suas rotas no interior. Desafios. A indústria terá desafios para voltar ao lucro. A projeção do mercado é que o dólar feche 2014 cotado a R$ 2,40, segundo o último boletim Focus, do Banco Central, divulgado ontem. “O cenário não é bom. A demanda está andando de lado e a alta do dólar afeta negativamente as empresas”, disse Sanovicz. No acumulado do ano até agosto, a demanda por passagens subiu 5,67% em relação ao mesmoperíodode2013,aponta a Anac. RESULTADOS ● Lucros e prejuízos Empresa Resultado (2013) TAM - R$ 1,65 bilhão Gol -R$ 803 milhões Azul R$ 63 milhões Avianca -R$ 36,5 milhões Setor aéreo -R$ 2,4 bilhões Pela 1ª vez em oito anos, cai oferta de voos nacionais ● O número de voos nacionais oferecidos em 2013 pelas empresas aéreas brasileiras caiu pela primeira vez em oito anos. A queda foi de 4,45%, para 946.684 voos, segundo dados do Anuário do Transporte Aéreo, divulgado ontem pela Anac. Os cortes refletem o processo de redução da oferta da líder do setor TAM e das empresas pequenas. A TAM cortou 7,7% dos voos em 2013, apontou a Anac, para 253.207 operações. Já as pequenas companhias – grupo que inclui todas as empresas exceto Gol, TAM, Azul e Avianca – reduziram os voos pela metade no ano passado, para 55,7 mil operações. Em movimento contrário, a oferta total de voos internacionais saindo do Brasil aumentou para 140,7 mil operações, alta de 1,4%. As empresas brasileiras ampliaram em 2,6% a oferta nesse mercado, numa tentativa de ampliar as receitas em dólar e aproveitar a demanda aquecida nesse segmento. Hoje, as companhias brasileiras respondem por cerca de 30% da oferta de voos internacionais no Brasil. / M.G.
13 Outubro 2014 | 18h 41 Agentes de emergência com vestimentas especiais retiraram cinco passageiros com sintomas semelhantes aos da gripe de um avião no Aeroporto Longan de Boston (EUA), nesta segunda-feira, afirmou um porta-voz da Autoridade Portuária de Massachusetts. O voo 237 da companhia aérea árabe Emirates, procedente de Dubai, não tinha nenhum dos passageiros supostamente adoecidos com passagem recente pela África Ocidental, disse o porta-voz Matthew Brelis. A África Ocidental sofre com o surto de Ebola, principalmente Serra Leoa, Libéria e Guiné. "Por excesso de cautela, as pessoas estavam usando uma vestimenta especial quando entraram a bordo do avião e removeram os passageiros", disse Brelis, sem fornecer mais detalhes.
13 Outubro 2014 | 14h 33 BLAISE ROBINSON - REUTERS As ações europeias fecharam estáveis nesta segunda-feira, interrompendo a queda que já dura três semanas, sustentadas pela alta de papéis de companhias aéreas devido ao recuo dos preços de petróleo, que reduz seus custos operacionais. O índice FTSEurofirst 300, que reúne os principais papéis do continente, subiu 0,07 por cento, a 1.293 pontos. O índice perdeu cerca de 8 por cento desde meados de setembro, espelhando um forte recuo nos mercados acionários mundiais alimentado por nervosismo sobre a perspectiva para o crescimento global e a incerteza sobre o momento da primeira elevação dos juros pelo Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos. A Air France-KLM avançou 1,6 por cento e a Lufthansa subiu 1,1 por cento depois que o Brent caiu para um preço abaixo 88 dólares por barril, o menor nível em quase quatro anos, após importantes produtores do Oriente Médio sinalizarem que manterão a produção alta mesmo que isso signifique preços mais baixos. O combustível de aeronaves representa cerca de um terço dos custos operacionais de companhias aéreas, portanto a recente queda nos preços do petróleo - o Brent caiu quase 25 por cento desde meados de junho - deve ser impulsionar o lucro do setor. "A venda generalizada em ações globais e os preços do petróleo claramente foram movidas por fluxo, e um movimento assim traz boas oportunidades de compra para investidores de longo prazo como nós", disse o gestor de carteira da ClearBridge Investments Evan Bauman, que tem 36 bilhões de dólares em ativos sob gestão. "Temos segurado dinheiro nos últimos meses, cerca de 13 a 14 por cento da carteira, esperando um recuo. Com a queda recente do mercado, estamos colocando parte desse dinheiro novamente a trabalhar".
