AeroClipping, quinta-feira, 02/10/14 - ano XII - nº 269

Fonte
  • Menor Pequena Medium Grande Maior
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times

O Estado de S.Paulo

Aviões da Gol aderem ao Outubro Rosa

Gol inicia voos para Carajás e Altamira

Cias aéreas dos EUA mantêm contato com governo sobre preocupações com Ebola

Folha de São Paulo

'Tornadinho' fecha aeroporto e provoca danos em Brasília

TAM não recorre de condenação por cartel e faz acordo com o Cade

O Globo

Tarifa maior, mesmo serviço

G1

Acidente de avião deixa quatro mortos na Amazônia equatoriana

Cenipa aponta clima e falha dos pilotos em acidente com avião em MG

Pista do aeroporto de Rio Branco será interditada no dia 6

Monomotor com conselheiro do TCE bate em arbusto e roda em aeroporto

Valor Econômico

Embraer prepara a apresentação oficial do KC-390

Jornal do Commercio - PE

Iata: economia fraca no Brasil afeta frete aéreo na América Latina

O Povo - CE

Mesmo depois de pedir desculpas, TAP volta a fretar voos

A Tarde - BA

Gol terá 8 voos semanais para República Dominicana

Bahia Econômica

Primeiro voo entre Feira de Santana e Salvador é realizado

Jornal de Turismo

American airlines oferecem viagem para crianças especiais

Acordo entre Puerto Rico e Copa Airlines aproxima brasileiros


O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2014 | 16:55

Aviões da Gol aderem ao Outubro Rosa

Empresa mobiliza clientes e funcionários para a campanha de prevenção ao câncer de mama

BLOGS


Avião da Gol com o logo da campanha Outubro Rosa

SÃO PAULO – Dois aviões da GOL vão voar durante o mês de outubro com adesivos na fuselagem em formato da fita rosa símbolo da prevenção e conscientização do câncer de mama.


A empresa também iniciou ações de incentivo aos clientes e funcionários na campanha intitulada Outubro Rosa.


Durante o mês, os comissários transmitirão mensagens durante os voos em apoio à causa. No site da empresa e nas redes sociais, há mensagens e link para doações em favor da campanha. No dia 15 de outubro, acontecerá o Dia Rosa na GOL, quando todos os colaboradores que não utilizam uniformes serão convidados a vestir rosa.


As ações são promovidas pela GOL em parceria com a associação Américas Amigas, que luta contra a doença no Brasil.


O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2014 | 18h 29

Gol inicia voos para Carajás e Altamira

LUCIANA COLLET - Estadão Conteúdo


A Gol anunciou que a partir desta quarta-feira, 01, hoje passa a operar voos em Carajás e Altamira, no interior do Pará. Conforme a companhia, as novas operações visam atender à demanda corporativa da região e estão alinhadas com a estratégia da empresa de ampliar sua atuação em mercados considerados importantes, como o Pará.


Com essas duas localidades, a companhia passa a ter cinco destinos no estado, incluindo Belém, Santarém e Marabá. Os voos em Carajás com destino a Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Belém estarão disponíveis às segundas, quartas, sextas e domingos. Já os voos com origem em Altamira com destino à Brasília, Rio de Janeiro e Belém serão realizados às terças, quintas e sábado.


A Gol lembra que Carajás e Altamira abrigam dois grandes empreendimentos: operações de mineração da Vale e a hidrelétrica de Belo Monte. "Em abril deste ano foram anunciadas obras de melhorias e expansão no Complexo de Mineração Carajás, com previsão de início em 2016. Estima-se que as obras devem promover a criação de 30 mil empregos diretos na região", citou a aérea, que comenta ainda que em Altamira, mais de 29 mil trabalhadores foram recrutados para a construção da usina hidrelétrica, que deve começar a gerar energia no início de 2015.


A Gol tem centrado sua atenção no mercado corporativo, que gera maior rentabilidade. Os esforços têm garantido bons resultados para a companhia, que no segundo trimestre registrou um crescimento do yield (indicador de tarifa) da ordem de 17% frente igual período do ano passado, colaborando para uma expansão de 30% na receita de passageiros por assento-quilômetro oferecido (Prask).


Além disso, os novos destinos também ajudam a incrementar a malha regional da companhia, enquanto o setor aguarda o andamento do plano de aviação regional do governo federal, que prevê subsídios para rotas entre cidades pequenas e médias do interior e destas para as capitais. Até agora a Gol atendia a 22 destinos considerados regionais.


O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2014 | 15h 54

Cias aéreas dos EUA mantêm contato com governo sobre preocupações com Ebola

REUTERS


Diversas grandes empresas aéreas dos Estados Unidos afirmaram nesta quarta-feira que estão em contato próximo com funcionários federais norte-americanos do setor de saúde sobre preocupações com viagens relacionadas ao Ebola, após um viajante infectado com o vírus mortal ser diagnosticado no país.


O paciente, hospitalizado em Dallas, voou da Libéria por Bruxelas até o Texas, segundo o ministro de informações da Libéria. Funcionários de saúde dos EUA afirmaram que não deve haver risco a passageiros que o acompanharam, uma vez que o paciente começou a exibir os sintomas apenas após sua chegada.


Mas as ações das principais companhias aéreas dos EUA chegaram a cair quase 4 por cento nesta quarta-feira com temores de que o pior surto conhecido de Ebola além da África Ocidental possa deixar consumidores com receio de viajar.


