O Estado de S.Paulo
Jato cai no RJ e ocupantes são resgatados com vida
Após 14 dias, pilotos da Air France encerram greve
TJ manda TAM indenizar cliente por troca de horário de voo
Incêndio em centro de controle fecha aeroportos em Chicago
Airbus diz que pode conquistar novo cliente para A380 até final do ano
Dreamliner faz pouso de emergência na Escócia após alerta de incêndio
Anac aumenta número de slots no aeroporto de Congonhas em horários mais movimentados
Folha de São Paulo
Caça da Força Aérea faz voos rasantes no Campo de Marte
Empresas só poderão liberar celular em voo após análise
Mais magro, gato sumido após voo é achado em armadilha no aeroporto
O Globo
Azul anuncia fim das operações em São José dos Campos
Aeroportos têm 53 colisões com aves este ano
Judeus ultraortodoxos transformam voo Nova York-Tel-Aviv em pesadelo
G1
Passageiros de voo que teria bomba a bordo, em RO, falam sobre descaso
Pneu de avião estoura em pouso e atrasa voo no aeroporto de Rio Preto
Dois aeroportos do TO aparecem em ranking de maior potencial no país
Viracopos realiza simulação de emergência com 250 envolvidos
Após atraso em voo da TAM, corpo de criança é enterrado em Salvador
Jornal de Roraima
Aeronave a energia solar vai dar volta ao mundo
Diário do Amazonas
Obra no aeroporto de Ji-Paraná vai custar R$ 14 milhões diz Infraero
Diário de Pernambuco
Azul Cargo tem primeira aeronave própria para cargas
Jornal da Paraíba
Uso do ILS é parcial em aeroporto
Correio da Paraíba
E-gates são testados no aeroporto de Cumbica em São Paulo
Hoje em Dia - MG
Helibras nacionaliza 20% de aeronave de uso militar
Circuito Mato Grosso
Aeronave de Riva pode nunca ser encontrada
Gazeta Digital - MT
Previstas para a Copa, obras ficam para 2016
Panrotas
Etihad recebe 1º B-787 “Facetas de Abu Dhabi“
Portal UOL
Airbus deve receber certificação para jato A350 na 3ª-feira
28 Setembro 2014 | 21h 01
Jato cai no RJ e ocupantes são resgatados com vida AE - ESTADÃO CONTEÚDO Uma aeronave de pequeno porte caiu na tarde deste domingo (28) nas proximidades da Praia do Perigoso, em Barra de Guaratiba, zona oeste do Rio. Geraldo L. da Silva, 61, e Everaldo P. Costa Filho, 61, foram resgatados com vida e encaminhados para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul da cidade. Não há no momento informações sobre o estado de saúde deles. De acordo com a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu numa área de mata. O resgate foi realizado pelos bombeiros do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), que foi acionado às 14h47.
28 Setembro 2014 | 11h 33 ESTADÃO CONTEÚDO Os pilotos da Air France decidiram encerrar a greve iniciada há duas semanas, mesmo após categoria, governo e companhia não terem chegado a um acordo em relação aos funcionários da Transavia Airlines, operadora de baixo custo da empresa francesa. Os funcionários da organização sindical da categoria (SNPL, na sigla em inglês) disseram neste domingo que retomariam suas atividades, após a paralisação por 14 dias que forçou a Air France mais da metade de seus voos. A estimativa é de que a greve tenha causado um prejuízo de € 20 milhões por dia à companhia aérea. O porta-voz da SNPL, Guillaume Schmid, informou que o sindicato pretende seguir com as negociações para que os pilotos da Transavia recebam as mesmas condições trabalhistas do que os funcionários da Air France. A companhia comemorou o fim da greve, que considerou "cara e prejudicial", acrescentando que mantém os planos de expandir o número de voos da Transavia na França. A Air France disse que deve levar de dois a três dias para retomar totalmente os serviços impactados pela paralisação. O primeiro-ministro da França, Manuel Valls, afirmou que "a firmeza do governo permitiu que a empresa reafirmasse seu plano de desenvolvimento estratégico". O governo francês detém uma participação de 15,9% na controladora da Air France, Air France-KLM SA. Como muitas companhias aéreas da Europa, a Air France busca uma reestruturação para competir com rivais de baixo custo, como a Ryanair Holdings e a easyJet. Um plano lançado em 2012 conseguiu reduzir as perdas, mas no primeiro semestre deste ano a empresa registrou um prejuízo líquido de 614 milhões de euros. Agora, a Air France planeja transferir parte de seus serviços para suas unidades de baixo custo, como a Hop! e a Transavia Airlines, em uma tentativa de controlar os custos e recuperar a participação de mercado.
26 Setembro 2014 | 18:23 REDAÇÃO Por Julia Affonso O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a TAM indenize um cliente de São Paulo que perdeu voo de conexão por alteração do horário de decolagem. O valor é de R$ 10 mil, por danos morais. No processo, segundo o TJ, o passageiro conta que adquiriu duas passagens aéreas para a Bolívia. Ele afirma que a TAM mudou a conexão do voo de retorno ao Brasil, impondo um horário difícil de ser cumprido, com intervalo de poucos minutos entre uma aeronave e outra. O passageiro diz ter sido obrigado a permanecer no aeroporto por 12 horas, sem auxílio necessário, e por isso acabou comprando passagens de outra companhia. O relator da apelação da empresa, Sebastião Junqueira, entendeu que a indenização é devida porque ficou claro que o passageiro sofreu transtornos e aborrecimentos com a perda da conexão e a espera para o embarque no novo voo contratado. “Os bilhetes emitidos não são de fácil compreensão, mas demonstram que a apelante seria a responsável pelo transporte no trajeto entre Santa Cruz e Assunção e, como bem ponderado pelo magistrado, o contrato de transporte da apelante encontra-se na mesma cadeia de consumo que integra o transporte do autor da cidade de La Paz até São Paulo, com as conexões nele previstas”, observou. “A companhia aérea deve zelar pela prestação de serviços eficientes e responder por danos provocados a seus clientes.” Com a palavra, a TAM. A empresa informou que se manifestará nos autos do processo.
26 Setembro 2014 | 13h 27 MARY WISNIEWSKI - REUTERS Um incêndio em um centro de controle de tráfego aéreo nos arredores de Chicago, nesta sexta-feira, levou ao cancelamento de todos os voos no aeroporto internacional O'Hare, um dos mais movimentados do mundo, e no aeroporto Midway, um centro de conexões domésticas, tumultuando o tráfego aéreo em todo os Estados Unidos. Mais de 800 voos saindo e chegando dos dois aeroportos foram cancelados até as 9h20 (11h20, no horário de Brasília), de acordo com o site de monitoramento flightware.com, prejudicando milhares de passageiros. Segundo a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), os voo começaram a ser retomados, mas em um ritmo reduzido.
Passageiro perdeu voo por causa de alteração

Fogo em principal centro de controle de tráfego aéreo dos EUA interrompeu pousos e decolagens
Tráfego foi interrompido nos aeroportos internacionais de O"Hare e Midway |
O'Hare é o principal centro de conexões da companhia United Airlines e um importante centro para a American Airlines. De janeiro a agosto, mais de 580 mil voos decolaram ou pousaram em O'Hare, disse a prefeitura de Chicago, citando dados da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). O Departamento de Aviação de Chicago disse que funcionários de um centro de controle da FAA no município de Aurora tiveram que ser retirados quando começou o incêndio, às 6h (8h, no horário de Brasília). "O centro de controle de Chicago foi esvaziado devido a um incêndio nas instalações. Isso resultou em uma interrupção em solo de voos na área e se dirigindo a Chicago", disse a FAA em um comunicado. A administração do espaço aéreo foi transferida para instalações de controle próximas, disse o órgão. Equipes que atenderam ao chamado de incêndio encontraram um homem com ferimentos autoinfligidos no porão do local, noticiou o jornal Chicago Tribune. A rede NBC News disse, citando duas fontes da FAA, que as autoridades acreditam que o incêndio pode ter sido ateado intencionalmente. Representantes do departamento policial não puderam ser imediatamente contatados para comentar.
26 Setembro 2014 | 10h 43 REUTERS
Atualmente, a empresa tem 318 encomendas para o maior avião de passageiros do mundo
Airbus A380 da Etihad Airways no aeroporto de Hamburgo, na Alemanha |
A Airbus vê uma "possibilidade nítida" de adicionar ao menos um novo cliente para seu superjumbo A380 antes do fim do ano, disse à Reuters o chefe de vendas da fabricante europeia de aviões, John Leahy, na quinta-feira. Atualmente, a Airbus tem um total de 318 encomendas de 19 clientes para o maior avião de passageiros do mundo, projetado para transportar 525 pessoas. "Essa é uma possibilidade nítida", disse Leahy, quando questionado sobre especulações na indústria acerca de um acordo para adicionar ao menos um novo nome à carteira de encomendas do avião, cujas vendas tem sido lentas. Leahy deu as declarações após a Airbus ter cortado, na quarta-feira, sua projeção de demanda para a maior categoria de aeronaves do setor, que inclui o A380 e o 747-8 da Boeing, ao mesmo tempo em que revisou para cima sua projeção geral de demanda por aeronaves em 20 anos. O Airbus A380 é vendido a 414 milhões de dólares a preços de lista, mas companhias aéreas normalmente conseguem grandes descontos por novas encomendas de aviões. Devido ao seu tamanho, alguns executivos de companhias aéreas veem o uso do A380 como arriscado em um momento de fragilidade econômica, mas o presidente-executivo da Airbus, Fabrice Bregier, disse que voos com a aeronave são rentáveis.
