O Estado de S.Paulo
Novo terminal de Cumbica é inaugurado em meio a elogios e queixas
Aviação executiva aposta em oferta de serviços
Anac começa vistoria em obras de Viracopos
Aéreas vivem ‘era de ouro’ da classe executiva
TAM terá de mudar comercial da Copa
Lufthansa pretende melhorar o seu rating, diz jornal
GRU Airport minimiza impacto de novo aeroporto em SP
Folha de São Paulo
Empresa e piloto que descumprirem horários terão multa ou suspensão
Novo Cumbica começa com atraso de mala
Ampliação de Viracopos, em Campinas, não fica pronta na Copa
O Globo
A pedido da Aeronáutica, lei limita acesso a dados de acidentes aéreos
Avião de passageiros quase se chocou com drone nos EUA
G1
Aeronáutica pede exclusividade para Copa em novo terminal de Viracopos
Terminal 3 de Cumbica é inaugurado com goteiras e sem água em banheiro
Piloto de monomotor faz pouso de emergência em lavoura do Paraná
Prefeito faz reunião para discutir situação de voos em Uberaba
Terminal 3 de Cumbica terá câmeras com reconhecimento facial
Avião bimotor faz pouso forçado em aeroporto de Goiás
Jornal do Brasil
Instrutor e aluno morrem em queda de avião no interior do RS
Jornal de Hoje - RN
Companhias aéreas lançam promoções com voos a partir de R$ 87 ida e volta
Estado de Minas
Confins: Companhias aéreas estão impedidas de solicitar novos voos durante a Copa
A Crítica de Campo Grande - MS
Aeroporto da cidade será "estacionamento" na Copa
Diário do Nordeste
Mercado&Eventos
Air Canada terá voo direto entre Toronto e Rio
Panrotas
SAA diz não ser afetada por fim da operação na Argentina
Gol inicia voo entre FOR e BUE com 65% de ocupação
11 de maio de 2014 | 19h 57
Novo terminal de Cumbica é inaugurado em meio a elogios e queixas Laura Maia de Castro - O Estado de S.Paulo Atualizado às 21h30 - O primeiro dia de funcionamento do Terminal 3 do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, teve problemas de manutenção nos elevadores e nas esteiras
rolantes. Em geral, os passageiros elogiaram o novo terminal e destacaram a semelhança com estruturas internacionais. O que mais causou estranheza foi a falta de cadeiras nos saguões. Acompanhada de seu marido, que é cadeirante, a professora aposentada Maria do Pilar, de 70 anos, teve de enfrentar dois elevadores quebrados e uma esteira rolante interditada ao chegar de um voo de Lisboa. "É o primeiro dia, tudo
bem, mas fica complicado assim. Quero ver na Copa", disse Maria. Para piorar, a amiga que foi buscá-la no aeroporto teve de passar mais de 30 minutos em pé porque não há cadeiras no saguão de desembarque internacional. "Não ter banco para sentar é muito ruim. Basta ver essas pessoas que
sentaram no chão", disse a artesã Isaura Araújo Torres, de 65 anos. De acordo com a GRU Airport, que administra o aeroporto, a ausência de bancos estava prevista no projeto para que os saguões tivessem "amplos espaços livres para facilitar o fluxo de passageiros até o acesso à área restrita".
Entretanto, a concessionária admitiu que vai avaliar o funcionamento nos próximos dias para decidir se colocará bancos ou não. rafael arbex/estadão Sobre as esteiras e elevadores quebrados, a GRU Airport informou que está registrando todas as reclamações dos passageiros e informou que o Terminal 3 "está sujeito a ajustes como qualquer obra desse porte". Surpresa. Se por um lado houve críticas, por outro o terminal de 192 mil metros quadrados, exclusivamente internacional, surpreendeu positivamente a maioria dos que passaram pelo local ontem. "A primeira impressão foi muito boa, é
coisa de primeiro mundo", disse a estilista Natalia Maia, de 27 anos. O empresário português Francisco Pinheiro, de 50 anos, que vem todos os meses ao Brasil, também ficou impressionado. "É uma diferença de estrutura brutal", afirmou. Apenas três companhias estão no terminal: Lufthansa, Swiss e TAP, que foram responsáveis pelos 13 voos operados ontem. Até a Copa do Mundo, mais cinco companhias estarão no local. A transferência gradual é para evitar "impactos
operacionais" na Copa, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O empresário português Francisco Pinheiro, de 50 anos, que vem todos os meses ao Brasil, também ficou impressionado. “É uma diferença de estrutura brutal”, disse. Por enquanto, apenas três companhias estão no terminal: Lufthansa, Swiss e TAP, que foram responsáveis pelos 13 voos operados ontem. Até a Copa do Mundo, mais cinco companhias estarão no local. A transferência gradual é para
evitar “impactos operacionais” durante a Copa, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Segunda-feira, 12 de maio de 2014 Antonio Pita / RIO No ar. 55% da frota brasileira foi adquirida na última década Mercado que reflete a confiança dos empresários sobre a economia do País, a aviação executiva deve permanecer estável neste ano, sem o ritmo intenso vivido nos últimos dez anos, quando a frota nacional dobrou de tamanho. Com
previsão de vendas iguais ou menores a 2013,a estratégia agora é fidelizar os clientes com uma maior oferta de serviços para aeronaves. Duas empresas líderes no segmento investiram este ano, cerca de R$ 80 milhões em centros de manutenção. Em março, a Embraer, no topo do ranking, inaugurou em Sorocaba (SP), seu sexto centro de manutenção, com aporte de R$ 50
milhões. A ideia é estar próximo de grandes empresas e da sede da companhia. Em direção a outro mercado, a TAM Aviação Executiva mira o Nordeste, onde estão 20% da frota de jatos vendidos pela companhia, que representa duas marcas
no País. O objetivo da empresa, totalmente controlada pela família Rolim e desligada do grupo Latam, é inaugurar até o terceiro trimestre seu segundo centro de manutenção em Aracati, no litoral do Ceará.O investimento de R$ 30 milhões já
prevê uma futura expansão para atender, também, clientes no norte da América Latina, com mercados em franco crescimento, como a Venezuela e Panamá. “Tínhamos uma demanda grande de nosso cliente com esses jatos, em dificuldade e custo de trazer essas aeronaves para o nosso centro de manutenção em Jundiaí”, diz o presidente Fernando Pinho. “O norte da América Latina é um
mercado que prospectaremos.” O centro , que fica perto da praia de Canoa Quebrada, está em fase de finalização. O segmento turístico também pesou para a escolha, com a possibilidade do terminal local em receber voos charter. A previsão inicial era inaugurar
em janeiro, mas houve atrasos nas obras e das licenças junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Pelo projeto, também haverá formação de mão de obra especializada para atender a demanda de contratação de 200 funcionários em cinco anos. A intenção é também abrir um novo centro em Belo Horizonte. “Priorizamos a manutenção e
desenvolvimento de mão de obra, e posicionamento geográfico, com hangares e estacionamento”, explica o executivo. Projeções. A busca por alternativas é uma saída para o segmento, que sente a queda na confiança do empresário sobre a economia do País. Levantamento da Embraer aponta que 55% da frota brasileira
foi adquirida nos últimos 10 anos. Nesse contexto, a incorporação de uma aeronave representa, para grandes executivos, a possibilidade de cortar custos e tempo nas decisões estratégicas. Mas,ocenárioem2013jámostravaumarrefecimentodosânimos, segundo Fernando Pinho, da TAM Aviação Executiva. O faturamento naquele ano foi 10% menor que em 2012, e a previsão para 2014 é de manutenção dos níveis, com a venda de novas
aeronaves estacionadas entre40e 45 unidades. “Desenhamos um mercado crescente a partir de 2015, acima de 60 aeronaves”, diz. “O humor do empresário tem influencia direta no crescimento ou não da indústria.” Em linha semelhante, a avaliação da Embraer obteve alta de 20% nas vendas entre 2012 e 2013. Para este ano, entretanto, a meta é manter a média de 120 aeronaves vendidas ao mercado global, semelhante ao patamar obtido no último
ano. Na avaliação de Marco Túlio Pellegrini, presidente da Embraer Aviação Executiva, há espaço para crescimento no País. “Omercadobrasileiroaindaestáemamadurecimento”, afirma. Ainda assim, ele vê a inauguração do centro de Sorocaba como um “movimentoestratégicodediversificação” da Embraer. A empresa planeja ampliar a rede de atendimento e pós venda
com centros autorizados no Nordeste.O segmento representa 26% do faturamento da empresa, estimado em US$ 6,5 bilhõesem2014.