"As pessoas estão nervosas sobre (o primeiro caso de Ebola detectado nos Estados Unidos) e o que isso significa", disse Michael Derchin, analista da CRT Capital Group.


Ainda assim, Derchin disse que o mercado reagia exageradamente.


"Eu ficaria surpreso se houver qualquer impacto nas viagens", disse.


A JetBlue Airways e a American Airlines disseram que estão seguindo de perto recomendações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).


A Airlines for America, grupo que representa o setor, também está coordenando com o CDC quaisquer medidas do governo relacionadas às preocupações sobre o Ebola, disse o porta-voz da JetBlue Morgan Johnston.


"Seguimos as recomendações (colocadas) em vigor pelo CDC especificamente para companhias aéreas, e trabalhamos com nossas equipes para proteger a saúde de nossos clientes e funcionários", disse o porta-voz da American Airlines Josh Freed.


O CDC está trabalhando com agentes alfandegários e de proteção de fronteiras dos EUA para identificar potenciais vítimas e alertar outros viajantes da ameaça à saúde.


Folha de São Paulo

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014

'Tornadinho' fecha aeroporto e provoca danos em Brasília

Fenômeno, inédito na capital, durou entre 5 e 10 minutos e foi fraco, segundo o Inmet

DE BRASÍLIA


Um pequeno tornado atingiu uma área próxima ao aeroporto de Brasília na tarde desta quarta-feira (1º).


O local ficou fechado por cerca de uma hora e meia e nove voos que pousariam na capital foram deslocados para Goiânia e Confins (MG).


De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o tornado durou entre 5 e 10 minutos e foi classificado como fraco na escala de intensidade.


É a primeira vez que o fenômeno é registrado na capital, diz o instituto.


"Ele acontece em decorrência do contraste das temperaturas elevadas nos últimos dias e da umidade. É um fenômeno quase instantâneo e se dissipa rápido", disse a meteorologista Maria das Dores de Azevedo.


Durante a tarde, houve forte chuva, queda de granizo e ventania na cidade. Uma equipe dos bombeiros de Brasília registrou o fenômeno.


Em nota, a empresa concessionária do aeroporto de Brasília, Inframerica, informou que os ventos atingiram velocidade de cerca de 100 km/h naquela área.


Com a força das rajadas, alguma telhas foram arrancadas e a chuva atingiu guichês de companhias aéreas.


"Devido aos fortes ventos, a água da chuva chegou a entrar no piso de desembarque e a situação foi controlada rapidamente com reforço de equipe para limpeza e retirada da água", diz trecho da nota da Inframerica.


Parte da cobertura do estacionamento do aeroporto desabou sobre veículos.


"A concessionária está avaliando os danos causados. Os donos de automóveis atingidos serão todos ressarcidos", diz a nota.


NA INTERNET

Veja imagens do tornado

folha.com/no1525635


Folha de São Paulo

01/10/2014 22h44

TAM não recorre de condenação por cartel e faz acordo com o Cade

RENATA AGOSTINI

DE BRASÍLIA


A companhia aérea TAM desistiu de recorrer à Justiça contra a decisão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) que a condenou por formação de cartel em 2004.


A empresa vinha tentando sem sucesso anular a decisão, que envolvia o pagamento de R$ 633,7 mil em multa. Decidiu então encerrar a disputa e firmar um acordo com o órgão antitruste.


Com isso, concordou em pagar R$ 1,2 milhão, referente à multa aplicada na ocasião e como garantia de que cumprirá outras exigências feitas pelo Cade no momento da decisão.


Os temos do acordo foram aprovados pelo Tribunal do Cade nesta quarta-feira (1º). O valor, segundo o órgão, já foi depositado em juízo.


A TAM foi condenada por formar um cartel com as companhias Transbrasil, Varig e Vasp para inflar os preços das passagens na ponte aérea Rio-São Paulo (rota entre os aeroportos Santos Dumont e Congonhas).


Segundo investigação do órgão antitruste, as quatro empresas reajustaram os preços das passagens em 10% uma semana após a realização de uma reunião entre seus dirigentes em agosto de 1999.


Pelo acordo firmado, a TAM deve ainda publicar comunicado em seu site durante um mês, informando sobre as condições do acerto com o Cade.


Segundo o procurador-chefe do Cade, Victor Rufino, o acordo "resolve um litígio antigo e satisfaz a decisão do Cade em condições razoáveis para ambas as partes".


A TAM informa que irá cumprir o acordo homologado pelo Cade após a sua assinatura.


