AeroClipping, quarta-feira, 26/03/14 - ano XII - nº 56

Fonte
  • Menor Pequena Medium Grande Maior
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times

O Globo

Voo 370: parentes acusam Malásia de ocultar informações

Folha de São Paulo

Empresa que achou pista sobre rota do MH370 usou tecnologia de ponta inédita

G1

Tempo melhora e busca por avião da Malásia é retomada no Oceano Índico

Justiça exige pagamento de salários em dia a funcionários da Passaredo

Aeroporto de Muriaé recebe investimento de R$ 3 milhões

Jornal do Brasil

Infraero garante que aeroporto do Galeão está preparado para a Copa

Valor Econômico

Gol volta a enxergar o lucro no radar

ZERO HORA

Tam vai ressarcir clientes que mudaram voos por causa de gripe A em 2009

Tribuna do Norte - RN

Aeroporto tem 94% das obras físicas concluídas

Diário do Pará

Voos podem ser cancelados devido à chuva em Belém

Defesa Civil faz buscas por terra em Jacareacanga

Diário do Comércio - MG

Aerobravo prevê aumento nas vendas de aeronaves leves

O Povo - CE

Avianca solicita à Anac voo internacional

Bahia Econômica

Prejuízo líquido da Gol cai para r$ 19,3 milhões

A Tarde - BA

Gol encerra 2013 com frota de 137 aeronaves

Agência Brasil

Satélite detecta 122 objetos no mar que podem ser do avião da Malásia

Jornal de Turismo

Companhias aéreas irão ampliar operações na Paraíba

Mercado&Eventos

Terminal de carga de Petrolina recebe primeira carga de importação

Moreira Franco confere obras no Aeroporto São Gonçalo do Amarante/RN

Azul iniciará terceira frequência diária entre Campinas e Chapecó

Aeroporto de Cabo Frio terá pista maior que o Santos Dumont

Panrotas

Aérea boliviana começa a voar para o Brasil em maio

Aeroméxico voa para mais de 50 destinos no México

Delta lança wi-fi a bordo em voos entre EUA e Japão

Jornal da Band

Piloto pousa com sucesso durante mau tempo


O Globo

Quarta-feira 26.3.2014

Voo 370: parentes acusam Malásia de ocultar informações

Vice-chefe da Defesa da Austrália diz que busca é ‘procurar o palheiro, não a agulha’


kim kyung-hoon/reuters


Manifestação rara. Em Pequim, parentes dos passageiros do voo MH370 protestam

contra a sonegação de informações diante da Embaixada da Malásia: polícia interveio


-KUALA LUMPUR- Nenhum mísero objeto foi recuperado do avião desaparecido que as autoridades, agora, estão convencidas de ter caído no sul do Oceano Índico 19 dias atrás. Mas, enquanto as

famílias dos 239 passageiros protestavam e acusavam o governo malaio de “assassino”, as buscas por destroços do voo MH370 da Malaysia Airlines enfrentaram novos reveses. Ontem, as operações foram interrompidas por conta do mau

tempo na região. E o forte temporal com ventos, chuva e ondas gigantes fez aumentar a pressão por uma agilidade impossível numa região remota de águas revoltas e profundas. A corrida é para identificar as caixas-pretas do Boeing

777-200, capazes de transmitir sinais por apenas mais 11 dias e, sobretudo, para delimitar as áreas de busca, já reduzidas, mas ainda estimadas em 870 mil quilômetros quadrados — quase o tamanho do terceiro maior estado

brasileiro, o Mato Grosso.


—Não estamos procurando uma agulha em um palheiro. Ainda estamos tentando determinar onde está o palheiro — resumiu o marechal do ar Mark Binskin, vice-comandante da Defesa da Austrália.


No mar, a operação ganha contornos cada vez mais complexos a 2.500km da cidade australiana de Perth. E em terra firme, a paciência das famílias dá sinais de estar chegando ao fim. Na supercontrolada China, país natal de 153

passageiros, onde manifestações de rua são raríssimas ou mesmo inexistentes, dezenas de pessoas protestaram diante da Embaixada da Malásia em Pequim — num indicativo do nível altíssimo de descontentamento, tanto dos familiares

quanto do regime chinês, que tem feito duras críticas ao governo malaio pela gestão deficiente da crise.


US$ 5 MIL POR PASSAGEIRO

Usando camisetas com os dizeres “Boa sorte para MH370, volte para casa com segurança”, os manifestantes acusam as autoridades da Malásia de ocultar a verdade e de serem “assassinos”. Garrafas d’água foram lançadas contra o

edifício e algumas pessoas tentaram invadir a representação diplomática malaia na capital chinesa. A polícia acabou tendo que intervir.


— Esses atos desprezíveis nos enganaram e devastaram física e mentalmente as famílias de nossos 153 passageiros chineses — disse um parente. — Eles também atrasaram a operação de resgate, desperdiçaram uma grande quantidade de mão

de obra, recursos materiais e perderam o momento mais precioso para os esforços de resgate.


Em Kuala Lumpur, a Malaysia Airlines se defendeu. Minimizou os procedimentos de comunicação, garantindo que só informou os parentes sobre a morte dos passageiros por torpedo porque era a forma mais rápida de contato. E a companhia

ofereceu US$ 5 mil (cerca de R$ 11,5 mil) à família de cada passageiro como uma “assistência inicial”, além de prometer levar os parentes para a Austrália, o ponto principal da busca.


— Essa é uma hora de emoções extraordinárias, nós compreendemos (as críticas). Na verdade, nós realmente sentimos muito pelos parentes mais próximos. Sobre como reagem, é algo emocional — contemporizou o presidente da Malaysia

Airlines, Mohd Nur Yusof.


No mar, o clima não era menos tenso. Após 24 horas de paralisação, as buscas foram retomadas nas primeiras horas da manhã (ontem à noite no Brasil). Mas com algum ceticismo. Algumas peças do Boeing 777-200 estão provavelmente a

3.500 metros de profundidade. Outras podem ter sido levadas por um sistema de correntezas que as pode ter arrastado para milhares de quilômetros de distância da região identificada por dados de um satélite do Reino Unido como o

provável local da queda da aeronave.


A tarefa de encontrar os destroços, especialmente as caixas pretas, é fundamental para determinar o que aconteceu com o voo MH-370. Mas esse equipamento, que registra os dados dos instrumentos e as gravações de voz na cabine, pode

nunca ser encontrado. No caso da aeronave da Air France, que caiu no Oceano Atlântico quando ia do Rio para Paris em 2009, foram necessários dois anos para localizar a caixa preta.


— Mesmo que aquela fosse a maior e mais complicada busca de uma aeronave no oceano já feita, era em uma área relativamente restrita comparada sobre a qual falamos agora — disse o caçador de destroços submersos David Mearns, que

aconselhou americanos e franceses no caso da Air France.


O professor australiano Geoff Dell, da Central Queensland University, lembrou que, se as caixas pretas forem encontradas, terminará com sucesso a mais difícil busca por um avião perdido da História. Segundo ele, há uma necessidade

urgente por encontrar qualquer destroço e qualquer indício. Cada peça permitiria a oceanógrafos estudar sua origem. Essas informações, combinadas com o vago curso do avião calculado pela empresa britânica de satélite Inmarsat,

poderiam reduzir ainda mais a área de busca.


— Você tem uma ideia aproximada da trajetória de voo a partir desses dados por satélite. Usando seus melhores palpites, você tem que recuar e começar, de onde você pescou as peças para fora da água, a pensar com base em condições

atuais, como correnteza e vento. Olhar a intersecção desses dois caminhos seria o ponto de partida, mas haveria muitas, muitas variáveis, estimativas e tolerâncias em ambos os casos — ponderou Dell.


HIPÓTESE DE ‘MISSÃO SUICIDA’

Diante das adversidades, cresceram ainda as especulações. Fontes próximas ao caso afirmaram ao jornal britânico “Telegraph” que investigadores praticamente descartaram a tese de incêndio ou falha técnica e se concentram na

hipótese de uma “missão suicida”, uma vez que a mudança de rota da aeronave e a desativação do sistema de comunicação teriam sido “um ato deliberado de alguém a bordo com conhecimento detalhado” de suas ações.


