AeroClippi?ng, quarta-fei?ra, 25/06/14 - ano XII - nº 117

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O Estado de S.Paulo

Anac pode liberar mais voos até o fim da Copa

Gol: nº de passageiros na Copa é inferior ao fim de ano

Concessionário de aeroporto Galeão quer passar Guarulhos em número de passageiros

Avião da Espanha é atingido por raio ao aproximar-se de Madri

Boeing: sistema tributário brasileiro é desafio

Folha de São Paulo

Anac pode mudar malha aérea para sedes da segunda fase da Copa

Total de passageiros de avião no Brasil deve cair até 15% na Copa, diz Abear

Empresas criam apps que evitam perda de bagagem

O Globo

Copa reduz ritmo de crescimento do setor aéreo nacional, diz Abear

EUA não podem proibir suspeito de terrorismo de embarcar, diz justiça

G1

Atraso em voo de João Pessoa para Campinas prejudica 128 passageiros

Valor Econômico

Helicóptero da Helibras recebe tecnologia nacional

Tribuna do Norte - RN

Anac tenta conter alta de preços

Gazeta do Povo - PR

Reclamações à Anac caem 68% desde 2010

Paraná-online

Galeão projeta ter 22 mi de passageiros por ano até 2016

Extra de Alagoas

Piloto do voo MH370 planejou rota para ilha em simulador

Panrotas

Swiss transporta 0,3% menos passageiros em maio

POA espera 20 voos fretados da Argentina até amanhã

Qatar Airways comemora 4 anos na América do Sul

Portal UOL

Site lista as melhores empresas para voar na classe econômica

Portal Terra

Embraer completa revisão preliminar da 2ª geração do E190


O Estado de S.Paulo

QUARTA-FEIRA, 25 DE JUNHO DE 2014

Anac pode liberar mais voos até o fim da Copa

Segundo agência, medida poderá ser adotada para atender à alta da demanda e conter os preços de passagens

Antonio Pita / RIO

Luciana Collet / SÃO PAULO

WILTON JUNIOR/ESTADÃO-18/6/2014

Aeroporto. Para associação das aéreas, principal adversário na Copa tem sido o clima

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) poderá liberar mais voos para atender à alta na demanda de deslocamentos para as cidades-sede das próximas partidas da Copa do Mundo. De acordo com o diretor presidente da agência, Marcelo Guaranys, a medida será adotada caso as empresas aéreas identifiquem a demanda para os destinos onde acontecem os últimos jogos do torneio.

Segundo o diretor, os aeroportos operam com uma margem de ociosidade entre 10% e 20% de sua capacidade para atender a eventuais atrasos e deslocamentos de voos. Essa margem poderá ser utilizada para abrir novos voos em caso de maior demanda.

“Tem voo para todo mundo, sempre dentro da capacidade dos aeroportos. É possível permitir novos voos entre as cidades que não tinham tanta demanda. Qualquer empresa que perceber que tem espaço pode pedir novos voos que vai ser atendida”, afirmou Guaranys.

O executivo disse ainda que a medida também poderá ser adotada para evitar que as companhias aéreas cobrem preços abusivos pelas passagens. Ele citou como exemplos o período entre 11e13dejulho, quando acontece a partida final da Copa, no Rio de Janeiro.

“É livre a entrada de empresas aéreas e a definição de preços. Se você tem muitos turistas em direção a uma cidade, pode haver uma alta (de preços). Nesse caso, podemos abrir novos voos para outras companhias.”

Na avaliação de Guaranys, a operação dos aeroportos funcionou dentro do planejado pela Agência, com poucos problemas identificados em Fortaleza. Em Guarulhos, uma aeronave particular ficou parada no terminal além do prazo permitido e teve suspensa a autorização para novos voos no País.

“Tudo funcionou dentro do planejado. Tivemos a preocupação com o cumprimento dos slots para que as aeronaves não ficassem paradas além do permitido nos aeroportos. Agora, a operação é a mesma, mas com um número menor de aeroportos para monitorar”, afirmou Guaranys.

São Pedro. Em conversa com jornalistas em São Paulo, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear),EduardoSanovicz,afirmou que o principal problema enfrentado no setor aéreo durante a Copa até agora tem sido o clima. “Nosso principal adversário tem sido São Pedro.”

Ainda assim, o executivo afirmou que os impactos dos eventos adversos de clima foram pequenos, afetando principalmente os aeroportos de Santos Dumont, no Rio, e de Curitiba e Porto Alegre, que ficaram fechados por algumas horas. “Mas não houve muito impacto aos passageiros porque não tinha jogos nas cidades.”

A entidade comentou que, até agora, a média de passageiros transportados para as cidades- sede da Copa é de 470 mil por dia, conforme dados da Infraero. O pico foi registrado no dia 16 de junho, quando foram transportados501milpassageiros nesses aeroportos.

A taxa de ocupação média nos voos da Copa é de 80%, em linha com os indicadores verificados recentemente no mercado doméstico.

O executivo da Abear disse que a entidade apenas fará uma avaliação mais aprofundada sobre o impacto da Copa na aviação civil brasileira após o encerramento da competição. Ele reiterou, no entanto, que a expectativa é que o setor registre queda entre 11% e 15% na demanda por voos durante o evento, em relação ao mesmo período do ano passado.

A projeção é baseada no histórico do setor aéreo em outros países que sediaram a Copa do Mundo nas últimas duas edições e na Olimpíada de 2012.

