AeroClipping, segunda-feira, 10/03/2014- ano XII - nº 44

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O Estado de S.Paulo Brasil terá 16 mil voos extras durante a Copa Moradores vão à CVM para barrar aeroporto da JHSF Avião desviou rota antes de desaparecer na Ásia Folha de São Paulo Aposentados da Varig esperam decisão do STF Militar vê indício de desvio na rota de avião Um mistério de 35 anos O Globo Rio ampliará oferta de voos em 45% na Copa G1 Empresas aéreas acreditam que o número atual de voos atenderá Copa Governo cria Comitê de Voo para auxiliar grupamento aéreo do PA Aeroporto de Vilhena, RO, retoma operações de pouso e decolagem Valor Econômico Decisão sobre Varig pode funcionar como prévia para o julgamento Copa deve aumentar número de passageiros em 10% O Dia - PI Voo para Parnaíba é adiado para 4 de abril Jornal da Paraíba Anac suspende licença e habilitação de piloto Hoje em Dia - MG Empresário planeja transformar carcaça de avião em restaurante Jornal de Turismo Aerolíneas inicia voo entre São Paulo e Mendonza American Airlines altera horários de vôos Grupo LATAM Airlines divulga estatísticas operacionais Mercado&Eventos Aeroporto de Uberlândia é autorizado a receber voos por instrumentos Azul planeja quarto voo de Campinas para S. J. do Rio Preto e Ribeirão Panrotas CNC debate planejamento aéreo para grandes eventos Emirates faz voo inaugural da rota Dubai-Boston Jornal da Band Heliponto irregular é usado pela PM em SP Buscas por avião chegam ao Mar de Andamão


O Estado de S.Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Brasil terá 16 mil voos extras durante a CopaCompanhias aéreas brasileiras vão aumentar em 9,7% a oferta de passagens; Natal é a cidade que terá o maior acréscimo de assentos extrasLuciana Collet

As companhias aéreas nacionais aumentaram em 9,7% o volume de passagens ofertadas no período da Copa apenas para as cidades-sede do mundial.Com isso, da véspera da abertura da competição, que será realizada em 12 de junho, ao dia  seguinte à final do Mundial, em 13 de julho, Azul, Avianca, Gol e TAM poderão transportar juntas 7,2 milhões de passageiros apenas para as cidades que receberão os jogos.

Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e consideram voos domésticos e internacionais, regulares e os voos extras, incluindo os fretados nacionais, operados pelas  associadas. Foram considerados os voos realizados no período de 36 horas antes ou após cada partida.

O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, salientou que serão oferecidos 645.680 assentos extras em mais de 16 mil voos extras, o que corresponde a um incremento de 31,2% no total de voos realizados no período. “E considerando que  parte importante do público corporativo não vai existir, a oferta é ainda maior”, salientou.

Em média, entre 70% e 75% das viagens aéreas no País são realizadas por motivo de negócios. Em 2013, a Abear estima que dos cerca de 6,5 milhões de assentos regulares oferecidos de 11 de junho a 14 de julho, cerca de 20% a 25%  foram para passageiros corporativos, que não voarão a negócios no mesmo período este ano. “São pessoas que voaram nessa data no ano passado, o que não vai ocorrer em 2014, porque será feriado ou porque o evento de negócio foi  adiantado ou postergado por causa da Copa.”

Entre as 12 cidades-sede, o maior incremento no volume de passagens oferecidas foi para Natal, de 28,3%, seguido de Fortaleza, com alta de 21%, e Salvador, com 19,1%. “São destinos onde o tráfego corporativo é menor, portanto há  um aumento proporcionalmente maior”, explicou Sanoviz. Já Curitiba, considerado um destino mais relacionado a negócios, teve um aumento de apenas2% na oferta de assentos.

Em São Paulo, o volume de assentos ofertados teve elevação de 9%, considerando os voos operados nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos. O crescimento na oferta de passagens na capital paulista é inferior ao visto no  Rio de Janeiro (11,3%) e em Brasília (17,9%). Sanovicz explicou que, nesses casos, a oferta de bilhetes e voos adicionais leva em conta tanto a demanda estimada para os jogos e viagens a negócios quanto o fato de essas cidades  serem centros de conexão.

As empresas aéreas têm minimizado as preocupações quanto a um potencial caos aéreo durante a Copa e avaliam que o movimento extra durante a competição será semelhante a períodos de pico de demanda, como as festas de final de ano e  o carnaval. “O movimento em Salvador ou no Rio de Janeiro deverá ser menor na Copa do que no carnaval”, comentou o consultor técnico da Abear, Adalberto Febeliano.

Sanovicz disse que o volume de bilhetes ofertados ainda pode ser alterado, dependendo do avanço da competição e da maior ou menor popularidade dos jogos das etapas seguintes.

“As companhias ainda têm aeronaves de reserva para mais alguns voos.”

Expectativa “O movimento em Salvador ou no Rio de Janeiro deverá ser menor na Copa do que no Carnaval.” Adalberto Febeliano CONSULTOR TÉCNICO DA ABEAR

VIAGENS NO MUNDIAL ? Malha Aérea da Copa do Mundo vai transportar 7 milhões de passageiros


O Estado de S.Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Moradores vão à CVM para barrar aeroporto da JHSF         Marina Gazzoni

Um grupo de moradores de um loteamento em Mairinque (SP) comprou briga com a incorporadora JHSF para tentar barrar a construção do Aeroporto Executivo Catarina na sua vizinhança. Depois de mover uma ação civil pública contra o  projeto, os moradores entraram com uma representação contra a empresa na Comissão de Valores Mobiliários(CVM) no dia 26 de fevereiro, alegando omissão de informações a investidores.

A autora do ação judicial e da representação na CVM é a Associação de Proprietários e Amigos da Porta do Sol ( Apaps), entidade que representa os moradores de um loteamento vizinho ao projeto. Na denúncia, a associação diz que a  empresa “sonegou informações aos investidores”.

Ela se refere ao comunicado divulgado pela empresa no dia 3 de janeiro, no qual informa que obteve a licença de instalação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) para o aeroporto e que este seria o único documento  que faltava para iniciar as obras.

