O Estado de S.Paulo
Gol faz parceria com empresa de Marrocos
Três morrem em queda de helicóptero da ONU no Sudão do Sul
Por que ainda não estamos passeando de carro pelos céus
Pilotos e Lufthansa voltarão às negociações sobre aposentadoria
G1
Avião faz pouso de emergência na Austrália após idoso tomar controles
Jornal do Brasil
Quatro pessoas morrem em acidente com jato particular nos EUA
Passageiros brigam em avião e atrasam voo nos EUA
Malaysia Airlines convive com onda de demissões
Valor Econômico
Decreto simplifica contratações em aeroportos estatais
Tarifas de embarque devem ter reajuste de 8% em outubro
Jornal do Commercio - PE
Aéreas endurecem programas de milhas
Diário do Pará
Aeródromo paraense segue sem previsão de voos
Maioria acha que falta fiscalização em aeronaves
Estado de Minas
Azul terá primeiro voo direto entre o aeroporto de Confins e Campo Grande
Voo direto para Punta Cana deve deixar o Caribe mais barato
Circuito Mato Grosso
Ampliação e reforma do Aeroporto só deve ficar pronta em dezembro
Tribuna da Ceará
Obras de aeroporto internacional de Fortaleza completam quatro meses de paralisação
Bahia Econômica
Rui Costa promete mais aeroportos na Bahia
Jornal de Turismo
Tam lança campanha de estímulo Check-in online com café
TAM cria um mock-up de aeroporto em São Paulo
Mercado&Eventos
Copa Airlines anuncia terceiro voo diário para o RJ
Terça-Feira 26/08/14
Gol faz parceria com empresa de Marrocos MARINA GAZZONI A Gol anunciou nesta terça-feira um acordo de interline com a Royal Air Maroc, companhia aérea do Marrocos. Por meio da parceria, os passageiros poderão comprar em um único bilhete os trechos da Gol e da Royal Air Maroc. A Royal Air Maroc foi criada em 1957 e atende cerca de 80 destinos, principalmente na África, Europa e Oriente Médio. A parceria é a firmada neste ano pela Gol com áreas estrangeiras.
26 Agosto 2014 | 16h 11 CARL ODERA - REUTERS Três tripulantes de um helicóptero de uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Sudão do Sul morreram nesta terça-feira, quando a aeronave caiu em um voo de transporte de rotina, e um quarto tripulante está sendo tratado dos ferimentos, informou a entidade. A agência de notícias russa Interfax disse que “informações preliminares” indicam que o helicóptero, operado por uma empresa russa, foi abatido enquanto sobrevoava uma área onde tem ocorrido combates do conflito civil que já dura mais de oito meses. A Missão da ONU no Sudão do Sul (Unmiss, na sigla em inglês) declarou que uma equipe investigativa irá chegar ao local da queda na quarta-feira, e não comentou de imediato o relato russo. O helicóptero Mi-8 caiu cerca de 10 quilômetros ao sul de Bentiu, capital de Unity State, Estado produtor de petróleo no norte da mais nova nação africana, segundo a Unmiss. Os embates são frequentes em Unity State, onde rivais se enfrentam para se apossar de campos de petróleo vitais. O conflito opõe soldados leais ao presidente Salva Kiir e ao ex-vice-presidente, Riek Machar. Apesar de duas tréguas, a luta continua. “De acordo com informações preliminares, o helicóptero foi abatido por pessoas desconhecidas em uma zona de combate”, disse uma fonte, segundo a Interfax. Os três tripulantes mortos eram russos, disse o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, em Nova York. A missão, criada depois da independência do Sudão do Sul em 2011, tenta proteger a população civil. Pelo menos dez mil pessoas foram mortas no conflito. Em maio, a Unmiss recebeu autorização do Conselho de Segurança da ONU para usar a força na proteção dos civis, e conta com até 12.500 soldados e 1.300 civis.
Companhia aérea Royal Air Maroc, do Marrocos, foi criada em 1957 e voa para cerca de 80 cidades

26 Agosto 2014 | 16h 37 STUART F BROWN - THE NEW YORK TIMES A família Jetsons Alguns de nós podem agradecer a um personagem dos desenhos animados que vive no futuro, George Jetson, por instilar esse desejo. Os estudantes da história da aviação podem procurar inspiração no protótipo de autoplano construído em 1917 pelo pioneiro do voo Glenn Curtiss. E dezenas de milhões de motoristas que já ficaram presos em engarrafamentos que se estendem até o horizonte também devem sentir a necessidade de perguntar: onde estão os carros voadores? Trata-se de um sonho que reduziu ao desespero muitos aspirantes a inventores, ao se darem conta da imensidão dos desafios de engenharia e design cuja raiz está na natureza muito diferente dos carros e das aeronaves. Os carros precisam oferecer conforto aos ocupantes, facilidade de manobrar e frear, e proteção para o caso de um acidente, ao mesmo tempo atendendo à legislação do governo relativa à poluição do ar e ao consumo de combustível. É importante manter o peso tão baixo quanto o possível, mas alguns quilos a mais aqui e ali podem ser tolerados. Já os aviões são uma questão diferente. O peso é tudo para uma máquina voadora; determina a potência do motor e a envergadura das asas necessárias para tirá-la do chão. Assim, as aeronaves fazem amplo uso de materiais leves que os projetistas transformam nas estruturas mais eficientes que conseguem imaginar. As tentativas de reconciliar as exigências conflitantes dos dois tipos de veículo resultam invariavelmente num imenso número de concessões que, para alguns, tornam o carro voador uma proposta inviável. Mas o sonho continua vivo. Ray Morgan, engenheiro e consultor aeroespacial de Simi Valley, Califórnia, sabe muito a respeito de eficiência e estruturas leves, depois de liderar um grupo que desenvolveu uma série de protótipos de aeronaves, carros e dirigíveis na AeroVironment Inc. Ele também estudou projetos de carros voadores. "Em geral, a ideia de usar um avião como carro não é muito realista", disse ele em entrevista concedida recentemente pelo telefone. "O resultado mais provável é um híbrido de aeronave ruim e carro ruim." Com o passar dos anos, os proponentes dos carros voadores exploraram sistemas de propulsão de todo o tipo, incluindo hélices, jatos de empuxo vertical e rotores semelhantes aos dos helicópteros. Várias pequenas empresas estão trabalhando em projetos de carros voadores que podem ser os primeiros a finalmente resolver a equação. Uma delas, a Terrafugia, de Woburn, Massachusetts, levou aos ares um protótipo com asas que dobravam automaticamente e uma hélice de impulsão acomodada entre duas caudas. A empresa está trabalhando num projeto híbrido avançado capaz de decolagem vertical e circulação nas estradas usando motores elétricos alimentados por baterias, equipado também com um motor de pistões que ativa uma hélice de impulsão durante o voo. A startup Aeromobil, de Bratislava, Eslováquia, tem um protótipo com hélice de impulsão para voo e eixos responsáveis por virar as rodas da frente ao dirigir. As asas giram e se posicionam lateralmente à fuselagem quando o veículo está no modo automóvel. Ao pensar