26 Setembro 2014 | 10h 00 REUTERS Um avião Dreamliner, da Boeing, que partiu de Chicago rumo à Polônia com 260 passageiros a bordo, fez um pouso de emergência em uma pista da Escócia nesta sexta-feira a pedido do piloto, informou um porta-voz do aeroporto de Glasgow. "O voo foi desviado para o aeroporto de Glasgow após pedido do piloto de um pouso de emergência", disse o porta-voz. "Foi recebida por serviços de emergência como medida de precaução. Eles avaliaram a aeronave e a consideraram segura." Serviços de emergência ficaram de prontidão para a chegada do Dreamliner 787 da empresa estatal polonesa LOT, que estava a caminho de Varsóvia. A aeronave pousou em segurança. O piloto tomou a decisão após a tripulação receber um alerta do sistema anti-incêndio instalado no compartimento de carga, disse uma porta-voz da companhia aérea a uma TV da Polônia. "Em atendimento a normas de segurança, o avião teve que pousar no aeroporto mais próximo para verificações", disse a porta-voz da LOT, Barbara Pijanowska-Kuras, ao canal polonês TVN24. Ela disse que os bombeiros no local não observaram nenhuma chama ou fumaça. O modelo Dreamliner, da Boeing, apresentou diversos problemas desde que entrou em operação comercial em 2011. Todos as aeronaves do tipo no mundo foram obrigadas a se manterem em solo por três meses no início de 2013, após duas baterias de lítio pegarem fogo em dois incidentes separados no Japão e EUA. Em outro incidente, em julho do ano passado, chamas tiveram que ser apagadas em um Dreamliner que se encontrava no aeroporto de Heathrow, na Grã-Bretanha.
26 Setembro 2014 | 09h 53 REUTERS A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou nesta sexta-feira o aumento no número de chegadas e partidas que serão alocadas a cada faixa horária (slots) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no âmbito do processo de redistribuição pelo órgão regulador seguindo metas de pontualidade e regularidade. O número de slots para a aviação regular subirá para 33 ou 32 nos horários mais movimentados. Das 22h às 23h, serão 16 slots. Atualmente, são destinados 30 slots por hora na pista principal de Congonhas para a aviação regular. De acordo com a Anac, o aumento seletivo do número de slots por faixa horária vai permitir melhora na utilização da capacidade das pistas por meio de um maior planejamento pelos operadores.
Quantidade de chegadas e partidas por faixa horária pode chegar a 33 nos horários de pico
Medida permitirá aumento na oferta de voos comerciais |
Isso permite a oferta de mais voos comerciais, inclusive por empresas entrantes, e incentiva maior concorrência e menores preços sem aumentar a capacidade do aeroporto, que "permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil", acrescentou. O governo decidiu redistribuir os slots de aeroportos coordenados pela Anac segundo critérios que incluem regularidade e pontualidade de companhias. O objetivo é minimizar o efeito da lotação de alguns aeroportos. Em Congonhas, na primeira distribuição de slots para aviação regular, 100 por cento dos novos slots serão destinados a empresas entrantes. A medida beneficia empresas como Azul e Avianca, que têm atuação muito menor que as rivais Gol e TAM em um dos aeroportos mais movimentados do país. As empresas aéreas terão que registrar um mínimo de 90 por cento de regularidade e 80 por cento de pontualidade na operação dos slots em Congonhas. "A partir da efetiva operação dos slots distribuídos, a Anac começará a avaliar a pontualidade e a regularidade de todos os slots utilizados, conforme os padrões estabelecidos na norma", disse a agência reguladora em comunicado. CALENDÁRIO O calendário dos procedimentos para a distribuição dos slots em Congonhas para o inverno de 2014 e verão de 2015, tendo como referência as estações do hemisfério norte, foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira. A relação do histórico de slots aos quais as empresas possuem prioridade na alocação inicial para as temporadas deve ser divulgada até esta sexta-feira. Uma alocação inicial dos slots será feita até 8 de outubro para a temporada de inverno de 2014 do hemisfério norte (verão no Brasil) e até 30 de outubro para a temporada de verão 2015 (inverno no país), levando em consideração o histórico de slots, alterações no histórico e novas solicitações. O calendário prevê ainda um encontro com empresas de transporte aéreo (Conferência Nacional de Slots) em 10 de outubro para a temporada de inverno e em 27 de janeiro para a temporada de verão de 2015.
Segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Caça da Força Aérea faz voos rasantes no Campo de Marte
GISLAINE GUTIERRE DE SÃO PAULO Um caça F5-EM da Força Aérea Brasileira, que fez três passagens com voos rasantes pelo Campo de Marte (zona norte), foi a principal atração do Domingo Aéreo, evento com exposição de aeronaves e exibição de paraquedismo. O avião, que gerou comentários nas redes sociais pelo barulho que fazia e pela altura com que sobrevoava, fez três decolagens do aeroporto internacional de Guarulhos, neste domingo (29), para as passagens ocorridas por volta de 9h, 11h e 15h30. "O F5 só fez rasantes sobre a pista e nunca sobrevoando o público", disse o capitão aviador Gustavo Vissentini, chefe da comunicação social do 4º Comar (Comando Aéreo Regional). Segundo Vissentini, as pessoas devem ter visto a aeronave durante o voo até o Campo de Marte e no entorno. Quem estava na região central pôde ver o avião. Os F5, recebidos pela FAB nos anos 1970, tiveram equipamentos modernizados e hoje são usados na defesa das fronteiras do país. Um exemplar, que não decolou, estava em exibição. "A velocidade dele é maior que a do som", diz Vissentini. No ar, a velocidade do som é de 1.200 km/h. "Da primeira vez que ele passou, eu me assustei", conta Bruna, 10, que estava chegando ao Campo de Marte com as irmãs Pietra, 10, e Marina, 13, e com o pai, o ex-piloto Carlos Alberto Dezotti, 51, quando o F5 fez sua última exibição. "O pessoal gosta do barulho, não tem pra ninguém", disse Dezotti. No evento, os aviões não foram os únicos a serem fotografados. Os militares eram a todo momento requisitados pelo público. Vissentini foi parado quatro vezes durante a entrevista. Três delas para falar mais sobre os aviões. E em outra, para uma foto segurando um bebê no colo. "A gente gosta desse carinho", diz. O evento, que segundo o capitão havia recebido cerca de 30 mil pessoas até as 13 horas, contou com a exposição de outros modelos, como o Supertucano, usado pela Esquadrilha da Fumaça, e o cargueiro Búfalo, atualmente fora de circulação.
Sábado, 27 de setembro de 2014
Empresas só poderão liberar celular em voo após análise Medida vai valer apenas para aéreas da Europa, mas mudança atinge atuação dessas companhias no Brasil
Agência europeia estima que em oito meses haja as primeiras autorizações
DE SÃO PAULO Passageiros em voos de companhias europeias poderão, em breve, usar o celular ou qualquer outro equipamento eletrônico a bordo, sem a necessidade de colocá-los em modo "avião". Uma decisão da Easa (a agência de aviação europeia) nesta sexta-feira (26) liberou a utilização de smartphones, tablets, laptops, mesmo com transmissão de sinal, durante a maior parte do voo, seja doméstico ou internacional. As únicas restrições são em fases críticas do voo, como no pouso ou na decolagem. A autorização não se dá de imediato. As companhias aéreas europeias precisam submeter à agência uma análise de modo a demonstrar não haver risco na liberação nos modelos de avião que usam. Segundo a Easa, as primeiras companhias devem começar a adotar o sistema em até oito meses --ou maio de 2015. Cada companhia aérea terá liberdade para impor regra específica, que não pode ser mais restritiva que a da Easa. Por razões de segurança, por exemplo, os comissários podem determinar que os equipamentos sejam desligados em alguma situação. "A Easa está trabalho em rumo a habilitar as empresas aéreas a permitir o uso desses dispositivos com liberdade comparável a outros meios de transporte, como os trens", informou a agência. Assim que a medida passar a valer na Europa, passageiros em companhias europeias que atuam no Brasil (como Air France/KLM, Lufthansa e Iberia, entre outras) poderão se beneficiar das novas regras. Isso porque, mesmo em operação no exterior, elas seguem normas das autoridades de aviação de seus países ou blocos de origem. HOJE Hoje, as companhias europeias permitem o uso dos dispositivos eletrônicos apenas em modo "avião", em que não há transmissão de sinal. Essa mesma regra vale nos Estados Unidos, que também discutem avanços tais quais os anunciados na Europa. Foi a primeira etapa em direção à liberação dos eletrônicos em voo, em vigor desde 2013, como resultado de um grupo de trabalho formado por fabricantes de aviões, empresas aéreas e autoridades, pilotos e a indústria de equipamentos eletrônicos. Esse grupo concluiu que o uso de eletrônicos não é capaz de interferir nos equipamentos eletrônicos de um avião --ou de derrubar um. O principal obstáculo ao aval pró-eletrônicos, na verdade, é outro: teme-se a mudança de comportamento dos passageiros uma vez que o uso de celular seja permitido. Um passageiro distraído com um equipamento tende a prestar menos atenção em recomendações de segurança. E, durante um solavanco, como a perda de altitude súbita, aparelhos soltos podem machucar um passageiro. SINAL LIBERADO O que muda? A Europa autorizou companhias aéreas a permitir que os passageiros usem equipamentos eletrônicos (celulares, tablets, laptops, e-readers ou MP3) durante o voo, com transmissão de sinal de internet ou não. Até então, só era permitido usar esses equipamentos em modo avião Os passageiros poderão usar celular em todo o voo? Não. Podem usar depois da decolagem e depois do pouso. Na decolagem e no pouso, o uso é proibido. A decisão vale imediatamente? Não. As empresas aéreas precisam pedir autorização à Easa (a Anac europeia) antes e provar que as aeronaves não são afetadas pela liberação do sinal. Vale no Brasil? A partir da autorização, valerá apenas nos voos das companhias aéreas europeias que operam no Brasil. Há impedimento legal para que as aéreas europeias usem esse sistema no Brasil? Não. Para elas, vale a regra do país ou do bloco de origem. Enquanto Europa e Estados Unidos caminham para a liberação gradual de equipamentos eletrônicos a bordo dos aviões, o Brasil ainda não saiu do lugar em relação ao tema. Por aqui, continua proibido usar equipamentos que transmitam sinal, como smartphones ou tablets, mesmo quando está ativado o "modo avião" e o aparelho não transmite sinal. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) fez parte do grupo de trabalho formado nos EUA que discutiu o aval para a utilização desses dispositivos no avião. A partir desse grupo de trabalho, os Estados Unidos anunciaram a autorização para uso de eletrônicos, desde que em "modo avião". A tendência é que a Anac siga o mesmo rumo nos próximos meses, nas mesmas regras que vigoram nos EUA desde setembro de 2013. A partir daí, caberá às empresas provar que não há risco. Do mesmo modo, deve ser também autorizado o uso de celular após o pouso, o que já ocorre nos EUA.
