Gol e Aerolíneas Argentinas terão voos compartilhados
Folha de São Paulo
Familiares de passageiros de voo ameaçam greve de fome
O Globo
Radar da Tailândia reforça desvio do avião ao oeste
G1
Tailândia detectou avião não identificado após sumiço de voo
Queda de helicóptero de emissora de TV mata duas pessoas nos EUA
Passageira de avião que sumiu pediu ajuda por mensagem: 'Socorro, tio'
Vídeo mostra aviões sacudidos pelo vento ao tentar pousar na Inglaterra
Valor Econômico
Oferta de LAN e TAM é ajustada e prejuízo recua
Caso Varig agora pode beneficiar as usinas
O Liberal - PA
Avião desaparecido ainda não foi localizado no Pará
Gazeta Digital - MT
Com restrição de tráfego aéreo passageiros que optarem terão reembolso
integral
Circuíto Mato Grosso
Delegações poderão usar aeroportos militares durante a Copa do Mundo
Diário do Nordeste
Restrição aérea vai afetar 800 voos
A Tarde - BA
Gol negocia aliança com aéreas asiáticas
Jornal de Turismo
Azul recebe autorização para voar a Parnaíba, no Piauí
Mercado&Eventos
Airbus inicia montagem final do A320neo
Sky Airline iniciará operações no Brasil com voo entre SP e Santiago
Panrotas
Companhia aérea do Egito quer voar para Brasil em 2015
B777-300 e classe comfort da Turkish voltam ao Brasil
O Estado de S.Paulo 18 de março de 2014 | 15h 05 LUCIANA COLLET - Agencia Estado SÃO PAULO - A Gol e a Aerolíneas Argentinas iniciarão a partir de 1º de maio as operações de compartilhamento de voos. Na primeira fase, a aérea argentina passará a vender os voos da Gol do Rio
de Janeiro, de Brasília e de Confins em seus canais de venda. Em setembro, a previsão é ampliar o compartilhamento, com as duas empresas passando a oferecer todos os destinos no Brasil e na Argentina como também na América do Sul
e do Norte. O presidente da GOL, Paulo Sérgio Kakinoff, destacou que, com o compartilhamento das malhas, passageiros das duas empresas terão 188 opções de voos semanais entre os dois países. "Se fossem implementados em apenas dois pontos,
seriam tipicamente uma ponte aérea", comentou Kakinoff. ´Somente a Gol oferece 77 voos semanais entre Ezeiza, Aeroparque, Córdoba, Rosário e Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. Apenas entre os principais destinos, as empresas oferecerão 10 voos diários entre Buenos Aires e São Paulo, e cinco entre a capital argentina e o Rio de Janeiro. "Sempre foi desejo da Gol ter serviço e frequência próprios de uma
ponte aérea e isso não poderia ser executado por uma só companhia", disse. "Esse é um acordo que dá vantagens e benefícios não só aos passageiros como também às companhias aéreas e aos países, porque vai permitir um fluxo mais cômodo e eficiente, com melhores horários e mais frequências para intercâmbio
turístico e para o intercâmbio comercial e de negócios", disse o presidente da Aerolíneas Argentina, Mariano Recalde. No ano passado, as duas companhias começaram a receber as autorizações necessárias para o compartilhamento e há cerca de um mês oficializaram a parceria, sem dar prazo para o início das operações. Expansão Os executivos sinalizaram com a possibilidade de expansão da parceria, seja para um compartilhamento da manutenção das aeronaves - já que as duas empresas operam com o mesmo equipamento - seja para novas rotas. Kakinoff salientou que as companhias passarão a planejar a malha aérea de forma conjunta. "Isso permite uma expectativa positiva, de que será oferecida a melhor conexão entre os dois países, fruto do redesenho de malha, com vasta
vantagem para as empresas e a melhor oferta para os passageiros dos dois países." O presidente da Gol acrescentou que as duas aéreas devem estudar rotas compartilhadas, que não se justificariam com a base de clientes de apenas uma delas. Uma primeira rota que será iniciada pela Gol em menos de dois meses faz
parte dessa visão, segundo Kakinoff: em 10 de maio a Gol inicia uma nova operação entre Ezeiza e Fortaleza. Mas outros voos, não só entre os dois países como também em outros destinos do Cone Sul ou da América Central, podem ser criados. "Vamos mapear as possibilidades, segundo os acordos que estão vigentes entre os países, mas há um
potencial em função da similaridade de destinos desejados", comentou Kakinoff.