A acusação é de que a empresa omitiu a informação de que há ações na Justiça contra o empreendimento, “que podem alterar radicalmente a data da retomada das obras e o seu cronograma”, segundo o documento. “Já tivemos uma decisão  favorável em uma ação cautelar e a questão agora segue pendente de decisão em uma ação principal”, disse o advogado da Apaps, Marcio Cammarosano. “Ninguém pode afirmar que a obra poderá ser retomada em caráter definitivo”,  conclui.

A JHSF diz que ainda não foi notificada pela CVM sobre a denúncia. O diretor de incorporações da empresa e responsável pelo empreendimento, Rogério Lacerda, nega que a empresa tenha omitido informações relevantes aos investidores.  “O comunicado está completo e temos todas as autorizações para iniciar a obra”, afirmou. “Não temos que comunicar ao mercado sobre a existência da ação, porque ela não tem impacto efetivo sobre o negócio.”

A previsão é inaugurar o outlet até junho e o aeroporto no primeiro semestre do ano que vem.


O Estado de S.Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Avião desviou rota antes de desaparecer na ÁsiaBusca recomeça em local do último sinal de radar, milhares de quilômetros de onde era feita a operação de resgate         KUALA LUMPUR

Investigadores esgotaram as buscas pelo Boeing 777 da Malaysia Airlines, na trajetória inicial do voo, e se voltaram para um ponto a milhares de quilômetros a oeste, no Estreito de Malaca. A aeronave teria se desviado da rota e,  nesse local, emitido o último sinal aos radares – informação que teria sido divulgada ontem, três dias depois do acidente.

Militares da Malásia disseram acreditar que o avião voou por mais de uma hora após desaparecer das telas do controle de tráfego aéreo. O voo MH370 partiu de Kuala Lumpur, na madrugada de sábado, às 0h41 (horário local), com 227  passageiros e 12 tripulantes.

Autoridades disseram, inicialmente, que o voo desapareceu cerca de uma hora depois de decolar, com destino a Pequim. Nesse momento, ele estava a meio caminho entre Kota Bharu (Malásia) e a parte sul do Vietnã, a uma altitude de 35  mil pés (10.670 metros).

O avião, porém, mudou de rota depois desse ponto e foi para o Estreito de Malaca. Em reportagem publicada ontem pelo jornal malaio Berita Harian, o comandante da Força Aérea, brigadeiro Rodzali Daud, afirmou que o Boeing foi  detectado pela última vez pelo radar militar às 2h40 do sábado (horário local), perto da ilha de Pulau Perak, no extremo norte do estreito, a uma altitude de cerca de 29,5 mil pés (9 mil metros). O local é uma das mais  movimentadas rotas marítimas do mundo e separa a parte continental da Malásia (e também Cingapura) da ilha indonésia de Sumatra.

O horário citado por Rodzali equivale a uma hora e dez minutos depois de o avião sumir das telas do controle de tráfego, sobre o chamado ponto Igari.Não se sabia ontem o que aconteceu com o avião depois disso.

Se os relatos se confirmarem, isso significa que o avião seria capaz de manter uma altitude de cruzeiro – 11 mil metros – por cerca de 500 quilômetros com o transponder e outros sistemas de localização aparentemente desligados.

As circunstâncias do desaparecimento do Boeing continuavam um mistério. O embarque de dois passageiros com passaportes roubados aumentou as desconfianças de uma ação terrorista.

Autoridades deram declarações contraditórias ontem sobre essa possibilidade.Enquanto o diretor da CIA, John Brennan, disse que a Malásia deveria trabalhar com todas as teorias, incluindo terrorismo, o chefe da Interpol, Ronald  Noble, avaliou que não se trata de um atentado. “Quanto mais informações obtemos, mais inclinados estamos a concluir que não se trata de um incidente terrorista”, disse Noble.

A identidade dos homens que embarcaram com os passaportes roubados foi divulgada ontem pela Interpol. Os iranianos Pouri Nourmohammadie Delavar Seyed Mohammadreza saíram de Doha, no Catar, e trocaram de passaporte em Kuala Lumpur,  na Malásia. Da China, iriam para a Alemanha.

Eles usaram os passaportes de dois europeus – um italiano e um austríaco – roubados na Tailândia. Imagens dos dois foram divulgadas ontem. Um terceiro iraniano comprou as passagens para os dois rapazes, emitidas em nome dos  europeus. O Departamento de Aviação Civil da Malásia afirmou, na segunda-feira, que os dois passageiros integravam uma quadrilha de ladrões de documentos.

A falta de informações sobre o voo MH370, que dura alguns dias, aumenta a frustração das famílias. Elas reclamaram ontem da falta de comunicação e do descaso dos governos. / EFE e REUTERS

? Visita Um canal de TV australiano disse ontem que o copiloto do voo desaparecido sábado convidou, há dois anos, duas mulheres para conhecer a cabine do avião da companhia na qual trabalhava. A Malaysia Airlines investiga o caso.

GUINADA ? Autoridades anunciaram que o avião foi detectado no Estreito de Malaca mais de 1 hora após sumir dos radares


Folha de São Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Aposentados da Varig esperam decisão do STFDE SÃO PAULO

Aposentados e pensionistas do Aerus, fundo de pensão da Varig e da Transbrasil, fizeram ontem protesto em São Paulo para chamar a atenção para o julgamento da ação de defasagem tarifária movida pela Varig. O julgamento está  previsto para hoje no STF (Supremo Tribunal Federal).

A ação tramita há 20 anos e envolve valores de R$ 4 bilhões, no cálculo do governo, a R$ 7 bilhões, segundo entidades que representam os aposentados.

O processo discute se a União deve ou não indenizar a Varig por causa do congelamento de tarifas, consequência do Plano Cruzado. A Varig venceu a ação em segunda instância antes de entrar em recuperação judicial, em 2006. A União  entrou com recurso em 2007, que tramita desde então.

O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, deve apresentar seu voto em relação ao recurso. Em maio de 2013, ele pediu vistas após a ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, dar voto favorável à Varig.