14/10/2014 02h00 A SAC (Secretaria de Aviação Civil) informou, por meio de assessoria, que os projetos dos aeroportos estão em elaboração, mas que somente após licença ambiental poderá haver licitação. O Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) disse que todos os aeroportos, exceto o de Presidente Prudente (a 565 km de São Paulo), já tiveram licença ambiental emitida. Em Prudente, segundo o órgão, "não foi concluído o estudo preliminar das obras" pela secretaria federal. Em Barretos (a 423 km de São Paulo), o aeroporto é administrado pelo município. A prefeitura informou, via assessoria, que "não há nenhum entrave ambiental." Em Araraquara (a 273 km de São Paulo), a prefeitura disse que as obras irão transformar a cidade "em um polo atrativo de investimentos em diversas áreas". Ressaltou, porém, que o projeto é de responsabilidade do governo federal. A Prefeitura de Marília (a 444 km de São Paulo) informou que aguarda a abertura da licitação "o mais rápido possível". As demais prefeituras não responderam às solicitações feitas pela reportagem sobre os aeroportos locais.
14 out 2014 oglobo.com.br/ancelmo Nenhuma escada rolante do setor de desembarque internacional do aeroporto Galeão-Tom Jobim funcionava na sexta passada.
13/10/2014 16h20 Decolagem, que estava prevista para às 17h15, só saiu às 19h30. Passageiros tiveram transtornos com atrasos de voos neste domingo (12) no aeroporto de São José do Rio Preto (SP). Por causa disso, mais de 100 passageiros passaram a tarde esperando, o que encheu o saguão do local. Segundo os passageiros, o voo atrasou por causa de um problema mecânico em uma aeronave. A TAM confirmou que a aeronave teve de passar por manutenção. Ao todo, 158 passageiros que viajariam às 17h15 embarcaram só às 19h30 com destino a São Paulo. A companhia disse que os passageiros receberam atendimento e alimentação enquanto aguardavam.
REUTERS
DE RIBEIRÃO PRETO
Ancelmo Gois
Segundo passageiros, voo atrasou por causa de um problema mecânico.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba
![]() Passageiros aguardam para embarcar em Rio Preto (Foto: William Meia/TEM Você) |
13/10 às 17h40
Desastre com avião da Air France matou 228 pessoas em 2009
Agência ANSA Dois dos três pilotos do voo Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009, quando ia do Rio de Janeiro para Paris, estavam dormindo até poucos minutos antes do avião se chocar contra a água e matar as 228 pessoas a bordo. É o que revela uma investigação publicada na edição de outubro da revista britânica "Vanity Fair". Registros das gravações das conversas na cabine de comando mostram que David Robert, 37 anos, e Marc Dubois, 58, foram descansar e deixaram o Airbus A330 nas mãos do menos experiente dos três, Pierre-Cedric Bonin, de 32. Neste momento, a aeronave enfrentava uma forte tempestade tropical, que acabou congelando as sondas de velocidade do avião - chamadas de tubos de pitot. Com isso, o Airbus passou a sofrer perda de sustentação, ou estol. Quando isso acontece, os pilotos devem baixar o nariz da aeronave, e não levantá-lo, como teriam feito. Pouco mais de um minuto e meio após o problema com os tubos de pitot, Dubois finalmente entrou na cabine. Em seguida, Robert disse: "F***, nós vamos bater! Isso não é verdade! O que está acontecendo?". Logo depois, ou ele ou Bonin afirmou "F***, estamos mortos". Poucos segundos mais tarde, o avião atingiu o oceano. "Se o capitão [Dubois] tivesse ficado na sua posição durante a tempestade, ele teria atrasado seu cochilo em não mais do que 15 minutos, mas, por causa de sua experiência, talvez a história tivesse um final diferente", declarou à "Vanity Fair" o investigador-chefe do caso, Alain Bouillard. "Mas eu não acredito que ele tenha saído por causa de fadiga. Isso era um comportamento usual, parte da cultura de pilotagem da Air France. E sua saída não estava contra as regras", acrescentou.
