O Estado de S.Paulo
Os mirabolantes carros voadores do passado
Voo é desviado para Tom Jobim por suspeita de problema
BOC Aviation faz pedido de aviões à Boeing somando US$8,8 bi
Malaysia Airlines cortará um quarto dos funcionários em reestruturação, diz fonte
O Globo
Infraero vai depender da União até 2020
American Airlines eliminará primeira classe para aumentar número de assentos nas aeronaves
Diário de Pernambuco
Infraero investe em nova identidade sonora
Estado de Minas
Confins terá voo para Punta Cana
Bahia Econômica
Aeroporto de Salvador é o 7º mais rentável do país
Jornal de Turismo
Infraero conclui ampliação do Aeroporto de São José dos Campos
American Airlines comemora o 2º ano de operação em Manaus-Miami
Mercado&Eventos
Macaé (RJ) quer liderança regional no transporte aéreo de cargas
Panrotas
Vulcão islandês volta a ameaçar tráfego aéreo europeu
Número de paxs nos voos entre SP e Madri cresce 26%
Portal iG
Site mostra variação do preço de passagens aéreas e melhor época para comprar
25 Agosto 2014 | 18h 50
Os mirabolantes carros voadores do passado STUART F BROWN - THE NEW YORK TIMES Feiticeiros e inventores tentam fazer os carros voarem desde o início do século 20, com resultados variados. Alguns projetos tinham asas e caudas removíveis para transitar nas estradas; outros usavam mecanismos para dobrar as asas e circular nas ruas. Eis aqui uma amostra de algumas das criações mais notáveis: Autoplano Curtiss, 1911 - Glenn Curtiss, pioneiro da aviação e das motocicletas, usou um motor de 100 cavalos que ele mesmo projetou para o seu autoplano de três lugares, movido por uma hélice de empurrar para voo e uso nas estradas, além de rodas dianteiras manobráveis. O veículo tinha asas e cauda removíveis, fuselagem de alumínio e aquecimento na cabine. Não foi possível encontrar investidores para o projeto, e o protótipo era capaz apenas de breves saltos, sem jamais alçar voo de verdade. Aerofíbio Fulton, 1946 - O arquiteto Robert Edison Fulton Jr. construiu quatro aerofíbios. As asas de tecido leve e a fuselagem traseira eram removíveis, sendo deixadas para trás durante o uso nas estradas. O aerofíbio se tornou o primeiro carro voador a receber certificação do governo como aeronave em 1950, quando Charles Lindbergh voou num deles. Fulton pilotou bastante seus aerofíbios pelos ares e pelas estradas, mas o empreendimento não foi para frente por razões financeiras. Aerocarro Taylor, 1949 - O aerocarro Taylor chegou ao estágio de produção em pequeno volume, e o protótipo sobrevivente reside no museu da Associação de Aeronaves Experimentais, em Oshkosh. O projetista, Moulton Taylor, rejeitou a ideia das asas removíveis de Robert Fulton, desenvolvendo mecanismos dobráveis para sua máquina, que recebeu certificação do governo como aeronave. Cada unidade era vendida por US$ 25.000, atingindo a velocidade de 160km/h impulsionada por um motor Lycoming de 150 cavalos. Mizar, da Advanced Vehicle Engineers, 1971-73 - O engenheiro aeronáutico Henry Smolinski construiu um par desses carros voadores. O Mizar era uma estranha combinação das asas, cauda e motor traseiro do Cessna Skymaster com um fusca. O Mizar usava um motor Continental de 210 cavalos e também o motor do fusca durante a aceleração de decolagem; em seguida, o motor do carro era desligado. Smolinski e um sócio morreram quando um dos protótipos sofreu uma pane estrutural e caiu.
