O Globo
Anac: menos fiscalização e mais regulação
O Estado de S.Paulo
Governo regula gestão de aeroporto regional
Concessionária de Viracopos defende multa proporcional à obra atrasada
Anac quer verificar se jato foi vendido irregularmente
‘Não estamos escondendo nada’, afirma comandante
Folha de São Paulo
Avião da campanha do presidenciável fez 19 voos em 12 dias
G1
Aeroporto de Foz do Iguaçu bate recorde de passageiros em julho
Vídeo mostra avião que caiu em praia de Natal durante a 2ª Guerra Mundial
Jornal do Comércio - RS
Legacy 500 recebe certificação da ANAC
Diário do Pará
Infraero informa sobre o vírus ebola
Portal UOL
Anac aloca 3 frequências semanais a TAM entre Brasil e Uruguai
Segunda-feira 18.8.2014
Anac: menos fiscalização e mais regulação CHOQUE DE GESTÃO GERALDA DOCA Na berlinda. Avião da Gol decola no Santos Dumont: a Anac, que regula o setor aéreo, é alvo de críticas de órgãos de defesa do consumidor -BRASÍLIA- O governo está reavaliando a atuação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que deverá perder atribuições para se dedicar mais à regulação do setor aéreo. Atividades de fiscalização consideradas mais burocráticas, como inspeção das condições do aeroporto, situação da pista, cercas e sinalização, por exemplo, podem ser repassadas às autoridades locais e à iniciativa privada. O entendimento é que o leque de competências do órgão é muito amplo e a agência não tem um quadro de pessoal suficiente para executar todas as tarefas previstas na lei, o que tem levado à realização de parte do trabalho por amostragem. Até o fim deste semestre, a Anac deve definir as funções essenciais que permanecerão sob sua responsabilidade e iniciar um processo de transferência das demais. A Secretaria de Aviação Civil (SAC) defende que o check de pilotos (exames práticos, incluindo simulador de voo) e a concessão e revalidação de brevês sejam feitos por processo semelhante ao adotado pelo Detran em relação à carteira de motorista, com vários procedimentos a cargo do setor privado. Mas a Anac resiste à ideia, alegando preocupação com a segurança, sobretudo na aviação geral (jatinhos e helicópteros), que é menos regulamentada. BURACO NA CERCA EXIGE AGÊNCIA Cabe à Anac fiscalizar todo o setor do transporte aéreo, desde a prestação do serviço pelas companhias até o funcionamento da aviação geral — uma frota de 21.050 aparelhos registrados. O órgão também tem a missão de vistoriar aeronaves e oficinas de manutenção, certificar peças de aviões e habilitar pilotos. — A Anac cuida do emplacamento do avião, dá a carteira ao piloto e cuida da estrada — disse uma fonte diretamente envolvida no projeto, numa analogia aos serviço dos departamentos de trânsito. Cabe à Agência, por exemplo, monitorar o estado de emborrachamento da pista e o nível das ranhuras e homologar implementação de equipamentos e instrumentos de voos mais modernos. Além de outras atribuições incomuns: fezes na pista, que indicam a presença de animais, ou um buraco na cerca do aeródromo exigem a presença da Anac para fechar e reabrir o terminal. Essas são algumas atribuições que poderão ir para os estados, principalmente para aqueles que têm órgãos reguladores e seguradoras especializadas em avaliação de risco. A proposta é deixar a Anac com estrutura semelhante à de outras agências, como a de Energia Elétrica (Aneel) e a de Transportes Terrestres (ANTT), que não têm fiscais nos estados e sim convênios com o poder local. Segundo a Anac, a transferência das atribuições deverá ser feita dentro de um cronograma de transição, no prazo mínimo de um ano, e vai exigir treinamento de profissionais. A Agência avalia que não será preciso mexer na legislação, bastando apenas a realização de convênios. Mas isso ainda depende da conclusão do estudo sobre as funções essenciais do órgão fiscalizador. O projeto prevê ainda a ampliação da rede credenciada pela Anac, como clínicas médicas (para exames médicos