O Globo

2 out 2014

Tarifa maior, mesmo serviço

Taxa de embarque da Infraero subirá 7,93%. Nova regra não prevê meta de qualidade

GERALDA DOCA

geralda@ bsb.oglobo.com. br


As tarifas de embarque dos 60 aeroportos da Infraero subirão em novembro e em janeiro. Nova regra de reajuste não prevê, porém, contrapartida de melhora nos serviços. -BRASÍLIA- As tarifas de embarque na rede de aeroportos administrados pela Infraero vão subir 7,93% até o fim deste ano e deverão ser remarcadas novamente em janeiro de 2015. Atualmente, os passageiros pagam R$ 21,57 nos embarques domésticos e R$ 74,72 nos voos internacionais, nos aeroportos listados na categoria 1 operados pela empresa, como Santos Dumont, Congonhas, Salvador, Recife, Fortaleza, Manaus, Curitiba e Porto Alegre. Com o reajuste deste ano, o voo doméstico terá taxa de R$ 23,28, e o internacional, de R$ 80,64.

fabio rossi/7-2-201


Regras diferentes. Passageiros fazem check-in no Aeroporto Santos Dumont: terminais privados já reajustaram tarifas, mas precisam cumprir melhorias previstas no contrato de concessão

O aumento consta de uma proposta de resolução prestes a ser aprovada pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A resolução criará um novo modelo de revisão tarifária nos aeroportos públicos, que estão fora dos regimes de concessão ou autorização. As tarifas nos aeroportos operados pela Infraero estão congeladas desde 2012, no aguardo da aprovação da nova regra.


De acordo com o texto da resolução, que foi submetido à consulta pública, o reajuste das tarifas será autorizado uma vez por ano (em janeiro), com base na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação, descontados os ganhos de produtividade, medidos pelo chamado fator “X”. A cada cinco anos, haverá a revisão desse parâmetro para valer nos cinco anos seguintes. Um dos objetivos da nova resolução é criar um modelo de regulação das tarifas aeroportuárias mais adequado à nova estrutura do mercado, diante do processo de concessões no setor, iniciado em 2012.


ESTATAL ADMINISTRA 60 TERMINAIS

Entretanto, ao contrário dos operadores privados, a nova metodologia não exige da Infraero o atendimento de requisitos de qualidade do serviço prestado aos usuários, para fins de definição dos preços das taxas aeroportuárias, o fator “Q”. São exemplos de requisitos de qualidade: bom funcionamento de elevadores, escadas rolantes, esteiras e processamento de bagagens; limpeza; informação aos usuários; conforto térmico e acústico; disponibilidade de carrinhos de bagagem, de vagas para estacionamento para veículos; e variedade de lojas e praças de alimentação, entre outros.


Na justificativa da resolução, a Anac alega que falta uma regulamentação específica que permita medir a qualidade do serviço nos aeroportos administrados pela Infraero. No caso dos aeroportos privatizados, os requisitos de qualidade estão listados nos contratos de concessão. O não cumprimento dos itens pode levar à penalização dos operadores.


Procurada, a assessoria de imprensa da Anac informou que estuda uma regra específica para fixar requisitos de qualidade para os aeroportos da Infraero, a serem exigidos futuramente. O tema deverá ser submetido à audiência pública.


Nos seis aeroportos concedidos ao setor privado — Brasília, Viracopos, Guarulhos, Galeão, Confins e Natal — os aumentos já ocorreram, conforme a data de assinatura dos contratos, considerando a inflação. Os fatores de produtividade e qualidade serão levados em conta nos próximos reajustes, de acordo com as regras contratuais.


Nos 60 aeroportos geridos pela Infraero, o primeiro aumento deverá ser autorizado pela Anac neste mês, com previsão para vigorar em novembro, com base na inflação de 2012 e 2013. O segundo vai depender do índice de preços acumulado neste ano. A Infraero defendia um aumento imediato de 12,09% (apenas a reposição da inflação), sem descontar a produtividade, sob o argumento de que a empresa perdeu receitas com a entrega dos principais aeroportos ao setor privado e passou a dar prejuízo, mas não deve ser atendida.


Além das taxas de embarque, os serviços de armazenamento e capatazia serão reajustados em 12% nos aeroportos administrados pela Infraero. As tarifas de pouso e permanência das aeronaves, pagas pelas companhias aéreas, também serão elevadas em 7,93%.


Pelas regras vigentes, a Anac fixa um teto para as tarifas aeroportuárias, e os operadores têm liberdade para calibrar os valores de acordo com os horários de maior e menor demanda. No caso dos aeroportos públicos, o modelo que está sendo revisado se baseia na existência de subsídios cruzados entre os terminais, de modo a evitar um aumento maior nos aeroportos deficitários. Com a concessão dos aeroportos mais rentáveis da Infraero, esse modelo ficou prejudicado. De acordo com a justificativa da nova resolução, a receita da Infraero caiu de R$ 2,1 bilhões para R$ 1,8 bilhão, e o custo subiu de R$ 1,9 bilhão para R$ 2 bilhões, depois da privatização no setor.


O Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), abastecido com os recursos das outorgas das concessões, já tem entre suas funções investir nos terminais regionais — boa parte nas mãos da Infraero. De acordo com a justificativa da proposta, caberá à empresa adotar medidas para reduzir o custo nos aeroportos menores, de forma a assegurar a sustentabilidade financeira.


O governo desistiu, por ora, de criar um regime de contratação simplificado para a Infraero, semelhante ao adotado pela Petrobras, que dispensa o processo de licitação tradicional. A ideia era estabelecer a nova modalidade por decreto, para facilitar a contratação de fornecedores de peças de manutenção, por exemplo, com o objetivo de dar mais flexibilidade e agilidade à empresa, em um ambiente mais competitivo. As obras continuarão sendo realizadas via Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que já é simplificado.