Projetos do início do século 20 tinham asas e caudas removíveis para o veículo transitar nas estradas

25 Agosto 2014 | 16h 17 CLARISSA THOMÉ - ESTADÃO CONTEÚDO O voo 1024 da Gol, que partiu do Aeroporto de Congonhas com destino ao Santos Dumont, no Centro do Rio, teve de pousar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, zona norte da cidade. Passageiros foram informados de que a aeronave havia apresentado problemas na turbina. O voo deveria pousar às 13h12 no Santos Dumont e aterrissou às 13h30 no Tom Jobim, que tem pista mais extensa. Em nota, a Gol informou que o painel do avião apresentou "indicação de limitação técnica" em um dos motores. Por precaução, a aeronave foi desviada para o Tom Jobim. "Os passageiros desembarcaram normalmente e seguiram para o aeroporto Santos Dumont via transporte terrestre oferecido pela companhia", informou a empresa, em nota.
25 Agosto 2014 | 12h 56 REUTERS A BOC Aviation, unidade de leasing do Bank of China, fez o maior pedido de seus 20 anos de existência por 80 aeronaves de médio curso da Boeing, semanas após a arrendadora SMBC Aviation ter pedido 115 jatos da Airbus. A corrida de compras por companhias de leasing surge à medida que elas aproveitam um boom em financiamento aeronáutico e veem uma forte demanda de companhias aéreas. Buscando manter balanços contábeis sadios, as companhias aéreas estão cada vez mais se voltando a arrendadores para atualizar as frotas para aeronaves com eficiência de combustível. A BOC Aviation, sediada em Cingapura, uma das principais companhias de leasing do mundo, disse que o pedido compreende 50 aeronaves Boeing 737 Max 8 e 30 jatos Next Generation 737-800, que serão entregues de 2016 a 2021. O pedido, que também inclui duas aeronaves de corredor duplo e longo curso 777-300ER, soma 8,8 bilhões de dólares a preços de lista, disse a Boeing. No mês passado, a SMBC fez um pedido totalizando cerca de 11,8 bilhões de dólares por aviões da Airbus. Compradores geralmente recebem um desconto não revelado sobre os preços de lista de aeronaves. O pedido faz parte da estratégia da BOC Aviation de montar sua frota para os próximo sete anos. A companhia possuía uma frota de 251 aeronaves entregues até 30 de junho. "Seguindo o bem-sucedido pedido de 50 aeronaves Next Generation 737 que pedimos em 2006, esse é uma continuação de nosso compromisso de sermos sensíveis aos clientes de companhias aéreas que estão ampliando ou substituindo frotas mais antigas", disse Robert Martin, diretor-gerente e presidente-executivo da BOC Aviation.
Pedido inclui 50 aeronaves Boeing 737 Max 8 e 30 jatos Next Generation 737-800, que serão entregues de 2016 a 2021
25 Agosto 2014 | 10h 42 REUTERS Cerca de um quarto do quadro de 20 mil funcionários da Malaysia Airlines deve ser cortado dentro de um plano de reestruturação para a companhia deficitária, que foi impactada por dois desastres aéreos neste ano, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto. O plano de reestruturação, que será revelado ainda nesta semana, incluirá cortes de rotas e de 5 mil a 6 mil postos de trabalho, segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato. A fonte não estava autorizada a discutir o plano publicamente. O controlador majoritário da companhia aérea, o fundo estatal Khazanah Nasional [KHAZA.UL] da Malásia, deve anunciar o plano para reestruturar a companhia a partir de 28 de agosto. O Khazanah, que detém 69,37 por cento da companhia aérea, conhecida formalmente como Malaysian Airline System (MAS, na sigla em inglês), disse no começo deste mês que fechará o capital da MAS em um negócio de 435 milhões de dólares. A MAS deve anunciar seus resultados do segundo trimestre em 28 de agosto. Espera-se uma ampliação nas perdas da companhia. A MAS tem enfrentado uma desaceleração nos negócios desde que o desaparecimento inexplicado do voo MH370 em março levou a companhia aérea ao seu pior desempenho trimestral em dois anos no período de janeiro a março. Os problemas da companhia se aprofundaram em 17 de julho, quando o voo MH17 foi abatido sobre a Ucrânia, matando todas as 298 pessoas a bordo. (Por Yantoultra Ngui)