nos sistemas que seriam necessários a bordo de um carro voador, talvez um diploma de engenharia possa ajudar. Para começar, é necessário um motor. E, por questões de peso e complexidade, o ideal seria que o mesmo motor oferecesse potência para o voo e a circulação em terra. Por isso, é necessário criar alguma forma de transmissão para desviar a potência para a hélice ou para a tração nas rodas. As asas, e como guardá-las para o deslocamento em terra, são outra grande peça do quebra-cabeça. "Quanto maior for o peso do veículo, maior a envergadura necessária para proporcionar o empuxo aerodinâmico capaz de tirá-lo do chão", disse Morgan. "Toda vez que nosso peso aumenta, em decorrência do acréscimo de sistemas necessários para o modo automóvel, essas asas precisam aumentar. Caso contrário precisaremos de um motor mais potente, aumentando as velocidades de decolagem e aterrissagem." Quanto mais longas as asas, maior o desafio de tirá-las do caminho para que o carro voador caiba na faixa de uma rua. A incorporação de dobradiças e mecanismos giratórios diminui a eficiência estrutural das asas e aumenta o peso. Até o sistema de suspensão de um carro voador exigiria proezas consideráveis da engenharia. A suspensão de um automóvel é projetada para suportar forças de aproximadamente 2Gs, compensando as imperfeições na pista. Mas os aviões às vezes passam por aterrissagens difíceis, e a suspensão do trem de pouso é projetada para suportar forças de 4Gs. Quando Morgan preparou um estudo para a Agência de Projetos de Pesquisa Avançados em Defesa (Darpa) envolvendo um "jipe voador" para terrenos acidentados, ele imaginou adaptar o sistema de suspensão usado pelos buggies de areia. A Darpa rejeitou a ideia. "Não posso dizer que tenha encontrado um militar para quem a ideia de um veículo no estilo de um carro voador seja boa ideia", disse ele. Outro desafio para os interessados na fabricação desse tipo de transporte envolve superar os obstáculos impostos por diferentes agências reguladoras do governo. Uma nova aeronave precisa receber da Administração Federal de Aviação aquilo que é conhecido como certificação de tipo, aprovando o projeto do avião e considerando-o seguro para o voo. Também é obrigatório obter uma certificação de produção, comprovando que o fabricante segue os padrões de segurança à risca e tem capacidade para construir múltiplas aeronaves idênticas ao protótipo aprovado. "Pode ser necessária mais de meia década para vencer todos esses processos de aprovação para um novo avião", disse Dick Knapinski, da Associação de Aeronaves Experimentais em Oshkosh, Wisconsin. "Quando o veículo no qual estamos trabalhando é também um carro, torna-se necessário lidar com o Departamento de Transportes e a Administração Nacional de Segurança nas Estradas." "Os recursos que usamos para obter aprovação como automóvel aumentam o peso. Então é preciso verificar se ainda estamos dentro dos limites do lado aeronáutico do programa." Haverá algumas surpresas para aqueles que pensam que basta comprar um carro voador, apontar o nariz para o céu e decolar sobre as estradas lotadas. Ninguém pode sair do chão sem treinamento e uma licença de pilotagem, e nenhuma agência do governo vai aprovar que cidadãos decolem e aterrissem casualmente nas vias públicas. É para isso que servem os aeroportos. Um impedimento final para o avanço dos enxames de carros voadores pelos céus é o sistema atual de controle de tráfego aéreo, que não foi pensado para acompanhar aeronaves em baixa altitude e sem plano de voo, que podem mudar de curso subitamente. "Se essa situação se tornar realidade, quantas dessas pessoas sobreviveriam até o jantar?" indagou Morgan. Apesar dessa montanha de obstáculos, não há motivo para esperar que o poder de sedução dos carros voadores diminua. Qual foi a criança que nunca imaginou flutuar pela casa meio metro acima do chão, vendo tudo sob uma nova perspectiva? Basta um pequeno passo para se chegar dali ao céu aberto. E o ritmo do progresso ainda pode tornar acessíveis os carros voadores. A Nasa e a Administração Federal de Aviação estão trabalhando numa tecnologia com base em GPS chamada Automated Dependent Surveillance-Boradcast, ou ADS-B, um receptor que ajudaria múltiplas aeronaves leves a coordenar o rumo de seus voos e solicitar mudanças. A proliferação de motores híbridos movidos a gasolina e eletricidade na indústria automobilística também pode ajudar a reduzir o peso e a complexidade dos sistemas de propulsão e tração. A Terrafugia trabalha com essa ideia. Esses homens maravilhosos e suas máquinas voadoras Feiticeiros e inventores tentam fazer os carros voarem desde o início do século 20, com resultados variados. Alguns projetos tinham asas e caudas removíveis para transitar nas estradas; outros usavam mecanismos para dobrar as asas e circular nas ruas. Eis aqui uma amostra de algumas das criações mais notáveis: Autoplano Curtiss, 1911 - Glenn Curtiss, pioneiro da aviação e das motocicletas, usou um motor de 100 cavalos que ele mesmo projetou para o seu autoplano de três lugares, movido por uma hélice de empurrar para voo e uso nas estradas, além de rodas dianteiras manobráveis. O veículo tinha asas e cauda removíveis, fuselagem de alumínio e aquecimento na cabine. Não foi possível encontrar investidores para o projeto, e o protótipo era capaz apenas de breves saltos, sem jamais alçar voo de verdade. Aerofíbio Fulton, 1946 - O arquiteto Robert Edison Fulton Jr. construiu quatro aerofíbios. As asas de tecido leve e a fuselagem traseira eram removíveis, sendo deixadas para trás durante o uso nas estradas. O aerofíbio se tornou o primeiro carro voador a receber certificação do governo como aeronave em 1950, quando Charles Lindbergh voou num deles. Fulton pilotou bastante seus aerofíbios pelos ares e pelas estradas, mas o empreendimento não foi para frente por razões financeiras. Aerocarro Taylor, 1949 - O aerocarro Taylor chegou ao estágio de produção em pequeno volume, e o protótipo sobrevivente reside no museu da Associação de Aeronaves Experimentais, em Oshkosh. O projetista, Moulton Taylor, rejeitou a ideia das asas removíveis de Robert Fulton, desenvolvendo mecanismos dobráveis para sua máquina, que recebeu certificação do governo como aeronave. Cada unidade era vendida por US$ 25.000, atingindo a velocidade de 160km/h impulsionada por um motor Lycoming de 150 cavalos. Mizar, da Advanced Vehicle Engineers, 1971-73 - O engenheiro aeronáutico Henry Smolinski construiu um par desses carros voadores. O Mizar era uma estranha combinação das asas, cauda e motor traseiro do Cessna Skymaster com um fusca. O Mizar usava um motor Continental de 210 cavalos e também o motor do fusca durante a aceleração de decolagem; em seguida, o motor do carro era desligado. Smolinski e um sócio morreram quando um dos protótipos sofreu uma pane estrutural e caiu.