Folha de São Paulo QUARTA-FEIRA, 19 DE MARÇO DE 2014 Familiares dos passageiros chineses que estavam a bordo do voo 370 da Malaysia Airlines --desaparecido há 11 dias com 239 pessoas a bordo, entre elas 154 cidadãos da China-- ameaçaram fazer greve de fome até que o governo da
Malásia lhes dê "informações verdadeiras" sobre o paradeiro dos parentes. Um dos familiares de passageiros do voo, uma mulher de cerca de 30 anos, comunicou o protesto à imprensa ontem no hotel Lido de Pequim, onde centenas de pessoas esperavam notícias sobre o ocorrido --o voo ia de Kuala Lumpur
(Malásia) para a capital chinesa quando sumiu. No quarto onde os parentes esperam, ao qual a imprensa não tem acesso, foi pendurado um quadro em que se convida a aderir à greve de fome, como mostram fotos do grupo. Alguns dos parentes de passageiros, no entanto, não apoiam a
ideia. O objetivo do protesto é pressionar as autoridades da Malásia, acusadas de "ocultar informações" sobre o voo e de perder tempo na busca. O governo da China também já demonstrou insatisfação com o vaivém de informações e desmentidos por parte do governo malasiano. Os chineses instaram a Malásia a "melhorar a coordenação" da investigação e a transferir informações
confirmadas. ROTA ALTERADA A rota do avião pode ter sido alterada por seu sistema computadorizado, e não manualmente, segundo autoridades americanas disseram ontem ao "New York Times". De acordo com essas pessoas envolvidas na investigação, não está claro
ainda se a rota foi reprogramada antes ou depois da saída da aeronave. Para os investigadores, a suspeita de mudança via computador de bordo reforça a hipótese de que o sumiço do avião foi uma ação deliberada e põe o foco sobre o comandante e seu copiloto.
Chineses acusam Malásia de 'ocultar informações' sobre avião que sumiu; rota pode ter sido alterada por computador, diz o 'NYT'
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
O Globo Quarta-feira 19.3.2014 Orações. Em Kuala Lumpur, malaios usam as luzes de seus telefones celulares durante uma cerimônia em homenagem aos 239 desaparecidos -KUALA LUMPUR- Checagens mecânicas indicam não haver motivo claro para o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines. Mas, enquanto equipes de 26 países vasculham uma área de 7,7 milhões de
quilômetros quadrados — o tamanho de todo o território da Austrália —, o governo da Tailândia liberou ontem outra pista. Um radar tailandês também captou a brusca mudança de rota de uma aeronave que, supõe-se, possa ser o voo MH-370.
Os sinais foram captados no último dia 8 à 1h28m, seis minutos depois de o transponder do Boeing 777-200 ser desligado. Essa aeronave captada deu meia-volta e voou na direção oposta, a oeste, em direção ao Estreito de Málaca —
reforçando a tese de um desvio deliberado de rota. Cauteloso, o porta-voz da Força Aérea da Tailândia, marechal Montol Suchookorn, disse não poder confirmar se o avião detectado era o da Malaysia Airlines. Dez dias depois do sumiço, a demora tailandesa em liberar a informação pode
não impactar o que se sabe até agora, mas levantou dúvidas sobre o grau de cooperação dos países da região — sobretudo na liberação de dados de radares militares, que podem ocultar informações consideradas “sensíveis”. Questionado
sobre a demora, o marechal se esquivou. — Detectamos um sinal, que não era um sinal normal, de um avião voando na direção oposta à do MH-370. Demoramos porque não demos nenhuma atenção a isso. A Força Aérea Real Tailandesa analisa apenas ameaças contra o nosso país —
declarou Suchookorn. — Os pedidos iniciais da Malásia por informação não eram específicos. Quando pediram de novo, olhamos nossos registros novamente. ENGENHEIRO NA LISTA DE SUSPEITOS O mistério fez a China ampliar a checagem de antecedentes dos 153 passageiros chineses a bordo. Segundo o embaixador chinês na Malásia, Huang Huikang, não foi encontrada nenhuma pista que os
coloque como suspeitos. — Não encontramos qualquer prova ligando os passageiros chineses a um sequestro ou atentado contra o avião — garantiu o diplomata. As especulações de que o plano de voo poderia ter sido alterado no computador de bordo colocaram outro passageiro no alvo das investigações. O malaio Mohd Khairul Amri Selamat, de 29 anos, contou numa rede social ter trabalhado
para uma companhia de jatos particulares — e poderia, talvez, ter o conhecimento técnico para desligar os sistemas de comunicação do Boeing. l FORA DE ÁREA -KUALA LUMPUR- Quando sequestradores da al-Qaeda tomaram os aviões no 11 de Setembro de 2001 e entraram em rota de colisão das Torres Gêmeas, em Nova York, e do Pentágono, em Washington,
passageiros e tripulantes em pânico ligaram os celulares para se despedir de entes queridos, enviar mensagens e até pedir a ajuda às autoridades. Mas nada foi registrado no Boeing 777-200. Não houve ligações, mensagens no
Facebook, posts no Twitter ou no equivalente chinês, o Weibo. Até agora as investigações indicam zero tentativa de fazer telefonemas dos celulares dos passageiros a bordo. Para especialistas, ao contrário do 11 de Setembro, quando as aeronaves voavam baixo, rumo ao perímetro urbano, um dos
motivos para o silêncio no voo MH-370 pode ser a altitude que chegou a 43 mil pés (13,7 mil quilômetros) — alta demais para viabilizar o contato. Outra hipótese é que, com os equipamentos de comunicação do avião desligados,
desligam-se, ainda, os sistemas de entretenimento e de telefonia via satélite.