11 de maio de 2014 | 15h 50 WLADIMIR DANDRADE - Agência Estado Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciaram hoje, por volta das 9 horas, uma inspeção das obras que estão sendo realizadas no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), informou a assessoria de
imprensa da concessionária. A comitiva da agência vai averiguar até amanhã quatro obras que constam no contrato de concessão do aeroporto, firmado em 2012. Por conta dos atrasos, a Anac poderá aplicar multas à concessionária que
podem chegar a R$ 170 milhões. O dia de hoje marca o final do prazo para a conclusão do primeiro lote de obras em Viracopos. Os técnicos vão vistoriar o novo edifício-garagem com capacidade para 4.000 carros, o novo terminal para 22 milhões de passageiros por
ano, adequações na pista de pouso e decolagem e novos pátios e área de taxiamento de aeronaves. Apesar de programada até amanhã, a visita dos técnicos da Anac pode se estender até terça-feira, segundo a assessoria de imprensa da
empresa concessionária de Viracopos. A empresa que administra o aeroporto informou que o edifício-garagem, o terminal de passageiros e os novos pátios de aeronaves têm mais de 92% das obras concluídas. As adequações da pista já terminaram. A concessionária informou,
ainda, que independente do atraso Viracopos está preparado para receber as delegações e os turistas da Copa do Mundo. A primeira delegação a desembarcar em Capinas será a da Costa do Marfim, no dia 6 de junho. O grupo vai utilizar
o Pier A do novo terminal de passageiros. Nenhum porta-voz da Anac foi encontrado para comentar a vistoria em Viracopos. A agência fará um relatório com a conclusão da visita após a inspeção.
Sábado, 10 de maio de 2014 Aéreas vivem ‘era de ouro’ da classe executiva THE NEW YORK TIMES Muita gente ainda pensa que a “era de ouro” da aviação foi nos anos 1960, mas, para quem pode pagar, o glamour hoje oferecido para os passageiros de classe executiva ou primeira classe é muito maior. Uma pessoa com recursos pode, por exemplo, fazer uma luxuosa viagem de ida e volta em primeira classe entre Los Angeles e Dubai num jato superjumbo A380 da Emirates Airlines. Ao entrar na aeronave, o passageiro, além de ser
servido com comida e bebida soberbas, será mimado num compartimento privado com porta corrediça, poltrona totalmente reclinável com colchão, penteadeira, minibar pessoal e televisor de tela plana, além de um banheiro de luxo no
corredor que tem até uma ducha. Tudo por US$ 32,8 mil. “Se tiver dinheiro, você pode comprar mais opções”, disse Rene Foss, comissária de bordo desde 1985 de uma grande empresa aérea. “Por US$ 10mil ou US$ 20 mil ou mais, poderá ter um leito privado. E se não tiver, terá uma opção de
serviço bem diferente: a chamada classe econômica”, brinca Foss, autora de Around the World in a Bad Mood (Mundo Afora de Mau Humor), livro bem humorado sobre o serviço aéreo. A mãe de Foss, Maxine, foi comissária de bordo na antiga Northwest Orient Airlines nos anos 1950. Foss ainda guarda lembranças da mãe, entre elas, menus das refeições compostas por vários pratos para todos os viajantes e até um
par de luvas brancas. Numa época em que voar causava ansiedade, os comerciais das companhias enfatizavam o serviço ao cliente e a segurança. Um anúncio de 1958 para a United Air Lines, mostra uma comissária ajeitando a gravata de um garotinho e
alardeando uma atenção pessoal extra. Por outro lado, voar naquela época era privilégio dos que podiam pagar os altos preços antes que a competição intensa e o corte de tarifas acompanhassem a desregulação do setor nos Estados Unidos,em1978.A popularização do serviço
foi acompanhada de uma separação mais clara entre as “classes” dentro de um voo. Esse abismo de serviço ficou mais claro a partir dos anos 1990, quando British Airways e Virgin Atlantic introduziram camas totalmente reclináveis e luxuosas cabines da classe executiva em voos internacionais. “De lá para cá, é espantosa a quantidade de dinheiro gasta só no desenvolvimento de assentos”, disse Foss. “Nos anos 1950, não havia nada disso. Oferecia- se um drinque com guarda-chuva de papel para enfeitar e uma boa refeição.” Mudanças. Nos últimos anos, com as companhias aéreas batalhando para atrair o lucrativo mercado das viagens de negócio, muitas empresas aéreas internacionais reduziram e até eliminaram o espaço da primeira classe, preferindo
expandir e melhorar a classe executiva.Assim, embora algumas pessoas ainda queiram pagar pelo compartimento privado de US$ 32 mil, boa parte do mercado de luxo está agora na classe executiva, na qual as companhias vêm gastando
quantias enormes para competir. “Fomos a primeira companhia aérea a introduzir o entretenimento individual por assento para passageiros da classe executiva, um spa no lounge do aeroporto e transporte em limusine. Agora algumas destas coisas são a norma no
setor”, disse Craig Kreeger, diretor-presidente da Virgin Atlantic. A companhia de Kreeger está dando os retoques finais numa frota de novos aviões Boeing 787 Dreamliner. A empresa convida alguns de seus viajantes mais fiéis a participar das discussões sobre os “mimos” em desenvolvimento. A Virgin está entre as companhias aéreas globais que figuram rotineiramente nas listas de dez melhores em serviços para a classe executiva, que também incluem Singapore, Cathay Pacific, British Airways, Emirates, Etihad, Korean e
Qatar. As empresas americanas raramente figuram nessas listas, mas todas estão investindo para melhorar as cabines de luxo. Para atender empresas, aéreas reduzem preços ● A competição pelos diretores de grandes empresas reduziu o valor da classe executiva nos últimos anos. As tarifas transatlânticas de ida e volta eram de cerca de US$ 10 mil há seis anos. Levantamento recente da Orbitz mostrou
queda e uniformidade notáveis entre as companhias. As tarifas de ida e volta em classe executiva entre Nova York e Londres estavam em US$ 6.474, segundo a Orbitz. As tarifas econômicas eram US$ de 1.471. As classes econômicas “premium” ou “plus” – uma econômica um pouco melhor – custavam cerca da metade das tarifas executivas. Segundo fontes de mercado, a linha “intermediária” foi positiva para as aéreas. Isso porque não tirou altos executivos da classe que leva o nome do seu cargo, mas permitiu que funcionários de nível intermediário se livrassem da
classe econômica.
Passageiros gostaram da estrutura, mas reclamaram de elevadores e esteiras rolantes quebrados
Com vendas mais fracas, empresas do setor, como Embraer e TAM Aviação Executiva, investem em centros de manutenção para fidelizar clientes


Sábado, 10 de maio de 2014 Humor. David Luiz vive contratempo rumo ao aeroporto O comercial da companhia aérea TAM que diz que ela vai trazer os ‘nossos craques para jogar em casa’ terá de ser alterado. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) definiu, em reunião realizada na quinta-
feira, que o filme intitulado Catimba não pode transmitir a ideia de que é a TAM que está transportando todos os jogadores da Seleção Brasileira ao País, uma vez que a transportadora oficial é a Gol. Visto quase 2 milhões de vezes apenas no canal da companhia no YouTube, o comercial mostra os brasileiros David Luiz (jogador do Chelsea),Thiago Silva (do Paris Saint-German) e Marcelo (do Real Madri) em uma sequência de
contratempos no caminho para o aeroporto. Thiago, por exemplo, pega um elevador com uma criança que havia apertado o botão de todos os andares do prédio. Já Marcelo não consegue passar no raio x enquanto não tira as calças. No fim, o comercial diz: “Os adversários não vão gostar nada disso, mas a TAM vai trazer os nossos craques para jogarem casa”. A estratégia da companhia foi buscar os atletas brasileiros que jogam nos times das cidades onde a
companhia oferece voos diretos a partir do Brasil: Paris, Londres e Madri. O meio publicitário recebeu o comercial como o maior drible que a TAM podia ter dado na transportadora oficial da Seleção. Por isso, a Gol entrou com uma representação no Conar pedindo o julgamento do filme e sua possível
alteração ou retirada do ar. O Conar não tem autoridade judicial, mas sua recomendação é como uma obrigação no setor – anunciantes, agências e veículos de comunicação são associados da instituição. E o recado dado à TAM foi de que
é necessário mudar o texto. O gerente sênior de comunicação e marca da TAM, Daniel Aguado, afirma que a empresa vai acatar a recomendação do Conar. “A decisão foi bastante positiva para nós. O Conar percebeu que o comercial foi feito com criatividade e
ética, e a alteração que vamos fazer será imperceptível.” O Conar não comentou o teor da discussão e apenas informou, por meio da assessoria de imprensa, que a alteração foi solicitada. A TAM terá até cinco dias para ajustar o texto. Mas a empresa ainda não recebeu a notificação oficial do Conar, o que deve ocorrer em dois dias. Até lá, o comercial deve continuar a ser veiculado normalmente. Procurada, a Gol não se pronunciou. Se considerar que a alteração sugerida pelo Conar não é suficiente, a companhia pode recorrer e pedir novo julgamento. Para ver o comercial que gerou a polêmica entre as aéreas na internet,
digite na barra do seu navegador o endereço http://oesta.do/catimba. Carona. É comum ver em eventos esportivos de grande porte marcas que, mesmo não sendo patrocinadoras, arrumam um jeito de “aparecer” com maestria – ou falta de ética, do ponto de vista de quem está pagando muito dinheiro para ser
o patrocinador oficial da competição. Entre os casos mais clássicos está o da Nike. (Na Olimpíada de 2012, a Nike divulgou um vídeo intitulado Find your Greatness (“Encontre sua grandeza”) que mostrava o nome London em diferentes
pontos do mundo – dos Estados Unidos à África. O evento esportivo foi, no entanto, patrocinada pela Adidas. Causou polêmica.) A essas ações se dá o nome, geralmente, de marketing de emboscada. As mais comuns ocorrem, justamente, durante o evento – como distribuição de brindes ou adereços vinculados a marcas. Para coibir essas situações, a Fifa,
realizadora da Copa do Mundo, terá pelo menos 450 pessoas, entre voluntários, agentes públicos e funcionários da própria entidade, para fazer a vistoria. Além disso, no período que antecede a Copa, a Fifa fica de olho no uso impróprio das marcas que registrou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), como “Copa do Mundo” e “Copa 2014”. A instituição já notificou pelo
menos 400 “não-patrocinadoras”.
