AeroClippi?ng, terça-feir?a, 12/08/14 - ano XII - nº 232

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O Estado de S.Paulo

Galeão e Confins passam ao controle da iniciativa privada

PDV da Infraero deve custar R$ 750 mi

Brasil deve superar México em jatinhos

Holandeses continuam investigações sobre voo MH17

Irã: Motor de avião parou de funcionar, diz sobrevivente

G1

Galeão tem estacionamento mais caro e Wi-Fi grátis e no 1º dia do consórcio

Jato com tecnologia brasileira entra com força no mercado mundial

Estado de Minas

Obras do terminal 2 de Confins devem ser entregues até abril de 2016

Correio do Estado - MS

Programas de fidelidade são reformulados para elevar lucro das companhias aéreas

O Povo - CE

Fortaleza é única em que TAP mantém fretados

O Popular - GO

Plano inclui dez aeroportos goianos

Goiânia passa a ter voos da Avianca

Jornal do Dia - AP

Amapaense encontra dificuldades para sair ou voltar para Macapá de avião

Jornal de Turismo

Brasileiros querem viajar de avião pelo país

Panrotas

Gol reduz emissão de 12 toneladas de CO²

Tam usará Boeing 767 nos voos entre GRU e Orlando

PortalTerra

Airbus corta pela metade preço do maior jato do mundo


O Estado de S.Paulo

Terça-feira, 12 de agosto de 2014

Galeão e Confins passam ao controle da iniciativa privada

Empresas que venceram disputa pelos aeroportos situados no Rio e em Minas Gerais prometem mudanças a partir de hoje

RIO


Os aeroportos internacionais Tom Jobim (Galeão), no Rio, e Tancredo Neves (Confins), em Minas Gerais, estão a partir de hoje sob o comando da iniciativa privada, com promessas de melhorias imediatas. As empresas tiveram ontem o aval da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para explorar os terminais.


Desde a assinatura do contrato em abril até ontem, os consórcios que ganharam o leilão em novembro apenas acompanhavam o trabalho da Infraero, estatal que até 2012 comandou a operação de todos os terminais do País. Agora, os grupos ficarão encarregados da operação e terão assistência da estatal por um período que deve durar de três a seis meses, até a entrega definitiva.


No Rio, o consórcio Rio Galeão planeja dobrar o número de pontes de embarque de passageiros, criando 26 pontos até abril de 2016 por meio da construção de uma área chamada Píer Sul, anexa ao Terminal 2. O consórcio vai investir R$ 5 bilhões nos 25 anos de concessão, dos quais R$ 2 bilhões até a Olimpíada, daqui a dois anos.


O presidente da Rio Galeão, Luiz Rocha, anunciou mudanças já para hoje, como internet rápida (gratuita por 30 minutos), dois novos balcões de informação com atendimento bilíngue, reorganização das filas de táxi, câmeras de segurança nos estacionamentos e melhorias na limpeza. “A partir de amanhã (hoje) iniciamos intervenções constantes que vão melhorar o aeroporto gradativamente.”


O executivo espera que o Galeão recupere o título de “porta de entrada” de turistas no Brasil. O consórcio tem realizado reuniões na Europa e na Ásia para atrair novos voos.


Os investimentos planejados até a Olimpíada ainda incluem a construção de quatro novos andares de estacionamento, com2,7 mil vagas, ede68 novos balcões de check-in.O número de lojas também será ampliado. O pátio de aeronaves terá mais 500milmetrosquadrados,com 47 novas vagas para aviões, e a sinalização será renovada.


Mesmo com todo esse esforço, Rocha garantiu que nada muda para os usuários em termos de preço. “Tarifas aeroportuárias são controladas e regulamentadas pela Anac. Os investimentos que serão feitos não terão nenhum impacto.” O consórcio Rio Galeão é formado por Odebrecht Transport e Changi Airports International, que detêm 51%, e Infraero, com 49%.


A construção de um terceiro terminal no Rio, que chegou a ser apresentada pelo consórcio, foi descartada ontem.


Para o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, os investimentos em infraestrutura aeroportuária ajudarão a reduzir o“ custo Brasil”. “Vamos aumentar a capacidade do País de crescer, vamos permitir que a infraestrutura baixe o custo Brasil.”


Em Minas, o consórcio BH Airport, formado pelo Grupo CCR e pelas concessionárias dos aeroportos de Zurique (Suíça) e Munique (Alemanha), além de Infraero, também detalhou ontem os planos da concessão, que tem duração de 30 anos. O grupo assume hoje a operação do aeroporto de Confins.


/ I.T.


● Mudanças

“A partir de amanhã (hoje) iniciamos intervenções constantes que vão melhorar o aeroporto

gradativamente.”


“Tarifas são controladas e reguladas pela Anac.”

Luiz Rocha

PRESIDENTE DA RIO GALEÃO


O Estado de S.Paulo

Terça-feira, 12 de agosto de 2014

PDV da Infraero deve custar R$ 750 mi

Cálculos não oficiais são de que cada empregado receberá, em média, R$ 300 mil

Lu Aiko Otta / BRASÍLIA

Idiana Tomazelli / RIO


CARLOS EDUARDO CARDOSO/AGÊNCIA O DIA


Mudança. O aeroporto do Galeão, no Rio, é um dos que saíram do controle da Infraero e passaram para a iniciativa privada


Os funcionários da Infraero concordam com o Plano de Demissão Voluntária (PDV) proposto pela empresa, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, Francisco Lemos. “Foi aprovado em assembleia, e nós não podemos ir contra a vontade da categoria”, disse.


O sindicalista disse que há até fila de interessados, porque o plano é generoso. Para cada ano trabalhado, o funcionário receberá dois salários. Originalmente, a empresa havia proposto pagar meio salário por ano.


Dados preliminares indicam que o custo médio de cada desligamento será de R$300 mil por funcionário. Os maiores interessados são funcionários aposentados ou próximos do fim da carreira na empresa. “A idade média na Infraero é bem elevada”, explicou Lemos.


O Estado informou no sábado que, após as concessões, a estatal dos aeroportos terá prejuízo de R$ 450 milhões ao ano a partir de 2015. Desde que foram iniciadas as concessões, a estatal perdeu cerca mais da metade de suas fontes de receita, sem que houvesse redução nas despesas. Para reequilibrar as contas, a ideia é enxugar o quadro de pessoal, cortando 2,5 mil vagas de um total pouco superior a 12mil.