13/10/2014 16:34
Para marcar início da campanha, serão realizados atos em aeroportos como do Recife
Estadão Conteúdo Além do reajuste do salário com ganho real, os trabalhadores pedem que os mesmos 11% também sejam aplicados nos demais itens econômicos (diárias, pisos, vale alimentação e seguro); defendem a criação de um piso para agente de check-in; plano de previdência privada para aeronautas; fim da limitação de tripulantes para o uso do passe livre na hora do embarque; novo número mínimo de folgas mensais para aeronautas e remuneração das horas de solo, entre outros direitos. Fazem parte da campanha cerca de 70 mil trabalhadores em todo o País, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores na Aviação Civil filiada à Central Única dos Trabalhadores (Fentac/CUT). A entidade destaca alguns números da evolução do setor aéreo para defender que as companhias aéreas teriam condições de atender aos pleitos, como a expansão da receita serviços de transporte aéreo, de 14% no primeiro semestre e de 15,9% nos últimos 12 meses, findos em junho. Também salienta o crescimento da demanda por transporte aéreo de passageiros nos últimos anos, acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB). Para a federação, os dados mostram que "a aviação civil no Brasil vive uma boa fase". Além disso, a Fentac/CUT afirma que, no primeiro semestre de 2014, 93% das negociações de reajustes salariais coletivos na indústria, comércio e serviços tiveram aumento acima da inflação. "Os trabalhadores na aviação têm que acompanhar os ganhos e avanços das empresas aéreas", afirma o presidente da entidade, Sérgio Dias, em nota. Para marcar o início da campanha, a federação e os sindicatos filiados realizam ato no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília. Também estão programadas manifestações nos aeroportos no Recife, Salvador, Guarulhos, Rio de Janeiro, Campinas e Porto Alegre.
13/10/2014 16:51
Aeroviários e aeronautas reivindicam um reajuste de 11% na campanha salarial que se inicia este mês. A data-base das categorias é 1º de dezembro e os representantes dos trabalhadores já apresentaram a pauta, que também conta com outras demandas, ao Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA). A primeira rodada de negociação está marcada para o dia 20, em São Paulo.
Projeto de lei quer obrigar aeroportos a monitorar por vídeo esteiras de bagagens
Agência O Globo Rio - Tramita no Senado um projeto de lei que prevê o monitoramento das esteiras de bagagem dos aeroportos por câmeras de vídeo, para auxiliar o consumidor nas reclamações por furto, extravio ou dano em suas malas. De acordo com a proposta, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a colocação das bagagens nas esteiras deverá ser filmada e as imagens, exibidas em tempo real para os passageiros que aguardam suas malas. Determina ainda a gravação das imagens, que ficarão à disposição no aeroporto de destino pelo prazo de 30 dias, contado da data do desembarque. O projeto de lei está sendo analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), responsável pela votação final. "Com uma frequência bem maior do que seria aceitável, observa-se que ocorrem problemas nessa operação, cuja responsabilidade é das companhias aéreas. É direito dos usuários que os pertences despachados sejam manuseados adequadamente e com o devido cuidado pelo pessoal encarregado", afirma Vanessa na justificação do projeto. Ao recomendar a aprovação do projeto, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), considerou que a medida aprimora o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/1986). Justificou que queixas sobre bagagens são recorrentes entre as registradas no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). "Extravio, violação, danos ou entrega com atraso são ocorrências relacionadas à bagagem que podem ocasionar graves problemas para os passageiros, motivo pelo qual devem receber a justa reparação por danos eventualmente causados pela transportadora", observa Paim no parecer. Como terá votação final na CCJ, o projeto de lei poderá seguir direto para a Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado.
13/10/2014 07:25 Pedro Rocha Franco
Em Confins, obras estão inacabadas
Simone Kafruni