DE SÃO PAULO
(RG)
Sábado, 27 de setembro de 2014 LETÍCIA MORI DE SÃO PAULO Depois de uma semana de buscas, os biólogos Alexandre Zuntini e Elaine Françoso encontraram nesta sexta-feira (26) seu gato Louis. O animal havia sido perdido pela companhia aérea no aeroporto de Guarulhos (Grande São Paulo) quando o casal voltava dos EUA, na sexta-feira, dia 19. O gato reapareceu na área do aeroporto, um pouco mais magro, mas sem nenhum machucado ou desidratação. "Levamos ao veterinário e agora ele está em casa, descansando", diz Alexandre. O bichano foi achado na parte onde ficam os jatos particulares. Segundo a concessionária GRU Airport, o animal estava dentro de uma armadilha: uma gaiola com ração para gato, preparada pela equipe da área ambiental do aeroporto. "Ele provavelmente foi para essa região porque ela é mais silenciosa que a área da pista, onde ele fugiu", diz Alexandre. Como Louis foi adotado nos EUA, ele possuía um microchip (obrigatório no país), o que tornou mais fácil a identificação. BUSCA No dia do desembarque, o casal passou cinco horas na esteira de bagagens esperando que a caixa onde estava Louis chegasse, mas o gato não apareceu. Sem conseguir muitas informações, o casal se mobilizou durante a semana toda para reencontrar o bicho. Pressionaram a concessionária do aeroporto, conseguiram conversar com um diretor da American Airlines, procuraram a Polícia Federal e levaram até dois deputados ao local onde o gato sumiu. Seus últimos esforços foram tentar conseguir cães farejadores para a busca. Depois de anunciar uma recompensa de R$ 5.000, os donos foram procurados por diversas pessoas afirmando ter encontrado Louis --gente da zona sul de São Paulo, do Rio e até de Brasília, com fotos de gatos malhados. "Quando o verdadeiro Louis apareceu, a gente identificou na foto pelo padrão das listras. E, quando o vimos, reconhecemos o miado" conta Alexandre. SEM PRESSA Apesar da emoção dos donos, a cena do reencontro não foi digna de novela, segundo Alexandre. Louis saiu da caixa e ficou cheirando todo mundo na sala antes de se esfregar no casal. "Gato é assim mesmo, tinha um monte de gente e ele estava curioso. Mas a nossa alegria não dá nem pra dizer, é incrível a gente estar junto de novo depois de uma semana", diz Alexandre. O casal agora tenta ter certeza de quem foi que encontrou o bicho para pagar a recompensa de R$ 5.000.
27 set 2014
Louis ficou uma semana desaparecido; donos ofereceram R$ 5.000 de recompensa
Azul e Avianca ganham espaço no terminal. Empresas fazem de tudo para manter pontualidade
GERALDA DOCA DANIELLE NOGUEIRA -BRASÍLIA E RIO- A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fez uma redistribuição dos slots (horários para chegadas e partidas) de Congonhas, o que vai permitir a entrada da Azul, a terceira maior companhia do mercado doméstico, no aeroporto mais rentável do país. Com uma fatia de 16,3% do mercado, a Azul tem apenas um voo diário, aos sábados, partindo do terminal central de São Paulo. Com a mudança, mais de 50 destinos atendidos pela Azul serão conectados a Congonhas. A empresa prevê oferecer novos voos para Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Rio. Para voar na ponte aérea, a Azul vai pedir mais espaço no Aeroporto Santos Dumont, para onde já voa a partir de Guarulhos.
| paulo fridman/bloomberg/16-2-2011 A todo custo. Aeronaves de Gol e TAM em Congonhas. Empresas antecipam embarque e ampliam o intervalo de horário de voo no bilhete para cumprir índices de pontualidade |
“A pontualidade é um indicador universal de qualidade. Funciona como uma vitrine para o mercado internacional” Professor do ITA A Avianca, que tem 8,9% do mercado, também poderá aumentar suas operações em Congonhas. Com a realocação, serão ofertados 215 slots entre segunda e sexta-feira, e mais 311 aos sábados e domingos. TAM e Gol não vão ganhar mais espaço — poderão até perder. Pela nova política do governo, as companhias serão avaliadas a cada temporada e, caso descumpram os limites de tolerância de cancelamento e atraso de voos, terão de devolver slots, que serão distribuídos entre a concorrência. Numa primeira fase, serão distribuídos slots ociosos ou novos. Ou seja, nenhuma companhia perderá slots. Terão prioridade no recebimento dessas permissões de voo as chamadas empresas entrantes, que têm até 12% do total de slots disponíveis no aeroporto, como Avianca e Azul. TAM e Gol têm mais de 40% cada. Os critérios são pontualidade (mínimo de 80%) e regularidade (mínimo de 90%) dos voos, participação no mercado nacional e participação no mercado regional. Para não perder espaço em Congonhas — que concentra passageiros corporativos, mais lucrativos —, as empresas têm feito de tudo: antecipam embarque, decolam sem comida suficiente para atender a todos, ampliam o trecho do horário de voo no bilhete e até incluem a pontualidade como critério para pagamento de participação nos lucros. Na Gol, a pontualidade é o foco de Paulo Sérgio Kakinoff, que assumiu a presidência da aérea em meados de 2012. Com dez trimestres seguidos de perdas — um prejuízo de R$ 2,5 bilhões —, ele viu na elevação dos índices de pontualidade o meio de conquistar o passageiro corporativo, para o qual um atraso pode significar a perda de o importante negócio. Como esse passageiro costuma comprar a passagem em cima da hora, paga mais do que quem viaja a lazer, daí a importância de agradá-lo. Outro método adotado é o embarque antecipado dos passageiros, fechando as portas do avião antes do horário previsto. Pelas regras da Anac, as aéreas podem fechar as portas até dez minutos antes do horário previsto. Mas isso não significa decolar antes, e esses dez minutos podem parecer uma eternidade para quem está no avião. — Mas ganhamos tempos no taxiamento e podemos efetivamente iniciar e terminar o voo mais cedo — diz Sérgio Quito, vice-presidente de Operações da Gol. A TAM adota a mesma estratégia: vem buscando fechar as portas das aeronaves cinco minutos antes do horário previsto em voos domésticos nos aeroportos de Brasília, Galeão (RJ) e Guarulhos, e oito minutos nos demais. Nos voos internacionais, o fechamento ocorre dez minutos antes. — O índice de pontualidade é um indicador universal de qualidade. Funciona como uma vitrine para o mercado internacional. As empresas brasileiras ficaram mais atentas a isso recentemente, pois têm ações negociadas em Nova York ou buscam atrair capital estrangeiro — explica Alessandro Oliveira, professor de Transporte Aéreo e Aeroportos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). As empresas interessadas em voar para Congonhas têm até 3 de outubro para enviar os pedidos à Anac. O resultado sai no dia 14. Os critérios para distribuição de slots, nessa primeiro fase, são participação no mercado doméstico, sobretudo nas rotas regionais, e eficiência operacional. Somente terão permissão para pousar em Congonhas aeronaves com capacidade superior a 90 assentos. A Azul espera obter pelo menos 30 slots por dia, o que lhe permitirá realizar 15 partidas diárias a partir de Congonhas. O presidente da empresa, Antonoaldo Neves, disse que está sendo preparado um plano especial para Congonhas. Com o remanejamento de slots em Congonhas, o número de movimentos por horas — que desde o acidente com o avião da TAM estava limitado a 30 para a aviação comercial — sobe para 32 ou 33, dependendo do horário. Para isso, o governo reduziu os espaços para aviação geral e jatinhos executivos, já que Congonhas tem limitação física para crescer.