No momento, a empresa negocia com o Ministério do Planejamento um aporte de cerca de R$ 750 milhões para colocar o PDV em prática. Os desligamentos voluntários já estão planejados desde 2011, quando foram transferidos para o setor privado os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. “Mas está tudo parado porque não tem dinheiro para acelerar”, contou Lemos.


Ontem, foram transferidos também os aeroportos do Galeão, no Rio, e de Confins, em Minas Gerais. A Infraero tem excesso de funcionários por que os concessionários optaram por trazer equipes próprias. No geral, eles têm “devolvido” cerca de 80% dos quadros da estatal.


Um acordo entre a Infraero e a Polícia Federal permite que cerca de mil funcionários da estatal permaneçam trabalhando nos aeroportos, reforçando os serviços prestados pelos policiais. “Tem funcionado muito bem”, disse Lemos. “A Infraero paga os salários deles, mas depois recebe da Polícia Federal.”


Possibilidade. De acordo com o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, uma alternativa ao plano de demissão voluntária seria o ressarcimento, pelo governo federal, da operação do serviço de navegação aérea, cujo custo está avaliado em R$ 500 milhões por ano.


Até hoje, segundo ele, a Infraero banca os custos dessa operação. São 75 unidades de navegação aérea sob a guarda da estatal, além de 61 aeroportos. “Tudo isso é um custo do Estado. Se o Estado ressarcir a Infraero pelos custos da navegação aérea, são cerca de R$ 500 milhões por ano”, disse. “Ou ele reembolsa esse valor, ou permite o PDV.”


Vale afirmou que ainda não há definição sobre o lançamento do programa, mas adiantou que cerca de 1,6 mil funcionários de todo o País já sinalizaram que optariam pela demissão voluntária. “Estamos em processo de negociação com o governo federal. (O PDV) pode vir em 2015, em 2016, ou quando o governo entender”, disse.


A partir de 2018, a Infraero espera começar a lucrar com a transferência de aeroportos para a iniciativa privada. Ela é sócia, na proporção de 49%, de todos os grupos que venceram os leilões. Assim, terá direito a dividendos das concessões.


Até lá, porém, haverá um período de escassez de recursos. Num primeiro momento, as concessões estão tirando da Infraero cinco grandes aeroportos, que em 2012 respondiam por 65% de sua arrecadação.


Além disso, a estatal também está comprometida a realizar investimentos, como sócia das concessionárias. A previsão é que em 2015 sejam desembolsados perto de R$ 2,3 bilhões.


A INFRAERO


● O que faz

Administra 61 aeroportos e 32 terminais de logística e de cargas


● Movimento nos aeroportos que administra

Foram efetuados 135,7 milhões de embarques e desembarques no ano passado


● Número de empregados

12 mil


● Orçamento em 2014

R$ 3,3 bilhões para custeio e R$ 2,5 bilhões para investimento


● Projeção de resultado

Terá prejuízo de R$ 450 milhões em 2015


2,5 mil

é o total de cortes de pessoal da Infraero para tentar reequilibrar as contas.

Desde que iniciaram as concessões, a estatal perdeu mais da metade das receitas


O Estado de S.Paulo

Terça-feira, 12 de agosto de 2014

Brasil deve superar México em jatinhos

Segundo a Embraer, mercado brasileiro de jatos executivos será o 2º maior do mundo este ano

Wladimir D’Andrade


DIVULGAÇÃO


Jato. Embraer terá manutenção para Phenom no Nordeste


O Brasil deve ultrapassar o México neste ano e se tornar o segundo maior mercado para a aviação executiva no mundo, atrás apenas dos EUA, disse ontem o presidente da divisão de jatos executivos da Embraer, Marco Túlio Pellegrini. O lançamento do jato Legacy 500 deve impulsionar as vendas da empresa neste segmento e fazer com que a frota brasileira de jatinhos supere a mexicana.


Hoje,ambastêmcercade830 aeronaves. Em território norte-americano, são mais de 13 mil.


O crescimento global desse mercado, no entanto, deve se manter lento por causa das incertezas em relação às economias desenvolvidas e desaceleração da atividade nos países do bloco Brics. “Essa via de crescimento deixou de existir e não tem ajudado na entrega de novas aeronaves”, disse o executivo, a respeito do bloco composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. “O receio de substituir os aviões existentes e o desaquecimento dos mercados emergentes vão frear o crescimento nos próximos anos.”


Pellegrini detalhou que há interesse do mercado em adquirir aeronaves, mas a decisão sobre a compra está sendo adiada.No Brasil, citou a Copado Mundo e as eleições como fatores adicionais que pressionam as vendas para baixo.


A expectativa fica por conta do mercado norte-americano, que já esboça sinais de recuperação. Segundo o executivo, o tráfego aéreo de jatinhos nos EUA cresceu 5% em julho ante o mesmo mês de 2013 e, em 2014, a empresa já notou um aumento da demanda por propriedade compartilhada de aviões – quando várias pessoas dividem a utilização da aeronave. “Talvez a demanda por frações seja um primeiro sinal de recuperação dos EUA”, disse Pellegrini. A compra conjunta de aeronaves é comum nos Estados Unidos.


As vendas da indústria da aviação executiva caíram pela metade entre 2008 (ano da crise financeira internacional) e 2013. Nesse mesmo intervalo, Pellegrini lembra que a quantidade de milionários no mundo aumentou 30%, dado que, segundo ele, indica o potencial de alta do mercado.


Os Estados Unidos divulgaram recentemente indicadores econômicos consistentes e as empresas reportaram aumento no lucro – o que gera otimismo na indústria. “Estamos ansiosos para ver melhores respostas nos EUA”, disse Pellegrini.


A 11ª edição da Feira e Conferência Latino Americana de Aviação Executiva (Labace, na sigla em inglês), que começará nesta terça-feira na capital paulista, servirá como termômetro do mercado. A feira é a segunda maior do setor no mundo, atrás apenas do evento americano. “O interesse de clientes continua o mesmo, mas a decisão de compra de um jato executivo teve queda no primeiro semestre deste ano ante o primeiro semestre de 2013”, afirmou.


Nordeste. A Embraer anunciou a homologação da unidade AeroMecânica em Igarassu, na região metropolitana do Recife, para a rede de serviços voltada aos jatos Phenom 100 e Phenom 300. A unidade será responsável por serviços de manutenção, inspeção programada e atendimento remoto aos clientes da região Nordeste, que até então contavam com um engenheiro de suporte de campo. A AeroMecânica já faz parte da rede autorizada da Embraer para jatos Phenom em Curitiba.