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Os aeroportos brasileiros passaram por muitas reformas nos últimos anos. Em vários deles, concedidos à iniciativa privada, as melhorias são evidentes para os passageiros. Nos bastidores, a história é um pouco diferente, com sinais de sérios riscos à continuidade dos avanços. Concessionárias e empresas responsáveis pelas obras não estão honrando contratos e os calotes começam a aparecer. Das seis concessões – Galeão (RJ), Viracopos (SP), Guarulhos (SP), Juscelino Kubitschek (DF), São Gonçalo do Amarante (RN) e Confins (MG) –, quatro têm problemas, uma está sendo administrada por uma companhia com as finanças comprometidas e, na outra, as obras ainda não decolaram. A Aeroportos Brasil, operadora de Viracopos, em Campinas (SP), já foi autuada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por deixar de cumprir o prazo de entrega das ampliações previstas no primeiro ciclo de investimentos do contrato de concessão, cujo prazo foi encerrado em maio. A Inframerica, concessionária dos terminais de Brasília e de São Gonçalo do Amarante, não pagou em dia fornecedores do Distrito Federal e Rio Grande do Norte. O calote pode passar de R$ 100 milhões. Em Confins, empresa contratada pela Infraero, antes da concessão, não concluiu as obras por falta de caixa. O consórcio de Guarulhos é administrado pela Investimentos e Participações S.A. (Invepar), companhia que sofre com um racha entre os sócios por conta das crescentes dívidas. Dinheiro não deveria ser problema para as concessionárias. Todas obtiveram empréstimos generosos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para o Galeão, o banco de fomento aprovou este ano empréstimo-ponte de R$ 1,1 bilhão. Viracopos recebeu financiamento de longo prazo de R$ 1,5 bilhão, aprovado em 2013. Guarulhos teve o maior empréstimo, de R$ 3,4 bilhões, aprovado também em 2013, já incluído R$ 1,2 bilhão do empréstimo-ponte assinado em 2012. Para o aeroporto de Brasília foram R$ 797,1 milhões. De acordo com a assessoria do BNDES, “não há nenhum problema com os repasses”. Mas os financiamentos em dia não garantiram eficiência às concessionárias. As obras de Viracopos não foram concluídas no prazo previsto, razão pela qual o aeroporto foi autuado em agosto e deverá ser multado. Em 18 de agosto, a concessionária apresentou sua defesa, que está sob análise da Anac. A agência definirá o valor da multa, que pode chegar a R$ 170 milhões pelo descumprimento do contrato, acrescidos de até R$ 1,7 milhão por dia de atraso. Em relação à entrega das obras em andamento, a concessionária apresentou um novo cronograma, que prevê a conclusão dos investimentos em três etapas, com prazo final em dezembro. Confins e Galeão assinaram seus contratos de concessão no primeiro semestre de 2014 e, em agosto de 2014, passaram a ser administrados pelos concessionários privados, com assistência da Infraero. "Os dois aeroportos estão cumprindo o plano de ações e as obras principais devem ser concluídas até 31 de abril de 2016", destaca a Anac. Antes do leilão Em Confins, o problema ocorreu antes da concessão. O consórcio Marquise/Normatel, responsável pelas obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, notificou a Infraero de que não poderia continuar prestando serviços devido a um "acentuado desequilíbrio econômico-financeiro contratual". A Infraero foi notificada em 28 de agosto da desistência do consórcio, que concluiu apenas 51,55% das obras. Em dezembro de 2013, Confins foi a leilão. A nova concessionária, BH Airport — formada pelo Grupo CCR, operador aeroportuário de Zurique, e Infraero — assinou contrato em abril e ficou responsável pela gestão do aeroporto pelos próximos 30 anos. O consórcio explica que as obras iniciadas pela Infraero continuam sob o gerenciamento da estatal. Apesar de problemas em quase todos os terminais concedidos, na avaliação do secretário executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Guilherme Ramalho, a política de concessões tem se mostrado eficaz. “Problemas sempre vão ocorrer, mas houve mais sucesso do que dificuldades. Há aeroportos ampliados em mais de 100%. Temos a atuação de empresas reconhecidas, como a de Zurique, melhor aeroporto da Europa, e de Cingapura, um dos melhores do mundo”, pontua.
14/10 - 08:07hs
Azul inicia voo semanal entre Feira de Santana e Belo Horizonte
ARMANDO AVENA A Azul Linhas Aéreas Brasileiras deu início no último domingo um voo semanal entre Feira de Santana e Belo Horizonte (Confins), com apenas uma escala em Vitória da Conquista, informou o Correio. Na capital mineira, a partir do Aeroporto de Confins, o cliente da companhia tem acesso a conexões para aproximadamente 30 destinos nacionais em cerca de 70 voos diários e diretos, entre eles estão Belém, São Paulo (Guarulhos), Brasília e Rio de Janeiro (Santos Dumont). A Azul, desde setembro, oferecia duas ligações semanais entre Feira e Salvador. Após iniciar a venda das passagens de ida e volta entre Salvador e Feira de Santana com valores entre R$ 1.551,07 e R$ 1.671,07, a companhia voltou atrás e retificou o preço dos bilhetes.