Ninguém confirmou as informações. E por enquanto, a varredura continua. Hoje, segundo o governo malaio, 12 aviões e navios de seis países vão participar das buscas: Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Japão, China e Coreia

do Sul. ●


“Nós não estamos buscando uma agulha no palheiro, estamos ainda tentando determinar onde é o palheiro”

Mark Binskin

Vice-comandante da Defesa australiana




NA WEB

Lista:

caixas-pretas dos aviões nem sempre dão respostas


Folha de São Paulo

25/03/2014 09h21

Empresa que achou pista sobre rota do MH370 usou tecnologia de ponta inédita

DA BBC BRASIL


A empresa de tecnologia de satélite Inmarsat disse ter confirmado o que muitas pessoas no mundo temiam - que o voo MH370 da Malaysia Airways caiu mesmo no sul do Oceano Índico, ao sudoeste da Austrália.


A empresa britânica Inmarsat, uma das maiores operadores de satélites do mundo, estava recebendo "pings" (pequenos sinais de dados) por hora emitidos por equipamentos a bordo do avião. Esses "pings" continuaram sendo emitidos por

cinco horas depois que a aeronave deixou o espaço aéreo da Malásia.


Inicialmente, os "pings" - que na prática funcionam como um recado de que todos os equipamentos estão ligados - revelaram duas possíveis rotas tomadas pelo avião: uma pelo norte e outra pelo sul.


A rota pelo norte parecia pouco provável porque teria sido feita em direção a países que possuem sofisticados mecanismos de defesa aérea. O avião dificilmente conseguiria evitar ser detectado.


A Inmarsat, que está colaborando com as investigações, passou o final de semana revisando todos os dados do MH370, e diz estar confiante de que o voo tomou a rota pelo sul.


A empresa examinou a frequência das transmissões de "ping" e as diferenças em relação a outros voos Boeing 777 da Malaysia Airlines.


Isso permitiu que os engenheiros construíssem um modelo de como essa frequência se altera enquanto o avião está em movimento.


Este é o famoso efeito Doppler - que busca "esticar" ou "comprimir" ondas de rádio que são emitidas por objetos em movimento. Com um carro de polícia em movimento, por exemplo, é possível perceber que o som da sirene varia.


Este tipo de análise é uma tecnologia de ponta que nunca foi usada antes.


O problema é que ainda assim não há indicação concreta da localização precisa da aeronave. Também há vários outros pontos de interrogação, como a altura, a velocidade e a quantidade de combustível.


A única conclusão possível é que o avião estava indo em uma direção agora conhecida.


Mas só este dado já é suficiente para confirmar os piores medos dos familiares dos passageiros, pois revela que o avião estava se distanciando de qualquer local onde seria possível aterrissar. A única conclusão possível é de que

ele acabou mergulhando no oceano.


'PALHEIRO' CERTO


O vice-presidente da Inmarsat, Chris McLaughlin, disse à BBC que esta análise fez com que a empresa explorasse possibilidades nunca antes testadas. Seus engenheiros ainda estão analisando os dados, mas ele diz que há poucas

esperanças de chegar a novas conclusões com base neles.


Nesta terça-feira, a entidade britânica que investiga acidentes aéreos - e que trabalhou com a Inmarsat - prometeu revelar mais detalhes sobre a análise.


Pelos menos agora, as missões de busca podem saber que estão procurando "uma agulha no palheiro certo" - mesmo que a área vasculhada ainda seja imensa.


As buscas entram agora em uma fase de urgência. As baterias das caixas-pretas dos aviões duram apenas 30 ou 40 dias - o que significa que elas emitirão "pings" por um tempo limitado. As equipes de busca precisam pelo menos se

aproximar dos destroços do avião para conseguir captar esses sinais.


Os dados das caixas-pretas são preservados por um bom tempo e não serão perdidos, mesmo no caso de o avião só ser encontrado daqui a muitos anos.


Outra dificuldade é que esta região - a 2,4 mil quilômetros da cidade de Perth, na costa da Austrália - é muito pouco mapeada, devido ao pouco interesse que existe nela.


"Não temos muitos interesses em colocar recursos para mapear o leito do mar ali. Nós provavelmente possuímos mapas melhores da superfície da Lua do que desta parte do mar", disse Simon Boxall, oceanógrafo da universidade de

Southampton.


G1

25/03/2014 22h52

Tempo melhora e busca por avião da Malásia é retomada no Oceano Índico

Mau tempo havia suspendido as operações.

Premiê malaio confirmou que avião caiu no sul do Oceano Índico.

Da Reuters


saiba mais

Entenda como são feitas as buscas pelo avião da Malaysia Airlines

Premiê da Malásia afirma que avião desaparecido caiu no Oceano Índico




A busca pelo avião da Malásia que desapareceu há 18 dias foi retomada na quarta-feira (horário local, terça-feira dia 25 de Brasília) no sul do Oceano Índico para encontrar destroços que possam desvendar o mistério de por que o

avião caiu em águas tão distantes de sua rota original.


Uma dúzia de aeronaves da Austrália, Estados Unidos, China, Japão e Coreia do Sul irá vasculhar o mar cerca de 2.500 quilômetros a sudoeste de Perth, disse a Autoridade de Segurança Marítima Australiana. O mau tempo nesta

terça-feira obrigou a suspensão da operação.


O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, confirmou nesta semana que o voo MH370 operado pela Malaysia Airlines, que desapareceu enquanto voava de Kuala Lumpur para Pequim em 8 de março, havia caído no sul do Oceano Índico.


Citando análises de dados de satélite da empresa britânica Inmarsat, ele disse que não havia dúvida de que o Boeing 777 caiu em um dos lugares mais remotos da Terra, admitindo implicitamente que todas as 239 pessoas a bordo

morreram.


"Nós continuamos buscando até que não haja absolutamente nenhuma esperança de encontrar alguma coisa", disse o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, à emissora australiana Nine Network Television na quarta-feira.

"Claramente há um pouco de detritos nesta parte do sul do Oceano Índico. Já fotografamos eles em várias ocasiões."


Embora numerosos objetos flutuantes tenham sido vistos por imagens de satélite e aeronaves de reconhecimento na zona de busca, nenhum deles foi positivamente identificado como sendo do avião desaparecido.


A recuperação dos destroços poderia ajudar a descobrir por que o avião desviou sua rota. As teorias vão de sequestro a sabotagem, ou um possível suicídio de um dos pilotos, mas os investigadores não descartam problemas técnicos.


Um navio da Marinha australiana está voltando à área depois de ter sido impossibilitado de navegar por causa de ventos fortes e ondas de 20 metros nesta terça-feira, enquanto um navio quebra-gelo da China e outros navios da

Marinha chinesa estão a caminho da área de busca.


G1

25/03/2014 18h05

Justiça exige pagamento de salários em dia a funcionários da Passaredo

Liminar estipula multa diária de R$ 50 mil caso empresa descumpra medida.

Companhia de Ribeirão Preto (SP) não informou se irá recorrer da decisão.

Do G1 Ribeirão e Franca



Passaredo Linhas Aéreas terá que pagar integralmente salários de funcionários

(Foto: Alexandre Sá/EPTV)


A juíza da 5ª Vara do Trabalho de Ribeirão Preto (SP), Francieli Pissoli, concedeu liminar favorável a ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a Passaredo Companhias Aéreas, empresa com sede no município. De

acordo com a decisão, a companhia deverá pagar integralmente o salário de todos os funcionários até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido. Caso a medida seja descumprida, a empresa está sujeita a multa diária de R$ 50 mil.

Cabe recurso.

A Passaredo encontra-se em processo de recuperação judicial desde abril de 2013, e possui uma dívida de mais de R$ 150 milhões. O passivo tem previsão para ser sanado em 15 anos.