● Frota

830

é a frota de aeronaves executivas

no Brasil e no México


13 mil

é o número de jatos nos EUA


O Estado de S.Paulo

11 Agosto 2014 | 19h 12

Holandeses continuam investigações sobre voo MH17

ESTADÃO CONTEÚDO


Agentes holandeses afirmaram nesta segunda-feira que, mesmo sem tem acesso ao local do incidente, vão dar continuidade tanto à apuração para descobrir as causas da queda do voo MH17, da Malaysia Airlines, quanto à investigação criminal para determinar os responsáveis. Segundo o Coordenador de Segurança e Antiterrorismo da Holanda, Dick Schoof, mais de 200 policiais e sete promotores estão trabalhando pela incriminação dos suspeitos.


"Todas as atenções agora vão para a investigação", disse Schoof. Se algum responsável será levado a corte pelo crime "é assunto para uma discussão diplomática", afirmou.


O voo MH17 caiu no dia 17 de julho em uma área dominada por separatistas ucranianos, possivelmente atingido por um míssil. Todas as 298 pessoas a bordo, a maioria delas holandeses, morreram na queda.


A missão internacional responsável pela recuperação dos restos mortais das vítimas foi suspensa na semana passada devido à falta de segurança na região, onde o conflito entre separatistas pró-Rússia e o governo da Ucrânia continua. No entanto, o comandante da polícia holandesa, Gerard Bouman, informou a uma comissão do Parlamento nesta segunda-feira que a procura inicial no local do incidente foi mais eficiente do que se acreditava. "É nossa convicção que agora nós temos a maior parte dos restos mortais e dos pertences aqui na Holanda", Bouman afirmou.


Os especialistas forenses responsáveis pelo caso já voaram de volta para a Holanda e agora trabalham em uma base militar. Eles já identificaram 65 vítimas e esperam que as análises de DNA ajudem a identificar os restos mortais das outras.


O Conselho de Segurança holandês, que lidera uma investigação internacional para descobrir as causas da queda do avião, já informou em nota que não vai "determinar culpados ou responsáveis" em suas conclusões. O conselho deve publicar um relatório preliminar no começo de setembro, baseado na análise das gravações da cabine do piloto, dos radares e de fotos de satélite.


Também nesta segunda-feira, o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, chamou de "assassinato em massa" o caso da queda do MH17. "Vamos ser bem claros sobre o que aconteceu", disse Abbott, em visita à Holanda para discutir o desastre com o premiê holandês, Mark Rutte. "298 pessoas inocentes foram assassinadas." Fonte: Associated Press.


O Estado de S.Paulo

11 Agosto 2014 | 16h 49

Irã: Motor de avião parou de funcionar, diz sobrevivente

ESTADÃO CONTEÚDO


Um sobrevivente da queda do avião iraniano que matou 39 pessoas disse nesta segunda-feira que um dos motores da aeronave turboélice parou de funcionar logo após a decolagem. Segundo Mohammad Abedzadeh, o avião só esteve no ar durante três minutos. Ele conta que olhou para fora da janela e pôde ver que um dos motores não estava funcionando.


O sobrevivente afirma que tentou socorrer as outras vítimas, mas o fogo que cobria o local do acidente queimou suas mãos e seu rosto. "Tudo aconteceu em segundos. Foi como um filme. Eu ainda não acredito".


"O povo iraniano merece saber mais. Não merece sofrer com a queda de aviões", disse Abedzadeh, que sobreviveu junto com sua mulher. "Eu não tenho nada a ver com política. Como um ser humano, eu quero que todas as sanções que afetem as aeronaves de passageiros sejam suspensas. Nós estamos falando sobre vidas humanas, não política".


As frotas das empresas aéreas da república islâmica sofrem com a defasagem dos aviões e com a dificuldade de importar peças, mesmo com a redução das sanções econômicas impostas contra o programa nuclear iraniano. Alguns legisladores questionam o uso do avião IrAn-140, uma aeronave turboélice de dois motores construída com tecnologia ucraniana a partir de um modelo da era soviética. O presidente do país, Hassan Rouhani, mandou prender os críticos até que as investigações determinem a causa do incidente.


O comandante da aviação civil iraniano, Ali Reza Jahangirian, confirmou em entrevista à emissora de televisão estatal que um dos motores do avião parou de funcionar, mas, de acordo com ele, a aeronave deveria ter sido capaz de voar mesmo assim. Jahangirian informou que as causas do acidente serão determinadas assim que especialistas analisarem os dados das caixas pretas. Fonte: Associated Press.


G1

12/08/2014 06h11

Galeão tem estacionamento mais caro e Wi-Fi grátis e no 1º dia do consórcio

Estacionar no do aeroporto tem aumento de 40% a partir desta terça.

Investimento até as Olimpíadas será de R$ 2 bilhões.

Do G1 Rio


A nova administração do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), que começa a operar a partir desta terça-feira (12), já com mudanças, avalia em R$ 5 bilhões o investimento total nos próximos 25 anos à frente do aeroporto – R$ 2 bilhões apenas até 2016, ano das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Os investimentos no aeroporto para a competição, de acordo com a nova concessionária, estarão prontos até dezembro de 2015.


Já a partir desta terça, os táxis serão reordenados na região do aeroporto. Funcionários do aeroporto distribuirão folhetos para explicar as mudanças.O estacionamento, no entanto, sofrerá um aumento de 40%: de R$ 10 a hora, passará para R$ 14. A internet Wi-Fi será liberada no aeroporto por 30 minutos, sendo cobrada a partir disso com diferentes taxas, à escolha do usuário.

Em breve, balcões de funcionários com atendimento bilíngue, em inglês e português, e um canal de atendimento por telefone, também em duas línguas, estarão disponíveis, assim como novas lojas e restaurantes nos terminais 1 e 2.


Ainda nesta semana, os elevadores, esteiras rolantes e escadas rolantes, que por vezes são alvo de reclamação por parte dos passageiros, passarão a ser vistoriados com novas empresas de manutenção. "Os problemas devem ser resolvidos até o fim do ano", afirmou Luiz Rocha, presidente da Concessionária Galeão, durante lançamento nesta segunda-feira.