? Fluxo

470 mil é a média de passageiros transportados por dia para as cidades-sede

501 mil foram transportados no dia 16 de junho, o pico registrado


O Estado de S.Paulo

24 Junho 2014 | 16h 33

Gol: nº de passageiros na Copa é inferior ao fim de ano

LUCIANA COLLET - Agência Estado

O volume de passageiros da Gol no período da Copa é cerca de 10% inferior ao volume verificado nas festas de fim de ano. A informação foi fornecida pelo diretor de aeroportos da Gol, André Lima, em entrevista para a agência de noticias da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que congrega as empresas do setor.

Na entrevista, ele destaca que a companhia solicitou 953 voos à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre voos extras e com ajustes nos horários, e também reforçou seu contingente de funcionários nos aeroportos para atender ao crescimento da demanda pontual, nas vésperas e após os jogos.

"De um total de 4,8 mil profissionais de aeroportos, 3 mil estão concentrados nos 15 aeroportos que atendem às cidades-sede", disse, salientando que foram deslocados funcionários de bases menores e também foram contratados 300, além de alguns temporários, totalizando um acréscimo de aproximadamente 1 mil profissionais.

O executivo também salientou a utilização de canais de autoatendimento pelos clientes, tornando a operação mais ágil. Cerca de 60% dos clientes da companhia utilizam internet, smartphone ou os totens para realizar o check-in. "(O porcentual) reflete a ampla aceitação deste tipo de serviço de maneira espontânea", afirmou.


O Estado de S.Paulo

24 Junho 2014 | 15h 09

Concessionário de aeroporto Galeão quer passar Guarulhos em número de passageiros

REUTERS

O Galeão (RJ) quer superar o aeroporto de Guarulhos (SP) em volume de passageiros em 25 anos, e voltar a ser a principal porta de entrada do país, disse o presidente do consórcio que administra o terminal internacional do Rio de Janeiro, Luiz Rocha.

O aeroporto foi concedido à iniciativa privada após leilão em novembro do ano passado. A administração do terminal passa agora por um período de transição entre a Infraero e a concessionária vencedora, que tem entre os sócios a Odebrecht Transport e a Changi, empresa de Cingapura.

Segundo o executivo, melhorias estão sendo feitas no aeroporto para ampliar e otimizar o terminal. Até abril de 2016, por conta dos Jogos Olímpicos, estão previstos investimentos em 2 bilhões de reais no Galeão. Após a competição, serão mais 3 bilhões de reais em investimentos, de acordo com Rocha em evento no Rio de Janeiro.

O terminal movimenta anualmente cerca de 17,3 milhões de passageiros e até 2016 esse volume deve aumentar para 23 milhões.

O executivo atesta ainda que o limite de capacidade de Guarulhos, de cerca de 60 milhões de pessoas por ano, também favorece a expansão da demanda no Galeão. "Eles vão ficar com mais passageiros por algum tempo, acho que eles tem uns 40 milhões por ano, mas em 25 acho que seremos a principal porta de entrada do Brasil", destacou.

Rocha lembrou que o Galeão tem também uma área disponível de 400 mil metros quadrados e possibilidade da construção no futuro de uma terceira pista para manobras de pouso de decolagem.

Até 2016, estão previstas 26 novas posições de embarque (portões de embarque nacional e estrangeiro), ampliação do pátio para os aviões (de 56 para 97) e 40 mil metros quadrados de áreas comerciais para lojas, bares e restaurantes.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


O Estado de S.Paulo

24 Junho 2014 | 13h 18

Avião da Espanha é atingido por raio ao aproximar-se de Madri

REUTERS

A seleção da Espanha, que voltou para casa após uma infeliz eliminação na primeira fase da Copa do Mundo no Brasil, teve outro choque nesta terça-feira, quando o avião da delegação foi atingido por um raio ao fazer a aproximação para pousar em Madri.

O voo da Ibéria, que pousou na capital espanhola em torno das 12h no horário local (7h, no horário de Brasília), foi atingido por um raio, mas sem consequências para o avião ou os passageiros, disse uma porta-voz da companhia aérea.

Embora tais incidentes sejam relativamente comuns e raramente causem algum perigo, talvez tenha sido um epílogo perfeito para a desastrosa campanha no Brasil, onde os espanhóis foram derrotados pela Holanda e Chile, antes de garantir a vitória em 3 x 0 sobre uma Austrália também eliminada, na segunda.


O Estado de S.Paulo

24 Junho 2014 | 12h 01

Boeing: sistema tributário brasileiro é desafio

SUZANA INHESTA, CORRESPONDENTE - AGÊNCIA ESTADO

A complexidade do sistema tributário brasileiro é um desafio para as empresas estrangeiras expandirem ou instalarem seus negócios no Brasil, afirmou o presidente da Boeing UK Ltd e ex-Embaixador do Reino Unido no Brasil (1999-2004), sir Roger Bone. "As empresas que chegam no Brasil precisam entender o sistema tributário brasileiro e isso não é fácil. Há sempre uma necessidade de ter uma consultoria para entender o sistema complexo", disse o executivo, no evento "Global Players Talk Show", promovido pelo governo britânico. A cultura e a língua também foram citados como desafios às companhias estrangeiras.

Entretanto, Bone elogiou a economia brasileira. Para ele, nos últimos 10 anos o Brasil tem se mostrado ser um relevante poder econômico. "O progresso da economia no Brasil é extraordinário e o que ouço do Brasil lá fora é que o País tem grande potencial de crescimento e é uma região muito atrativa de investimentos", ressaltou.


Folha de São Paulo

24/06/2014 14h02 - Atualizado às 15h10

Anac pode mudar malha aérea para sedes da segunda fase da Copa

PEDRO SOARES

DO RIO

O presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Marcelo Guaranys, afirmou que novos voos podem ser autorizados para as cidades que receberão jogos da segunda fase da Copa.