A Infraero defendia alta imediata de 12,09%, sob o argumento de que perdeu receitas com a concessão de aeroportos ao setor privado


Números

R$ 80,64

DE TAXA

É quanto o passageiro pagará de tarifa de embarque em voos internacionais com o reajuste autorizado este ano, de 7,93%


R$ 1,8

BILHÃO

É o total de receitas da Infraero após a concessão de alguns dos principais aeroportos do país para a iniciativa privada, como Galeão, Guarulhos e Brasília. Antes, as receitas somavam R$ 2,1 bilhões


7,93%

DE ALTA

É o reajuste autorizado para as taxas de pouso e permanência das aeronaves, um valor pago pelas companhias aéreas. Os serviços de armazenamento foram reajustados em 12%


G1

01/10/2014 21h57

Acidente de avião deixa quatro mortos na Amazônia equatoriana

Avião pequeno levava seis ocupantes.

Voo tinha saído de Sarayacu, a 200 km ao sudeste de Quito.

Da AFP


Um pequeno avião caiu na Amazônia equatoriana nesta quarta-feira (1º), causando a morte de quatro de seus seis ocupantes, incluindo o piloto - informou o diretor da Aviação Civil, Roberto Yerovi, à Rádio Pública.


A aeronave caiu quando voltava da localidade de Sarayacu (200 km ao sudeste de Quito), onde uma delegação ministerial havia realizado um ato oficial de desculpas públicas aos indígenas sarayakus. Não havia ministros entre os ocupantes.


G1

01/10/2014 18h49

Cenipa aponta clima e falha dos pilotos em acidente com avião em MG

Relatório sobre queda de avião da Vilma Alimentos foi concluído.

Oito pessoas que estavam no bimotor morreram em 2012, em Juiz de Fora.

Raphael Lemos e Roberta Oliveira

Do G1 Zona da Mata


Oito pessoas morreram na queda do avião em Juiz

de Fora (Foto: Reprodução/ TV Integração)

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) disponibilizou o relatório final sobre o acidente com o avião bimotor king air, da empresa Vilma Alimentos, que matou oito pessoas em Juiz de Fora. Em 18 páginas, o documento com data de 15 de julho de 2014 detalhou e analisou as circunstâncias, atitudes e condições do clima na manhã de 28 de julho de 2012. Para os técnicos que investigaram o acidente, foram fatores determinantes as condições meteorológicas adversas, falhas de comunicação entre os pilotos e descumprimento das regras de voo.


O Cenipa advertiu que o relatório final não tem caráter de apuração de responsabilidade civil ou criminal. A investigação aponta as causas para prevenir outras ocorrências e o documento foi encaminhado para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), para a empresa dona do avião, Domingos Costa Ind. Alimentícias S.A., para a Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), para a Associação Brasileira de Táxi-Aéreo (ABTAER) e para o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III).


Na conclusão, há a recomendação de que a Anac divulgue o conteúdo durante a realização de seminários, palestras e atividades afins voltadas aos proprietários, operadores e exploradores de aeronaves que operam segundo o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC).


O G1 enviou alguns questionamentos à assessoria da Força Áerea Brasileira (FAB) e, entre eles, a data de publicação do relatório, porque em resposta para a matéria publicada em 28 de julho o setor informou que não havia ainda previsão para o encerramento da investigação. A resposta foi de que, conforme o Protocolo de Investigação de Ocorrências Aeronáuticas da Aviação Civil conduzidas pelo Estado Brasileiro, após a aprovação do Relatório Final pela Autoridade Aeronáutica, o Cenipa deve torná-lo público na sua página eletrônica na Internet. Não há menção ao prazo para a publicação.


O G1 também entrou em contato com a empresa Vilma Alimentos, dona da aeronave, para ter um posicionamento sobre os dados apontados no relatório e aguarda retorno.


O relatório

O acidente aconteceu quando o bimotor tentava o pouso no Aeroporto Francisco Álvares de Assis, o aeroporto da Serrinha, em Juiz de Fora. Na época, os dois pilotos e os seis passageiros morreram com a explosão após a queda.


Em quase dois anos de investigação, os técnicos usaram os laudos da perícia do acidente, dados do gravador de voz, as informações repassadas pela Rádio do Aeroporto de Juiz de Fora e também entrevistas com pessoas que conheciam e trabalharam com a tripulação para traçar o perfil psicológico do piloto e do copiloto, que não têm os nomes citados no texto.


Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a aeronave decolou do Aeroporto da Pampulha às 7h07, com chegada em Juiz de Fora prevista para às 7h45 e o acidente foi por volta de 8h. Na época, a gerência do aeroporto afirmou que o piloto foi avisado de que a pista estava coberta por neblina e que o aeroporto operava por instrumentos, mas após receber a informação não fez mais contato.


No site da Anac constava a informação de que o modelo, um King Air modelo B200 da empresa Vilma Alimentos, tinha certificado de aeronavegabilidade válido até 14 de agosto de 2014 e estava com a manutenção também em dia, prevista para vencer em 16/07/2017. E o piloto do bimotor também estava com toda a documentação regularizada junto à Anac.


O relatório confirmou que, durante a apresentação do plano de voo, a tripulação foi informada das condições favoráveis para pouso em Juiz de Fora. Vinte minutos depois, a tripulação não tomou conhecimento do boletim meteorológico especial que informava a piora nas condições climáticas, com névoa úmida no Aeroporto e visibilidade de 400 pés, cerca de 133 metros.