Por telefone, o G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Passaredo, mas não foi informado se a empresa irá recorrer da decisão.


Na ação movida pelo MPT, a procuradora Cinthia Passari von Ammon sugeriu como pena a suspensão imediata das atividades aéreas da companhia caso os pagamentos não fossem efetuados. A justificativa dada pela procuradora foi de que

sem remuneração adequada, "o abalo psicológico dos trabalhadores aeronautas acarreta potencial risco de acidente aéreo."


O pedido, no entanto, não foi deferido pela juiza, que optou somente pela multa em caso de descumprimento. O mérito da ação, ainda não julgado, pede a efetivação da liminar e a condenação da companhia ao pagamento de indenização

por danos morais coletivos no valor de R$ 230 mil.


Procurada, a assessoria de imprensa da Passaredo não informou se a companhia irá recorrer da decisão.



Empresa encontra-se em recuperação judicial

(Foto: Valdinei Malaguti/EPTV)


O caso

O MPT entrou com uma ação civil pública contra a Passaredo Linhas Aéreas no dia 7 de março, pedindo a suspensão imediata de voos da companhia caso a empresa deixasse de pagar integralmente os salários de seus funcionários. Segundo

o MPT, a Passaredo tem remunerado seus empregados há alguns meses com o salário dividido em parcelas, pagas sempre após o 5º dia útil do mês.


Na ação, o MPT pediu liminarmente que o pagamento de todos os areonautas fosse feito até o 5º dia útil de cada mês. Em caso de descumprimento da obrigação, o ministério sugeriu a suspensão imediata das atividades aéreas da

companhia. Como alternativa à suspensão dos voos, o MPT sugeriu aplicação de multa de R$ 5 mil por dia, multiplicada por cada trabalhador prejudicado. A ação fixa ainda um valor de R$ 230 mil a serem pagos por danos morais

coletivos.


Recuperação judicial

Em outubro de 2012, a Passaredo Linhas Aéreas entrou com um pedido de recuperação judicial. Na época, a Passaredo atribuiu a crise às dívidas por causa do alto preço do combustível, do atendimento de demandas regionais e uma

"concorrência predatória" em sua base de Ribeirão Preto.


Seis meses depois, os credores da empresa aprovaram um plano de recuperação judicial para renegociar uma dívida superior a R$ 150 milhões. Eles acordaram uma estratégia de reestruturação para sanar o passivo em até 15 anos. O

plano, que segundo a empresa é o primeiro aprovado para uma companhia aérea desde a promulgação da nova Lei de Falências, está protocolado na 8ª Vara Civil de Ribeirão Preto.


G1

25/03/2014 16h28

Aeroporto de Muriaé recebe investimento de R$ 3 milhões

Recurso é destinado a reforma e melhoramentos do aeródromo.

Com intervenções, rotas de voos regionais serão ampliadas, diz assessoria.

Do G1 Zona da Mata



Aeródromo passará por reformas e melhoramentos

(Foto: Osvaldo Afonso/Divulgação)


O Aeroporto Cristiano Ferreira Varella, em Muriaé, na Zona da Mata, receberá cerca de R$ 3 milhões para reforma e melhoramentos. O investimento foi anunciado nesta terça-feira (25) pelo Governo de Minas Gerais. Segundo assessoria,

com as intervenções, o local vai poder receber aeronaves com 14 assentos, o que vai possibilitar ligação direta com as cidades de Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo, ampliando as rotas de voos regionais no

interior mineiro.


De acordo com a assessoria, entre as melhorias a serem realizadas no aeródromo, estão a aplicação de revestimento em concreto nas pistas de pouso e de táxi e no pátio de estacionamento de aeronaves. Após as obras, o aeroporto vai

contar com uma pista de pouso e decolagem de 1.083 metros por 23 metros. As intervenções também incluem instalação de alambrado no entorno do local. Os serviços ainda incluem terraplenagem em uma área de 56,6 mil metros quadrados,

obras de fresagem da pista, execução de drenagem, implementação de muro de contenção e iluminação para balizamento noturno.


O edital para licitação da obra foi publicado no Diário oficial dos Poderes do Estado na edição de sábado (22). Os interessados têm até 8 de maio para a apresentação de propostas e o prazo para execução da obra será de 150 dias

após a assinatura do contrato.


O aeródromo consta no último Plano Aeroviário de Minas Gerais e foi incluído devido ao potencial econômico da região. A assessoria informou que, ao anunciar os recursos, Antonio Anastasia destacou a importância de melhorar o

aeroporto de Muriaé para atrair investimentos para o município.


Jornal do Brasil

25/03 às 17h08

Infraero garante que aeroporto do Galeão está preparado para a Copa

Agência Brasil


O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim está preparado para atender à demanda prevista para a Copa do Mundo da Federação Internacional de Futebol (Fifa), que ocorrerá em 12 cidades brasileiras no

período de 12 de junho a 13 de julho, incluindo a capital fluminense.


A avaliação foi feita hoje (25) pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Por meio de sua assessoria de imprensa, a Infraero esclarece, a pedido da Agência Brasil, que a capacidade atual de atendimento do

Galeão é 17,4 milhões de passageiros ao ano. A demanda prevista para 2014 alcança 18,9 milhões de passageiros/ano.


A conclusão dos trabalhos no Terminal 2, prevista para o mês de abril, vai aumentar em 13 milhões a capacidade do aeroporto, o que leva a empresa a afiançar que o Galeão estará pronto para receber 30,4 milhões de passageiros ao

ano durante a Copa do Mundo. Para 2014, a projeção é que a capacidade do aeroporto atinja 30,8 milhões de passageiros.


São três as obras em andamento no Galeão. No Terminal 1, as obras de reforma foram iniciadas em agosto de 2012, após obras complementares que começaram em setembro de 2008. No setor A, as obras deverão ser encerradas no próximo

mês de abril. Já nos setores B e C, a reforma, segundo informou a Infraero, será reavaliada em conjunto com o novo concessionário. A empresa assegurou que isso não afetará as operações durante a Copa da Fifa.


Os investimentos para as obras no Terminal 1 fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) (2011 – 2014) e totalizam R$ 198,36 milhões. Até o mês passado, 48,07% das obras tinham sido executadas. A Infraero estima

que a reforma nesse terminal de passageiros aumentará em 12,8 milhões de pessoas a capacidade do aeroporto.


A segunda obra envolve a reforma do Terminal 2 de passageiros, iniciada em novembro de 2008, com término previsto também para abril deste ano. Os investimentos incluídos no PAC 2 alcançam R$ 156,39 milhões. Até fevereiro último,

66,36% das obras tinham sido efetuadas. A reforma do Terminal 2 vai elevar a capacidade de movimentação do Galeão em 13 milhões de pessoas.


A Infraero lembrou que em janeiro deste ano foi entregue ao público a nova área de embarque do terminal de passageiros 2. Com área de 11.109 metros quadrados, o espaço tem nova entrada para o embarque internacional, duas novas

ilhas de check-in (apresentação do passageiro no balcão da empresa aérea, munido de documentos e bagagem) com 32 balcões de atendimento, seis pórticos de raio-x para bagagem de mão, além de um raio-x exclusivo para as mercadorias

das lojas localizadas dentro do embarque e outro para bagagens especiais. Também foram instaladas 16 novas cabines para operação da Polícia Federal, relatou a assessoria.


O terceiro pacote de obras envolve a recuperação e revitalização dos sistemas de pistas e pátios, iniciadas em outubro de 2011, com conclusão programada para este mês. O índice de execução hoje é superior a 90%. Os investimentos,

também inseridos no PAC 2, somam R$ 85,10 milhões. No total, incluindo as obras previstas nos dois terminais e nos sistemas de pistas e pátios, os investimentos da Infraero no Galeão chegam a R$ 439, 85 milhões.


Ainda de acordo com a Infraero, o Galeão movimentou 17,1 milhões de passageiros, em 2013, para uma capacidade atual de 17,4 milhões de pessoas. “Ou seja, até 2013, o Galeão operou dentro da capacidade”, enfatizou a empresa.