27 set 2014
Empresa era a única a atuar no terminal, que acabou de ser reformado
GERALDA DOCA geralda@ bsb.oglobo.com. br -BRASÍLIA- De olho em Congonhas, a Azul anunciou que vai suspender, em 13 de novembro, as operações no aeroporto de São José dos Campos (SP), que acabou de ser reformado pela Infraero. Foram investidos 1{$ 16,7 milhões em novas salas de embarque e desembarque, novo saguão de passageiros, ampliação do número de balcões de check-in e melhorias nos sistemas de água e esgoto. A Azul é a única empresa que atende no terminal, com três voos diários para o Rio e um semanal para Belo Horizonte (Pampulha). A decisão preocupa a prefeitura do município, que já procurou a Secretaria de Aviação Civil (SAC) para tentar reverter a situação. O ministro da SAC, Moreira Franco, disse ao GLOBO que o mercado é livre, mas que o governo acompanhará o movimentação no setor, a partir das mudanças na distribuição de slots (horários de pousos e decolagens) em Congonhas. Ele destacou que aguardará o fim das operações em São José dos Campos para avaliar os impactos da medida. MUDANÇA PARA CONGONHAS Segundo fontes do governo, a decisão de suspender as atividades em São José dos Campos foi tomada porque a Azul quer, na prática, transferir as operações para Congonhas, onde passará a operar com frequência, assim que receber os slots (autorizações de pouso e decolagem) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Hoje, a empresa tem apenas um voo em Congonhas, aos sábados. O presidente da Azul, Antonaldo Neves, negou que a decisão tenha sido motivada pelo aumento das operações em Congonhas. Segundo ele, a falta de demanda no aeroporto de São José dos Campos, muito próximo a Guarulhos (cerca de 40 km), e o custo do combustível foram as principais causas. — O problema é que operar em cidades pequenas com custo de combustível tão alto quanto é em São Paulo está ficando inviável — disse o executivo, acrescentando que, se o plano de aviação regional do governo, com subsídio para rotas pouco lucrativas, estivesse funcionamento, a situação seria diferente. Ele destacou que a Azul desativou há duas semanas as operações no aeroporto de Araraquara. Mesmo em São José dos Campos, onde atua há quatro anos, a Azul já tinha deixado de voar para Belo Horizonte (Confins) e Curitiba. A empresa informou que os clientes que compraram bilhetes para viagens após 14 de novembro poderão receber reembolso integral ou acomodação em voos a partir de Guarulhos. Em nota, a Infraero informou que a suspensão das atividades no aeroporto de São José dos Campos desagrada à estatal. Mas que espera que a decisão seja temporária: “Entendemos que a suspensão das atividades da Azul deva ser temporária e ocorre justamente com o objetivo de deslocar as aeronaves para as rotas mais demandadas na alta temporada diz, acrescentando que o terminal está preparado para atender a aviação geral, jatinhos executivos e cargueiros.
27 set 2014
Susto no ar
Ancelmo Gois oglobo.com.br/ancelmo O diretor-geral da TV Globo, Carlos Henrique Schroder, passou um susto outro dia. O helicóptero em que viajava no Rio foi atingido por um pássaro.
27 set 2014
Aeronáutica cobra fim de lixões perto do Santos Dumont e do Galeão-Tom Jobim
ANTÔNIO WERNECK werneck@ oglobo.com. br Colisões de pássaros com aviões na Região Metropolitana do Rio vêm preocupando o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Aeronáutica. Somente este ano, foram registrados 53 casos em áreas próximas aos aeroportos Santos Dumont e GaleãoTom Jobim. Segundo o Cenipa, a maioria dessas colisões foi provocada por urubus que são atraídos por depósitos clandestinos de lixo localizados num raio de 20 quilômetros das pistas de pouso e decolagem. Choques de pássaros com aviões são considerados acidentes potencialmente graves, que podem levar à queda de uma aeronave. No ano passado, um Boeing que decolou do Galeão-Tom Jobim rumo a Brasília bateu em um carcará. O bico e parte da fuselagem da aeronave ficaram danificados. Cerca de cem passageiros estavam a bordo. — É um assunto grave, um problema cuja solução passa por um melhor saneamento, pelo combate permanente aos lixões clandestinos e pela limpeza de áreas públicas — afirmou o tenente-coronel Henrique Rubens Balta de Oliveira, assessor do Cenipa para gerenciamento de riscos. Segundo um levantamento do órgão, os aeroportos do Rio registraram no ano passado 119 colisões entre aviões e aves. Foram 86 no Galeão-Tom Jobim e 33 no Santos Dumont. Houve um aumento de 32% em relação a 2012, quando ocorreram 90 casos. Entre as espécies mais atingidas estão urubus, queroqueros, pombos, gaviões, garças, corujas e carcarás. A geógrafa Erika Soares, coordenadora do programa Lixão Zero da Secretaria estadual do Ambiente, afirmou que uma campanha iniciada em 2010 levou ao fechamento de 95% dos depósitos clandestinos identificados pelo órgão. — Nosso problema não é mais a existência de lixões, mas, sim, de pequenos locais de acúmulo de resíduos. Alguns, segundo relatos de catadores, estão em Duque de Caxias e são controlados por traficantes — disse Erika. Aprovada em 2012, uma lei federal prevê a aplicação de uma multa de até R$ 1,25 milhão para quem acumula, nos arredores de aeroportos, material que possa atrair animais.
26/09/2014 14:52 POR O GLOBO
Eles se recusaram a viajar ao lado de mulheres, e chegaram a oferecer dinheiro a passageiros para trocar de lugar
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NOVA YORK — Judeus ultraortodoxos se recusaram sentar ao lado de mulheres durante um voo de Nova York - Tel-Aviv, e transformaram a viagem em um verdadeiro pesadelo para o resto dos passageiros, informou nesta sexta-feira a imprensa israelense. Os passageiros da companhia aérea israelense El Al que viajavam a Israel para passar o Ano Novo judaico aterrissaram no aeroporto Ben Gurion depois de “onze horas de pesadelo”, testemunhou uma das passageiras, citada pelo site de informação Ynet. Antes de decolar, ao perceber que deveriam sentar-se ao lado de mulheres, vários passageiros ultraortodoxos pediram a seus vizinhos para trocar de lugar, chegando a oferecer dinheiro para aqueles que se negavam. Sem acordo, eles permaneceram de pé no corredor, causando atraso, já que o piloto se recusou a decolar antes que todos os passageiros estivessem sentados, segundo o Ynet. “É totalmente desrespeitoso com o público não-religioso do avião, que empresa iria permitir que os passageiros se comportassem dessa maneira?”, questionou Bar Natan, uma outra passageira. Finalmente, os passageiros ultraortodoxos concordaram em sentar-se ao lado de mulheres, mas logo após a decolagem levantaram-se de suas cadeiras para sentar no corredor, durante toda a duração do voo, rezando em voz alta e impedindo a passagem de qualquer pessoa. “Eu tentei ir ao banheiro, mas foi missão impossível”, disse Galit, um dos passageiros. De acordo com Ynet, a companhia aérea El Al prometeu investigar as circunstâncias do incidente e responder a quaisquer reclamações. Recusando qualquer contato físico com outras mulheres que não sejam suas esposas, judeus ultraortodoxos são notícia regularmente na imprensa judaica, fazendo escândalos em locais públicos em Israel, especialmente em ônibus.
28/09/2014 19h12 Polícia Federal descartou hipótese de bomba, neste domingo, 28.
Falha no sistema de segurança foi a justificativa para o alarme falso.
Ísis Capistrano e Suzi Rocha Do G1 RO com informações da TV RO
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"Tivemos medo e apreensão por não saber o que estava acontecendo", diz Silvia Velasco, passageira do voo 06 6187, da Avianca, que teve suspeita de bomba à bordo na noite deste sábado (27), após decolagem em Cuiabá (MT). O avião pousou no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, em Porto Velho, às 22h50 (horário local). A Polícia Federal fez uma varredura e inspecionou as bagagens durante toda a madrugada deste domingo (28), e por volta das 5h descartou a existência de explosivos na aeronave. A denúncia foi feita através da central de reservas da companhia aérea, em São Paulo. Silvia e o esposo, Leonel Velasco, relatam falta de informação e situação desconfortável sofrida ao longo da madrugada, no voo onde estavam 90 passageiros e 5 tripulantes. O casal diz que ninguém explicou o motivo das inspeções nas bagagens, e nem a chance de bomba a bordo. "Ninguém disse nada, apenas pediam nossos nomes e para revistar as bagagens", relata. Leonel diz que a denúncia de bomba não foi feita oficialmente aos passageiros, e que crianças e idosos reclamavam da demora e desconforto. "Me senti desrespeitado. Nos falaram apenas em falha no sistema de segurança e depois nos colocaram em uma sala sem mais satisfações", desabafa, ressaltando que a companhia deveria ter tranquilizado os passageiros, ou dado qualquer outra satisfação para amenizar o pânico de alguns. A funcionária pública Sílvia Caetano estava no voo e conta que, após o avião aterrisar, longe do pátio principal do aeroporto, os passageiros foram impedidos de sair. “Não deixaram a aeronave encostar pra gente desembarcar, nós ficamos no meio da pista. Simplesmente entrou um cidadão que não se identificou e foi liberando os passageiros de pouquinho em pouquinho, sem nenhuma explicação”, relata. De acordo o sargento Lúcio Heleno, da Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar do Estado de Rondônia, a suposta ameaça não passou de um alarme falso. Iran Corte de Aquino, funcionário da Infraero, disse que a inspeção nas bagagens foi finalizada por volta de 5h, quando a Polícia Federal concluiu que não havia perigo. A aeronave retornou para Cuiabá às 6h20.