Em setembro, os banheiros, que também são um problema citado por passageiros, segundo a concessionária, serão melhorados, assim como a pintura das paredes e dos forros, além de novas telhas e calhas para conter as infiltrações e vazamentos nos terminais. Já em dezembro, vão começar a ser criadas novas posições para estacionamento de aeronaves: no total, serão 47 novas posições.


Em janeiro de 2015, será implantada a área de segurança do fim da pista. Já no final do ano de 2015, serão concluídas as 1850 primeiras vagas de estacionamento, de um total de 2700 previstas com a construção de quatro andares no prédio-garagem e vagas cobertas. Os balcões de check-in passarão de 227 para 295, a fim de melhorar o serviço para os passageiros. Em 2013, o aeroporto recebeu 17 milhões de pessoas, para 25 destinos nacionais e 26 destinos internacionais.



'Necessário e bem-vindo'

Pedro Galdi, analista-chefe da corretora SLW, afirma que a concessão não só é bem-vinda como necessária para aeroportos de grandes cidades brasileiras. Recentemente, o mesmo consórcio, formado pela Odebrecht Transport e da Changi Airports Internacional, ficou responsável também pelo aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.


"Essa opção de trazer parceiros é algo que vai melhorar o saldo das operações. O governo não investe nisso há muito tempo, e reconhece. Então, algo tem que ser feito", diz Pedro, que avisa ainda que os investimentos vão necessitar de tempo até que os resultados apareçam. "Não é um estalar de dedos. Mesmo na Copa, via-se um 'puxadinho aqui', outro ali, então as mudanças vão ser feitas com calma".


Galdi afirma que o modelo, apesar de viável no atual momento, não pode servir para todo o território brasileiro. "Não adianta fazer esse modelo para regiões afastadas e sem escoamento, ainda mais em um país de dimensões continentais", concluiu.


GNews - Galeão (Foto: globonews)


Projeção de como ficar o Galeão, segundo o consórcio (Foto: GloboNews)


G1

12/08/2014 01h48

Jato com tecnologia brasileira entra com força no mercado mundial

Avião começa a competir no mundo inteiro e já é temido pela concorrência.

O Legacy 500, da Embraer, tem uma estrutura ultramoderna de engenharia.

William Waack

São Paulo, SP


Veja vídeo no site do G1



Um dos mais modernos aviões do mundo, o Legacy 500, da Embraer, recebe na terça feira a homologação já pode ser vendido no mundo inteiro. O jato tem tecnologia que só se encontra em grandes aviões de passageiros, e inteiramente desenvolvida por engenheiros no Brasil.


O painel da cabine de comando do jato ultramoderno tem fabricação nacional. Custa uns R$ 50 milhões, o preço de mil carros populares bem equipados.


O que pode ser visto é muito luxo e conforto, exclusivo de um jato a alcance de poucas pessoas. Um esforço tecnológico que torna possível a um produto desenvolvido no Brasil ser competitivo no mundo inteiro.


“No fator pessoas, eu diria que é o diferencial da Embraer porque é lá que está todo o conhecimento, é o investimento na formação das pessoas e das equipes”

afirma Ciro Tokasiki,

responsável técnico pelo projeto


O jato parece fazer coisas sozinho. Mesmo nas mãos e pés do piloto, os comandos são executados por computadores que recebem sinais elétricos da cabine e os transformam em ordens para atuadores que agem nos mais variados sistemas. Chama-se “voar por fios”, do inglês “Flight by Wire”.


O Legacy 500 foi criado como um programa de computador. Em outras palavras, foi desenhado a partir do que a simulação digital diria ser possível por uma turma de engenheiros disposta a juntar a pesquisa pura a um projeto industrial.


Fabrício Caldeiras é um dos quatro mil engenheiros da Embraer, e formado dentro dela.


“É muito difícil dar um degrau e fazer o primeiro avião com o sistema Flight by Wire completo. Leva anos para você adquirir essa experiência e, para deter essa tecnologia, envolve várias áreas. Tem que entender de controle, de sistema de controle para gerar algoritmos que interpretam os inputs do piloto e se transformam em softwares. E tem que entender de arquitetura de sistemas. Mesmo depois de falhas dos computadores, a gente tem redundâncias suficientes dentro dos sistemas para ver o avião voando de forma segura”, aponta Fabrício Caldeiras, engenheiro de desenvolvimento.


“Nós adicionamos alguns computadores, porém o computador que foi adicionado dentro da nossa filosofia não foi o computador para substituir o piloto. Então, eu continuo executando aquela mesma coisa que um piloto de aeroclube e de acrobacia faria e, agora, eu ainda continuo controlando o avião”

diz o Comandante Louzada,

piloto-chefe do ensaio em voo


O Flight by Wire, a tecnologia de sensores, computadores e programas que controlam um avião, não existe pronta para ser comprada.


“Então, quando a gente decidiu fazer esse avião, a gente estudou todos os sistemas de Flight by Wire completo que existiam no mercado. A gente entendeu como era a filosofia de cada fabricante e a gente decidiu criar a filosofia Embraer, que é diferente da filosofia dos outros fabricantes”, explica o engenheiro Fabrício Caldeiras.


O debate é tão filosófico quanto tecnológico, comercial e de segurança de voo: quem manda mais no avião, o piloto ou o computador?


Pela primeira vez, essa tecnologia é oferecida em um jato da aviação executiva, de porte médio. Graças à tecnologia nacional, o avião promete ser mais leve, mais barato e mais avançado que os competidores.


“A gente tem investido bastante em programas de automação, de forma a tornar o produto bastante competitivo. No caso do Legacy 500, por exemplo, desenvolvemos. Todo avião é desenvolvido em um ambiente digital 3D. Eu economizo ciclo e eu ganho competitividade. 25% a 30% no ciclo de montagem e, pelo menos, de 5% a 10% em custo”, conta Marco Túlio Pellegrini, presidente da Embraer.


No voo de ensaio, São Paulo estava lá embaixo, em uma tarde de muita poluição. O pouso aconteceu na relativamente curta e estreita na pista do Campo de Marte. O primeiro do novo jato. Os pilotos já sabiam, muito antes, que não seria o menor problema.


