AeroClipping, quinta-feira, 18/09/14 - ano XII - nº 259

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Folha de São Paulo

Governo pede encerramento da greve na Air France

Companhias aéreas limitam upgrade de classe a cliente 'top'

O Globo

Em 2015, plano é privatizar 3 aeroportos

Voo alto

Linha aérea começa a operar voos entre Cabo Frio e Campinas

TCU questiona modelo de licitação dos aeroportos regionais

G1

Baixo movimento faz Azul desistir de voos no aeroporto de Araraquara, SP

Avião de pequeno porte cai em parque dos Estados Unidos

Valor Econômico

'Céus abertos' multiplicam voos dos EUA

UBS revisa Gol, Brasil Plural corta Fleury e Credit retoma cobertura de Copel

Diário de Pernambuco

Aeroporto de Caruaru terá voos comerciais

Jornal do Commercio - PE

Azul quer operar voos em Caruaru

A Crítica de Campo Grande - MS

Madrugada é o melhor horário para voar e comprar passagens aéreas

Diário do Nordeste

Aeroporto: Infraero convoca 3ª colocada em licitação

Tribuna da Bahia

Azul reduz preço das passagens dos voos diretos para Salvador

O Rio Branco

Porto Walter e Marechal Thaumaturgo tem aeroportos fechados pela Anac

Jornal de Turismo

Bombardier entrega hardware de alta velocidade JetWave

Mercado&Eventos

Airport Infra Expo debate concessão de aeroportos

Azul estreia oitavo voo entre Guarulhos e Santos Dumont

Acordo aéreo facilitará viagens entre Brasil e Aruba

Panrotas

Gol+ estará em 100% da frota a partir de outubro

Qatar recebe primeiro de dez A380


Folha de São Paulo

Quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Governo pede encerramento da greve na Air France


DE SÃO PAULO - O governo francês pediu o fim da greve dos pilotos da Air France, que está em seu terceiro dia, já que a disputa sobre cortes de custos ameaça 60% dos voos da companhia até o próximo dia 22.


Para esta quinta, a empresa confirma um voo cancelado entre Paris e São Paulo (AF456) e dois entre Paris e o Rio (AF444, AF442).


As críticas foram feitas pelo primeiro-ministro, Manuel Valls, e pelo ministro da Economia, Emmanuel Macron.


Folha de São Paulo

Quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Companhias aéreas limitam upgrade de classe a cliente 'top'

Empresas dificultam cortesias dadas mesmo a passageiros mais frequentes

Nos EUA, companhias têm cobrado por mimos antes gratuitos, como ir da classe econômica para a executiva

DO "NEW YORK TIMES"


Paul Dougherty voa mais de 100 mil milhas por ano com a United Airlines, o que o enquadra como um dos mais frequentes usuários do programa de fidelidade da empresa. Isso dá a ele o direito de embarcar antes e de não pagar pelo excesso de bagagem.


O que seu status de membro especial não tem permitido nos últimos tempos, no entanto, é a regalia favorita dos passageiros frequentes: um upgrade para a primeira classe ou para a executiva. A United, agora, primeiro tenta vender o tal upgrade.


"A regalia deveria ser cortesia", diz Dougherty, advogado de Santa Monica (Califórnia) que já voou cerca de 2 milhões de milhas com a United. "Era comum. Agora é um desafio", completa.


Com aviões voando próximos da capacidade máxima e com um aumento cada vez maior das taxas das companhias aéreas, as empresas preferem deixar poltronas vazias e, assim, ter mais lucros --já que um passageiro na primeira classe custa mais caro. Cortesias como a primeira classe não são mais distribuídas, ficando reservadas, apenas, à "ultraelite".


"Companhias aéreas estão identificando seus consumidores top' e reservando as cortesias a eles", diz Brian Kelly, autor do blog The Points Guy, que acompanha programas de fidelidade na indústria do turismo.


Enquanto empresas como a United oferecem upgrades por um preço fixo --ainda abaixo do custo de um bilhete de primeira classe-- outras, como a American Airlines, colocam os assentos não vendidos nas classes mais altas em ofertas on-line.


A ideia, segundo analistas, é obter mais receita de cada viagem fazendo o passageiro que já comprou um bilhete gastar mais com o assento.


Não demorou para que passageiros mostrassem descontentamento. Em março, a Delta anunciou que não ofereceria mais upgrades em algumas de suas rotas. Só membros que voam ao menos 125 mil milhas por ano poderiam conseguir a mudança.


Como os assentos dianteiros vazios são visíveis do fundo do avião, os passageiros da classe econômica começaram a se queixar por não poderem ser transferidos. Com isso, a empresa está revendo sua política e já afrouxou algumas restrições aos mimos.


O Globo

Quinta-feira 18.9.2014

Em 2015, plano é privatizar 3 aeroportos

Meta é arrecadar US$ 3 bi com terminais em Curitiba, Recife e Cuiabá

Geralda Doca

[email protected]


-BRASÍLIA- O governo pretende repassar ao setor privado mais três aeroportos em 2015 e espera faturar com as outorgas R$ 2,976 bilhões. Os terminais a serem incluídos na terceira rodada de privatização do setor são Curitiba, Recife e Cuiabá. A lista está em nota explicativa enviada pelo Executivo ao Congresso sobre a previsão de receitas com concessões e permissões, que somam R$ 16,3 bilhões.


A previsão é arrecadar R$ 1,3 bilhão com a concessão do aeroporto de Curitiba; R$ 1,3 bilhão, com o leilão do terminal de Recife; e R$ 376 milhões com a privatização do de Cuiabá. Os novos concessionários pagarão à União 30% à vista pela outorga e o restante em contribuição fixa anual ao longo do contrato.


O governo conta também com outras receitas extraordinárias: a concessão da ponte Rio-Niterói (até R$ 1 bilhão); o pagamento de bônus de assinatura da licitação de minério de ferro (R$ 966,3 milhões); o contrato de partilha do campo de petróleo de Pau-Brasil (R$ 3,125 bilhões); e a renovação das concessões de distribuição de energia (R$ 2,26 bilhões).


Constam ainda das receitas extraordinárias, a arrecadação com a concessão do porto de Imbituba (SC) por 30 anos (R$ 200 milhões) e de duas ferrovias: Oeste-Leste (Ilhéus/BA-Barreiras/BA), de R$ 3,5 bilhões, e Norte-Sul (Ouro Verde/GO-Estrela D’Oeste/SP), R$ 2,3 bilhões.