Conar obriga aérea a alterar texto do filme para não transmitir a ideia de que ela, e não a Gol, é a transportadora oficial da seleção
Nayara Fraga

COLABOROU MARINA GAZZONI
10 de maio de 2014 | 14h 01 FRANKFURT - A companhia aérea alemã Deutsche Lufthansa pretende melhorar gradualmente a sua classificação de crédito ao mesmo tempo em que irá se esforçar para modernizar a sua frota de aeronaves para outras mais eficientes, disse
a diretora financeira da empresa em entrevista publicada no sábado. "Proteger o nosso rating de crédito é uma parte fundamental da nossa estratégia financeira e nós somos uma das únicas cinco companhias aéreas do mundo com classificação de grau de investimento", disse a diretora financeira da
Lufthansa, Simone Menne, em entrevista ao jornal Boersen Zeitung. Menne disse que a Lufthansa vai continuar a investir em novas aeronaves. A diretora acrescentou que o ciclo de investimento atingirá o pico em 2018 e que a dívida líquida da empresa não vai exceder 4 bilhões de euros, apesar do
grande número de aviões encomendados. "Nós gostaríamos de melhorar a nossa classificação [de crédito] ao lonfo deste clico. Isso ocorreria por volta de 2020", disse ela. A classificação de crédito da companhia aérea é de BBB- na Standard & Poor''s e Ba1 na Moody''s.
AE - Agencia Estado
Fonte: Dow Jones Newswires.
10 de maio de 2014 | 12h 41
TÁSSIA KASTNER - Agencia Estado SÃO PAULO - O presidente da GRU Airport, concessionária do Aeroporto de Guarulhos, Antonio Miguel Marques, afirmou hoje que a construção de um novo aeroporto em São Paulo teria impacto sobre a operação de Guarulhos apenas no longo
prazo. "No longuíssimo prazo poderia ter impacto, mas até o projeto ficar de pé, vai demorar", afirmou, minimizando os impactos da intenção do governo federal em autorizar novo aeroporto, dessa vez privado, em São Paulo. O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, afirmou na quinta-feira ao jornal O Estado de S.Paulo que o governo deverá definir na próxima semana a mudança de regras que permitirá a construção de um terceiro grande
aeroporto em São Paulo, viabilizando assim o aeroporto privado de Caieiras. Fontes do mercado afirmam que, se sair do papel, o novo aeroporto deve afetar principalmente o terminal de Viracopos (Campinas), o qual ainda está
desenvolvendo sua operação internacional. Ao vencer a concorrência, a GRU Airport ganhou o direito de explorar o aeroporto de Guarulhos por 20 anos. Neste sábado, a empresa realizou uma visita guiada pelo Terminal 3, que começa a operar amanhã. A obra foi realizada em
cerca de um ano e meio e, nesse primeiro momento, três companhias aéreas devem operar no local - TAP, Lufthansa e Swiss. Até a Copa, informa a GRU, Emirates, Air China, Air Canada, Turkish e United Airlines passarão a embarcar e desembarcar passageiros pelo terminal, quando, segundo Marques, 25% da capacidade de 12 milhões de passageiros anuais
estará em operação. A transferência completa de 21 companhias para o novo terminal deve ocorrer até setembro, ainda conforme o presidente da GRU Airport.
Segunda-feira, 12 de maio de 2014 ENTREVISTA DA 2ª - MARCELO GUARANYS NATUZA NERY DE BRASÍLIA Buscando evitar o caos aéreo na Copa do Mundo, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) lança hoje um pacote de punições previstas para empresas aéreas, donos de jatinhos e até pilotos que descumprirem regras e horários de
pousos e partidas. O presidente da agência, Marcelo Guaranys, 36, antecipou à Folha uma série de multas e penalidades que visam coibir distúrbios que atrapalhem passageiros e torcedores no Mundial --e que seguirão valendo após o torneio. A companhia ou o responsável por um avião que não usar seu horário de voo ou que, deliberadamente, utilizá-lo no momento errado levará uma multa de R$ 12 mil a R$ 90 mil. Dependendo da gravidade, poderá até perder a permissão para
pousar nos demais aeroportos do país. Questionado se as ações configuram um "pacote de maldades", ele disse: "Maldade é você operar um voo fora do horário e atrapalhar o planejamento para a Copa". - Folha - Os aeroportos estão preparados para a Copa? Marcelo Guaranys - Os três componentes de um aeroporto são pista, pátio e terminal. Isso é o que lhe dá capacidade. Eu consigo controlar quantos voos posso colocar em um aeroporto de acordo com
sua capacidade. A pista, onde a aeronave pousa, tem de ter uma determinada capacidade para eu saber quantos movimentos eu consigo fazer por hora. Quanto mais tempo a aeronave ocupar uma pista, mais tempo demora para outra pousar. E a aeronave que pousa tem de estacionar em algum lugar. Assim como há um limite de pessoas que consigo processar em um dado terminal por hora. O mínimo entre esses três componentes é o que me dá a capacidade do aeroporto. Mas há capacidade? Temos esse planejamento bem-feito e organizado desde 2007 e 2008, quando chegamos aqui e estava um caos, com voos atrasando muito. Na crise aérea? Sim. A gente parou e falou: tem mais voo do que a capacidade. Uma conta simples que não era feita. Então, para a Copa, temos a capacidade de cada aeroporto. Mas vai ter muito movimento. Vai, mas nunca acima da capacidade do aeroporto. Nunca aprovo voo acima da capacidade. Para a Copa, nos preocupamos com uma espécie de corrida das empresas por voos com medo de não conseguir espaço. Um espécie de corrida por horários para pousar e decolar? Imagine que, em novembro, as empresas tivessem medo de que em Guarulhos poderia não ter espaço para todas e cada uma começasse a pedir o maior número de slots [horário para pousos e decolagens] possível. Para evitar isso, a gente organizou um calendário: elas teriam X dias para pedir voos. Depois, analisamos. Com isso, evitamos a corrida. Todos os voos pedidos foram aprovados. Assim, todos os voos aprovados estão dentro da
capacidade do aeroporto. Mas isso não significa que as empresas vão andar na linha. Não adianta nada a empresa me pedir um voo às 8h, eu dizer que não há essa disponibilidade, ela pedir o voo das 6h, eu autorizar e ela operar todo dia às 8h. Ou, em outro caso, pedir 20 horários e operar só em dez --pedindo 20
para ficar na reserva dela. Não pode. Quero que ela opere tudo o que pediu e tudo no horário. Mas como obrigar? Na aviação comercial, que envolve as grandes empresas que movimentam um grande número de passageiros, é mais fácil. Mas há um outro problema, que é a aviação geral, com jatinhos, táxis aéreos, aviões executivos. A aviação geral terá um movimento grande na Copa. Os pedidos vão começar a chegar neste mês. Por isso, decidimos que a aviação geral só vai poder operar com slot, o que não ocorre hoje. Hoje, tendo espaço, o jatinho chega a Brasília, por exemplo, e pousa sem autorização prévia. Na Copa, precisará ter um horário alocado. Não dará para encaixar? Não, só com o slot alocado. A novidade na Copa é que a aviação geral terá de pedir um horário antes. E isso não reduz o total de slots para grandes companhias? Não. A gente manteve um espaço para a aviação comercial bem maior. E para a geral, geralmente 20%. As grandes empresas não podem atrasar. Mas, se eu usar 100% da capacidade, se houver um problema meteorológico ou fechamento de pista, não tenho espaço para cobrir os demais voos. Se opero no limite da capacidade às 19h em Congonhas e ocorre um problema, todos os voos às 19h e os que vêm depois ficam encavalados. Se não opero no limite, vou acomodando até o fim do dia. E se o jatinho não pedir antes? Se o cara forçar para pousar, pousar no horário diferente ou pousar e quiser ficar no pátio por mais tempo do que o permitido, haverá penalidade. Um piloto ou o dono do jatinho não poderá largar a aeronave no pátio do Santos Dumont, ir para Búzios e voltar uma semana depois. Cada aeroporto tem definido o tempo em que a aeronave poderá ficar lá. Quais são as penalidades previstas? O importante, com este anúncio, é que toda a comunidade de aviação saiba que haverá penas severas em caso de descumprimento do planejamento. O efeito que a gente busca é que todos corram para regularizarem tudo. As empresas aéreas já tendem a fazer isso bem, mas não queremos que elas peguem horários e não os usem. Queremos que usem bem. Para isso, fizemos um pacote de medidas que anunciaremos [hoje] e que é diferente de punir tirando o slot de uma empresa que não cumprir com pontualidade e regularidade. Estamos falando de penalidade maior. Com multas? Sim. De R$ 12 mil a R$ 90 mil, dependendo da infração. Exemplo: se a empresa ou o dono do jatinho tem o horário e não usou, essa multa vai até R$ 30 mil por operação. Se tem o slot, mas usou no horário errado de forma intencional: de R$ 24 mil a R$ 60 mil. Se operou sem slot, pousou no aeroporto: multa de R$ 36 mil a R$ 90 mil. Isso vale para avião comercial? Sim, pega todo mundo. Hoje tem multa para isso? Não. Começa na Copa e vai ficar para sempre. É um pacote de "maldades"? Maldade é você operar um voo fora do horário e atrapalhar o planejamento para Copa e para os passageiros. A gente sabe que a multa vai pesar no bolso da empresa ou do dono da aeronave, mas não sabe quão rica a pessoa ou a empresa é. Então, há outras medidas. Se a gente percebe que o piloto pousou no aeroporto, vai ter penalidade sobre
ele. Se ele não usar seu horário? Terá uma penalidade pessoal. Pode ser a suspensão da carteira dele. Talvez por até 180 dias. A diretoria decidirá os prazos nesta semana. O torcedor pode vir de jatinho para a Copa, mas se não pousar na hora certa... Se ele causar um distúrbio no aeroporto, pode ter de contratar outro piloto para voltar para casa. Mas isso vale para o piloto da aviação comercial também? Não. Até porque é muito raro acontecer. E vale para pilotos brasileiros, porque não conseguimos suspender a carteira de um estrangeiro. Piloto estrangeiro está livre? Para pousar no país, ele precisa de uma autorização especial. Se eu suspender isso, ele tem que sair.
