O Estado de S.Paulo
Greve em Cumbica atrasa entrega de malas em até 3h
Boeing que ia virar sucata tem novo destino e agora é hotel de luxo
EasyJet vai usar drones para vistoriar frota de aviões
Concessionária de Viracopos admite atraso em obras para a Copa
Airbus espera aval de segurança para A350 até setembro, diz regulador
Avião que ia de Brasília a Lisboa bate em ave e tem de retornar após 17 minutos
O Globo
Aeroportos do Rio são mal avaliados em pesquisa
Companhia aérea suíça abre vaga para emprego dos sonhos
O Dia Online -RJ
Valor do embarque no Aeroporto Tom Jobim sobe 3,67%
Valor Econômico
Viracopos terá multa por atraso em obras
Correio do Povo - RS
Sistema antineblina deve ser liberado uma semana antes da Copa
Tribuna do Norte - RN
Aeroporto de São Gonçalo do Amarante está 99% concluído
Diário de Pernambuco
Embraer e BNDES lançam fundo para setor aeroespacial
Estado de Minas
Taxa de embarque dispara em Confins após formalização de contrato de concessão
A Crítica de Campo Grande - MS
Aeroportos passam em teste para a Copa do Mundo
Gazeta Online - ES
Obra do Aeroporto fica parada, e prejuízo cresce
Espírito Santo Hoje
TCU determina nova licitação para o reinício das obras do aeroporto de Vitória
Correio Braziliense
Passagens aéreas pressionam inflação na primeira semana de maio
Jornal de Turismo
TAM economiza combustível com lavagem de motores
Mercado&Eventos
Aviação regional: municípios de Mato Grosso do Sul serão beneficiados
Gol apresenta nova coleção de uniformes
Panrotas
Air Canada confirma Rio-Toronto para dezembro
Novo aeroporto de Abu Dhabi será aberto em 17/7/2017
Portal UOL
Teste de avião novo tem maratona de 5 dias que desliga até motor nos voos
Quinta-feira, 8 de maio de 2014
Greve em Cumbica atrasa entrega de malas em até 3h Auxílio. Funcionários da Gol foram deslocados da função para retirar malas das esteiras A greve dos funcionários da Swissport, empresa responsável por transportar malas de aviões até esteiras nas salas de desembarque, afetou ontem as operações do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. Passageiros esperaram
até três horas para retirar bagagens e, até as 23h, 73 voos da Gol atrasaram. A concessionária GRU Airport não informou ontem o índice de decolagens e pousos fora do horário. A paralisação começou a 0h de ontem e foi encerrada, de acordo com o Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos (Sindgru), por volta das 19h. Os funcionários da Swissport cruzaram os braços contra a proposta de uma nova jornada de
trabalho, que passaria de seis para oito horas diárias. Hoje, será realizada audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O desembarque internacional no Terminal 2 foi um dos mais afetados pela falta de funcionários para retirar bagagens e colocá-las nas esteiras. Edinei Rodrigues, de 39 anos, motorista de uma locadora, aguardava turistas que vinham de Lima e haviam pousado às 15h30. Às 18h30, eles ainda não tinham saído da área de desembarque. “Geralmente, aguardo 40 minutos, no máximo.
Hoje, estou aqui há três horas, e o painel informa que o avião já pousou”, afirmou. O aposentado português Sérgio Gelanga, de 63 anos, disse que esperava a mulher, que vinha de Lisboa, desde as 16h25. “Tentei falar com o supervisor da TAP e me disseram que o problema não era deles”, afirmou Gelanga. Ele também se
queixou pelo fato de o voo ter desaparecido do painel de informações. Até as 19h, o aposentado não havia encontrado a mulher. O casal Marco Antônio Pereira Cardoso, de 60 anos, e Regina Cardoso, de 56, chegou de Montevidéu às 16h30, mas só as 18h30 eles conseguiram deixar a área de desembarque. “O voo atrasou apenas 15 minutos no Uruguai, mas demoramos
para sair do avião aqui e esperamos mais de uma hora pelas malas”, reclamou Regina. Eles tiveram de correr para não perder uma conexão. Reivindicação. O Sindgru informou que 1,2 mil funcionários da Swissport participaram da greve de ontem e, segundo a empresa, cerca de 40% dos trabalhadores mantiveram as atividades. A Swissport
é uma empresa terceirizada e presta serviços para companhias aéreas, como a Gol. A TAM, por sua vez, tem funcionários próprios para realizar o serviço. A Gol foi umas das empresas mais afetadas pela greve. A companhia informou que teve de reforçar o número de colaboradores próprios por turno para dar fluxo à retirada de bagagens das aeronaves. Na área de desembarque doméstico,
era possível ver funcionários com o uniforme da Gol colocando malas nas esteiras. A GRU Airport, em nota, informou que manteve contato com as companhias para “auxiliar no plano de ação e minimizar os impactos na restituição de bagagens”, sem dar detalhes sobre as medidas adotadas. Disputa. O presidente do Sindgru, Orisson Mello, disse que, após quatro horas de negociação, houve um acordo com a Swissport para suspender a paralisação, mas, até as 23h, havia reflexos nas
operações do aeroporto. “A empresa voltou atrás e vai manter as seis horas por dia”, afirmou. A Swissport, no entanto, informou que as decisões sobre o impasse serão tomadas na audiência no TRT.
07 de maio de 2014 | 17h 32 Jéssica Kruckenfellner, especial para o Estadão SÃO PAULO - O resort Costa Verde, localizado à beira do Parque Nacional Manuel Antonia, na Costa Rica, resgatou um Boeing 727 de 1965 e transformou o avião que iria virar sucata em uma suíte de
luxo. O valor para uma semana de estadia custa o equivalente a R$ 7.935,27, tanto quanto um quarto no hotel Ritz de Londres. A estrutura de 15 metros construída para receber o avião foi construída na floresta tropical da Costa Rica. Quem se hospedar lá, além de aproveitar o conforto do hotel, pode brincar de piloto. O hotel oferece aos hóspedes dois quartos e duas suítes que incluem copa, TV de tela plana e um terraço com vista para o mar, construído na asa do avião. El Avión. Antes de parar de voar e virar hotel, o antigo Boeing rodou o mundo com as cores da companhia colombiana Avianca Airlines, segundo reportagem do jornal inglês Daily Mail. Quem não quiser desembolsar quase R$ 8 mil por uma semana de estadia pode optar por diárias a partir de R$ 1.133,61 no antigo avião. Essa não é a primeira vez que o resort usa aviões antigos. Um C-123 Fairchild foi convertido em pub e abriga o restaurante 'El Avión', no mesmo local.