Afinal, onde estão os carros voadores sempre tão sonhados em histórias em quadrinhos, seriados e filmes de ficção?
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26 Agosto 2014 | 15h 35 REUTERS haviam fracassado e que nova greve era iminente A aérea alemã Lufthansa e o sindicato de pilotos Vereinigung Cockpit (VC) voltarão às negociações na quinta-feira para buscar acordo na disputa sobre um programa de aposentadoria antecipada, disseram as partes nesta terça-feira. Os pilotos disseram no final da semana passada, que as conversas fracassaram e uma nova greve era iminente. O sindicato quer pressionar a companhia para manter um programa de aposentadoria que permite aos pilotos se aposentar aos 55 anos e manter parte de seus salários até que atinjam a idade em que os pagamentos de pensões pelo Estado comecem. "Acreditamos que isso significa que não há ameaça imediata de greve", disse um porta-voz da empresa, acrescentando que as negociações darão chance às partes de decidir como proceder.O sindicato disse ainda que qualquer greve no momento provavelmente se dará apenas algumas horas por vez e em locais específicos, em vez de uma greve nacional como a de abril.
Lufthansa e o sindicato de pilotos voltarão às negociações nesta quinta-feira, 28, para buscar acordo sobre programa de aposentadoria antecipada
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26/08/2014 10h31 Idoso desligou os motores e tomou o controle do manche.
Passageiro de 82 anos havia fretado pequeno avião.
Da Reuters Um piloto australiano fez um pouso de emergência após arrancar os controles da pequena aeronave das mãos de um passageiro de 82 anos que havia assumido o manche em pleno voo, disse a companhia que alugou o avião. A polícia disse que o homem idoso fretou o pequeno avião Beechcraft Duchess, de quatro lugares, na segunda-feira (25) para uma viagem de negócios de Bankstown, no subúrbio de Sydney, para Cowra, a cerca de 186 km de distância. Mas o cliente começou a agir de modo estranho no meio ao percurso, e avançou para desligar os motores e tomar o controle do manche, disse um porta-voz da companhia de fretes Australia by Air a jornalistas. O piloto de 23 anos confrontou o passageiro e fez uma chamada de emergência antes de pousar o avião com segurança em um campo aberto, disse a polícia. "O piloto demonstrou um excelente conhecimento aéreo e habilidade durante o pouso, e nós agradecemos a ele por seu profissionalismo", disse a empresa em comunicado. O inspetor de polícia Mark Wall disse que o homem estava internado em condição estável em um hospital de Sydney, com ferimentos na face. O piloto recebeu tratamento pós-traumático e recebeu alta. Não ficou imediatamente claro o que fez o homem idoso tentar assumir o controle do avião. A polícia disse estar investigando o incidente.
26/08 às 15h53 Um jato particular modelo Cessna caiu após decolar do aeroporto de Cleveland, em Ohio, nesta terça-feira (26). Quatro pessoas morreram no acidente, segundo a imprensa norte-americana. O Cessna 172-R decolou no final da noite de ontem (25) e caiu minutos após decolar. A polícia abriu uma investigação para avaliar as causas do acidente. No dia 13 de agosto, um jato da mesma empresa sofreu o acidente que matou o então candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, e outras seis pessoas que estavam a bordo. O Cessna é considerado um dos modelos mais seguros do mundo.
26/08 às 15h20 Uma briga entre dois passageiros de um avião fez o piloto desviar o voo e fazer uma escala não planejada no meio do percurso entre New Jersey e Denver, nos Estados Unidos. Os passageiros envolvidos na confusão tiveram que desembarcar em Chicago. As informações são do Mashable. Segundo a publicação, a briga começou porque um passageiro estava usando um defensor de joelhos - acessório que impede que a pessoa da frente recline sua poltrona. A passageira da poltrona da frente quis reclinar seu assento, mas não conseguiu. Alertado pela aeromoça, o passageiro de trás alegou que estava usando o seu notebook e, por isso, não iria deixar de usar o defensor de joelhos. Irritada, a passageira da frente levantou de sua poltrona e jogou um copo de água no passageiro de trás. Sabendo do acontecido, o piloto pousou a aeronave em Chicago e policiais pediram que os dois passageiros deixassem o voo, que seguiu em direção a Denver. O avião chegou a Denver com uma hora e 38 minutos de atraso. Ninguém foi preso. Ambos viajavam em assentos que deixam quatro centímetros a mais de espaço para as pernas que o resto do avião. Para viajar nesses assentos, os passageiros pagam uma taxa extra durante a compra das passagens. Não há informações sobre multas aplicadas devido à confusão dentro da aeronave.
26/08 às 17h22
Agência ANSA
Agência ANSA
Portal Terra
Quase 200 tripulantes da Malaysia Airlines se demitiram nos primeiros sete meses de 2014, período no qual a companhia aérea malaia - que construiu uma trajetória marcada pela segurança - esteve envolvida em dois desastres que podem ter provocado a morte de 537 pessoas, incluindo 27 membros da equipe de bordo. O anúncio foi feito pela própria empresa, que passa por um processo de reestruturação após sofrer perdas financeiras. Segundo o grupo, entre pilotos e assistentes de voo, 186 funcionários renunciaram aos seus cargos desde o início do ano. Muitos deles citaram "pressões familiares" como um dos principais motivos que os levaram a tomar essa decisão. No último dia 8 de março, um Boeing 777 da Malaysia Airlines que fazia o voo MH370, entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China, desapareceu dos radares. A aeronave transportava 239 pessoas e até hoje não foi encontrada. Já em 17 de julho, um avião de modelo idêntico que ia de Amsterdã, na Holanda, para a capital malaia foi abatido com 298 indivíduos a bordo. Todos morreram.