27/09/2014 13h04 Mecânicos foram chamados para fazer a manutenção da aeronave.
Avião, um bimotor, até saiu da pista depois que pneu estourou.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba
(Foto: Gridânia Brait / TV TEM)
O pneu de um avião experimental estourou na manhã deste sábado (27) durante a aterrissagem e interditou a pista do aeroporto de São José do Rio Preto (SP). Por causa do problema, voos que estavam programados tiveram de ser atrasados. O avião, um bimotor, até chegou a sair da pista depois que um dos pneus estourou. Um voo que sairia de Rio Preto com destino a São Paulo às 10h está atrasado e até o meio dia deste sábado ainda não tinha decolado. Os passageiros aguardam a liberação da pista de dentro da aeronave. Mecânicos foram chamados para fazer a manutenção da aeronave e depois ela deve ser retirada do local. A normalização do serviço deve acontecer até o início da tarde deste sábado. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, não houve feridos.
27/09/2014 08h00


Dois aeroportos do TO aparecem em ranking de maior potencial no país Unidades de Araguaína e Gurupi foram listadas entre 100 terminais. Municípios foram avaliados segundo 17 critérios.
Do G1 TO Aeroporto de Araguaína foi citado como de 'médio' potencial por empresa paulista (Foto: Divulgação/ATN)
Dois aeroportos do Tocantins foram citados entre os 100 mais promissores do país, segundo ranking da empresa de inteligência de mercado Urban Systems. O estudo coloca Araguaína, no norte do estado, na 43ª posição e Gurupi, na região sul, na 92ª posição. Foram avaliados 270 aeroportos em todo o Brasil, os terminais foram julgados de acordo com 17 critérios. O potencial da unidade de Araguaína foi classificado como 'médio' pela empresa. Já o terminal de Gurupi, ainda é considerado de 'baixa' potencialidade, segundo o estudo. O resultado foi apresentado em uma feira internacional de aviação, em São Paulo (SP). Entre os 10 primeiros colocados, quatro ficam na região sudeste e seis na região sul do Brasil. Três companhias já atuam no aeroporto de Araguaína (Foto: Divulgação/ATN)
O administrador do aeroporto de Gurupi, José Darcy Fonseca dos Santos, declarou que a cidade tem muitas vantagens, por estar em uma localização privilegiada. "Nós estamos lutando para trazer um voo comercial para cá, estamos nos adequando. Tenho certeza que a cidade tem demanda para isso". O secretário de Desenvolvimento Econômico de Araguaína, Josué Luz, disse que o resultado da pesquisa já era esperado. "Nós temos uma das pistas mais modernas do país, e estamos em um processo de reformulação da estrutura. O trabalho agora é para trazer ainda mais segurança para as operações". Em Araguaína, três companhias aéreas já atuam diariamente no aeroporto. Já em Gurupi, ainda não existem voos comerciais e a pista funciona apenas como aeródromo atualmente. A Urban Systems esclareceu que o ranking não inclui Palmas porque leva em consideração apenas aeroportos regionais. Confira o ranking com os dez primeiros colocados no Brasil 1º Aeroporto de São José Dos Campos (SP) 2º Aeroporto de Ribeirão Preto (SP) 3º Aeroporto de Joinville - Lauro Carneiro de Loyola (SC) 4º Aeroporto de Campos Dos Goytacazes (RJ) 5º Aeroporto de Uberlândia - Tenente Aviador César Bombonato (MG) 6º Aeroporto Regional de Maringá - Internacional de Cargas (PR) 7º Aeroporto Municipal de Cascavel - Cel. Adalberto Mendes da Silva (PR) 8º Aeroporto de Londrina - Governador José Richa (PR) 9º Aeroporto de Caxias Do Sul (RS) 10º Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu – Cataratas (PR) 43º Aeroporto de Araguaína (TO) 92º Aeroporto de Gurupi (TO)
26/09/2014 17h54


Viracopos realiza simulação de emergência com 250 envolvidos Operação realizada nesta sexta criou situação de acidente com aeronave. Procedimento da Aeronáutica é considerado um dos maiores do aeroporto. Do G1 Campinas e Região Viracopos realiza simulado de emergência (Foto: Frederico Andrade / Divulgação Aeroportos Brasil Viracopos)
O Aeroporto Internacional de Viracopos realizou, nesta sexta-feira (26), o Exercício Simulado de Emergência Aeronáutica 2014 (Esea). A operação no terminal contou com a participação de 250 pessoas, 21 veículos, entre resgate e apoio, cinco caminhões de bombeiros e o helicóptero Águia, da Polícia Militar. Durante o exercício, a situação simulada foi a de uma aeronave com 63 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes, e carregada com mil litros de combustível que apresentou uma situação de emergência, por estar com pane no trem de pouso traseiro direito. Ao pousar, o avião teria derrapado e colidido com outra aeronave que estaria estacionada no pátio do aeroporto. No início do teste, um suposto comandante da aeronave com problemas comunicou à torre de comando sobre o ocorrido na aeronave. Em seguida, a torre avisou o Centro de Operações de Emergência de Viracopos (Coe). A partir daí, o centro foi o responsável por acionar as áreas de emergência envolvidas. Uma das medidas adotadas durante a simulação foi o acionamento do alarme dos bombeiros do aeroporto, por volta das 11h31. A corporação teria chegado ao local do acidente cerca de três minutos depois. De acordo com o diretor de operações de Viracopos, Marcelo Mota, o tempo de resposta das equipes de emergência do aeroporto aos estímulos programados foi considerado eficaz e correspondeu às expectativas. Procedimentos O simulado ocorreu em uma área próxima à Seção de Combate a Incêndio (SCI) do aeródromo. O Centro de Operações de Emergência (Coe), Centro de Gerenciamento de Crise (Cgc), equipe médica, Corpo de Voluntários de Emergência (Cve) e gerências de operações e de segurança também integraram o procedimento. O simulado, considerado um dos mais importantes do aeroporto, durou cerca de 1h30. As polícias federal, civil, militar e rodoviária, Samu, bombeiros militares, equipes de emergência da CCR Autoban, CCR Nova Dutra, Emdec, Setec, Defesa Civil e Anac tamém foram acionadas, como ocorreria caso a situação simulada fosse real.
26/09/2014 17h35

Após atraso em voo da TAM, corpo de criança é enterrado em Salvador Sob forte comoção, cerimônia de despedida ocorreu na tarde desta sexta. Filho morreu em SC e família ainda enfrentou drama para trasladar corpo.
Do G1 BA
(Foto: Ruan Melo/G1)
Parentes e amigos participaram do sepultamento da criança de quatro anos que foi vítima da doença chamada encefalomielite disseminada aguda durante a viagem de passeio em Santa Catarina. A despedida foi na tarde desta sexta-feira (26), no cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, em Salvador. Os pais temiam perder o horário do velório depois de enfrentar atraso na chegada do corpo por conta de uma pane no avião da TAM e saber que o filho não estava na mesma aeronave. Miguel Oliveira Franco apresentou quadro de febre, enjoo e precisou ser internado na cidade de Florianópolis. A situação dele piorou e o óbito foi confirmado na noite de quarta-feira (24). Transtorno no voo De acordo com relato dos familiares, os pais da criança, com mais duas pessoas da família, partiram de Florianópolis às 6h10 desta sexta com previsão de chegar a Salvador, junto com o corpo, às 12h50, após escala em São Paulo. Paulo Sérgio Franco, pai de Miguel, conta que o voo da empresa TAM passou por uma pane no ar e precisou fazer pouso não programado em Curitiba. Lá, os famililares descobriram que o corpo do menino não estava na mesma aeronave. "Nós só descobrimos isso porque fomos brigar com a empresa para saber se o corpo do nosso filho sairia de Curitiba no mesmo avião que o nosso depois dessa pane", afirmou. Por meio da assessoria de imprensa, a TAM informou que foi necessário fazer um "remanajamento operacional" no momento do embarque em Florianópolis e, por isso, não foi possível que o corpo de Miguel viajasse na mesma aeronave em que estava a família. Ainda conforme a assessoria da empresa, a decisão foi tomada sem tempo suficiente de comunicar a mudança de planos aos familiares, que já haviam embarcado. Com a mudança, o corpo de Miguel chegaria ao destino final uma hora depois do desembarque dos pais. Mesmo sem o corpo da criança, os familiares seguiram de Curitiba para São Paulo, de onde saíram com destino a Salvador por volta das 12h50. "Nós só queremos ter respeito e enterrar nosso filho em paz", disse o pai do garoto em conversa com o G1 por volta do meio-dia. Confira abaixo, na íntegra, a nota emitida pela TAM sobre a situação da família: "A TAM Cargo informa que o transporte do esquife está sendo realizado no voo JJ 3154 (Florianópolis – São Paulo/Guarulhos – Salvador), que decolou às 9h45 e tem previsão de chegada às 14h53 na capital baiana. Os pais da criança embarcaram em outro voo, o JJ 3158 (Florianópolis – Brasília – Salvador), que decolou às 6h10, mas teve seu pouso alternado para Curitiba, por necessidade de manutenção corretiva. O casal e os demais passageiros foram acomodados em outra aeronave, que já seguiu viagem, e tem pouso em Salvador previsto às 13h53. O embarque do esquife, inicialmente previsto no voo JJ 3158, foi remanejado para o JJ 3154 por questões operacionais. A TAM Cargo lamenta o transtorno e informa que está prestando toda a assistência aos clientes."