Quinta-feira, 8 de maio de 2014 Útil. Drones foram desenvolvidos pela própria empresa A empresa aérea britânica EasyJet comunicou que será a primeira companhia a usar drones de controle remoto para inspecionar aviões em solo como parte de seu mais recente movimento para melhorar a eficiência de seus voos e cortar
custos. Em sua sede em Luton, na Inglaterra, a EasyJet mostrou ontem um drone cujo tamanho era pouco maior que uma bola de futebol e era impulsionado por seis rotores. Na demonstração, o aparelho voou ao redor das asas de um dos seus
aviões. Os drones estão sendo desenvolvidos pela própria empresa e podem entrar em operação já no próximo ano. A companhia aérea, conhecida por seus voos de baixo custo, disse que os drones podem reduzir a duração de inspeções de sua frota de aeronaves A319 e A320, enviando informes aos engenheiros sobre qualquer dano que necessite de uma
inspeção mais detalhada ou trabalho de manutenção. Segundo a empresa, com a novidade, aviões que tenham sido atingidos por um raio, por exemplo, reduziriam seu tempo de inspeção de mais de um dia para apenas algumas horas. Isso colocaria a aeronave de volta aos céus mais rápido,
reduzindo o tempo de manutenção e economizando custos. Os drones, que podem estar operando no próximo ano, são apenas uma das tecnologias que a empresa tem avaliado. Sete de cada mil embarques da EasyJet são afetados por problemas técnicos, disse o diretor de engenharia da EasyJet, Ian Davies. Ele quer cortar esse número para zero até 2020. A EasyJet disse, por exemplo, que cada falha que leva ao atraso de uma noite em um voo pode custar à empresa cerca de 15 mil libras (US$ 25,5 mil), já que a empresa tem de pagar hotel para os passageiros. Popularização. Drones já são utilizados para muitas atividades de inspeção, como na agricultura, onde vistoriam plantações. No Brasil, onde também são chamados de VANTs (veículos aéreos
não-tripulados), já há mais de 200 drones sobrevoando as lavouras brasileiras. Equipados com câmeras sofisticadas, com sensores infravermelhos, podem fazer um “raio X” da planta, detectando pragas e doenças. Em outro exemplo, um quarto dos 160 mil hectares de área plantada da produtora de celulose Eldorado Brasil é sobrevoado por drones. O monitoramento de linhas de transmissão elétrica é outra tarefa que vem sendo realizada por drones em muitos países. No Brasil, onde o uso dos drones ainda não foi regulamentado, a inspeção das linhas é feita com helicópteros, ao
custo de R$ 3 mil a hora de voo.
Paralisação de carregadores afetou operações e 73 voos da Gol chegaram e partiram fora do horário; audiência será hoje no TRT
Mônica Reolom

Resort da Costa Rica reformou avião para receber hóspedes em quartos e sútes com vista para o mar em varandas sobre as asas

Equipamento poderá economizar custos de manutenção para a companhia aérea de baixo custo
Reuters

07 de maio de 2014 | 19h 25
Concessionária de Viracopos admite atraso em obras para a Copa Será concluída no prazo apenas uma das quatro grandes obras que estavam previstas no contrato de concessão do aeroporto, assinado em 2012 com o governo federal Ricardo Brandt - O Estado de S. Paulo CAMPINAS - A concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, admitiu publicamente nesta quarta-feira, 7, que vai conseguir entregar completamente concluída
apenas uma das quatro grandes obras que estavam previstas no contrato de concessão, assinado em fevereiro de 2012, com o governo federal. Em nota, a Aeroportos Brasil Viracopos - formada pela Triunfo Participações, UTC Participações, Infraero e Egis Airport Operation - informou que apenas as adequações da pista de pousos e decolagens e das pistas de taxiamento já
existentes estarão 100% prontas no dia 11 - data estipulada para entrega do novo terminal de passageiros. O novo terminal, que terá capacidade para até 22 milhões de passageiros por ano, está com 92% das obras concluídas. O edifício-garagem com capacidade para 4 mil vagas, outro item contratual, está com 95% da estrutura montada e o
novo pátio de aeronaves (com 37 posições) e as novas pistas para taxiamento de aviões estão com 97% das obras concluídas. Pelo contrato, se a obra não for entregue dentro do prazo, a multa prevista é de R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso. Na próxima semana, técnicos da Secretaria de Aviação Civil devem vistoriar os três primeiros
aeroportos concedidos pelo governo federal em 2012 (Viracopos, Cumbica, em Guarulhos, e JK, em Brasília). Na nota, a concessionária ressalta que "apesar do pequeno atraso nas obras", Viracopos estará preparado para receber as sete delegações da Copa do Mundo que usarão o terminal como base. Conforme o Estado informou, o novo terminal de passageiros funcionará com apenas um terço de sua estrutura durante a Copa. Só os voos das delegações de seleções, de autoridades e da TAP - que opera voos semanais para Portugal -
usarão a estrutura. Voos domésticos da Azul, TAM e Gol serão realizados no antigo terminal. Dos três piers do novo terminal, apenas um estará funcionando, o restante continuará em obras. Oficialmente a concessionária não confirma, mas o grupo negocia com a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC) a
aplicação de multa proporcional ao atraso. O valor da multa e se ela será aplicada só serão divulgados após as vistorias do órgão. Mudança. A transferência das operações das companhias aéreas brasileiras será feita após a Copa, com prazo final até outubro. A concessionária informou que acertou essa mudança com as companhias Azul, TAM e Gol.
07 de maio de 2014 | 16h 01
Airbus espera aval de segurança para A350 até setembro, diz regulador
Reuters PARIS, 7 MAI - A Airbus está a caminho de conquistar o certificado de segurança de seu mais novo jato A350 até "o fim do verão" (que termina em setembro na Europa) conforme o planejamento, disse
o maior regulador de segurança aérea regional nesta quarta-feira. A companhia afirmou que os testes têm sido positivos no novo A350, desenvolvido ao custo estimado de 15 bilhões de dólares e criado para competir com o 787 Dreamliner da Boeing, primeiro avião de passageiros feito de compósitos
carbono do mundo. "Ainda trabalhamos com o final do verão", disse o diretor executivo da Agência Europeia de Segurança de Aviação (Easa, na sigla em inglês), Patrick Ky, à Reuters. A Easa deve certificar a aeronave ao final de agosto ou início de setembro para que a Airbus consiga entregar o A350 a seu primeiro cliente, a Qatar Airways, perto do fim do ano. O A350 e o 787 Dreamliner competem por milhares de vendas projetadas no lucrativo mercado de jatos leves intercontinentais, com acomodações entre 250 e 300 passageiros. As regras de Operação Estendida (Etops) determinam a quantidade de horas de voo necessárias para que aviões possam sair do aeroporto mais próximo. A companhia francesa pediu uma margem de ao menos três horas, equiparando-se à
regra atual adotada pelo 787 Dreamliner. Fontes do regulador europeu afirmam que o plano de certificação da Easa requer 180 minutos de Operação Estendida desde o inicio, mas a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) pode levar alguns
meses a mais para considerar o mesmo nível de autorização. (Reportagem de Tim Hepher; reportagem adicional de Alwyn Scott)
07 de maio de 2014 | 22h 31
Avião que ia de Brasília a Lisboa bate em ave e tem de retornar após 17 minutos Um novo voo sairá de Brasília nesta quinta-feira, ainda sem horário confirmado; ninguém se feriu
O Estado de S. Paulo BRASÍLIA - Um avião da TAP Portugal que ia do Aeroporto de Brasília para Lisboa bateu em um pássaro 17 minutos após decolar e teve de retornar à origem na noite desta quarta-feira, 7. A ave
entrou na turbina e danificou a sua estrutura. A aeronave, que tinha 258 passageiros e 11 tripulantes, havia decolado às 20h08 e, às 20h25, pousou de volta. Ninguém se feriu. A companhia aérea informou que o piloto tomou a atitude por segurança, para evitar um acidente ao cruzar o oceano. Os passageiros que moram em Brasília foram levado para suas residências de táxi, pagos pela empresa. Já aqueles de fora foram levados a um hotel na região do aeroporto e também receberam o transporte, de acordo com as normas da
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O avião foi para a revisão técnica na noite desta quarta. Um novo voo sairá de Brasília nesta quinta-feira, ainda sem horário confirmado.