Segunda-feira, 12 de maio de 2014 Companhias prometem resolver situação rapidamente; apesar do problema, usuários elogiaram o local
A partir da copa, desrespeito ao planejamento nos aeroportos será punido com multa de até R$ 90 mil ou suspensão de carteira, diz diretor da anac
Passageiros demoraram ontem mais de uma hora para receber bagagem, no início da operação do terminal 3
RICARDO GALLO DE SÃO PAULO Uma mesa com doces, salgados, sucos, café e vinho espumante recepcionava os primeiros passageiros a desembarcar no terminal 3 do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), aberto na manhã de ontem. Mas a gentileza logo ficou em segundo plano quando um problema recorrente dos aeroportos brasileiros apareceu: a demora para chegada das bagagens à esteira. Segundo a concessionária GRU Airport, administradora de Cumbica, a falha ocorreu em dois dos quatro voos que pararam no novo terminal: da Lufthansa, de Frankfurt, e outro da TAP, de Lisboa. "Demorei uma hora e cinco entre o avião pousar, pegar minha bagagem na esteira e sair. O terminal é novo, mas o problema é velho", disse a advogada Christy Lopes, 34, passageira do voo da Lufthansa, o primeiro a desembarcar no
terminal 3. Já as malas de Madá Ceccato, 65, funcionária do Metrô, demoraram 40 minutos. O padrão aceitável é que as bagagens levem entre 18 e 35 minutos do avião à esteira. O problema, diz a concessionária, se deu no transporte de bagagens do porão do avião até as esteiras. Chamado de "handling", esse serviço é atribuição das companhias aéreas. No caso da Lufthansa e da TAP, foi feito por uma
terceirizada, a Orbital. Lufthansa e TAP lamentaram o problema e disseram que haverá uma solução rápida. A TAP afirmou que o problema ocorreu devido à adaptação da equipe ao novo terminal. A Folha não conseguiu contato com a Orbital. Já o sinal de celular oscilou no terminal; ainda faltam ajustes das operadoras, disse a GRU Airport. A internet sem fio, gratuita, funcionou. A despeito dos problemas, os passageiros elogiaram o local, mais amplo e moderno do que os terminais 1 e 2. "Esse terminal não fica nada a dever para os da Europa", disse a bióloga Luciana Montenegro, 35. "Os outros terminais são
ultrapassados e escuros. Esse aqui é melhor. Parabéns", disse o executivo japonês Yoichiro Nomura, 65. HÁBITO Um dos principais conceitos do terminal 3 esbarrou em um hábito brasileiro. Tal qual em terminais europeus, as áreas públicas não têm bancos; a ideia é desestimular a permanência do passageiro ali, para que ele faça o check-in
rapidamente e vá para a área de embarque, onde há centenas de assentos. Só que, aqui, é costume levar familiares para se despedir no aeroporto ou para recepcionar parentes. Como não havia assentos na área pública, as pessoas se sentavam no chão, encostavam nas paredes de vidro ou, resignadas, esperavam em pé, como a oficial de Justiça Eliete Neves, que foi com um grupo de 30 pessoas esperar a mãe
dela, Kazue, vinda da Estônia, via Frankfurt. "Está faltando banco", disse. A GRU Airport avaliará essas áreas nos próximos dias para decidir o que fazer. Instalar assentos no saguão não está descartado.
Segunda-feira, 12 de maio de 2014 DE CAMPINAS Com obras atrasadas, o novo terminal do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), não receberá passageiros durante a Copa. A informação foi confirmada ontem à Folha por um executivo da Aeroportos Brasil, concessionária que administra o aeroporto. Segundo o contrato de concessão assinado em junho de 2012 com o governo federal, a Aeroportos Brasil deveria ter entregado ontem um novo terminal de passageiros, um edifício-garagem, uma nova pista, um pátio de aeronaves e
adequações viárias. Nenhuma obra está concluída, e a concessionária agora corre para entregar parte das obras antes da Copa, que começa em 12 de junho. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) esteve ontem em Viracopos para fiscalizar as obras. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a fiscalização, que deverá se estender pela semana. A concessionária não se pronunciou
oficialmente. Segundo o contrato de concessão, a multa pelo atraso pode chegar a até R$ 170 milhões, mais R$ 1,7 milhão por dia de descumprimento. Em abril, a Folha já havia antecipado que o novo terminal seria entregue incompleto para a Copa. Viracopos deverá ser o único aeroporto privatizado em 2012 a não ser entregue no prazo.
Domingo 11.5.2014
LUCAS SAMPAIO
Apuração passa a ser sigilosa, e só decisão judicial pode liberar informações
DANILO FARIELLO A presidente Dilma Rousseff sancionou na última quinta-feira uma lei que restringe o acesso a dados sobre a apuração de acidentes aéreos no país por parte de investigações policiais ou do Ministério Público. A Lei 12.970 surgiu
por sugestão da própria Aeronáutica. A Aeronáutica aponta que suas investigações têm como meta a prevenção de acidentes futuros, e não a colaboração para definição de culpados. As autoridades do setor aéreo consideravam que o livre acesso a depoimentos poderia levar
a conclusões imprecisas e intimidava a colaboração voluntária dos agentes do setor com o acompanhamento dos episódios. Agora, a apuração cor re sob sigilo e, para que as autor idades judiciárias tenham acesso aos depoimentos e à investigação do acidente por parte da Aeronáutica, terão de fazer um pedido a um juiz, que pode ou não aceitá-lo. A lei
também prevê que um técnico aeronauta auxilie as autoridades judiciárias na identificação de provas de crimes. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) é o primeiro organismo a ter acesso à caixapreta da aeronave após a ocorrência de um acidente. Mesmo a movimentação de destroços é autorizada somente para o
resgate de vítimas antes da chegada desses militares. De acordo com a nota divulgada ontem pelo Cenipa, órgão ligado à Aeronáutica, a nova lei “resolve os conflitos de competência entre autoridades, estabelece mecanismos de proteção às fontes de informação (em especial, àquelas que
contribuem voluntariamente) e define as responsabilidades do operador na remoção de destroços e na obrigatoriedade de comunicar ocorrências (acidentes ou incidentes) ao órgão investigador”. A Convenção Internacional de Aviação Civil, a qual o Brasil também faz parte, já prevê que as investigações resultem em processos de prevenção de acidentes, e não em punição. A lei divide opiniões e alguns juristas encaram a
restrição ao acesso dos dados de uma caixa-preta como um complicador que pode prejudicar a apuração da responsabilidade criminal. De acordo com o texto da lei, o depoimento de uma pessoa envolvida durante as investigações não poderá ser usado em um tribunal. Assim, segundo avaliação do Cenipa, a lei espera que testemunhas não se sintam ameaçadas e consigam
colaborar com o trabalho. No acidente envolvendo o jato Legacy e o Boeing da Gol, em 2006, controladores de tráfego aéreo se recusaram a colaborar com as investigações por receio de punição. ●
Domingo 11.5.2014
Voos rasantes
Dos leitores Persistem os voos — rasantes — diurnos e noturnos de helicópteros sobre as casas e os edifícios do Jardim Botânico. Além de representar sério risco, em caso de um acidente, é de igual preocupação no que tange à poluição sonora
provocada pela operação dessas aeronaves. O que os moradores do bairro querem saber é se esses helicópteros têm, ou não, autorização para voar por ali em longos períodos do dia. Com a palavra, a Anac. RIO
9/05/14 - 21h28
Resultados de incidente ocorrido em março poderiam ser catastróficos, diz representante de aeroporto
O GLOBO COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS Foto: REUTERS NOVA YORK - Um avião do Grupo American Airlines quase colidiu com um veículo aéreo não-tripulado, os chamados drones, na Flórida no começo deste ano, o que ressalta o risco crescente do uso cada
vez mais frequente de tais aparelhos, declarou a agência reguladora de segurança aérea dos Estados Unidos. O piloto do avião disse às autoridades que um artefato pequeno e controlado remotamente chegou perigosamente perto de sua aeronave, a cerca de 700 metros do solo, sobre o Aeroporto Regional de Tallahassee, disse Jim Williams,
gestor do Escritório de Integração de Sistemas de Aeronaves Não-Tripuladas da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). — O piloto do avião disse que o drone estava tão perto de seu jato que ele teve certeza que tinha batido nele — afirmou Williams em uma conferência da indústria na quinta-feira. A aeronave, operada por uma subsidiária da American Airlines, não mostrou danos quando foi inspecionada depois do incidente de 22 de março, disse Williams. Mas "o risco de um pequeno drone ser engolido pelo motor de um avião comercial é muito real", declarou ele. — Os resultados poderiam ser catastróficos. A American Airlines disse "estar ciente do relatório publicado alegando um incidente com um de nossos voos expressos, e estamos investigando". A empresa aérea disse que compartilhará qualquer informação com a FAA e que não fará mais comentários. O incidente foi relatado pela primeira vez pelo jornal The Wall Street Journal. A FAA não respondeu de imediato a um pedido de comentários.Em seu discurso na Exposição de Sistemas de Pequenas Aeronaves Não-Tripuladas, Williams também mostrou vídeos de vários acidentes com drones, incluindo um no qual um drone
se chocou com uma plateia durante a corrida de touros em Richmond, no Estado da Virgínia, no ano passado. O incidente foi causado por uma falha na bateria e houve feridos sem gravidade, afirmou ele.Atualmente, a FAA proíbe o uso comercial de drones nos EUA e tem sido cada vez mais criticada por não conseguir fixar regras que
permitiriam seu uso mais abrangente. No ano passado, a agência começou a estabelecer locais de teste onde as empresas podem fazer experimentos para o uso comercial.