Vasta área de buscas já tem o tamanho do território da Austrália

G1 19/03/2014 06h34 Não é possível confirmar que era o voo MH370, disseram autoridades. Tailândia detectou um "avião não identificado" que mudou várias vezes de direção ao examinar as informações dos radares correspondente ao momento do desaparecimento do voo MH370, anunciou o porta-voz da Aeronáutica do país. A
aeronave da Malaysia Airlines com 239 pessoas a bordo está desaparecida desde 8 de março. Três evidências indicam sequestro do avião desaparecido, diz especialista A pedido das autoridades da Malásia, a Tailândia verificou na segunda-feira (17) as informações enviadas pelos radares da região sul do país, disse o porta-voz Monthon Suchookorn. Os radares mostraram que no 8 de março "às 0H28, seis minutos depois do desaparecimento do voo MH370, um avião não identificado voava em direção sudoeste", no sentido oposto à trajetória prevista pelo Boeing 777 entre Kuala Lumpur
e Pequim, declarou à AFP. O horário corresponde à última transmissão do transponder do voo MH370 (1H21 horário da Malásia, 0H21 horário da Tailândia), em alguma parte entre a costa leste da Malásia e o sul do Vietnã. O sinal, que não era nítido e intermitente, desapareceu então, segundo o porta-voz militar, que repassou a informação a Kuala Lumpur. "Não é possível confirmar que o avião era o do voo MH370", insistiu Suchookorn. "A aeronave não estava no espaço aéreo tailandês nem era uma ameaça para a Tailândia", completou. O avião decolou de Kuala Lumpur no sábado 8 de março às 0H41 (tarde de sexta-feira no horário de Brasília) com 239 pessoas a bordo e destino a Pequim, mas desapareceu das telas dos radares 40 minutos depois. A investigação entra no 12º dia sem qualquer indício dos destroços do Boeing 777 e com poucos elementos conhecidos, muitos deles contraditórios, o que transforma este desaparecimento em um dos grandes mistérios da aviação moderna. Ao mesmo tempo, a polícia das Maldivas anunciou que examina os depoimentos divulgados por um site de notícias da ilha de pessoas que afirmam ter visto um "grande avião voando a baixa altitude" no dia do desaparecimento do voo
MH370 da Malaysia Airlines. O portal "Haveeru" afirma que alguns moradores viram um grande aviãi sobrevoando uma ilha remota do arquipélago, Kuva Huvadhoo, em 8 de março. As testemunhas afirmam que viram um avião branco com faixa vermelhas que seguia para o extremo sul do arquipélago. "Nunca tinha visto um 'jato' sobrevoar tão baixo sobre nossa ilha. Já vimos hidroaviões, mas tenho certeza que este
não era um deles. Pude inclusive ver as portas do avião com clareza", declarou um testemunha que não foi identificada pelo site de notícias. Buscas Segundo os últimos dados de satélite recolhidos, o avião pode ter voado rumo ao norte, em uma área compreendida entre o Laos e o Mar Cáspio, ou para o sul, entre a ilha de Sumatra, na Indonésia, e o sul do Oceano Índico. Mais de 40 aeronaves e 34 embarcações participam das tarefas de rastreamento, inclusive mais de 12 aviões Orion P-3 e Hércules C-130. Os países que colaboram nos trabalhos são: Austrália, Bangladesh, Mianmar, Brunei, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Quirguistão, Laos, Malásia,
Nova Zelândia, Paquistão, Reino Unido, Rússia, Cingapura, Tailândia, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã.
Sinal apontou que avião voava em direção sudoeste.
Da France Presse
"A aeronave seguiu para mais longe, ao sul, até Kuala Lumpur e o estreito de Malaca, antes de seguir para o norte, para o mar de Andamão, ao oeste da península malaia", completou Suchookorn.
G1 18/03/2014 21h43 Morreram o piloto e o cinegrafista que o acompanhava. A queda do helicóptero de uma emissora americana de televisão matou duas pessoas no estado americano de Washington. O acidente foi pouco depois da decolagem e atingiu três carros, que se incendiaram. Morreram o piloto e o cinegrafista que o acompanhava. O motorista de uma picape atingida pelo fogo sofreu queimaduras graves.
Acidente ocorreu no estado americano de Washington.