O Globo

18 set 2014

Voo alto

Ancelmo Gois

oglobo.com.br/ancelmo


Gol pensa seriamente em comprar aviões da Embraer modelo 195.


O Globo

17/09/2014 7:20

Linha aérea começa a operar voos entre Cabo Frio e Campinas

Com capacidade para 70 passageiros por aeronave, partidas acontecerão diariamente, exceto aos sábados

POR PAULO ROBERTO ARAÚJO


Pista do aeroporto de Cabo Frio é a segunda mais extensa do estado - Ernesto Galiotto / Divulgação

RIO — Desde esta terça-feira, a empresa Azul passou a operar voos diários, exceto aos sábados, entre Campinas e Cabo Frio, na Região dos Lagos. Como a empresa mantém base de operações em Campinas e Belo Horizonte, os passageiros que embarcam no Aeroporto Internacional de Cabo Frio — cuja pista é a segunda maior do estado, com cerca de 2,5 quilômetros de extensão — poderão a partir de escalas nestas duas cidades, viajarem para todo o Brasil e exterior, sem ter que enfrentar o trânsito normalmente congestionado entre a Região dos Lagos e o Rio. Os aviões tem capacidade para 70 passageiros e o tempo de voo direto dura em torno de 90 minutos.


Segundo o prefeito de Cabo Frio, Alair Corrêa, a nova linha vai facilitar a chegada de mais turistas para os municípios de Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios, além de atender aos moradores da Região dos Lagos, Norte e Noroeste do estado em viagens para fora do estado do Rio.


— As condições das estradas, com longos engarrafamentos, sempre foram a maior reclamação dos turistas que nos visitam. Além disso, o aeroporto tem um grande movimento de embarque e desembarque de técnicos da Petrobras e empreiteiras que trabalham nas plataformas de petróleo — afirmou o prefeito.


O ministro do Turismo, Vinicius Lages, e o Secretário estadual de Turismo, Cláudio Magnavita, visitarão o aeroporto de Cabo Frio nesta quinta-feira. De acordo com Magnavita, além do aeroporto de Cabo Frio, o governo do estado quer aumentar as operações turísticas nos aeroportos de Angra dos Reis e Paraty:


— Com a ampliação e modernização destes aeroportos, estas cidades passarão a ter muito mais competitividade turística no cenário nacional — disse o secretario.


Por enquanto, os voos para Belo Horizonte acontecem somente às sextas-feiras, sábados e domingos. Mas dentro de 15 dias os voos também serão diários. Segundo a prefeitura de Cabo Frio, outra possibilidade, ainda em fase de negociações, é a entrada da Gol Linhas Aéreas com voos aos sábados e domingos no trecho Cabo Frio-Rio-Buenos Aires.


Além dos turistas, as empresas estão de olho no movimento dos técnicos da Petrobras. Atualmente, 800 funcionários embarcam e desembarcam diariamente em Cabo Frio dos helicópteros que ligam o aeroporto às plataformas de petróleo. Os 15 helicópteros realizam cerca 60 viagens diárias.


Um novo pátio está sendo construído para ampliar a operação dos helicópteros. A Associação dos Hotéis de Búzios e o Convention Bureau da cidade estão pedindo ao governador Luiz Fernando Pezão que cumpra a promessa feita pelo seu antecessor, Sérgio Cabral. Ele determinou a pavimentação da estrada de dois quilômetros, entre a Avenida Wilson Mendes e a Estrada do Guriri, para facilitar o trânsito dos veículos que ligam o Aeroporto de Cabo Frio a Búzios. Atualmente o tráfego é feito por uma estrada estreita que corta o bairro do Jacaré.


O Globo

17/09/2014 7:00

TCU questiona modelo de licitação dos aeroportos regionais

Tribunal embarga obra em terminal na Bahia, e impasse pode afetar oferta de 270 terminais

POR GERALDA DOCA


TCU não concorda com o Regime Diferenciado de Contratações, que permite ao vencedor executar todas as obras necessárias em cada aeroporto selecionado - Michel Filho / Agência O Globo

BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou problemas no modelo de licitação dos aeroportos regionais e embargou as obras no terminal de Barreiras (BA), o primeiro a ser contemplado no programa de aviação regional, anunciado pela presidente Dilma Rousseff há quase dois anos. A área técnica do tribunal não concorda com o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite ao vencedor executar todas as obras necessárias em cada aeroporto selecionado, como pista, pátio, terminal de passageiros e torre de controle.


Segundo fontes do TCU, a alegada urgência para a adoção do regime simplificado de licitação não se sustenta. O mais indicado, na avaliação dos técnicos, é a adoção do regime tradicional porque as obras são de baixa complexidade.


Com investimentos previstos de R$ 49,2 milhões em obras de ampliação do terminal de passageiros, do pátio de aeronaves e de alargamento e ampliação da pista, o processo relativo ao aeroporto de Barreiras tem caráter sigiloso no TCU, conforme prevê a regra do RDC, em que o orçamento não é divulgado. Conforme fontes, a tendência é que a ministra Ana Arraes, relatora do processo, siga o parecer da equipe técnica. Na prática, enquanto não houver uma decisão do tribunal, todo o processo de licitação de obras nos demais aeroportos, um conjunto de 270, está suspenso.


Governo defende modelo


A pretensão do governo é utilizar o RDC em todas as intervenções nesses terminais, que receberão recursos estimados em R$ 7,3 bilhões. Nos bastidores, a Secretaria de Aviação Civil (SAC), responsável pela coordenação do programa que está sendo executado pelo Banco do Brasil, argumenta que não aparecerá interessado caso o modelo seja alterado.


O argumento não convence os técnicos do TCU. Segundo as fontes, a aplicação do RDC poderá facilitar a conclusão das obras no aeroporto de Barreiras em dois meses, mas resultaria num gasto de R$ 400 mil. Os técnicos destacam, ainda, que não faz sentido a decisão do governo de separar o aeroporto dos demais, antecipando a licitação das obras no terminal, que faz parte da lista dos terminais a serem beneficiados pelo programa de aviação regional.


Operam no aeroporto de Barreiras somente duas companhias, a Azul e a Passaredo. As empresas Gol e Avianca teriam demonstrado interesse em voar no terminal, de acordo com fontes do governo. Atualmente, o aeroporto recebe 88 mil passageiros por ano e, depois das obras de ampliação, terá capacidade para atender 98 mil usuários em 2025 e 191 mil em 2035, de acordo com projeção de demanda realizada pela SAC.