11/05/2014 21h49 Informação é de concessionária, que analisa remanejamento em pátio. Do G1 Campinas e Região estão atrasadas (Foto: Marcello Carvalho/G1) A Aeronáutica solicitou à concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), exclusividade em posições de estacionamento de aviões de voos internacionais da Copa do Mundo no pátio do novo
terminal de passageiros, com inauguração prevista para o começo de junho. A informação foi confirmada pelo presidente da Aeroportos Brasil, Luiz Alberto Küster, por meio da assessoria de imprensa, mas segundo ele o pedido do
Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) ainda está em análise. O órgão coordena as rotas aéreas no país para o campeonato A ideia, de acordo com a concessionária, é usar a expansão do aeroporto de Viracopos como ponto estratégico para "desafogar" as operações de outros aeródromos no estado de São Paulo e Rio de Janeiro em voos internacionais fretados
e de autoridades, além das sete seleções que já confirmaram Campinas para os deslocamentos aéreos entre as cidades-sede. A delegação da Costa do Marfim desembarca no Brasil por Viracopos em 6 de junho, Japão no dia 7, Argélia e
Rússia, 8, e Portugal, 11. A previsão é que as seleções de Nigéria e Honduras cheguem ao país por outro local. Contudo, os voos para as partidas da Copa do Mundo serão feitos pelo terminal aéreo do interior de São Paulo. No total, serão 42 voos domésticos
das seleções durante a fase de grupos e 10 internacionais por Campinas. Portugal e Nigéria escolheram o município como cidade-sede. Já a Costa do Marfim ficará em Águas de Lindóia (SP), Japão e Rússia em Itu (SP), Argélia em
Sorocaba (SP) e Honduras em Porto Feliz (SP). Para que o novo terminal ficasse exclusivo para os voos da Copa, a concessionária explica que a única mudança do que já estava previsto no cronograma seria em relação às operações da TAP Portugal, única companhia aérea que
atualmente possui voos internacionais regulares em Campinas. A empresa inauguraria no dia 3 de junho o novo terminal, mas, com a alteração, teria que continuar operando no terminal de passageiros, o mesmo usado para voos
domésticos, durante o campeonato, antes de ser transferida para o novo espaço. O remanejamento não está definido. A proposta será apresentada à TAP nesta semana, segundo a concessionária Pelo planejamento atual da Aeroportos Brasil, o píer A do aeroporto de Campinas terá 37 posições para estacionamento de aeronaves grandes, como o Airbus 380, mas a Aeronáutica solicitou remanejamento para que o pátio do novo
terminal ofereça 77 posições com espaço menor, mas com capacidade para 55 aeronaves da aviação geral e outros 22 para os voos charters, que abrangem as seleções e as delegações que trarão mantimentos e outros materiais para o
campeonato. vistoria da Anac (Foto: Marcello Carvalho/G1) Atraso e possibilidade de multa Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciaram neste domingo (11) uma vistoria no aeroporto de Campinas para verificar quais itens do primeiro ciclo de contrato de concessão foram concluídos e questões operacionais
do novo terminal de passageiros. Pelo contrato, a primeira etapa de ampliação precisaria estar operacional neste domingo, mas inspeções recentes da Anac indicaram que Viracopos não entregaria o projeto na data prevista. Na semana
passada, a concessionária também admitiu o atraso. A inspeção deve durar pelo menos até segunda-feira (12). Depois disso, será produzido um relatório de fiscalização com a análise da situação de Viracopos. O descumprimento dos prazos estipulados em contrato com o governo federal
em 2012 resultará em aplicação de penalidades pela Anac. A multa máxima pode chegar a R$ 170 milhões e mais R$ 1,7 milhão por dia de atraso, mas depende do que for citado no relatório. A agência e a concessionária esclarecem que a transição das operações para o novo terminal de Campinas será feita de forma gradativa para não haver impactos operacionais durante o período da Copa do Mundo. Segundo a Aeroportos
Brasil, a obra do prédio (com três píeres e capacidade para até 22 milhões pessoas por ano) está 92% concluída, dos pátios de aeronaves (com 3,5 mil m² e 37 novas posições), 97%, edifício-garagem (4 mil), 95%, adequações nas
pistas de pousos e taxiamento, 100%. A Anac fala em pouco mais de 90% de conclusão das obras, de forma geral. Obras interditadas O píer A do novo terminal do Aeroporto de Viracopos, previsto para ser utilizado pelas seleções e autoridades durante a Copa do Mundo, também teve as obras parcialmente interditadas na sexta-feira (9) pelo Centro de Referência em
Saúde do Trabalhador (Cerest). O órgão apontou excesso de atividades no mesmo ambiente e risco para os funcionários, segundo a assessoria do Ministério Público do Trabalho (MPT). Sete seleções vão utilizar Viracopos para os
deslocamentos entre as cidades-sede. Apesar de admitir "pequeno" atraso nas obras, a concessionária garantiu o uso da nova estrutura durante o Mundial. Para solicitar a desinterdição das atividades, o consórcio responsável pelas obras deve regularizar as questões
apontadas pelos fiscais e formalizar o pedido de desinterdição ao Cerest. Por meio de nota, o Consórcio Construtor de Viracopos (CCV), disse que "todas as adequações necessárias serão imediatamente efetuadas". Ainda de acordo com
as empresas responsáveis pela construção, todas as normas de segurança exigidas pelas leis são cumpridas.