periódicos da tripulação), escolas de inglês, contratação de pilotos, engenheiros e oficinas de manutenção de aeronaves. Segundo uma fonte envolvida no assunto, as mudanças são necessárias porque a lei de criação da Anac, instalada em 2006 em substituição ao Departamento de Aviação Civil (DAC), não previa o crescimento do setor. O órgão nasceu com 2.240 funcionários do extinto DAC, a maioria militares, que já deixaram a Anac, substituídos por concursados. Atualmente, a Anac tem 1.500 funcionários e autorização para realizar concurso, a fim de preencher cerca de 600 vagas. Com pouco pessoal, a Agência desativou antigos escritórios regionais do DAC e conta hoje com unidades em São José dos Campos, Rio, São Paulo e Brasília, além de núcleos em 22 localidades. ’FALTA CONHECIMENTO’ Especialistas lembram que o processo de criação da Anac foi tumultuado, pois o DAC vinha sendo esvaziado em pleno caos aéreo, com a falência da Varig e os acidentes envolvendo aviões de Gol e TAM. Mas avaliam que já houve tempo suficiente para que o órgão se preparasse melhor para exercer suas funções. — A Anac foi instituída em 2005 e instalada em 2006, mas nunca se preparou para exercer suas funções. Se o serviço fosse bom, ela não precisaria transferir atribuições e seria elogiada, o que não acorre — disse o professor da Escola Politécnica da UFRJ Respício Espírito Santo Júnior. Um dos problemas, segundo ele, é a falta de profissionais especializados em regulação, com formação em direito e economia, além de engenheiros e fiscais. Para ingressar na Anac, basta ter curso superior. — Em vez de transferir atribuições, o governo deveria melhorar o desempenho da Anac. Acho que falta conhecimento para a regulação. Tenho ouvido muitas reclamações, de empresas e usuários — disse o professor da Coppe- UFRJ Elton Fernandes. Órgãos de defesa do consumidor também se queixam da demora da Agência para concluir os processos administrativos e multar as companhias aéreas. Em nota, a Anac afirmou que é o terceiro órgão em arrecadação de multas e que seu corpo técnico “é altamente qualificado e reconhecido por organismos internacionais de aviação civil”.
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Sábado 16.8.2014 oglobo.com.br/ancelmo O presidente do Rio Galeão, Luiz Rocha, reconhece que houve dificuldades em receber aviões do Santos Dumont, que ficou fechado quatro horas, quinta: — Coincidiu com o horário de pico do Tom Jobim. Mesmo assim, desceram lá 32 aeronaves, previstas para o Santos Dumont. Rocha diz que está discutindo com as empresas e com o Centro de Gestão de Navegação para estabelecer um limite de vagas de contingências nessas ocasiões. O avião Cessna em que viajava Eduardo Campos estava com seguro vencido.
Sábado,16 de agosto de 2014 REUTERS renato s. cerqueira/futura press-12/8/2014 A Secretaria de Aviação Civil (SAC) aprovou o plano geral de outorgas que regula a exploração de aeroportos contemplados pelo plano de estímulo à aviação regional, segundo portaria publicada ontem no Diário Oficial da União. O projeto foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012 e prevê a reforma de 270 aeroportos no interior. A prioridade para a administração de aeroportos regionais estratégicos continuará sendo dos Estados, segundo nota da SAC. A regra permite que os municípios administrem aeroportos, mas restringe a possibilidade àqueles que tenham Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 1 bilhão. Os municípios menores poderão administrar aeroportos regionais em consórcio com cidades vizinhas, desde que o PIB somado por eles ultrapasse esse valor. Os Estados e municípios poderão também conceder à iniciativa privada a gestão dos aeroportos, mas terão de comprovar que possuem condições técnicas de fiscalizar os contratos. A concessão da exploração de aeródromos será considerada a partir do nível de saturação da infraestrutura e da necessidade de obras e investimentos, por