G1 19/03/2014 01h09 Do G1 Santarém tio (Foto: Luana Leão/G1) A técnica em enfermagem Rayline Campos, uma das passageiras do bimotor que levava uma equipe com profissionais de saúde de Itaituba para uma aldeia indígena em Jacareacanga, sudoeste do Pará, pediu socorro ao tio por mensagens no
telefone celular minutos antes de a aeronave desaparecer. Ela mora em Santarém, oeste do Estado, e trabalha em Jacareacanga. Duas mensagens foram enviadas do telefone celular de Rayline para o celular do tio, Rubélio Santos, que mora em Santarém. Na primeira mensagem, às 12h47, a técnica em enfermagem avisava o tio sobre o perigo. “Tio to em temporal e um motr parou avisa a mae q amo muit tods ...to aflita..to em pânico...se eu sair bem aviso...to perto do jkre...reza por
nos...n avisa a tia ainda... (sic)”, dizia a mensagem. Na segunda, às 12h48, Rayline pediu socorro. “O motor ta parando.socorro tio tio (sic)”. contato feito por Rayline com o tio. (Foto: Luana Leão/G1) Segundo Rubélio, a sobrinha saiu de Santarém na segunda-feira (17) para trabalhar na aldeia indígena. “Esteve aqui em Santarém, viajou ontem para ir para Itaituba e pegar o avião hoje para ir para Jacareacanga. Ela passa às vezes
quinze dias ou vinte dias para lá e volta pra cá pra passar o dia com a gente. Na hora que estava acontecendo o problema com o avião, ela passou duas mensagens que tinha parado o motor e pedindo socorro. Depois, ninguém teve mais
contato com ela”, contou. De acordo com o tio de Rayline, para saber informações da localização da aeronave e das vítimas, ele e a esposa estão mantendo contato com familiares que moram em Itaituba e Jacareacanga. A família ainda tem esperanças de que ela esteja com vida. Segundo o tio, o piloto do bimotor é conhecido como um profissional experiente. saiba mais Bimotor que transportava médicos para aldeia desaparece no PA Buscas suspensas Um helicóptero da Força Aérea Brasileira foi deslocado de Manaus para realizar buscas em Jacareacanga. No entanto, no começo da noite, um tempestade impediu que o trabalho prosseguisse e as buscas foram suspensas. De acordo com a
Aeronáutica, um avião pelicano do esquadrão de buscas e resgate saíra de Campo Grande (MS) para auxiliar na procura pela aeronave no Pará na manhã de quarta-feira (19). De acordo a Agência nacional de Aviação Civil (Anac), a situação da aeronave desaparecida, de matrícula PR-LMN, estava regular. A Inspeção Anual de Manutenção (IAM) e o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) estavam em dia. O G1 realizou novo contato com a empresa Jotan Taxiaéreo, dona na aeronave desaparecida. No entanto, a empresa informou que ainda não irá se pronunciar a respeito do caso.
Avião levava equipe de saúde para aldeia em Jacareacanga, sudoeste do Pará. Passageira, que é técnica em enfermagem, mora em Santarém.


G1 18/03/2014 17h01 Segundo piloto, em muitos casos o avião precisa arremeter. arremeter (Foto: Reprodução/Youtube/Flugsnug) Um vídeo está fazendo sucesso na internet com uma coletânea de imagens assustadoras para quem costuma voar de avião. A filmagem, chamada de "Crosswind difficulties – winter 2013/14"(dificuldades com vento cruzado – inverno
2013/14), mostra aeronaves comerciais com dificuldades para pousar e decolar devido ao forte vento. Veja o vídeo no YouTube As imagens foram todas feitas no aeroporto de Birmingham, na Inglaterra. O autor, que falou com o G1 por e-mail, mas preferiu não divulgar o nome, contou que costuma ir ao local duas ou três vezes por semana e fica cerca de uma
hora filmando os pousos e decolagens, independentemente do clima. O internauta, que tem a aviação como um hobby, diz que as condições climáticas costumam mudar muito rapidamente na cidade britânica, especialmente neste inverno, que registrou um número recorde de tempestades por lá. "As condições
meteorológicas estavam bem no limite do que é aceitável. Os pilotos sabem os limites de suas aeronaves e não vão tentar um pouso ou decolagem abaixo disso", diz. Para ele, esse tipo situação "mostra o que, de fato, significa voar". "Também mostra como os pilotos têm que ser habilidosos e focados para reagir tão bem a mudanças na força e na direção do vento", afirma. Pouso é difícil, diz piloto O piloto brasileiro George Araripe Sucupira, presidente da Associação dos Pilotos e Proprietários de Aeronaves (APPA), concorda que é preciso ter habilidade para lidar com condições como essas. "É um pouso difícil de fazer. Às
vezes o avião acaba não pousando e arremete", diz. Sucupira, que trabalhou como piloto por mais de 50 anos, diz que o problema não é a força do vento, mas a direção. "Normalmente o avião pousa alinhado com o vento, contra o vento, para ter sustentação. Às vezes você pega um vento
cruzado e tem que ir corrigindo. O avião vem torto porque vem corrigindo o vento", explica. Segundo ele, ventos cruzados são comuns, mas não tão fortes como no vídeo. Em casos como esse, ao ser avisado pela estação meteorológica da situação do vento ao se aproximar do aeroporto, o piloto avalia se a aeronave tem
condições de pousar nessas condições. "Quando há risco à segurança, o pouso é suspenso", diz.