Estado de Minas

12/08/2014 07:29

Obras do terminal 2 de Confins devem ser entregues até abril de 2016

A privatização do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, já funciona na prática. Hoje, a gestão passa para o comando da BH Airport

Marinella Castro

Pedro Rocha Franco



Uma das mudanças importantes previstas é a ampliação da pista e do número de

pontes de embarque para os passageiros


O Aeroporto Internacional Tancredo Neves já está sob o comando da iniciativa privada. A partir de hoje, a concessionária BH Airport assume a gestão da infraestrutura de Confins, na Grande BH. A empresa tem até 30 de abril de 2016 para entregar as obras do terminal 2, o que vai permitir dobrar a capacidade do aeroporto para 22 milhões de passageiros/ano na próxima década. Já a ampliação iniciada pela Infraero, no terminal 1, pode se estender até o início de 2015, coincidindo com a construção do novo prédio, marcada para começar até o fim do ano. Outra alteração prevista será na forma como o Aeroporto Internacional Tancredo Neves é chamado. O nome oficial continua valendo, mas ao invés de ser popularmente conhecido como aeroporto de Confins, passa a ser identificado pelo novo gestor como aeroporto internacional de Belo Horizonte.


Segundo o presidente da Concessionária BH Airport, Paulo Rangel, o chamado puxadinho, ou terminal 3, que não conseguiu ser inaugurado a tempo para a Copa do Mundo, vai permanecer como apoio ao novo prédio, que será inaugurado em 2016. Durante o feriado do Natal e Ano-novo, momento de crescimento da demanda, os passageiros podem ter que conviver com várias intervenções ao mesmo tempo. A previsão é que sejam investidos perto de R$ 1,5 bilhão no aeroporto internacional até 2024.


Durante os próximos três meses o período de operação do aeroporto será assistido pela Infraero, prazo que pode se alongar por mais 90 dias, conforme determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Só então a concessionária formada pelo Grupo CCR e Zurich Airport, assumem integralmente o comando.


As obras para o terminal 2 incluem 14 novas pontes de embarque, totalizando 23 salas remoto, novo espaço para passageiros em voos internacionais , mais balcões de check in. O estacionamento também será ampliado com 1.455 novas vagas, totalizando espaço para 4.015 veículos. Nas próximas duas semanas, entram em funcionamento também serviços já comuns, mas que os usuários ainda não têm acesso no aeroporto, como internet rápida gratuita e câmeras nos estacionamentos. Apesar da previsão de fim de obras em 2016, novas rotas internacionais ainda não foram confirmadas.


“Estamos em negociação”, afirmou Rangel. Ontem, cerimônia nas dependências do aeroporto marcou a transferência da operação para a iniciativa privada com participação de autoridades da Infraero, Anac e do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco. O ministro voltou a afirmar que após os leilões de privatização e a Copa do Mundo, a prioridade passa a ser a aviação regional.


Em média, o preço das passagens regionais no país é 31% mais alto que em áreas metropolitanas. Segundo o ministro, a intenção é que esse custo seja reduzido provocando maior utilização do transporte aéreo pelo brasileiro. Moreira Franco ressaltou ainda que o valor do lanche deve aliviar o bolso do consumidor no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. “São líderes de reclamação dos usuários em aeroportos brasileiros, a limpeza de banheiros e o preço da alimentação.” Segundo ele, a concorrência já reduziu preços em outras praças, como Brasília.


A concessionária BH Airport também vai avaliar, nos próximos meses, quantos funcionários da Infraero vai absorver em seu quadro. Aqueles que não forem aproveitados serão realocados ou podem vir a aderir ao plano de demissão voluntária (PDV).


Torcida


A arquiteta Ana Buso, de 27 anos, veio a Belo Horizonte a trabalho. Ela que viaja constantemente e espera que a privatização melhore os aeroportos de forma generalizada. “Espero a evolução desde os serviços de internet wi fi até os preços dos restaurantes e das passagens, que são muito caras no Brasil”, diz. No momento, ela está na torcida para ver o fim das obras e diz que espera que realmente a aviação regional melhore. “Sempre que tenho que viajar para cidades menores preciso sair de São Paulo e ir para Campinas”, reclamou.


O último balanço do terminal provisório (puxadinho), de 31 de maio, indica que 73% das obras foram concluídas. As construções, no entanto, foram paralisadas durante a Copa do Mundo, o que significa que novas ações foram feitas nas últimas semanas. A previsão da Infraero é que o terminal 3, seja entregue até o fim do mês. Isso permitirá que o aeroporto opere dentro da capacidade, enquanto é construído o segundo terminal. Orçado em R$ 22,32 milhões, o terminal terá capacidade para 3,9 milhões de passageiros por ano. O terminal existente tem limite de 10,3 milhões de passageiros por ano e, com as obras, poderá receber até 11,8 milhões de pessoas anualmente.


A arquiteta Ana Buso espera a melhoria

nos preços de passagens e da alimentação


Reformas pelo saguão


Enquanto o encarregado de obras Paulo Rebelo, de 59, espera serviços mais cuidadosos nos aeroportos, como com o transporte das malas: “viajo muito e com frequência tenho que comprar novas malas”. O psicólogo Antônio Carlos Gonçalves, de 68, acredita que preços de alimentação e das passagens tendem a ficar mais acessíveis com o concorrência.


O vaivém de funcionários e as obras ainda não vão deixar de ser vistos no Aeroporto Internacional Tancredo Neves no curto prazo. Dias antes do início da Copa do Mundo, a Infraero autorizou o consórcio Marquise/Normatel a suspender as intervenções. Pelo balanço mais recente, restam ainda 50% do cronograma, segundo o Portal da Transparência. Entre as ações que faltam ser feitas estão: a reforma o setor de desembarque internacional; a instalação de elevadores; a construção do edifício que abrigará o setor comercial; a instalação de parte das novas esteiras de bagagem; sala de embarque remoto, doméstico e internacional, entre outros. A integração dos novos sistemas eletrônicos também é outra etapa que falta ser feita.


Às vésperas da Copa do Mundo, a dúvida era se o aeroporto atenderia à maior demanda de passageiros, sendo que o terminal operava acima do limite previsto e a promessa de entrega das obras nunca era cumprida. Apesar dos questionamentos, durante o período, Confins funcionou muito acima das expectativas. Dias depois, no entanto, os problemas voltaram a afetar o funcionamento do terminal, com goteiras e vazamentos na primeira chuva mais forte que atingiu a extensão do telhado.