Quinta-feira 8.5.2014
CONTAGEM REGRESSIVA MARIA ELISA ALVES Comida cara, falta de táxi no desembarque, funcionários pouco cordiais, calor senegalês, limpeza que deixa a desejar: os problemas dos aeroportos cariocas, que todo passageiro já sabe de cor e salteado, foram agora confirmados por
uma pesquisa encomendada pelas autoridades aeroportuárias. O levantamento da Secretaria de Aviação Civil, que ouviu 18 mil pessoas, entre janeiro e março, nos 15 maiores aeroportos brasileiros (14 deles em cidades-sedes da Copa),
mostra que o Santos Dumont e o Tom Jobim estão mal em vários quesitos. O Santos Dumont, por exemplo, amargou o pior resultado na oferta de táxis. O Internacional, por sua vez, ficou no antepenúltimo lugar na cordialidade dos
funcionários do check-in e na pior posição no item conforto térmico. Problema que também aflige o Santos Dumont. No dia em que repórteres do GLOBO estiveram no Santos Dumont, havia um sistema de climatizadores instalado nos saguões com ao menos 12 máquinas funcionando — prova de que os problemas na refrigeração, que custaram no ano passado
uma multa de R$ 250 mil à Infraero, ainda não foram totalmente resolvidos. — Fizeram uma estrutura em forma de abóbada no teto do Santos Dumont, toda translúcida, que gerou um efeito parecido com o de uma estufa. O objetivo era ganhar claridade, mas o resultado foi um ambiente superaquecido, que exige
uma refrigeração absurda — explica o engenheiro mecânico e de segurança Jaques Sherique, conselheiro do Crea-RJ e diretor do Clube de Engenharia. PESQUISA AVALIOU 41 ITENS Entre os 41 itens pesquisados, está também a oferta de caixas eletrônicos e casas de câmbio. O Tom Jobim, onde já foram flagrados aparelhos “chupa-cabra”, que clonam cartões de crédito, instalados por quadrilhas nas máquinas de
saque, ficou entre os piores, com a 12ª colocação. Na classificação total, a segunda maior porta de entrada do país terminou em décimo lugar. Já o Santos Dumont ficou na quinta posição na pesquisa: se perdeu pontos pela pouca
oferta de táxis e pela conexão wi-fi (considerada a 12ª pior entre os 15 aeroportos), angariou a simpatia dos passageiros entrevistados pela limpeza e oferta de banheiros, assim como pela rapidez na restituição da bagagem. Nos
três itens, o aeroporto doméstico ficou em primeiro lugar. E não há salvação nem na hora de sair do Brasil: os cariocas também estão entre os que mais sofrem. Dos 12 aeroportos internacionais avaliados, o Tom Jobim ficou na penúltima colocação nos quesitos “tempo de fila na emigração” e
“atendimento dos funcionários da emigração”. Segundo o ministro Moreira Franco, responsável pela Secretaria de Aviação Civil, os aeroportos vão melhorar: — Todos esses aeroportos, inclusive o Galeão, atenderão plenamente à demanda da Copa do Mundo. O esforço da pesquisa é para colocá-los em outro patamar, do ponto de vista dos usuários. O Tom Jobim vai sofrer uma mudança muito
profunda, assim como outros que foram privatizados já começaram a sofrer. Ele está melhorando e vai melhorar muito mais. Para Moreira Franco, o impacto da pesquisa pode fazer com que o atendimento nos aeroportos seja aperfeiçoado. O fato de um aeroporto ficar em primeiro ou em último lugar, diz o ministro, interfere na autoestima dos seus
funcionários. Ele ressalta ainda que a demora nos processos de imigração dos aeroportos brasileiros já começou a ser enfrentada. Mas ainda não sabe quando as melhorias em vista chegarão ao Tom Jobim. A Infraero, responsável pelos dois aeroportos, limitou-se a informar, em nota, que está analisando “os dados da pesquisa divulgada pela Secretaria de Aviação Civil e, desde já, considera os resultados importantes para aprimorar
ainda mais os processos dos aeroportos Santos Dumont e Galeão”. l
Aeroportos do Rio são mal avaliados em pesquisa
Passageiros destacam velhos problemas nos terminais Tom Jobim e Santos Dumont
CAIO BARRETTO BRISO
NA WEB
ACERVO O GLOBO
bit.ly/1qfFKKf Aeroporto Santos Dumont é
inaugurado em 1936
Quinta-feira 8.5.2014 Quem viaja e conhece a qualidade dos aeroportos de outros países deve pensar que é brincadeira o aumento das tarifas de embarque do Galeão e de Confins. Pior, os dois receberam verbas altíssimas para melhorar, mas, considerando-se
a corrupção que assola este país, teremos de conviver com estes “galpões” por muitos anos.
Dos leitores
ALMIR FONSECA ALONSO RIO
O GLOBO Você prefere um emprego que te prenda na frente do computador o dia inteiro ou um que permita que você viaje o mundo? É com essa pergunta que a companhia aérea suíça Swiss está abrindo uma vaga para o que eles estão chamando de
“emprego dos sonhos”. Por seis meses o “Swiss Explorer” vai viajar o mundo, testando os serviços da companhia aérea e dando dicas de lugares para se visitar. O trabalho inclui tirar fotos, filmar e escrever em blogs e redes
sociais. As inscrições estão abertas até 28 de maio pelo site Swiss Explorer, mas é necessário ser um cidadão suíço ou da União Europeia para participar. É preciso enviar — tudo em inglês — uma carta de motivação, incluindo pretensões
salariais, o currículo, uma foto (selfie!), um diário de viagem e um vídeo, que será votado pelo público. Os três mais votados irão para a final.
08/05/2014 00:00:00 O DIA Rio - Os passageiros que viajarem usando as dependências do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, vão pagar mais pelas taxas de embarque e desembarque. Ontem, foi autorizado pela Agência
Nacional de Aviação Civil (Anac) reajuste de 3,672% sobre os valores das tarifas cobradas pelo serviço no terminal. A partir de setembro, passageiros de voos domésticos vão desembolsar R$ 23,37 e os dos trajetos internacionais
gastarão R$41,40. A autorização do aumento foi publicada ontem do Diário Oficial da União. Além das tarifas do Tom Jobim, a autorização da agência reguladora também corrige os valores cobrados para embarque no Aeroporto de Confins, em Minas Gerais. Recentemente os dois terminais tiveram as administrações repassadas à
iniciativa privada pelo governo federal. Foto: Onofre Veras / Agência O Dia Os valores definidos já consideram a incidência do percentual de 35,9% relativo ao Adicional de Tarifa Aeroportuária, destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). As taxas correspondem aos procedimentos de conexão, pouso,
permanência, armazenagem e capatazia (manuseio de cargas) dentro dos aeroportos. De acordo com a agência, a correção anunciada ontem leva em conta a variação percentual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE), entre outubro de 2013 e março de 2014.
Os reajustes estão previstos nos contratos como mecanismo de atualização monetária e tem como objetivo preservar o equilíbrio econômico-financeiro das empresas estabelecido no contrato de concessão assinado em 2 de abril deste
ano. A tarifa de embarque é a única paga pelos passageiros e tem a finalidade de remunerar a prestação dos serviços, instalações e as facilidades oferecidas pelas concessionária aos viajantes. Transferência de operação A Anac publicou ontem também no Diário Oficial a ordem de serviço para os dois aeroportos, do Rio e de Minas. Segundo a agência, a medida autoriza as concessionárias que vão administrar os dois terminais a começar a fase de
transferência das operações e ampliação dos aeroportos, para adequação da infraestrutura e melhoria do nível de serviço.