O secretário executivo da SAC, Guilherme Ramalho, disse que aguarda uma deliberação do TCU. Ele lembrou que a suspensão das obras no aeroporto de Barreiras ocorreu em maio e, até agora, não há uma decisão dos ministros a respeito do processo, que estava previsto para ser votado em 13 de agosto. Mas, devido ao acidente que matou Eduardo Campos, que era candidato do PSB à Presidência, foi adiado, sem prazo para julgamento. Campos era filho de Ana Arraes.


Ramalho destacou que o RDC é um instrumento legal e que a SAC tem autorização para aplicá-lo. Na avaliação dele, o regime permitirá maior qualidade na contratação e na execução da obra, além de reduzir riscos e prazos. Ele destacou que o aeroporto de Barreiras foi escolhido para ser um projeto-piloto e não há qualquer irregularidade no processo de licitação.


— A nossa posição é muito tranquila — disse o secretário.


Ele negou que o programa esteja parado, alegando que foram concluídos 230 estudos de viabilidade econômica e 140 projetos estão em elaboração. Já foram beneficiados, de acordo com a SAC, 40 aeroportos regionais, por meio de obras e compras de equipamentos de segurança e navegação aérea. Cerca de R$ 400 milhões já foram investidos nesses terminais.


12 empresas regionais pararam de voar


Além das obras de melhoria da infraestrutura nos aeroportos regionais, o programa também contempla a concessão de subsídios às companhias que quiserem operar essas rotas, inclusive as existentes, com objetivo de reduzir preços e aumentar a frequência de voos. Os recursos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), abastecido com o pagamento das outorgas das concessões dos grandes aeroportos e adicional de tarifas aeroportuárias.


A meta do programa de aviação regional é garantir a 96% dos brasileiros a possibilidade de ter até cem quilômetros de distância um aeroporto em operação. Atualmente o percentual é de 79%. De acordo com dados da SAC, de um total de 19 mil voos semanais ofertados no país, 4,8 mil são regionais (não atendem capitais), o que representa 25,7% do total.


Considerando o número de rotas (ligação entre dois aeroportos em um único sentido), os voos regionais somam 371 rotas, de um total de 683 operadas nos aeroportos brasileiros. Embora, a maior parte das frequências semanais esteja concentrada em voos entre capitais, a maior parte delas tem origem ou destino um aeroporto regional.


De acordo com dados da SAC, apenas três empresas podem ser consideradas regionais atualmente: MAP Transportes Aéreos (faz voos entre Manaus e cidades do interior do Amazonas); Passaredo (opera voos entre oito capitais e 12 cidades do interior) e Sete Linhas Aéreas, que atua na região Centro-Oeste.


Nos últimos anos, 12 empresas do ramo pararam de voar: Abaeté, Air Minas, Cruiser, Meta, NHT, que chegou a operar como Brava; Noar, Pantanal, que foi comprada pela TAM, Puma, Rico, Sol, TAF e Team.


A assessoria de imprensa do TCU informou que não comentaria o processo devido ao caráter sigiloso.


G1

17/09/2014 13h31

Baixo movimento faz Azul desistir de voos no aeroporto de Araraquara, SP

Empresa deixa de operar em novembro e diz que clientes terão reembolso.

Com a decisão, Bartholomeu de Gusmão fica novamente sem voos regulares.

Do G1 São Carlos e Araraquara


Voos regulares no aeroporto de Araraquara não vão completar nem o primeiro ano (Foto: Felipe Turioni/G1)

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras vai encerrar as operações de voo em Araraquara (SP) a partir do dia 3 de novembro. O motivo da suspensão, segundo a empresa, é o baixo movimento de clientes apresentado na rota até Campinas, a única realizada na cidade. Com a decisão, o aeroporto Bartholomeu de Gusmão fica novamente sem voos regulares.


A Azul afirmou que com a baixa movimentação, a manutenção dos voos fica economicamente inviável. Ainda segundo a empresa, os clientes que compraram passagem para viajar depois de 1º de novembro serão reembolsados integralmente do valor gasto. As explicações sobre o reembolso estão disponíveis no site da Azul.


Desde o início da operação no aeroporto Bartholomeu de Gusmão, em dezembro de 2013, a empresa aérea alterou pelo menos três vezes os horários de voos. A última mudança foi em julho deste ano, quando a Azul informou que iria reduzir a frequência de aviões na cidade. De nove voos, apenas três passaram a fazer o trajeto de Araraquara a Campinas.


Alteração nos horários

Em nota, a Prefeitura afirmou que respeita a decisão da Azul, mas disse que antes das mudanças de horários feitas este ano pela empresa, os voos de Araraquara a Campinas tinham grande movimentação. A administração pública acredita que os investimentos no novo terminal vão atrair o interesse de outras empresas.


Aeroporto

O Aeroporto Estadual Bartholomeu de Gusmão foi reinaugurado para voos comerciais no final de 2013. O primeiro dia de operações foi marcado por cancelamentos e atraso.


Apenas a Azul opera no local com voos regulares e a única rota é a de Campinas, cidade onde os passageiros têm outras opções de destinos.


O aeroporto de Araraquara deixou de receber voos regulares em 2007. A inauguração do novo terminal de passageiros de Araraquara ocorreu após mais de um ano de reformas. O investimento inicial foi R$ 8 milhões e a nova pista do aeroporto foi ampliada para 1,77 mil metros quadrados com salas de embarque e desembarque e espaço para lojas comerciais.


Em agosto deste ano, o aeroporto de Araraquara foi incluído em um programa do governo federal que prevê investimentos de R$ 7,3 milhões para melhorias em 270 aeródromos no país. Entre os projetos estão ampliação e ajustes de terminais, pistas e pátios.


Segundo estudos do governo, o aeroporto de Araraquara recebe pouco mais de mil passageiros por ano e tem potencial para mais de 100 mil. Por isso, estão previstas no local a recuperação e ajuste da pista de pouso, que tem 1,8 mil metros.


G1

17/09/2014 10h43

Avião de pequeno porte cai em parque dos Estados Unidos

Piloto e passageiros a bordo eram irlandeses.

Acidente não deixou vítimas.

Do G1, em São Paulo


Um dos passageiros do avião que caiu no parque Vinoy nesta segunda (15) é levada para atendimento médico (Foto: AP Photo/The Tampa Bay Times, Scott Keeler)

Um avião monomotor caiu no parque Vinoy, em St. Petersburg, no estado da Flórida, nesta segunda-feira, com quatro pessoas a bordo. O piloto e os passageiros eram irlandeses, informa a Associated Press.