11/05/2014 17h00 Passageiros também estavam confusos devido à falta de sinalização. Tatiana Santiago Do G1 São Paulo Inspirado em modelos asiáticos, o novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, foi inaugurado na madrugada deste domingo (11) com velhos problemas já conhecidos pelos
brasileiros. Goteiras, falta de água nos banheiros e ausência de sinalização foram as principais falhas identificadas pela reportagem do G1 e apontadas pelos passageiros. Em nota, a concessionária GRU Airport disse que "está registrando todos itens apontados pelos passageiros e tomando todas as providências necessárias, o mais rápido possível". A administração ressaltou o tamanho do novo terminal,
que acaba de iniciar as operações com o desembarque de 1,4 mil passageiros nesta manhã, e afirma que, por isso, ele está "sujeito a ajustes como qualquer obra desse porte". Em uma esteira fora de funcionamento, o agente de turismo Claudenir de Carvalho, de 55 anos, disse ter aprovado o projeto, mas encontrado pendências. “É uma coisa típica do Brasil, inaugurar obras não acabadas”, disse. turismo, em uma esteira fora de funcionamento no Terminal 3 de Cumbica (Foto: Tatiana Santiago/G1) “Eu achei que o terminal é bom, mas nesse momento há muito o que fazer. Cheguei com um grupo e não havia uma placa indicativa de embarque. É preciso cuidar dessa logística”, afirmou o agente, enquanto andava na esteira rolante
desligada. Inauguração no prazo final O novo terminal foi entregue no último dia do prazo para conclusão de obras previstas no primeiro ciclo da concessão. Caberá a técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) avaliar se todos itens previstos em contrato foram
cumpridos, sob risco de multa. Nesta manhã, técnicos vistoriaram o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), que também tinha obras que deveriam ser entregues neste domingo. Entretanto, parte dos trabalhos foram interditados em Campinas por causa de risco aos trabalhadores. Com obras atrasadas, a concessionária Aeroportos Brasil pode receber multa de R$ 170 milhões e mais R$ 1,7 milhão por dia de
atraso, de acordo com o resultado da vistoria. Cumbica. (Foto: Tatiana Santiago/G1) Pendências em Cumbica Em Cumbica, o Terminal 3 foi construído durante um ano e nove meses de obras. Ele será exclusivo para voos internacionais e vai dar ao aeroporto a possibilidade de receber mais 12 milhões de passageiros por ano. Apesar do projeto
moderno, com 27 esteiras, 350 câmeras de segurança e mais de 100 lojas, o novo espaço recebeu críticas por falhas de funcionamento. A primeira dificuldade encontrada pelos usuários foi a falta de placas de sinalização. Quem deixava o carro no edifício garagem, anexo ao terminal, não sabia qual era o andar do embargue ou desembarque. O mesmo problema foi detectado no primeiro piso, conhecido como a área de desembarque dos passageiros. Faltam placas de indicação para os banheiros masculinos e femininos. Além disso, quem usou os toaletes neste domingo não
conseguiu lavar as mãos, já que não havia água disponível nas torneiras. Os secadores de mãos automáticos também estavam desativados. terminal (Foto: Tatiana Santiago/G1) A água que fazia falta em um local, sobrava em outros e provocava transtornos. Goteiras estão espalhadas pelo novo terminal e cones foram colocados no chão para indicar que o piso estava molhado. “Eu acho que capricharam muito em algumas coisas e deixaram a desejar em outras, como a falta d’água. Também faltam bancos nas áreas externas”, reclamou uma funcionaria terceirizada do aeroporto, que preferiu não se identificar
com medo de retaliações de 55 anos, agente de turismo Novo conceito A GRU Airport afirma que a distribuição das estruturas para os passageiros têm como foco privilegiar os deslocamentos, deixando corredores livres antes da "área restrita", área antes dos raios-X de inspeção de segurança. Por isso, não há bancos no saguão de passagem nem tomadas para os usuários. Também neste domingo, esteiras rolantes, que ligam o terminal à garagem, estavam desligadas e os passageiros eram obrigados a empurrar as malas. Passageiros também enfrentavam problemas de comunicação com a telefonia celular e conexão de internet de algumas operadoras, como a Vivo e a Claro que apresentavam frequentes oscilações de sinal.
10/05/2014 20h08 Segundo equipes de socorro, piloto teve apenas ferimentos nas mãos. (Foto: Reprodução / RPCTV) Um avião monomotor de prefixo PT-FNI fez um pouso de emergência, na tarde deste sábado (10), no meio de uma plantação de milho em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O incidente foi próximo a um aeroporto particular da cidade, para
onde a aeronave se dirigia. Testemunhas disseram ter visto o avião particular voando baixo e fazendo um barulho diferente do habitual. Apesar da manobra perigosa, o piloto conseguiu aterrissar o avião, que ficou danificado e, até as 19h30 deste sábado, ainda
não tinha sido retirado do local. Até a publicação desta reportagem a Força Aérea de Foz do Iguaçu ainda não havia informado qual foi o motivo que levou o piloto a forçar o pouso. Segundo equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o piloto teve apenas ferimentos leves nas mãos e foi liberado.
10/05/2014 16h07 Paulo Piau terá reunião com ministro e representantes da Anac. Do G1 Triângulo Mineiro aeroporto (Foto: Reprodução/TV Integração) O prefeito de Uberaba, Paulo Piau, fez reunião nesta sexta-feira (9) para discutir a situação de voos na cidade. O superintendente da Infraero no município, Luiz Antônio Rodrigues Enéas, o gerente de Operações do Aeroporto Mário
de Almeida Franco, Lélio Balbo, e o deputado estadual, Tony Carlos, participaram do encontro. Durante a reunião, Luiz Antônio repassou ao prefeito dados e informações sobre a demanda de voos da cidade. O encontro aconteceu após a
Azul Linhas Aéreas suspender os voos diretos de Uberaba para Belo Horizonte. Em nota, divulgada na última terça-feira (6), a companhia aérea informou que "devido restrições da Infraero de Confins, as novas operações da companhia em Belo Horizonte, que incluem frequências para Uberaba serão adiadas. A nova
data de início ainda depende da aprovação da administração de Confins para as novas operações solicitadas. Dessa forma, a companhia continuará a atender o mercado de Uberaba, com voos diários a partir de Campinas". De acordo com o prefeito Paulo Piau, a reunião foi bastante informativa no que tange a real condição do aeroporto de Uberaba. “Mesmo com o preço da passagem maior, os voos estão lotados, com a taxa de ocupação acima de 80%, e essa
é a informação mais importante. Vamos realizar uma visita na Azul Linhas Aéreas para questionar qual a razão de ter retirado voos de Uberaba", declarou Paulo Piau. Companhia aérea reduz frequência de voos entre Araxá e Belo Horizonte O chefe do Executivo afirmou, ainda, que irá se encontrar com representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco. "Vamos a Brasília tanto em
visita ao ministro Moreira Franco, quanto na Anac, para cobrar uma postura de governo. (...) Entendemos que as empresas tem que ter viabilidade, mas elas não podem ter a liberdade total e absoluta de fazer o que querem. Nosso país
tem governo e ele tem que agir em função de facilitar a vida das pessoas. O que vemos hoje é que estão dificultando a vida dos uberabenses e daqueles que se relacionam com a nossa cidade”, ressaltou o prefeito de Uberaba, Paulo
Piau. Ao G1, a assessoria de imprensa da Azul Linhas Aéreas informou que a empresa não vai se pronunciar sobre as declarações dadas pelo prefeito Paulo Piau.
10/05/2014 15h54 Terminal terá 27 esteiras rolantes e conceito inspirado na Ásia e Europa. O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, vai ganhar um novo terminal de passageiros neste domingo (11). Inspirado em modernos aeroportos asiáticos e europeus, o Terminal 3 será dedicado a voos internacionais. A nova
área é maior do que a somada de todos os outros terminais já em operação. Com 192 mil metros quadrados, o Terminal 3 terá 27 esteiras rolantes e mais de 350 câmeras com capacidade de fazer reconhecimento facial e auxiliar a identificar quem frequenta aeroportos para roubar passageiros. O primeiro voo a ser recebido no espaço está previsto para 4h55. Passageiros vindos de Lisboa vão inaugurar o terminal. A área será entregue após um ano e nove meses de obras. A capacidade estimada é de 12 milhões de pessoas por
ano. Estrutura No embarque, depois de deixar o carro no estacionamento, é só seguir pelas esteiras. São vinte e sete. Uma delas leva ao saguão principal, que tem 90 guichês de embarque informatizados e controle de fluxo de passageiros. Toda a água de chuva será utilizada e haverá reuso da água que circula pelo aeroporto. Neste sábado (10), muitos funcionários ainda acertavam os últimos detalhes: construção do jardim suspenso e a limpeza de áreas de acesso.
09/05/2014 14h32 Tripulantes não se feriram e comemoraram ao sair da aeronave; assista. Um avião bimotor fez um pouso forçado na manhã desta sexta-feira (9) no aeroporto de Jataí, sudoeste de Goiás. Segundo o piloto Carlos Fernando de Faria, a aeronave apresentou um defeito no trem de pouso pouco antes da
aterrissagem e precisou descer de barriga na pista (veja vídeo). Ele e mais duas pessoas que estavam na aeronave não se feriram. Para evitar que o avião pudesse pegar fogo durante a manobra, o piloto ficou sobrevoando a cidade por cerca de três horas para gastar todo o combustível. A pista também foi molhada com uma espuma especial para minimizar os riscos
de faíscas e explosões. (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) De acordo com o piloto, a manobra foi a última alternativa possível. “Nós arremetemos porque o trem de pouso não estava abaixado. Fizemos de tudo e chegamos a conclusão que o pouso seria de barriga”, disse o piloto. Logo após a aterrissagem, os tripulantes saíram rapidamente da aeronave, comemorando o sucesso do pouso. O proprietário do avião, que estava a bordo, teve uma queda de pressão após o pouso e foi atendido ainda na pista do
aeroporto e, segundo o Corpo de Bombeiros, passa bem. O G1 entrou em contato com a assessoria do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e aguarda retorno para saber se as causas do incidente já começaram a ser investigadas.
11/05 às 17h00 Duas pessoas morreram na queda de um avião de instrução no final da tarde de sábado (11) em Cachoeira do Sul, na região central do Rio Grande do Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave pertencia à Aviação Agrícola Santos
Dumont. O avião caiu na localidade de Três Vendas, em uma propriedade rural às margens da BR-153, por volta das 17h30. Morreram o instrutor Mateus Dias San Martin, 38 anos, e o aluno Denio Darlan Bianchini da Silva, 26 anos. O primeiro
era natural de Cachoeira e o segundo de São Francisco do Sul. de um avião de instrução De acordo com os bombeiros, moradores relataram que ouviram um barulho estranho vindo da aeronave e perceberam que ela estava com dificuldade. O avião caiu de ponta no chão e os dois ocupantes morreram na hora. Em janeiro, outra aeronave da mesma empresa caiu e causou duas mortes também durante uma aula de instrução em Cachoeira. Morreram na queda o instrutor de voo catarinense Arthur Panseira Demétrio, 22 anos, e o aluno paulista Darlan
Kabata dos Santos, 31 anos. O caso ganhou repercussão porque, menos de dois meses antes do acidente, Arthur pediu a namorada em casamento durante um voo, após três anos de namoro. O vídeo foi postado no YouTube e tinha quase 1 milhão de visualizações até
este domingo.