exemplo, assim como o interesse da iniciativa privada no empreendimento. Modalidades. A portaria estabelece cinco modalidades de exploração de aeroportos regionais: pela Infraero, por concessão, autorização, pelo Comando da Aeronáutica (Comaer) ou por delegação a Estados, ao Distrito Federal ou municípios. A reforma dos aeroportos do interior é um dos pilares de um plano do governo de estímulo à aviação regional e deve consumir investimentos de R$ 7,2 bilhões, segundo estimativas do governo. Outra medida para fomentar os voos ao interior será o pagamento de subsídio a empresas aéreas para operar essas rotas. Em julho, o governo publicou medida provisória que autoriza a União a pagar subsídios a empresas aéreas para realizar voos até o interior. O ministro da SAC, Moreira Franco, estima que os subsídios somem cerca de R$ 1 bilhão por ano. A portaria publicada ontem também prevê que o aeroporto com maior movimentação de passageiros de cada Estado ou do Distrito Federal, assim como aqueles considerados estratégicos pela SAC serão explorados pelo governo federal por meio da Infraero. A exceção são os aeroportos sob responsabilidade do Comaer, em que prevalece o uso militar ou por razões estratégicas para a segurança. Os Estados, o Distrito Federal e os municípios poderão administrar aeródromos que não se enquadram nos critérios de exploração pelo governo federal, desde que haja manifestação de interesse. ● Investimento 270 é o número de aeroportos que o governo pretende reformar ou construir no interior do País é o investimento previsto para melhorar a infraestrutura aeroportuária existente nas cidades contempladas pelo projeto
Sábado,16 de agosto de 2014 A possibilidade de uma multa de R$ 170 milhões pelo atraso na entrega das obras do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) é considerada “desproporcional” e “descabida” pelo presidente da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, Luiz Alberto Küster.O montante está no teto das estimativas já divulgadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a punição, que têm seu piso em R$ 70 milhões. A concessionária tem até a semana que vem para entregar a defesa. A concessionária defenderá que a multa seja proporcional à parcela de obras atrasadas. Segundo Küster, 95% das obras foram entregues até 11 de maio, prazo definido em contrato.
Sábado,16 de agosto de 2014 BRASÍLIA A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acionou a Polícia Federal para localizar o operador responsável pelo jatinho que levava o candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, e sua equipe de campanha no dia do acidente. Segundo o órgão, o objetivo é verificar informações publicadas pela imprensa de que o avião, um Cessna Citation 560XL, foi vendido sem que a transação fosse comunicada às autoridades. Segundo os registros da agência reguladora, a aeronave pertencia à Cessna Finance Export Corporation, mas era operada pelo grupo usineiro AF Andrade Empreendimentos e Participações, uma holding com sede na cidade de Ribeirão Preto, no interior paulista, que firmou um contrato de arrendamento com a proprietária. A AF, contudo, teria repassado o avião a um novo operador, possivelmente a campanha de Eduardo Campos, devido a dificuldades financeiras. “A Anac informa que solicitou apoio da Polícia Federal para localização do operador afim de verificar informações veiculadas pela imprensa sobre eventual venda da aeronave, ainda não comunicada à agência”, informou, em nota, a Anac. Ontem, o Estado tentou, sem sucesso, contato com o grupo AF para checar informações sobre a eventual mudança de controle do jatinho. Apurações. A Anac explicou que está contribuindo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e coma PF para as apurações das circunstâncias e das causas do acidente. “Todas as informações levantadas serão encaminhadas a esses órgãos para compor os processos de investigação”, acrescentou.