08/05/2014 às 05h00 dificuldade para a construção A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) dá como certa a aplicação de multa de até R$ 170 milhões à concessionária que administra o aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP), em uma penalidade inédita no país. A
informação foi antecipada pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, no início da tarde de ontem. O aeroporto, um dos três privatizados em fevereiro de 2012 pela presidente Dilma Rousseff, tem até domingo para entregar a primeira etapa das obras de ampliação exigidas no contrato. A última rodada de fiscalização da Anac, no
entanto, constatou que não é mais factível esperar sua conclusão no prazo estipulado. Hoje, a dúvida da agência não é se haverá penalidades pelo descumprimento, mas de quanto será a multa. "Temos de ser draconianos", disse ao
Valor o presidente da agência, Marcelo Guaranys, que inspecionou pessoalmente as obras no início da semana. "Falta ainda muita coisa." Guaranys reconhece que a obra executada pela concessionária "é impressionante" e constitui "praticamente um novo aeroporto", mas está descartada a possibilidade de afrouxar penalidades por causa da dimensão do empreendimento. O
que está em jogo, segundo ele, é a credibilidade do recém-nascido modelo de concessões no setor. Por isso, o presidente da Anac enfatiza que não se pode admitir tolerância com atrasos e nem se transmitir o sinal equivocado de que
o órgão regulador está disposto a perdoar descumprimentos. De acordo com Guaranys, a concessionária deve chegar à data-limite de 11 de maio com aproximadamente 91% das obras concluídas. As intervenções na pista foram executadas e o pátio de aeronaves ficou pronto, mas ele ainda vê muito a
fazer no terminal de passageiros, que deveria estar "plenamente operacional" até domingo. Apenas parte será inaugurado. A Aeroportos Brasil, que venceu o leilão de Viracopos em 2012 com 159% de ágio sobre o valor mínimo fixado pelo governo, é controlada pela Triunfo Participações e Investimentos (TPI) e pela UTC Participações e tem participação
minoritária da operadora francesa Egis. As obras são executadas pela Constran (da UTC) e pela Construtora Triunfo. A multa pelo descumprimento foi fixada, no contrato de concessão, em até R$ 150 milhões. Como houve apenas atualização monetária, ela pode chegar a R$ 170 milhões. Por se tratar de um fato inédito, a agência tem se dedicado nos
últimos dias a um pente-fino do contrato para identificar o piso da penalidade. Guaranys não quis adiantar valores, mas sinalizou que não serão "pequenos". Além dessa autuação, há multa de até R$ 1,7 milhão por dia adicional de
atraso, a partir de segunda-feira, quando os técnicos da agência começam a quantificar as infrações. Originalmente, o contrato previa a construção de um novo terminal para cinco milhões de passageiros por ano. Mas a concessionária preferiu erguer um terminal para 14 milhões de passageiros. Embora tenha sido um passo além da
exigência contratual, essa obra mais ampla tornou-se compulsória depois que a empresa apresentou seu "plano de ação de infraestrutura", aprovado pela agência e incorporado às obrigações. Guaranys avalia que as obras de Viracopos tinham andamento satisfatório até janeiro, quando os atrasos começaram a surgir. Diante de cobranças da agência, a concessionária procurou transmitir tranquilidade e garantiu que avançaria
nos meses seguintes, mas as preocupações aumentaram em abril. Nas últimas semanas, segundo ele, não houve aceleração das obras a ponto de recuperar o tempo perdido. "É uma pena, estão morrendo na praia, mas o contrato tem de ser
rigorosamente cumprido e executado." Procurada, a concessionária enviou um posicionamento por meio da assessoria de imprensa. Segundo a empresa, os trabalhos de adequações da pista de pousos e decolagens e das pistas de taxiamento existentes, além da área de
segurança do fim da pista, já estão todas concluídas. Estão pendentes o terminal de passageiros (92% de conclusão); edifício garagem com 4 mil vagas (95%); os novos pátios de aeronaves e novas pistas de taxiamento (97%). "Apesar
do pequeno atraso nas obras do novo terminal, o Aeroporto Internacional de Viracopos estará preparado para receber as delegações e autoridades durante a Copa do Mundo", diz a nota enviada. A empresa também defende o legado que o aeroporto trará ao país no futuro e defende que várias melhorias já foram feitas nas operações existentes. O aeroporto chegou a ser considerado pelos passageiros o melhor do país no ano
passado, segundo pesquisa encomendada pelo governo (embora tenha caído depois). A principal diferença de Viracopos com relação aos outros aeroportos (Guarulhos e Brasília), também leiloados em 2012, é a maior complexidade. Não houve problemas financeiros, como aportes ou financiamentos, mas com a
grandiosidade da obra em si. No setor, defende-se que não é apenas uma ampliação, mas um novo aeroporto. Além disso, a concessionária teve de buscar licenças ambientais mais complexas que Guarulhos, por exemplo. O novo terminal receberá um voo comercial da TAP no dia 3 de junho. Essa operação ficará restrita ao píer A, único dos três que estará pronto. Depois disso, atenderá a Copa do Mundo. Cinco delegações chegarão em menos de um mês, a
partir do dia 6 de junho: Costa do Marfim, Japão, Rússia, Argélia e Portugal. Nigéria e Honduras também usarão o aeroporto no Mundial. Ainda operarão no novo terminal Gol e TAM. A operação total ocorrerá somente em outubro, quando
contará com a Azul.
08/05/2014 07:33 Crédito: Vinicius Carvalho / Diário de Canoas / CP Uma equipe de técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciou a vistoria final nas obras de instalação do ILS II – equipamento que vai reduzir em 30% os problemas com visibilidade em função da neblina – no Aeroporto
Salgado Filho. A inspeção termina nesta quinta-feira. A expectativa é que não sejam necessários reparos na estrutura, conforme a Secretaria da Aviação Civil, pasta ligada à Presidência da República. Com isso, é possível que o
funcionamento do aparelho antineblina comece a funcionar na primeira semana de junho, dias antes do início da Copa do Mundo. A primeira partida em Porto Alegre ocorre no dia 15, entre França e Honduras. A partir dos dados recolhidos, os agentes da Anac farão um relatório de liberação do uso do equipamento. Os novos mapas e cartas de navegação também dependem da publicação do relatório, o que ocorre na próxima semana, segundo a
Secretaria da Aviação Civil. A Infraero garante que as obras de instalação foram concluídas e que os testes da Aeronáutica deram resultado positivo. Nos últimos dois anos, o Salgado FIlho ficou fechado para pousos e decolagens por mais de 200 horas. Somente em 2013 foram 120 horas de terminal inoperante. Com o novo equipamento anti-neblina, é possível partir ou aterrissar com
350 metros de visibilidade horizontal e 30 metros de visão vertical. Hoje, a visibilidade precisa ser de 800 metros e o teto, de 60.