Ao se aproximar de Juiz de Fora, 30 minutos após a decolagem, os pilotos foram informados de que a visibilidade havia caído para 100 pés, cerca de 33 metros, abaixo da altitude mínima necessária para o pouso por instrumentos. Decidiram descer e sobrevoar a pista até que a névoa se dissipasse. “Durante o procedimento de descida o piloto informou ao copiloto que iria manter os parâmetros de voo previstos no procedimento e pediu que este ficasse olhando para fora, tentando obter contato visual com o terreno”, diz o texto.


A investigação destacou que ao atingir a altitude mínima de descida em Juiz de Fora, que é de 3.500 pés, ainda não havia contato visual com a pista, regra obrigatória para o procedimento. Mesmo assim, a tripulação continuou a descer e sem informar à Rádio Juiz de Fora, conforme havia sido orientada, se conseguisse ver a pista. De acordo com os dados do gravador de voz, eles receberam três avisos diferentes do sistema de alerta de proximidade com o solo do avião e não abortaram o pouso. Instantes depois, houve o acidente.


De acordo com o relatório, o primeiro impacto ocorreu entre a aeronave e uma árvore a 245 metros da cabeceira e a 3 mil pés de altitude. A seguir, o avião atingiu primeiro o teto de um quiosque da pousada, quando um pedaço da asa direita teria se desprendido, provocando vazamento de combustível e, em seguida, entrou em contato contra os fios da rede elétrica de alta tensão da referida pousada. Neste momento, as fagulhas teriam iniciado o fogo na aeronave. Após 200 metr, a aeronave bateu contra o solo e explodiu. A gravidade dos danos e a carbonização da aeronave impediram uma melhor verificação dos equipamentos e dos instrumentos. O impacto final ocorreu a 50 pés, cerca de 16 metros, abaixo do nível da pista, com a trajetória da aeronave alinhada ao eixo da pista.


Acidente Avião Vilma Alimentos Juiz de Fora 2012 3 (Foto: Reprodução/ TV Integração)

Ao longo do texto e na conclusão, de acordo com o relatório, os fatores operacionais relacionados à operação da aeronave que contribuíram para o acidente foram a ausência de condições meteorológicas mínimas para o pouso por instrumentos. Outros pontos apontados são relativos ao desempenho da tripulação, como "coordenação de cabine". Ainda segundo o texto, "falhas na comunicação entre os pilotos acabou prejudicando a construção do processo decisório" e "indisciplina de voo" porque a tripulação não informou à Rádio Juiz de Fora os procedimentos que adotaram para a descida, que foi feita sem estabelecer contato visual com a pista e o "julgamento de pilotagem", por considerar que seria possível continuar descendo nessas condições.


O acidente

Na aeronave estavam o presidente da Vilma Alimentos, Domingos Costa, de 58 anos; o filho dele, Gabriel Barreira Costa, de 14; o vice-presidente de Vendas e Marketing da empresa, César Roberto de Pinho Tavares, de 55; a gerente de Controladoria, Lídia Colares de Souza Lima, de 31, que estava grávida de dois meses; a gerente de Recursos Humanos, Adriana da Conceição Rocha Ezequiel Vilela, de 47, o analista de Geomarketing, Tiago Felipe Cardoso Bretas, de 26. Além deles, morreram o piloto Jair Barbosa, de 62; e o co-piloto, Rodrigo Henrique Dias da Silva, de 35. De acordo com a assessoria da Vilma Alimentos, os executivos viajaram para participar de um evento da empresa em Juiz de Fora.


No momento do acidente, havia 58 pessoas na pousada, mas ninguém ficou ferido.


No mesmo dia chegou a Juiz de Fora uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 3), da Aeronáutica, para recolher evidências, peças e a caixa preta do aeronave e informações para a apuração.


Área ficou isolada durante realização do trabalho de

perícia (Foto: Reprodução/ TV Integração)

Também na época, a Polícia Civil abriu inquérito. Seis testemunhas como o controlador de vôo e o proprietário do terreno foram ouvidos. Em nota oficial, a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juiz de Fora explicou o andamento a conclusão do inquérito.


“Após ouvir seis pessoas (dentre elas o operador de plataforma aeronáutica no dia do acidente, funcionários da pousada e de um condomínio próximos ao acidente, policiais militares, além do proprietário de um terreno ao lado do aeroporto), receber os laudos de necropsia dos corpos e de levantamento de local realizados, respectivamente, pelo Posto de Medicina Legal e pela Perícia Criminal ambos da 1ª DRPC e de solicitar o laudo técnico da Aeronáutica, o delegado concluiu que não havia indícios suficientes para apontar qualquer responsabilidade criminal no ocorrido, uma vez que o piloto da aeronave morreu no acidente e problemas técnicos só poderão ser constatados com a perícia especializada”, dizia o texto da nota divulgada em 22 de agosto de 2012.


Ainda no texto foi informado de que o caso seria encaminhado para a Justiça Criminal.


Acidente Avião Vilma Alimentos Juiz de Fora 2012 1 (Foto: Reprodução/ TV Integração)


G1

01/10/2014 18h20

Pista do aeroporto de Rio Branco será interditada no dia 6

Companhias aéreas se antecipam e modificam horários nesta quarta (1).

Pista ficará interditada entre 8h e 0h para manutenção, até dezembro.