O Rio de Janeiro abrigará sete jogos da Copa. Eles incluem as partidas entre Argentina e Bósnia, no dia 15 de junho; entre Espanha e Chile, no dia 18; Bélgica e Rússia, no dia 22; entre França e Equador, no dia 25 de junho; uma

partida das oitavas de final, no dia 28 de junho; uma partida das quartas de final, em 4 de julho; e a final do torneio, no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, no dia 13 de julho.


Valor Econômico

26/03/2014 às 05h00

Gol volta a enxergar o lucro no radar

Por João José Oliveira | De São Paulo


Kakinoff,

presidente d Gol, diz que tendência

traçada por dados operacionais em 2013

permite projetar ganhos em 2014


A Gol atravessou a turbulência formada por valorização cambial e encarecimento de combustíveis para entregar o teto da promessa feita aos investidores em termos de resultados operacionais. Agora, a companhia está pronta para

voltar a pintar de azul a última linha do balanço, ampliando mais as margens de rentabilidade para uma faixa entre 3% e 6%, por meio do avanço acelerado de receitas, inclusive em moeda estrangeira. E isso, sem reduzir participação

de mercado, disse ao Valor o presidente da companhia, Paulo Kakinoff.


"Fizemos a maior recuperação de margem Ebit da história", disse Kakinoff, referindo-se à virada de 14 pontos percentuais, em 12 meses, no percentual do lucro antes de juros e impostos (Ebit) em relação à receita. Em dezembro de

2012, a empresa tinha prejuízo equivalente a 11,2% da receita líquida. Encerrou 2013 com margem positiva de 3% - a meta era um índice entre 1% e 3%. Neste ano de 2014, esse ganho operacional pode dobrar, e ir a 6%, promete a

companhia.


A última linha do balanço ainda é vermelha. Prejuízo no quarto trimestre de 2013 de R$ 19,3 milhões, ante perda de R$ 447 milhões entre outubro e dezembro de 2012, e de R$ 724 milhões no acumulado do ano - praticamente metade do

prejuízo de R$ 1,52 bilhão um ano antes. "Se não fosse pelo câmbio e pelo combustível, o resultado seria superior", diz Kakinoff, referindo-se à moeda estrangeira, que subiu 10,5% e ao querosene de aviação (QAV), que ficou 5,7%

mais caro.


A Gol vem ampliando receitas a percentuais superiores a 20% por cinco trimestres seguidos. Os custos estão sob controle - recuaram 3,5% em 2013 ante 2012. "Não posso ainda dar um guidance [projeção de resultado], mas os números

mostram a tendência", disse Kakinoff. No quarto trimestre de 2013, a receita líquida subiu 28,7%, a R$ 2,7 bilhões, ante mesmo período de 2012. No ano, o ganho cresceu 10,5%, a R$ 8,9 bilhões.


"Fizemos o trabalho que tinha que ser feito em 2012", disse o executivo referindo-se a corte de custos - que envolveu o desligamento superior a 2 mil empregos numa força de trabalho de 20 mil pessoas, pode na oferta por meio de

redução de voos e devolução de aeronaves menos eficientes.


Estancar sangria do caixa após prejuízos de R$ 2,2 bilhões entre 2011 e 2012 tornou-se vital. A fatia da demanda detida pela companhia desabou de 40% para menos de 35%. Foi nesse contexto que chegou Kakinoff, contratado pelo dono

da companhia, Constantino Junior. "Conseguimos antecipar etapas, gerando mais receitas por voo com mudanças operacionais e de tecnologia".


Voos pouco rentáveis e deficitários foram eliminados. A companhia cortou em 4,3% a oferta de assentos por quilômetro voado (ASK, na sigla em inglês) entre 2012 e 2013. Mas a demanda, medida em passageiros quilômetro transportados

(RPK, na sigla em inglês) subiu 1,4%. O que significou maior taxa de ocupação, que subiu de 70% a 75%.


Com atenção redobrada numa malha aérea mais enxuta, a Gol passou a buscar mais receitas. Investiu em tecnologia. O volume de 'check in' por meios eletrônicos mais que triplicou. "Fechamos o ano como a empresa mais pontual do

país", disse Kakinoff. "O 'check in' eletrônico e a possibilidade de fazer antecipação de voos na ponte aérea também eletronicamente representa comodidade. E quem paga por isso é o cliente corporativo", disse Kakinoff, sobre uma

meta comercial mais forte neste ano: vender mais para empresas.


Na malha aérea mais enxuta da Gol, foram preservadas as rotas que atendem executivos, gerentes, diretores, vendedores, empresários. O perfil de clientes da aérea, que era de dois-terços de viajantes a lazer e um-terço de clientes

corporativos, foi invertido em 2013. No ranking da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), a Gol elevou em 7% o faturamento, ante retração de 1% da concorrente TAM.


Toda a frota da Gol foi redesenhada, o que vai gerar uma receita anual de R$ 3 milhões. "A gente dizia que tinha uma frota padronizada, mas a verdade é que contamos 38 configurações diferentes", lembrou Kakinoff. "Isso gerava um

custo porque quando uma aeronave era deslocada para atender uma demanda em outra rota, havia problemas para acomodar passageiros, atrasos. Isso vai acabar".


Com foco nesse segmento e com custos domados sob rédea curta, Kakinoff diz enxergar um horizonte de balanço todo azul em 2014. Analistas concordam. A Fitch, por exemplo, soltou relatório semana passada elevando de negativa para

neutra a classificação de risco de crédito da aérea. A agência internacional diz que pode subir a nota se a Gol elevar as margens operacionais e passar a gerar fluxo de caixa positivo. Duas metas que Kakinoff tem sobre a mesa.


ZERO HORA

25/03/2014 | 21h04

Consumidor vitorioso

Tam vai ressarcir clientes que mudaram voos por causa de gripe A em 2009

Decisão é do final de 2013, mas só foi informada agora pela companhia


Depois de muita briga, clientes da Tam que precisaram pagar multa para alterar ou cancelar viagem a países afetados pelo surto de gripe A em 2009 poderão recuperar o dinheiro. Embora tenham precisado esperar cinco anos,

consumidores que buscaram seus direitos desta vez foram contemplados.


Na época, as companhias aéreas estavam autorizadas a cobrar até 60% do valor da passagem em caso de cancelamento, por exemplo. Essa regra mudou em 2012, quando foi estipulado um máximo de 5% do valor do bilhete. A decisão do

Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) é válida para quem comprou passagens entre 25 de abril e 18 de julho de 2009, quando o risco de contágio da doença provocou recomendações de que as pessoas evitassem viajar sem

necessidade a países com alto índice de disseminação da gripe A.


A decisão do desembargador José Aquino Flôres de Camargo foi tomada em março do ano passado, mas apenas nesta semana a Tam informou oficialmente seus clientes sobre a possibilidade de buscar o ressarcimento, com a correção pelo

IGP-M garantida por lei. O aviso foi feito por meio de nota publicada na imprensa, inclusive em Zero Hora.


A ação que resultou na decisão do TJ-RS foi movida pela Promotoria Especializada em Defesa do Consumidor do Ministério Público a partir de consulta feita pelo Procon de Porto Alegre. Consumidores contestavam a cobrança de multas

para alteração ou cancelamento de voos da Tam para Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Canadá, Austrália e Reino Unido — destinos onde havia risco de contaminação pelo vírus H1N1. Na época, o Ministério da Saúde divulgou uma

nota em que recomendava evitar viagens ao Exterior, especialmente aos países onde já havia registros de pessoas infectadas pelo vírus e quando não houvesse necessidade premente de deslocamento. Nem a companhia aérea nem a

promotoria tem estimativa sobre a quantidade de pessoas envolvidas nessa situação.


Como buscar compensação


Quem pode pedir: só poderá recuperar os valores pagos quem comprou a passagem entre 25 de abril e 18 de julho para um dos seguintes países: Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Canadá,

Austrália e Reino Unido.