Companhia aérea suíça abre vaga para emprego dos sonhos
Selecionado vai viajar o mundo por seis meses, avaliando os serviços da empresa e dando dicas de lugares bacanas

A partir de setembro, taxas domésticas custarão R$ 23,37 e as internacionais, R$ 41,40

Por Daniel Rittner e Fábio Pupo | De Brasília e Campinas

Infraero garantiu que obras no Salgado Filho foram concluídas e que testes deram positivo

07 de Maio de 2014 às 09:38 Com início da fase operacional previsto para 22 de maio, o Aeroporto Internacional de São Gonçalo Amarante, a 40 km de Natal, está 99% pronto. Segundo informações da assessoria de imprensa da Inframerica, consórcio que gere as
obras, restam detalhes de acabamento interno, como ornamentação, pinturas e paisagismo. Em 19 de maio, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vai confirmar a homologação das companhias aéreas que irão operar no local e o fluxo
de voos internacionais e nacionais durante a Copa do Mundo. Início da operação do novo aeroporto está previsto para 22 de maio O investimento no aeroporto chega a R$ 410 milhões. O local terá oito plataformas de embarque e desembarque. Todas têm previsão de estarem entregues no dia 22, para o início das operações. Ainda segundo a Inframerica, o aeroporto
vai comportar uma carga de até 6,2 milhões de passageiros por ano. Obras de acesso Paralelamente às obras no terminal, o governo estadual realiza obras de acesso ao aeroporto. Segundo informações da Secretaria de Copa do Rio Grande do Norte, a previsão de entrega da Via Norte é 22 de maio. O trecho tem 11 km de
extensão, seis deles da BR-406 e mais cinco da rodovia até o aeroporto. A Via Sul, que terá 17 km e passará pelo município de Macaíba, tem previsão de conclusão até junho. Os investimentos nas duas vias são de R$ 76 milhões e
incluem um viaduto que dará acesso ao aeroporto a partir da BR-406. Fonte: Portal da Copa
07/05/2014 10:32 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Desenvolve SP (Agência de Desenvolvimento Paulista), a Finep e a Embraer estão lançando um fundo de investimento para o setor aeroespacial. O Fundo de Investimento
em Participações (FIP) Aeroespacial tem patrimônio inicial de R$ 131,3 milhões, sendo R$ 40 milhões cada de BNDESPar, Embraer e Finep; R$ 10 milhões do Desenvolve-SP e R$ 1,3 milhão aportado pela Portbank, gestora do fundo. Trata-se do primeiro FIP na América Latina voltado para o setor, segundo nota divulgada pela Embraer, nesta quarta-feira (7). O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva aeroespacial, aeronáutica, de defesa e segurança e promover a
integração de sistemas relacionados a esses setores por meio de apoio às pequenas e médias empresas. O fundo, do tipo venture capital, será destinado a empresas inovadoras de pequeno e médio portes (com faturamento bruto de até R$
200 milhões/ano) em todo o território nacional.
Estado de Minas 08/05/2014 07:24 Pedro Rocha Franco A formalização do contrato de concessão dos aeroportos de Confins (Tancredo Neves) e do Galeão (Tom Jobim) já faz pressão no bolso dos passageiros. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou ontem a ordem de serviço dos
contratos firmados no mês passado, o que veio acompanhado de reajuste no valor das tarifas. Com isso, a partir de agosto, quando as concessionárias assumem a administração dos aeroportos, as tarifas de embarque doméstico e
internacional serão 8,34% e 8,43%, respectivamente, mais caras que as dos aeroportos administrados pela Infraero. A tarifas aeroportuárias, que cobrem os procedimentos de conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia dentro
dos aeroportos, também terão alta, de 3,67%. Com o reajuste previsto em contrato, as tarifas em voos domésticos dos aeroportos mineiro e fluminense subirão de R$ 21,57 para R$ 23,37, considerando o percentual de 35,9% relativo ao adicional de tarifa aeroportuária (Ataero),
criado para abastecer o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). Em caso de voo para o exterior, a tarifa sobe de R$ 38,18 para R$ 41,40. Neste caso, incide ainda uma segunda tarifa de US$ 18, recolhida para o Fundo Nacional de
Aviação Civil (Fnac). Além do aumento das tarifas de embarque e aeroportuária, a agência reguladora reajustou o valor da tarifa de conexão, paga pela companhia para os passageiros que fazem conexão. O valor subiu de R$ 7,64 para R$ 7,92 por pessoa. Segundo a agência reguladora, a tarifa de embarque é a paga pelo passageiro com a finalidade de cobrir a prestação dos serviços e o uso das instalações. O reajuste é previsto em contrato como forma de manter o equilíbrio
econômico-financeiro. A correção considera a variação percentual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de outubro de 2013 a março de 2014. O edital de Confins prevê que 54,95% da receita do aeroporto deve ser originária das tarifas. O restante deve ser proveniente de receitas não tarifárias, que inclui, por exemplo, aluguel de espaços para lojas, hotéis,
estacionamentos e outros dentro do sítio concedido à iniciativa privada. No Galeão, o percentual das tarifas sobe para 55,31%. Pouso Alegre A Prefeitura de Pouso Alegre teve sinal verde da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República para a construção de um aeroporto privado. O órgão concedeu outorga ao Executivo do município do Sul de Minas. A expectativa
é que o edital seja publicado em até seis meses, com as obras previstas para começar em janeiro do ano que vem. A estimativa é que seja investido R$ 1 bilhão no projeto, que, além do aeroporto, prevê a construção de um condomínio
logístico. A Fundação Getulio Vargas (FGV) foi contratada para elaborar o estudo de viabilidade econômica e a minuta do edital. A expectativa é que até novembro o processo seja concluído, assim como os estudos ambientais. O prazo de
concessão previsto é de 25 anos, prorrogáveis por mais 25 anos. A prefeitura tem entendimento com o grupo multinacional B. Square para a construção do aeroporto de carga e de um terminal logístico. Mesmo com tal interesse, a
empresa precisa apresentar a melhor proposta na licitação.
A Crítica de Campo Grande - MS Quinta, 08 de Maio de 2014 - 07:10 Fonte: Infraero Os aeroportos brasileiros passaram bem por mais um teste para a Copa do Mundo de 2014. Durante o feriado prolongado da Semana Santa, de 17 a 22 de abril, cerca de 3,5 milhões de pessoas passaram pelos aeroportos brasileiros. Este
valor representa um aumento de 12% na movimentação registrada no mesmo período do ano passado. Segundo avaliação da Secretaria da Aviação Civil, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e Agência Nacional da
Aviação Civil (Anac), as operações ocorreram dentro da normalidade. Passou pelos três aeroportos concedidos à iniciativa privada – Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF) – 1,08 milhão de passageiros. Número 16% maior que os 900 mil passageiros registrados no ano passado. Segundo a Infraero, 2,41 milhões de pessoas passaram pelos 63 aeroportos da empresa, que ainda inclui Confins e Galeão, concedidos recentemente à iniciativa privada. Esta quantidade é 8% maior que a do mesmo período de 2013,
quando foram registrados 2,22 milhões de passageiros nesses terminais. O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, destaca que estes resultados comprovam, mais uma vez, como o Brasil tem condições de acolher turistas, delegações de futebol e convidados para o evento. “Para a Copa não teremos
nenhum problema de acolhimento, mobilidade e prestação de serviço. Temos absoluta tranquilidade que os aeroportos estão preparados para oferecer segurança e conforto a todos”, disse. O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, também demonstra tranquilidade quanto a infraestrutura aeroportuária brasileira para o grande evento de junho. “As operações nos aeroportos da rede Infraero durante o feriado da Semana
Santa é mais uma demonstração de que estamos preparados para receber grandes eventos, a exemplo do que vimos na Jornada Mundial da Juventude, Rio+20 e datas como o Carnaval e Réveillon”, comemorou. Atrasos Levantamento da SAC com base nos números divulgados pela Infraero mostra que apenas 8,1% dos 15.166 voos em todo o território brasileiro atrasaram por mais de 30 minutos. Este percentual representa 1.232 decolagens que atrasaram. A situação mais crítica ocorreu no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, que ficou fechado para pousos e decolagens por algumas horas na manhã do dia 18 por causa do mau tempo. Este fato gerou efeito cascata em outros terminais, como
no de Brasília (DF). Segundo a Inframérica, dos 440 voos e decolagens feitos por dia no Aeroporto Juscelino Kubitschek, 49% são de conexão para os demais aeroportos brasileiros. No dia 19, a queda no fornecimento de energia no Aeroporto do Galeão, também no Rio, não gerou impacto operacional significativo por causa do horário da ocorrência (cerca de dez voos foram impactados com atrasos de uma hora),
segundo informações da Anac. A agência está presente nos 22 aeroportos mais movimentados do País e sempre intensifica a fiscalização sobre a prestação de assistência aos passageiros em períodos de maior movimento.