"A vitória pode ajudar em parte a indenizar 10 mil aposentados que contribuíram com o fundo, mas recebem de 8% a 10% do valor que deveriam", diz Lourival Honorato, da comissão de aposentados. "As cruzes do protesto representam os  950 colegas da Varig que já morreram sem ver seus direitos assegurados." (CR)


Folha de São Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Militar vê indício de desvio na rota de aviãoMídia da Malásia diz que Força Aérea detectou aeronave a cerca de 500 km do trajeto normal antes de desaparecer General, porém, nega declarações e diz que radar só 'sugere' desvio, em mais um sinal da confusão sobre o casoMARCELO NINIO DE PEQUIM

A Força Aérea da Malásia, segundo a mídia do país, constatou que o Boeing-777 que sumiu no último sábado (sexta no Brasil) mudou radicalmente de rota pouco após ter feito o último contato com a torre de controle e ter desaparecido  dos radares civis.

Conforme um jornal do país, o general Rodzali Daud disse que o avião, com 239 pessoas a bordo, foi detectado por um radar militar sobre o estreito de Malacca, às 2h40 de sábado (15h40 de sexta no Brasil), cerca de uma hora após a  última comunicação.

Agências de notícias e a rede CNN disseram ter recebido a mesma informação de fontes anônimas da Força Aérea, segundo as quais o avião voava numa altitude baixa.

Mas ela não foi confirmada oficialmente --e ontem à noite o general Daud negou, em nota, que tenha falado em desvio para o estreito de Malacca, em mais um sinal da confusão que cerca a investigação. Segundo Daud, os radares só  "sugerem" que a aeronave teria mudado de rota.

O estreito de Malacca fica a oeste da Malásia --fora da rota normal do voo, que partira de Kuala Lumpur à 0h41 de sábado (13h41 de sexta em Brasília) com destino a Pequim, aonde deveria ter chegado seis horas depois.

Até então, a Malaysia Airlines vinha dizendo que o último sinal do avião fora recebido quando ele sobrevoava o golfo da Tailândia, entre a Malásia e o Vietnã. Os primeiros comunicados da empresa diziam que esse contato havia  ocorrido às 2h40 locais, mas nas notas seguintes o horário foi alterado para 1h30.

Se a informação divulgada ontem pelo general for real, o avião voou por ao menos 500 km após mudar de rota, o que diminuiria as chances de queda ou explosão repentinas. A Malaysia disse que as autoridades investigam a hipótese de  que os pilotos tentavam retornar para o aeroporto de Subang, perto de Kuala Lumpur.

A empresa também disse não ter recebido mensagens de problemas no avião pelo sistema de alerta automático.

A falta desses alertas intriga especialistas, assim como o fato de o transponder ter parado de funcionar. Com esse equipamento desligado, o avião não pode mais ser localizado por radares de uso civil, mas continua identificável  para radares militares.

Para especialistas, o transponder poderia ter sido desligado propositalmente.

O chefe da polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, afirmou que as investigações se concentram em quatro áreas: "Sequestro, sabotagem, problemas pessoais entre a tripulação e passageiros e problemas psicológicos entre a tripulação e  os passageiros".

"Pode haver alguém no voo que comprou enormes somas em seguro e quer que a família se beneficie", exemplificou.

Mais cedo, o secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, disse que o sumiço da aeronave não parece ter sido causado por ação terrorista.

Essa suspeita surgiu no sábado, após a revelação de que dois passageiros embarcaram com passaportes roubados. Eles foram identificados como Delavar Seyed Mohammadreza, 29, e Pouria Nour Mohammad Mehrdad, 18, do Irã.

O governo iraniano colocou-se à disposição para auxiliar nas investigações.

Entre os indícios que afastam a hipótese, Noble citou que um deles tentava ir à Alemanha visitar a mãe. Amigos e parentes disseram que os dois pretendiam pedir asilo na Europa. Até a conclusão desta edição, não havia indícios do  paradeiro do avião.

Com agências de notícias Colaborou SAMY ADGHIRNI, de Teerã     


Folha de São Paulo QUARTA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2014 Um mistério de 35 anosEm 1979, um avião da Varig desapareceu sobre o Pacífico, após decolar do Japão; os destroços e os corpos de seis pessoas nunca foram achados

RICARDO GALLO DE SÃO PAULO

Fazia 33 minutos que o Boeing-707 da Varig havia deixado o aeroporto de Narita, no Japão, rumo a Los Angeles, nos EUA, quando a aeronave perdeu contato com o controle de tráfego aéreo.

Mais de 35 anos depois, isso é tudo o que se sabe do voo 967, um dos maiores mistérios da aviação mundial.

Presume-se que o avião, um cargueiro, tenha caído em algum lugar do Pacífico próximo ao Japão, em uma área de mar profundo. Os corpos dos seis tripulantes nunca foram encontrados, tampouco os destroços da aeronave.

Não foi muito distante de onde desapareceu o avião da Malaysia Airlines, observa a médica Maria Letícia Chavarria, 62, de Goiânia.

Ela tem boa memória do episódio: quem comandava o 707 naquela noite de 30 de janeiro de 1979 era o pai dela, Gilberto Araújo da Silva.

O avião havia decolado às 20h23 de Narita e fez o último contato com o controle de tráfego aéreo às 20h55. Um novo contato previsto para as 21h23 não ocorreu, indício de que havia algo estranho.

Tentou-se contato com o avião, mas ninguém respondeu. Pela rota, o voo deveria passar por Honolulu (Havaí) e Anchorage (Alasca), mas a aeronave não estivera lá.

Na manhã seguinte, começaram as buscas no Japão. Avisada pela Varig, Maria Letícia foi com dois irmãos a Los Angeles, para acompanhar a tentativa de resgate.

Aviões americanos e embarcações japonesas vasculharam a área onde o avião provavelmente caiu. Uma semana depois, o resgate foi encerrado, sem êxito.

"Foi muito triste", diz Maria Letícia. "Uma comissão da Varig nos disse que não íamos poder enterrar meu pai porque o corpo --e o avião-- não havia sido encontrado."