Como se habilitar: para recuperar os valores, o cliente deve apresentar algum documento que comprove a compra da passagem ou pagamento de multa.

Mais informações: consumidores que tiveram de pagar multa por cancelamento ou remarcação podem entrar em contato com a Promotoria de Defesa do Consumidor pelo telefone (51) 3295-8900.


ZERO HORA


Tribuna do Norte - RN

25 de Março de 2014 às 00:00

Aeroporto tem 94% das obras físicas concluídas


O presidente do consórcio Inframérica, Alysson Paolinelli, frisou que as obras físicas do Aeroporto Governador Aluízio Alves serão concluídas até 15 de abril e enfatizou que o consórcio está entregando a estrutura sete meses antes

do previsto, considerando que o prazo contratual é janeiro de 2015. O consórcio afirma que 94% da construção já foi executada. “Faltam os retoques finais e a parte de limpeza da obra. Até o dia 15 de abril vai estar tudo pronto.

Não vamos mudar o cronograma da obra física”, disse o executivo.


Adriano Abreu

Paolinelli,

presidente do consórcio Inframérica:

Não vamos mudar o cronograma da obra físicaPaolinelli,

presidente do consórcio Inframérica: Não vamos mudar

o cronograma da obra física


Estruturas como escadas rolantes, esteiras de bagagens e os guichês onde os passageiros farão check-in e despacharão as malas já estão implantados.


Copa

A expectativa é que o novo aeroporto receba todos os voos comerciais previstos para o Rio Grande do Norte durante a Copa do Mundo, disseram o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, e o presidente da Empresa Brasileira de

Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o aeroporto Augusto Severo, Gustavo do Vale. Há a possibilidade de o Augusto Severo receber apenas voos executivos, no período.


Segundo a Infraero, mesmo com o início das operações do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, o Augusto Severo poderá ser usado, durante o mundial, para receber a demanda regional de táxis aéreos e aviões de pequeno

porte inclusive de outros aeroportos regionais, como os de Fortaleza e Recife, em caso de necessidade. “Isso em caso de termos dificuldade de pátio, o pátio cheio, nesses outros aeroportos (vizinhos”, disse Moreira Franco. O

presidente da Infraero, por sua vez, enfatizou que “não teremos nenhum vôo comercial no Augusto Severo a partir do momento em que o aeroporto de São Gonçalo entrar em operação”. “Só se ele não começar a operar dentro do prazo.

Nesse caso, o Augusto Severo vai continuar funcionando normalmente”, assegurou.


A Infraero pediu a prorrogação dos contratos com comerciantes e lojistas que hoje atuam no Augusto Severo. O contrato, que se encerraria em abril, será prorrogado até agosto deste ano, mas não abrange as empresas aéreas. “Não

basta que o aeroporto (ASGA) fique pronto. É preciso ter todos os tipos de estruturas: desde o comércio, até as áreas de transferência de bagagem (handler). É uma prorrogação (com os lojistas) preventiva, caso eles não tenham a

estrutura completa”, disse ainda Vale, acrescentando que “nada impede que o Augusto Severo seja desativado antes de agosto. “Tudo depende da demanda”, disse Vale. A manutenção de aeroportos alternativos é uma opção estudada em

todas as cidades-sede da Copa, de acordo com Gustavo do Vale.


Para o pós-mundial, entretanto, o futuro do Augusto Severo permanece indefinido. Apesar de a Força Aérea Brasileira (FAB) ter confirmado que o aeroporto passaria para as mãos da aviação militar, Gustavo do Vale afirmou que não há

um “martelo batido” quanto ao assunto.


Outras destinações estão sendo estudadas pelas secretarias da Aviação Civil (SAC) e do Patrimônio Público da União (SPU). Entre as alternativas comerciais para a área, estão a construção de um shopping ou um centro de convenções.

A decisão só deve ser tomada após o início completo das operações do Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.


Bate-papo - Alysson Paolinelli

Presidente do consórcio Inframérica


Os primeiros voos chegarão no aeroporto em 10 de maio?

Vamos esperar o cronograma das aéreas, mas trataria como sendo dia 10 de maio.


Há bastante tempo vocês trabalhavam com a possibilidade de inaugurar no dia 15 de abril. O que atrasou?

Não é um atraso. Quando a gente colocou o desafio do dia 15 de abril tínhamos uma folga no cronograma. O objetivo era colocar operacional para a Copa. Tínhamos 60 dias de folga. Vamos conseguir ainda quase 40 dias antes do

primeiro jogo entregar o aeroporto operacional.


O consórcio havia dito que no dia 27 de março entregaria as instalações para as aéreas começarem a fazer a mudança. Existe uma perspectiva nova de entrega dessas instalações?

Nós já liberamos as áreas para as companhias, elas já vêm se preparando, fazendo os seus projetos de instalação, e o aeroporto já está pronto para recebê-las. Logicamente elas também tem a parte delas de implementação dos seus

processos.


O presidente da Infraero comentou que há possibilidade de o Augusto Severo receber voos executivos na Copa. Por que é necessário se o de São Gonçalo tem capacidade para isso?

O aeroporto de São Gonçalo vai estar pronto na Copa e a posição dos voos executivos é uma questão que a Aeronáutica vai ter que administrar porque vão ser muitas aeronaves, no Brasil inteiro e esses aeroportos alternativos serão

sempre opção em caso do pátio estar cheio em aeroportos como Fortaleza.


O número de voos despencou em Natal. Qual é a expectativa considerando que esse aeroporto (o novo) tem capacidade maior?

Na verdade temos um trabalho de reativação da malha aérea local. Temos feito esse trabalho junto às companhias aéreas, que têm todo o interesse.


Qual é a estratégia? Vocês estão ofertando algum tipo de incentivo?

Temos conversado com o governo sobre a redução do ICMS no querosene de aviação. Ainda não tivemos resposta, mas temos certeza de que o Estado está fazendo análises e esperamos em breve contar com esse apoio porque aí sim

conseguiremos criar um número maior de voos.


Diário do Pará

25/03/2014, 16:57:23

Voos podem ser cancelados devido à chuva em Belém



(Foto: Antônio Cícero/Diário do Pará)


Em virtude da previsão de chuvas entre esta terça (25) e quarta-feira (26), em Belém, alguns voos da TAM poderão sofrer atrasos ou cancelamentos, conforme comunicado divulgado pela empresa aérea na tarde de hoje.


Os cancelamentos e atrasos podem ocorrer já que a empresa não opera no Aeroporto Internacional de Belém em caso de chuva forte ou moderada, com pista severamente molhada e escorregadia. "A decisão foi tomada priorizando a

segurança dos passageiros", diz o comunicado.


Segundo a TAM, os clientes prejudicados podem contatar a Central de Vendas pelo telefone 4002-5700 (capitais) e 0800-570-5700 (demais localidades) e efetuar a remarcação de seus bilhetes com isenção de taxas para viagens até 15

dias a contar da data de hoje. Aqueles que optarem pelo reembolso dos tickets marcados entre hoje (25) e amanhã (26) receberão o valor pago integralmente.


(DOL com informações da TAM)


Diário do Pará

25/03/2014, 12:31:30

Defesa Civil faz buscas por terra em Jacareacanga



Buscas se concentram também por terra em área próximo a Jacarecanga

(Foto: Divulgação)


Mais de 100 homens da Defesa Civil saíram por terra, desde o início da manhã desta terça-feira (25), na região próxima a Jacareacanga, em buscas de possíveis destroços do bimotor modelo Beechcraft BE 58 Baron, matrícula PR-LMN, da

empresa Jotan Táxi Aéreo, desaparecido no último dia 18.


A equipe percorre uma área que fica a cerca de 32 quilômentros de Jacareacana. De acordo com o J.S. Cavalcante, da Defesa Civil, as buscas se concentram em áreas onde objetos metálicos teriam sido encontrados ontem. "O caça aéreo

detectou esses objetos metálicos e agora estamos com essa equipe para tentar encontrá-los, mas nada está confirmado ainda", explicou.