27/08/2014 às 05h00
Decreto simplifica contratações em aeroportos estatais
Por Daniel Rittner e Murillo Camarotto | De Brasília "Precisamos da flexibilização para sobreviver em um ambiente de concorrência" Seguindo um caminho já adotado por Petrobras e Eletrobras, a Infraero ganhará mais flexibilidade nas suas licitações. Uma minuta de decreto presidencial, em fase adiantada de discussão no governo, prevê mudanças importantes nas contratações da estatal. O objetivo é ter mais agilidade para concorrer com as novas operadoras privadas de aeroportos justamente quando ela se prepara para fazer investimentos recordes - estão sendo pedidos R$ 3,7 bilhões no orçamento de 2015. "Precisamos da flexibilização para sobreviver em um ambiente de concorrência", afirmou ao Valor o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, que se debruça sobre um processo de ajuste de contas após a perda de seis aeroportos lucrativos para a iniciativa privada - Guarulhos, Viracopos, Brasília, Natal, Galeão e Confins. Nas obras de novos terminais e pistas, conforme as regras em estudo, a Infraero continuará usando o regime diferenciado de contratações públicas (RDC). A diferença está na formação de um pré-cadastro de empreiteiras aptas a assumir essas obras, excluindo de antemão construtoras que tiveram problemas de atrasos no passado e eliminando a desgastante necessidade de análise dos documentos a cada certame. Um dos maiores ganhos, no entanto, está na exploração de áreas comerciais e serviços de reparo ou manutenção da infraestrutura existente. Os contratos poderão ser firmados com base em um procedimento simplificado de licitação, conforme a Lei 12.833 de 2013, que já autoriza esse tipo de mecanismo na Infraero e depende de regulamentação - justamente o que se discute agora. Uma proposta de decreto foi enviada por Vale à Secretaria de Aviação Civil, que discutirá os detalhes com a Casa Civil. Também com base em listas prévias, fornecedores de peças poderão ser contratados de forma quase automática, garantindo a reposição imediata de peças, por exemplo, em escadas rolantes ou elevadores quebrados. Vale acredita que as modalidades simplificadas de contratação vão ajudar a Infraero a diminuir a distância das concorrentes privadas. "Hoje, se uma lanchonete fecha em um aeroporto concedido, a substituição demora 48 horas. Eu levo seis meses." "Do ponto de vista comercial, hoje eu tenho que fazer a licitação de tudo. Se uma empresa importante quer fazer, por exemplo, a renovação de um hangar, eu tenho que fazer todo o processo licitatório. Isso abre brechas, inclusive, para a entrada de aventureiros", acrescenta Vale. Para ele, a competição com o setor privado fará bem à Infraero. "Quando era um monopólio, não tínhamos sequer elementos de comparação. Hoje nós sabemos o que fazem de melhor e de pior. A vantagem é que a gente aprende novas técnicas e é mais cobrado." O superintendente de licitações e compras da Infraero, José Antônio Pessoa Neto, diz que a simplificação dos processos não será tão ampla como na Petrobras e na Eletrobras, que têm liberdade completa para fazer suas contratações, e ficam no meio do caminho. Ele defende a flexibilidade e diz que a estatal não vai abrir mão das disputas por preço. A lista de empresas fornecedoras passará por avaliações periódicas e poderá ser contestada. "O cadastro e as condições vão ser amplamente divulgados e se mantém o processo de disputa de preço, só que de forma simplificada", afirma Pessoa. De acordo com ele, as empresas pré-cadastradas poderão prestar serviços ou fornecer equipamentos de forma praticamente automática. Atualmente, para comprar uma simples peça de reposição, demora-se até 43 dias. A expectativa da Infraero é que o novo regime de contratações ajude a estatal a tirar do papel, em 2015, o maior plano de investimentos de sua história. Vale pediu a inclusão de R$ 3,7 bilhões na lei orçamentária de 2015 - valor quase 50% acima dos R$ 2,5 bilhões previstos para este ano. Do total, R$ 400 milhões serão aportes de capital nas sociedades de propósito específico (SPEs) criadas para administrar os aeroportos privatizados, nos quais a Infraero continua tendo participação de 49%. O restante vai para sua própria rede. Está na lista de investimentos a construção de novos terminais de passageiros ou a ampliação dos existentes em Vitória, Florianópolis, Fortaleza, Curitiba, Macapá e Aracaju, além de reforma nas pistas de Porto Alegre e Rio Branco. Também estão previstas aquisições de veículos de combate a incêndio. Os investimentos, no entanto, dependem cada vez mais de transferências do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC). "Isso já era esperado. Foi o modelo escolhido", diz Vale, referindo-se ao fundo que recebe as outorgas dos aeroportos concedidos. O lucro operacional da Infraero caiu de R$ 960 milhões em 2012 para R$ 80 milhões em 2013. Sem receitas do Galeão e Confins, no segundo semestre deste ano, a expectativa é de prejuízo operacional de R$ 170 milhões em 2014. Em 2015, a previsão é ficar no vermelho em R$ 450 milhões, mesmo com ajustes.
27/08/2014 às 05h00

Tarifas de embarque devem ter reajuste de 8% em outubro
Por Daniel Rittner e Murillo Camarotto | De Brasília O efeito da concessão de seis aeroportos sobre o caixa da Infraero está no centro da discussão sobre o próximo reajuste das tarifas de embarque de passageiros, pouso e permanência de aeronaves. Baseada em cálculos feitos antes das concessões, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acena com correção média de 7,93%, enquanto a Infraero reivindica 12,09% para eliminar a defasagem das tarifas, congeladas desde o fim de 2011. A diferença entre as propostas representa em torno de R$ 45 milhões para o caixa da estatal. Atualmente, a tarifa de embarque nos aeroportos administrados pela Infraero está fixada em R$ 21,57 para voos domésticos e R$ 74,72 para voos internacionais da categoria 1, que engloba terminais como os de Salvador e Porto Alegre. Os aeroportos privados seguem outras regras para o reajuste de tarifas, definidas nos contratos de concessão. O presidente da Infraero, Gustavo Vale, diz que o reajuste oferecido pela Anac é insuficiente para cobrir as perdas resultantes da concessão de aeroportos superavitários à iniciativa privada. A produtividade da operação é o principal indicador considerado pela Anac para o cálculo do "fator X", componente aplicado no momento da revisão tarifária para garantir o menor preço possível. Quando há aumento de produtividade, parte do ganho é descontada do reajuste, indexado à inflação medida pelo IPCA. No biênio 2012-2013, alvo do reajuste em discussão, o IPCA avançou 12,09%. Como a produtividade da Infraero caiu quase 5% nos últimos anos, a empresa defende o reajuste integral da inflação acumulada no período. "Se a produtividade é negativa, o 'fator X' deveria ser zero", disse o superintendente de controladoria da Infraero, Elismar Gonçalves Lopes. A Anac, entretanto, está considerando no cálculo do reajuste um "fator X" de 1,95%, definido em resolução de janeiro de 2012. De acordo com Lopes, caso o aumento concedido fique nos 7,93% apontados pela autarquia, haverá aumento de receita da ordem de R$ 85 milhões por ano para a Infraero. Se a empresa conseguir os 12,09% - possibilidade menos provável -, o incremento seria de R$ 130 milhões. De acordo com a Anac, a expectativa é que os novos valores passem a vigorar em outubro. Outra fonte de receita extra para a estatal pode vir da revogação de uma resolução da Anac que dá desconto de 50% nas tarifas incidentes sobre a operação de helicópteros. A expectativa é que a revogação acrescente em torno de R$ 13 milhões anuais ao caixa da Infraero. O entendimento da estatal é que os helicópteros usam quase a mesma estrutura dos aviões e que, portanto, devem estar sujeitos às mesmas taxas. A correção das tarifas pode representar algum alento para as contas da Infraero, que estima para este ano prejuízo operacional da ordem de R$ 170 milhões, ante um lucro de R$ 80 milhões registrado em 2013. A perda das receitas referentes aos aeroportos concedidos vai ser sentida com maior intensidade no ano que vem, quando o rombo deve ficar ao redor de R$ 450 milhões. Para melhorar o balanço, a estatal anunciou um plano de demissão voluntária ao qual pouco mais de mil funcionários já aderiram. A meta da empresa é desligar 2,6 mil trabalhadores, mas a Infraero, segundo seu presidente, ainda não dispõe de caixa suficiente para arcar com tal volume de rescisões contratuais.