O difícil, diz, é elaborar a morte quando não há corpo para chorar. "Fica sempre uma mescla de sentimentos: expectativa, tristeza, às vezes esperança. Nosso consolo é que ele falava que queria morrer voando."

Semana passada, Maria Letícia passou por Los Angeles em uma viagem a trabalho. "Quando o avião decolou e vi o oceano Pacífico, lembrei do meu pai. Na minha memória, o Pacífico é o túmulo dele."

Ronaldo Jenkins era major da Aeronáutica na ocasião, a serviço do Departamento de Aviação Civil. Ele participou da investigação do acidente e foi a Los Angeles e Tóquio acompanhar as tentativas de localização da aeronave.

"Foi um acidente aeronáutico presumido, porque não havia evidência; não se achou o avião", afirma ele, hoje diretor técnico da Abear.

Na história da aviação, 109 aviões desapareceram, segundo a Aviation Safety Network --não houve nenhum outro caso com aeronave do porte do Boeing da Varig.

O relatório sobre o acidente foi inconclusivo. Maria Letícia ouviu da Varig que uma das hipóteses foi que o avião pode ter se despressurizado em voo, o que levou a tripulação a perder a consciência aos poucos --o avião, por essa  versão, voou no piloto automático até o combustível acabar. Então, caiu no mar.

Outras teorias surgiram, como a de que a aeronave havia sido abatida ao entrar em espaço aéreo soviético.

A aeronave saiu do Japão com 20 toneladas em cargas como peças para computador e 53 obras do artista Manabu Mabe (1924-1997), avaliadas à época em US$ 1,2 milhão. Deveria ter passado por Los Angeles, Panamá e Rio.

COINCIDÊNCIA

Foi o segundo desastre com o comandante Gilberto. Seis anos antes, ele havia conseguido pousar outro Boeing-707 da Varig em uma plantação de cebolas perto do aeroporto de Orly, na França.

A aeronave, com 123 passageiros, pegou fogo pouco antes de pousar, provavelmente por um cigarro aceso deixado no banheiro, o que mudaria as regras de aviação quanto ao fumo a bordo.

Houve 11 sobreviventes, dos quais só um passageiro --a maior parte morreu asfixiada. A destreza de Gilberto em pousar um avião em chamas lhe rendeu condecorações no Brasil e na França.

O piloto deixou sete filhos, um deles comandante da Gol.


O Globo Quarta-feira 12.3.2014 Rio ampliará oferta de voos em 45% na CopaMalha aérea nacional terá reforço de 16 mil decolagensDANIELLE NOGUEIRA [email protected].br

GENILSON ARAÚJO Reforço. Galeão: aeroportos do Rio terão 8.656 voos durante o Mundial

A cidade do Rio de Janeiro terá um incremento de 45% nos voos durante a Copa do Mundo de 2014. Serão, no total, 8.656 decolagens entre os dias 11 de junho e 14 de julho nos aeroportos Santos Dumont e Galeão. A nova malha aérea,  aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), será anunciada oficialmente hoje pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que reúne TAM, Gol, Azul e Avianca. Nas 12 cidades que receberão os jogos, serão 16  mil novos voos no período, totalizando 67.779 movimentos, crescimento de 31% na comparação com a malha original.

Durante esse período, a Abear estima que serão transportados 7,2 milhões de passageiros. No cálculo, a organização considera deslocamentos até 36 horas antes e depois de cada partida. O número total de voos ainda pode ser maior.  De acordo com Adalberto Febeliano, consultor técnico da Abear, voos extras deverão ser alocados durante o mundial, para atender a cidades que sediarão jogos mais concorridos:

— Não sabemos ainda quem chegará às oitavas de final. Então, dependendo dos times que disputarão os jogos, certamente teremos que colocar mais voos.

O reforço na malha está em vigor desde janeiro, mas até agora os destinos de cada voo não tinham sido divulgados. Como os bilhetes dos voos adicionais já vêm sendo comercializados desde janeiro, o detalhamento da malha não levará  necessariamente a uma queda de preço. A dica de Febeliano, porém, é que o torcedor não deixe para comprar a passagem em cima da hora.

— A tendência é que as passagens subam com a proximidade do mundial.

O maior número de voos para o Rio vai representar uma alta de 11% na oferta de assentos, para 881.602, durante a Copa. Brasília é a cidade que terá o maior aumento no número de decolagens (64,1%), e São Paulo, com aumento de 31,6%  dos voos, será o destino com maior oferta de poltronas: 2,8 milhões. Essas três cidades concentram a oferta de voos, segundo Febeliano, porque servirão de conexões com outros municípios.

As cidades do Nordeste, como Fortaleza e Natal, também ganharão muitos voos (61% e 48%, respectivamente), pois o fluxo de turistas para as duas capitais tende a ser intenso mesmo nos dias em que não haverá jogos. ?


G1 12/03/2014 01h08      Empresas aéreas acreditam que o número atual de voos atenderá CopaCompanhias garantem que estão preparadas para voos durante os jogos. Por causa da Copa, cerca de 645 mil passagens a mais já estão à venda.Michelle Barros São Paulo, SP

Veja vídeo no site do G1

As empresas aéreas vão oferecer milhares de voos extras para a Copa do Mundo. Na terça-feira (11), foi divulgada a malha aérea para o evento esportivo. As companhias já têm, em detalhes, o mapa das rotas. Ao todo, foram calculados  16 mil voos extras entre as cidades-sede.

Cerca de 645 mil passagens a mais já estão à venda. A maior parte desses vôos vai passar pelos aeroportos de São Paulo: 6.401. Depois, pelos do Rio de Janeiro, com 2.678 voos. Mas, em termos de percentual, esse ranking muda.  Brasília e Fortaleza registram os maiores aumentos no número de viagens e a cidade de Natal vem logo em seguida.

Nenhuma aeronave nova deve ser adquirida e nenhum tripulante deve ser contratado para atender a esses voos da Copa. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas disse que as companhias vão cancelar alguns voos regulares que existem  hoje e remanejar o avião e a equipe para as rotas criadas para o evento.