Veriana Ribeiro

Do G1 AC


Companhias aéreas modificaram os hórarios de voos

(Foto: Aline Vieira/ Arquivo pessoal )

A interdição da pista de pousos e decolagens do Aeroporto Plácido de Castro, em Rio Branco, ocorrerá, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a partir da próxima segunda-feira (6), no período de 8h à 0h (horário do Acre). No entanto, as companhias aéreas se anteciparam à determinação e transferiram os voos diurnos para a madrugada a partir desta quarta-feira (1).


Até o dia 20 de dezembro serão realizados trabalhos de manutenção e reforma em 1.200 metros da pista. Segundo a Infraero, as obras de reforma são essenciais para a manutenção da segurança das operações de pousos e decolagens no aeroporto.


O órgão orienta os passageiros que compraram passagens no período da interdição dos serviços a procurar as companhias aéreas responsáveis pelos voos para obter informações sobre o remanejamento de horários.


A Infraero destaca também que se reuniu com empresas aéreas, juntamente com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para a definição de horários e detalhes sobre a interdição.


Ao G1, a Gol informa que durante a interdição do aeródromo, a companhia aérea reorganizou sua malha, cancelando e reprogramando dois voos extras para operarem dentro dos horários em que o aeroporto estará aberto para pousos e decolagens.


Ao reacomodar seus clientes, a Gol diz que prioriza voos com disponibilidade e horários mais próximos aos originais. A companhia esclareceu ainda que o fato foi informado aos seus clientes sobre possíveis mudanças em suas reservas por e-mail e telefone.


A TAM Linhas Aéreas informou ao G1 que, por conta das obras na pista, quatro dos voos sofreram modificações. Os dois voos diurnos foram cancelados e os noturnos modificados, passando a ser diários. A empresa afirmou também que está entrando em contato com os clientes com passagens já compradas para informar as mudanças.


G1

01/10/2014 15h47

Monomotor com conselheiro do TCE bate em arbusto e roda em aeroporto

Situação ocorreu na manhã desta quarta-feira, em Boquira, na Bahia.

Aeronave transportava conselheiro João Bonfim, que não se feriu.

Do G1 BA


Bahia (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias)

Um avião monomotor de modelo Cirrus atingiu um arbusto após pousar no Aeroporto de Boquira, sudoeste da Bahia, na manhã desta quarta-feira (1ª). A aeronave transportava o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), João Evilásio Vasconcelos Bonfim, e mais três pessoas, que não se feriram.


Ao G1, o conselheiro informou que a aeronave teve a asa e o trem de pouso danificados. "O pouso foi normal, porém o avião atingiu um arbusto quando estava no solo. Como estava em muita velocidade, a aeronave rodou. A área de escape está totalmente tomada por arbustos", conta.


Segundo Bonfim, ele estava a caminho de uma fazenda da família no município. "Felizmente ninguém se feriu, está todo mundo bem", acrescenta.


Avião (Foto: Wilker Porto / Brumadoagora.com.br)

 


Bahia (Foto: Wilker Porto / Brumadoagora.com.br)


Valor Econômico

02/10/2014 às 05h00

Embraer prepara a apresentação oficial do KC-390

Por Virgínia Silveira | De São José dos Campos


A Embraer está nos preparativos finais para a apresentação oficial do cargueiro militar KC-390, marcada para o próximo dia 21. Maior avião já produzido pela Embraer, o KC-390 será utilizado para transporte tático militar e também como avião de reabastecimento. O novo cargueiro vai substituir as aeronaves C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB), fabricadas na década de 70.


A cerimônia de lançamento da aeronave deverá contar com a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim, por se tratar de um projeto estratégico para o país, segundo informou sua assessoria de imprensa.


A Embraer informou que o evento está marcado para começar às 11 horas e será realizado na fábrica de Gavião Peixoto (SP), onde a empresa concentra a produção das aeronaves de defesa.


Segundo o Valor apurou, o primeiro voo da aeronave deverá acontecer três semanas após essa apresentação oficial.


O contingenciamento de verbas para a área de defesa afetou o cronograma de liberação de recursos para o projeto este ano, que chegou a acumular um atraso de R$ 500 milhões. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, para não comprometer o cronograma de lançamento e o voo do KC-390, a Embraer destinou recursos próprios para o desenvolvimento final da aeronave.


O programa de desenvolvimento e produção do jato de transporte militar KC-390 vai absorver um investimento total da ordem de R$ 12,1 bilhões. Deste valor, o contrato de produção de 28 aeronaves para a FAB, assinado este ano, representa cerca de R$ 7,2 bilhões.


A fabricante brasileira projeta uma fatia entre 15% e 20% no mercado potencial de 728 aeronaves na categoria do KC-390 para os próximos 20 anos.


Jornal do Commercio - PE

01/10/2014, às 19h15

Iata: economia fraca no Brasil afeta frete aéreo na América Latina

O volume de toneladas de carga transportada por quilômetro na América Latina cresceu apenas 1,1% em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2013

ESTADÃO conteúdo


O "desempenho anêmico" da economia brasileira e a desaceleração da atividade comercial na América Latina limitaram o crescimento do mercado de frete aéreo na região, divulgou nesta quarta-feira (1º) a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês).


O volume de toneladas de carga transportada por quilômetro na América Latina cresceu apenas 1,1% em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2013. Em julho, a associação registrou alta de 7,6% na comparação anual. A capacidade de transporte, calculada em toneladas de carga disponível por quilômetro, cresceu 7,6% na região em agosto ante o mesmo período do ano passado.