Terça-feira 26.8.2014 Alternativa. Galeão, leiloado em 2013: para analista, Infraero pode compensar perda de receita com consultoria no exterior Após a perda de seis aeroportos, concedidos à iniciativa privada, a Infraero avalia que só deixará de ser dependente da União em 2020. Até lá, a estatal dependerá de recursos do Tesouro ou repasses do Fundo Nacional de Aviação Civil (gerido pelo governo federal) para fazer investimentos. A empresa estima que o pagamento de dividendos (lucros distribuídos aos acionistas) dos aeroportos concedidos — e nos quais ela manteve 49% — só comece em 2018 e que demore pelo menos dois anos para ganhar fôlego. Antes disso, esses terminais devem pesar negativamente no balanço da estatal, já que haverá fortes investimentos por parte dos sócios nos primeiros anos de concessão. Desde 2012, último ano que a Infraero esteve à frente de todos os seus aeroportos, a União já aportou R$ 3,5 bilhões na empresa. No fim daquele ano, a gestão de Guarulhos (SP), Brasília e Viracopos (Campinas) passou à iniciativa privada. Em maio de 2013, o aeroporto que era mantido pela Infraero no Rio Grande do Norte foi desativado, com o início da operação do terminal de São Gonçalo do Amarante, no mesmo estado e 100% privado. Este mês, foi a vez de Galeão e Confins (MG), leiloados em novembro passado, passarem aos concessionários privados. Com isso, a previsão de prejuízo operacional da Infraero este ano é de R$ 170 milhões. Para 2015, sobe a R$ 450 milhões. Em 2012, o ganho havia sido de R$ 980 milhões, valor que desabou no ano passado, para R$ 82 milhões, após a concessão da primeira leva de terminais. — A Infraero perdeu a capacidade de investimento próprio — reconhece Gustavo do Vale, presidente da estatal. EMPRESA TEM 33 TERMINAIS DEFICITÁRIOS A situação da empresa deve se complicar com a absorção de mais aeroportos deficitários. O novo Plano Geral de Outorgas, publicado há dez dias, prevê que municípios com Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) abaixo de R$ 1 bilhão anual não poderão gerir aeroportos. Segundo Vale, é possível que parte desses terminais seja transferida para a Infraero. Dos 60 aeroportos que ficaram integralmente com a estatal, mais da metade é deficitária. São 33 terminais que, em 2013, deram prejuízo de R$ 130 milhões. Onze deles estão em capitais, como Teresina e João Pessoa. Boa parte, porém, fica em regiões isoladas, que dependem dos aeroportos para dinamizar a economia local, transportar malotes de dinheiro do Banco Central ou levar doentes até hospitais. Caso do aeroporto de Tefé (AM), a 520 quilômetros de Manaus, que atende quase 15 municípios vizinhos. Com prejuízo de R$ 277 mil em 2013, dele partiram 49 pacientes em UTI aérea rumo à capital amazonense ano passado. A única alternativa seria uma viagem de barco, de até 36 horas, até Manaus, pois não há rodovia ligando as duas cidades. — Esses aeroportos cumprem uma função social. Não podemos simplesmente fechá-los. A Infraero será uma empresa com cada vez mais participação na aviação regional — diz Vale. ‘DECISÃO POLÍTICA DE MANTER O PÉ DO ESTADO’ — Houve uma decisão política de ter a Infraero como sócia dos aeroportos concedidos, para manter o pé grande do Estado lá dentro. Assim, ela não só perde receita como tem que fazer aportes — afirma Jorge Leal, professor da Escola Politécnica da USP. As soluções para equilibrar as contas incluem a criação da Infraero Serviços — que, com um parceiro estrangeiro, prestará serviços a aeroportos públicos e privados —, o enxugamento do quadro de empregados e a ampliação da receita comercial. Este item vai da identificação de novos pontos de exploração comercial nos terminais até a concessão de estacionamentos geridos pela estatal. Especialistas citam ainda a possibilidade de a Infraero prestar consultoria no exterior, pois ela é a segunda maior operadora do mundo, atrás da espanhola Aena. — Ela tem expertise e pode ganhar dinheiro com isso — diz Adyr da Silva, ex-presidente da estatal. ● ESTRUTURA MAIS ENXUTA AEROPORTOS GANHARÃO MAIS AUTONOMIA A partir de 1º de setembro, a Infraero terá uma nova estrutura organizacional. Os aeroportos se tornarão unidades de negócios, com mais autonomia e compromisso de cumprir metas operacionais. Eles responderão diretamente às diretorias da estatal. As superintendências regionais deixarão de ter poder decisório e ficarão centradas em questões mais burocráticas, como organização de licitações para exploração comercial nos terminais. Com isso, a Infraero pretende adotar um modelo de gestão mais racional e enxugar seus quadros. A estatal avalia que, para equilibrar a folha de pagamento, é necessário cortar 2.900 de seus cerca de 13 mil funcionários. Um plano de demissão voluntária já foi aberto para empregados dos aeroportos concedidos. A ideia da Infraero é ampliar a iniciativa para toda a empresa. Para isso, no entanto, a estatal precisará de novo aporte da União. Até agora, 2.008 funcionários aderiram ao programa, mas apenas 1.037 foram desligados por falta de verba para rescisões. (Danielle Nogueira) NA WEB Infográfico: O mapa dos aeroportos no Brasil