26/08/2014, às 11h21 O pessimismo do cenário econômico tem levado a um movimento geral de endurecimento nas regras dos programas de milhagens. Já há algum tempo, as empresas aéreas têm feito uma série de ajustes e cortes de gastos na tentativa de aumentar as receitas e fechar as contas. Na prática, a sensação é que está cada vez mais difícil resgatar os pontos dos programas para ir a um destino de sua escolha, em dias e horários adequados à sua vontade e disponibilidade. As regras estão à disposição dos clientes, mas ficaram bastante extensas e com alterações constantes. Muitas vezes é preciso ter paciência para resgatar as milhas, por causa da demora no retorno da solicitação. Sem contar com a vulnerabilidade dos sistemas e perdas repentinas dos pontos por causa de invasões de hackers. Apesar de não existir uma lei específica para tratar do tema, o consumidor não está desprotegido. O Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil dão amparo e proteção ao passageiro. A Proteste, por exemplo, aguarda decisão em primeira instância de uma ação civil pública em São Paulo contra a Gol (Smiles) e a TAM (Multiplus), que dominam o mercado nacional, por conta dos prejuízos aos usuários provocados pelas recorrentes alterações nas regras contratuais. O que se pede é uma revisão dos contratos, incluindo prazo ilimitado para uso dos pontos acumulados. A associação também pede que, caso o programa de fidelidade seja extinto, o cliente tenha opção de transferência de seus pontos (sem restrições) para outro programa de benefícios ou ressarcimento em dinheiro pela quantidade de pontos acumulados. Em caso de falecimento do titular do programa, a ação quer que os pontos acumulados não sejam cancelados, para não haver cerceamento ao direito de herança. “O consumidor, que costuma ser a parte mais vulnerável, termina ficando ainda mais enfraquecido”, comenta a supervisora institucional da Proteste, Sônia Amaro. Ela lembra ainda que as companhias não podem vincular passagem de ida a passagem de volta em casos de perdas de voos adquiridos por meio de milhas. Luciana Atheniense, advogada, professora de turismo da PUC Minas e titular do blog Viajando Direito (www.viajandodireito.com.br), ressalta também que, em caso de perdas repentinas do pontos, a empresa tem obrigação de se responsabilizar, pois deveria oferecer o serviço de maneira segura. Ela conta que alguns clientes já conseguiram ganhos de causa na justiça por casos como esses.
26/08/2014, 23:46:42 Nesta semana, o Aeródromo Conceição do Araguaia completou dois anos sem voos comerciais e continua sem previsão de retornar a rotina de voos diariamente. O sítio aeroportuário foi embargado em agosto de 2012 pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) por não oferecer condições seguras de pousos e decolagens, conforme as normas do órgão federal, desde então o município centenário sofreu inúmeros prejuízos mediante a carência de transporte aéreo. Para liberação do aeroporto, a prefeitura do município realizou serviços de reestruturação e adequação conforme as normas da ANAC, incluindo operação tapa-buraco na pista, contratação de diretor e coordenador do local, porém ainda falta à retirada da faixa que sinaliza a impraticabilidade de um trecho da pista e outras adequações necessárias na sinalização.
Empresas dificultam troca de milhagens e cliente tem de ter paciência para resgatar. Apesar de não existir lei sobre o tema, consumidor não está desamparado
Da Editoria de Economia

26/08/2014, 20:50:51 92.84% dos internautas que participaram da enquete “Você acha que falta fiscalização em aeronaves no Brasil?”, promovida pelo DOL, acreditam que sim. Apenas 7,61% dos internautas votaram na opção “não”. “Só achar não me basta. Teria que ter certeza. E como ter certeza se não nos apresentam os números técnicos?”, indagou o internauta Janio Miglio. A enquete foi lançada pelo site de notícias após o acidente com avião que transportava o candidato a presidência Eduardo Campos e assessores de campanha cair no último dia 13 de agosto. Em 2013, o Brasil registrou 164 acidentes. Em 2014, ocorreram seis quedas de avião só no Pará, quase o mesmo número registrado em todo o ano passado. Um dos casos ocorreu em março, quando um bimotor que transportava enfermeiras caiu na região de Jacareacanga, no oeste do Estado, e foi encontrado apenas após mais de 30 dias de buscas.
26/08/2014 16:53 Estado de Minas Os belo-horizontinos vão ganhar mais um voo pela Azul Linhas Aéreas. A companhia aérea solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um voo diário e direto para Campo Grande a partir de Belo Horizonte (Confins), junto ao pedido para a segunda frequência diária e direta entre a capital mineira e Cuiabá, que devem começar a partir de 7 de novembro. O início das operações entre Confins e Campo Grande será em voos à tarde. Já o novo voo para Cuiabá sairá da capital de Mato Grosso pela manhã e decolará da maior cidade mineira no início da noite. “Incluiremos Campo Grande nos destinos servidos a partir de Confins e ampliaremos as frequências para Cuiabá em virtude da demanda que temos recebido de clientes que desejam viajar nestas rotas. Assim, ligaremos ainda mais o Centro-Oeste do país a nosso segundo maior hub de operações e apostamos em uma alta ocupação de assentos e o consequente sucesso destes novos voos”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul. Atualmente, em Belo Horizonte (Confins), há mais de 70 voos diários e diretos para 29 destinos. Já os Clientes que desembarcarem em Cuiabá, provenientes da capital mineira, encontrarão conexões para Ji-Paraná, Porto Velho e Sinop. Em Campo Grande, também há voos para Cuiabá, Corumbá, São Paulo (Guarulhos) e Campinas – principal hub da companhia, com aproximadamente 150 voos diários e diretos para mais de 50 cidades em todo o Brasil.