10/05/2014 às 10h44 As companhias GOL e TAM estão com ótimas promoções de passagens aéreas nacionais para quem pretende jiajar em julho. Os preços promocionais das duas companhias são válidos para compras realizadas até as 6h desta segunda-feira
(12). Segundo levantamento do site Melhores Destinos, há passagens a partir de R$ 87 entre Goiânia e Ribeirão Preto ou vice-versa e várias outras passagens baratas por todo o país. Outros trechos com preços em conta são de Curitiba a Campinas por R$ 96, Londrina a Curitiba por R$ 98, Londrina a São Paulo (GRU) por R$ 158, Salvador a Aracaju ou Recife por R$ 100, São Paulo a Navegantes por R$ 108, Rio a
Vitória por R$ 111, Teresina a São Luís por R$ 111, Belém a Macapá por R$ 116 e Rio a São Paulo por R$ 119. Todos os valores referem-se aos trechos de ida e volta. De acordo com as regras da GOL, as promoções valem para voar de 30/05/2014 até 31/07/2014, exceto no período de 18 a 23/06/2014. Para aproveitar a promoção é necessário permanecer pelo menos três dias ou um sábado no destino
escolhido. Já a promoção da TAM vale para voos de 24/05/2014 a 15/07/2014. Também com permanência mínima de três dias no destino.

Única com voo internacional regular, TAP teria que operar em área antiga.


Celulares não tinham sinal na nova área do aeroporto em Guarulhos.



Claudenir de Carvalho,
Incidente aconteceu em neste sábado (10), Foz do Iguaçu, no oeste.
Do G1 PR

Reunião acontece após a Azul suspender voos diretos de Uberaba para BH.

Nova área para voos internacionais será inaugurada domingo (11).
Do G1 São Paulo
Piloto sobrevoou a cidade de Jataí durante 3 horas antes de aterrissar.
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera


Os preços promocionais das duas companhias são válidos para compras realizadas até as 6h desta segunda-feira
Portal JH

11/05/2014 08:21
Sem a conclusão das obras da pista de pouso e do pátio de aeronaves, além do terminal de passageiros, as empresas tiveram que limitar os pedidos.
Pedro Rocha Franco o espaço disponível para aviões (de 113 mil para 369 mil metros quadrados), deve ser entregue em 31 de maio A limitação da capacidade operacional de Confins impediu às companhias aéreas de solicitar novos voos durante a Copa do Mundo. Sem a conclusão das obras da pista de pouso e do pátio de aeronaves, além do terminal de passageiros,
as empresas tiveram que limitar os pedidos. Até porque o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo dos Guaranys, em declarações à imprensa, havia ressaltado que a liberação de slots seria feita de acordo com o
limite operacional de cada aeroporto. Em Confins, por exemplo, a Azul tentou criar novas rotas para o interior do estado mas foi vetada pela agência reguladora. Não à toa, Belo Horizonte foi a cidade-sede em que a criação de voos
extras durante a Copa teve a menor variação percentual (11,4%, considerando Confins e Pampulha), segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). O acréscimo de assentos será de 3,7%, maior apenas que em Curitiba. Saiba mais...
Confins: Das ações previstas para a Copa, só 55% devem ficar prontas Segundo a Infraero, a obra do pátio de aeronaves, que deve mais que triplicar o espaço disponível para aviões (de 113 mil para 369 mil metros quadrados), deve ser entregue em 31 de maio. Mas, no canteiro de obra, operários dizem
que toda a construção dificilmente será entregue na data. Os comentários dão conta de que haverá uma interrupção da obra durante a Copa do Mundo e a retomada somente depois do evento, sendo necessários mais 30 dias para a execução
completa das intervenções. Por contrato, tanto o pátio quanto a pista de pouso deveriam ser concluídos até abril. A Cowan, empresa contratada para o projeto, não retornou às ligações do Estado de Minas e na obra os engenheiros
responsáveis não quiserem falar. A proposta dos órgãos de aviação do governo federal era que o novo pátio de Confins fosse usado para receber aeronaves de outros aeroportos durante a Copa do Mundo. Os passageiros desembarcariam nos terminais de Rio e São Paulo e
os aviões voariam para BH para esperar o próximo voo. O fato de Confins estar em seu limite operacional impede tal alternativa. Antes mesmo do torneio, Confins já não é usado mais como rota alternativa para outros aeroportos
próximos, segundo a Abear. Normalmente, em caso de condições climáticas adversas em Brasília, Rio ou São Paulo, seria possível deslocar os voos para o terminal da Grande BH até o piloto ter teto para descer em seu destino
original. Na pista O atraso maior, no entanto, se dá com a pista. As duas obras fazem parte de um mesmo contrato. Pelo cronograma, a obra deveria ser entregue em fevereiro, apesar de o cronograma ser até
abril. Até fevereiro, só 33,87% dos projetos tinham sido executados. A Infraero já confirmou que a expansão da pista só será finalizada em agosto. O principal entrave para conclusão é a necessidade de interdição de um trecho da
pista para que os 600 metros em construção sejam somados aos 3 mil metros existentes. Isso poderia inclusive forçar o cancelamento dos voos internacionais. Em negociação com as empresas, no entanto, foi acordado que o fechamento
da pista será feito somente durante a madrugada, o que obrigou as empresas a remanejar os horários. Problemas já na decolagem da expansão A adoção de um novo formato de licitação em obras para a Copa do Mundo acabou por retardar o início das obras do terminal provisório do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. Sem um projeto de engenharia em mãos, a
Infraero preferiu licitar a obra por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), modelo proposto pelo governo federal para as construções que visavam o torneio. O problema é que por três vezes houve fracasso nas licitações,
retardando o início das obras em quase um ano. A seleção da empresa deveria se encerrar em outubro de 2012, mas as concorrentes apresentaram propostas muito superiores ao orçamento previsto para a obra. Pelo RDC, o montante disponível é mantido em sigilo. A Infraero estava
disposta a investir R$ 48 milhões, mas as propostas das concorrentes variaram de R$ 79 milhões a R$ 141 milhões, pelo menos 64% acima do teto. Em uma segunda tentativa com as mesmas regras, em dezembro de 2012, três propostas
foram feitas, mas a Infraero pediu desconto de 35% em relação à oferta de R$ 75,38 milhões apresentada por uma das concorrentes. Nada feito. E o certame fracassou de novo. Depois de repetidos insucessos, a Infraero decidiu mudar as regras e diminuir as exigências do projeto. Em maio do ano passado, nova licitação e novo fracasso. Apesar de sete empresas terem solicitado o edital, nenhuma delas
apresentou proposta no dia marcado. Ainda assim, a Infraero mantinha posição firme sobre a construção do terminal que aumentaria a capacidade do aeroporto em 3,9 milhões de passageiros por ano. “O terminal remoto estará pronto
para a Copa de 2014, de forma a atender a demanda prevista”, dizia resposta da Infraero a questionamentos do Estado de Minas. Sem tempo para iniciar a obra, a estatal decidiu contratar a empresa por dispensa de licitação. Assim, empresas foram chamadas para apresentar seus valores para executar o projeto. Apesar de concorrentes terem afirmado que com o
valor proposto seria inviável fazer o projeto, Urb Topo e EPC Engenharia aceitaram executar a obra por R$ 22,32 milhões, tendo que simultaneamente executar o projeto de engenharia. As obras do terminal provisório estavam previstas para iniciar em agosto de 2013, mas foram começar de fato 63 dias depois. Primeiro, houve um retardo de 30 dias devido à necessidade de os funcionários passarem por um treinamento
para executar as obras. O curso era obrigatório devido à proximidade com a torre de controle. Depois disso, as chuvas de fim de ano atrasaram em mais 33 dias. Com isso, a obra prevista para ser concluída em março será entregue
somente no próximo dia 31. Exatos dois meses depois. Teste Segundo balanço da empresa Urb topo, 88% do orçamento foi executado. Mas, segundo o gerente comercial, Henrique Abreu, “o pagamento só é feito depois da conclusão do projeto. É pago 100% ou nada”, diz ele. A obra civil está
quase pronta, faltando arremates e a limpeza. No mais, falta fazer a instalação de equipamentos e a montagem dos móveis. Os objetos já estão na obra. No dia 20, está prevista uma vistoria da Agência Nacional de Aviação Civil
(Anac). Será testado o funcionamento da operação. Novas intervenções podem ser feitas depois caso a agência reguladora indique a necessidade. Apesar da conclusão, ele não será usado para receber passageiros de voos comerciais. A nova unidade será exclusiva para atender a voos executivos internacionais. A entrega prevista para ser feita duas semanas antes do início do
evento esportivo, inviabiliza a operação efetiva. Com isso, o gargalo do terminal de passageiros principal permanecerá mesmo com as obras.