25/08/2014 12:02 POR BLOOMBERG NEWS maior número de assentos
Foto: Brent Lewin / Bloomberg/13-6-2014 DALLAS - As tradicionais três classes em voos internacionais, que já foram uma marca dos mimos aos passageiros, estão desaparecendo na maior companhia aérea do mundo. Com a queda da procura pelos bilhetes mais caros da empresa levaram a American Airlines a eliminar sua primeira classe, para somar assentos em seus 47 Boeings 777-200. A aeronave terá novos assentos executivos totalmente reclináveis — mais exclusivos do que a classe econômica, mas sem os agrados da primeira classe, como pijamas, pantufas e aperitivos. — Estamos respondendo à demanda — disse Casey Norton, porta-voz da American. — Examinamos qual era o nível de demanda pela classe executiva e também para o que precisamos na seção principal. É ali que achamos ter atingido o alvo. mais espaço - Brent Lewin / Bloomberg/13-6-2014 As mudanças deixarão os voos internacionais da American com três seções — primeira, executiva e econômica — limitadas aos Boeings 777-300, a maior aeronave da companhia. A empresa, com sede em Fort Worth, no Texas, possui 14 dessas aeronaves voando em algumas de suas rotas internacionais mais lucrativas, tais como Miami-São Paulo, ao passo que os modelos 777-200 são destinados a pontes aéreas, inclusive Chicago-Pequim. REMONTAGEM EM ANDAMENTO Renovar as seções da cabine é uma aposta para fazer dinheiro mediante a venda de mais assentos premium do que as caras tarifas de primeira classe. Uma viagem de ida e volta reembolsável entre Chicago e Pequim custava na semana passada até US$ 37.948, segundo o site da American. Esse preço é quase o dobro do custo de um bilhete executivo num voo comparável, e quatro vezes mais uma passagem executiva não reembolsável. Embora o anúncio da mudança nas seções da American tenha sido feito em maio de 2012 — quando a companhia estava em concordata e antes da fusão em 2013 com o grupo US Airways —, o primeiro dos modelos 777-200 só está sendo remontado agora. A mudança empurra a American Airlines para mais perto de outras companhias aéreas que eliminaram ou reduziram seus assentos de primeira classe. Com os assentos ultra reclináveis se tornando padrão nas seções executivas, empresas como a Delta Air Lines, de Atlanta, optaram por torná-la a sua seção mais exclusiva. A United Airlines, a segunda maior companhia aérea do mundo, ainda mantém aviões com três classes em algumas rotas. A American possui três seções em um voo doméstico: o Airbus A321T, configurado para voos transcontinentais nos Estados Unidos, entre Nova York e Los Angeles e entre Nova York e San Francisco. Os chamados passageiros premium são importantes para as empresas aéreas não só pelos altos preços que pagam pelos bilhetes, mas igualmente pela frequência com que voam. Depois de a American cortar uma refeição na primeira classe em alguns de seus voos domésticos de curta distância, a United seguiu na direção inversa na semana passada, expandindo sua oferta de alimentação em rotas similares. DUAS FASES Inicialmente, a American vai aumentar o número de assentos em 22 aeronaves 777-200, de 247 para 260. Esta fase será concluída no terceiro trimestre de 2015. Em meados do próximo ano, a American vai começar a converter todos os aviões para 289 assentos. Essa fase será concluída no fim de 2016. O afastamento — a distância entre um ponto num assento em relação ao mesmo ponto na próxima fileira de assentos — não será alterado, disse Norton. Após a conclusão da reforma, o 777-200 terá 37 assentos executivos que ocuparão mais espaço do que ocupam atualmente. Cada um terá acesso ao corredor e será convertido para uma reclinação de cama de 1,9 metro. O número de assentos da cabine principal (econômica) vai crescer de 194 para 252. Já no 777-300, uma aeronave maior, terá oito assentos de primeira classe, 52 na seção executiva e 250 na cabine principal.