Até o momento, não há informações sobre o avião desaparecido no Pará. As buscas pelo ar também retornaram na manhã de hoje pela FAB. As condições climáticas em Jacareacanga amanheceram favoráveis às buscas, ao contrário dos demais

dias prejudicados pelas chuvas e fortes nevoeiros.


BOATOS


A Força Aérea Brasileira (FAB) negou que algum objeto metálico tenha sido encontrado na região. Sites nacionais chegaram a informar que destroços de um outro avião, desaparecido em 1988, foram encontrados a 29 quilômetros a

nordeste de Jacareacanga, o que também foi negado pela FAB.


(DOL)


Diário do Comércio - MG

26/03/2014

Aerobravo prevê aumento nas vendas de aeronaves leves

Modelos chegam a custar R$ 200 mil

Thaíne Belissa



Principal público da mineira Aerobravo são empresários e fazendeiros/Divulgação


Utilizados em viagens a negócios, passeios de fim de semana e até como fuga do trânsito das estradas, os aviões de pequeno porte se consolidam como uma alternativa ao transporte terrestre.


Apaixonado por aviação e atento a esse mercado, o empresário mineiro Fábio Homem de Carvalho Filho deixou de lado, há 20 anos, a carreira de executivo de uma multinacional para criar a Aerobravo, empresa especializada na

fabricação e montagem de aviões leves esportivos.


A primeira sede da empresa foi no bairro Campina Verde, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Mas logo nos primeiros anos, o empresário sentiu a necessidade de estar mais próximo da Capital, a fim de

facilitar o atendimento aos clientes. A empresa mudou-se, então, para um hangar dentro do Aeroporto Carlos Prates, na região Noroeste de Belo Horizonte, onde funciona até hoje. Com 25 funcionários, a Aerobravo atende clientes de

todo o Brasil, sendo a única desse segmento em Minas Gerais.


De acordo com o diretor comercial da Aerobravo, Hugo Silveira, a empresa fabrica cinco modelos de aviões, sendo dois de produção nacional e três de origem estrangeira. No caso dos modelos nacionais, a Aerobravo é responsável por

todo o processo, desde a encomenda das placas metálicas, que normalmente vêm dos Estados Unidos, passando pelo corte e modelagem das peças, até a montagem do avião. Já os modelos importados são apenas montados no hangar, pois a

empresa importa os kits com as peças prontas.


Além da nacionalidade, também há diferença na forma de construção entre os aviões. Os modelos brasileiros - Amazon e Bravo700 - e o italiano Savannah são feitos com alumínio aeronáutico, material que garante segurança, robustez e

facilidade manutenção. Já os modelos Skyranger e Nynja são construídos com revestimento de um tecido chamado xlan e de fibra de vidro. De acordo com Silveira, esses aviões são mais sensíveis e podem gerar manutenções mais caras.

"Se alguém esbarrar neles uma ferramenta pontiaguda, por exemplo, pode rasgar o tecido, o que levará a uma troca de todo o revestimento. No caso do alumínio, bastaria uma Àlanternagem"", explica.


Custo - Segundo o diretor, o preço dos aviões varia entre R$ 130 mil e R$ 200 mil. O principal público são empresários e fazendeiros, que precisam se deslocar entre cidades com grande freqüência. De acordo com Silveira, além de

buscarem rapidez e conforto, esses clientes estão fugindo das estradas brasileiras, cada vez mais perigosas. "São pessoas que estão cansadas do trânsito das estradas e querem um meio de transporte mais seguro, rápido e eficiente.

Normalmente são clientes com uma condição melhor e que conseguem pagar o valor de um avião leve, mas também não poderiam adquirir modelos mais robustos, que custam cerca de R$ 1 milhão", destaca.


A Aerobravo vende cerca de 30 aviões por ano e tem mais de 300 modelos voando em todo o Brasil. De acordo com Silveira, a empresa atende clientes de todas as regiões do país, sendo São Paulo e Minas Gerais os mercados mais fortes.

O diretor acredita que a tendência é de crescimento na demanda, tendo em vista a piora das condições dos transportes terrestres. Entretanto, ele afirma que está cauteloso, pois o setor tem enfrentado alguns desafios.


"Até 2011, crescemos muito, mas desde o ano passado os negócios estão estagnados. Um dos motivos é alta do dólar, que aumenta nossos custos para importação das peças e reflete nos nossos preços", avalia. Ainda segundo Silveira,

outro problema são as repetidas mudanças da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em relação à regulamentação da categoria de aviões leves esportivos. "Essa falta de clareza tem causado certa insegurança no mercado", aponta.


O Povo - CE

26/03/2014 - 07h27

FORTALEZA - BOGOTÁ

Avianca solicita à Anac voo internacional


O titular da Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), Bismarck Maia, anunciou nesta terça-feira (25), em seu perfil no Facebook, que a companhia Avianca solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) seu primeiro voo

Internacional. Segundo o secretário, o trecho solicitado é Bogotá / Fortaleza / Bogotá. A notícia teria sido recebida pelo governador Cid Gomes.


Em 2014 já foram definidos mais três novos voos internacionais partindo do Ceará: Fortaleza-Miami (TAM), Fortaleza-Buenos Aires (Gol) e Fortaleza-Frankturt (Condor Flugdienst). Eles são resultantes da política de incentivos

fiscais do governo estadual, aprovada em 2013. Companhias aéreas que operarem ao menos um voo internacional direto de Fortaleza têm redução de impostos em combustível e peças para aeronaves.


Redação O POVO Online


Bahia Econômica

26/03/ - 08h41m

Prejuízo líquido da Gol cai para r$ 19,3 milhões




Segundo informações da companhia na noite de terça-feira (25), a empresa aérea Gol encerrou o quarto trimestre de 2013 com um prejuízo de R$ 19,3 milhões, uma redução de cerca de 95% sobre igual período de 2012.


No ano, a empresa registrou prejuízo de R$ 724,6 milhões. O resultado é 52,1% menor do que o verificado no ano anterior. No balanço, a empresa diz que cenário macroeconômico para o ano de 2014 se demonstra ainda mais desafiador

com o preço do combustível superior a 2013 e a desvalorização do real frente ao dólar, mantendo a pressão dos custos.


"Nesse contexto, a companhia anunciou uma nova estrutura organizacional, com o objetivo de aumentar a capacidade de gerar receitas, aliado ao maior foco em planejamento e controle de custos, fundamental para execução de suas

estratégias de curto e longo prazo", diz o presidente da companhia, Paulo Sérgio Kakinoff, no balanço.


A Tarde - BA

Qua , 26/03/2014 às 07:52

Gol encerra 2013 com frota de 137 aeronaves

Luciana Collet | Agência Estado


A GOL Linhas Aéreas encerrou o quarto trimestre de 2013 com uma frota operacional de 137 aeronaves B737-700 NGs e B737-800 NGs, número que pretende manter para o final de 2014, conforme informou a companhia em seu relatório de

resultados. A idade média das aeronaves era de 7,1 anos. Mas o desafio segue sendo o de devolver as oito aeronaves 737-300 Classic que a companhia mantêm em seus pátios e que tenta vender ou devolver aos lessores.


A Gol lembrou que ao longo de 2013 foram retiradas 11 aeronaves 737-300 Classic da frota e que as demais 8 estão "em fase final de negociação para serem vendidas ou retornadas aos lessores". No terceiro trimestre, no entanto, a

companhia havia informado que desse total, cinco estavam em processo de negociação para venda e três para serem retornadas aos lessores até o final de 2013, o que não ocorreu.


Além da frota operacional e dos 737-300 Classic, a companhia também mantinha, ao final de dezembro, um 767-300/200 e mais 4 aeronaves Boeing 737 Next Generation (NG) (que não estavam operando por estarem em processo de devolução).

Com isso, totaliza uma frota de 150 aeronaves. Dessa frota total, 96 estavam sob o regime de leasing operacional e 46 em leasings financeiros. Das 46 aeronaves sob regime de leasing financeiro, um total de 40 possuem opção de

compra ao final do contrato.