29/09/2014 21h02

NEGÓCIOS &VIAGENS
Plínio Vicente Jornal de Roraima
Aeronave a energia solar vai dar volta ao mundo
Dois pilotos irão dos Estados Unidos à Europa em uma viagem de cinco dias e cinco noites em uma pequena cabine
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Dois pilotos suíços planejam dirigir um avião movido a energia solar ao redor do planeta, desafiando a resistência humana e as fronteiras de uma tecnologia cujo potencial ainda tem muito a ser explorado pela indústria, segundo aviadores. Bertrand Piccard e Andre Borschberg vão se alternar na pilotagem de um ultraleve chamado Solar Impulse (impulso solar), do tamanho de um Boeing 747 jumbo, mas com o peso de um carro tipo van. Depois de cruzar os Estados Unidos e completar um voo noturno, os pilotos agora treinam para viajar durante cinco dias e noites seguidos, e se preparam para cruzar oceanos em uma pequena cabine que viaja a 27 mil pés e 70 km/h. As empresas patrocinadoras, entre elas a Swiss Watchmaker Omega e Schindler Holding AG (SCHP), esperam que o projeto de US$ 160 milhões estimule um salto industrial no uso de energias renováveis e na economia de eletricidade. “Este é o primeiro avião com duração ilimitada: não há limites em termos de horas de voo”, disse Borschberg no hangar em Payerne, Suíça. “O avião comporta apenas um piloto. A principal questão é como torná-lo sustentável também”, brinca ele. Os pilotos partem para a viagem de cerca de 35 mil quilômetros em março do ano que vem. A decolagem será no Golfo Pérsico em direção ao Leste; o avião cruzará a Índia, a China e os Estados Unidos, antes de retornar via Europa ou África. Nos voos mais curtos, de até 24 horas, os pilotos não dormirão. Em trechos mais longos, poderão tirar sonecas de 20 minutos a cada três ou quatro horas, mas apenas sobre áreas não habitadas.
26/09/2014
Obra no aeroporto de Ji-Paraná vai custar R$ 14 milhões diz Infraero
Cidades O Governo Federal prevê investimento de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. O José Coleto, em Ji-Paraná será o primeiro no Norte do País a receber investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa). O custo estimado é de R$ 14 milhões. A licitação que seria em março foi transferida para novembro, após questionamento do Tribunal de Contas da União sobre o modelo e a modalidade da licitação, o Regime Diferenciado de Contratação (RDC).
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O recurso aplicado prevê a reforma e ampliação, um novo terminal de passageiros, reforma e construção de pista de pouso e decolagem, pátio de manobras, estacionamento, sinalização noturna e equipamentos modernos de controle de voo e segurança. O projeto foi concluído em janeiro pela Secretaria de Aviação Civil de Presidência da República (SAC/PR) e as obras serão feitas com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), através do Profaa.
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O Governo Federal quer acelerar as obras, em todo País, não sendo diferente em Ji-Paraná. O prazo médio esperado para a conclusão dos trabalhos no município será de nove meses. O projeto foi colocado entre os prioritários para licitação por conta do apoio da SAC/PR e, principalmente do Banco do Brasil, órgão executor do Profaa “Estamos trabalhando há muito tempo na adequação do projeto junto à SAC/PR e, graças a isso e ao apoio do vice-presidente do Banco do Brasil, ex-senador Osmar Dias, convencemos a presidenta Dilma em colocá-lo no primeiro lote do Profaa para licitação”, comentou Acir Gurgacz, senador. O atraso na licitação se deu em razão das explicações solicitadas pela conselheira do Tribunal de Contas (TCU) Ana Arraes sobre o sistema de licitação, RDC, que seria justamente para agilizar o início das obras, administrada pelo Banco do Brasil. O julgamento estava marcado para o dia 13/08/2014, coincidentemente com a data do acidente do seu filho Eduardo Campos. O novo edital, no modelo de menor preço, está previsto para novembro. Mais de 16 mil embarques
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A queda no volume de embarques atingiu a margem de 52,39% no aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, e poderia ser contornada se não fosse a ausência de companhias aéreas. Somente a Azul Linhas Aéreas se mantém, embora nos últimos 34 anos, 10 deixaram de operar no município, não por falta de demanda. São 5,7 mil embarques na região, mas pela saúde financeira das grandes companhias, abaladas pelos altos custos de manutenção, principalmente do combustível, que responde por 40% do total de uma aeronave. As empresas reduziram o número de rotas, o que suscita dúvidas quanto ao interesse delas em voar para destinos que não terão fluxo suficiente de passageiros. Não é o caso de Ji-Paraná, só na primeira quinzena de setembro foram 16, 2 mil embarques; em 2013 cerca de 34,085 embarques foram registrados; em 2012, foram 57,3 mil e 2011, média 60,3 mil. Atualmente 80% são oriundos na cidade de Ji-Paraná, uma média diária de 1,8 mil embarques só em agosto. A região Norte foi proporcionalmente favorecida, com 23,3% dos investimentos do programa. Segundo a Secretaria de Aviação Civil (SAC) foram analisados 240 de um universo de 270 estudos de viabilidade técnica dos aeroportos regionais contemplados pelo programa de investimentos em logística do Governo Federal – aproximadamente 88% dos estudos. A estimativa é que sejam investidos R$ 7,3 bilhões na melhoria dos 270 aeródromos, escolhidos de acordo com a projeção dos próximos anos. O crescimento da aviação civil no Brasil, tem registrado aumento anual médio de 11%. Em 2013 foi registrado 203 milhões de passageiros nos aeroportos. "1,8 mil embarques diários foram registrados no mês de agosto em Ji-Paraná. Em 2013 foram mais de 34 mil embarques.
28/09/2014 15:27
Azul Cargo tem primeira aeronave própria para cargas
Agência Estado A companhia aérea Azul decidiu tornar uma de suas aeronaves turboélice ATR 72 de uso exclusivo para o transporte de cargas. A retirada dos assentos do avião para a utilização de todo o espaço interno no transporte de carga já era realizada pela empresa para voos noturnos, em uma operação chamada quick-change. Mas agora a aeronave ficará dedicada à divisão de cargas da empresa, a Azul Cargo. O ATR 72 terá capacidade para transportar até seis toneladas e inicialmente deverá realizar voos noturnos ligando as cidades de Porto Alegre, Campinas (SP), Belo Horizonte e Rio de Janeiro (Galeão). "A operação desse modelo de aeronave cargueira é parte da estratégia da Azul Cargo para oferecer ao mercado regional brasileiro mais opções de transporte de cargas pesadas e sensíveis, além da possibilidade de fretamentos de carga nessas regiões", afirmou o diretor da Azul Cargo, Claudio Fonseca, lembrando que por meio do hub (centro de conexões) em Campinas, a empresa também pode transportar as cargas às regiões Norte e Nordeste. A intenção da Azul é iniciar a operação em outubro, mas a definição exata das rotas e da frequência de voos ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A companhia também pretende realizar voos cargueiros entre Recife e Fernando de Noronha, o que está previsto para novembro. Com o início desta rota, a Azul se tornará a primeira companhia a oferecer transporte cargueiro aéreo para a ilha, que até agora apenas é atendida pelo transporte marítimo de cargas, informou a empresa. "Pretendemos atender à necessidade de rápido transporte de mercadorias entre a ilha e o continente", diz Fonseca. A Azul ainda planeja utilizar os porões dos recém chegados A330 para o transporte de cargas. As aeronaves, que estão sendo incorporadas à frota para serem utilizadas nos voos internacionais da companhia, a serem iniciados em dezembro, farão também algumas rotas domésticas a partir de Campinas para Recife e Manaus, informou a empresa, sem dar outros detalhes. De janeiro a agosto, a Azul transportou 16,43 mil de toneladas de cargas pagas, volume 62% maior que as 10,12 mil toneladas transportadas em igual etapa de 2013, de acordo com dados da Anac. Com isso, a companhia respondeu por 6,5% do mercado de transporte doméstico de cargas, atrás de TAM, Gol e Absa e com fatia semelhante às de Sideral e Avianca. A empresa não informou o montante de investimento nas novas operações de carga ou sua previsão de crescimento com as novas operações. A Azul Cargo iniciou suas atividades em agosto de 2009, com transporte de cargas entre os aeroportos de Viracopos, Fortaleza, Recife e Salvador. Atualmente, conta com 129 lojas espalhadas pelo País, com foco nas remessas de cargas e encomendas expressas. A Azul não informa qual a receita de sua divisão de cargas ou a participação no total de receitas da companhia.