25/08/2014 17:00 A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) iniciou nesta semana a mudança padrão sonoro utilizado em seus terminais aéreos. A adoção de uma nova estratégia de comunicação com os passageiros começa pelo aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e estará implantado nos demais aeroportos da Infraero até o fim do ano. O investimento foi de R$ 207 mil. A Infraero contratou a agência Zanna Sound, que atua na criação de identidades sonoras. A proposta dessa mudança é buscar maior proximidade com os passageiros. "As mudanças na operação dos aeroportos no Brasil exigem da Infraero uma postura diferente em relação ao passageiro, de forma que a empresa procure cativar o seu cliente", afirma o presidente da estatal, Gustavo do Vale. A "música Infraero", que mistura instrumentos como violoncelo, berimbau, cuíca, flautas e acordeom, será reproduzida nos ambientes aeroportuários e em trilhas de filmes, sistema de atendimento ao cliente e eventos. Também foi criado o "Logo Sonoro", com três segundos. Extraído do refrão, é a síntese da música Infraero e será executado nas chamadas em espera, filmes e spots publicitários, site, eventos e irá antecipar todas as mensagens institucionais nos aeroportos. Também foram criados outros dois logos sonoros para reprodução exclusiva nos aeroportos: o "Logo Atenção", para mensagens de voos e assuntos que mereçam atenção dos passageiros, e o "Logo Comercial", que anuncia mensagens de cunho comercial.
26/08/2014 07:16 O aeroporto de Confins pode receber mais um voo internacional. A Gol encaminhou pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar a rota direta para Punta Cana, na República Dominicana. O paraíso caribenho é um dos principais destinos de brasileiros no exterior devido às suas praias de areias cristalinas e resorts com pacotes all-inclusive (em que todas as refeições, petiscos e bebidas estão incluídos). A expectativa é que a operação inicie-se a partir de 24 de novembro. Com isso, o aeroporto internacional terá ligação direta com cinco cidades do exterior. Confins também terá voo direto para Campo Grande em voo operado pela Azul, permitindo acesso facilitado ao Pantanal Sul. Pela solicitação, os mineiros sairiam do Tancredo Neves ao meio-dia de quarta-feira para pousar na República Dominicana às 18h30. O voo originado em Punta Cana decola às terças-feiras, às 23h30, para chegar em Minas às 5h30. A empresa usará um Boeing 737-800, com capacidade para 177 passageiros.