O representante das companhias garante que nenhum passageiro vai ser prejudicado pela mudança. “O tráfego corporativo, que é o tráfego majorativo de negócios e eventos, vai diminuir durante os jogos. Esses voos são cancelados e os  aviões que estariam sendo ocupados nesta hora são deslocados para fazer destinos como, por exemplo, São Paulo-Brasília um dia antes, dez horas antes. Ou fazer São Paulo-Belo Horizonte dois dias depois. E assim por diante”, aponta  Eduardo Sanovicz, presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).

Para Jorge Eduardo Leal Medeiros, especialista em transporte aéreo, se houver algum problema, será nos aeroportos. “Nós dificilmente teremos todos os aeroportos que foram concedidos atendendo ao programa de preparação para a Copa.  Talvez quase todos eles vão estar atrasados”, prevê José Medeiros, especialista pela USP.


G1 11/03/2014 17h00 Governo cria Comitê de Voo para auxiliar grupamento aéreo do PAComitê foi criado para aumentar segurança nas operações aéreas. Comandante promete concurso para pilotos e tripulantes até abril de 2014.Do G1 PA

Grupamento aéreo do Pará coordena missões de patrulha, transporte e salvamento (Foto: Reprodução/ TV Liberal)

Um decreto do governo do Pará publicado nesta terça-feira (11) criou oficialmente o Comitê de Voo do estado. O órgão, que irá contar com três membros eleitos, remunerados com gratificação de Direção e Assessoramento Superiores  (DAS), tem como objetivo melhorar os serviços de aviação do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAER), que engloba operações de salvamento, patrulha e até transporte de tropas.

Segundo o comandante do GRAER, tenente-coronel Gonçalves, a criação do comitê tem como objetivo melhorar a segurança das operações. "Houve dois acidentes sérios com o Grupamento Aéreo no Pará, sem vítima fatal. Em dezembro de 2008  o helicóptero entrou voando no rio Itacaiúnas, em Marabá. A tripulação escapou nadando, mas até hoje o helicóptero não foi encontrado. Outro acidente foi uma aeronave que entrou em ressonância", diz o comandante, se referindo ao  incidente de fevereiro de 2012, quando o comandante, major Alessandro Zell; o delegado Éder Mauro e dois servidores da Sespa ficaram feridos após o helicóptero se desmanchar durante o pouso.

Para o coronel, o comitê vai garantir a qualidade e segurança das operações. "Este comitê vista doutrinar o ingresso de servidores nesta atividade, e qualificar os servidores que já estão em atividade. O conselho de voo vai  analisar a proficiência, as condições psicológicas e outras funções", explica. "Não haverá indicação política nas promoções, vai ser um crivo de vários setores com critérios técnicos", conclui o comandante, que prevê a abertura de  concursos públicos para pilotos e tripulantes até o mês de abril.


G1 11/03/2014 14h38 Aeroporto de Vilhena, RO, retoma operações de pouso e decolagemSituação foi normalizada na noite de segunda; aeronave decolou nesta terça. Passageiros de voos cancelados foram remanejados de ônibus para Cuiabá. Lauane Sena Do G1 RO

Já foram retomadas as operações para pouso e decolagem no Aeroporto Municipal de Vilhena (RO), Brigadeiro Camarão. O terminal estava interditado desde a manhã de segunda-feira (10), e de acordo com o administrador, Manuel Gregio,  a situação foi normalizada ainda na segunda-feira.

Segundo Gregio, o aeroporto já recebeu uma aeronave na noite de segunda, que decolou na manhã desta terça-feira (11). Os passageiros que tiveram os voos cancelados foram encaminhados, de ônibus, para o aeroporto Marechal Rondon,  em Cuiabá (MT).

Interdição A interdição do aeroporto, de acordo com o administrador, aconteceu devido a uma falha de comunicação entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Comando da Aeronáutica. O local passou por uma inspeção na última  sexta-feira (7) e está em condições de receber voos, mas como a renovação da licença, válida a partir de segunda não havia sido passada pela Anac ao Comando da Aeronáutica, as operações foram canceladas.


Valor Econômico 12/03/2014 às 05h00 Decisão sobre Varig pode funcionar como prévia para o julgamentoPor Juliano Basile | De Brasília

Ao colocar o caso Varig na pauta de votações do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira, o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, pode fornecer um grande argumento aos defensores de que os bancos devem pagar por  supostas perdas na poupança durante os planos econômicos editados nas décadas de 1980 e 1990.

A alegação que os advogados dos poupadores podem utilizar é a de que o tribunal teria que dar decisões coerentes envolvendo os dois casos. A colocação do caso Varig na pauta põe o STF diante de um dilema em que há dois casos  grandes envolvendo planos econômicos - um de uma empresa privada, outro de poupadores. Isso faz com que a Corte tenha que mostrar alguma coerência entre essas decisões e a tendência é de a Varig ser vencedora no tribunal.

A ação da Varig foi movida sob o argumento de que os planos congelaram as tarifas aéreas e, portanto, a companhia deveria ser ressarcida. Já os poupadores alegam que as suas contas foram reajustadas por índices inferiores aos que  vigoravam antes da edição de cada plano econômico. Apesar de as causas terem nuances diferentes - uma reclama contra o congelamento de tarifas e a outra dos índices de correção das cadernetas de poupança -, ambas tratam do impacto  dos planos na sociedade.

O caso Varig está com pedido de vista de Barbosa desde 8 de maio de 2013. Naquela data, o presidente do STF ouviu o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, a favor do pagamento de indenização que pode ultrapassar R$  6 bilhões. Cármen Lúcia afirmou que os planos econômicos foram realizados "na condição de frear a inflação descontrolada".

"Antes de ser juíza, eu sou cidadã brasileira e não ponho em dúvida, não questiono e não questionaria que a adoção dos planos econômicos foi feita na condição de frear a inflação descontrolada e é de responsabilidade do Poder  Público. As medidas tomadas foram no agrado do cidadão brasileiro e nada disso está em questão. Era para o combate à inflação e todos nós buscávamos isso", disse a ministra.