O mercado global de frete aéreo avançou 5,1% na comparação entre agosto deste ano e de 2013. A capacidade de transporte registrou uma alta um pouco menor, de 3,4%. Segundo a Iata, este foi o segundo mês de forte evolução do mercado de carregamento aéreo, impulsionado pela atividade comercial mais forte no mundo.


O Povo - CE

02/10/2014

Mesmo depois de pedir desculpas, TAP volta a fretar voos

TAP chegou a pedir desculpas, mas voltou a usar aeronave ucraniana em voos para Fortaleza

Beatriz Cavalcante

[email protected]

sidney alencar/especial para o povo


Passageiro conta que peça se desprendeu do teto da aeronave e que tripulação não deu explicações sobre o que havia acontecido

A TAP voltou a usar aviões fretados para operar a rota Fortaleza-Lisboa-Fortaleza. A empresa chegou a oficializar, junto à Secretaria de Turismo do Ceará (Setur), que tudo voltaria ao normal em agosto, mas passageiros relatam que nada mudou. Agora, também há reclamação sobre atrasos.


“No dia 23 de setembro, de Lisboa para Fortaleza, viajei em uma aeronave bem antiga, apertada, sem artifícios de multimídia e, quando estava preparado para decolar, caiu uma peça grande do teto que ficou pendurada. O comissário veio e ajeitou, mas ninguém comunicou nada aos passageiros”, conta o administrador de empresas, Sidney Alencar. Ele conta que as pessoas ficaram apavoradas em ter de viajar por sete horas naquela situação. “As reclamações eram as mais diversas, mas a gente queria era chegar em casa. Foi muita falta de respeito a gente ter pago por um avião da empresa e ter viajado em outro”.


Quem também teve problema foi a economista Franciane Fernandes. Em 9 de setembro, ela e o filho viajaram de Lisboa a Fortaleza. Além do atraso de 5 horas, eles vieram em avião fretado. “Viagem podre, nenhum conforto e avião antigo. Comprei da TAP e voei em um terrível”. Ambos os entrevistados relatam problemas apenas na vinda de Lisboa.


Segundo a companhia, os voos de Lisboa para Fortaleza são dos que têm maior taxa de ocupação na malha da TAP no Brasil. “Houve um período em que a companhia se viu obrigada a um maior recurso a fretamentos, mas esse recurso não representou menor consideração pelos passageiros”, diz a empresa, em nota.


Em agosto, conforme O POVO publicou, a TAP aguardava a entrega de seis aviões - motivo alegado para os fretamentos. A empresa diz que os equipamentos já estão operando. Para justificar novos fretes e atrasos, a empresa diz que de julho a setembro há maior intensidade no tráfego europeu. “As empresas são forçadas a recorrer a fretamentos para evitar o cancelamento de voos”.


No trecho Lisboa-Fortaleza, são utilizados aviões da companhia aérea ucraniana Windrose Airlines. “A TAP não se poupará a esforços para mostrar aos seus clientes que ultrapassado um momento difícil que a companhia atravessou continua a ser confiável e uma boa opção de transporte. Neste contexto, Fortaleza é uma dos destinos que estamos a acompanhar com maior atenção e com maior carinho”.


SERVIÇO

Canais de denúncias

Anac 0800.725.4445

Procon Fortaleza: 151


Sugestão do leitor

Esta matéria foi sugerida pelo leitor Sidney Alencar, administrador de empresas


A Tarde - BA

Qui, 02/10/2014 às 07:31

Gol terá 8 voos semanais para República Dominicana

Luci Ribeiro

ESTADÃO conteúdo


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) alocou oito frequências semanais à empresa VRG Linhas Aéreas, subsidiária da Gol, para realização de serviços aéreos mistos entre Brasil e República Dominicana. A autorização dos voos consta de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 02.


Bahia Econômica

01/10 - 17:55hs

Primeiro voo entre Feira de Santana e Salvador é realizado

ARMANDO AVENA




O voo inaugural entre as cidades de Feira de Santana e Salvador aconteceu na última terça-feira (30). A viagem é feita pela Azul Linhas Aéreas e deve acontecer às terças e quintas-feiras, com duração de cerca de 20 minutos.


A novidade foi anunciada pela Azul no final de agosto. Após iniciar a venda das passagens de ida e volta entre Salvador e Feira de Santana com valores entre R$ 1.551,07 e R$ 1.671,07, a companhia voltou atrás e retificou o preço dos bilhetes. Em uma simulação realizada pelo Correio24horas, o preço da viagem de ida e volta entre as duas cidades pode custar a partir de R$ 131,07 na tarifa promocional no site da companhia.


Este valor foi verificado para as mesmas datas da simulação anterior do Correio - entre os dias 7 e 14 de outubro. Já na tarifa flex, após a retificação, o preço da passagem fica quase quatro vezes maior - sai de R$ 131,07 para R$ 447,07. A diferença entre os preços da passagens de ônibus e avião são enormes. De acordo com a viação Santana, que realiza viagens diárias entre Salvador e Feira de Santana, o preço da passagem na categoria executiva fica entre R$ 27, 29 e R$ 27,60. A viagem dura 1h30.