Internauta gravou aeronaves enfrentando vento cruzado em Birmingham.
Do G1, em São Paulo

Valor Econômico 19/03/2014 às 05h00 De São Paulo A Latam, maior aérea da América Latina formada pela chilena LAN e a brasileira TAM, faturou US$ 13,27 bilhões no ano passado, com uma redução de 0,3% em relação a 2012. O prejuízo caiu 46,3%, para US$ 281,1 milhões. No quarto trimestre, a Latam reduziu em 33,9% o prejuízo, para US$ 46,1 milhões. E a receita líquida alcançou US$ 3,4 bilhões, com queda de 2,1% sobre os US$ 3,47 bilhões apurados um ano antes. O recuo resulta de uma baixa de 0,8%
no faturamento com passageiros, como reflexo de medidas de corte de capacidade, para US$ 2,84 bilhões, além da baixa de 10,8% no segmento de carga, para US$ 479,7 milhões. A variação inclui a depreciação de 10,6% do real. Segundo a companhia, a redução do prejuízo foi alcançada com a racionalização da oferta das operações internacionais de passageiros, o que ajudou a cortar custos. Entre 2013 e 2012, as despesas operacionais caíram 3,9% e, no
quarto trimestre, 6,5%. O ajuste na oferta também tornou a operação da companhia mais eficiente, o que levou a Latam a elevar em 166,1% o lucro operacional no quarto trimestre, para US$ 234,9 milhões. No ano, o ganho operacional atingiu US$ 643,9
milhões, ou 605% mais que em 2012. Para 2014, a Latam trabalha com um cenário em que é possível ter uma taxa de crescimento de dois dígitos no Brasil, sem aumentar a oferta de assentos. O vice presidente de finanças do grupo, Andrés Osorio, disse durante
teleconferência com analistas ontem, que terá um horizonte mais claro após o fim do primeiro trimestre de 2014, mas adiantou que um crescimento de dois dígitos é "sustentável". No último trimestre de 2013 a TAM teve um aumento de
receita de 11,3%, considerando passageiro por quilômetro voado. Osorio afirmou que a receita no Brasil será impulsionada pelo aumento da taxa de ocupação e também por reajustes de tarifas: "Há oportunidades ainda de crescimento da taxa de ocupação em algumas rotas. Mas também olhamos para as
tarifas". Os investidores reagiram positivamente ao balanço que a Latam Airlines divulgou na noite de segunda-feira, após o fechamento dos mercados. Na bolsa de Santiago as ações da empresa subiram 0,60% para 8.222 pesos chilenos. Em Nova
York a alta foi de 1,26% a US$ 14,48. No quarto trimestre de 2013, a TAM atingiu uma taxa de ocupação de 81,6%, 1,6 ponto percentual acima da apurada em 2012. A companhia atribui o saldo negativo a uma perda cambial, de US$ 142,6 milhões, reconhecida em sua maior
parte pela TAM, como resultado da desvalorização do real no trimestre. A Latam disse que tem como foco em 2014 reduzir a exposição à moeda brasileira até junho. A Latam apontou que trabalha com um cenário para o Brasil em 2014 com manutenção da oferta de assentos para os passageiros. Já para os países de língua espanhola, a companhia planeja aumentar entre 6% e 8% a disponibilidade de
lugares para os clientes na comparação aos números de 2013. Para as operações de carga, que respondem por metade do faturamento da Latam, o plano é trabalhar com uma oferta que fique entre 2% menor a estável em relação aos níveis de 2013. A Latam projeta ainda para 2014 alcançar uma margem operacional - lucratividade antes de juros e impostos (margem Ebit) entre 6% e 8%, excluídos nessa conta os custos não recorrentes com a reestruturação da frota. Nessa
estimativa, a Latam assume um ambiente macroeconômico com dólar médio de R$ 2,40 e preço do combustível a US$ 120 por barril.
Por João José Oliveira e Tatiane Bortolozi
Valor Econômico 19/03/2014 às 05h00 Ao conceder indenização à Varig, o Supremo Tribunal Federal abriu caminho para que cerca de 290 empresas do setor sucroalcooleiro recebam mais de R$ 107 bilhões da União. No julgamento do caso Varig, na semana passada, os
ministros reconheceram o prejuízo causado pelo congelamento de tarifas nos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O setor sucroalcooleiro sofreu congelamento semelhante e está há mais de duas décadas com ações na Justiça, pedindo reparações. A decisão final também caberá ao Supremo. Consultada, a Advocacia-Geral da União reconhece que o Superior Tribunal de Justiça já condenou o governo a indenizar o setor em decisão da 1ª Seção, por cinco votos a quatro, em dezembro. O que a AGU discute, no momento, é o
valor das ações. "Na realidade, a União foi reconhecida como responsável pelo pagamento de alguma indenização", disse o advogado da União Lourenço Paiva Gabina. "O que falta decidir é quanto a União deve". De acordo com ele, a
maioria dos integrantes da 1ª Seção do STJ concluiu que terá de ser feita uma perícia para verificar o valor devido a cada empresa.