27/09/2014 AS 06H00
Para que o equipamento funcione plenamente o aeroporto precisa ser ampliado e sair do nível ISR para o ISR 1 categoria 1.
Givaldo Cavalcanti Leonardo Silva
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Leonardo Silva
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A instalação e funcionamento bem-sucedidos do Sistema de Pouso por Instrumentos (ILS) do Aeroporto João Suassuna, em Campina Grande, realizado no último mês de maio, não possibilitou que aparelho fosse mantido com 100% de sua capacidade ligada. Por questões de segurança, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) recomendou que apenas o sistema de orientação do trajeto lateral permanecesse funcionando, enquanto que o trajeto rampa seria desativado. O motivo, de acordo com a SAC, é a necessidade de ampliação do aeroporto que precisa sair do nível ISR para o ISR 1 categoria 1. De acordo com Nelson Negreiros, secretário executivo da Secretaria de Aviação Civil, o equipamento, que custou cerca de R$ 10 milhões, só estará em pleno funcionamento com a execução do plano nacional de aviação, que deverá investir até R$ 100 milhões na ampliação das pistas de pouso, áreas de separação, além da estrutura física do aeroporto. De acordo com ele, o projeto está em processo de expansão, e deverá ser concluído dentro de 30 dias. Após isso, o Banco do Brasil abrirá o processo licitatório para que possamos nos preparar para iniciar as obras”, explicou. De acordo com Nelson Negreiros, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) está desenvolvendo projetos que irão contemplar até 270 aeroportos, e que o João Suassuna está entre estes terminais que serão melhorados. “O aeroporto de Campina Grande precisa melhorar a sua estrutura, e nós vamos fazer isso. Agora, a área do aeroporto precisa ser ampliada. Já entramos em contato com a prefeitura para que fosse realizada uma desapropriação de parte da área ao redor do aeroporto, uma vez que nós não temos recursos para a desapropriação. Essa parte deve ser responsabilidade da Prefeitura de Campina Grande”, acrescentou Nelson Negreiros. Ainda de acordo com Max Dias, coordenador geral da Secretaria de Navegação Aérea Civil, apenas com essa expansão da área é possível que o ILS tenha condições de operar regularmente. “Nós precisamos de uma área patrimonial maior para que todos os pousos em situação adversa, com neblina, possam ser realizados com sucesso. A possibilidade mais próxima é a desapropriação da área para que possamos alargar as pistas e melhorar a estrutura interna do aeroporto”, disse Max Dias. Já o superintendente do aeroporto João Suassuna, Roberto Germano, afirmou que durante todo este ano, 19 aeronaves deixaram de pousar em Campina Grande devido ao mau tempo. Ele confirmou que uma vez o aparelho em pleno funcionamento, todos os aviões teriam êxito em pousar no local, evitando o deslocamento para os aeroportos de Recife ou João Pessoa. “Até a última quarta-feira, nós tivemos 2.639 pousos e apenas 19 arremeteram. Isso corresponde a menos de 1% dos pousos. É um número baixo, mas uma vez com o ILS em funcionamento, todas as aeronaves pousariam na cidade”, reforçou. PMCG DESCARTA DESAPROPRIAÇÃO A chance de desapropriar cerca de 40 hectares de terra ao redor do aeroporto João Suassuna não é vista com grande possibilidades pela Prefeitura de Campina Grande. Pelo menos é o que afirmou André Agra, secretário de Obras do município, que classificou o valor bem acima das condições financeiras da prefeitura, uma vez que a área apontada corresponde a um alto investimento. “Nós tivemos uma reunião com a Infraero há cerca de 15 dias, mas eles não tocaram no assunto sobre a necessidade de termos que desapropriar uma área para melhorar a infraestrutura do aeroporto. Agora a Secretaria de Aviação Civil aponta para esse caminho. O que nós avaliamos é que precisamos de recursos em alto valor para atender a uma demanda de 40 hectares. Desapropriar toda essa área é mais difícil do que fôssemos pensar em transferir o aeroporto para outra área. Para respeitar a lei de desocupação do solo precisamos de muitos recursos, e, por enquanto, a prefeitura tem dificuldade em alocar boa parte de seus recursos para apenas essa desapropriação”, atestou o secretário André Agra.
27/09/14 às 15h11
Ao todo a concessionária do aeroporto, GRU Airport, instalou 16 e-gates que são operados pela PF e estão sendo usados em fase de testes
Economia Por Agência Brasil
| Divulgação Aeroporto de Cumbica, São Paulo |
Os passageiros de voos internacionais que passam pelo Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), poderão testar um novo mecanismo para leitura de passaporte. Em vez das convencionais cabines da Polícia Federal onde o documento é inspecionado, o passageiro usará um portão eletrônico, também conhecido como e-gate. Ao todo a concessionária do aeroporto, GRU Airport, instalou 16 e-gates que são operados pela PF e estão sendo usados em fase de testes. O delegado-chefe da PF no aeroporto, Wagner Castilho conta que o equipamento faz a leitura do chip contido nos passaportes. “O chip tem muito mais informação do que as que estão na caderneta. Estão acumuladas tanto as informações cadastrais e como as biométricas”. Com os dados, o equipamento faz dois tipos de leitura: autenticidade do documento e características físicas do passageiro. A primeira avalia a autenticidade do material e os dados cadastrais. “Se for materialmente autêntico, com os itens de segurança ativos, o portão se abre. Se não abrir por algum motivo, um policial vai verificar a ocorrência”. Depois, a máquina faz a leitura da biometria do passageiro verificando dados como cor do cabelo, altura, cor dos olhos e comparando com a foto e os dados contidos no chip. As informações são cruzadas também com os bancos de dados usados pela Polícia Federal, inclusive o da Interpol. “Se o passageiro não tem restrição em nenhum banco de dados, a porta abre”, explica o delegado. Caso o portão permaneça fechado por alguma irregularidade nos dados, um agente será alertado. Hoje no Brasil, mais de 7 milhões de passaportes já têm o chip. A expectativa é que, até 2016, todos contenham a tecnologia. Os estudos sobre o uso do e-gate começaram há cinco anos. Castilho conta que além de acompanhar o uso do equipamento em outros países, a corporação também fez diversos testes antes da utilização com passageiros. “Na América Latina somos pioneiros. Existe um padrão, especificidades que devem ser cumpridas pelo equipamento. Esse é um equipamento de ponta”. Segundo a PF, o aeroporto de Guarulhos recebe cerca de 12 milhões de passageiros para voos internacionais por ano. O sistema será usado apenas por brasileiros maiores de 18 anos. Para os menores, o trâmite atual permanece por questões de segurança, já que é necessário apresentar uma autorização para a viagem. A concessionária GRU Airport acredita que o uso do e-gate vai reduzir o tempo de permanência do passageiro em filas de três minutos para 30 segundos e que até o dia 2 de janeiro o recurso passe a fazer parte da rotina e atenda a todos os passageiros do aeroporto. Apesar do uso do e-gate, as cabines da Polícia Federal não serão dispensadas e continuarão funcionando e atendendo às pessoas que não têm o passaporte com chip.
28/09/2014 08:25
Helibras nacionaliza 20% de aeronave de uso militar
Bruno Porto - Hoje em Dia
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Divulgação
EC-725 – Quatorze dos helicópteros já foram entregues às Forças Armadas pela fábrica de Itajubá |
A Helicópteros do Brasil (Helibras), sediada em Itajubá, no Sul de Minas, rompeu os 20% de nacionalização da aeronave EC-725, um helicóptero de uso militar, com 50 unidades encomendadas pelas Forças Armadas em um contrato de 1,9 bilhão de euros. Atualmente, 14 empresas nacionais estão em processo de transferência de tecnologia com companhias estrangeiras para se tornarem fornecedoras da Helibras nesse projeto. Outras 23, também brasileiras, suprem as demandas da fabricante de aeronaves. No setor, considera-se taxa de nacionalização o valor dos produtos fornecidos por fabricantes locais no total da aeronave, e não apenas o peso. A mão de obra utilizada já atingiu 100% de nacionalização, de acordo com a Helibras. Pelas cláusulas contratuais, o último helicóptero terá 50% de conteúdo local e estará à disposição das Forças Armadas em 2017. O contrato foi fechado com o Ministério da Defesa em 2008. Do lote de 50 aeronaves que serão usadas pelo Exército, Marinha e Aeronáutica, 14 já foram entregues. Este ano, a primeira com montagem integral no Brasil foi recebida pelas Forças Armadas. Até então, parte da montagem era realizada na França. No último dia 16, uma comitiva da Helibras visitou a sede da Toyo Matic, em Bragança Paulista (SP), para validar a produção do primeiro punho do rotor do EC-725 feito pela fornecedora brasileira. “Este foi o último evento de nacionalização que tivemos. Mas outros tipos de equipamentos devem começar a ter fabricação nacional em breve, como é o caso do cone da cauda e do projeto de capacidade para equipamentos de missão, que formam a aeronave básica, com equipamentos como o radar”, disse o diretor de inovação da Helibras, Vitor Coutinho. Ele adiantou que o modelo civil da aeronave, o EC-225, terá duas unidades à disposição do mercado em 2015 para atender o transporte entre as plataformas de petróleo. Eurocopter escolhe fornecedora brasileira A Toyo Matic, mais nova fornecedora nacional da Helibras, foi selecionada diretamente pela Eurocopter (agora Airbus Helicopters), na França, como apta ao suprimento das demandas do EC-725. A companhia já fornece para o setor aéreo de peças estruturais a componentes mecânicos e hidráulicos com diversas aplicações, especialmente em ligas de alumínio, aços inoxidáveis e titânio. Entre seus clientes, está a Embraer. “O processo de seleção foi bastante criterioso, contando com avaliação dos equipamentos, atendimento a tolerâncias, propostas de processo de fabricação, entre outros. Inclusive, a proposta oficial (Industrial Review) foi apresentada nas instalações da Airbus Helicopters, em Marignane, na França”, disse, em entrevista por e-mail, a coordenadora de engenharia da Toyo Matic, Tatiana Sakuyama. A empresa prefere manter em sigilo o quanto investiu no projeto do EC-725 e o valor do contrato com a Helibras. De acordo com Tatiana Sakuyama, os equipamentos destinados à usinagem já estavam disponíveis, e foram necessárias apenas algumas adequações, como a climatização de máquinas e a preparação de uma área de montagem (processos especiais qualificados exclusivamente para este projeto). “Além disso investimos em fabricação de ferramentas especiais, e a elaboração do programa foi feita 100% aqui, respeitando os parâmetros definidos no processo pelo cliente”.
