O Estado de S.Paulo
Perícia apura se avião bateu antes de cair
Piloto foi alertado sobre drones na área próxima da Base Aérea
Korean Air suspende voos ao Quênia em razão do ebola
Folha de São Paulo
FAB vai apurar se pilotos voaram sob fadiga
O Globo
Piloto tira soneca e avião com 300 passageiros despenca 1.500 metros
Prótese de braço de piloto cai, mas ele consegue pousar avião
G1
Corpo de piloto morto em acidente aéreo será sepultado em Maringá
Jornal do Brasil
Especialista: Cessna é tão seguro quanto Boeing; avião pode ter colidido com ave
Aeronáutica divulga imagens da caixa-preta do Cessna 560
Valor Econômico
Gol traça rota para um PIB fraco
Diário Catarinense
Processo na Justiça de Tubarão apura excesso de gastos na construção do Aeroporto de Jaguaruna
O Tempo - MG
Aumento nas tarifas de Confins é de quase 10%
Jornal de Turismo
Anac analisa novo voo entre Rio de Janeiro, Campina Grande e João Pessoa
Mercado&Eventos
Azul inicia terceira frequência de voo entre Campinas e Chapecó
Avianca anuncia mais um voo para Cancun
Panrotas
Azul inaugura frequência e amplia outras em GRU
Portal iG
Campos: sistema de pouso é modificado após acidente
Sexta-feira,15 de agosto de 2014
Perícia apura se avião bateu antes de cair ● Partes do avião foram encontradas pelo Corpo de Bombeiros, que presta apoio aos peritos da Aeronáutica e da Polícia Federal – eles investigam as causas do acidente. As partes que eram importantes para o caso foram levadas para um laboratório em Brasília Bruno Ribeiro Diego Zanchetta Tânia Monteiro / BRASÍLIA Dos 15 imóveis atingidos, três permaneciam interditados infográfico/estadão O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) pretende fazer a reconstituição da queda da aeronave onde estavam o ex-governador Eduardo Campos e outras seis pessoas. O objetivo é identificar os pontos exatos onde o jato Cessna tocou antes de cair no meio do Boqueirão, área residencial de Santos, no litoral paulista. Uma das frentes da investigação tenta identificar se houve colisão antes da queda. Testemunhas e pilotos da Base Aérea do Guarujá relatam ter visto fogo nas turbinas do jato momentos antes da queda. Os peritos da Aeronáutica pretendem ter, dentro de 10 dias e com base nas marcas deixadas pela aeronave nas casas e nos prédios atingidos, um mapa com a trajetória do Cessna. Ontem, os peritos do Cenipa e da Polícia Federal utilizavam equipamentos para tentar localizar pequenos fragmentos que ajudem a reconstituir o trajeto. Ao lado de um dos sobrados atingidos, dois peritos da PF tentavam fazer com scanner uma “maquete virtual” com os pontos exatos tocados pelo jato, enquanto peritos tiraram fotos e filmavam o local. “Pelaformacomoa aeronave caiu, de bico, na vertical, é um indício de que pode ter ocorrido algum problema ainda no ar, pois ela não estava ‘plainando’ no momento da queda. Como algumas pessoas relataram que a turbina também já estava pegando fogo no ar, e ela caiu na vertical, é grande a possibilidade de algum problema mecânico ou pane ter ocorrido no jato antes da queda”, afirmou ao Estado um perito do Cenipa que estava no local do acidente durante a madrugada. “A reconstituição do percurso da aeronave e o áudio da cabine vão nos mostrar as causas do acidente”, acrescentou o perito. Ontem também, agentes da Polícia Federal percorreram as ruas ao redor do ponto de impacto – a Alexandre Herculano e a Vahia de Abreu – em busca de câmeras de vigilância que pudessem ter gravado imagens do momento da queda. A PF não confirmou se a busca deu resultados positivos. As partes da aeronave que interessam para os investigadores já estavam sendo levadas ontem para Brasília. Partes do motor do avião foram para uma oficina em São Paulo. Caixa-preta. A caixa-preta do jato começou a ser analisada pelo Cenipa na manhã de ontem. O equipamento tem capacidade para gravar duas horas de conversa entre as pessoas que estavam na cabine do avião e também as realizadas pelos pilotos com as torres de comando e controle. Caso os diálogos tenham sido preservados no equipamento, será possível reproduzir o trajeto do voo, iniciado por volta das 9h21, quando decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio, até as 9h57, horário do acidente. Mas não há garantia de que a toda ou parte da conversação esteja preservada por causa dos danos no gravador de voz. Se o som estiver preservado, a comissão deve se debruçar nos primeiros 40 a 50 minutos de gravação, tempo de voo entre as duas cidades. A Aeronáutica distribuiu um vídeo informando os procedimentos que estão sendo adotados pelo Cenipa com a análise do gravador de voz. O vídeo, além de apresentar o quanto o equipamento está danificado, mostrava a cápsula de segurança que tem a função de proteger a memória, onde estão os arquivos de áudio. Os peritos do Cenipa vão analisar as condições do circuito em um microscópio que aumenta o objeto em até 240 vezes.De acordo com a Aeronáutica, concluída a avaliação sobre o estado de conservação das memórias do gravador de voz, o conjunto de placas será remontado para ser lido por um software específico do fabricante. “Caso não seja possível ouvir com qualidade, o áudio pode ser tratado por outro sistema”, diz a FAB. Além do áudio com os diálogos da cabine, o Cenipa vai examinar os destroços do avião no Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (Labdata), do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Partes poderão ser checadas e testadas em laboratórios de análise em São José dos Campos (SP) e até nos Estados Unidos, na fábrica do equipamento. Torre. A Aeronáutica vai chamar para ser ouvida pela comissão de investigação a pessoa que estava na Base Aérea de Santo se conversou com o piloto. O Cenipa também vai verificar se os pilotos cumpriam a carga horária de trabalho estabelecida pela legislação. Um dos pilotos queixou-se de cansaço nas redes sociais dias antes do acidente. Jato teve problema em16 de junho ● O jato Cessna 560 XL usado por Eduardo Campos apresentou um problema no sistema de ignição em 16 de junho, no Paraná. Uma caixa excitadora de corrente elétrica de alta voltagem chegou ao fim da vida útil e, como não havia uma caixa sobressalente, a tripulação teve de cancelar a decolagem. De acordo com pilotos consultados pelo Estado, essa caixa serve exclusivamente para dar partida no motor. Esse tipo de pane não compromete a aeronave e não teria nada a ver com o acidente de anteontem. NA WEB Portal. Entenda como o acidente aconteceu
Uma maquete virtual está sendo montada para verificar a trajetória exata do Cessna; conteúdo da caixa-preta é analisado em Brasília


Cessna Citation 560XL, prefixo PR-AFA


Sexta-feira,15 de agosto de 2014 Tráfego. Um dia depois, drone sobrevoa local do acidente O piloto do jato que levava Eduardo Campos foi alertado pela Aeronáutica da existência de uma área reservada para voo de Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) nas proximidades da Base Aérea de Santos. O documento da FAB informa que, entre os dias 11 e 31, os pilotos deveriam estar atentos a este fato, conforme antecipou ontem o www.estadao.com. A FAB confirmou ter emitido o alerta aos pilotos sobre uma área permitida para voo dos vants “a cerca de 20 quilômetros de separação da pista de pouso do aeródromo de Santos”. A nota ressalva, no entanto, ser esta área “bem distante da possível trajetória” do jato. A Força Aérea, contudo, não descarta a possibilidade de haver algum vant operando no momento do acidente, assim como não descarta qualquer possibilidade que possa ter levado à queda do jato. Três pilotos ouvidos pelo Estado também avaliaram que a área permitida aos vants é bem distante do aeroporto, mas ponderaram que ainda não é possível descartar a hipótese de deslocamento. “Era uma área que estava ativada para vant. Não deveria se descolar, mas é claro que pode acontecer”, afirmou Rodrigo Spader, diretor de regulação do Sindicato Nacional dos Aeronautas. “Tudo é possível, mas nós não vamos trabalhar com hipóteses. Vamos aguardar a investigação.” Especialista em investigação de acidentes aéreos, o comandante Carlos Camacho afirmou que “não se descarta a possibilidade de que um vant possa ter colidido com o avião” de Campos. “Temos de lembrar que o vant voa. Como é um objeto pequeno, se ele estava na linha pode ter contribuído para a explosão do motor”, completou. Camacho não arrisca a apontar a causa do acidente. Mas, com as informações disponíveis, ele considera razoável pensar que o controle dos pilotos sobre a aeronave foi afetado pouco antes ou durante o processo de arremetida. “Algo aconteceu nesses segundos que antecederam a decisão ou após essa decisão.” Os Comandos da Marinha e do Exército foram consultados sobre a possibilidade de terem vants voando na área. O Exército informou que a 1.ª Brigada de Infantaria Antiaérea, no Guarujá, tem vant, mas “ele não estava sendo empregado quarta-feira para treinamento”. A Marinha disse que não tem nenhum navio na região. A PF também negou que seu vant estivesse em operação no local. PERGUNTAS&RESPOSTAS O que precisa ser respondido 1. O piloto acertou ao arremeter? Se os pilotos não conseguiram uma identificação visual da pista a 700 pés (213 metros) de altitude, a orientação da Aeronáutica é arremeter. Foi o que os pilotos fizeram,mas em condições meteorológicas consideradas ruins. 2. O trajeto da arremetida foi correto? O ângulo da curva pode ter colaborado para o acidente? De acordo com a carta de navegação, a arremetida deve ser feita pelo lado esquerdo da pista. A norma foi seguida, mas, segundo pilotos ouvidos pelo Estado, é possível que a inclinação das asas tenha sido exagerada – a um ângulo de 45˚. Se isso aconteceu, a aeronave pode ter perdido altura. 3. Havia obstáculos na trajetória da arremetida? Pilotos que já pousaram na pista da Base Aérea de Santos afirmam que existem morros na curva da arremetida, próximos do local da queda. Esses morros estão em altitudes que variam de 644 a 734 pés, ou seja, praticamente no mesmo patamar do início da arremetida, que ocorre com 700 pés. Se o avião colidiu com um desses morros, pode ter perdido altitude até cair. A mesma hipótese é levantada em caso de colisão com drones. A existência de urubus na região também é conhecida, mas, nesse caso, especialistas afirmam que não justificariam a queda. 4. O avião pegou fogo no ar? Testemunhas afirmam que viram a aeronave cair já em chamas. Especialistas, no entanto, acreditam na hipótese de o avião ter explodido apenas na colisão com o solo. Se o jato tivesse iniciado sua desintegração no ar, os destroços estariam espalhados por uma área maior. 5. Houve pane? Ainda não é possível saber. A aeronave estava com a manutenção em dia.