De acordo com a demanda, diz, a agência poderá mudar a novamente malha aérea –que já tinha sido redesenhada para a Copa, ampliando a oferta em algumas cidades-sede.

Se for necessário, as empresas terão novas autorizações de pousos de decolagens para cidades como, por exemplo, Belo Horizonte, onde o Brasil jogará as oitavas de final contra o Chile no próximo sábado (28). "Agora, muita gente deve estar procurando passagens para lá", disse Guaranys.

O executivo afirmou ainda que o aumento da oferta de voos pode ser um instrumento para combater preços abusivos –prática que não foi ainda constatada pela agência. O custo médio das passagens estava em torno de R$ 350 na semana passada, segundo ele.

Guaranys afirmou ainda que a infraestrutura dos aeroportos deu conta até agora de suprir a maior demanda de passageiros na primeira fase da Copa.

O executivo participa nesta terça-feira (24) de seminário da Rio Negócios, agência de fomento da capital fluminense.

GALEÃO

O presidente do consórcio Aeroporto do Rio –que opera o Galeão–, Luiz Rocha, disse que até 2016 serão construídos 26 novos "piers" para embarque de passageiros. Ele estima que o número de viajantes passe dos atuais 17 milhões ao ano para 23 milhões ao ano até 2016, quando serão investidos R$ 2 bilhões no aeroporto.


Folha de São Paulo

24/06/2014 13h07

Total de passageiros de avião no Brasil deve cair até 15% na Copa, diz Abear

DA REUTERS

O número de passageiros transportados pela aviação brasileira deve recuar de 11% a 15% durante a Copa do Mundo, ante igual período do ano passado, afirmou o presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Eduardo Sanovicz.

Segundo o executivo, as empresas aéreas do país transportaram em média 470 mil passageiros por dia na primeira semana do torneio.

O setor espera queda devido à redução de passageiros viajando a negócios durante a realização da Copa do Mundo.

Ainda assim, Sanovicz ressaltou que as operações do setor acontecem de forma positiva, e mesmo o fechamento temporário de três aeroportos por condições climáticas (Curitiba, Rio de Janeiro e Porto Alegre) não causou impactos significativos.


Folha de São Paulo

24/06/2014 02h00

Empresas criam apps que evitam perda de bagagem

MARTHA C. WHITE

DO "NEW YORK TIMES"

David Deeble abriu sua mala e percebeu que seu facão não estava ali. Também estavam faltando suas roupas e seu coelho empalhado. Malabarista cômico que trabalha para uma empresa de navios de cruzeiro, Deeble descobriu seis horas antes de o navio zarpar de Cingapura que tinha pego a mala preta errada ao sair do aeroporto.

À medida que as malas se tornam mais e mais difíceis de diferenciar, os viajantes recorrem a mais e mais maneiras de distingui-las, por exemplo, amarrando fitas coloridas nas alças. Agora algumas empresas e companhias aéreas estão desenvolvendo uma alternativa digital à etiqueta de papel, não apenas para localizar malas perdidas, mas também para agilizar o check-in.

A British Airways disse que espera ter uma etiqueta digital à disposição dos passageiros até o final deste ano. "Ela vai poupar tempo às pessoas no aeroporto. Com um gesto do smartphone, o passageiro adiciona seu próximo destino na etiqueta digital de sua mala", diz a empresa.

A Air France-KLM está trabalhando com a empresa FastTrack Company, de Londres e Amsterdã, para desenvolver um sistema de rastreamento que funciona com um aplicativo de smartphone. "Nosso objetivo é eliminar o estresse das viagens e colocar você no controle de suas malas", disse David van Hoytema, da FastTrack.

O sistema consiste em dois dispositivos: uma etiqueta digital de malas e um dispositivo de rastreamento dentro da mala, que informa sua localização ao dono, por meio de um app.

A Airbus está trabalhando em uma mala com uma etiqueta digital embutida que usa uma conexão de celular com GPS para rastrear a bagagem.

Danilo Verpa-20.jul.11/Folhapress

Passageiros aguardam bagagem no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo

O setor aéreo espera que tudo isso possa aliviar uma das maiores dores de cabeça das viagens aéreas: a perda de bagagens. A Airbus estima que 26 milhões de malas são perdidas todos os anos. A maioria delas é encaminhada ao destino errado, mas uma parte é levada por engano.

A mala do empresário Ric Fleisher já foi levada por outro passageiro apesar de estar identificada por uma etiqueta.

Hoje Fleisher não se arrisca mais. Quando foi comprar uma mala nova, escolheu uma de cor azul forte, que chama a atenção. "Se eu vejo minha mala assim que surge na esteira, posso pegá-la rapidamente. Não quero que outro passageiro a pegue, pensando que é dele", comentou.

Às vezes até uma mala diferenciada pode ser vítima de troca. O executivo Steve Ward, que viaja de avião com frequência, contou que uma vez trocou malas com outro passageiro, sem querer, numa viagem para esquiar, apesar de a mala em questão ter formato incomum, sendo usada para carregar equipamentos de snowboard. "Foi incrível: outra pessoa tinha uma mala idêntica", comentou.