Iniciada em setembro de 2011, a previsão era de que a obra fosse entregue em dezembro do ano passado. Desde 2012, o consórcio cobra a entrega dos estudos e reclama do não cumprimento dos prazos. As empresas chegaram a enviar repetidos ofícios para a estatal, oficializando a cobrança e responsabilizando a Infraero pelos atrasos. O atraso na execução das obras de reforma do terminal de passageiros do aeroporto de Confins custará aos cofres da Infraero R$ 17,8 milhões além do orçamento inicial, de R$ 223,9 milhões. Com isso, a estatal desembolsará R$ 241,7 milhões, alta de 7,94% em relação ao valor inicial.


Correio do Estado - MS

11 de Agosto de 2014 | 13h00

Programas de fidelidade são reformulados para elevar lucro das companhias aéreas

R7




Assoladas por baixos preços de passagens e uma concorrência acirrada, as companhias aéreas ao redor do mundo estão acordando para o valor de seus programas de fidelidade e se dando conta de que eles podem elevar os lucros e também o perfil da marca.


Diversas companhias aéreas globais - preservadas por complexas regras de propriedade transfronteiriça que limitam o fechamento de negócios — significa que simplesmente vender passagens não é mais lucrativo. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) prevê uma queda de 3,5% nos preços das passagens este ano, e que as margens de lucro líquido das companhias aéreas irão alcançar apenas 2,4%.


Conforme as companhias aéreas buscam novas maneiras de fazer dinheiro, muitas as estão encontrando bem enterradas em seus departamentos de marketing.


Datando do lançamento em 1981 do AAdvantage da American Airlines, os programas de fidelidade eram usados originalmente para encorajar um consumidor a gastar dinheiro apenas com uma companhia aérea através da oferta de voos gratuitos uma vez que milhas suficientes fossem acumuladas.


Hoje em dia, no entanto, os programas, com uma riqueza em dados de consumidores, se tornaram uma moeda em si à medida que as companhias aéreas se dão conta de seu valor para companhias como operadoras de cartão de crédito, companhias de aluguel de carros e hotéis. Por exemplo: a Delta obteve US$ 675 milhões da American Express por seu programa Skymiles entre 2011 e 2013, segundo a analista Nadejda Popova da Euromonitor.


Estes não são os únicos tipos de acordos aos quais as companhias aéreas se voltaram, cada vez mais criativas conforme os lucros despencam. Em 2013, a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da brasileira Smiles ajudou a Gol a reduzir a dívida líquida.


Agora, observadores do setor esperam mais acordos do tipo, cisões e listagens em mercados acionários à medida que as companhias aéreas tentam destravar mais valor destes negócios — e por sua vez gerar mais receita nova.


O Povo - CE

12/08/2014

Fortaleza é única em que TAP mantém fretados

Fortaleza é a última cidade brasileira em que a TAP voltará a operar com aeronaves próprias. Até o próximo dia 15, aviões da ucraniana Windrose é que fazem a rota entre Fortaleza e Lisboa

Janaína Marques

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DIVULGAÇÃO


A ucraniana Windrose Airlines está operando a rota Fortaleza-Lisboa com um Airbus 330-200


Fortaleza é a única cidade brasileira em que a TAP mantém operações com aviões fretados, da companhia aérea ucraniana Windrose Airlines. A empresa portuguesa afirma que voltará a operar com suas próprias aeronaves no próximo sábado. Explica, ainda, que o fretamento foi necessário pela demora na entrega de seis aviões que havia encomendado. A situação chegou a se repetir em outras capitais, mas Fortaleza é a última em que será resolvida.


Passageiros que já viajaram nos aviões fretados reclamam de estarem voando em aviões antigos e que não oferecem as mesmas condições de conforto e segurança da companhia portuguesa. É o caso do engenheiro civil, Jorge Valença, que viajou no dia 29 de julho para a Grécia, fazendo a rota Fortaleza-Lisboa-Londres-Atenas.


Ele relata que, além da preocupação de estar voando em uma aeronave de um País em conflitos, toda a tripulação do avião era ucraniana e apenas falavam inglês ou seu próprio idioma.


“O avião da Windrose, um A330-200 da Airbus, passava confiança, mas a gente temia pela manutenção. Era um avião muito antigo”, analisa. Segundo ele, também foi complicado voar por sete horas sem nenhum serviço de entretenimento, já que não haviam TVs.


A TAP, por meio de sua assessoria de imprensa, ressalta que os aviões ainda estão sendo fretados devido ao atraso do fabricante. A locação de unidades de outras companhias acontecerá até o dia 15. No dia 16, as operações serão com aviões próprios.


Nordeste


Segundo a TAP, a estrutura foi se normalizando em vários pontos do Brasil, onde a companhia opera e, por último, está Fortaleza. “Já usamos o esquema de fretamentos há um bom tempo. É feito um estudo da frota em cada estado, daí vamos tentando suprir essa alteração. Recife e Fortaleza foram as últimas duas cidades com esse problema. Agora, está apenas com Fortaleza, mas não existe nada de específico”, explica.


A TAP ressalta que a companhia opera em Fortaleza há mais de 18 anos e que nunca deixou de voar na capital cearense. Para a empresa, esta etapa reflete também um crescimento do empreendimento e da demanda.


“Damos a liberdade do passageiro, que puder viajar em outro dia, de trocar sua passagem sem nenhuma cobrança de taxas ou multa”, informa.


A TAP adverte ainda que, caso o passageiro opte viajar em outra aeronave, a empresa também realiza o reembolso do valor pago pelo cliente. “Os passageiros que estão na classe executiva também receberão reembolso referente a diferença de serviços ofertadas entre as duas companhias”, esclarece.


Segundo o presidente da TAP, Fernando Pinto, em um comunicado aos clientes, há uma maior incidência de atrasos e cancelamentos nos últimos tempos, mas nada se deve a um único fator. “Temos tido um crescimento acima do normal”, diz. Ontem o Aeroporto Pinto Martins não registrou nenhum atraso ou cancelamento nos voos internacionais.


Números


6 número de aviões encomendados pela TAP que tiveram entrega atrasada


O Popular - GO

12 de agosto de 2014 (terça-feira)

Plano inclui dez aeroportos goianos

Quatro deles já estão em fase de estudos. Total de investimentos será de R$ 392,3 milhões

Aviação Regional

Lúcia Monteiro


Goiás terá dez aeroportos de municípios do interior beneficiados pelo Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), anunciado recentemente pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). Ao todo, os aeroportos goianos devem receber R$ 392,3 milhões em investimentos, sendo que quatro deles (Caldas Novas, Catalão, Itumbiara e Porangatu) já estão em fase de estudos preliminares, que definem os aspectos gerais das obras e têm prazo de 60 dias para serem finalizados.