14 Agosto 2014 | 13h 18 SEUL - Estadão Conteúdo A Korean Air Lines vai suspender os voos para o Quênia como medida para prevenir a propagação do vírus ebola. A empresa informou que vai parar de operar voos entre Incheon e Nairóbi a partir de 20 de agosto. Nenhum caso de ebola foi relatado no Quênia ou em outras partes do leste da África, mas a companhia sul-coreana tem um histórico de adoção de medidas preventivas antes de outras empresas aéreas. O ebola já matou mais de mil pessoas e deixou quase 2 mil doentes na atual epidemia que afeta o oeste da África - Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria. A Korean Air voa para Nairóbi, que é o principal centro no leste da África, três vezes por semanas. A empresa não informou quando pretende retomar o serviço.
Aeronáutica confirma aviso para ocorrência, entre os dias 11 e 31, mas diz que local fica a 20 km da pista de pouso
BRASÍLIA

Sexta-feira,15 de agosto de 2014
Uma das hipóteses investigadas é de 'desorientação espacial' dos pilotos, mas outras possibilidades serão apuradas
Piloto que testemunhou acidente e depôs à FAB afirmou que a aeronave entrou 'como uma flecha' no chão ao cair
ROGÉRIO PAGNAN RICARDO GALLO DE SÃO PAULO ELIANE CANTANHÊDE COLUNISTA DA FOLHA As características dos destroços do jato Citation que levava Eduardo Campos indicam que a aeronave, ao cair, estava em "potência máxima", segundo análise de peritos que atuam na investigação das causas do acidente. Três características reforçam a alta velocidade: 1) a cratera de quatro metros de profundidade no local, aberta pela aeronave após cair; 2) a fragmentação dos destroços, concentrados em um raio pequeno; 3) o tipo de avaria nas duas turbinas, com pás retorcidas e cheias de terra. A Aeronáutica e a Polícia Civil trabalham com a hipótese de "desorientação espacial" dos pilotos --em meio às nuvens e ao mau tempo, perderam a noção de onde efetivamente estavam, o que levou o avião a ficar mais baixo do que deveria estar. Essa suposição inicial tem como base três fatores: o tempo fechado na região do acidente, o estresse do comandante Marcos Martins (que se declarou "cansadaço" em rede social) e as dificuldades da pista da Base Aérea de Santos, no Guarujá (SP). A pista, de 1.390 metros, fica numa espécie de vale e é considerada difícil, mesmo para pilotos experientes. A aeronave tentou pousar na base, mas arremeteu em razão do mau tempo e logo depois caiu. Um avião arremete quando está mais rápido, mais alto ou mais baixo, por exemplo, do que deveria. Houve dois acidentes por "desorientação espacial" nos últimos seis anos. Um no Oceano Atlântico, em 2008, e o outro em Belém, em 2012. O piloto Matheus Giovannini, 21, que presenciou o acidente, disse à Folha que viu a aeronave em um ângulo entre 60 e 70 graus entrar "como uma flecha" no chão, logo depois de arremeter, como se tivesse perdido sustentação. Ele estava num prédio próximo e deu depoimento aos investigadores do acidente. A Aeronáutica ressalva ainda ser cedo para conclusões e que a desorientação não é a única possibilidade para o acidente ter ocorrido. Está em apuração, por exemplo, se houve pane no jato, um Cessna Citation 560 XL fabricado em 2010. A análise do motor será essencial para reconstituir o acidente. Isso porque o Citation acidentado não tinha gravador de dados de voo, que, em uma investigação como essa, permite saber o comportamento do avião e dos seus equipamentos nos momentos antes da queda. A aeronave tinha apenas o gravador de dados de voz, já recuperada pela Aeronáutica. O dispositivo registra as conversas entre os pilotos.
Sexta-feira,15 de agosto de 2014
FAB vai apurar se pilotos voaram sob fadiga
DE SÃO PAULO A Força Aérea Brasileira vai investigar se os dois pilotos do jato que levava Eduardo Campos voaram mais horas seguidas do que o permitido nas últimas semanas. O procedimento, de rotina, tem como objetivo apurar se eles trabalharam sob fadiga --e se isso contribuiu para o acidente. A lei determina que, para uma tripulação de duas pessoas, os pilotos devam ter jornada de até 11 horas. A FAB pedirá os registros que mostram em que aeroportos o avião passou, quantos voos fez e quanto cada piloto voou. O comandante Marcos Martins, 42, havia reclamado de cansaço numa rede social. A Aeronáutica analisa também a caixa-preta da aeronave. Ela ficou retorcida, segundo imagens que o órgão divulgou. Um dos peritos envolvidos na apuração afirmou que, com o impacto, o equipamento foi arremessado. A caixa-preta pode gravar até duas horas; uma vez recuperados os dados, será possível saber o que a tripulação falou desde a decolagem no aeroporto Santos Dumont, no Rio, até a queda em Santos, menos de uma hora depois. Os técnicos do Cenipa, órgão da Aeronáutica responsável por investigar acidentes aéreos, abriram a caixa-preta em um laboratório do órgão, em Brasília, para avaliar se os dados podem ser efetivamente recuperados. O Cenipa tem um software que lê os dados da caixa-preta do Citation. Com ajuda de um microscópio, os técnicos verificam a integridade dos circuitos do equipamento. Se isso não ocorrer, a caixa-preta será enviada para a americana Cessna, fabricante do avião, que tentará recuperar os dados. Em nota, a Cessna disse que trabalha "junto a autoridades governamentais do setor de aviação responsáveis por investigações de acidentes". Afirmou ainda ter oferecido ajuda ao NTSB, agência americana responsável por apurar acidentes aéreos e que acompanha as investigações.