Em seguida, ela fez uma distinção, dizendo que o caso Varig não trata do julgamento dos planos, mas de um contrato de uma empresa com a União. Ao analisar esse contrato, a ministra reconheceu que houve "uma diferença entre a  estimativa de receitas das empresas e as receitas efetivas". "Percebe-se aí haver dano à empresa pelo advento das medidas adotadas pelo Poder Público", concluiu a ministra ao votar a favor do pagamento de indenização bilionária à  Varig. Caso o voto dela seja vencedor, o dinheiro será revertido para os credores da Varig e os pensionistas do Aerus, fundo de pensão que tem 14 mil pensionistas da empresa.

Assim que a relatora terminou seu voto, Barbosa elogiou a conclusão, mas disse que gostaria de pedir vista. "Há teses bastante relevantes que eu gostaria de examinar", justificou. Cobrado pelo ministro Marco Aurélio Mello sobre o  tempo que demoraria para colocar o processo de volta na pauta, Barbosa disse que seria breve. O caso está retornando à pauta hoje, dez meses depois, às vésperas de o STF retomar o julgamento das ações de poupadores que pedem a  correção de suas contas durante a edição dos planos econômicos.


Valor Econômico 12/03/2014 às 05h00 Copa deve aumentar número de passageiros em 10%Por João José Oliveira | De São Paulo

As companhias aéreas que operam no mercado brasileiro vão transportar 7,2 milhões de passageiros entre as 12 cidades-sede que receberão os jogos da Copa do Mundo, que a Fifa realiza entre 12 de junho e 13 de julho, informou ontem  a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa TAM, Gol, Azul e Avianca.

Esse universo de passageiros representa 9,7% mais que os 6,64 milhões de assentos utilizados em voos regulares nesse mesmo período. "As companhias aéreas vão atender à demanda da Copa", disse o presidente da Abear, Eduardo  Sanovicz. "Mas precisaremos que todos os agentes trabalhem com toda a eficiência para evitar gargalos. Não vamos limpar banheiros de aeroportos, nem vender pão de queijo".

O levantamento da Abear - que considera embarques realizados em um período de 36 horas antes e após cada partida - aponta que haverá 16.116 voos extras durante a Copa, o que representa um acréscimo de 31,2% ante os 51.663 voos  regulares nas doze cidades-sede nesse período.

São Paulo é a cidade-sede que terá o maior fluxo, com 6,4 mil voos extras - 31,6% de acréscimo em relação aos voos regulares - e 234,8 mil passageiros a mais embarcando nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos durante a  Copa. Passarão pelos terminais paulistas 2,8 milhões de passageiros, ou 9% a mais que o número de assentos regulares para o período.

Já Brasília terá um acréscimo de 2.175 embarques, ou 64,1% mais que os 3.392 voos regulares. Em termos de passageiros, o acréscimo na capital federal será de 85,1 mil assentos, ou 17,9% mais, somando 561 mil bilhetes vendidos para  esse terminal.

Fortaleza vai receber 826 voos extras, que somarão 2.176 voos no total. O aumento de assentos comprados será de 21,1%, atingindo 233 mil bilhetes partindo da capital cearense. "Os casos de Brasília e Fortaleza são diferentes",  disse Sanovicz. "Brasília é um hub [terminal usado para conexões de voos domésticos e internacionais], enquanto Fortaleza recebeu mais voos porque é um destino com menor demanda de passageiros corporativos".

No Rio, haverá 89,3 mil assentos extras para os terminais do Galeão e Santos Dumont, totalizando 881 mil, com 2.678 voos extras, ou 44,8% mais nesse período. Em termos de operações, isso representa um crescimento de 45%, ou 2,6  mil novos voos.


O Dia - PI Teresina, Quarta, 12 de Março de 2014 Voo para Parnaíba é adiado para 4 de abrilNo dia 29 de março, haverá um voo inaugural com a presença de autoridades e convidadosKarliete Nunes Repórter

Divulgação O Aeroporto de Parnaíba passará a receber voos regulares de Teresina e de Fortaleza

Marcado inicialmente para começar a operar no mês de fevereiro, o voo regional entre as cidades de Teresina, Parnaíba e Fortaleza, no Ceará, foi adiado mais uma vez. A última data prevista era o dia 20 de março, mas o Governo do  Estado informou que a Azul Linhas Aéreas vai iniciar a oferta de voos a partir do dia 4 de abril.

O adiamento teria ocorrido em função de pendências técnicas entre a Infraero e a Agência Nacional de Agência Civil (Anac). Um voo inaugural, somente para convidados e autoridades, está marcado para o dia 29 de março. De acordo a  direção da Azul, o voo sairá do Aeroporto de Teresina às 15h15 e chegará a Parnaíba por volta das 16h.

“Acompanhei de perto todas as negociações para a implantação de voos que interliguem o aeroporto de Parnaíba com outras rotas do país, concedendo, inclusive, incentivos fiscais mais atraentes para que as companhias aéreas se  sentissem estimuladas em vir para o Estado. Este aeroporto é, sem dúvidas, uma das maiores obras já feitas no nosso estado e nós estamos muito ansiosos para o início das operações, pois ele está todo pronto, com instalações amplas  e modernas”, declarou o governador Wilson Martins.

Os voos estarão disponíveis às quintasfeiras, aos sábados e aos domingos, saindo sempre de Fortaleza, operando nos seguintes trechos: Fortaleza - Parnaíba - Teresina/ Teresina - Parnaíba - Fortaleza (aos sábados e domingos) e  Parnaíba - Fortaleza/Fortaleza - Parnaíba (às quintas).

O voo para Parnaíba foi viabilizado por conta de incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado à empresa Azul. Em decreto assinado pelo governador, foi reduzida a alíquota do ICMS (Imposto sobre Comercialização de  Mercadorias e Serviços) incidente sobre o combustível QAV (Querosene de Aviação) para empresas aéreas que operassem voos regionais regulares no Piauí.