08/05/2014 - 08h01 Área da expansão do aeroporto: impasse Com voto vencido do ministro-relator Raimundo Carreiro, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) barrou nesta quarta-feira (7) a retomada imediata das obras do Aeroporto de Vitória pelo consórcio Camargo Correa/Mendes
Júnior/Estacon Engenharia. Contrariando a expectativa dos frustrados usuários, ainda não há prazo definido para o reinício nem para o fim da obra, paralisada desde 2008 por superfaturamento e outras irregularidades apontadas pelo
TCU. Na prática, além do tempo perdido, praticamente tudo volta à estaca zero, porque não há garantia de que o novo edital será aceito pelo TCU sem questionamentos. Seis anos após a interrupção do projeto, o Espírito Santo continuará
administrando o passivo de um aeroporto sobrecarregado, que opera acima da capacidade e que tem uma solução sempre protelada pela burocracia da máquina pública. Afora a lentidão para se tornar uma decisão definitiva, há também um
prejuízo milionário incalculado nesse atraso, inclusive com perda de investimentos privados, como admitiu Carreiro em voto. O relator defendeu que toda a infraestrutura executada até agora seja mantida, mas sabe que o material se deteriora e não será aproveitado totalmente, perdendo-se parte dos recursos públicos já investidos. Ele avaliou preços e
itens com base no caso similar do aeroporto de Goiânia, chamado de “absoluto descalabro de dano ao erário” pelo ministro Walton alencar Apesar de manifestarem apoio à ampliação e modernização do terminal, pátio e nova pista de aeronaves, cinco ministros da Corte determinaram uma nova licitação para o caso e avaliaram que o contrato atual entre o consórcio e a
Infraero não existe mais. Ou seja, a maioria não aceitou o acordo recente entre Infraero e consórcio que reativou o contrato - rescindido amigavelmente em 2009. Carreiro só foi seguido por José Mucio Monteiro, mas criticou o parecer da área técnica que balizou o voto dos colegas e disse que ninguém citou impedimento legal para reativar o contrato. “Parametrizaram os valores pelo Aeroporto
de Santa Catarina, cheio de aditivos. Temos unidade técnica para nos auxiliar, mas temos nossas convicções. E obra cara é obra parada”, criticou. Modelo Agora, a obra só poderá ser tocada em outra modalidade, com nova licitação. O modelo preferencial apontado pelo ministro-revisor Benjamin Zymler é o novo, rápido e flexível Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que encurta
prazos e mantém o critério de menor preço. Seguido por quatro colegas, Zymler fez um voto contundente apontando riscos para o interesse público e superfaturamento nos itens e quantitativos da planilha de custo. De todo modo, o próprio consórcio se surpreendeu com a decisão do TCU e não descarta abandonar a obra, pois agora terá de concorrer com outras empresas no edital do RDC que a Infraero pretende colocar na praça em breve. A Infraero
e o consórcio ainda podem recorrer ao plenário, em até 15 dias após a publicação do acórdão, tentando efeito suspensivo. O TCU vai esperar eventual recurso antes de mandar cumprir a decisão. Os projetos executivos contratados devem ser aproveitados no edital do RDC. Estimado em R$ 869 milhões pela estatal, o valor final pode subir ou cair conforme os preços oferecidos pelos concorrentes no RDC. A Infraero ainda
definirá se mantém o terminal como “internacional”. Infraero promete agilidade O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, chegou a interpretar a decisão do TCU como negativa, mas mudou de ideia ao saber, pela deputada Rose de Freitas (PMDB), da sugestão do RDC: “A Infraero fará o possível e o impossível para
colocar o RDC no ar. Já estou mandando o pessoal preparar tudo”, frisou Gustavo. Articuladora da aprovação do parecer de Carreiro no qual o consórcio retomava a obra, Rose passou o dia no TCU. Ela nega que tenha havido derrota e avalia que o processo do RDC estará concluído em cerca de 90 dias. “Foi uma
vitória, porque ninguém foi contra a retomada da obra. O que vai haver é uma mudança de modalidade”, afirma. O voto dos ministros do TCU “Obra cara é obra parada. Os capixabas têm vergonha do aeroporto” Raimundo Carreiro, ministro- relator “Entendo o caso, mas não se pode retomar a obra a qualquer custo. O sobrepreço pode ser de R$ 7 milhões a R$ 250 milhões. Determino uma nova licitação, preferencialmente RDC” Benjamin Zymler “O contrato entre o consórcio e a Infraero morreu, não existe mais. É um Drácula que sai das trevas para atormentar a coletividade. Tem preços discutíveis” Walton Alencar “Cabia à Infraero, e não ao TCU, tomar uma decisão em 2009, quando o contrato com o consórcio foi rescindido. A licitação com base no RDC vai agilizar o processo” Augusto Sherman Novelão Aeroporto não sai Em 2005, início das obras. Lula garante conclusão para 2007. TCU audita as obras em 2006, aponta irregularidades e determina retenção nos pagamentos. Em 2008, obras voltam a ser paralisadas, como em em 2007. Infraero e consórcio
rescindem contrato. Promessas Em 2011, Infraero inaugura novas salas de embarque. Em 2013, o ministro Moreira Franco garantiu conclusão total para 2015.