14 Outubro de 2014 - 09:00

Agentes precisam ficar atentos a passageiros vindos de países com surto de ebola
Thayanne Magalhães/Tribuna Independente
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Foto: Reprodução
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares |
O alerta em relação ao maior surto do vírus ebola já registrado nas últimas quatro décadas -que já afetou cinco países do continente Africano – levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a intensificar a fiscalização nos portos e aeroportos de Alagoas e de todo o Brasil. De acordo com a assessoria de imprensa da Anvisa, a abordagem dos passageiros segue as definições já estabelecidas em protocolos. “Indivíduo procedente, nos últimos 21 dias, de país com transmissão disseminada ou intensa de ebola que apresente febre de início súbito, podendo ser acompanhada de sinais de hemorragia, como diarreia sanguinolenta, gengivorragia, enterorregia, hemorragias internas, sinais purpúricos e hematúria”, explica. Os países com maior número de pessoas que foram infectadas com ebola são Líbéria, Guiné e Serra Leoa. “A Anvisa atua nas situações em que o viajante apresente estes sintomas antes de entrar no país. A partir daí a atuação é do sistema de saúde local”. A Organização Mundial de Saúde (OMS) categorizou o atual surto de ebola na África como Evento de Saúde Pública de Importância Internacional. Em resposta, o Brasil estabeleceu um Centro de Emergência em Saúde (COES) para atualizar a situação e atualizar as medidas preconizadas do plano de contingência para evitar a disseminação da doença em outros países. “Não há restrição de viagem com comércio com os países afetados. Há recomendação de triagem de viajantes na saída desses países. Os profissionais de saúde com destino as áreas afetadas devem se deslocar apenas em missão oficial do Ministério da Saúde. Em casos suspeitos de ebola deve ser feito o isolamento nos pontos de entrada e os países devem estar preparados para detectar, investigar e atender casos de ebola, incluindo a qualificação de laboratórios de referência”, explica a assessoria de imprensa da Anvisa. ESCLARECIMENTO A transmissão do ebola ocorre somente por meio de contato direto com fluidos corporais – sangue, fezes, suor, sêmen, saliva – de uma pessoa ou animal infectados, vivos ou mortos, ou ainda por contato direto com objetos contaminados como agulhas, lençóis ou roupas sujas. O vírus não é transmitido pelo ar, água, alimentos ou vetores e a transmissão só ocorre após início dos sintomas no infectado. “Os grupos de maior risco nos surtos na África são os profissionais de saúde e os parentes, vizinhos e membros da mesma comunidade. O vírus ebola é facilmente inativo por sabão, água sanitária, luz solar ou secagem”, explica. Em casos de passageiros com suspeita de estar com a doença em portos e aeroportos, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) deve realizar o primeiro atendimento e a remoção para a unidade de referência. No caso de Alagoas, o Hospital Escola Dr. Hélvio Auto. Hélvio Auto recebe equipamentos adequados O Ministério da Saúde recomendou que todos os estados do Brasil preparem uma estrutura para receber possíveis pacientes com suspeita de ebola. O alerta foi dado depois do primeiro caso de suspeita do vírus no país - já descartado após resultado de exames. Em Alagoas, o Hospital Escola Dr. Hélvio Auto já isolou uma ala para realizar os primeiros atendimentos. De acordo com a assessoria de imprensa, o hospital já recebeu todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material foi providenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) na sexta-feira passada (10). A assessoria do hospital informou que recebeu duas caixas contendo 100 aventais cirúrgicos com especificação: material SMS 100% Polipropileno em tamanhos M e G; 50 unidades de protetor facial; 100 unidades de luvas nitrílicas; 20 unidades de respirador PFF-2S com válvula; 80 unidades de respirador PFF sem válvula. O Hospital informou ainda que está aguardando a chegada de cobre-botas para que os trajes fiquem completos. Os servidores do setor da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital Hélvio Auto já estão organizando a montagem dos kits para o uso dos profissionais que passaram por capacitação. De acordo com o médico infectologista Fernando Maia, o hospital se preparou para isolar pessoas com suspeita de ebola e profissionais foram capacitados. “É um vírus altamente contagioso e que tem uma capacidade de dispersão muito grande, por isso essa preocupação em manter a pessoa isolada. Apesar dessa característica, eu não acredito que o vírus se instale assim tão rápido no país. Além disso, ainda não confirmaram se o paciente do Paraná está mesmo com a doença”.
13 Outubro 2014 15:01 Ao contrário do que muita gente pensa, as passagens áreas para voos noturnos não são as mais baratas. Muito pelo contrário. Em alguns casos, podem chegar a ser 190% mais caras em relação aos tíquetes para viagens diurnas ou vespertinas. É o que aponta uma pesquisa da agência virtual ViajaNet, que apurou os valores praticados pelo mercado em simulações de compras de hoje até o fim do ano. Um trecho do Rio de Janeiro para Recife, por exemplo, custa em média R$ 260 para um voo na parte da manhã efetuado para essa semana. Na madrugada, o valor para o mesmo percurso e na mesma data chega a custar mais de R$ 770, uma diferença de mais de 190%, quase o triplo do valor. Na ponte aérea mais movimentada do País (Rio-São Paulo), também há diferença significativa no custo das passagens se comparar os voos noturnos com os diurnos. Na madrugada, o tíquete custa cerca de R$ 235 para uma viagem no mês de outubro, enquanto que, tanto no período da manhã quanto da tarde, o mesmo trecho sai por aproximadamente R$ 80. Outro trecho analisado é Brasília-São Paulo. O valor do voo na madrugada no começo de outubro é de cerca de R$ 160, enquanto que, nos demais períodos, a passagem custa uma média de R$ 107. Embora a compra de passagens aéreas com antecedência tenha descontos, uma viagem para dezembro também tem diferença nos valores de voos noturnos e diurnos. De São Paulo para o Rio de Janeiro, um tíquete para a madrugada sai por cerca de R$ 100 (se adquirido hoje), enquanto que o período da manhã e da tarde custa por volta de R$ 70, caso a compra seja efetuada hoje.