Já na categoria comercial, em que o passageiro leva em médica 1h50 para se locomover entre os destinos, o custo cai ainda mais - cada trecho fica entre R$ 20,80 a R$ 21,10. (Correio)


Jornal de Turismo

01 Outubro 2014 09:23

American airlines oferecem viagem para crianças especiais


A Something mAAgic Foundation® e a American Airlines se uniram mais uma vez para oferecer a crianças com condições médicas graves e suas famílias, uma semana de férias em Orlando, na Flórida (EUA). Na última quinta-feira, 25, 36 crianças embarcaram com destino ao 19º evento anual mAAgicsm flight da Something mAAgic Foundation.


O mAAgic flight acontece em Kissimmee, na Flórida, e as famílias ficarão hospedadas no Give Kids The World Village®, um resort “de conto de fadas” com 28 hectares, vizinho às populares atrações de Orlando. As crianças participantes fazem parte do program Kids In Needsm da American Airlines. Até hoje, mais de 435 crianças já participaram do evento que acontece anualmente.


Duas crianças brasileiras, Beatriz Alves dos Santos e Isabella Alves Moreira Costa, participam da ação, com saída de São Paulo e do Rio de Janeiro, e foram recepcionadas por uma série de ações especiais preparadas pelos funcionários de várias áreas da American Airlines. As passageiras especiais e os demais clientes do voo desfrutaram de uma minifesta no portão de embarque, com direito a guloseimas e decoração especial.


Vinte e cinco aeroportos de toda rede da American Airlines e da American Eagle celebraram a saída das famílias de suas cidades. Voluntários da Something mAAgic, formados por funcionários da American Airlines, da American Eagle e da American Airlines Federal Credit Union, trabalharam juntos para tornar o momento ainda mais especial nos aeroportos, os locais foram personalizados e decorados para receber cada criança. Fileiras de espectadores, voluntários dos aeroportos e famílias comemoraram a partida das crianças para o Aeroporto Internacional de Orlando, onde terão uma “mAAgica”.


“É extremamente recompensador ver o sorriso no rosto dessas crianças e ficamos felizes em participar dessa iniciativa tão especial” afirma César Marchese, gerente geral de Operações da American Airlines no Aeroporto Internacional de Guarulhos.


“Ficamos muito felizes em participar de uma ação tão gratificante. A equipe da American tem muito orgulho em fazer parte da realização do sonho dessas crianças”, complementa Elio Hamaoka, gerente geral da American Airlines no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antonio Carlos Jobim.


Durante sua estada no Give Kids The World Village, as famílias terão acomodações em individuais e as refeições serão realizadas no Gingerbread House Restaurant e no Katie’s Kitchen. O Village inclui diversas opções de entretenimento, incluindo parque aquático, sorveteria Ice Cream Palace, poço de desejos, campo de minigolfe com dinossauros e um parque aquático. Tudo isso adaptado para crianças com necessidades especiais.


"Somos muito gratos à Something mAAgic Foundation e estamos ansiosos para receber esses 36 crianças e suas famílias", disse o presidente do Give Kids The World Village Pam Landwirth.


“Nós desenvolvemos um relacionamento maravilhoso com o Give Kids The World Village ao longo dos últimos 16 anos", disse a presidente da Something mAAgic Foundation Krista Leap. "Estamos muito honrados em celebrar com as crianças e suas famílias e proporcionar-lhes um vôo inesquecível e uma ótima semana em Orlando".


No ano passado, mais de 900 funcionários de todo o mundo cederam seu tempo para apoiar o mAAgic flight. Neste ano, o mAAgic flight está patrocinando os sonhos de crianças dos Estados Unidos, Argentina, Brasil, Panamá e Peru.


Jornal de Turismo

01 Outubro 2014 10:37

Acordo entre Puerto Rico e Copa Airlines aproxima brasileiros


Viajar para a charmosa ilha do Caribe está mais fácil a partir de convênio firmado com a principal linha aérea do Panamá. Segundo a diretora executiva da Companhia de Turismo de Puerto Rico - CTPR, Ingrid Rivera Rocafort, estimulará as viagens para o destino através da América Latina, com ênfase em três mercados: Brasil, Chile e Panamá. “Queremos que o viajante de toda a América se sinta motivado a conhecer Puerto Rico, um destino no centro do Caribe com ampla variedade de experiências cinco estrelas”, ressalta a diretora.


“Para a Copa Airlines, Puerto Rico é uma opção de grande importância. Com mais de 25 anos de operação na ilha, temos unido o Caribe com as Américas Central e do Sul”, sintetiza Héctor Busquets, Gerente Geral da Copa Airlines em Puerto Rico. Ao complementar que a aliança estabelecida tem como principal objetivo promover o destino e fortalecer sua indústria turística, que tanta importância tem para a localidade.


Ingrid Rivera Rocafort explica que o Brasil foi selecionado por tratar-se de um grande mercado emissivo de turistas, cujo crescimento foi exponencial na última década. “O turista brasileiro busca uma oferta ampla direcionada ao mercado de compras, vida noturna, gastronomia e praia, atrativos que encontram em Puerto Rico”, salienta a titular do CTPR. Também relaciona dois outros fatores como tempo de permanência e gasto por turista do viajante como alicerces da economia local.


A partir de San Juan, capital de Puerto Rico, a Copa Airlines oferece 18 frequências semanais, sem escalas e conexões até o Panamá. O trecho é operado por aeronaves B-737-700/800 e Embraer 190, que incluem primeira classe e classe turística, sem taxas para bagagem.