Ideia é transferir funções a estados. Para especialistas, é preciso melhorar serviço

Ancelmo Gois
Estados terão prioridade para gerir aeroportos, mas Infraero, municípios e empresas poderão receber concessões


Sábado,16 de agosto de 2014 Tânia Monteiro / BRASÍLIA Investigação. ‘Nosso trabalho é muito sério e reconhecido mundialmente’, afirmou militar ENTREVISTA Juniti Saito, comandante da Aeronáutica O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, relatou ao Estado o teor das últimas conversas do piloto da aeronave Cessna Citation 560XL que caiu na quarta-feira passada no litoral paulista, matando o candidato à Presidência da República do PSB, Eduardo Campos, e mais seis pessoas. Segundo Saito, o piloto Marcos Martins, uma das vítimas do acidente, falou com o serviço de rádio em um momento crucial, informando que estava arremetendo por causa da visibilidade ruim. Questionado pelo controlador quais eram suas próximas intenções, respondeu, com tranquilidade, que iria “aguardar a melhoria do tempo”. Só que, depois disso, o militar tentou, pelo menos, quatro contatos e não conseguiu mais comunicação com o piloto. A conversa foi mantida com o militar do serviço de radiocomunicação da Base Aérea de Santos e é posterior aos diálogos já divulgados que trouxeram informações sobre a aproximação da aeronave. A reconstrução desses detalhes foi possível pelas informações do pessoal de terra em Santos e das gravações da Base Aérea, já que não há qualquer registro das conversas dos pilotos no equipamento que ficava na cabine do avião. ● Por que a caixa-preta não contém a conversa do voo que era tão aguardada para ajudar esclarecer o acidente? Não sabemos o aconteceu. Estamos investigando. Todos estavam ansiosos pelo resultado da avaliação da caixa de voz, sobre o conteúdo da caixa-preta. Só que, lamentavelmente, não tem nenhum diálogo entre os pilotos. Não sei o que aconteceu. ● O senhor tem alguma ideia sobre o que pode ter acontecido para a caixa-preta não registrar as conversas na cabine? Os investigadores vão tentar descobrir. Pode ser uma pane no equipamento. Não sabemos exatamente. Por que alguém iria desligar deliberadamente um equipamento que pode servir de subsídio para trabalhos futuros, que grava tudo que acontece na cabine e pode ajudar as investigações em caso de acidente ●Não tem explicação. ● Qual foi o último contato do operador de rádio em Santos com o piloto? O piloto falou com o sistema de rádio de Santos o tempo todo, informando a posição da aeronave e, quando da aproximação do procedimento, ele disse que estava arremetendo por causa da visibilidade ruim. O controlador, que não é um controlador de tráfego, mas um operador do sistema de rádio, perguntou quais as próximas intenções do piloto. E o piloto respondeu que ia aguardar a melhoria do tempo. Só que, depois disso, o piloto não chamou mais. ● O controlador chamou o piloto? O controlador do rádio chamou pelo menos umas quatro vezes o piloto. Foram várias tentativas. E ele não respondeu. ● Todos esperavam pela transcrição da caixa-preta, que registra as conversas entre os pilotos dentro da cabine de comando, para saber o que aconteceu. Não estamos escondendo nada, ao contrário. Gostaria que as pessoas confiassem na seriedade do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) em buscar a verdade do que ocorreu porque tudo que encontrarmos será importante para evitar que novos acidentes deste tipo ocorram. Nosso trabalho é muito sério e reconhecido mundialmente. ● Quando saberemos o que aconteceu? Não podemos dar prazo. Estamos checando todos os parâmetros e examinando detidamente cada equipamento. ● O senhor esteve hoje com a presidente Dilma Rousseff. Ela ficou preocupada com o fato de não existir gravação? Eu pedi a audiência, já que na quarta-feira ela me designou para ir a Santos com o ministro Aloizio Mercadante e o vice- presidente Michel Temer. Fiz um relato do que vi lá. Apresentei os dados. Expliquei que não sabemos o que aconteceu com a caixa-preta e que não existe conversa dos pilotos em voo. Falei sobre a trajetória do voo e que estamos em um momento de busca de informações e explicações que pudessem ajudar nas investigações. ● A Aeronáutica foi criticada por políticos? Estamos à disposição para prestar esclarecimentos, mas gostaria que acreditassem no nosso trabalho que é muito sério. O nosso sistema de investigação é um dos mais respeitados mundialmente.
Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 Em agosto, jato parou duas vezes em menos de uma semana em Jundiaí, onde fica a oficina de manutenção DE SÃO PAULO O Cessna Citation 560 XL que levava o presidenciável Eduardo Campos fez 19 voos em 12 dias, segundo os planos de voo apresentados pelo piloto da aeronave à Aeronáutica e à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Os voos ocorreram de 2 a 13 de agosto, data em que o jato caiu depois de uma tentativa frustrada de pouso na Base Aérea de Santos, no Guarujá, no litoral paulista. Na ocasião, morreram Campos, os dois pilotos e mais quatro pessoas. A Folha teve acesso à relação dos últimos voos do Citation, que dão uma ideia da rotina puxada de Campos e também da aeronave nos dias anteriores ao acidente. Em 7 de agosto, por exemplo, foram três viagens: o avião saiu de Brasília rumo ao aeroporto de Congonhas na madrugada --Campos se instalara em São Paulo durante a campanha. Na tarde do mesmo dia, a aeronave prefixo PR-AFA partiu rumo a Salvador, onde Campos e sua então vice, Marina Silva, cumpriram agenda; à noite, o avião foi para Recife, terra natal de Campos. Em 9 de agosto, quatro dias antes do acidente, também foram três viagens (Patos-PB, Araripina-PE e Campos Sales-CE, ainda de acordo com os planos de voo do avião. Segundo pilotos com quem a Folha conversou, trata-se de um ritmo extenso para uma aeronave particular como a em que Campos viajava, mas compatível com agenda de um candidato à Presidência da República. Desde que passe por manutenção periódica, um avião pode voar seguidas vezes. MANUTENÇÃO Não fica claro no plano de voo se o presidenciável estava a bordo em todos os voos. Mas a maioria coincide com a agenda de Campos nos dias antes da tragédia. A exceção são duas paradas em Jundiaí, no interior paulista, onde fica a Japi Aeronaves, que fazia a manutenção do avião. Foram duas idas em menos de uma semana (4 e 10 de agosto). Como parte do procedimento de investigação do acidente, a Aeronáutica irá colher informações sobre as manutenções do avião e se a parada se deveu a manutenção programada ou não programada (quando há uma pane). ÚLTIMO VOO Os planos de voo também são uma maneira de identificar quem pilotou o avião nos últimos dias e saber, por exemplo, se algum tripulante voou acima do que manda a lei --o que também faz parte da investigação conduzida pela Aeronáutica. A norma brasileira estabelece que pilotos podem ter jornadas de no máximo 11 horas. Na aviação particular, não submetida ao mesmo rigor de fiscalização que a comercial, denúncias de jornada acima dos limites são comuns. Comandante do Citation, Marcos Martins informou ainda à Aeronáutica e à Anac no aeroporto Santos Dumont, no Rio, o destino seguinte depois de visitar Santos. Ele previa decolar depois da Base Aérea de Santos em direção a Congonhas. Foi a última informação fornecida.
15/08/2014 20h31 170 mil pessoas passaram pelo terminal, segundo a superintendência. O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, bateu recorde de movimento no mês de julho. De acordo com a superintendência do aeroporto, o número de passageiros foi 18% maior do que em julho de 2013. No mês passado 170 mil pessoas passaram pelo terminal, segundo a superintendência. O número superou também o mês de janeiro de 2014, quando 158 mil pessoas utilizaram o serviço. “Nós tivemos um mês de julho surpreendente, bateu recorde de todos os tempos, foi o mês mais movimentado, do ponto de vista do movimento de passageiros. Tivemos a Copa do Mundo e férias, então para nós foi um mês excelente”, comenta o secretário de turismo de Foz do Iguaçu, Jaime Nascimento. Resta fazer o recape do estacionamento de aeronaves e a pintura da sinalização horizontal. Mesmo com o transtorno, os passageiros se dizem satisfeitos. “Gostei, é a primeira vez que venho para Foz do Iguaçu e não tivemos problema, foi tranquilo”, diz a técnica em transportes, Juliana Soares. Os trabalhos estão sendo feitos durante o período da manhã, quando a pista fica fechada e não atrapalha os horários de voos. A previsão da Infraero é que a obra seja concluída em 20 dias.