De acordo com a imprensa local, no momento da queda o avião girou e partes da aeronave foram arremessadas por todo o parque. Ao chocar com a grama a aeronave deu um “salto” e acabou com a frente em direção a água.

O acidente nao deixou vítimas. Duas pessoas saíram imediatamente de dentro do avião e as outras duas foram socorridas e levadas ao hospital em condição estável, de acordo com o Tampa Bay Times.


Avião caiu no parque Vinoy, em St. Petersburg, Flórida, nesta segunda (15) (Foto: AP Photo/The Tampa Bay Times, Scott Keeler)


Valor Econômico

18/09/2014 às 05h00

'Céus abertos' multiplicam voos dos EUA

Por João José Oliveira | De São Paulo

Michael Huerta, diretor geral da FAA, agência de

aviação civil dos EUA, diz que a maior oferta de voos

para o Brasil vai permitir queda de preço de passagens


O tráfego de passageiros e de cargas entre Brasil e Estados Unidos vai crescer a uma taxa média de 6,5% ao ano a partir de 2015, quando entra em vigor a última e mais aberta etapa do acordo 'céus abertos', assinado entre Brasil e Estados Unidos em 2011. É o que prevê o diretor da Federal Aviation Administration (FFA), Michael Huerta, principal executivo do órgão correspondente à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


"O 'open skies' vai ampliar opções de frequências e de rotas, aumentar conectividade e estimular o comércio bilateral", disse Huerta. "Esse processo também terá impacto em tarifas", afirmou, projetando que a maior oferta de voos por aéreas americanas e brasileiras reduzirá o preço médio do bilhete após 2015.


O acordo "céus abertos" entre Brasil e EUA foi implementado em cinco etapas, começando em outubro de 2011, quando a Anac autorizou 14 voos a mais para destinos americanos a partir do aeroporto do Galeão, no Rio. Em contrapartida, companhias americanas ganharam número extra de voos para ligar EUA e Brasil.


Outras três etapas foram implementadas em 2012, 2013 e este ano, sempre levando em conta a reciprocidade. Em 2015, rotas novas e aumento de frequência poderão ocorrer independentemente das cotas. A negociação será entre a companhia aérea interessada e o operador do aeroporto, conforme disponibilidade de 'slots' - horários para pouso e decolagem.


Segundo dados da Anac, as aéreas americanas Delta, United e American Airlines têm 187 frequências semanais entre Brasil e EUA. Esse número é quase o dobro da oferta atual feita em voos das companhias brasileiras para aeroportos americanos.


Dos dois lados, brasileiro e americano, há planos de aumentar oferta. "Queremos ampliar a oferta para os EUA, mas em destinos que possam ser operados por nossa frota", disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, no dia 8 de setembro, referindo-se a destinos como Orlando, atendidos por aviões Boeing 737-800 partindo de São Paulo com escala na República Dominicana.


"Vamos oferecer nova experiência em voos internacionais, com segmentação de tarifas e serviços", disse o fundador e presidente da Azul, David Neeleman, ao anunciar a encomenda de aviões Airbus A330-200 e A350-900 para atender destinos americanos em abril. Mês passado, a Anac alocou à empresa 18 frequências semanais para voos de passageiros e de carga entre Brasil e Estados Unidos.


A TAM, dona de 84% da oferta internacional de voos feitos pelas brasileiras, também quer elevar a oferta para atender a demanda, considerada crescente pela presidente da aérea, Claudia Sender, que admitiu esse interesse a analistas, durante teleconferência de resultados, em 13 de agosto.


Após a formalização da fusão com a US Airways, em dezembro do ano passado, o vice-presidente sênior da American Airlines para México, Caribe e América Latina, Art Torno, disse ao Valor que o acordo de 'céus abertos' é um dos fatores que levarão a companhia a acelerar a expansão no país. "Teremos, além de Copa e de Jogos Olímpicos de 2016, o 'céus abertos' em 2015, que permitirão oferta maior de voos", disse o executivo da aérea, que oferece 110 voos semanais a partir de nove cidades brasileiras.


Na Delta, dona de 42 frequências ligando os EUA a São Paulo, Rio e Brasília, a oferta vai crescer dois dígitos já este ano ante 2013. O diretor da companhia no Brasil, Luciano Macagno, disse que o 'céus abertos' vai trazer mais flexibilidade na operação de destinos já atendidos e novos pontos. "Hoje, quando queremos atender uma demanda sazonal, de verão, por exemplo, com um voo novo, o processo demora. Com o 'open skies', vamos ter mais rotas e frequências por causa da maior agilidade", disse.


A expansão projetada pela FAA para a demanda na conexão entre Brasil e EUA, de 6,5% ao ano, é maior que a esperada pelo órgão para o crescimento no mercado doméstico americano, que ficará em 2,2% ao ano. Por isso, executivos brasileiros do setor dizem que as aérea americanas vão ser mais agressivas com o 'open skies'.


"As americanas já mostraram que têm apetite para ocupar todos os espaços", disse o executivo de primeiro escalão de uma aérea brasileira. "Quando a Azul anunciou um voo de Viracopos [Campinas-SP] para Nova York, a American lançou a mesma rota quase no mesmo horário", disse.


O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, diz que as companhias brasileiras precisam ter condições iguais às americanas para concorrer. "Por causa do sistema tributário brasileiro e da forma de cálculo do QAV [querosene de aviação] aqui, o combustível representa 40% dos custos das aéreas do Brasil, enquanto nos EUA esse percentual é de 29%."


"Não dá para entrar na briga direta com as companhias americanas em rotas longas feitas por aeronaves widebody [aviões de maior porte, com dois corredores]", disse Kakinoff, da Gol. "Eles têm uma escala muito maior".


Comparando: as companhias transportam quase 900 milhões de passageiros por ano e tiveram receita operacional de US$ 200 bilhões em 2013, ou quase meio trilhão de reais. As quatro brasileiras - TAM, Gol, Azul e Avianca - transportam 100 milhões de pessoas por ano e faturam menos de R$ 30 bilhões a cada 12 meses.


Valor Econômico

18/09/2014 às 05h00

UBS revisa Gol, Brasil Plural corta Fleury e Credit retoma cobertura de Copel

Por João José Oliveira, Beth Koike e

Daniela Meibak | De São Paulo


O UBS elevou o preço-alvo das ações da companhia aérea Gol de R$ 20,00 para R$ 21,50, em um horizonte de 12 meses, e manteve a recomendação de compra. Em relatório assinado pelos analistas Victor Mizusaki e Rodrigo Fernandes, a instituição financeira informa que a Gol está bem posicionada para enfrentar a recente volatilidade cambial.