O Globo

24/06/2014 16:56 / ATUALIZADO 24/06/2014 17:42

Copa reduz ritmo de crescimento do setor aéreo nacional, diz Abear

Passageiro de negócios foi substituído por torcedor. Oferta de assentos caiu, mas demanda de viajantes subiu, mantendo ocupação dos aviões em 80%

POR O GLOBO

Pista do aeroporto Aluízio Alves: terminal ainda não possui caixa eletrônico

Foto: Tribuna do Norte / Júnior Santos

SÃO PAULO - A Copa do Mundo fez reduzir o ritmo de crescimento do setor aéreo nacional, segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). Segundo a Abear, o crescimento da demanda por viagens aéreas caiu para um ritmo de 6,5% atualmente, frente à alta de 8% verificada nos quatro primeiros meses do ano. A Abear fez a estimativa com base nas primeiras semanas de Copa do Mundo.

Segundo o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, o perfil dos viajantes mudou totalmente desde o início de junho. Os passageiros corporativos foram substituídos pelos torcedores e as viagens ficaram concentradas entre as 12 cidades-sede do campeonato.

— Esse comportamento da demanda era esperado para este ano atípico. Identificamos o adiantamento de muitos compromissos e viagens do público corporativo, que é a maioria, o que reforçou o crescimento do setor no início de 2014. Mas a partir de maio, com a desaceleração das viagens de negócio, houve também a desaceleração do crescimento do setor — diz Sanovicz.

De acordo com a Abear, a oferta de assentos por quilômetro (ASKs) deve ter uma retração de 1,3% no período dos jogos. Em maio, a oferta já recuou 1,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, com as empresas oferecendo 9,2 milhões de assentos por quilômetro.

Já a procura por voos na aviação doméstica subiu 4,3% avançando de 6.9 bilhões para 7,2 bilhões de passageiros-quilômetros transportados (RPKs) em relação ao mesmo período do ano passado. Isso manteve a taxa de ocupação do aviões num nível elevado em maio: 80%.

— As empresas estão praticando um controle, o que resulta nas boas taxas de ocupação dos voos — diz o presidente da Abear.

Nos primeiros meses do ano, a taxa média de ocupação das aeronaves da quatro companhias filiadas a Abear (TAM, Gol, Avianca e Azul) ficou em 79,4%.

Os passageiros embarcados em maio somaram 6,5 milhões, crescimento de 2% em relação a abril. No ano, já foram embarcados 35 milhões de pessoas em voos nacionais.

A TAM teve 38,4% de participação do mercado, seguida pela Gol, com 35,7%, Azul com com 17,3% e Avianca com 8,6%.


O Globo

24/06/2014 21:47 / ATUALIZADO 24/06/2014 22:22

EUA não podem proibir suspeito de terrorismo de embarcar, diz justiça

Juíza determinou ao governo americano que informe os suspeitos sobre sua presença nessa lista e lhes explique as razões para estarem nela

POR O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Aviões da American Airlines no aeroporto internacional de O'Hare, em Chicago

Foto: AFP-17-4-2014

WASHINGTON — Uma juíza federal americana declarou inconstitucional a lista de suspeitos de terrorismo que estariam proibidos de embarcar em qualquer voo comercial que cruze o espaço aéreo dos Estados Unidos.

Em uma sentença de 65 páginas publicada na página on-line dos tribunais federais, a juíza Anna Brown concedeu uma grande vitória aos 13 demandantes e à American Civil Liberties Union (ACLU, União Americana pelas Liberdades Civis), que representava o grupo.Os demandantes são de nacionalidade americana, ou estão em situação irregular. Entre eles, aparece o imã de uma mesquita de Portland, no estado de Oregon. "A 'No fly list' (a lista de proibição de embarque em voos) constitui uma privação significativa da liberdade (dos demandantes) de viajar para o exterior", alega a sentença.

“O direito de viajar faz parte das liberdades, das quais um cidadão não pode se ver privado sem um procedimento judicial na devida forma, em função da Quinta Emenda” da Constituição —completa o texto.

A juíza acrescentou que os 13 demandantes, de confissão muçulmana, sofreram longas separações de seus filhos e de suas mulheres e não puderam ter acesso à assistência médica e a eventuais empregos.

“A viagem para o exterior não é, no mundo moderno, uma simples conveniência pessoal, ou um luxo", mas que, "para muitos, é uma parte necessária de suas liberdades", considerou.

Brown também determinou ao governo americano que informe os suspeitos sobre sua presença nessa lista e lhes explique as razões para estarem nela. Com isso, poderão se defender das suspeitas de terrorismo. Criada pelo FBI, a lista teria, segundo a imprensa, cerca de 20 mil nomes.


G1

24/06/2014 11h54

Atraso em voo de João Pessoa para Campinas prejudica 128 passageiros

Voo deveria ter saído à 1h48 da madrugada desta terça-feira (24).

Segundo a Azul, mau tempo em Campinas causou cancelamento do voo.

Do G1 PB, com TV Cabo Branco

Um voo da empresa aérea Azul Linhas Aéreas está atrasado desde a 1h48 da madrugada desta terça-feira (24). O avião ia sair de João Pessoa com destino a Campinas, em São Paulo, onde muitos passageiros iam fazer conexões para outras cidades brasileiras, mas a decolagem foi adiada várias vezes, segundo os próprios clientes.

Em nota à imprensa, a Azul Linhas Aéreas informou que o voo 4245 foi cancelado devido ao fechamento do aeroporto de Campinas por questões meteorológicas. A empresa aérea ainda garantiu que os clientes estão recebendo toda a assistência necessária, de acordo com recomendações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e sendo reacomodados em outros voos.

Às 7h, os 128 passageiros que iam embarcar no voo, alguns idosos e crianças, ainda estavam no Aeroporto Internacional Castro Pinto sem previsão de saída. De acordo com os passageiros, a empresa informou que o mau tempo teria impedido a aterrissagem do avião.