15/08/2014 11h11 Imagens, inéditas, serão doadas para o acervo do Centro Cultural Rampa. Do G1 RN Um vídeo de aproximadamente 4 minutos, gravado embaixo d'água, mostra cenas de um avião americano que caiu no litoral potiguar há 71 anos. As imagens serão doadas para o acervo do Centro Cultural Rampa, que envolve o Museu da Rampa e o Memorial do Aviador. A Rampa é uma antiga estação de passageiros e de transporte de correspondências que fica no bairro da Ribeira, na Zona Leste de Natal. O local serviu como base para receber hidroaviões durante a Segunda Grande Guerra. As obras do museu foram licitadas em janeiro do ano passado. A reforma foi iniciada, mas está parada há três meses. As imagens são do funcionário público José Pinto, que também é mergulhador, e foram feitas a cerca de 100 metros das areias da Praia do Forte numa profundidade de pouco mais de 10 metros. O Lockheed Ventura serviu às Forças Armadas dos EUA e é um dos três aviões que caíram na costa potiguar durante a 2ª Guerra Mundial. Nenhum deles foi derrubado em combate. Relatórios da época apontam que as aeronaves sofreram acidentes. Após a guerra, pelo menos outros sete aviões, pertencentes à Força Aérea Brasileira (FAB) também caíram em águas potiguares. Porém, apenas o Ventura ainda é possível ser visto na forma de um avião. Os demais, o tempo e a retirada indiscriminada das peças os transformaram num amontoado de destroços. cinco morreram (Foto: Arquivo/Augusto Maranhão ) Entre 1941 e 1946, a capital potiguar recebeu milhares de soldados americanos por ser o Rio Grande do Norte, a partir da América do Sul, o ponto mais próximo dos continentes europeu e africano. Em Parnamirim, na Grande Natal, uma base aliada foi montada para receber aviões que vinham dos Estados Unidos. As aeronaves cruzavam o céu a todo instante. "Nós estávamos participando de uma caça submarina aqui, eu e Aurélio Ribeiro Trigueiro, um mergulhador bem conhecido, quando um pescador nos chamou para desenganchar o anzol dele. Esse meu amigo foi lá, mergulhou, e se deparou com o avião" funcionário público e mergulhador Os destroços do Ventura foram encontrados há 10 anos, quase que por acaso. “Nós estávamos participando de uma caça submarina aqui, eu e Aurélio Ribeiro Trigueiro, um mergulhador bem conhecido, quando um pescador nos chamou para desenganchar o anzol dele. Esse meu amigo foi lá, mergulhou, e se deparou com o avião”, conta o funcionário público José Pinto, que também é mergulhador. “Depois eu mesmo mergulhei. Fiquei pasmo em ver uma aeronave inteira, praticamente completa, com duas metralhadoras. Começamos a explorar o local e levamos essas informações até a Fundação José Augusto. Depois fizemos uma expedição, que foi quando nós recolhemos as metralhadoras, alguns detalhes do avião, manche, pedaleira”, acrescentou. do mar (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi) O local do acidente, embora próximo da praia, é um trecho em que o mar é muito agitado. Embaixo d'água a visibilidade nem sempre é boa. As imagens, inéditas, foram gravadas por José Pinto e mostram, 71 anos depois, a carcaça do bimotor (veja acima o vídeo). É possível identificar as asas e a estrutura do avião. Na queda, morreram cinco dos dez combatentes que estavam a bordo da aeronave. Fred Nicolau, subcoordenador de projetos da Fundação José Augusto, revela que o relatório oficial do acidente, que ele recebeu da Marinha dos Estados Unidos, menciona que o avião teve uma pane em um dos motores logo depois que decolou da base aérea de Parnamirim. Ao longo destes dez anos de descoberta, partes do avião vêm sendo retiradas por pescadores e vendidas em ferros velhos. Rosivaldo Siqueira de Melo, que é pecador, confirma que várias peças foram retiradas do mar e comercializadas como sucata. "Pra gente poder mostrar às gerações futuras a importância que foi a nossa cidade para a 2ª Guerra Mundial" empresário Alguma coisa ainda foi salva por mergulhadores. Hélices curvadas, os motores, o manche, a cadeira do piloto e pedais