Os analistas reconhecem que existe uma forte correlação entre o desempenho da companhia aérea e o câmbio. De fato, nas últimas sete sessões, o dólar apresentou apreciação ante o real em seis dos pregões, chegando a se valorizar 4,24% e atingindo R$ 2,34, maior cotação em 18 meses.


Mizusaki e Fernandes apontam que, em um cenário de depreciação do real, a disciplina na gestão da capacidade pode ajudar a empresa a enfrentar as pressões de custo em "cask" [assento-quilômetro disponíveis] com uma combinação de elevadas taxas de ocupação e "yield" [receita por passageiro em quilômetro voado].


Na segunda-feira, após fechamento da bolsa, a Gol divulgou os resultados operacionais de tráfego referentes a agosto, em que a taxa de ocupação nos voos aumentou 10,8 pontos percentuais em relação ao mesmo mês de 2013, para 77%.


A demanda da empresa cresceu 10,5% para 2,7 milhões de assentos. Nos voos internacionais, a taxa de ocupação cresceu 11,7 pontos percentuais, para 71,9%.


Já a Brasil Plural reduziu de R$ 18 para R$ 15 o preço-alvo do papel do Fleury, o que indica um potencial de valorização de apenas 2% em relação à cotação atual. A recomendação é "underweight", equivalente à venda.


Segundo os analistas da corretora, a queda deve-se à perspectiva de um cenário com volatilidade em seus resultados e a negociações arrastadas para venda do controle da companhia.


Na segunda-feira à noite, o Fleury anunciou um novo presidente, Carlos Marinelli, que era responsável pela marca Fleury. O executivo, que trabalha na empresa desde 2005, substitui Vivien Rosso, que permaneceu no cargo por apenas um ano. "Enxergamos essa transição como outra tentativa da empresa de rever suas marcas regionais e focar na marca Fleury", informa relatório da Brasil Plural.


O Credit Suisse retomou a cobertura da Copel com recomendação de venda e preço-alvo de R$ 37. Segundo o banco, a ação é negociada hoje próxima ao seu valor justo, assim como o resto do setor, mas tem riscos consideráveis de queda. A preferida entre as elétricas continua sendo a Equatorial, seguida pela CPFL.


O Credit destaca quatro razões para dar a recomendação de venda. A primeira é que os papéis não têm boa visibilidade com a eleição para governador no Paraná, mas forte potencial de queda, já que uma mudança política poderia elevar a percepção de risco.


Além disso, os resultados da empresa mostraram no segundo trimestre deterioração, sobretudo na área de geração. Em terceiro, o banco pontua que os ganhos com os preços no mercado à vista em 2015 podem decepcionar e, por fim, a maturação de R$ 7,4 bilhões em projetos de baixo retorno adquiridos em anos anteriores impedem o crescimento do lucro líquido ajustado nos próximos anos.


"É difícil olhar para múltiplos do valor das empresas ("valuation") no setor de serviços públicos no Brasil, devido ao impacto do valor que os diferentes perfis de concessão geram. Para Copel especificamente, acreditamos que eles são ainda mais enganosos, devido ao papel maior que dois ativos financeiros desempenham no valor da empresa e a quantidade considerável de dinheiro (R$ 7,4 bilhões) que está sendo implantada em projetos diluídos de geração e transmissão", afirmam os analistas Vinicius Canheu e Pedro Manfredini, em relatório.


Diário de Pernambuco

17/09/2014 15:21

Aeroporto de Caruaru terá voos comerciais


O aeroporto Oscar Laranjeira em Caruaru, no Agreste pernambucano, deverá oferecer voos comerciais regionais ainda este ano. A expectativa é que a Azul Linhas Aéreas seja a primeira operadora a trabalhar com roteiros na cidade. Na manhã desta quarta-feira, o governador João Lyra Neto recebeu um representante da empresa aérea que reforçou a vontade de disponibilizar operações no local até dezembro.


"Caruaru está em constante expansão, assim como os municípios do entorno, devido ao polo de confecção. Por esse motivo, temos interesse em avaliar essa operação", disse o governador, destacando o potencial de conhecimento técnico da região. O gerente de Relações Institucionais da empresa, Ronaldo Veras, ressalta a vontade da empresa em iniciar as operações. "Nós temos um carinho especial por esse estado por isso estamos avaliando novas possibilidades em Pernambuco, como por exemplo, viabilizar o trecho de Caruaru".


Vale lembrar que a Azul Linhas Aéreas já opera com sucesso em Petrolina, no Sertão, e na Ilha de Fernando de Noronha. O governador, que terá nova reunião com os representantes da empresa em outubro, classifica com "importante" esse movimento da Azul Linhas Aéreas em Pernambuco. "O Governo de Pernambuco recebe com empolgação empresas que apostam no potencial econômico e social do nosso estado", finalizou Lyra Neto.


Jornal do Commercio - PE

18/09/2014, às 06h14

Azul quer operar voos em Caruaru

Aeroporto ainda aguarda novos investimentos dentro do Plano de Aviação Regional. Expansão para novas cidades é um dos focos da companhia

Raíssa Ebrahim


Ampliação da atuação da Azul pode significar aeronaves melhores e passagens mais baratas

Divulgação

A Azul quer ampliar sua atuação em Pernambuco. A ideia é chegar ao Agreste, contemplando Caruaru e, consequentemente, municípios do entorno e o Polo de Confecções. Seguindo o movimento de expansão regional da companhia aérea, o gerente de relações institucionais da empresa, Ronaldo Veras, esteve ontem com o governador João Lyra Neto para apresentar o plano de operação.


Lyra, que tem nova reunião agendada para outubro para tratar do assunto, declarou que tem interesse e considerou como “importante” o movimento da Azul. A companhia já possui voos regionais em Petrolina, no Sertão, e em Fernando de Noronha.


O terminal de Caruaru aguarda pela verba federal prometida dentro do Plano de Aviação Regional da Secretaria de Aviação Civil (SAC). No Estado, outras oito localidades serão contempladas no pacote de R$ 216 milhões previstos para Pernambuco: Garanhuns, Arcoverde, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Petrolina, Araripina, Salgueiro, além de Noronha.


De acordo com a SAC, as primeiras licitações do programa podem sair ainda neste ano. Especificamente em relação a Caruaru, a secretaria informou que, no momento, está em andamento o estudo preliminar de necessidades socioeconômicas da região, que detalhará como será a obra, baseado em informações como necessidades locais, de pista de pouso e de terminal de passageiros.