Galeão x Santos Dumont
Ancelmo Gois oglobo.com.br/ancelmo Ontem, como se sabe, por causa do mau tempo, o Santos Dumont fechou por quatro horas. Só que, alegando que agora é um aeroporto privado, o Galeão só queria oferecer quatro vagas para receber os aviões da ponte aérea Rio-São Paulo, e não 15 como sempre ocorreu nessas ocasiões. Aliás, isso pode?
Rio, 15 de agosto de 2014
Piloto tira soneca e avião com 300 passageiros despenca 1.500 metros
Enviado por Fernando Moreira - 14.08.2014 | 11h05m Autoridades estão investigando um incidente envolvendo um avião da Jet Airways que voava de Mumbai (Índia) a Bruxelas (Bélgica) na última sexta-feira (8/8). De acordo com investigação preliminar, o Boeing 777-300 da companhia indiana, com 300 pessoas a bordo, despencou 1.500 metros enquanto o piloto tirava uma soneca. A copiloto disse a autoridades que estava ocupada com o seu tablet e que não percebera que o avião estava perdendo altitude rapidamente. Ela e o piloto só se deram conta da situação após serem alertados por um controlador do tráfego aéreo em Ancara (Turquia), contou o "Daily Mail". O incidente poderia ter provocado uma colisão, já que outro avião comercial estava voando na altitude para a qual o Boeing havia despencado.
Rio, 15 de agosto de 2014

Prótese de braço de piloto cai, mas ele consegue pousar avião
Enviado por Fernando Moreira - 14.08.2014 | 09h34m A Air Accidents Investigation Branch (AAIB), orgão que investiga acidentes no Reino Unido, divulgou um caso inusitado. Um piloto de 46 anos, cujo nome não foi divulgado, tinha a prótese do braço esquerdo presa a um comando de controle de uma aeronave da empresa Flybe que voava de Birmingham (Inglaterra) a Belfast (Irlanda do Norte). Mas, perto da aterrissagem, a prótese se soltou, "deixando o piloto sem o controle total do avião", de acordo com a Press Association. O piloto decidiu não entregar o controle do Bombardier Dash 8, que carregava 47 pessoas, ao copiloto por causa da proximidade da aterrissagem e das más condições climáticas. A aterrissagem foi dramática e difícil e a aeronave chegou a derrapar e sair da pista, mas ninguém ficou ferido.
14/08/2014 23h10 Piloto paranaense tinha vasta experiência internacional, segundo o pai. O velório e o sepultamento do piloto Marcos Martins, que morreu no acidente que também vitimou o candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) e outras cinco pessoas, deve ocorrer em Maringá, no norte do Paraná. Os familiares do piloto paranaense, nascido em Cruzeiro do Oeste, moram na região e têm muitos laços com Maringá. Os familiares ainda aguardam que os restos mortais do piloto, que tinha 42 anos, sejam liberados pelo Instituto Médico-Legal de Santos, no litoral paulista, onde aconteceu o acidente. A previsão é de que o velório e o sepultamento ocorram apenas no domingo (17) ou na segunda-feira (18). Embora natural do Paraná, o piloto vivia com a família em São Paulo. Além da mulher, ele deixa dois filhos, um de sete e outro de dois anos de idade. Em entrevista ao G1, na quinta-feira (13), o pai do piloto, José Fontes Martins, afirmou que o filho tinha vasta experiência em voos internacionais. Ainda conforme o pai, Marcos Martins estava na profissão há cerca de 20 anos. "Ele tinha muitas horas de voo, nunca tinha tido nenhum problema. Era um piloto com muita, muita habilidade. Voava muito para o continente africano. Era frequente. Estamos meio sem entender ainda. Até agora, só estou sabendo as notícias pelo que passou na TV. Não sei o que dizer", disse o pai. O histórico do piloto contado pelo pai foi confirmado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo o órgão, os dois pilotos, Marcos Martins e Geraldo Magela Barbosa estavam com as licenças de pilotagem válidas. Ambos também tinham mais de 1,5 mil horas de voo e nunca se envolveram em acidentes. Sobre a aeronave Cessna 60 XL, prefixo PR-AFA, que transportava as vítimas, a Anac também disse que ela estava com toda a documentação e vistorias em dia. O avião, segundo a agência, foi fabricado no ano de 2010.