26/08 - 08:29hs Entre os 60 aeroportos do país administrados pela Infraero, apenas 27 deles dão lucro, enquanto 33 dão prejuízos. O prejuízo operacional da Infraero este ano é de R$ 170 milhões e de R$ 450 milhões em 2015. Em 2012, o ganho havia sido de R$ 980 milhões, valor que desabou no ano passado, para R$ 82 milhões, após a concessão dos seis primeiros terminais. O Aeroporto Internacional de Salvador é um dos 27 aeroportos do país com resultado positivo e um lucro de R$ 74 milhões. O aeroporto recebe 8,5 milhões de pessoas por ano e é o 7o mais rentável do país. O aeroporto do Galeão é o mais rentável do país, com lucro de R$ 191 milhões, seguido de Congonhas com R$ 167,6 milhões e Confins, em Minas, com R$ 87,6 milhões. Já o Aeroporto de Ilhéus recebe cerca de 500 mil pessoas e apresenta prejuízo de R$ -7,9 milhões. O Aeroporto de Paulo Afonso, recebe apenas 3900 passageiros, mas apresentou lucro de R$ 1,3 milhão.(OG)
26 Agosto 2014 08:52 A Infraero iniciou nesta segunda-feira (25/8), em operação assistida, as operações da nova área de desembarque do Aeroporto de São José dos Campos/Professor Urbano Ernesto Stumpf (SP), marcando a conclusão das obras de ampliação e modernização do terminal de passageiros paulista. Os trabalhos, iniciados em julho de 2013, representaram um investimento de R$ 16,7 milhões. A operação assistida é um período de testes em que o funcionamento das novas estruturas e equipamentos é monitorado sob as operações rotineiras do aeroporto, avaliando as condições operacionais e fazendo ajustes caso necessário, de forma a garantir o bom funcionamento do aeroporto após a entrega das melhorias. Em junho, já haviam sido entregues outras melhorias, como novas salas de embarque e desembarque, um novo saguão de passageiros, balcões de check-in, sanitários, reservatório de água, estação elevatória de esgoto e subestações de energia elétrica. Com a conclusão dos serviços, a área do terminal de passageiros do aeroporto passou de 800 para 5,8 mil m².
25 Agosto 2014 16:24 A American Airlines completou, em junho, o segundo ano de operação do voo de Manaus para Miami, nos Estados Unidos. Para marcar a data, a companhia aérea promove hoje (25) uma festa no restaurante Amazônico, em Manaus, com a presença das principais agências de viagens da cidade e outros parceiros importantes. “O nosso voo está consolidado no País e tem boa aceitação no mercado americano, que já tem mais conhecimento da região e cada vez mais faz uso desse serviço. Em comparação com 2013, que também foi um excelente ano da rota, o valor do ticket médio e a taxa de ocupação cresceram, cumprindo todas as expectativas da empresa”, explica Dilson Verçosa Jr, diretor regional de Vendas da American Airlines no Brasil. A viagem entre as cidades é realizada com a aeronave Boeing 737-800, com capacidade para transportar até 150 passageiros, acomodados em duas classes de serviço (Executiva e Econômica). O voo AA964 decola de Manaus às 0h04 e chega a Miami às 5h22*. No retorno, o voo AA961 decola do aeroporto de Miami às 17h19* e pousa em Manaus às 22h44.
25/08 - 12:48 O aeroporto de Macaé é um dos beneficiados do Programa de Investimento em Logística: Aeroportos, do governo federal. Localizado a 150 km da cidade do Rio de Janeiro, o aeroporto já está sendo reformado. No entanto, a cidade necessita de uma pista que comporte aviões grandes para atender a demanda do município, que tem como principal atividade econômica a produção de petróleo. “A indústria petroleira da região importa 30 mil toneladas/ano em equipamentos, sendo que 3 mil toneladas chegam via aeroporto de Cabo Frio e 27 mil toneladas pelo Galeão. Após isso, essas cargas seguem em caminhões até Macaé. Isso mostra a necessidade urgente de termos um aeroporto de cargas no município”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco. Para discutir o projeto de ampliação do aeroporto, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) participará de seminário realizado pelo governo municipal em 1º de setembro. O evento contará com a participação de empresas, representantes dos governos federal, estadual e da Infraero. A proposta é conhecer as necessidades das indústrias do setor de óleo e gás. “A existência de um aeroporto qualificado é um dos pilares para o desenvolvimento econômico, uma vez que o município passará a oferecer um maior suporte às indústrias baseadas na cidade”, disse o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PV). A meta é transformar o aeroporto em uma das principais bases regionais na operação do transporte aéreo de cargas e, desta forma, evoluir a logística offshore no município, fundamental ao futuro das atividades de exploração e produção de petróleo no país. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Macaé (Acim), Cliton da Silva Santos, defendeu as melhorias no aeroporto. "O aeroporto de Macaé chegou a um ponto em que não está mais atendendo a necessidade de mobilidade da cidade. É uma aflição grande e uma luta antiga da nossa população", destacou. Moreira Franco tem afirmado que dará prioridade ao assunto devido à importância da cidade de Macaé para o estado do Rio. “O número de passageiros que saem do aeroporto de Macaé para as plataformas de petróleo chega a 1,2 milhão por ano. É uma movimentação mais alta que a do aeroporto de Teresina, no Piauí. Por isso vamos investir em Macaé”, complementou. O Aeroporto de Macaé opera 24 horas por dia, sete dias por semana, e tornou-se a principal base de apoio da Bacia de Campos. É o que registra maior número de pousos e decolagens de helicópteros na América do Sul. Diariamente são realizados cerca de 200 voos, responsáveis pela circulação de 1.300 passageiros.