A Crítica de Campo Grande - MS Segunda, 12 de Maio de 2014 - 07:05 Capital está nos planos de contingência No mês que vem, o campo-grandense poderá se deparar com vários aviões de companhias aéreas de outros países, ou de um volume muito maior de aeronaves no Aeroporto Internacional de Campo Grande, ao passar pela Avenida Duque de
Caxias, conforme reportagem na edição de hoje do jornal Correio do Estado. Durante a Copa do Mundo, que começa exatamente daqui a um mês, o pátio do aeroporto da Capital será uma espécie de “estacionamento” de aviões utilizados para o transporte de equipes e de turistas entre as várias subsedes. Desde 2012, o aeroporto está no Plano de Contingência da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para a Copa do Mundo. O plano consiste na utilização das posições ociosas do pátio para receber aeronaves
vazias, sobretudo aquelas que atendem voos fretados, e da aviação executiva, no caso de superlotação de pátios das cidades-sede, como Cuiabá (MT), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Brasília (DF). Assim, no caso de superlotação do pátio do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande (MT), e que atende Cuiabá, os aviões desembarcariam seus passageiros na capital de Mato Grosso, e decolariam rumo a Campo Grande, onde ficariam
estacionados à espera dos turistas ou jogadores que desembarcaram para os jogos no estado vizinho.
12.05.2014 novo voo da Gol sejam de cearenses FOTO: MIGUEL PORTELA A argentina larga na frente no "confronto" com o Ceará com relação ao número de turistas cearenses que visitarão Buenos Aires nos próximos meses, em comparação ao número de portenhos que virão ao Estado, incluindo até mesmo os
meses da Copa do Mundo, que começa em junho próximo. Até julho, a perspectiva é que 60% dos passageiros do novo voo da Gol, direto, de ida e volta de Fortaleza e Buenos Aires, sejam de cearenses de 40% de argentinos. A projeção é do gerente comercial da Gol, Fábio Mader, segundo quem a virada do jogo só deverá ocorrer a partir de agosto e setembro quando acaba o frio e a neve no Sul, fatores de grande atração para os países ao sul da América
Latina. "A partir de setembro, serão os argentinos, em maior número, que virão para o Ceará", acrescenta o gerente comercial do hotel Villa Mayor, em Fortaleza, José Ribamar Silva. Mas para isso, reconhece Ribamar Silva, "teremos que fazer um trabalho forte (de divulgação do destino Ceará) com os operadores de turismo da Argentina". Trabalho que, segundo ele já começa esta semana, a partir de um workshop que
estará se realizando em Buenos Aires, entre agentes de viagens portenhos e gerentes de hotéis de Fortaleza, Cascavel, Aquiraz, Beberibe, Aracati e Jericoacoara. "Temos que aproveitar o período de setembro a fevereiro", diz
Ribamar. O grupo, formado por representantes de 14 hotéis do Ceará, passará essa semana inteira apresentando os atrativos, as belezas naturais e os serviços turísticos disponíveis no Ceará e negociando pacotes. Neste momento, o
voo direto da Gol para Fortaleza apresenta-se como um incentivo a mais, a pesar de custar mais caro voar de Buenos Aires para cá, do que o inverso. Repórter*

Fonte: Correio do Estado

Cearenses são maioria no voo

*O repórter viajou a convite da Secretaria de Turismo do Ceará
Air Canada terá voo direto entre Toronto e Rio A Air Canada começará a operar um voo direto entre Toronto e o Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro. Na nova rota será utilizado um Boeing 767-300ER, com 24 assentos em classe executiva e 187 na econômica. A companhia está atenta
ao aumento da demanda em turismo de lazer e negócios, além dos Jogos 2016. Atualmente, a aérea mantém operação diária para São Paulo. O movimento de passageiros para o Brasil está acima da média mundial da Air Canada. No mês passado, a linha Toronto-São Paulo registrou 89,3% de ocupação, superando a média global, que foi de 83,3%. Para o período da Copa 2014, há
sete voos extras ida e volta programados para datas distribuídas durante o período do Mundial.
Lia Bianchini
12/5/2014 07:47:00 DURBAN (ÁFRICA DO SUL) - O fim dos voos diretos da South African Airways (SAA) entre Buenos Aires e Johanesburgo, efetivado no primeiro trimestre deste ano, não afetou o mercado e a operação da
companhia aérea na América do Sul, segundo seu diretor de Vendas, Altamiro Médici. De acordo com o executivo, os resultados na região continuam praticamente os mesmos, pela facilidade de fazer a rota da capital argentina para GRU,
único aeroporto que faz a rota do continente com o país africano. “Os voos diretos da Argentina já não eram diários, portanto, a conexão entre Buenos Aires e São Paulo já era muitas vezes requerida”, explica Médici. “Temos parceria com Tam, Gol, Aerolíneas e Qatar, que fazem a rota com
frequência e facilitam o público vindo da capital argentina, além de uma negociação em andamento com a Turkish”, completa, mencionando que o Brasil representa 75% de seu mercado, seguido pelo país vizinho com 15%. Por outro lado, a SAA tem visto uma maior procura de passageiros decolando do aeroporto brasileiro. Ainda que 2014 seja um ano delicado para o destino devido à Copa do Mundo, “com previsão de queda de 40% a 50% no número de
passageiros em junho e julho”, a aérea deve acrescentar neste ano mais uma rota às 11 já existentes. A inclusão vem de acordo com a demanda de turistas, que aumenta a partir de dezembro. “Estamos perto de anunciar o acréscimo de mais um voo aos sete diários e quatro semanais que já temos partindo de GRU”, afirma o executivo. “O voo virá para atender a alta demanda que terá a temporada de dezembro a março, mas essa
12ª frequência será definitiva e, em médio prazo, a proposta é ter dois voos diários”, completa. Viagens de incentivo Não é só Copa do Mundo que gerou a alta da procura pela África do Sul como destino turístico. Apesar do evento ter causado impacto no número de visitantes internacionais, que continua em curva ascendente, há outros fatores pelo
crescimento da demanda. Um deles, segundo Médici, é a procura das empresas pelo destino para viagens de incentivo. “De 2013 para cá, aproximadamente 50 companhias brasileiras levaram grandes grupos para a África do Sul para viagens de incentivo. Isso explodiu no País recentemente, pois o setor corporativo está preferindo premiar com viagens do
que com dinheiro”, diz o dirigente. “Grandes empresas de diversos setores como Petrobrás, Honda, Itaú, Todeschini, Sulamérica Seguros, L’oreal e Shell voaram conosco, mas isso só para citar algumas”. O programa “Explore África do Sul”, para capacitação do trade, acrescido a famtrips, press trips, anúncios e feiras, também faz parte da estratégia da SAA para competir com destinos já consolidado no gosto dos brasileiros, como
Estados Unidos e Europa. Este ano, a aérea terá um dos estandes da South African Tourism na Abav.
PANROTAS viaja à Indaba a convite da South African Tourism e com seguro GTA Rodrigo Vieira
11/5/2014 02:47:00 BUENOS AIRES - A Gol iniciou ontem (10) as operações na rota entre Fortaleza e Buenos Aires, a primeira a ligar a cidade nordestina à capital argentina sem escalas e conexões. O Boeing 737-800
que realizou o voo inaugural partiu do aeroporto cearense com ocupação de 65% e a expectativa da companhia é que este número cresça e atinja a média de seus demais voos ligando o Brasil ao país vizinho, que atualmente é de 78%.
A escolha de Fortaleza como primeira ligação direta entre o Nordeste e a Argentina se deu, principalmente, pela redução da alíquota do ICMS sobre o combustível de aviação, imposta pelo governo estadual, que caiu de 30% para 12%.
“Com a redução do imposto, vimos uma possibilidade de incluir uma operação que atende a nossa estratégia e modelo econômico de baixo custo e atender a mercados promissores como é o argentino e o cearense”, destacou o diretor
comercial da Gol, Fábio Mader, afirmando que a Copa do Mundo não teve influência na abertura da rota. "Baseamos nossa iniciativa em resultados que podemos obter a longo prazo e, especificamente nesta rota, não esperamos variação
do fluxo normal de passageiros durante a Copa", completou. Segundo o secretário de Turismo do Ceará, Bismarck Maia, a criação de rotas internacionais a partir do Estado é fruto de um trabalho para incrementar o turismo cearense e gerar maior demanda de visitantes durante o ano inteiro.
Além do voo inaugurado pela Gol, o Aeroporto Pinto Martins receberá um novo voo da Tam, que ligará Fortaleza a Miami uma vez por semana, além de uma frequência semanal da Avianca para Bogotá, que será operada a partir de 16 de
agosto. “Com os investimentos em infraestrutura e sustentabilidade, criamos condições não só para atrair novos voos, mas também para mantê-los e perpetuá-los. O próximo passo agora é consolidar estas rotas para em breve estudarmos o
aumento das frequências”, disse Maia. Fortaleza passou a ser a oitava cidade brasileira com voo direto da Gol para Buenos Aires. Atualmente a aérea conta com 77 ligações semanais entre as duas nações.
O Portal PANROTAS viaja a Buenos Aires a convite da Gol e da Secretaria de Turismo do Ceará Rafael Carreira