14/08 às 19h55 O comandante Luis Guilherme Andrade, presidente da entidade de Aviação Civil Fly Training Center, disse nesta quinta-feira (14/8) que o Cessna 560 XL é um avião executivo muito seguro, com equipamentos ultra modernos e digitais de navegação de voo. Em uma avaliação do acidente que matou o candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, na manhã desta quarta (13), em Santos, litoral de São Paulo, Andrade cogitou algumas possibilidades que podem ter provocado a queda. Uma delas seria no momento em que a aeronave arremeteu e poderia ter atingido algo que estava à sua frente, como um pássaro. "Na região do Aeroporto de Santos há bastante gaivotas e não descarto a possibilidade do avião ter atingido um pássaro e enfrentado problemas em decorrência disso", salientou o comandante. Andrade afirmou que esse modelo oferece segurança mesmo em condições meteorológicas difíceis, como neve e gelo. "Essa aeronave dá segurança e tem a performance de um Boeing ou Airbus, mesmo em mau tempo. Os riscos de enfrentar uma tempestade em um avião grande ou num Cessna é o mesmo. Mas ontem [quarta-feira, 13/8] não tivemos um registro de tempestade severa, apenas uma chuva moderada com baixa visibilidade", disse Andrade. Segundo as explicações do comandante, o procedimento de arremeter é padrão e sempre calculado pelo piloto quando está próximo da aterrissagem. "O piloto prepara o avião para arremeter, se for necessário. Isso é algo normal e não representa qualquer perigo", destacou ele. A perícia na caixa preta do jatinho deve apontar os problemas que surgiram após os pilotos Marcos Martins e Geraldo Magela Barbosa da Cunha optarem por arremeter, de acordo com Andrade. Se o estudo do equipamento não for possível pela equipe Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Aeronáutica, pelo fato de estar muito danificado, o passo seguinte deve ser encaminhar o equipamento para o seu fabricante nos Estado Unidos, que conta com um centro especializado para esses casos. Ainda sobre a aeronave Cessna 560 XL, o comandante comentou que a sua manutenção é muito cara e os critérios de revista são determinados pelos fabricantes. "Existem tipos de manutenção previstos por quem fabricou o avião e cada uma delas tem um preço distinto. Mas qualquer valor se referindo a um aparelho desse modelo é alto", ressaltou Andrade. O Cesnna usado pela equipe de Eduardo Campos pertencia à Cessna Finance Export Corporation, operada pela empresa AF Andrade Empreendimentos e Participações e com representação comercial pela TAM Aviação Executiva. Em nota, a Tam informou que "somente se pronunciará sobre o acidente com o avião prefixo PR-AFA após a conclusão das investigações pelos órgãos competentes". O comandante Andrade disse que o piloto Marcos Martins, com 20 anos de profissão, devia ter uma grande experiência na área da aviação civil. Ele comentou que essa grande experiência conta muito nos momentos de risco. Desde meados do ano passado, há a tentativa de aprovar na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) uma nova regulamentação destinada à chamada Aviação Geral, que engloba os voos comerciais e particulares, exigindo dos novos pilotos um tempo mínimo em simulação de voo para que a sua documentação profissional seja liberação pelo órgão. "Essa norma ainda não foi aprovada, mas ela é muito importante para a segurança nos voos", disse o comandante. Um outro fator que interfere no desempenho do piloto em voo particular foi abordado por Andrade. Segundo o comandante, algumas vezes o piloto pode sofrer o que eles chamam na profissão de "pressão de fator externo", que seria uma orientação dos donos das empresas de jatos executivos para o piloto tentar o máximo aterrissagens e decolagens mesmo em condições meteorológicas adversas. "Porém, somos treinados para dizer não. Isso pode acontecer com uma empresa particular e até comercial, mas o piloto tem que manter-se firme e negar um procedimento que ele avaliou que há riscos", disse Andrade. O piloto exemplificou com um caso muito comum na aviação, quando o comandante de uma aeronave recebe as informações da torre de comando da região em que vai aterrissar, mas durante o procedimento de aproximação da pista o tempo pode mudar e as decisões ficam a cargo dos pilotos.
14/08 às 20h32 A Aeronáutica divulgou imagens da caixa-preta do avião onde estava o candidato à Presidência Eduardo Campos. A caixa-preta do Cessna 560XL PR-AFA, que se acidentou na quarta-feira (13/8), em Santos (SP), é analisada no Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (LABDATA) do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em Brasília (DF). Profissionais do Cenipa vão avaliar as condições dos circuitos para realizar a leitura dos dados. As informações serão usadas para tentar descobrir as causas do acidente que matou Campos e mais seis pessoas. A Força Aérea Brasileira (FAB) informou também que vai apurar se os pilotos do avião que caiu em Santos voaram por mais tempo do que a legislação atual permite. circuitos para realizar a leitura dos dados

Família aguarda a liberação do corpo dele, em Santos, no litoral paulista.