27/08/2014 07:18 Pedro Rocha Franco Punta Cana supere Cancun com destino caribenho A criação de voos diretos do Brasil para Punta Cana, na República Dominicana, pode reduzir o preço das passagens aéreas para o paraíso caribenho, segundo agências de viagem. O aumento da oferta e a concorrência entre as companhias pode induzir a uma baixa considerável no valor dos pacotes. Os preços das passagens vendidas pela Gol a partir de São Paulo, no voo que inicia operação em 30 de outubro, já indicam a provável variação: os tíquetes estão entre 15% e 30% mais baratos que os ofertados pela Copa Airlines, ambos cotados para janeiro. A rota a partir de Confins está em análise na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A expectativa da empresa é que a rota seja liberada no mês que vem, com os primeiros voos previstos para 24 de novembro. A GOL pediu autorização para voar de Guarulhos, Brasília e Confins para Punta Cana. As passagens para os voos originados em São Paulo estão à venda a partir de R$ 911, cada trecho. O diretor da Snow Operadora, André Vieira, afirma que já substituiu uma passagem para o revéillon, com valores quase 30% menores, para um voo direto de Guarulhos. O tíquete era vendido por US$ 1,5 mil, com escala na Cidade do Panamá, e saiu por US$ 1,1 mil. “O que é interessante também é a economia de tempo de viagem”, afirma Vieira, que estima uma redução de cinco horas na duração do trajeto. O gerente comercial da Viagens Master, André Biagioni, afirma que ainda não identificou tais preços, mas, para janeiro, os valores estão até 20% mais baratos que os ofertados pela Copa Airlines, companhia que opera o destino com conexão no Panamá. Ele acredita que a concorrência forçará a empresa estrangeira a se adequar ao padrão da GOL. “A Copa estava muito tranquila nesse mercado. Pode esperar que nos próximos dias ou semanas, ela vai chamar a luz para ela. É uma companhia muito agressiva em preço quando provocada”, afirma Biagioni. Atualmente, na alta temporada, o pacote com all-inclusive (em que todas as refeições, petiscos e bebidas estão incluídos) para um resort em Punta Cana custa aproximadamente US$ 2 mil por pessoa. Nessas condições o custo do aéreo sai por, aproximadamente, US$ 1,3 mil. A queda de 20% sugerida pelo Viagens Master pode significar economia de R$ 600 em um pacote que custava R$ 4,6 mil. Biagioni afirma que a nova rota coloca o paraíso da República Dominicana à frente na disputa com Cancun, atual líder no mercado caribenho. Os operadores de turismo acrescentam que, dependendo da oscilação de preços das passagens aéreas, os turistas procuravam pacotes para os resorts da Bahia, em que a oferta é alta. Normalmente, as praias nordestinas tendem a ser mais caras. Com o novo voo, “o Nordeste perde mercado”, segundo o diretor da Snow Operadora. Conexões Segundo informações do Aeroporto Internacional de Punta Cana, de lá é possível seguir para 96 cidades de 28 países, entre as quais Moscou, Munique, Zurique, Madri, Barcelona, Paris, Amsterdã, Frankfurt, Kiev, Hamburgo, Manchester e Montego Bay, além de dezenas de cidades nos Estados Unidos e no Canadá. Apesar da extensa lista, segundo Biagioni, seria mais fácil para o passageiro que parte de Belo Horizonte adquirir um trecho da TAP para Lisboa para seguir direto para uma das cidades europeias ou da American Airlines e da TAM se o destino final estiver localizado na América do Norte. Outra opção é fazer conexão na Cidade do Panamá. “Punta Cana seria mais um destino final”, diz Biagioni, que não acredita que o local venha a se tornar um hub aéreo, como ocorre com o Panamá. A vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens de Minas Gerais, Regina Casale, no entanto, considera que a República Dominicana pode, sim, se tornar um ponto de distribuição para destinos como Miami e Orlando. Pantanal O Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, também terá ligação direta com Campo Grande (MS), em voo operado pela Azul, permitindo acesso facilitado ao Pantanal. A operação terá início em 7 de novembro. O pedido também está em análise na Anac. A frequência será diária. O avião deve sair de Confins às 13h40, de segunda a sexta-feira, pousando às 14h30 em Campo Grande. De lá para cá, a aeronave decolará às 15h, de domingo a sexta, para pousar às 17h50. “Incluiremos Campo Grande nos destinos servidos a partir de Confins e ampliaremos as frequências para Cuiabá, em virtude da demanda que temos recebido de clientes que desejam viajar nessas rotas”, afirma o diretor de Planejamento e Alianças da Azul, Marcelo Bento. A partir de Campo Grande, é possível o passageiro voar para Corumbá, enquanto, de Cuiabá, tem ligação para Ji-Paraná, Porto Velho e Sinop. Com o novo voo, a Azul passa a ter 30 rotas diretas a partir de Confins, em mais de 70 voos diários. O aeroporto é o segundo hub da companhia aérea, atrás apenas de Viracopos, em Campinas (SP). entrarão em operação até sexta-feira Duas semanas depois de assumir o controle operacional do aeroporto de Confins, a BH-Airport repete o maior problema da administração da Infraero nos últimos anos: o atraso na entrega de projetos. Em proporção muito menor que os atrasos de meses, e até anos, da estatal, a concessionária demorará alguns dias para concluir a instalação de câmeras de segurança no estacionamento. Outro projeto que tinha o prazo em risco até o fim da tarde de ontem parece ter sido solucionado rapidamente pela concessionária. Em consultas na segunda-feira e ontem, até as 16h33, a assessoria de imprensa da empresa havia informado que a internet sem fio de alta velocidade, que deveria ser entregue nessa terça-feira, só iria funcionar a partir da semana que vem. A explicação é que o sistema estava implantado, mas o setor técnico precisava proceder testes para garantir a operacionalização do sistema. A comunicação informou, inclusive, que iria preparar material de divulgação anunciando o início do funcionamento do sistema. Às 17h18 de ontem, no entanto, a empresa mudou seu posicionamento e informou que o wi-fi do aeroporto funcionava desde segunda-feira e que teria sido usada por 100 pessoas ontem. No entanto, ainda segundo a assessoria, o recurso só seria divulgado