contam a história, mas estão guardados sem o cuidado adequado na garagem de uma empresa de ônibus da capital. “Infelizmente, muito se perdeu”, diz Nicolau. O que restou tem um endereço certo: o Museu da Rampa, que deve abrigar uma exposição permanente sobre a 2ª Grande Guerra. O acervo, com mais de 300 peças da época, tem fotos, equipamentos e roupas reunidas por pesquisadores locais. O empresário Augusto Maranhão, dono da empresa de ônibus onde boa parte do acervo está guardada, diz que é preciso conscientizar as pessoas para a preservação da história de Natal. “Pra gente poder mostrar às gerações futuras a importância que foi a nossa cidade para a 2ª Guerra Mundial”, frisou. numa
empresa de ônibus em Natal (Foto: Arquivo/Augusto Maranhão)
Juniti Saito defende trabalho da Aeronáutica e diz que ainda não se sabe por que caixa-preta não contém diálogos

Aeronave chegou a fazer três viagens no mesmo dia, a maioria cumprindo agendas de Eduardo Campos
RICARDO GALLO
Número de passageiros foi 18% maior do que em julho de 2013.
Do G1 PR com informações da RPC TV Foz do Iguaçu
Lockhee Ventura está a 100m da Praia do Forte e a 10m de profundidade.
Michelle Rincon e Anderson Barbosa



segunda-feira, 18 de agosto de 2014 22h41 A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) entregou nesta semana o certificado para o tipo de jato executivo Legacy 500. O evento ocorreu durante cerimônia na Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (LABACE), em São Paulo. A Embraer espera receber certificação da Administração de Aviação Federal dos Estados Unidos, nas próximas semanas e em seguida a certificação da Agência de Segurança em Aviação Europeia, responsável pela homologação na Europa. “Estamos muito satisfeitos com a conquista da certificação do Legacy 500, um jato revolucionário que traz a verdadeira inovação para nossos clientes”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer. “Eu quero parabenizar as nossas equipes pela paixão e empenho para trazer ao mercado esta aeronave extraordinária.”
18/08/2014, 05:26:00 Já está no ar, via sistema de som, no Aeroporto Internacional de Belém, uma mensagem de alerta sobre o vírus Ebola. Apesar de o Governo Federal determinar aos aeroportos brasileiros a veiculação das mensagens a partir do último dia 16, em Belém, a orientação já está sendo realizada há cerca de uma semana. A ação integra um pacote de medidas adotado pelo Governo Federal horas depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar a epidemia da doença na África Ocidental uma emergência de saúde internacional. Até agora, foram registrados 1.711 casos e 932 mortes pela infecção em Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria. Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar cerca de 90% das pessoas que o contraem. Apesar da improbabilidade de surto no Brasil, o governo brasileiro quer monitorar pessoas com possíveis sintomas do vírus. No aeroporto de Belém, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) prepararam uma gravação transmitida de uma em uma hora, a qual orienta os passageiros que regressam de viagens internacionais com sintomas como diarreia, vômito, sangramento, febre, dor muscular e fraqueza a procurarem o posto da Anvisa. INFORMAÇÃO O passageiro nestas condições deve informar sobre o estado de saúde e a origem da viagem para que os funcionários da saúde tomem as devidas providências. A recomendação que o Ministério da Saúde enviou essa semana aos estados é a de que o paciente infectado permaneça em isolamento, em um hospital de referência. Os testes serão encaminhados para o Instituto Evandro Chagas (IEC), o único no país com condições de fazer a identificação do vírus com segurança.

18/08/201407h32 SÃO PAULO, 18 Ago (Reuters) - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu alocar três frequências aéreas semanais para a TAM Linhas Aéreas realizar serviços aéreos mistos entre o Brasil e o Uruguai, segundo portaria no Diário Oficial da União desta segunda-feira.
Reuters