13/10 - 15:54
Voos noturnos podem ser até três vezes mais caros, diz pesquisa


Por: Samantha Chuva
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Embora 2014 tenha sido um ano complicado devido à Copa do Mundo e as Eleições, Dilson Verçosa, diretor Regional de Vendas para o Brasil da American Airlines, destacou que os voos estão operando bem e que a companhia vem apresentando ocupação alta, com um crescimento de 15% em passageiros e em receita em relação aos dados de 2013. Segundo Verçosa, a partir de dezembro, a aérea passará a operar em um novo destino no Brasil, completando 10 cidades brasileiras onde a companhia atua. "A partir do dia 02 de dezembro vamos inaugurar o voo Campinas - Nova York, três vezes na semana; e a rota Campinas - Miami, com frequência diária", destacou o diretor. Ainda, de acordo com Dilson Verçosa, outra novidade para dezembro é que a companhia passará a utilizar o Boeing 777-200 no voo entre Rio de Janeiro e Miami. Já em fevereiro de 2015, as aeronaves do Rio de Janeiro passarão a contar com a moderna poltrona na classe executiva que deita 180º, se transformando em uma cama. "Neste momento, estamos focando mais em fazer modificações e melhorias voltadas para as aeronaves", afirmou o diretor. Verçosa ainda afirmou que até 2018 a companhia receberá 500 novos aviões. Até o momento, a American Airlines já recebeu 85 novas aeronaves. E, em 2016, a aérea vai começar a operar o Airbus A350, que ainda não possui rota definida. Além do Boeing 787, que deve entrar em operação em novembro deste ano no mercado doméstico e, futuramente, passará a atuar no mercado internacional.
13/10 - 11:29 De acordo com o Anuário do Transporte Aéreo de 2013, o mercado internacional atingiu o maior nível de oferta dos últimos 10 anos, chegando a 140 mil voos realizados. As empresas brasileiras foram responsáveis por 29,9% dos voos internacionais, ante uma participação de 29,5% em 2012. Isto se deve a um aumento de 2,61% na quantidade de voos ofertados pelas nacionais ante a um aumento de apenas 0,9% do número de voos ofertados pelas estrangeiras, segundo o Anuário do Transporte Aéreo de 2013 da ANAC. O continente com o maior número de voos com origem ou destino no Brasil foi a América do Sul, seguido de América do Norte e Europa. Considerando os países individualmente, o maior volume de voos se concentrou entre Brasil e Estados Unidos com 28,5 mil voos, sendo a Argentina o segundo destino, registrando 26,8 mil voos. Europa, América do Sul e América do Norte foram os continentes que registraram a maior quantidade de passageiros pagos transportados em voos internacionais com origem ou destino no Brasil em 2013, com 5,76 milhões, 5,67 milhões e 5,40 milhões, respectivamente. Estados Unidos (4,95 milhões), Argentina (2,82 milhões) e Portugal (1,57 milhões) foram os países com a maior movimentação de passageiros de ou para o Brasil em 2013.