aos passageiros na próxima semana. Sobre as regras de uso, a única informação é que o usuário deveria fazer um cadastro com nome, sobrenome e documento (RG ou CPF). A empresa não sabia informar ontem sobre o tempo que cada usuário teria para uso, mas admitiu que, provavelmente, vai adotar um limite. Em nota, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou, na noite de segunda-feira, que a disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o terminal de passageiros estava ainda em andamento, sem conclusão do projeto. Tanto as câmeras quanto a internet tinham ontem como prazo máximo para conclusão, de acordo com o Plano de Ações Imediatas definido em contrato. Na assinatura da transferência operacional, dia 12, o diretor da BH-Airport, Paulo Rangel, chegou a dizer à imprensa que “a partir do dia 26 de agosto, teremos wi-fi mais forte”. As câmeras, segundo a empresa, entrarão em operação até sexta-feira. Urgências No contrato de Confins, a empresa tem um cronograma de ações a serem executadas ao longo do contrato. No plano de curto prazo, a empresa tem prazos para entregar 17 ações. Entre as medidas, o wi-fi em todas as áreas do aeroporoto; aumentar o número de tomadas elétricas na área de embarque; aumentar o número de pontos de venda de alimentos e bebidas dentro das áreas de partida e implementar balcões de informação com pessoal bilíngue no terminal. Cada ação tem um prazo específico para conclusão. Segundo a Anac, desde abril, quando a BH-Airport iniciou sua participação no aeroporto, ainda ao lado da Infraero, 10 ações já foram concluídas. A lista inclui a ampliação do número de pontos de energia nas salas de embarque; a revisão do sistema predial de combate a incêndio e a troca do carpete da rampa que liga o saguão principal ao segundo andar do terminal. Outros 12 itens ainda estão em andamento. A agência reguladora não se manifestou sobre uma possível penalidade. A primeira obra de maior porte prevista para ser entregue pela BH-Airport é a construção do segundo terminal de passageiros. A previsão é que ele seja concluído até 30 de abril de 2016. Segundo a empresa, a previsão é que as obras comecem ainda neste ano. (PRF)
25 agosto 2014 15:48 A conclusão da obra de revitalização e ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, só deve acontecer em dezembro de 2014. Após o término do prazo, findado na sexta-feira (22), o Consórcio Marechal Rondon formado pelas empresas Engeglobal Construções Ltda, Multimetal Engenharia de Estruturas Ltda. e Farol Empreendimentos e Participações S. A, solicitou a SECOPA mais 122 dias para o fim dos trabalhos. Em junho deste ano, antes do inicio da Copa do Mundo em Cuiabá, a Infraero entregou a conclusão das obras da estação de banheiros no desembarque doméstico, do Centro de Operações Aeroportuárias (COA), calçada do estacionamento, ampliação da capacidade de desembarque e liberação do embarque doméstico no piso superior, entre outras obras. Até o fim da semana passada, a promessa era a entrega das obras de liberação do acesso entre piso ao desembarque internacional, esteira de bagagem internacional, nova sala de desembarque internacional, nova sala de embarque internacional; área externa, entre outras obras destinadas ao embarque e desembarque internacional. Internacionalização Já Acompanhando o andamento das obras na estação aeroportuária de Várzea Grande, um grupo de empresários do setor Turístico criou o movimento “Internacionalização Já”, que cobra o término da ampliação do aeroporto, para a volta do funcionamento de voos internacionais na região. Conforme Jaime Okamura, um dos participantes do movimento, a Infraero faz o acompanhamento das obras, mas ainda não foi informada oficialmente sobre a prorrogação do prazo. O aeroporto é internacional apenas para o transporte de cargas desde 2009. Para transportar passageiros, ainda há uma série de normas que devem ser cumpridas, como também a autorização do Ministério da Aeronáutica e da Anac. ”Mesmo encerrando as obras físicas, ainda tem um longo caminho a ser percorrido até a concretizar a internacionalização”, disse ele. Conforme explicou os empresários, o alfandegamento foi a caráter provisório, para embarque e desembarque de passageiros durante a Copa. É preciso atender os requisitos previstos na Portaria 3.518, de alfandegamento definitivo, para a Receita Federal realizar o trabalho de alfândega no aeroporto. A delegada da Receita Federal, Marcela Maria Matos, quando se reuniu com os empresários, explicou que houve o alfandegamento extraordinário durante o mundial. Para que os voos internacionais sejam retomados, há necessidade da estrutura no terminal, além da alteração da portaria provisória. Na semana passada, o grupo foi recebido pelo superintendente da Infraero, João Marcos, que liberou a inspeção as obras do local. Nesta semana está prevista uma reunião entre o secretário da Secopa, Maurício Magalhães, os representantes da empresa construtora, Infraero e a comissão do Movimento Internacionalização Já. O objetivo será o cronograma das obras e de outros assuntos inerentes ao aeroporto Marechal Rondon.
26 de agosto de 2014 em Jornal Jangadeiro 2ª edição O Aeroporto Internacional Pinto Martins, de Fortaleza, que deveria ter ficado pronto para a Copa do Mundo de 2014, está há quatro meses com obras paradas. Os trabalhos tiveram início em junho de 2012, mas em maio de 2014 a Infraero anulou o contrato com a empresa licitatória, já que o andamento dos serviços estavam muito lentos. A aparência de abandono chama a atenção até de quem nunca visitou o equipamento cearense. A primeira empresa ganhadora do certame venceu a licitação do tipo menor preço, com investimento de R$ 340 milhões. O segundo colocado na disputa foi convocado, mas pediu prorrogação para tomar a decisão, tendo um prazo final para o dia 29 de agosto. Há ainda a possibilidade desta empresa não aceitar o serviço e a Infraero ter de solicitar a próxima da lista, sucessivamente. Ao total, 11 participaram da disputa. Puxadinho A ampliação do aeroporto precisou de um ‘puxadinho’ especial para receber turistas estrangeiros e brasileiros para a Copa do Mundo. O ambiente era para funcionar temporariamente.