Por Juliano Basile | De Brasília
O Liberal - PA 19 DE MARÇO, 2014 - 07H28 - PARÁ O Cenipa (Centro de Investigação de Acidentes Aeronáuticos) informou, na manhã desta quarta-feira (19), que realiza buscas para localizar o avião desaparecido ontem (18), no sudoeste paraense. Um avião de Manaus e outro de Campo
Grande ajudam na localização da aeronave, que saiu de Itaituba em direção à Jacareacanga, na mesma região. O piloto do avião entrou em contato pela última vez com um colega por volta das 12h40 de ontem e informou que havia uma
pane em um dos motores da aeronave. O bimotor pertence à empresa Jotan Táxiaéreo, cujo proprietário pilotava a aeronave na hora do desaparecimento. A empresa disse que ainda não vai se pronunciar sobre o caso. Os ocupantes da aeronave fazem parte de uma equipe de
saúde que realizaria atendimentos em uma comunidade indígena em Jacareacanga. Ontem, uma das passageiras do avião mandou mensagens de texto para o tio relatando problemas no voo.
Ocupantes da aeronave fazem parte de uma equipe de saúde indígena
Redação ORM News

Gazeta Digital - MT Terça, 18 de março de 2014, 14h54 Os passageiros que já compraram passagens aéreas para vir a Cuiabá assistir os jogos da Copa do Mundo, poderão ter algumas mudanças no horário dos voos. Isso deve acontecer porque uma medida de segurança que já foi adotada em
outros eventos mundiais realizados no Brasil, será implantada durante o período de jogos na capital mato-grossense, assim como nas outras cidades sedes. Durante a realização dos jogos não serão feitos voos, a medida prevê a
restrição de espaço aéreo no Aeroporto Marechal Rondon durante as horas de jogo. Adalberto Febeliano, consultor técnico da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), ressalta que as companhias tiveram cuidado ao informar para os consumidores sobre as mudanças, já que as vendas começaram um ano antes do
evento. “As vendas acontecem com 12 meses de antecedência, por isso, além da informação antecipada de que os trechos e horários durante o mundial poderiam sofrer alterações nos canais de venda, as companhias também buscaram manter
os dados dos clientes atualizados, de forma a localiza-los rapidamente no caso de alguma mudança”. Com as mudanças que deverão ocorrer, as empresas aéreas irão oferecer alternativas de reacomodação sem custo de remarcação, ou o cancelamento da passagem e reembolso integral para o passageiro. “Temos 90 dias antes do embarque, o
tempo suficiente para as remarcações. Caso tenha dúvidas sobre o seu voo, o passageiro também pode entrar em contato com a companhia para antecipar informações”. A mudança deve afetar cerca de 800 voos que serial realizados nas cidades-sede, apenas 1% do total estimado para o período entre a partida inaugural em São Paulo e a final no Rio de Janeiro. Com a mudança cerca de 16 mil
passageiros das devem fazer alterações em seus horários. A previsão é que os voos fiquem suspensos por até 7 horas.
Com restrição de tráfego aéreo passageiros que optarem terão reembolso integral
Nayana Bricat, especial para o GD
Circuíto Mato Grosso terça, 18 março 2014 12:32 O aeroporto de Cuiabá aparece na 14ª e penúltima posição no Relatório da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, com uma nota 3,43. Entre os 41 itens avaliados, o terminal do Mato Grosso figura em último em seis.
Entre eles, os de disponibilidade de caixas eletrônicos e câmbio e de disponibilidade de banheiros - Foto: Divulgação/InfraeroO Ministro do Esporte Aldo Rebelo revelou nesta terça-feira que o Brasil irá colocar seus aeroportos
militares à disposição das seleções que virão disputar a Copa do Mundo em junho no país. Segundo ele, a medida é uma forma de diminuir a sobrecarga sobre os aeroportos civis durante o Mundial. "O governo irá disponibilizar os aeroportos militares, e nós temos vários deles, para ajudar na operação aérea da Copa do Mundo", declarou o ministro em coletiva de imprensa na embaixada brasileira em Londres, no Reino Unido. "Por
exemplo, para as delegações. Se elas usarem os aeroportos militares, irão tirar uma pressão muito grande dos aeroportos (civis)", completou. Rebelo justificou a ação lembrando que desta maneira não haverá aglomeração de jornalistas e torcedores nos aeroportos para receber as delegações, além dos próprios passageiros. O ministro ironizou as previsões de caos nos aeroportos do país durante o Mundial e lembrou que, durante o feriado do carnaval, os aeroportos do Rio e de Salvador receberam "aproximadamente o dobro de turistas que deverão receber
na Copa do Mundo". Na coletiva, Rebelo garantiu que todas as obras de infraestrutura estarão prontas para a competição que será disputada no Brasil entre os dias 12 de junho e 13 de julho e afastou os temores de manifestações nas 12 sedes durante o
Mundial. "A Copa é um momento de celebração e festa e, pela relação que nosso país tem com o futebol, não é um evento qualquer. É o encontro das melhores seleções do mundo e concentrará toda a atenção das pessoas e fará com que os
protestos não sejam como alguns gostariam", explicou o ministro.