Os mercados de aviação regional e internacional são hoje os grandes focos de expansão da Azul. Segundo circula na imprensa nacional, a ampliação para novas cidades brasileiras possibilitaria a empresa ampliar sua frota e adquirir jatos da Embraer para serem utilizados onde hoje a companhia opera com aviões turboélice (ATRs). Para os consumidores, essas mudanças podem significar passagens com preços mais baixos, além da maior ofertas destinos.


Internacionalmente, a Azul aguarda as sinalizações do governo para as novas regras de slots (autorizações para pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas (SP), hoje dominado pela Tam e pela Gol.


Neste mês, a empresa iniciou a venda de passagens para Flórida (EUA), com voos diários e diretos, com origem no aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Os voos começam em dezembro, e as passagens podem ser encontradas com tarifas a partir de R$ 1,5 mil.


A Azul foi fundada em 2008 pelo empresário David Neeleman. A companhia, resultado da união entre a Azul Linhas Aéreas Brasileiras e a Trip Linhas Aéreas, é a terceira maior do Brasil. Detém uma frota de 134 aeronaves (entre ATRs e Embraer), mais de 10 mil tripulantes, 860 voos diários, 104 destinos servidos e 30% do total de decolagens do País.


A Crítica de Campo Grande - MS

17 de Setembro de 2014 - 17:08

Madrugada é o melhor horário para voar e comprar passagens aéreas

Fonte: UOL

Foto: Divulgação


O ideal é comprar o bilhete no início da madrugada de sexta-feira para sábado,

Sabia que existe um horário perfeito para comprar passagens aéreas e voar? Período de descanso da maioria da população, a madrugada é o melhor momento do dia para voar e comprar passagens aéreas baratas. Com descontos de até 70% sobre o preço praticado durante o 'horário comercial', o período entre 0h e 6h da manhã é perfeito para quem quer economizar um bom dinheiro. Vale lembrar que além de comprar as passagens aéreas durante a noite, os voos também devem ocorrem no período noturno para que os valores sejam realmente menores.


A explicação para os superdescontos é simples. Durante a madrugada os voos registram uma lotação consideravelmente menor que nos horários comerciais e com isso, as empresas lucram menos ou até possuem prejuízo. Ao incentivar a compra de passagens aéreas durante a noite, as companhias aumentam seu faturamento e ainda diminuem a lotação no período diurno. Um bom exemplo de como vale a pena voar de madrugada é a diferença de preços nos bilhetes de São Paulo rumo a Porto Alegre. A passagem aérea de ida e volta entre as cidades custa em média R$ 330 durante o dia. Já quem optar pelo mesmo percurso no período noturno irá pagar aproximadamente R$ 165, um desconto de 50%. É importante ressaltar que nem todos os bilhetes durante a noite possuem bons preços, por isso é fundamental pesquisar. A dica é sempre conferir as boas oportunidades nossites de promoções de passagens aéreas.


Promoções da Madrugada


Um velho ditado diz que "enquanto uns choram, outros vendem lenços". No caso das passagens aéreas o mais correto seria afirmar que "enquanto uns dormem, outros compram passagens baratas"! Já tradicional entre as empresas aéreas, as promoções da madrugada surgem com poucas horas de antecedência e duram, geralmente, entre 0h e 6h da manhã. Para conseguir encontrá-las é importante sempre estar atento aos sites das companhias.


Como toda regra há uma exceção, neste caso não poderia ser diferente. As já tradicionais promoções de passagens aéreas aos finais de semana são as únicas com data e hora marcadas para acontecerem. Gol, Azul e TAM, que são três das principais empresas do setor no país, realizam semanalmente superpromoções no período. Neste caso, o ideal é comprar o bilhete no início da madrugada de sexta-feira para sábado, pois há mais opções de destinos e horários. Os descontos chegam até 70%


Diário do Nordeste

18.09.2014

Aeroporto: Infraero convoca 3ª colocada em licitação


Quando concluído, o terminal de passageiros do Aeroporto de Fortaleza deverá passar de 38,5 mil metros quadrados para 90,3 mil metro quadrados. A ampliação aumentará a capacidade de movimentação de pessoas FOTO: ALEX COSTA

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) convocou ontem o Consórcio Fortaleza para assumir as obras de ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, paralisadas há mais de seis meses. Formado pelas empresas Convap Engenharia e Construções, Construtora RV e Petra Construtora, o consórcio foi o terceiro colocado na licitação lançada em 2011 para executar o serviço.


Na última semana, a empresa Encalso/Kallas, segunda colocada no processo licitatório e também convocada para executar as obras, teve proposta rejeitada pela Infraero. De acordo com a Infraero, a recusa se deveu a o fato da proposta apresentada pelo grupo de empresas modificar o que já está previsto no edital de licitação.


Iniciadas em 2012, sob a responsabilidade do consórcio CPM Novo Fortaleza, as obras de ampliação do Pinto Martins estão paralisadas desde o começo do ano. Após dois anos de construção, apenas 25% da nova estrutura foi concluída pelo grupo de empresas contratado. O único equipamento finalizado nesse período foi a nova sala de embarque do aeroporto, com cerca de 1.350 metros quadrados e capacidade para abrigar mais passageiros que a atual.


Previsão


Quando concluído, o terminal de passageiros do Aeroporto de Fortaleza deverá passar de 38,5 mil metros quadrados para 90,3 mil metro quadrados. A ampliação fará com que a capacidade de movimentação de pessoas a cada ano salte de 6,2 milhões para 8,6 milhões.


Tribuna da Bahia

17/09/2014 11:32:02

Azul reduz preço das passagens dos voos diretos para Salvador

por Acorda Cidade


A Azul Linhas Aéreas reduziu nesta terça-feira (16) o valor das passagens aéreas dos voos diretos para Salvador. Inicialmente cada bilhete custava a partir de R$759, 90 sem as taxas. Agora é possível encontrar tarifas promocionais, sem as taxas incluídas, no valor de R$ 49,90 na ida ou na volta para viagens a partir do dia 30 de setembro.


A tarifa flex, no entanto, continua com um preço um pouco salgado, a partir de R$ 207,90 na ida ou na volta, levando-se em consideração a distância entre as duas cidades e a duração do voo que é de aproximadamente 20 minutos.


No início da tarde de ontem uma simulação, realizada pelo Acorda Cidade, às 12h54, previa valores para um adulto a partir de R$ 1.500 (ida e volta) na tarifa promocional. Na tarifa flex, o valor subia para mais R$ 1.600 (ida e volta).