Após a conclusão do estudo preliminar, caso não haja impedimento específico, começa a fase de elaboração do anteprojeto para licitação. De acordo com a Secretaria de Aviação Civil, os demais aeroportos incluídos no programa são de Alto Paraíso de Goiás, Anápolis, Jataí, Minaçu, Pirenópolis e Rio Verde, que ainda estão na fase inicial de estudo de viabilidade técnica, que avalia questões ambientais e legais. Os municípios foram escolhidos pelo índice populacional, Produto Interno Bruto (PIB), localização geográfica e questões sócio-econômicas e turísticas da região.


INVESTIMENTOS

O programa prevê investimentos da ordem de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais no Pais. As regras passam a vigorar em janeiro de 2015 e também deverão atingir o montante de R$ 1 bilhão em subsídios ao longo do próximo ano. O dinheiro sairá do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), alimentado por repasses das concessões de aeroportos realizadas em 2012 e 2013.


Pelo plano, caberá ao governo comprar até 50% dos assentos de voos regionais, limitado a 60 lugares por trecho. Serão consideradas as aeronaves que pousem ou decolem em cidades do interior, em aeroportos com movimentação de até 800 mil passageiros por ano. A fórmula de cálculo do valor da passagem aérea regional passará ter como referência o preço de um bilhete de ônibus na mesma rota. O valor do subsídio será revisado anualmente, ou a cada dois anos. O plano também dará isenção de tarifas aeroportuárias a passageiros e companhias aéreas, como taxas de embarque.


Na prática, a inclusão das rotas regionais em operação no novo programa pode melhorar as margens de lucro das companhias, mas o governo espera que esses benefícios sejam repassados ao consumidor na forma de redução das tarifas. A meta é atender 96% da população brasileira com aeroportos a uma distância média de 100 quilômetros de cada cidade do País, o que enquadra 79% da população.


O programa determina que cidades com PIB acima de R$ 1 bilhão poderão pleitear a outorga de seu aeroporto, assumindo a responsabilidade de gestão. A Infraero ficará responsável por auxiliar esses municípios a administrar seu terminais.


O Popular - GO

12 de agosto de 2014 (terça-feira)

Goiânia passa a ter voos da Avianca

(LM)


Cristiano Borges


Tarcísio Gargioni durante voo inaugural da Avianca para Goiânia:

“Temos interesse em ampliar nossa operação regional”


Mais uma companhia aérea passa a operar em Goiânia. A Avianca já está oferecendo voos diários e diretos de Goiânia para São Paulo (Guarulhos) e Brasília. A empresa começa a operar com a expectativa de uma ocupação superior a 80%, graças a diferenciais como tarifas promocionais e mais itens de conforto nas aeronaves, como TV individual, mais espaço entre as poltronas e lanche gratuito no serviço de bordo, que já não é mais encontrado em todas as companhias.


O lançamento dos voos tem tarifas promocionais e temporárias a partir de R$ 99 no trecho Goiânia-Brasília. Já nos voos de São Paulo, a tarifa inicial está em R$ 145. O vice-presidente comercial e de marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni, lembra que, com a inclusão de Goiânia, a empresa chega a todo Centro-Oeste e atinge a marca de 23 destinos. Segundo ele, a nova base coincide com um importante momento de expansão da companhia.

Nos últimos quatro anos, a Avianca conseguiu elevar de 2,9% para 9% sua participação de mercado. Só no ano passado, cresceu 40% sem inaugurar nenhuma nova base e, para este ano, prevê um crescimento de 35%, com a inclusão de Goiânia. O número de passageiros anuais, que era de 2,5 milhões em 2010, deve fechar com 7,4 milhões em 2014. A média de ocupação está em 84% este ano.


Gargioni informa que a companhia está num acelerado processo de renovação de sua frota. Em Goiânia, a Avianca utilizará aeronaves A318, que tem capacidade para 120 passageiros. “Temos duas fileiras a menos de poltronas, o que garante mais conforto aos passageiros”. O voo inaugural chegou de São Paulo na manhã de ontem com 115 passageiros. “Conquistamos o prêmio de melhor atendimento ao cliente, do Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento em 4 dos últimos 5 anos.”


CONEXÃO

O vice-presidente da companhia ressaltou que, agora, passageiros de Goiânia poderão acessar diversas conexões para cidades do Nordeste por Brasília. Segundo ele, a capital pode ganhar novos voos da Avianca nos próximos anos, dependendo da resposta do mercado, já que o foco da empresa é sempre crescer nas bases onde já atua. “Começamos com um voo e, hoje, temos seis voos diários diretos entre São Paulo e Salvador”, ressalta.


Inicialmente, Goiânia deve representar uma movimentação de 20 mil passageiros por mês, o equivalente a uma participação de 3% no market share da empresa. Para Gargioni, a companhia chega à capital no momento certo, com o número necessário de voos para fazer uma boa operação e horários conciliados. Ele lembrou que a empresa está concluindo seu processo de entrada na rede mundial de companhias Star Alliance e também já tem planos de voar para a Região Norte.


O executivo da Avianca também elogiou o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional do governo federal. “O Brasil precisa muito desenvolver sua aviação regional, pois o interior tem mais deficiências de infraestrutura que as grandes capitais. Temos interesse em ampliar nossa operação regional”, afirmou. A empresa também conta com aviões mais flexíveis, que podem operar em pistas mais curtas de destinos regionais.


Jornal do Dia - AP

12 Agosto 2014

Amapaense encontra dificuldades para sair ou voltar para Macapá de avião

Por: Fábio Gomes

Da reportagem




O amapaense que precisa viajar para locais distantes utilizando o transporte aéreo tem encontrado dificuldades por conta de uma série de fatores, entre eles, o preço tem sido um verdadeiro incômodo tanto para quem vai a negócio ou a passeio. O problema já vem ocorrendo há tempos, mas só veio ganhar destaque neste último sábado (9). Uma passagem de Macapá/Belém beira R$ 1,1 mil.


Outro problema que tem deixado os usuários preocupados é o fato de chegar ao aeroporto e não encontrar voos disponíveis. Entre as justificativas dadas pelas empresas de transportes aéreas está o período de férias, que sempre gera um grande número de procuras por passagens, porém, o que não foi explicado é o porquê da não diminuição do preço das passagens.