Diário do Nordeste 19.03.2014 Brasília A Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) informou ontem que as restrições ao tráfego aéreo durante o horário de jogos da Copa do Mundo vão afetar cerca de 800 voos que seriam realizados nas sedes do Mundial,
1,2% do total estimado de 67.779 voos previstos entre a partida inaugural no dia 12 de junho, em São Paulo, e a final, no dia 13 de julho, no Rio de Janeiro. Os passageiros que já compraram passagens para os voos afetados estão
sendo contatados pelas empresas aéreas e informados sobre a alteração de horário e reacomodação, sem custos adicionais, ou para o ressarcimento integral dos valores pagos, caso desistam da viagem. No período dos jogos, o espaço aéreo próximo aos estádios será submetido a restrições de voo, que foram divulgadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), da Aeronáutica. Para cada estádio foram estabelecidas
áreas reservadas, com regras semelhantes às da Copa das Confederações. Para a abertura e o encerramento, serão três horas antes e quatro horas após o início do jogo. Segundo a Abear, os impactos não atingirão diretamente os principais aeroportos para a distribuição de voos nacionais. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), voos extras fazem parte do plano de gestão para o Mundial, logo, "todos os passageiros terão opções de voos". A Anac orienta que, caso o passageiro se sinta prejudicado, procure
a empresa aérea e, se o problema não for resolvido, encaminhe a demanda à Anac, aos órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário.
Restrição aérea vai afetar 800 voos
A Tarde - BA Qua , 19/03/2014 às 07:01 A Gol Linhas Aéreas está negociando com três companhias asiáticas uma parceria, que pode ser nos mesmos moldes das feitas com Delta Air Lines e Air France-KLM, disse o presidente da Gol, Paulo Sérgio Kakinoff, ao Broadcast,
serviço em tempo real da Agência Estado. Ele, porém, não revelou o nome das empresas, que têm acordos de confidencialidade sobre a negociação. São três empresas que manifestaram interesse em discutir acordos similares aos que
tivemos com Delta e Air France, disse. Ele salientou que a parceria pode ser nos mesmos moldes das parcerias fechadas com as aéreas norte-americana e europeia. Estas duas empresas acertaram parcerias estratégicas que incluíram a aquisição de uma fatia minoritária na
Gol. Kakinoff explicou que, se os acordos forem nos mesmos moldes, terão dimensão menor porque o fluxo de passageiros entre Brasil e Ásia é menor. O acordo mais recente, com a Air France-KLM, anunciado no início do ano, incluiu um
investimento de US$ 100 milhões. Desse total, US$ 52 milhões serão direcionados à compra de uma participação de aproximadamente 1,5% do capital da companhia aérea. Kakinoff reiterou que a companhia não tem intenção de fazer parte de uma aliança global, como a Sky Team, da qual fazem parte Delta, Air France, KLM e Aerolíneas. Ele diz que faria pouco sentido para a Gol estar em uma aliança
global tendo em vista que a companhia não opera voos de longo percurso. O que desenhamos é muito atrativo para nós, podemos selecionar os parceiros que são complementares para a nossa operação sem ter o custo de uma aliança.