Por volta das 7h30, alguns passageiros decidiram remarcar a viagem para a quinta-feira (26) e foram para um hotel de João Pessoa. Quando a equipe de reportagem saiu do aeroporto, alguns passageiros embarcaram em voos de outras empresas. Outros preferiram esperar um voo da própria Azul, previsto para a tarde desta terça-feira.

A nota à imprensa da empresa aérea termina dizendo que “a Azul lamenta eventuais transtornos ocorridos aos seus Clientes e ressalta que ações como essa são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.


Valor Econômico

25/06/2014 às 05h00

Helicóptero da Helibras recebe tecnologia nacional

Por Virgínia Silveira | Para o Valor, de Itajubá (MG)

Eduardo Marson, presidente da Helibras, pondera que,

apesar dos avanços da indústria nacional em termos de

tecnologia, "ficou muito caro produzir no Brasil"

O primeiro dos 50 helicópteros EC725 adquiridos pelas Forças Armadas brasileiras da Helibras acaba de ser entregue, montado e testado no país com participação da indústria local. Para o setor aeroespacial, a aeronave pronta, uma versão naval destinada à Marinha, mostra o sucesso do programa de nacionalização. A aeronave é equipada, por exemplo, com sistema de missão 100% nacional, que inclui a integração de sensores de guerra eletrônica, armamento e radar marítimo.

Segundo o presidente da Helibras, Eduardo Marson, o sistema foi desenvolvido pela companhia e as empresas brasileiras parceiras do programa. O software e a integração do console tático foi feito pela Atech, controlada pela Embraer Defesa e Segurança, e a motorização do míssil, pela Avibras.

Com esta configuração única no mundo, a versão naval possui equipamentos para atividades de esclarecimento e ataque para várias missões. "A Helibras está pronta para atender a qualquer país no mundo que necessite de um helicóptero com estas características, tornando a nossa cadeia de fornecedores locais apta também a esse crescimento", diz Marson.

Pelos cálculos da Helibras, já foram implementados € 535 milhões em obrigações de cooperação industrial e outros € 190 milhões em offset (transferência de tecnologia) para o Brasil. O programa de produção dos helicópteros no país envolve a participação de 37 empresas, sendo que treze delas são beneficiárias de acordos de transferência de tecnologia.

Marson cita o exemplo da Inbra Aerospace, que utilizou material composto na fabricação do conjunto estrutural que une a cabine ao cone de cauda do helicóptero. Um processo inédito foi a colagem a quente desse tipo de material (estruturas do tipo sanduíche, compostas de fibra de vidro, carbono e colméia de aramida), que dispensa o uso de rebites estruturais.

O cone de cauda, um dos conjuntos estruturais mais importantes do helicóptero, foi fabricado pela primeira vez no Brasil pela Aernnova. Segundo a Helibras, o projeto de produção da estrutura do cone de cauda compreende a manufatura de peças aeronáuticas primárias, assim como a montagem de subconjuntos e a junção do cone com o pilone (estrutura que sustenta o motor).

De acordo com Marson, a Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate (Copac), responsável pela aquisição e modernização de aeronaves na Força Aérea Brasileira (FAB), já reconheceu € 285 milhões em transferência de tecnologia e investimentos na indústria nacional. Desde o início do projeto a Helibras contratou mais de 600 funcionários para a unidade de Itajubá.

O presidente da Helibras disse que ainda tem € 10 milhões em offset indireto (não relacionado diretamente com a compra dos helicópteros) em fase de reconhecimento. "Neste conjunto estão incluídas a modernização do pacote de dados do helicóptero Pantera e o suporte técnico para a qualificação do simulador do helicóptero Esquilo do Exército, ambos desenvolvidos pelo Centro de Tecnologia do Exército (Cetex)."

Pelo acordo feito com o Ministério da Defesa, no âmbito do contrato firmado em 2008, a Helibras tem de implementar um total de € 1,7 bilhão em cooperação industrial e transferência de tecnologia com empresas brasileiras. O valor do contrato envolvendo a compra de 50 helicópteros gira em torno de € 1,9 bilhão.

O presidente da Helibras diz que a empresa cumprirá o objetivo de atingir um valor agregado de conteúdo nacional de 50% nos helicópteros EC725, mas lembra que precisará resolver alguns problemas de competitividade que o Brasil apresenta em relação a custos.

"A indústria aeroespacial é muito globalizada e busca a competitividade para reduzir seus custos. Ao longo do tempo teremos de atacar a questão do custo, pois ficou caro produzir no Brasil", afirmou. Até 2020, segundo Marson, a Helibras pretende colocar em prática o projeto do "helicóptero brasileiro", que será concebido, desenvolvido e produzido no Brasil.


Tribuna do Norte - RN

25 de Junho de 2014 às 00:00

Anac tenta conter alta de preços

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode autorizar novos voos para conter eventual alta de preços de passagens aéreas durante a Copa do Mundo, de acordo com o diretor-presidente da agência, Marcelo Guaranys. Ele recomendou que torcedores se antecipem para garantir passagens áreas mais baratas para as partidas finais do Mundial.

Alex Régis

Concentração de jogos das fases finais da Copa no Brasil podem provocar

aumento no valor das passagens aéreas

Segundo Guaranys, a autorização de voos é o mecanismo de que a Anac dispõe para evitar a disparada de preços, que são livres no Brasil e variam de acordo com a demanda. “Cada vez que temos preços mais altos temos a possibilidade de ofertar novos voos”, disse ontem (24). Ele explicou que a autorização é dada rapidamente às companhias, condicionada à capacidade dos aeroportos.