20 mil funcionários devem perder seus empregos na companhia que se vê abalada após dois desastres aéreos
![]()
Neste período, estatal não terá recursos para investir nos terminais. Desde 2012, foram repassados R$ 3,5 bi
DANIELLE NOGUEIRA

Medida atingirá os Boeings 777-200, que terão apenas as seções executiva e econômica
Agência Estado
Estado de Minas
ARMANDO AVENA

25/8/2014 13:43:00 O Escritório de Meteorologia da Islândia reduziu o risco de erupções do vulcão Bardabunga, no país. Segundo a Agência de Segurança Aérea da Europa, o alerta vermelho, de mais alto risco de incidência de erupções e nuvens de cinzas, foi reduzido para laranja, uma vez que não houve formação dessas nuvens, que poderiam causar prejuízos ao tráfego aéreo. Apesar da diminuição do alerta de risco, as autoridades europeias lembram que há atividades sísmicas na região do glacial Vatnajökull, localizado abaixo do vulcão Bardabunga. “Não há indicadores de que a atividade tenha diminuído, por isso mantém-se o alerta de risco de erupções”, diz o comunicado do Escritório de Meteorologia da Islândia. Em 2010, outro vulcão islandês, o Eyjafjallajökull interrompeu o tráfego aéreo europeu por mais de uma semana, com sérios prejuízos à indústria aérea.
25/8/2014 13:27:00 Dados da Aena, a gestora dos aeroportos espanhóis, recolhidos pelo Presstur, parceiro da PANROTAS em Portugal, mostram que o número de passageiros nos voos entre São Paulo e Madri cresceu 26,3% entre janeiro e julho, chegando a 356,8 mil. O principal aeroporto brasileiro com ligações para a cidade espanhol é Guarulhos. No Galeão, o crescimento no tráfego foi de 12,3% e em Salvador, de 9,2%.
25-08-2014 8h34 Juliana Américo Lourenço da Silva SÃO PAULO — Os preços das passagens aéreas tendem a variar muito dependendo de qual canal for comprar (direto da companhia aérea, sites de desconto, agências de viagem, entre outros), para quando é a viagem e o dia em que será o embarque. Por isso, que a orientação para todos que estão planejando uma viagem é pesquisar antes de comprar os bilhetes. Para ajudar os viajantes, o site Hopper.com permite que o interessado verificar a variação de preço e ainda as melhores épocas para comprar a passagem. Por exemplo, uma passagem de São Paulo para Brasília varia entre US$ 133 e US$ 225, sendo que indo para a capital federal na quarta-feira e voltando na segunda-feira é possível economizar até US$ 25 (US$ 8 na ida e US$ 17 na volta). Já o melhor dia para comprar a passagem é terça-feira, podendo economizar até US$ 20. Agora, em relação ao período com as tarifas mais baixas, novembro é o mês com os menores preços, enquanto janeiro é o com os maiores valores.
O melhor dia para comprar a passagem de São Paulo para Brasília é terça-feira, podendo economizar até US$ 20
InfoMoney