Do G1 PR, com informações da RPC TV
Comandante avalia acidente que matou candidato à Presidência, Eduardo Campos
Jornal do Brasil
Jornal do Brasil

15/08/2014 às 05h00
Gol traça rota para um PIB fraco
Por João José Oliveira | De São Paulo PIB permanecer perto de zero, não tem como a demanda crescer mais forte", mas ampliação de aeroportos pode ajudar O passo com que a economia brasileira caminha ainda é muito lento para que a aviação comercial de passageiros possa voltar a crescer dois dígitos por ano, como conseguia meia década atrás. Mas os investimentos privados na infraestrutura aeroportuária do país vão manter no radar uma rota de demanda crescente. E esse plano de voo pode ser melhor navegado se a Gol seguir focada numa gestão conservadora, com controle rigoroso de custos, e explorando oportunidades de elevar a receita, de olho também no mercado externo. Este é o horizonte que o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, enxerga até 2015, pelo menos. "Enquanto a confiança na economia não voltar e o crescimento do PIB permanecer perto de zero, não tem como a demanda aérea crescer mais forte", disse Paulo Kakinoff, em visita recente à sede do Valor, em São Paulo. "Mas a ampliação de aeroportos pode estimular mais pessoas a buscarem o transporte aéreo", disse o executivo. O presidente da Gol avalia que a conjuntura atual - de inflação elevada, no teto da meta estabelecida pelo Banco Central, taxa básica de juros de 11% ao ano e expansão do PIB de 1% ao ano - não permite à empresa conquistar muitos mais passageiros por meio de bilhetes mais baratos. Por outro lado, também não é favorável ao aumento de tarifas para garantir melhores margens. Nesse contexto, Kakinoff afirma que a estratégia comercial da companhia permanece pautada pelo controle da oferta. Para este ano, a companhia deve manter estável o volume de assentos disponíveis por quilômetro (ou ASK, na sigla em inglês). "Temos um programa de receber 10 aeronaves por ano. Com a demanda atual, vamos usar esses novos aviões para renovar a frota", disse o executivo. Ele descartou a possibilidade de ampliar a oferta acima de 2% nos próximos anos. Foi com o aumento da receita e custos controlados, que a Gol acaba de conquistar o primeiro lucro operacional para um segundo trimestre desde 2010, último ano em que a companhia mostrou lucro líquido na última linha de um balanço de 12 meses. Entre abril e junho deste ano, o lucro antes de juros e impostos foi de R$ 37,8 milhões, com margem de 1,6% em relação ao faturamento. Um ano antes, a Gol havia registrado resultado negativo de R$ 35 milhões. Na última linha do balanço, reduziu em 61% o prejuízo a R$ 174,2 milhões. Os custos subiram 14,5%, em ritmo mais moderado, para R$ 1,97 bilhão. Assim, o lucro bruto mais que dobrou, para R$ 411,8 milhões. Controlar a oferta virou mesmo dogma na indústria aeronáutica. Foi cortando frequências e destinos pouco rentáveis que a Gol conseguiu sair de uma operação deficitária em 2011, quando a margem antes de juros e impostos (margem Ebit) era negativa em 12%, para um lucro operacional de 3,9% nos 12 meses acumulados até 30 de junho último. "A indústria americana toda fez isso", disse Kakinoff, listando os casos da Delta Airlines, American Airlines e United Air Lines - empresas que voltaram a distribuir dividendos em 2014 após mais de meia década de prejuízos, concordatas e consolidação. "Hoje, nossa estrutura de custos é a mais enxuta do país. Nosso custo por assento é um dos cinco menores do mundo entre as companhias aéreas listadas em bolsa", disse o presidente da Gol sobre o indicador CASK (custo por assento-quilômetro voado), de R$ 0,1874. Para Kakinoff, seria possível reduzir mais as despesas se o preço do querosene de aviação (QAV), uma variável que a companhia não controla, fosse menor. "No Brasil, o combustível é 50% mais caro que nos Estados Unidos por causa dos tributos e da fórmula de cálculo", aponta o executivo. "É por isso que combustível representa 42% do custo da Gol, mas em média é menos de 30% de uma aérea americana", afirmou. O setor, representado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), pede a redução da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 6% - as taxas variam hoje entre 12% e 25%, dependendo do Estado da federação - além da revisão na fórmula de cálculo do QAV. Outra fonte de corte de custos é a frota da Gol, que vem sendo renovada. Os novos Boeing 787-Max permitem voos até 15% mais econômicos. A revisão de processo em solo, com menor tempo de permanência entre voos, também estão fazendo a Gol gastar menos com querosene de aviação. Kakinoff diz que a Gol enxerga espaço para seguir ampliando e diversificando as fontes de receitas. E ganhar fatias de participação no segmento de viagens corporativas virou foco na empresa. "Em 2013 pela primeira vez fomos líderes nesse segmento", disse. "Isso é importante porque o cliente corporativo paga, em média, 50% mais que o turista de lazer", disse o presidente da Gol. Segundo dados da Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), a Gol respondeu em 2013 por 32% do número de bilhetes aéreos comprados por empresas, ante 31,7% da TAM. Para crescer nesse segmento, disse Kakinoff, o plano é garantir o maior índice de pontualidade do país e ampliar os espaços entre as poltronas - quesitos importantes na hora de viajar a trabalho. Levando em conta todo o mercado, corporativo e de lazer, a vantagem entre a líder TAM e a Gol caiu de 3,70 pontos percentuais em junho de 2013 para 2,40 pontos percentuais no mesmo mês de 2014. Nos seis primeiros meses deste ano, a Gol capturou 52% dos passageiros adicionais que entraram no sistema da aviação comercial brasileira. Mas é no mercado estrangeiro que a Gol precisa crescer mais ainda. Se tivesse receita maior em dólares poderia, talvez, ter fechado o segundo trimestre com lucro líquido total (e não apenas lucro operacional). A conta "gestão financeira" ficou negativa em R$ 105,7 milhões. Como quase dois terços das despesas da Gol são registrados em moeda estrangeira - por causa da cotação do petróleo e dos contratos de leasing das aeronaves, por exemplo -, a busca por receitas tem levado a Gol a ampliar acordos internacionais como os fechados com Delta Airlines, Alitalia, Air France-KLM, TAP, Aerolíneas Argentinas, Etihad e Aeroméxico. "Dois anos atrás, a empresa tinha 6,5% das receitas em moeda estrangeira; hoje estamos com quase 11%. Nossa meta é atingir até 17% de receita em moeda estrangeira até o período entre 2016 e 2017", diz Kakinoff. O resumo dessa estratégia comercial pode ser medido em um gráfico que Kakinoff costuma apresentar em encontros com investidores e analistas. No segundo trimestre, o aumento de 30,4% que a Gol teve entre 2013 e 2014 no Rask (receita por passageiro-quilômetro transportado) foi a maior taxa entre todas as aéreas do mundo. Kakinoff aponta ainda outra mudança no setor aéreo que pode fortalecer a aviação doméstica brasileira: a entrada de capital estrangeiro nas companhias. A Gol tem como sócios a americana Delta Airlines (com 3%), a Air France-KLM, que tem 1,5%, e os fundo de investimento Wellington Management Company (5,08%) e Fidelity Investments (2,52%).