Até agora, o diretor-presidente da Anac garante que houve redução de preços de passagens por causa do aumento da oferta de voos na Copa. “Temos monitorado as vendas e verificamos que os preços foram mais baixos que ao longo do ano”. Porém, segundo ele, com a concentração dos próximos jogos em oito das 12 cidades-sede, são maiores as chances de as passagens subirem. “No dia da final, por exemplo, é provável que os preços estejam mais altos”, destacou.

Guaranys também disse que o monitoramento dos aeroportos ficará mais tranquilo com a chegada do Mundial às oitavas de final e a redução das cidades-sede. A partir de sábado (28) não haverá mais jogos em Curitiba, Manaus, Natal e Cuiabá.

Natal

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), autorizou novos vôos para Natal durante a primeira fase da Copa. Ao todo, foram 274 vôos, somadas partidas e chegadas.

O maior fluxo de vôos extras ocorreu no período de um dia e meio antes e um dia e meio após as partidas na cidade.

Nesses dias – pré e pós jogos – os voos para Natal estavam praticamente lotados.

Turistas

A estimativa do Ministério do Turismo (MTur) é que nos 12 dias de Copa em Natal mais de 170 mil turistas – entre brasileiros e estrangeiros – desembolsem mais de R$ 311 milhões na cidade. Só entre os turistas de fora do país, a média de gastos no Brasil é de R$ 5.500 por pessoa, dinheiro que vai para hotéis, bares, restaurantes e transportes. Só nesse período, serão 27.945 estrangeiros em Natal, o que equivale a dois terços – 69% – dos cerca de 40 mil desembarques internacionais registrados no Rio Grande do Norte em 2012 (dado mais recente do MTur).


Gazeta do Povo - PR

25/06/2014

Reclamações à Anac caem 68% desde 2010

Para especialistas, readequação do mercado explica mais a situação do que atuação da reguladora

CAMILLE BROPP CARDOSO

De 2010 para cá, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) baixou pelo menos quatro resoluções que tratam de direitos de passageiros. Não foi por menos: desde a criação da reguladora, em 2006, a responsabilidade do órgão para com consumidores foi posta em xeque em ocasiões dramáticas como o acidente do voo 3054, da TAM, em 2007, e os picos de caos aéreo entre 2006 e 2010. Daí surgiram normas para emissão de bilhetes, atendimento de passageiros em caso de atraso de voos, entre outras.

Na ponta do lápis, o impacto das medidas parece bom: o número de reclamações à ouvidoria da Anac caiu cerca de 53% entre 2011 e 2014, considerando o período de janeiro a maio. De 2012 a 2014, anos mais estáveis para o setor, quando houve adequação de mercado, a queda foi menor: 3,3%. Entre 2010 e 2013, no total anual, a quantidade de reclamações caiu 68%. Para especialistas, porém, esse reajuste do setor – cuja maior mudança foi o aumento na oferta de assentos – é a principal explicação para a queda, mais do que a atuação da agência.

“O resultado prático é muito relativo, porque há dois fatores: primeiro, a fiscalização da Anac é deficiente; segundo, os fornecedores não pagam as multas. A sensação é de impunidade”, avalia o advogado Cláudio Candiota Filho, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Passageiros de Transporte Aéreo (Andep). Isso explica porque, mesmo depois das regulamentações, ainda seja comum o abandono do passageiro quando o voo é cancelado devido a intempéries.

Nos últimos anos, o mercado acertou alguns passos ao ganhar um player de mais peso – a Azul –, que aumentou a concorrência, e também ao disputar novos passageiros, aumentando o número de assentos nas aeronaves e reduzindo benefícios para poder baixar preços. Tanto que hoje uma preocupação é a qualidade dos serviços. A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, mantém um grupo de trabalho sobre o setor para acompanhar preços de tarifas e programas de fidelidade.

A Anac está atualmente em processo para aprovação de uma norma sobre bagagem. A proposta já passou por audiência pública. Segundo a agência, a etapa atual é de avaliação das contribuições feita pela sociedade. A ideia inicial é que as empresas tenham prazo menor para achar bagagens perdidas e compensar o consumidor se isso não ocorrer. Outro item é a ajuda de custo ao viajante que esteja fora de seu domicílio.

A Anac também é alvo de outra crítica: a de que as iniciativas não são espontâneas, mas resultado de obrigações incutidas em decisões judiciais. Outro ponto, levantado pelo professor de Direito Lenio Luiz Streck, da Unisinos, é que as normas repetem situações já declaradas pelo Código de Defesa do Consumidor desde 1993. “Se está escrito que uma coisa tem que ser feita e uma portaria surge para que a lei seja obedecida, é porque não se consegue cumprir da primeira vez”.

INFOGRÁFICO: Veja dados sobre o número de reclamações

Atuação em xeque

45% das denúncias à ouvidoria da Anac foram sobre a reguladora

A Anac informa que sua ouvidoria serve para receber reclamações referentes à fiscalização do órgão. Parece restrito, mas não é: das 88,5 mil denúncias recebidas em 2013, 40,6 mil diziam respeito ao serviço da reguladora. Elas tratam de falta de fiscalização, dificuldade no atendimento e de informação pela agência.

Um exemplo: o especialista em telecomunicações Luiz César Martins, 49 anos, tentou apoio da reguladora depois que um funcionário de uma companhia internacional se recusou a registrar o dano sofrido pela bagagem dele durante uma viagem a Roma em 2013.

“A Anac simplesmente me deixou na mão, sequer respondeu à reclamação que fiz, apesar de ter ligado várias vezes”, diz Martins. Ele conseguiu solucionar o problema após reclamar em um site e ser atendido na matriz italiana da empresa.