Durante 2013, a Gol recebeu 15 aeronaves em regime de arrendamento operacional e apenas uma em regime de arrendamento financeiro. Por outro lado, houve a devolução de 3 aeronaves sob regime de arrendamento operacional.


Ao final do ano, a empresa possuía com a Boeing 139 pedidos firmes para aquisição de aeronaves, o que corresponde a aproximadamente R$ 36,6 bilhões, não considerando os descontos contratuais. Desse total, a Gol possuía obrigações

de R$ 4,8 bilhões, a título de adiantamentos para aquisição de aeronaves, sendo que R$ 163,4 milhões devem ser desembolsados ao longo de 2014.


No ano passado, a GOL realizou investimentos de R$ 737 milhões, sendo 56% no plano de aquisição de aeronaves, 43% em aquisições de peças aeronáuticas e reconfiguração e benfeitorias em aeronaves e 1% em bases, tecnologia da

informação e na expansão do centro de manutenção em Confins. Somente entre outubro e dezembro, foram R$ 148 milhões, dos quais 52% no plano de aquisição de aeronaves.


Agência Brasil

26/03/2014 08h24

Satélite detecta 122 objetos no mar que podem ser do avião da Malásia

Brasília

*Da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto


A presença de 122 objetos foi detectada hoje (26) em área ao Sul do Oceano Índico, onde são feitas as buscas ao avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março com 239 pessoas a bordo.


Os objetos foram observados em imagens de satélite tiradas pelo Centro de Controle da Airbus para a Defesa e Espaço, em área de 400 quilômetros quadrados do oceano, disse o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin

Hussein, em entrevista coletiva.


Para ele, o governo da Malásia será julgado favoravelmente na história pela sua conduta em relação ao desaparecimento do avião que fazia o voo MH370. “A história vai julgar-nos de forma favorável”, disse Hussein na entrevista.


As buscas ao avião da Malaysia Airlines foram retomadas hoje de madrugada, na Costa da Austrália Ocidental, a sudoeste da cidade australiana de Perth.


Nessa terça-feira, parentes das vítimas chinesas do acidente protestaram em frente à Embaixada da Malásia em Pequim, manifestando desconfiança de que a verdade não foi revelada totalmente. “Exigimos o regresso dos nossos” ou “Eu

não posso imaginar viver sem ti” eram frases lidas em camisetas dos manifestantes. A polícia chinesa colocou agentes na Embaixada da Malásia e fechou o trânsito na rua da representação diplomática, impedindo as pessoas de se

aproximar.


O protesto começou no hotel onde, há cerca de duas semanas, estão hospedados parentes dos passageiros chineses do voo da companhia malaia. Eles têm mantido reuniões com os responsáveis pela empresa.


O voo MH370 da Malaysia Airlines decolou, no dia 8 de março, de Kuala Lumpur, com 239 pessoas a bordo, rumo a Pequim, mas desapareceu dos radares pouco depois da partida, em condições que continuam sem explicação, já que não foi

registrado qualquer pedido de socorro ou comunicado qualquer perigo a bordo.


*Com informações da Agência Lusa


Jornal de Turismo

Terça, 25 Março 2014 15:42

Companhias aéreas irão ampliar operações na Paraíba


A Paraíba deve começar a receber voos novos das quatros companhias aéreas que já operam no Aeroporto Presidente Castro Pinto, na Região Metropolitana - TAM Azul, Gol e Avianca -, e o Aeroporto João Suassuna, em Campina Grande,

está inserido nos estudos para início de operações da Avianca e Azul. O Estado também deve confirmar nos próximos dias o início de fretamentos de voos em parceria com a Operadora CVC.


A informação é do secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Renato Feliciano, que participou na semana passada de quatro reuniões com os diretores das companhias aéreas e da CVC, em São Paulo. Durante os encontros, o

secretário apresentou dados sobre o crescimento da movimentação de passageiros no Castro Pinto - crescimento de 6,29% nos dois primeiros meses de 2014 -, além da ocupação hoteleira que, no acumulado de janeiro e fevereiro, ficou

em 78,69%.


“Os diretores das companhias aéreas foram muito receptivos com os dados que foram apresentados e informaram o início de estudos para iniciar futuras operações em João Pessoa e Campina Grande”, afirmou o secretário. Além de João

Pessoa, o interesse de investir em Campina Grande, em especial durante o período junino, ficou evidente, principalmente para os executivos da CVC, que devem anunciar em breve o fechamento de voos fretados, que envolverão também a

capital paraibana.


Além de apontar o crescimento sustentável dos indicadores de movimentação de turistas na Paraíba, Renato Feliciano apresentou uma proposta de incentivo fiscal - redução de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)

no combustível de aviação -, por determinação do governador Ricardo Coutinho. Nesse item, pontuou o secretário, as companhias aéreas terão que se comprometer a operar voos em horários melhores para os passageiros, buscando reduzir

consequentemente o período ocioso do aeroporto, que gira em torno de 12 horas diárias.


Essa proposta foi muito bem aceita pelos diretores das empresas, mas, segundo Tarcísio Gargioni, vice-presidente Comercial e Marketing da empresa da Avianca, não será elemento determinante para a empresa iniciar voos em Campina

Grande e ampliar de dois para três as operações em João Pessoa. “Percebemos que há uma grande demanda de passageiros nesses dois destinos e estamos finalizando alguns projetos para anunciar as novas operações na Paraíba”,

enfatizou o executivo. A Avianca receberá sete aviões A-320 para reforçar a sua frota nos próximos meses.


Já o presidente da CVC, Eduardo Falcon, vê na Paraíba, assim como todo o Nordeste, um excelente mercado não apenas para a aviação comercial, mas para toda a cadeia do turismo. Na opinião do executivo, a região será a maior

beneficiada com a Copa do Mundo, porque, além de ter quatro cidades-sedes - Salvador, Recife, Natal e Fortaleza - será foco das atenções após o encerramento da primeira fase da competição. Dados da Embratur indicam que o Brasil

receberá 600 mil turistas e essas pessoas, segundo Falcon, irão buscar destinos novos, como a Paraíba, que está entre as quatro cidades-sedes do Nordeste.


Reuniões - As reuniões nas companhias aéreas contaram com a participação da secretária de Turismo de Campina Grande, Catharine Brasil; da presidente da PBTur - Empresa Paraibana de Turismo, Ruth Avelino; e do presidente da Abav-PB

- Associação Brasileira das Agências de Viagem, secção Paraíba, Breno Mesquita, responsável pelo agendamento dos encontros com os executivos das empresas aéreas.


Mercado&Eventos

25/03 - 19:02

Terminal de carga de Petrolina recebe primeira carga de importação


O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) realizou, na quarta-feira (19/3), sua primeira operação nas atividades de importação de cargas. O complexo logístico recebeu um container

de 3,9 toneladas, vindo de trânsito aduaneiro originado no porto de Salvador (BA). O procedimento contou com a participação da Receita Federal e do Ministério da Agricultura, que estão entre os órgãos atuantes na cadeia de

logística de carga.


Com a operação, o complexo demonstra sua capacidade para receber cargas de importação, o que permite ampliar ao longo do tempo a vocação cargueira do terminal. O Teca de Petrolina já é um elo estratégico para o escoamento da

produção da região do Vale do São Francisco, uma das mais importantes produtoras de frutas do país.


Operacao-Petrolina - O aeroporto conta com uma das mais extensas pistas de pousos e decolagens do Nordeste - com 3,25 mil metros de comprimento e 45 de largura. Essa estrutura permite ao terminal receber regularmente aeronaves

cargueiras de grande porte. Em 2013, o Teca de Petrolina movimentou 3.345 toneladas de carga, um crescimento de cerca de 7% sobre a movimentação de 2012, de 3.124 toneladas.