07 de Maio de 2014 às 19:58 O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, na tarde desta quarta-feira (07), a retomada das obras do aeroporto de Vitória, que estavam paralisadas desde 2008. A exigência do TCU para que as obras sejam recomeçadas é que a
Infraero realize uma licitação por meio de Regime Diferenciado de Contratação (RDC) para contratar a empresa que fará o serviço. O processo deve ser realizado nos próximos 30 dias. A contratação pelo RDC não estava prevista no relatório do ministro Raimundo Carreiro, que acabou sendo derrotado por cinco votos contra dois. Os ministros entenderam que a contratação por meio de RDC precisa ser feita uma vez que
o contrato que existia entre a Infraero e o consórcio até então responsável pela obra (formado pelas empresas Mendes Júnior e Camargo Correa) foi cancelado por ambas as partes, assim que a obra foi paralisada. A exigência foi
feita pelo ministro Benjamim Zymer, e acatada pelos demais ministros do TCU. O relatório de Carreiro pedia que a obra fosse retomada por meio do mesmo contrato que já existia antes do cancelamento da obra. Com a determinação do tribunal, a Infraero irá abrir um novo processo de licitação para dar andamento
na obra. “A decisão do TCU não é contra o aeroporto. É por uma nova modalidade de licitação. Se tivessem derrubado o relatório, teríamos de começar tudo de novo. Tivemos uma vitória aqui. O aeroporto vai sair. As obras foram autorizadas”,
comemorou a deputada Rose de Freitas (PMDB), ao final da votação. Rose, após a sessão do TCU, conversou com o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, que garantiu que a estatal irá encaminhar o processo de licitação no prazo mais rápido possível. “Em até 30 dias queremos fazer a licitação. A
Infraero vai fazer o possível e o impossível para no menor tempo possível fazer a licitação. Já estou mandando preparar”, afirmou o presidente da entidade. As obras do aeroporto de Vitória estão paralisadas desde 2008, trazendo enorme prejuízo para a população capixaba. O contrato realizado entre a Infraero e o consórcio Estacon, que era responsável pela obra. O valor inicial foi de
R$ 337 milhões. O valor corrido da obra em 2014 chega a R$ 650 milhões. Em defesa da retomada das obras, o ministro relator do projeto afirmou que, quanto mais tempo a obra ficar parada, mais prejuízos trará para a população. “Existe hoje um canteiro de obras em deteriorização, ocorrendo prejuízos para todos os lados envolvidos [..] O povo capixaba tem hoje como motivo de vergonha o aeródromo que possui”, afirmou o ministro Carreiro.
Correio Braziliense 08/05/2014 08:56 A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,84% na primeira semana de maio - alta de 0,07 ponto percentual acima da taxa registrada na última semana de abril. O resultado do IPC-S foi divulgado
nesta quinta-feira (8/5) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) e aponta alta de preços em quatro das oito classes de despesas que compõem o índice. O grupo Educação, leitura e recreação foi o que mais influenciou para a ligeira alta do IPC-S na primeira semana de maio com variação de -0,03%, ante -0,77% na última semana de abril. Nesta classe de despesa, vale destacar o
comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de uma deflação de 29,31% para - 13,12%. Segundo os dados divulgados pelo Ibre, também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (de 0,65% para 0,74%); Transportes (0,51% para 0,61%); e Comunicação (0,05% para 0,12%). Em contrapartida apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (de 1,42% para 1,31%); Vestuário (0,90% para 0,73%); Despesas diversas (0,48% para 0,37%); e Saúde e cuidados pessoais (1,40% para 1,39%). A
próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 15 deste mês será divulgada no dia 16 de maio.
Quarta, 07 Maio 2014 12:10 A ação, que se tornou periódica, vai gerar uma economia anual de 3 milhões de litros de combustível, equivalente a U$ 3,5 milhões. Para lavar o motor das aeronaves, mecânicos treinados e habilitados, utilizando um equipamento desenvolvido especialmente para este fim, injetam água a uma temperatura média de 70ºC nos compressores, removendo partículas de
sujeira que se acumulam durante a cada voo. Esta simples ação diminui a temperatura de operação do motor, melhorando a performance e, portanto, diminuindo o consumo de combustível. Os motores são lavados em sete aeroportos da empresa, Guarulhos, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Goiânia, Florianópolis, Vitória e Salvador, no Brasil, e Assunção, no Paraguai, durante os checks preventivos, que são
revisões diárias realizadas em todas as aeronaves da frota.
07/05 - 19:02 O ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, recebeu ontem o deputado federal licenciado e atual secretário de Obras Públicas e Transportes do estado do Mato Grosso do Sul, Edson Giroto, para tratar do aeroporto de Dourados.
O representante sul-mato-grossense pediu que o aeródromo seja incluído no plano de investimentos em aviação regional, já em execução, e que investirá inicialmente R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. Dourados já possui um convênio com a SAC desde 2011. O convênio, por meio do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa), busca melhorar, reaparelhar, reformar e expandir aeroportos de interesse estadual e regional. A proposta que Giroto fez a Moreira Franco foi que, após o vencimento do convênio, o que ocorrerá em meados de julho, em vez de haver renovação, o aeródromo seja incluído no plano de aviação regional. O ministro-chefe da Aviação
Civil concordou com a ideia. “Dourados é uma das cidades com maior crescimento econômico do País. O contrato que temos com a SAC atualmente é apenas para melhoria da pista e o que nós queremos é a ampliação do aeroporto, o que irá trazer maior desenvolvimento
para a região”, disse o secretário estadual, lembrando que o aeródromo recebe hoje apenas aeronaves de até 120 lugares. Costa Rica - O prefeito do município de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa, que também participou da reunião, aproveitou para pedir notícias sobre o andamento do aeroporto da cidade, que foi contemplado no plano de aviação
regional. Os técnicos da SAC informaram ao prefeito que os estudos para a ampliação do aeródromo de Costa Rica estão em fase de finalização.

Agência Estado
Reajuste foi de 8,34% para os voos domésticos e 8,43% para os internacionais e começa a vigorar em agosto


TCU não deixa consórcio retomar serviço e propõe nova licitação, o que volta processo ao início
Rondinelli Tomazelli
[email protected]


O grupo Educação, leitura e recreação foi o que mais influenciou para a ligeira alta do IPC-S com variação de -0,03%, ante -0,77% na última semana de abril
Agência Brasil
07/05 - 15:37 A Gol Linhas Aéreas Inteligentes apresentou seus novos uniformes em um desfile realizado ontem (6), no seu Hangar, em Congonhas. As peças foram desenvolvidas com base em um estudo de funcionalidade e tendência. Além disso, um
comitê dentro da companhia para acompanhar o trabalho de desenvolvimento. Os novos uniformes já poderão ser vistos pelos passageiros a partir de junho. “As peças são simples e elegantes e não estão apenas buscando vesti-los com
roupas iguais, mas sim evidenciar a nossa identidade, a imagem, o atendimento e os valores da companhia”, afirma a diretora de Marketing da Companhia, Florence Scappini. A nova coleção apresenta mais laranja que o anterior para os agentes de aeroportos, para que tenham mais destaque aos clientes, o novo uniforme apresenta um equilíbrio entre o cinza-chumbo e a cor símbolo da companhia. As
comissárias ganharam combinações com saias, vestidos, cardigãs e calças, blazer e bolsa, além de um cinto. Os lenços das comissárias e a gravata para comandantes foram escolhidos em votação aberta. A coleção é diversificada para
oferecer conforto aos colaboradores. “Nosso colaborador estará mais confortável vestindo uniformes funcionais e modernos. Os modelos foram criados a partir de elementos que ajudam a construir a nossa marca, bem como a percepção do
nosso cliente”, completou.

7/5/2014 16:24:00 A Air Canada anunciou o lançamento da rota ligando Toronto ao Rio de Janeiro. O novo voo começa a ser operado em 11 de dezembro desse ano com três ligações por semana. Esta é a segunda rota da companhia aérea que já opera São
Paulo-Toronto com uma operação diária. O voo AC099 parte do Aeroporto do Galeão às 21h45 sempre às quartas, sextas e domingos. Já de Toronto, o voo AC098 deixa a cidade canadense às 22h45 (horário local) às terças, quintas e sábados. “A Air Canada tem o enorme prazer de tornar-se a única companhia aérea a oferecer voos sem escalas entre o Canadá e a mais famosa cidade brasileira, o Rio de Janeiro. Celebrada por suas atrações turísticas, como o Pão de Açúcar e
as praias de Copacabana e Ipanema, a cidade do Rio de Janeiro também é um vibrante polo cultural e empresarial, onde se encontram as sedes de importantes corporações globais. Além disso, também recebe eventos internacionais, como
o Carnaval e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. O voo vai complementar a nossa rota Toronto-São Paulo, fazendo com que a Air Canada agora atenda dois destinos no Brasil, uma das maiores e mais vibrantes economias do mundo.