13/10 - 11:22
Por: Luiz Marcos Fernandes
![]() Volume de passageiros cresceu mais de 200% nos aeroportos do país em 10 anos |
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulga hoje o Anuário Estatístico do Transporte Aéreo de 2013. Entre as principais informações disponíveis no Anuário destaca-se a demanda doméstica do transporte aéreo de passageiros. Entre 2004 e 2013, em termos de passageiros-quilômetros pagos transportados (RPK), a demanda apresentou alta de 203%, trata-se do maior nível dos últimos dez anos, com índice médio de 13,1% ao ano. Neste mesmo período, o crescimento anual do transporte aéreo doméstico representou mais de 3,7 vezes o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e mais de 13 vezes o crescimento da população. Segundo o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, atualmente, o setor aéreo atende mais de 100 milhões de passageiros, contra 40 milhões em 2002. “Nos últimos anos a aviação passou por um crescimento significativo no número de usuários, resultado dos avanços nas políticas tarifárias que permitiram a oferta de bilhetes a valores mais acessíveis”, declarou Sanovicz PASSAGEIROS - A quantidade de passageiros pagos transportados em 2013 atingiu o maior número da história da aviação brasileira. No total, mais de 109,2 milhões de passageiros foram transportados em 2013, no qual foram quase 90 milhões de passageiros em voos domésticos e 19,2 milhões em voos internacionais. Somando os números dos últimos dez anos, o crescimento foi de 165%. Confira outros dados que constam do anuário: FROTA - Ao final de 2013, a frota das empresas brasileiras atingiu 563 aviões, um acréscimo de 8,7% em relação ao número apresentado em dezembro de 2012, segundo o Anuário do Transporte Aéreo de 2013 da ANAC. Aeronaves com capacidade entre 101 e 150 assentos de passageiros representaram 31%, enquanto aquelas com capacidade de 151 a 200 assentos representaram 40%. A Airbus foi a líder em quantidade de aeronaves operadas por empresas brasileiras no país em 2013, com 37,3% do total, seguida da Boeing, com 32,5%. A Embraer foi a terceira fabricante com mais aeronaves em operação no Brasil em 2013, com 14,6% de participação. AEROPORTOS - Os 20 maiores aeroportos brasileiros abrigaram 79,61% das decolagens de voos domésticos do país em 2013, segundo o Anuário do Transporte Aéreo de 2013 da ANAC. Destes aeroportos, oito encontram-se na Região Sudeste, quatro na Região Nordeste, três na Região Centro-Oeste, três na Região Sul e dois na Região Norte. Os dois aeroportos com maior número de decolagens foram os de Guarulhos e Congonhas, respectivamente, que juntos representaram 18,55% das decolagens em etapas domésticas de voos. Os aeroportos de São Paulo movimentaram cerca de 254 mil voos, mais do que o dobro dos registrados pelos aeroportos do Rio de Janeiro, estado que foi o segundo colocado do ranking de aeroportos com aproximadamente 106 mil voos movimentados. Um total de 147 aeroportos recebeu voos domésticos regulares e não-regulares em 2013. O estado com o maior número de aeródromos públicos utilizados foi o Amazonas, com 19, seguido por Minas Gerais (15), Pará (12) e São Paulo (11), segundo o Anuário do Transporte Aéreo de 2013 da ANAC. A Região Norte movimentou cerca de 80.6 mil voos em 2013 e registrou o embarque de aproximadamente 5,6 milhões de passageiros que pagaram por seus bilhetes. No transporte de cargas domésticas, a rota Manaus – Guarulhos (SP) foi a mais utilizada dentro do país, atingindo 43,7 mil toneladas transportadas. Os aeroportos do estado da Bahia foram o que mais movimentaram voos domésticos na Região Nordeste do País em 2013, segundo o Anuário do Transporte Aéreo de 2013 da ANAC. Foram cerca de 55,6 mil voos domésticos (entre decolagens e pousos) registrados contra 34,9 mil voos domésticos do segundo estado colocado, Pernambuco (PE). Em toda a Região Nordeste foram registrados cerca de 166 mil voos domésticos, sendo a segunda região com maior número de voos domésticos no país, ficando atrás somente da Região Sudeste, que registrou cerca de 454 mil voos domésticos no ano de 2013. A Região Nordeste registrou o embarque de 16,9 milhões de passageiros que pagaram por seus bilhetes. A rota Salvador – Guarulhos foi a segunda que mais transportou passageiros no país em voos domésticos, com cerca de 2,3 milhões de passageiros, ficando atrás somente da ponte aérea Santos Dumont – Congonhas, com aproximadamente 4 milhões de passageiros.
13/10/2014 14:18:00 A Gol proporcionou um Dia das Crianças especial para 13 pequenos a bordo de um voo de São Paulo a Fortaleza. A surpresa, feita em parceria com a agência digital independente Riot, era o “Cata Nuvens”, que, no imaginário das crianças, transformava nuvens em algodão doce. Antes de embarcar, as crianças deram depoimentos contando sobre os maiores sonhos ao andar de avião e o mais citado foi o de tocar em uma nuvem. Após apontar o brinquedo para a janela, a criança abria uma tampa e poderia saborear a “nuvem”, feita de algodão doce. “Participar deste momento e despertar o imaginário de uma criança, realizando o sonho de poder levar um pedaço de nuvem para casa é indescritível. Além disso, transformar sonhos em realidade está no DNA da Gol”, afirmou Florence Scappini, diretora de marketing da aérea.