Paraná-online

24/06/2014 às 14:42:05

Galeão projeta ter 22 mi de passageiros por ano até 2016

Estadão conteúdo

A expectativa da Concessionária Aeroporto Rio de Janeiro, que opera o Galeão, é que até 2016 o terminal alcance a faixa de 22 milhões de passageiros por ano. De acordo com o presidente da concessionária, Luiz Teive, o novo aeroporto poderá ultrapassar o terminal de Guarulhos (SP) como principal porta de entrada dos turistas.

"Não queremos roubar passageiro de ninguém, mas atrair novos para que o Rio volte a ser a principal entrada no País. Guarulhos opera com cerca de 40 milhões de passageiros, mas a capacidade máxima é de 60 milhões. Temos mais espaço para crescer", afirmou o presidente do consórcio, formado por Odebrecht Transport, Changi Airports e Infraero.

Teive avalia que o fluxo de negócios no Rio irá garantir o aumento na demanda por voos no terminal. "Já há uma atração pelo turismo e o Rio é sede de muitas empresas. Já existe atração de negócios, mas o pré-sal pode ampliar". De acordo com o executivo, o consórcio irá entregar até 2016 a ampliação do pátio de aeronaves e novas 26 posições em um novo píer de embarque. "Os terminais que temos são suficientes. Precisamos melhorar a operação", afirmou o presidente.


Extra de Alagoas

24 DE JUN DE 2014 - 13:23

Piloto do voo MH370 planejou rota para ilha em simulador

Autoridades investigam simulação feita por Zaharie Ahmad Shah,

que pilotava o avião desaparecido

O piloto do avião desaparecido da Malaysia Airlines traçou um plano de voo em direção a uma ilha remota no Oceano Índico usando um simulador que tinha em sua casa. Muitos dados do equipamento, incluindo esta rota em direção ao ponto onde as buscas pela aeronave estão concentradas agora, foram apagados, mas técnicos conseguiram recuperar as informações. Segundo o jornal britânico Daily Telegraph, de segunda (23), a nova descoberta reforça a suspeita de que o capitão Zaharie Ahmad Shah tenha deliberadamente desviado o avião da rota previamente aprovada de Kuala Lumpur a Pequim.

A aeronave do voo MH370 desapareceu na noite de 8 de março com 239 pessoas a bordo. Desde então, as buscas pela aeronave seguiram várias pistas que acabaram descartadas. "Apesar da falta de provas claras, as suspeitas sobre o envolvimento do capitão Zaharie aumentaram à medida que os investigadores gradualmente eliminaram outros suspeitos em potencial e causas do desaparecimento", diz a reportagem. Na semana seguinte ao acidente, investigadores fizeram buscas na casa do capitão em Kuala Lumpur e apreenderam o simulador.

O fato de nenhum indício de falha técnica ou mecânica ter sido revelado ajuda a reforçar a suspeita sobre o piloto, assim como o fato de que a investigação dos antecedentes dos passageiros e do restante da tripulação também não apontou nenhum motivo para sabotagem. O ministro interino de transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, negou que o piloto tenha sido apontado como principal suspeito.

Na última semana, Hussein disse que a equipe de buscas do país começaria a vasculhar uma nova área no sul do Oceano Índico. Segundo o Telegraph, fontes ligadas à investigação confirmaram que o simulador foi usado para treinar pouso em uma pequena pista que existe em uma ilha nessa região.

Em março, investigadores já apontavam para a possibilidade de envolvimento do piloto, mas amigos e parentes negaram que ele tivesse qualquer motivo para sequestrar o próprio avião. Dados de satélite mostraram que a aeronave havia seguido para o Oceano Índico após um desvio abrupto na rota, e não para o Mar da China, como se acreditou em um primeiro momento. A mudança no voo apontou para a suspeita de uma ação deliberada de alguém em controle do avião, mas até o momento nada de concreto foi descoberto.

Como tem ocorrido ao longo de mais de três meses de desaparecimento, as hipóteses levantadas encontram pouca sustentação em fatos. Um psicólogo clínico que auxilia nas investigações sobre o desaparecimento mostrou-se cético sobre a possibilidade de o piloto ter sabotado o voo, segundo o The New York Times. Ninguém com a intenção de cometer suicídio voaria durante mais de seis horas com um avião lotado. Em casos anteriores relacionados a possíveis suicídios, pilotos aparentemente direcionaram a aeronave ao chão logo depois da decolagem.

Fonte: Veja online


Panrotas

25/6/2014 08:32:00

Swiss transporta 0,3% menos passageiros em maio

Companhia européia transportou 1,3 milhão de passageiros em maio

A Swiss registrou no último mês de maio uma redução de 0,3% no número de passageiros transportados com relação ao mesmo período do ano passado e, com isso, fechou o mês com 1,3 milhão de viajantes embarcados. A companhia europeia também operou 0,2% menos voos, fechando o período com 12,6 mil operações realizadas, sendo 11,1 mil em rotas europeias e 1,5 mil em rotas para outros continentes.

Em maio, a aérea suíça registrou crescimento na oferta de assentos e na demanda, que fecharam o mês com alta de 1,7% e 0,7%, respectivamente. Nos voos realizados na Europa, a oferta cresceu 1,6%, enquanto a demanda registrou uma leve alta de 0,5%. Já nos voos para outros continentes, houve alta tanto de oferta (1,7%), quanto de demanda (1,2%). O fator de aproveitamento fechou o mês com 82,6% e registrou queda de 0,7 ponto percentual quando comparado ao ano anterior.