A rota também vai fortalecer a nossa posição como a única companhia aérea a voar sem escalas entre o Canadá e a América do Sul”, disse o vice-presidente Executivo e diretor Comercial da Air Canada, Benjamin Smith. Os voos já estão disponíveis para venda a partir de hoje. A aeronave que vai atender a rota será o Boeing 767-300ER, com 24 assentos na International Business Class e 187 na Classe Econômica. Diego Verticchio
7/5/2014 14:44:00 Às 7h da manhã do dia 17 de julho de 2017 será inaugurado o novo aeroporto de Abu Dhabi, que adiciona três novas alas (chamadas de Midfield Terminal Building) ao atual Aeroporto Internacional. O nome do novo terminal (Midfield) se
justifica pois está sendo construído entre as pistas do atual. No primeiro ano de operações, o novo aeroporto deve alcançar a marca de 30 milhões de passageiros (para se ter uma ideia, o atual deve chegar a 20 milhões até 2016). Hoje servindo 96 destinos em 54 países, o aeroporto de Abu Dhabi passa por uma das mais arrojadas e caras obras de infraestrutura aeroportuária do mundo. Será o maior edifício em todo o emirado de Abu Dhabi, com 700 mil metros
quadrados de área e será visível a 1,5 km de distância. Cerca de 30 mil metros quadrados serão dedicados a lojas, restaurantes e pontos de venda aos passageiros. Edifícios de apoio que serão adicionados posteriormente somarão mais
800 mil metros quadrados ao terminal, incluindo acesso a um estacionamento de aeronaves para 16 a 20 unidades. Confira alguns dados do novo terminal: Capacidade: 30 milhões de paxs por ano ou cerca de 8,5 mil por hora nos horários de pico (em cada sentido – embarque e desembarque). Portões de embarque: até 65 posições para aeronaves de todos os tamanhos, inclusive oito A380 (aeronaves código F) e 14 posições remota. Balcões de check-in: 156 tradicionais e 48 de autoatendimento. Lounges: oito salas, em um total de 27,5 mil metros quadrados. Lojas e restaurantes: 28 mil metros quadrados. Meta de tempo de conexão: 45 minutos, incluindo bagagem. O sistema de bagagem já foi comprado e já está sendo testado, inclusive no Brasil. Terá mais de 22 km e poderá processar 19 mil malas por
hora. Estacionamento: 3,4 mil carros em estacionamento coberto e 1,5 mil em vagas para longos períodos. Segurança: Mais de 4,3 mil câmeras. Elevadores: 145. Hotelaria: um hotel três estrelas, para trânsito, com 163 quartos e spa. Construção: Abu Dhabi Airports, com a Kohn Pedersen Fox Associates, Ove Arup, Naco e BNP Associates. Área de chão: 700 mil metros quadrados. Maior arco: 180 metros, 20m maior que o do Terminal 5 de Heathrow. Altura máxima do teto: 52 metros. Pilares de fundação: 7.425. Localização: 32km do centro de Abu Dhabi. mais fotos no álbum anexo. O Portal PANROTAS viajou a convite da Etihad Airways, com proteção GTA Artur Luiz Andrade
Armando Pereira Filho Do UOL, em Seattle (EUA) para a empresa aérea Armando Pereira Filho/UOL A compra de um avião "zero-quilômetro" é bem diferente da de um carro normal feito em linha de montagem. Os aviões não ficam prontos para venda imediata e são construídos sob encomenda, com anos de antecedência (carros de luxo
também podem ser personalizados e encomendados na fábrica, mas são exceção na indústria automobilística). O UOL acompanhou os últimos passos da entrega de um Boeing 737-800, comprado pela companhia aérea brasileira Gol. Entre os testes realizados antes da entrega final, um motor é desligado de cada vez durante um voo experimental para
checagem dos instrumentos. O modelo retirado no mês passado faz parte de um lote encomendado pela Gol em 2008. A fábrica da Boeing em Renton (região metropolitana de Seattle, EUA), onde são montados os modelos 737, recebe os vários pedidos de empresas ao redor do mundo, e vai encaixando em seu cronograma. Aviões naturalmente exigem tempo para serem construídos e não há aparelhos para pronta entrega. A fábrica consegue fazer no máximo 42 aeronaves por mês. Depois de montados, são feitos testes de voo antes que a Boeing entregue o avião. O último deles é chamado de teste do cliente, em que pilotos da companhia aérea (ou da própria Boeing, autorizados pela empresa compradora) conferem
o desempenho final. É nesse teste em que um motor é desligado de cada vez durante o voo. O avião fica sem sistema hidráulico, para manobras só com cabos, no braço, sem ajuda dos sistemas, para o piloto ver se é possível controlar tudo sem o auxílio
extra. É como se um carro ficasse sem a direção hidráulica, muito mais duro de controlar. A equipe que participa desse teste do cliente é formada em geral pelos pilotos (dois comandantes e um primeiro oficial) e por um grupo técnico com quatro integrantes: um engenheiro especialista em navegabilidade, representante da
Anac (Agência Nacional de Aviação Civil); um engenheiro que representa a empresa para receber o avião; um técnico de planejamento, que passa os dados para o sistema da empresa; e um técnico ou engenheiro como inspetor-chefe. Esse inspetor é responsável por fazer uma conferência geral: vê documentos, danos físicos, vazamentos, reparos estruturais, seguindo uma lista de checagem da Anac. Esse teste final dura no total cinco dias. Se houver qualquer
problema, ajustes são feitos pela Boeing. Depois de aprovado, o avião passa oficialmente para a empresa que o encomendou. A equipe de teste o leva diretamente da fábrica para o seu destino no Brasil. O avião já sai de fábrica pintado com as cores da companhia aérea. Ele não tem de passar por nenhum aeroporto. No caso do avião da Gol, saiu direto da pista de testes da Boeing rumo ao centro de manutenção da Gol em Belo Horizonte (MG), onde a empresa fez adaptações de assentos. O 737-800 não tem autonomia para voar direto dos EUA ao Brasil, então teve de parar em Caracas (Venezuela) para reabastecer. Na entrega de um avião novo, um representante da aduana americana vai a bordo, na pista da Boeing, para verificar documentos de passageiros e saída de bagagens, já que a aeronave sai sem passar pelos controles normais de
aeroportos. No voo inaugural de entrega, o avião vai vazio, só com os técnicos. Não há transporte de passageiros nessa viagem inicial. Um avião não usa milhas, muito menos quilômetros, para medir seu uso. Isso é feito pelo tempo de voo. Segundo a Gol, um Boeing é usado em média por 42 mil horas, o que dá cerca de 12 anos no caso da empresa, considerando 3.500
horas de uso por ano. O Boeing que a Gol foi buscar em Renton tinha sete horas de voo quando foi entregue formalmente à empresa. (O jornalista viajou a convite da Gol e da Boeing)


Teste de avião novo tem maratona de 5 dias que desliga até motor nos voos