Novo trecho deve ser oferecido pela companhia a partir de 7 de novembro, depois de aprovado pela Anac

Preços das passagens a partir de São Paulo para janeiro já estão de 15% a 30% menores que as com escala no Panamá. Operadores apostam em reação rápida e agressivada concorrência

Câmeras já atrasadas em Confins

Airton Marques – Da Redação

Por Renato Ferreira
26/08 - 13:13hs O candidato ao governo do estado Rui Costa, da coligação Pra Bahia Mudar Mais, prometeu a implantação de mais vinte aeroportos em cidades de médio porte na Bahia, para ampliar a operação de voos regionais. Rui foi o entrevistado do programa Que Venha o Povo, da TV Aratu, manhã desta terça-feira (26). O candidato explicou que novos aeroportos serão construídos, mas alguns dos existentes vão ser reformados e ampliados, a exemplo do que já está acontecendo em Vitória da Conquista, que irá receber voos de aeronaves de maior porte, “o que será bom para o turismo, mas também para a criação do bom ambiente para a realização de negócios que desejamos implementar em nosso governo”. Ele citou, ainda, o aeroporto de Bom Jesus da Lapa, informando que a sua proposta é fazer uma parceria com a Prefeitura Municipal para a recuperação e ampliação do equipamento, o que irá facilitar o acesso de turistas ao município, onde acontece uma maiores romarias católicas do Brasil. “No extremo sul, já está sendo retomada a operação do aeroporto de Teixeira de Freitas, com voos programados a partir do próximo dia 29, e nós vamos recuperar também o aeroporto de Caravelas. ”. Ainda em relação ao desenvolvimento do turismo, o candidato informou que irá investir na revitalização das orlas de cidades como Itacaré, Ilhéus e Porto Seguro, grandes polos de atração turística, e também na orla do subúrbio de Salvador, que ele considera a mais bonita da capital baiana. Ao falar de seu Programa de Governo, Rui Costa afirmou que durante toda sua vida, desde quando era adolescente nas ruas do bairro da Liberdade, em Salvador, sempre teve garra para atingir seus objetivos “e será com esta mesma garra que irei governar a Bahia, para fazer uma Bahia moderna e melhor para todos”. E acrescentou: “Caso não haja dinheiro para realizar todos os projetos que estou pretendendo fazer, irei pedir dinheiro a Dilma e se ela não tiver, vou tomar emprestado, mas cumprirei o propósito de levar a Bahia a dar um salto em seu desenvolvimento, a exemplo do que aconteceu recentemente com outros estados nordestinos, como Ceará e Pernambuco”.
26 Agosto 2014 17:26 Para aproveitar o tempo de espera nos aeroportos e tornar a viagem de seus clientes ainda mais agradável, a TAM Linhas Aéreas lança campanha de estímulo ao check-in online. De 27 de agosto a 30 de novembro, os passageiros com saídas do Galeão (RJ), Confins (MG) e Guarulhos (SP) que fizerem o check-in antecipado, via mobile ou web, ganharão um café Suplicy, que poderá ser degustado nas lojas Suplicy localizadas nesses aeroportos. Desde novembro do ano passado, a TAM serve a bordo o café premium produzido especialmente pela Suplicy com nobres grãos 100% Coffea Arabica – de aroma intenso e excelente qualidade. Atualmente, o produto é oferecido nos voos internacionais e nas SuperPontes, rotas que contemplam os aeroportos mais movimentados do país. Para definir a escolha do café, a TAM contou com a consultoria da barista Isabela Raposeiras, mestre de torras reconhecida no Brasil e no exterior e proprietária da Coffee Lab, em São Paulo (SP).
26 Agosto 2014 11:57 A TAM Linhas Aéreas acaba de criar um mock-up (maquete em tamanho natural) para simular a rotina do atendimento no aeroporto. Montado na Academia de Serviços, centro de treinamento da empresa localizado em São Paulo (SP), o mock-up servirá para melhorar a capacitação prática dos agentes de aeroporto recém-contratados pela companhia. Agora, a TAM é a única empresa aérea do Brasil a dispor de uma sala de aula de treinamento simulado do atendimento que é prestado no check-in presencial e no portão de embarque. Até a inauguração do mock-up de aeroporto, o treinamento de atendimento era realizado exclusivamente por meio de aulas teóricas e vídeos. “É mais um capítulo do investimento em melhoria contínua para gerar mais eficiência e aperfeiçoamento dos nossos serviços. Um agente de aeroporto recém-contratado precisa experimentar de antemão a realidade e a dinâmica do seu trabalho diário. Ele não deve descobrir tudo isso quando já estiver no aeroporto, atendendo aos clientes”, afirma José Quesado, Gerente Sr. de Desenvolvimento de Serviços da TAM Linhas Aéreas. “O mock-up também será um grande laboratório para rever os nossos processos – e até testar outros, mais eficientes”. A nova estrutura pode atender até 30 alunos em uma única aula. Reversível e versátil, o ambiente pode simular tanto o check-in presencial quanto o portão de embarque. Para montar os cenários, foram criadas duas posições de check-in com balanças de pesagens de bagagens, leitores de cartão de embarque, sistema de som, impressoras de cartão de embarque e etiquetas para as malas. Além disso, foi instalado o Amadeus (o sistema de check-in e reserva da TAM) e adesivos nas paredes para simular o ambiente do aeroporto. Até o fim de 2015, a empresa deve expandir o projeto de laboratório aeroportuário para as bases de Brasília, São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Galeão). A Academia de Serviços da TAM Para assegurar a excelência de seu atendimento e manter a segurança de sua operação, a TAM inaugurou em 2001 a Academia de Serviços Comandante Rolim Adolfo Amaro, responsável pela formação de seus funcionários e pela perpetuação da filosofia de qualidade de seus serviços. A Academia é um dos maiores e mais modernos centros de treinamento de aviação na América Latina. É a responsável pelas atividades pedagógicas da companhia com cursos presenciais e capacitação on-line. A Academia abriga também os mock-ups, que representam o ambiente de uma aeronave para os exercícios. Em 2013, a TAM investiu R$ 40 milhões em treinamento.
26/08 - 11:11 A Copa Airlines anuncia a operação, a partir de 6 de dezembro, de uma terceira frequência diária entre o Rio de Janeiro e a Cidade do Panamá. O novo voo irá somar-se a uma rota que passa a ter 21 frequências semanais. No Centro de Conexões das Américas do Aeroporto Internacional de Tocumen, os passageiros têm a possibilidade de se conectar para mais de 60 destinos em 29 países, nas Américas no Norte, Central, Sul e Caribe, sem enfrentar filas de imigração e alfândega e com as malas despachadas diretamente para o destino final. A Copa Airlines opera na capital carioca desde 2006, atendendo à crescente demanda do interior do Estado, leste de Minas Gerais e do Espírito Santo. “Temos uma grande aceitação de nossos voos, horários e conexões imediatas, o que tem impulsionado o aumento das frequências”, comenta o Gustavo Esusy, gerente regional Mercosul da companhia aérea. A nova frequência (CM 767) partirá do Aeroporto Internacional de Tocumen às 11h56, com chegada às 22h11 no Aeroporto Internacional do Galeão (RJ), já o voo de retorno (CM 768) acontecerá às 6h09, com chegada no Panamá às 10h16. A rota será operada por modernas aeronaves Boeing 737-800 Next Generation, com capacidade para 155 passageiros - 14 na classe executiva e 141 na econômica, com interior espaçoso, compartimentos amplos, assentos reclináveis com apoio para a cabeça e 12 canais de áudio e vídeo.
ARMANDO AVENA