13/10/2014 11:21:00 A Turkish Airlines divulgou comunicado ao mercado informando que, a partir do próximo domingo (19), com o início do horário de verão, seus voos na rota brasileira serão operados também em novos horários. De acordo com a empresa, o TK16 parte de Ezeiza às 22h40 e chega em Guarulhos às 2h30, de onde parte às 4h05 para chegar em Istambul às 21h35. No sentido inverso, o TK 15 decola para a cidade turca às 9h30 e pousa em São Paulo às 17h55. A partida para Ezeiza ocorrerá às 19h30 e a chegada em Buenos Aires, às 21h15.
13/10/2014 18:14:00 A aviação comercial brasileira registrou em 2013 recorde de pontualidade dos últimos dez anos, segundo dados divulgados pela Anac. Segundo a agência, a concessão de grandes aeroportos, o direito à informação e assistência material aos passageiros em atrasos e cancelamentos, novas regras para alocação de slots, entre outras, foram alguns fatores que contribuíram com o resultado histórico. O Anuário Estatístico do Transporte Aéreo de 2013 destaca que o percentual de atrasos superiores a 30 minutos atingiu o seu menor nível desde 2004, tendo sido de 7,89% do total de voos. Isso representa uma redução de 28,9% em relação a 2004, quando o índice foi de 11,09%. “Melhorar esses índices é uma meta diária do setor de aviação civil do Brasil, porque há passageiros todos os dias, e cada vez mais”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco. “Um País continental como o nosso, no qual avião se tornou um meio de transporte de massas, tem o desafio de não apenas manter, mas de reduzir ainda mais os percentuais de atraso à medida que o sistema cresce. Mostramos na Copa que isso é perfeitamente possível com investimento em infraestrutura e planejamento da operação”, afirmou. Por: Danilo Teixeira Alves
13/10/2014 11:03:00 A Boliviana de Aviación anunciou que, entre hoje e o próximo dia 24, utilizará um B767-300 nos voos para o Brasil, operados às segundas, quartas, sextas e domingos. A aeronave possui classes executiva e econômico mas, neste momento, será comercializada apenas a econômica. “Porém, você pode oferecer um conforto superior ao seu passageiro: utilizando a tarifa da classe Y, ele viajará na poltrona da executiva (com serviço de bordo de econômica”, diz comunicado da empresa. Outras informações: (11) 3258-9443 e [email protected].
14/10/2014 02h00 BRUNA MOZER DE RIBEIRÃO PRETO Oito aeroportos que receberão investimentos do governo federal estão com as licitações para obras atrasadas, de acordo com previsão da própria SAC (Secretaria de Aviação Civil), para setembro. Os aeroportos de Araraquara (a 273 km de São Paulo), Araçatuba (a 530 km de São Paulo), Barretos (a 423 km de São Paulo), Bauru (a 343 km de São Paulo), Franca (a 400 km de São Paulo), Marília (a 444 km de São Paulo), Presidente Prudente (a 565 km de São Paulo) e Sorocaba (a 100 km de São Paulo) foram considerados prioritários e deveriam ser os primeiros a iniciar as intervenções. Nenhum deles, porém, teve o projeto, que estabelece como será a ampliação, finalizado. Somente depois disso a licitação para contratar a empresa que realizará as obras poderá ser aberta. A previsão foi feita em julho pelo ministro Moreira Franco (Aviação Civil) em reunião com prefeitos e representantes do Estado. Na época, o ministro disse que "dentro de 60 dias" os aeroportos que não enfrentassem problemas ambientais poderiam abrir licitação. O prazo venceu em setembro. O Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo), que administra os aeroportos, exceto o de Barretos, informou que somente a unidade de Prudente ainda tem pendências ambientais. As prefeituras dessas cidades confirmam a necessidade de ampliação e afirmam que aguardam os trabalhos da SAC. "Temos 1.600 empresas voltadas para manutenção de aviões, mas o aeroporto não tem sequer torre de controle. A reforma é urgente", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de Sorocaba, Geraldo Almeida.
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Edson Silva - 23.jul.2014/Folhapress
O aeroporto de Araraquara, que está com licitação atrasada |
Ribeirão também é considerado prioridade pelo governo federal, mas não está entre os oito aeroportos com prazo para setembro. O Leite Lopes já teve seu projeto finalizado e passa por mais uma análise. PROGRAMA As obras fazem parte do programa de investimentos em logística, lançado no ano passado pelo governo. O objetivo é reformar e ampliar 270 aeroportos de cidades pequenas e médias, de forma que 96% da população esteja a menos de cem quilômetros de um aeroporto. O professor da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), Jorge Leal Medeiros, faz críticas ao programa. Para ele, o número de aeroportos projetado pelo governo é alto. "Para o transporte aéreo regional, é preciso ter demanda", afirmou Medeiros, que atua na escola com a área de aviação e transporte aéreo.