Inicialmente os voos vão sair às 15h50 nas terças e quintas e às 16h20 aos domingos. No site da companhia ainda não é possível visualizar o valor das tarifas para outros destinos anunciados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros.


O Rio Branco

17 de Setembro de 2014

Porto Walter e Marechal Thaumaturgo tem aeroportos fechados pela Anac




A Agência Nacional de Aviação Civil acaba de baixar portaria proibindo pousos e decolagens em cinco aeródromos do Acre – pequenos aeroportos. A partir de hoje as empresas de transportes aéreo de pequeno porte não podem voar para os município de Jordão, Santa Rosa do Purus, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.


A decisão acontece por medida de segurança, segundo a ANAC. As prefeituras destas cidades deixaram de fazer a atualização de procedimento (registro das pistas) junto a agência para os próximos 12 meses.


De acordo com dados extra oficiais das empresas de táxis aéreo, cerca de 45 pessoas deixarão de ser transportadas diariamente destas localidades. Em algumas delas, nesta época do ano, a única forma de chegar ou sair da cidade é por avião, uma vez que faltam estradas e os rios não são navegáveis nesta época do ano.


[juruaonline]


Jornal de Turismo

17 Setembro 2014 14:51

Bombardier entrega hardware de alta velocidade JetWave




A Bombardier Business Aircraft lançará aviões empresariais alinhados ao sistema de conectividade do satélite JetWave Ka-Band, da companhia Honeywell Aerospace. O hardware JetWave da Honeywell comporta exclusivamente o futuro Jet ConneX* (JX), da Inmarsat, serviço que, quando for lançado em 2015, proverá uma conexão veloz durante o voo para passageiros de jatos empresariais de qualquer lugar do mundo.


A Bombardier será a primeira companhia de aviação a equipar seus aviões com o JetWave e oferecerá a tecnologia pelas plataformas Global 5000**, Global 6000**, Global 7000** e Global 8000**. A oferta de modernização também estará disponível para todas as aeronaves do mundo que estão atualmente em serviço.


“Com o JetWave, asseguramos o apoio da Bombardier, um dos principais fabricantes de jatos executivos, e comemoramos o maior marco na evolução da conectividade das aeronaves executivas”, disse Brian Sill, presidente da Honeywell Aerospace para negócios e aviação geral. “A indústria vem evidenciando um desejo por uma conectividade global de alta velocidade, que seja consistente durante o voo e coube à Honeywell e à Inmarsat oferecerem isso.”


“Nossos clientes querem ficar online em qualquer lugar em que estejam. Eles experimentarão agora o mesmo nível de conectividade no ar que esperam ter em terra, sem que a conectividade caia assim que eles deixarem suas casas ou escritórios,” disse Eric Martel, presidente da Bombardier Business Aircraft. “A introdução dessa tecnologia nos permite fortalecer ainda mais a experiência de cabine que lidera a indústria oferecida aos nossos clientes.”


O hardware JetWave, da Honeywell, permitirá aos passageiros que façam videoconferências, enviem e recebam arquivos pesados e acessem conteúdos streaming enquanto voam, ao acessarem o serviço JX da Inmarsat. Uma série de serviços de pacotes estará disponível para os clientes da Bombardier, possibilitando que eles selecionem a velocidade certa para as suas operações. Pela primeira vez nesta indústria, cada serviço de pacote será coberto por uma garantia mínima de serviço, assegurando um passo adiante à experiência do consumidor na conectividade, quando comparado às tecnologias atualmente disponíveis.


Em 2012 , a Honeywell assinou um acordo com a Inmarsat para ser a provedora exclusiva de hardware para seu serviço de conectividade de aviação Ka-Band GX Aviation, marca da Jet ConneX para o mercado de aviação executiva. A Honeywell é também líder em distribuição de tempo de antena para o mercado de aviação de negócios, trabalhando junto aos canais parceiros Satcom1, Aircell, ARINC Direct, Satcom Direct e OnAir.


Mercado&Eventos

17/09 - 14:50

Airport Infra Expo debate concessão de aeroportos

Lisia Minelli


Solenidade conta com participação efetiva do setor aéreo. Na home: Autoridades durante abertura da Airport Infra Expo

A quarta edição da Airport Infra Expo & Aviation Expo, que acontece até o próximo dia 19 em São Paulo, reúne presidentes de operadoras aeroportuárias do Brasil e do exterior, autoridades, especialistas e empresas da cadeia produtiva do setor para debater o futuro da infraestrutura aeroportuária no Brasil. O objetivo é falar das ações necessárias para modernizar e aperfeiçoar os processos operacionais dos aeroportos. Para Paula Faria, diretora da Sator Eventos e organizadora da feira, o pós Copa é o momento ideal para discutir o setor, “que vem ganhando maturidade e continua a atrair a atenção de todos”, disse. “Quando lançamos a feira eu propus o desafio de termos pelo menos um aeroporto brasileiro entre os 30 melhores do mundo. Hoje eu posso dizer que estamos próximos disso acontecer”, afirmou.


Na solenidade de abertura estavam os representantes dos cinco aeroportos em concessão no país. Cada um deles apresentou seus resultados e projetos para o período de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília, Rio de Janeiro e Natal. Segundo Antônio Gustavo Matos do Vale, presidente da Infraero, o modelo antigo de administração dos aeroportos estava falido e as concessões foram benéficas para o setor. Ele ainda afirma que o plano regional de aviação também será beneficiado com as concessões.


“Era preciso fazer grandes investimentos na infraestrutura aeroportuária brasileira e o Tesouro Nacional não podia arcar com os custos. Logo, a decisão de conceder a iniciativa privada a administração e os investimentos dos aeroportos foi acertada e para os próximos anos, os aeroportos já em concessão investirão mais de 40 bilhões em melhorias”, explicou. Para o presidente, a infra-aeroportuária já mudou muito e continuará para atender a demanda. “Hoje temos uma realidade muito diferente de dez anos atrás e daqui dez anos será ainda melhor. Eu não tenho dúvidas do sucesso desse projeto”, disse.


Abraset – Durante a abertura da edição da feira houve o lançamento da Associação Brasileira de Fornecedores de Serviços, Equipamentos e Tecnologia para Aeroportos (Abraset). Na ocasião, Jorge Leal, presidente da entidade, falou da importância da mudança operacional dos aeroportos com as concessões e a necessidade de se criar um padrão de atendimento e agilidade nos processos. Por isso foi criada a Abraset, com objetivo de aproximar o setor e estimular a inovação, a competitividade e o crescimento. “Hoje, os aeroportos em concessão são responsáveis pelo transporte de 50% dos passageiros no país. Temos muitos outros pequenos aeroportos em concessão e não somente os grandes. Nossa meta é buscar maior eficiência, economia e segurança para a aviação”, disse.