Jornal da Paraíba 12/03/2014 AS 06H00 Anac suspende licença e habilitação de pilotoSeis autos de infração foram aplicados ao piloto da aeronave, um deles, por voar abaixo da da altura mínima regulamentada.Othacya Lopes

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou ontem a suspensão da habilitação e da licença do piloto que fez voos rasantes nas praias do Litoral da Paraíba. Além disso, o órgão também aplicou seis autos de infração ao  condutor. Devido às punições, ele só poderá voltar a conduzir aeronaves após passar por um curso de prevenção de acidentes.

As punições aplicadas são decorrentes de um processo administrativo instaurado para apurar as infrações cometidas pelo condutor da aeronave. Os demais órgãos responsáveis por julgar o caso, a Polícia Militar e a Junta de  Julgamento da Aeronáutica, ainda não têm previsão de quando divulgarão as decisões a respeito do caso.

Um dos autos de infração recebidos pelo piloto foi por voar abaixo da altura mínima regulamentada, que é de 305 metros.

Em certos trechos o piloto chegou a voar a apenas dois metros do chão. A Anac divulgou ainda que, dentre as infrações cometidas pelo piloto estão: operar de forma negligente, não preencher o Diário de Bordo da aeronave e utilizar  equipamento de navegação GPS não homologado.

Como medida cautelar, a Anac suspendeu a licença e a habilitação do piloto. Para reaver os documentos, bem como poder voltar a exercer sua função, ele deverá cursar e obter aprovação no curso básico de prevenção de acidentes  aeronáuticos. O curso é promovido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e possui duração de seis semanas.

De acordo com a assessoria de imprensa da Anac, o processo ainda está em curso para verificação de outros indícios de irregularidades verificadas durante a apuração do processo.

Esses dados não puderam ser divulgados para não interferir no andamento do processo, porém todas as sanções relativas ao piloto já foram finalizadas. O piloto é do Estado de Tocantins.

Da mesma forma, o órgão informou que está realizando uma ação coordenada junto ao Departamento de Polícia Federal.

Essa ação resultou na abertura de um inquérito policial para investigar a exposição de pessoas e bens em solo a condições de risco.

A Polícia Federal informou que apenas se pronunciará a respeito do caso após a conclusão de todo o inquérito. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, o prazo para conclusão de casos desse tipo é de aproximadamente 30 dias após  a instauração do inquérito. Porém, o setor responsável por dar andamento ao processo ainda está aguardando os resultados da perícia e de algumas diligências e, por isso, esse prazo foi dilatado.

Segundo a assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira (FAB), o processo segue em tramitação na Junta de Julgamento da Aeronáutica (JJAER) e, por isso, o órgão não pode emitir nenhum comentário até a finalização do  julgamento.


Hoje em Dia - MG 12/03/2014 07:27 Empresário planeja transformar carcaça de avião em restauranteRenata Galdino - Hoje em Dia

Divulgação Thiago Oliveira vai colocar R$ 1,5 milhão no negócio para faturar alto com a freguesia

Um empresário de Poços de Caldas, no Sul de Minas, está projetando o que poderá ser o segundo e maior restaurante dentro de um avião no Brasil. Arquitetado há pelo menos dois anos, o projeto começou a ganhar corpo e deverá ficar  pronto em janeiro de 2015. O idealizador, Thiago Oliveira, de 26 anos, espera que o empreendimento atraia turistas de todas as partes do país.

Apaixonado por aviões e sobrinho de pilotos, Thiago comprou a aeronave, um modelo DC8, em um leilão de aviões impedidos de voar que pertenciam à empresa cargueira Skymaster. A aquisição foi em meados do ano passado, mas só agora o  empresário resolveu tornar público o projeto.

Os investimentos com a aeronave, o projeto gastronômico e as despesas com o transporte somam R$ 1,5 milhão. Pronto, o restaurante terá capacidade para 300 pessoas. “Vamos servir comida mineira, japonesa e árabe, no sistema a la  carte. O cardápio está sendo estudado”.

A aeronave será instalada às margens da rodovia do Contorno, a sete quilômetros do Centro de Poços de Caldas, em um terreno de dez mil metros quadrados. Será reformada e terá até um simulador de voo de Airbus.

O projeto prevê um hall de entrada atrás da asa, medindo 40 metros quadrados, onde serão colocadas mesas e cadeiras. A cabine será totalmente reformada e todo o painel irá funcionar.

Videogame

A tela do para-brisa será de cristal líquido. Com o simulador desligado, o cliente poderá ver a rodovia. “Ao ligá-lo, o para-brisa se transformará em uma tela de videogame. É a sensação de estar dentro de um avião. Som acústico,  as cadeiras vão vibrar”, explica Thiago.

Para o projeto decolar, o empresário espera formalizar patrocínios financeiros. Mesmo se não conseguir, Thiago garante que o restaurante ficará pronto em até dez meses.

Transporte

O avião sairá do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), até a próxima sexta-feira. A previsão é a de que a viagem de 170 quilômetros até Poços de Caldas, por via terrestre, dure um dia. O custo da remoção é de R$ 283 mil.

Sete carretas serão usadas no transporte. Com 57 metros de comprimento, o avião foi dividido em partes para o deslocamento. Haverá duas carretas de pranchas extensivas, com 30 metros cada, para bico e cauda, e cinco veículos para  asas e outras partes.

A aeronave seria removida nesta terça-feira (11), mas a chuva que atingiu Campinas na semana do Carnaval adiou os planos para depois de amanhã. “É necessário que a grama esteja seca. O guindaste de 50 toneladas que fará a remoção  até o reboque corre o risco de atolar”, disse Thiago.


Jornal de Turismo Terça, 11 Março 2014 16:40 Aerolíneas inicia voo entre São Paulo e Mendonza

A partir do próximo dia 18 de junho, a Aerolíneas Argentinas inicia as operações do voo semanal entre São Paulo e Mendoza. A novidade é resultado do convênio firmado entre os organismos oficiais de turismo nacional e provincial da  Argentina e a companhia aérea. Mendoza tem 177 voos semanais, 40 deles internacionais. A produção de vinho e suas 150 vinícolas são a principal atração. Para o governador Francisco Pérez, “quando se inclui a vitivinicultura na  cadeia produtiva, seus resultados impactam de tal maneira que o turismo de vinho acaba sendo uma das principais atividades econômicas da província". Ainda segundo Pérez, os novos voos permitirão vincular duas cidades com enorme  importância econômica para o Mercosul. A viagem entre São Paulo e Mendoza terá duração de três horas e meia. Sobre o destino, acesse turismo.mendoza.gov.ar


Jornal de Turismo Terça, 11 Março 2014 13:08 American Airlines altera horários de vôos

A American Airlines iniciará no dia 1º de abril a operação noturna de seus voos que partem de Recife, Salvador e Brasília para Miami. A frequência e numeração também foram alteradas.