27/09/2014 13:33:41
Histórico de desaparecimentos de aeronaves dão indícios de que recuperação seja caso perdido
Sandra Carvalho
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Pelo histórico de sequestro de aeronaves registrado nos últimos dois anos em Mato Grosso, o avião da família do deputado estadual José Riva (PSD), um King Air – prefixo ATY, pode nunca mais ser encontrado. O Sêneca da Abelha Táxi Aéreo e o Cesnna 206 do prefeito de Juara, Edson Piovesan (coligação PPS, PMDB e PV), jamais foram recuperados. O piloto do Sêneca ficou em poder dos sequestradores por 15 dias e o do Cesnna por 45 dias. Ambos foram libertados com vida. A polícia, após sete dias, ainda não obteve contato com os dois pilotos do avião de Riva. Comandantes que são fonte do Circuito Mato Grosso cobram uma ação mais enérgica do governador Silval Barvosa (PMDB) no sentido de recorrer ao Itamaraty para pedir ajuda junto aos governos dos países vizinhos a fim de apressar o resgate dos pilotos brasileiros, Evandro Rodrigues de Abreu e o copiloto Rodrigo Frais Agnelli. Também acreditam que o governo do Estado deveria enviar força tarefa para as buscas. A polícia já divulgou que não encontrou pistas da aeronave na Bolívia. Esta é a primeira vez que uma aeronave deste porte, avaliada em R$ 6 milhões, é roubada em Mato Grosso. Sequestro O sequestro da aeronave ocorreu no último sábado (20) por volta das 12h30. O avião de pequeno porte sairia do aeroporto municipal de Pontes e Lacerda (a 483 km de Cuiabá) com destino á cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, para cumprimento de agenda de Campanha da candidata ao Governo do Estado, Janete Riva (PSD).
Domingo, 28 de setembro de 2014, 11h25 MUNDIAL 2014
Previstas para a Copa, obras ficam para 2016
ESTADÃO conteúdo A Copa do Mundo já passou, mas há um conjunto de obras prometidas ainda para o Mundial que só ficará pronto, com sorte, para a Olimpíada de 2016. Algumas das obras selecionadas em levantamento feito pela reportagem, cujos investimentos somam R$ 3,2 bilhões, não têm nem data para a conclusão. Outras foram abandonadas no meio do caminho pelas construtoras. O atraso atinge, sobretudo, os empreendimentos de mobilidade, que foram ‘vendidos‘ à população como o principal legado dos grandes eventos. Os dados globais de gastos com a Copa, reunidos pela Controladoria-Geral da União (CGU), confirmam a lentidão governamental. O órgão monitora o andamento de 324 ações voltadas ao Mundial, entre obras e programas como o de segurança e informação ao turista. No conjunto, elas somam R$ 25,4 bilhões. Mas, até setembro, haviam sido desembolsados R$ 17,1 bilhões - ou 67,3% do total. A diferença refere-se, principalmente, a obras ainda não concluídas. De maneira geral, os gestores culpam o processo de licenciamento ambiental, as desapropriações e as interferências em redes públicas de saneamento e energia pela demora na conclusão das obras. Outra queixa comum são as dificuldades em obter liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Há indefinição também quanto à conclusão das obras nos aeroportos de Manaus e Cuiabá. O cronograma está sendo redefinido, segundo informou a Infraero. Isso porque as obras precisaram ser suspensas durante a Copa, o que jogou os prazos de conclusão para frente. Segundo a estatal, pode haver aditivos de prazo e também de preço.
29/9/2014 08:42:00 A Etihad Airways e a Boeing celebraram a apresentação do primeiro 787-9 Dreamliner da companhia aérea, em um evento em Seattle, no sábado à noite. A aeronave conta com a nova identidade visual "Facetas de Abu Dhabi", da Etihad Airways, apresentada em Hamburgo, Alemanha, nesta semana, junto com o primeiro A380. James Hogan, presidente e CEO da Etihad Airways Aviation Group, afirma que a companhia aérea está orgulhosa em ser uma das maiores clientes do B787 Dreamliner no mundo. “Temos pedidos confirmados para mais de 100 aeronaves de fuselagem larga da Boeing, que incluem 41 787-9 e 30 787-10. Nossa nova frota de aviões B787 liderará a definição de expectativas de serviço entre viajantes do mundo inteiro, oferecendo os mais altos níveis de conforto e opções em todas as classes de serviço”. Ray Conner, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes, comentou que “a Etihad Airways é uma das companhias aéreas mais vanguardistas do mundo e estamos orgulhosos de sua confiança no Dreamliner. Sua nova identidade visual tem um design único que reflete a rica herança de inovação e excelente hospitalidade dos EAU”. O primeiro Boeing 787-9 entrará em operação comercial em dezembro, com mais de 40 rotas internacionais identificadas para receber futuramente os Dreamliners da companhia aérea. A aeronave operará inicialmente entre Abu Dhabi e Düsseldorf e entre Abu Dhabi e Doha. Os serviços para Brisbane, Mumbai, Moscou e Washington serão oferecidos no primeiro semestre de 2015. A Etihad Airways também remodelou sua oferta de produtos no B787. A nova First Suíte no B787 oferecerá aos passageiros uma espécie de santuário privado com muitos novos recursos, incluindo minibar refrigerado e refeições cinco estrelas preparadas a bordo por chefs de classe mundial. O novo Business Studio oferece assentos mais largos, todos com acesso ao corredor e que se transformam em uma cama totalmente horizontal e ajustável. O Economy Smart Seat é inédito no setor e oferece conforto inigualável aos viajantes, com um novo apoio para a cabeça de ‘aba fixa’, permitindo que os passageiros ajustem o suporte para maximizar o conforto. O B787 contará com o mais recente sistema de entretenimento Panasonic eX3, oferecendo mais de 750 horas de entretenimento sob demanda, melhores jogos e telas de alta definição em todas as cabines. "Facetas de Abu Dhabi", a nova identidade visual, usa uma paleta de cores que reflete os diferentes tons da paisagem dos EAU, das areias mais escuras de Liwa às cores mais claras vistas no norte dos Emirados. Resultado de uma ampla pesquisa, o design também será uma característica essencial dos novos interiores de cabine introduzidos no Boeing 787 da Etihad Airways.


29/09/2014 08h08 Reuters PARIS (Reuters) - A Airbus deve receber certificado de segurança para seu novo jato de passageiros, o A350, na terça-feira, afirmaram fontes com conhecimento do assunto. O carimbo de aprovação permitirá ao mais novo jato europeu de dois corredores entrar em serviço assim que o primeiro modelo de produção for testado e entregue à Qatar Airways, cliente de lançamento do modelo. Isso deve ocorrer no quarto trimestre. O avião para entre 300 e 350 passageiros foi desenvolvido com um custo estimado em 15 bilhões de dólares para competir com o Boeing 787 Dreamliner. Ambos os aviões usam um projeto que emprega compósitos de carbono para reduzir peso e custos com combustível. O A350 também deverá competir com o 777, avião maior da Boeing, quando uma nova versão surgir no final da década. Depois de mais de um ano de testes de voo, a agência europeia de segurança na aviação (EASA) e a agência federal de aviação dos Estados Unidos (FAA) devem emitir aprovações simultâneas para o modelo, mas sem a fanfarra que envolveu a certificação do superjumbo A380, em 2006. A Airbus tinha marcado para setembro a certificação do A350 e o primeiro voo do modelo atualizado A320neo. O voo ocorreu na quinta-feira passada.