Ranking – Nesta edição, a feira lançou o estudo “Ranking dos Aeroportos Regionais: Potencial de Desenvolvimento”. O estudo traça um planejamento de expansão urbana e das relações socioeconômicas das regiões, ancorado no crescimento da atividade comercial e industrial fomentada pelos aeroportos. No ranking com 100 aeroportos os cinco melhores posicionados são: São José dos Campos (SP), Ribeirão Preto (SP), Joinville (SC), Goytacazes (RJ) e Uberlândia (SP). Na avaliação foram levados em conta infraestrutura aeroportuária e localização, transporte de passageiros e de cargas, receitas acessórios (hospedagem, varejo e educação).


Feira – A quarta edição da feira conta com 120 empresas nacionais e internacionais, 86 expositores e 30 patrocinadores. Durante os três dias de evento são esperados 4.500 profissionais. Em paralelo acontece um seminário e workshops dedicado a assuntos como Ground Handling, Controle de Tráfego Aéreo, Segurança, Tecnologia da Informação, Receitas não aeroportuárias, entre outros. Neste ano uma delegação de empresários ingleses está participando e fazendo visitas técnicas aos aeroportos em concessão.


Mercado&Eventos

17/09 - 14:18

Azul estreia oitavo voo entre Guarulhos e Santos Dumont


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciou na última semana a oitava frequência direta entre São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Santos Dumont). O novo voo sai do Rio de Janeiro pela manhã, enquanto o sentido inverso é oferecido à tarde. Os clientes encontram tarifas para a ponte aérea a partir de R$ 86,90 o trecho ou 7.000 pontos do TudoAzul.


“Estamos ampliando a oferta de assentos entre São Paulo e Rio de Janeiro em virtude de ser uma das rotas com maior procura dentro do Brasil. Sempre tivemos um olhar especial sobre a operação dos voos entre as duas maiores capitais do país e, além de oferecer a nova frequência, também pensamos em horários convenientes a todos os clientes. Por essa razão, e pela qualidade dos serviços da Azul, acreditamos em bons resultados nesta nova ligação”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.


Mayara Moura


Mercado&Eventos

17/09 - 11:34

Acordo aéreo facilitará viagens entre Brasil e Aruba


Otmar Enrique Oduber e Moreira Franco durante assinatura do acordo (Foto: Elio Sales)

O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, e o Ministro do Turismo, Transporte, Setor Primário e Cultura de Aruba, Otmar Enrique Oduber, assinaram nesta terça-feira (16/09), um acordo de serviços aéreos que pretende estreitar os laços e ampliar o fluxo turístico entre os dois países.


O acordo foi negociado conforme as diretrizes da Política Nacional de Aviação Civil e passou pela análise da Secretaria de Aviação Civil, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento trata de elementos como capacidade, quadro de rotas, cláusula tarifária, direitos de tráfego, código compartilhado (“code share”) e flexibilidade operacional.


“Queremos aumentar o fluxo turístico e a integração latino-americana. O acordo é um esforço que fazemos nesse sentido”, afirmou o ministro. “Fico feliz que haja esse intercâmbio. Conheço muita gente que tem vontade de usufruir das belezas, do clima e do ambiente em Aruba. Quanto mais facilitarmos esse trânsito, melhor”, definiu.


Moreira Franco ressaltou que a Gol e a Avianca já têm voos regulares para Aruba. A Gol tem dois voos semanais em direção ao país caribenho, que fica ao norte da Venezuela. Eles saem de São Paulo e fazem conexão em Caracas, na Venezuela. Outra opção é a Avianca, cujo voo para Aruba tem conexão em Bogotá, capital da Colômbia.


Segundo o representante do governo de Aruba, 90% da economia do país caribenho depende do turismo. “O Brasil é o terceiro mercado mais importante para Aruba na América Sul. Esse acordo vai estreitar os laços entre Aruba e Brasil e ainda podemos ser um ponto importante de ligação entre a América Latina e a Europa”, afirmou Oduber.


Rafael Massadar


Panrotas

17/9/2014 16:19:00

Gol+ estará em 100% da frota a partir de outubro




A partir de 1º de outubro, todos os voos nacionais operados pela Gol terão a opção do assento Gol + conforto. De acordo com o padrão de classificação da Anac, a aérea é a companhia com a maior oferta de assentos na categoria A, de maior conforto. Os assentos Gol + Conforto correspondem às sete primeiras fileiras, possuem uma distância de 86,3cm e reclinação do encosto 50% maior. O acréscimo nas passagens para esta opção vai de R$ 20 a R$ 40 – a modalidade pode ser selecionada na compra do bilhete, em quiosques ou no momento do check-in.


“Atingir esta liderança em conforto é um grande passo para a Gol. O lançamento do produto Gol + Conforto na Ponte Aérea em novembro de 2013 superou as nossas expectativas, e registramos um crescimento na satisfação de nossos clientes e na escolha por voar Gol. Isso nos motivou a estender esse produto para todos voos domésticos, proporcionando uma melhor experiência de bordo”, explica o diretor de Produtos da Gol, Paulo Miranda.


Caroline Cabral


Panrotas

17/9/2014 11:49:00

Qatar recebe primeiro de dez A380


A aeronave na fábrica da Airbus, em Hamburgo, na Alemanha

A Qatar Airways recebeu ontem (16) na fábrica da Airbus, em Hamburgo, na Alemanha, o primeiro de dez A380 encomendados – outros quatro deverão ser entregues até o final do ano. O CEO da companhia, Mr. Akbar Al Baker, disse que estes não são qualquer A380: “Nós desenhamos cada elemento, garantindo uma assinatura própria nunca vista a bordo”.


Ele lembrou também que o recém inaugurado Hamad International Airport, hub da companhia em Doha, foi desenvolvimento com vistas ao recebimento de aeronaves do modelo, com cinco portões dedicados apenas ao A380.


O avião inicialmente vai operar a rota Doha-Londres a partir de outubro, e em seguida passará a voar também para Paris. Possui 517 assentos distribuídos em dois deques – são oito lugares na primeira classe, 48 na business e 461 na econômica.


No último trimestre do ano, a Qatar deverá receber também seu primeiro A350 XWB.


Veja mais duas fotos da aeronave clicando em “Ver Álbum”.


Alex Souza