14/08/2014 | 15h41 Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS Depois de uma demora de quase dez anos para inaugurar, o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, de Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina, é palco de mais uma polêmica. O Ministério Público Federal (MPF) de Tubarão ajuizou uma ação penal para investigar os valores da obra, que superaram em quase R$ 3 milhões do que havia sido acordado na licitação. O processo está em andamento na Justiça. De acordo com o processo, a licitação original teve sete termos aditivos, que significaram um aumento de R$ 2.911.341,76. Por causa das alterações na licitação, foram enquadrados na ação os representantes legais da empresa responsável pela obra, assim como os servidores públicos envolvidos, que são engenheiros, no artigo 92, da lei 8.666, de 1993. Inicialmente, a obra havia sido orçada em R$ 14,5 milhões. Em dezembro, uma denúncia deu início à investigação. O processo, então, entrou em análise. Os quatro representantes legais da empresa, que é de Minas Gerais, foram denunciados, assim como seis servidores públicos, que supostamente foram coniventes com os termos aditivos. Alguns réus impetraram Habeas Corpus e a Justiça suspendeu temporariamente o trâmite da ação. Por enquanto, o processo ainda não está pautado e não tem data para julgamento. Os réus podem ser sentenciados a pegar entre dois a quatro anos de detenção e multa. Procurado pela reportagem, o juíz Alexsander Fernandes Mendes, responsável pelo caso, não dá declarações a respeito da questão antes da sentença. O procurador Elói Francisco Zatti Faccioni, responsável pela ação no MPF, também prefere não se manifestar por enquanto. Aeroporto pode funcionar normalmente Como a ação penal se refere à construção irregular, que gerou prejuízos, a questão não impediria o aeroporto de entrar em funcionamento. Na terça-feira, o governador Raimundo Colombo confirmou a parceria da TAM com o Aeroporto de Jaguaruna. Houve também interesse das operadoras Gol e Avianca. Atualmente, o aeroporto de Jaguaruna recebe apenas voos executivos, particulares e oficiais, numa média de 150 passageiros por mês. Quando as operações regulares forem iniciadas, a proposta é embarcar até 90 mil passageiros no primeiro ano, 350 mil entre o terceiro e o sexto ano e um milhão de pessoas a partir do oitavo ano. DIÁRIO CATARINENSE
PUBLICADO EM 15/08/14 - 03h00 Desde a última terça-feira, as tarifas de embarque do aeroporto de Confins estão mais caras. Nos voos domésticos, o reajuste foi de 8,34% e o valor passou de R$ 21,57 para R$ 23,37. Já nas viagens internacionais, o reajuste foi de 9,31% e a tarifa está em R$ 81,68. Antes, ela era de R$ 74,72. Segundo a BH Airport, responsável pela administração do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, o reajuste já estava previsto em contrato antes de a concessionária ter assumido o controle do terminal, no mesmo dia em que o aumento entrou em vigor. Porém, a resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), publicada no “Diário Oficial da União” em maio deste ano, refere-se a um aumento de 3,672% nessa tarifas. Através de uma nota oficial, a BH Airport informa que os aumentos estão de acordo “com o estipulado no contrato de concessão firmado junto à Anac”. A concessionária também afirma que tais valores foram “definidos no momento da publicação do edital de licitação, em outubro de 2013”. A BH Airport ainda ressalta na nota que o último reajuste de tarifas no aeroporto Tancredo Neves “ocorreu em julho de 2013, ainda sobre administração da Infraero”. Os valores das tarifas de embarque do aeroporto de Confins dos voos domésticos e internacionais são formados por uma base e acrescidos do Adicional Tarifário (Ataero) de 35,90% sobre a tarifa. O valor do Ataero nos voos domésticos é de R$ 6,17 e de R$ 10,94 nos internacionais. Também faz parte do valor final da taxa de embarque dos voos internacionais o Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), no valor de US$ 18 (R$ 40,28) e destina seus recursos ao fomento do sistema de aviação civil.
Sexta, 15 Agosto 2014 10:04 A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) analisa pedido da Gol Linhas Aéreas Inteligentes para implantar um novo voo entre as cidades do Rio de Janeiro, Campina Grande e João Pessoa. A informação consta no Horário de Transporte (Hotran) da Anac e a autorização depende de um parecer dos técnicos do órgão federal de aviação. A presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, disse que é uma excelente notícia para o setor de turismo da Paraíba. “Neste mês tivemos o início de voos da Tam e agora a Gol se mostra interessada em ampliar os seus voos para nosso estado. Isso demonstra o potencial que temos. Nossa intenção é que os voos em nosso estado sejam ampliados em até 30%. Espero que as outras companhias aéreas também ampliem sua malha de voos”, afirmou a executiva paraibana. De acordo com a Anac, a intenção da companhia aérea é de iniciar os voos entre o Rio de Janeiro e as duas cidades paraibanas, a partir de novembro. Os horários previstos são às 13h45 (saindo do Galeão) com chegada prevista no João Suassuna (Campina Grande) às 16h35. A saída para João Pessoa será às 17h05 e saindo para o Rio de Janeiro às 18h05. A previsão de chegada na capital carioca é às 21h15. Negociação - Desde o ano passado, representantes do governo estadual negociam com as empresas aéreas a ampliação do número de voos para o ‘Destino Paraíba’. A proposta do governo estadual foi de que haveria uma redução na alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Serviços) para o combustível de aviação de 17% para 12%, para novos voos e nos horários entre 7h e 19h. Atualmente, a Tam Linhas Aéreas já ampliou o número de voos para a Paraíba.