As companhias também optaram por não responder por que não há aviões suprindo as necessidades da demanda, e por que diversas pessoas não foram atendidas quando procuraram as empresas, gerando enormes filas e tumulto no Aeroporto Internacional de Macapá.


Segundo informações de consumidores que entraram em contato com a redação do Jornal do Dia, não há como sair de Macapá por meio aéreo, sem desembolsar em uma viagem para Belém, por exemplo, o valor mínimo de R$ 1093,95 na empresa TAM. O mesmo problema foi enfrentado por um empresário que teve que desembolsar em uma viagem no sentido Brasília/Macapá R$ 3.020,00. Esse valor extrapola o de uma viagem internacional, como Brasília/Portugal que foi ofertada no mesmo dia por R$ 2.456,00. “É um absurdo, um abuso sem precedentes, é mais barato ir para Portugal do que para o Amapá”, declarou o empresário que já estava há várias horas no local esperando uma vaga para viajar para o Amapá.


A empresa Azul viagens sequer disponibilizava viagem para Brasília. Já a Gol disponibilizou viagens mais em conta, R$ 1.002,44, somente para o sábado (16).


Apesar de o número de pessoas aumentarem e os voos estarem completamente lotados disponibilizando vagas somente para o dia 16, as empresas reduziram o número de viagens disponíveis para o estado e alguns voos tiveram trocas de horário.


Jornal de Turismo

Terça, 12 Agosto 2014 09:38

Brasileiros querem viajar de avião pelo país




De acordo com estudo do Ministério do Turismo, a maioria dos viajantes vão se deslocar de avião (63,2%) por destinos brasileiros


O avião continua sendo o principal meio de transporte dos turistas brasileiros. Pesquisa do Ministério do Turismo revela que entre os que manifestaram o desejo de viajar, 63,2% pretendem fazê-lo por meio aéreo - um aumento de 3,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, sete a cada dez viajantes optaram por destinos turísticos nacionais (70,3%), principalmente da Região Nordeste (52,1%).


São Paulo é a capital com o maior percentual de moradores (91,5%) que manifestaram a intenção de viajar acompanhado, de sete capitais pesquisadas. No geral, mais da metade dos viajantes (54,1%) optaram por ter os cônjuges como companhia.


O levantamento é realizado mensalmente pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, com dois mil moradores nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, que representam 70% do fluxo de turistas do país.


Panrotas

11/8/2014 17:13:00

Gol reduz emissão de 12 toneladas de CO²


A Gol foi a primeira companhia brasileira a integrar o GHG Protocol, programa que estimula empresas a elaborarem e publicarem inventários de emissões de gases do efeito estufa (GEE). Com o objetivo de tornar o negócio mais sustentável e menos impactante para o meio ambiente, as ações implantadas pela companhia no ano passado evitaram a emissão de cerca de 12.276 toneladas de CO².


Neste ano, o relatório publicado pela Gol, referente ao ano base de 2013, recebeu selo ouro. É o terceiro ano consecutivo que a aérea conquista tal título. Ela cumpriu com todos os requisitos dos escopos que o compõe e também passou por uma auditoria externa. A classificação do GHG Protocol corresponde ao número de indicadores que a empresa entrega e a profundidade do inventário.


“O GHG é essencial para que nossa companhia identifique oportunidades efetivas para a redução e gestão de nossas emissões, além de deixar registrado nosso desenvolvimento e avanços ao longo dos anos. Este relatório é somente uma das iniciativas para tornar nossa aviação cada vez mais consciente e sustentável”, afirma o diretor de Operações da Gol, Pedro Scorza.


O inventário da companhia contabilizou informações de todas as bases, unidades administrativas e da sede Congonhas, em São Paulo. Os dados consideram desde os gases emitidos nas operações da Gol – 98% gerados pelo combustível – até o que cada colaborador emite com o meio de transporte no trajeto casa-trabalho-casa.


Danilo Teixeira Alves


Panrotas

11/8/2014 15:17:00

Tam usará Boeing 767 nos voos entre GRU e Orlando



B767 será voará para Orlando a partir de 20 de setembro (foto: divulgação)


A Tam utilizará aeronaves Boeing 767, com nova configuração de classes, nos voos entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e Orlando, nos Estados Unidos. O avião, já utilizado no trecho diário entre a capital paulista e Nova York (JFK) desde o início do mês, passará a voar para a Flórida a partir de 20 de setembro.


Atualmente, a frota da Tam conta com nove aeronaves B767, que também são utilizadas nos voos que partem de Belo Horizonte (Cofins), Brasília, Fortaleza e Manaus com destino a Miami, também nos Estados Unidos. A nova configuração disponibiliza 221 assentos, sendo 30 lugares na classe executiva e 191 na econômica.


Rafael Carreira


Portal Terra

11 de agosto de 2014 • 16h31

Airbus corta pela metade preço do maior jato do mundo

Empresa gastou aproximadamente US$ 25 bilhões para desenvolver a aeronave e tem a expectativa de cobrir pelo menos os custos operacionais

Terra



A380 é o maior avião de passageiros do mundo


A Airbus tem enfrentado dificuldades para vender aviões e teve de cortar pela metade o preço do A380, o maior avião do mundo, segundo informações publicadas pelo jornal The New York Times. A aeronave tem preço-base de US$ 400 milhões (cerca de R$ 916 milhões). De acordo com a publicação, a pequena procura pelo avião obrigou a empresa a baixar o preço. A Airbus recebeu 318 pedidos e entregou 138 aviões para apenas 11 companhias, um resultado considerado desapontador.


Segundo a publicação, a previsão da Airbus que o A380 se tornaria o carro-chefe entre as empresas aéreas está longe de se tornar realidade. Os pedidos têm ocorrido de forma lenta, e nenhum comprador foi encontrado nos Estados Unidos, na América do Sul ou na Índia. A aeronave enfrenta dificuldades de venda porque foi apresentada em meio a uma grande retração do setor aéreo, afirma o jornal. A Airbus gastou aproximadamente US$ 25 bilhões para desenvolver a aeronave e a expectativa é de conseguir pelo menos cobrir os custos operacionais.


O Airbus A380 é capaz de transportar de 555 a 845 passageiros e não tem autorização para pousar no Brasil. A Lufthansa esperava iniciar a operação da aeronave no País em março deste ano, visando os voos da Copa do Mundo, mas o Aeroporto de Guarulhos não recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).