A funcionária Maria Katiuscia Ribeiro, uma das responsáveis pela organização da operação, destacou o bom andamento da operação. “Foi gratificante organizar o recebimento da primeira operação de importação do Teca. A preparação,

feita em um curto espaço de tempo, foi realizada de forma tranquila e demonstrou as boas condições do aeroporto para cumprir o procedimento”, disse.


Rafael Massadar


Mercado&Eventos

25/03 - 16:18

Moreira Franco confere obras no Aeroporto São Gonçalo do Amarante/RN


O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC/PR), Moreira Franco, esteve na manhã de hoje no Aeroporto São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal (RN), para conferir o andamento das obras de construção do

aeródromo. Durante a visita, o ministro confirmou que as obras do acesso norte serão concluídas no próximo dia 15 de abril e as operações devem começar em 10 de maio.


“A obra física avançou bastante, mas o que nos preocupa agora é a operação. Precisamos que as companhias aéreas definam um cronograma de instalação, vejam quais as facilidades e as dificuldades e passem para a Inframérica quais

demandas existem e quai precisam ser atendidas para que elas, com segurança, possam ser instaladas aqui”, afirmou Moreira Franco.


Inframérica é o consórcio responsável pelo aeroporto de São Gonçalo do Amarante, localizado a 40 km do centro da capital potiguar. O complexo aeroportuário foi o primeiro a ser concedido pelo Governo Federal à iniciativa privada e

terá capacidade para 6,2 milhões de passageiros.


Rafael Massadar


Mercado&Eventos

25/03 - 16:08

Azul iniciará terceira frequência diária entre Campinas e Chapecó


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras dará início à terceira frequência diária entre Campinas e Chapecó no dia 7 de abril. O pedido da companhia foi aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os bilhetes podem ser

encontrados a partir de R$ 131,90* e a operação será com aeronave ATR 72-600, com capacidade para 70 assentos.


“Observamos um aumento expressivo na movimentação de passageiros no Aeroporto Serafin Enoss Bertaso e optamos por oferecer comodidade aos nossos Clientes com mais esse voo”, destaca Marcelo Bento, diretor de Planejamento e

Alianças da Azul. Somente nos primeiros dois meses do ano, a Azul já transportou aproximadamente 16 mil clientes a partir de Chapecó.


Fernanda Fantinel


Mercado&Eventos

25/03 - 12:46

Aeroporto de Cabo Frio terá pista maior que o Santos Dumont



Obras do terminal contarão com recursos do Plano de Investimento

em Logística anunciado pelo governo


Em cerimônia com o prefeito de Cabo Frio (RJ), Alair Correa, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Moreira Franco, assinou, nesta sexta-feira, dia 21, o termo de convênio de delegação do

Aeroporto Internacional de Cabo Frio à prefeitura do município. O documento renova a outorga do aeródromo por mais 35 anos.


Na oportunidade, o ministro anunciou a liberação de recursos para a ampliação do terminal.

Contemplado no rol de municípios que receberão recursos do programa de investimento em aeroportos regionais, Cabo Frio tornará o aeroporto mais confortável e competitivo no mercado regional. Entre as obras previstas, estão a

construção de um novo terminal de passageiros, a ampliação do pátio, o aumento da área de estacionamento de aeronaves e a construção da pista de pouso e decolagem de 2.560 metros (2ª maior do Estado carioca).


Moreira Franco ressaltou a importância do aeroporto que atualmente é o maior e mais importante indutor de transporte no Brasil. “A aviação civil deixou de ser elite para ser um transporte coletivo, hoje, com antecedência, as

pessoas conseguem comprar passagem de avião mais barata do que a do ônibus, o acesso é rápido e seguro. Queremos um transporte coletivo aéreo de preço acessível a todos os brasileiros”, concluiu.


Rafael Massadar


Panrotas

25/3/2014 19:07:00

Aérea boliviana começa a voar para o Brasil em maio



Site da companhia aérea boliviana


Em maio, mais uma aérea internacional começa a voar para o Brasil. Trata-se da boliviana Amaszonas Líneas Aereas, estabelecida em 1998 tendo como hub Santa Cruz de la Sierra. Os voos para o Brasil ligarão a cidade boliviana a três

destinos: Cuiabá, que terá três frequências semanais a partir de 22 de maio; Campo Grande, também com três voos por semana, a partir de 31 de maio; e Brasília, com outras três frequências semanais em junho, a partir do dia 10.


Na Bolívia, a aérea voa para a capital La Paz e destinos como Cochabamba, Sucre e o Salar de Uyuni, um dos principais destinos turísticos do país. A aérea já opera voos internacionais, com frequências diárias de Santa Cruz de la

Sierra para Assunção, no Paraguai, e Cusco e Arequipa, no Peru, entre outros destinos. Os planos de expansão, segundo o vice-presidente da empresa, Luis Vera, responsável pelas operações internacionais, incluem, além dos voos para

os três destinos brasileiros, o início das operações no Chile, com a operação para Iquique, e na Argentina, com voos para Salta, no norte do país.


“Temos uma frota eficiente, com seis modernos jatos canadenses Bombardier, Canadair CRJ-200, para 50 passageiros”, conta. Além disso, até o final deste ano outras duas aeronaves serão integradas à frota da aérea, que tem acordo

interline com a espanhola Air Europa, a Copa Airlines, a chilena Sky Airline e a Aerolíneas Argentinas. O site da companhia aérea é o www.amaszonas.com.


Maria Izabel Reigada


Panrotas

25/3/2014 17:44:00

Aeroméxico voa para mais de 50 destinos no México


CANCUN (MÉXICO) – A Aeroméxico é um dos 40 expositores do Nastur, evento realizado até o dia 27 em Cancun. Para os agentes de viagens, a gerente comercial da empresa no Brasil, Bruna de Freitas, destaca a capilaridade da companhia

em todo o território mexicano.


“Voamos para mais de 50 destinos no México, ou seja, quase o país inteiro e é isso que ressaltamos para os agentes de viagens que participam do Nastur”, disse a executiva. Para os Estados Unidos, Bruna ressaltou que a companhia

tem conexões com destino a Las Vegas, Los Angeles, São Francisco, San Diego e outras.


A executiva falou, também, sobre os destinos que a companhia opera com o B787 Dreamliner: Cancun, Paris, Londres e Nova York. A Aeromexico receberá o total de 20 equipamentos deste tipo até 2016.


RIO

Nas capacitações, Bruna salientou a importância do novo voo da Cidade do México para o Rio de Janeiro, com início no dia 29 de junho. A companhia oferecerá quatro voos semanais diretos. O Rio passa a ser o segundo destino no

Brasil no qual a Aeromexico voa – o outro é São Paulo.


O Portal PANROTAS viaja a convite da Nascimento Turismo


Biaphra Galeno


Panrotas

25/3/2014 17:39:00

Delta lança wi-fi a bordo em voos entre EUA e Japão



Voos serão operados em aeronaves Boeing 747-400


A Delta Air Lines lançou o serviço de conectividade wi-fi internacional nos voos 283 e 295, ligando Los Angeles e Atlanta, respectivamente, ao Aeroporto de Narita, em Tóquio. As duas rotas são operadas em aeronaves Boeing 747-400,

equipadas com tecnologia de acesso a internet via satélite baseado na banda Ku.


Para acessar o serviço, os passageiros terão opções de preços que começam com passes de uma hora com valores de US$ 14 para usuários de laptop e US$ 8 para quem utiliza tablets ou smartphones. Para acesso durante todo o voo, serão

cobrados US$ 24,95 e US$ 14,95 para o uso de laptops e sistemas de telefonia móvel, respectivamente.


A companhia aérea, que por mais de cinco anos tem fornecido acesso sem fio à internet para os clientes que viajam dentro dos Estados Unidos, espera instalar o wi-fi em todos os Boeings 747-400 da empresa até o fim do ano. A meta é

concluir a instalação em toda a frota internacional até o fim de 2015.


Rafael Carreira


Jornal da Band

25/03/2014

Piloto pousa com sucesso durante mau tempo



Veja esta aterrisagem impressionante feita em um aeroporto de Portugal em condições meteorológica extremamente adversas.