Rafael Carreira


Panrotas

24/6/2014 18:38:00

POA espera 20 voos fretados da Argentina até amanhã

Para suportar o aumento da demanda de passageiros vindos da Argentina, o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, acaba de anunciar que vai ampliar o atendimento no terminal 1 na madrugada de hoje para amanhã. A Infraero confirmou a chegada de 20 voos fretados do país vizinho, levando a Porto Alegre cerca de três mil argentinos.

O terminal internacional terá o reforço de uma nova equipe de orientadores e recepcionistas bilíngues disponíveis da meia noite até às 6h, quando a equipe padrão volta ao seu horário regular, das 6h à meia noite. Os argentinos vêm para o jogo da seleção contra a Nigéria, no Beira-Rio, às 13h de amanhã. As equipes estarão preparadas com informações turísticas e serviços sobre a capital gaúcha.

Rodrigo Vieira


Panrotas

24/6/2014 16:55:00

Qatar Airways comemora 4 anos na América do Sul

A Qatar Airways comemora hoje seu quarto aniversário no Brasil. Há quatro anos tinha início a operação da rota Doha-São Paulo-Buenos Aires, marcando o início dos voos da empresa aérea para a América do Sul. “A América do Sul é um destino vital para turismo e negócios com as economias da Argentina e do Brasil. Nós estamos orgulhosos de celebrar nosso quarto aniversário com os nossos clientes como uma das companhia aéreas premium entre estes grandes países e o Golfo, e estamos ansiosos para expandir nossa rede de destinos em todo o continente, refletindo o contínuo interesse mútuo entre a América do Sul e o Oriente Médio”, disse o CEO da empresa, Akbar Al Baker, sobre o aniversário.

Criada há 17 anos, a companhia aérea com sede em Doha, no Catar, conta hoje com 134 aeronaves e operações em 143 destinos. Ainda neste ano, a malha da empresa aumentará com a inclusão de voos para Dallas/Fort Worth, nos EUA, no próximo dia 1º, e Djibouti, capital do país de mesmo nome, no nordeste da África, em 27 de julho. A Redação da PANROTAS ganhou um bolo de aniversário, em comemoração à data.

Maria Izabel Reigada


Portal UOL

24/06 | 16h51

Site lista as melhores empresas para voar na classe econômica

O site norte-americano Business Insider, que publica notícias de negócios e tecnologia, divulgou seu ranking anual com as 20 melhores companhias aéreas do mundo para viajar em classe econômica. O levantamento considerou tanto a experiência do passageiro durante o voo, quanto a pontualidade de partida e chegada. Clique nas fotos acima e confira as dez primeiras nessa lista Divulgação


Portal Terra

24 de junho de 2014 • 12h20 • atualizado às 12h21

Embraer completa revisão preliminar da 2ª geração do E190

Fabricante brasileira planeja investir US$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 3,4 bilhões) nos próximos oito anos na nova geração de E-Jets

Segunda geração da família de E-Jets deve começar a operar em 2018

Foto: Divulgação

A Embraer informou nesta terça-feira que concluiu no fim de maio a fase de definição conjunta do projeto do jato regional E190-E2, executando a revisão preliminar do projeto. "A empresa também finalizou os ensaios em túnel de vento do E190-E2, que será o primeiro modelo da segunda geração da família E-Jets de aviões comerciais para o segmento de 70 a 130 assentos, denominada E-Jets E2, planejada para entrar em operação a partir de 2018", informou a companhia em nota à imprensa.

Segundo a Embraer, o próximo passo no desenvolvimento do E190-E2 será a revisão crítica do projeto, em que deverá ser comprovada a maturidade do produto, permitindo em seguida o início da fabricação dos protótipos. Às 10h15, as ações da companhia subiam 0,79%, enquanto o Ibovespa tinha valorização de 0,15%.

Segunda geração

A fabricante brasileira anunciou em junho do ano passado que planeja investir US$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 3,4 bilhões) nos próximos oito anos na nova geração de E-Jets, que devem ter três novos aviões: E175-E2, E190-E2 e E195-E2. O primeiro entra em serviço no primeiro semestre de 2018, sendo que o segundo começa a operar em 2019 e o terceiro em 2020. Ao lançar os novos produtos, a Embraer divulgou pedidos por até 365 dos novos aviões. Embora não tenha apresentado os preços de tabela dos novos produtos, a Embraer informou que eles serão cerca de 15% acima dos modelos em produção agora. Assim, pelos cálculos da Reuters, o valor total dos acordos, se confirmados, atingiria US$ 18 bilhões.

A Embraer planeja acrescentar três fileiras de assentos ao seu maior jato, o E-195, e uma fileira ao modelo E-175. A nova geração dos E-Jets não incluirá o menor avião da família atual, o E-170. O campeão de vendas E-190 será o primeiro a ser atualizado. Ele terá o mesmo tamanho da versão disponível hoje, com capacidade para até 106 passageiros. Pelo cronograma da Embraer, o E190-E2 entrará em serviço no primeiro semestre de 2018, com o E-195-E2 iniciando voos comerciais em 2019 e o E-175-E2 em 2020. A economia de combustível com os novos jatos será de 16% a 23% frente aos atuais.

O motor mais eficiente poderá ajudar a Embraer a manter sua liderança recente conquistada no mercado de aviões de 70 a 120 assentos, além de colocar pressão adicional sobre a Bombardier. Com o novo E-195 de 132 lugares, a fabricante brasileira rivalizará mais diretamente com o novo CSeries da empresa canadense.

Reuters