Luciana Collet | Agência Estado
Jornal de Turismo Terça, 18 Março 2014 16:06 Operações na cidade contemplarão três voos semanais a Fortaleza e dois a Teresina; voos terão início oficial em 3 e 5 de abril, respectivamente A Azul Linhas Aéreas Brasileiras recebeu autorização para pousar em seu mais novo destino: Parnaíba, no Piauí. O voo inaugural será em 29 de março e contará com a presença do governador do Piauí, demais autoridades políticas,
convidados e imprensa. Os voos regulares terão início em 3 de abril de Parnaíba para Fortaleza – serão três frequências semanais às quintas, aos sábados e domingos. Dois dias depois, a companhia vai iniciar o trecho entre Parnaíba
e Teresina com duas decolagens por semana. Os Clientes podem encontrar tarifas a partir de R$ 59,00*. “A chegada da Azul a Parnaíba reflete a demanda que percebemos por parte dos Clientes, assim como o franco crescimento registrado na região. Agora, vamos aproximar Clientes de todos os lugares do país a importantes pontos
turísticos nacionais, assim como facilitar o transporte dos 150 mil habitantes de Parnaíba para os outros 103 destinos operados pela companhia”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul. Ao desembarcar em Parnaíba, os Clientes encontram diversas opções turísticas. Além do famoso Delta do Parnaíba, é possível ter acesso, por via terrestre, a Jericoacoara, no Ceará, e ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, no
Maranhão. Os voos serão operados com aeronaves ATR 72-500, que transportam até 68 Clientes. Em Fortaleza, a Azul oferece ligações imediatas para Belém, João Pessoa, Recife e Campinas. Posteriormente, nestes destinos, os Clientes encontram conexões para Araraquara, Porto Seguro, Brasília, Cascavel, Cuiabá, Campo Grande,
Belo Horizonte (Confins), Curitiba, Dourados, Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos), Goiânia, Foz do Iguaçu, Ilhéus, Joinville, Londrina, Manaus, Maringá, Natal, Navegantes, Sinop, Porto Alegre, Presidente Prudente, Porto
Velho, Ribeirão Preto, Santa Maria, Rio de Janeiro (Santos Dumont), São José do Rio Preto e Uberaba. Confira as informações sobre os voos de Parnaíba para Fortaleza e Teresina: (clique nas imagens)
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Mercado&Eventos 18/03 - 17:18 A Airbus iniciou a montagem final do primeiro A320neo em sua Linha de Montagem Final (Final Assembly Line - FAL), em Toulouse (França). O programa do A320neo se deu pela união das partes dianteira e traseira da fuselagem, que
chegaram recentemente de St. Nazaire, na França, e de Hamburgo, na Alemanha, respectivamente. Depois disso, o próximo passo será a fusão entre asa e fuselagem. O primeiro voo do A320neo acontecerá no quarto trimestre de 2014 e a primeira entrega será feita no quarto trimestre de 2015.Com um total de mais de 2.600
encomendas recebidas de 50 clientes desde seu lançamento, em 2010, a Família A320neo já conquistou aproximadamente 60% do mercado, demonstrando claramente sua liderança.
Mercado&Eventos 18/03 - 13:47 Airbus A319 da Sky Airline A Sky Airline, segunda maior companhia aérea do Chile, começará sua operação em terras brasileiras no dia 30 de março, com rota entre São Paulo e Santiago. A companhia operará um voo diário, sem escala, de segunda a domingo, com
saída sempre às 07h15 de São Paulo (horário de Brasília) e chegada às 11h20 na capital chilena. O trajeto inverso chega às 06h25 no Brasil. A viagem será feita no Airbus A319, que comporta 150 pessoas, na classe econômica, com
tarifas (ida e volta) a partir de U$ 298, mais taxas. Segundo Jürgen Paulmann, CEO da Sky Airline, a escolha por São Paulo para marcar o início das operações no Brasil foi motivada pelo grande potencial de consumo do mercado local. “São Paulo é uma cidade de proporções continentais e
com uma população de alto poder aquisitivo, sendo assim, enxergamos um grande mercado a ser explorado”. Prevendo a demanda que será impulsionada pela Copa do Mundo, a companhia aérea comprou mais um avião, modelo A319, para operar
no mesmo trajeto a partir de junho. A estrutura de operação no Brasil envolve uma base no Aeroporto Internacional de Guarulhos, com cerca de 15 funcionários a serviço da companhia, sob o comando de um gerente de aeroporto. Já nos
voos, serão seis tripulantes, entre dois pilotos e quatro responsáveis pelo serviço de bordo.

Panrotas 18/3/2014 15:57:00 A EgyptAir, companhia aérea do governo do Egito e com base em Cairo, estuda a possibilidade de iniciar suas operações para o Brasil em 2015. As conversas para um voo ligando os dois países já estão acontecendo e conta com apoio da
Braztoa. “Ontem tivemos uma reunião com o turismo do Egito e eles sinalizaram o interesse em operar para o Brasil, a partir de 2015. As conversas estão acontecendo e a Braztoa dará todo apoio possível”, confirmou o presidente da Braztoa,
Marco Ferraz.
Panrotas 18/3/2014 11:38:00 A Turkish Airlines anunciou que, a partir de 28 de julho, voltará a operar os voos de São Paulo para Istambul e Buenos Aires com um Boeing 777-300ER, o principal modelo da frota da companhia. Além de uma oferta maior de assentos, a aeronave possui a classe comfort, uma intermediária entre a executiva e a econômica com preços considerados mais acessíveis, “e um nível superior de espaço, conforto e serviços”, diz
comunicado da aérea. A empresa informa ainda que, a partir de hoje, entra em vigor um acordo de SPA - uma espécie de code-share - com a Gol para voos dentro do Brasil.