Quinta, 14 Agosto 2014 17:19 A Azul Linhas Aéreas Brasileiras iniciou, em 7 de agosto, o terceiro voo entre Campinas e Chapecó, com uma frequência noturna – novidade para este trecho – às segundas, quintas, sextas-feiras e aos domingos. A partir de 15 de setembro, a operação passa a ser diária, o que possibilita a mais Clientes voar entre os destinos. Em setembro, quando a companhia iniciar a oferta diária deste voo, o trecho Chapecó-Campinas passará para o início da manhã. No sentido inverso, a ligação será mantida noturna. “Com a nova frequência, garantimos aos Clientes de Campinas e Chapecó ainda mais comodidade a quem embarca nesta rota. Assim, conseguimos também otimizar o tempo daqueles que precisam viajar entre as cidades”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul. Em Campinas, os Clientes encontram mais de 150 voos diários para mais de 50 destinos de forma direta. Já em Chapecó, também há voos para Porto Alegre.
14/08 - 12:33 A partir do dia 15 de agosto, a Avianca oferecerá mais um voo diário, sem escalas, do Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá, com destino ao Aeroporto Internacional de Cancun. Esse aumento de frequências saindo da capital da Colômbia até Cancun aumenta a disponibilidade em 300 assentos diários na oferta para o mercado mexicano. As novas frequências serão operadas com aeronaves Airbus A320, com capacidade para 150 passageiros sendo 12 na Classe Executiva e 138 na Classe Econômica e que possuem o sistema de diversão individual a bordo durante o voo. Essa nova implantação já está disponível nos sistemas de reservas, agências de viagens, pontos de vendas da companhia aérea e Avianca.com. O aumento de voos na rota Bogotá-Cancun-Bogotá é parte do compromisso da Avianca em apoiar a crescente demanda de passageiros da América do Sul que desejam chegar a um dos principais polos de desenvolvimento turístico do México. Dessa maneira, o passageiro que embarca de cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro tem à sua disposição 21 voos semanais até Bogotá, permitindo voar mais rápido até Cancun além de ter as múltiplas alternativas de rotas que a Avianca oferece para a América e Europa.

MPF de Tubarão ajuizou uma ação penal contra os responsáveis pela obra, que teve sete termos aditivos e gerou prejuízos de quase R$ 3 milhões
Kiara Domit

Reajuste foi decisão da Anac e divulgado em maio deste ano
LUDMILA PIZARRO

14/8/2014 17:03:00 A Azul iniciou na segunda-feira (11) dois voos diários e diretos de São Paulo (Guarulhos) para Vitória. Além disso, a companhia passou a operar a sexta frequência para Porto Alegre e a terceira opção para Cuiabá. Todos diários e diretos. Outra novidade é o terceiro voo direto entre Campinas e Chapecó (SC), com uma frequência noturna às segundas, quintas, sextas-feiras e domingos. A operação passará a ser diária a partir de 15 de setembro. “Este aumento de frequências e o início de um novo destino a partir de Guarulhos é uma resposta ao expressivo movimento de clientes que utilizam o aeroporto paulista. Assim, também reafirmamos nosso compromisso com estes destinos e a importância de investir e garantir que mais pessoas possam viajar pelo País”, comenta Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.
15/08/2014 06:00 Brasil Econômico Poucas horas depois do acidente que vitimou o presidenciável Eduardo Campos, o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) publicou um informe - Notam (notícia ao aviador) - em que restringia os pousos por NDB (sistema de pouso por transmissões de rádio) na Base Aérea de Santos, no Guarujá, onde o piloto da aeronave do candidato havia tentando descer. O procedimento, considerado de baixa precisão, foi usado na tentativa frustrada. A aeronave arremeteu e depois perdeu o contato com a rádio da base. Diferentemente de uma torre, a rádio apenas orienta o tráfego aéreo, mas não tem poder de controle. Segundo o especialista em segurança de voo Jorge Barros, este sistema de aproximação é antigo, foi criado nos anos 1920, e não deveria ser usado por aeronaves modernas, como o jato Cessna que transportava Campos. Avião Cessna de acidente aéreo que vitimou presidenciável Eduardo Campos (PSB) Para Barros, o sistema GPS, normalmente usado nos aviões atuais, não tem compatibilidade com o pouso por antenas NDB. No Guarujá, são usados dois desses equipamentos na aproximação. Ele lembra que a base militar foi desativada e ainda não foi decidido qual será o destino do aeroporto lá existente. A indefinição, na opinião do especialista, faz com que o Decea não instale equipamentos mais modernos no local. Um coronel aviador da reserva afirma ainda que o fato da aeronave ser certificada para voos privados é um fator que dificulta as investigações sobre as causas do acidente. Os aviões de táxi aéreo e de linhas regulares têm duas caixas-pretas, uma registra os diálogos da cabine e outra os dados de voo, como o regime dos motores e as razões de subida e descida. No transporte privado, é obrigatória apenas a primeira, que já foi localizada.
Aproximação em Santos, onde o avião do presidenciável tentou pousar, é considerado incompatível com aeronaves modernas
Gilberto Nascimento*