Os voos continuarão a ser operados pela aeronave Boeing 757, configurada para 168 passageiros, em duas classes de serviço (14 assentos na Classe Executiva e 154 assentos na Classe Econômica).

“Os voos de Recife, Salvador e Brasília são importantes portas de entrada para os inúmeros destinos que operamos a partir do hub de Miami. Com a mudança de horário, os nossos passageiros poderão aproveitar o destino ainda mais”,  explica Dilson Verçosa Jr, diretor regional de Vendas da American Airlines.


Jornal de Turismo Terça, 11 Março 2014 12:39 Grupo LATAM Airlines divulga estatísticas operacionais

O Grupo LATAM Airlines S.A. e suas filiais (“Grupo LATAM Airlines” ou “a Companhia”), grupo de companhias aéreas líder em transporte de passageiros e carga na América Latina, informa suas estatísticas preliminares de tráfego para  fevereiro de 2014, incluindo o comparativo com o mesmo mês de 2013.

O tráfego de passageiros diminuiu 0,7%, enquanto a capacidade diminuiu em 5,7%. Como resultado, o load factor da Companhia para o mês cresceu 4,2 ponto percentual, alcançando 82,9%. O tráfego internacional de passageiros  representou aproximadamente 50% do total no mês.

O tráfego doméstico de passageiros na operação da Companhia em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) aumentou 7,4%, enquanto a capacidade cresceu 5,7%. Como consequência, a taxa de ocupação  doméstica aumentou 1,4 ponto percentual, chegando a 84,1%.

O tráfego do mercado doméstico no Brasil aumentou 0,5%, enquanto a capacidade diminuiu 7,2%. Como resultado, o load factor doméstico no País aumentou 6,3 pontos percentuais, chegando a 82,0%.

O tráfego internacional de passageiros diminuiu 3,8%, e a capacidade diminuiu 8,2%. Como resultado, a taxa de ocupação internacional de passageiros para o mês cresceu 3,7 pontos percentuais, alcançando 82,9%. O tráfego  internacional inclui as operações internacionais de LAN e TAM nas rotas entre países da América do Sul e de longo curso.

O tráfego de carga do Grupo LATAM diminuiu 0,8% e a capacidade diminuiu 5,7%. Como consequência, o load factor cresceu 2,9 pontos percentuais, fechando em 58,6%. A diminuição na capacidade de carga é resultado de menor  disponibilidade de espaço nos porões de aeronaves de passageiros e de uma menor operação de cargueiros.


Mercado&Eventos 12/03 - 08:29 Aeroporto de Uberlândia é autorizado a receber voos por instrumentos

O Aeroporto de Uberlândia/Tenente-Coronel Aviador César Bombonato recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para colocar em funcionamento o sistema de pousos por instrumentos de categoria I (ILS Cat I). A  portaria nº 465/2014 da agência, que homologa o equipamento e os procedimentos operacionais, foi publicada no dia 28 de fevereiro.

O sistema ILS (Instrument Landing System, em inglês) é uma ferramenta capaz de orientar pilotos habilitados em aterrissagens em condições de mau tempo. No caso de Uberlândia, o sistema ILS Cat I vai facilitar pousos quando as  nuvens estiverem numa altura mínima de 90 metros sobre a cabeceira da pista, além de uma visibilidade mínima de 1,3 mil metros a partir da aeronave.

A instalação do ILS no aeroporto de Uberlândia foi iniciada em 2011, com as adequações de infraestrutura feitas pela Infraero, como ampliação da pista de pouso e decolagem, a reforma e modernização do sistema de balizamento, a  implementação da área de segurança da cabeceira 04, além das

melhorias no pavimento e nas laterais da pista. No total, foram investidos R$ 2,1 milhões nessas melhorias.

“Com esse sistema, as empresas aéreas com pilotos habilitados e aeronaves homologadas para voo por instrumentos poderão pousar em Uberlândia em condições de mau-tempo. Trata-se de uma estrutura que gera um benefício direto às  operações de pouso, o que ajudará a evitar atrasos e cancelamentos em função do clima”, afirmou o superintendente do aeroporto, Sérgio Kennedy Freitas.

Rafael Massadar


Mercado&Eventos 11/03 - 15:37 Azul planeja quarto voo de Campinas para S. J. do Rio Preto e Ribeirão

A Azul solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) seu quarto voo aos domingos a partir de Campinas para São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. Atualmente, a companhia conta com três frequências aos domingos nessas rotas  e a expectativa é iniciar as novas operações no dia 7 de abril. Os novos voos, quando aprovados, serão feitos com aeronaves ATR 72-600, capazes de transportar até 70 clientes.

“A região noroeste de São Paulo ocupa espaço de destaque no cenário de negócios e agricultura do estado e tem importante representação na economia. Nosso desejo é atender à demanda de nossos Clientes, cada vez mais expressiva, e  acompanhar o ritmo constante de desenvolvimento de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto”, explicou Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

Pedro Menezes     


Panrotas 12/3/2014 09:37:00 CNC debate planejamento aéreo para grandes eventos

O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) retoma a partir de hoje (12/03) sua série de debates sobre assuntos relacionados à indústria de turismo. O assunto da próxima reunião  será sobre o planejamento do setor aéreo para os grandes eventos, o conceito de espaço aéreo que será empregado durante a Copa do Mundo e as expectativas em relação ao crescimento dos movimentos aéreos no Brasil.

Para falar do tema o Conselho de Turismo convidou o do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), o Coronel Aviador Ary Rodrigues Bertolino, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Diego Verticchio     


Panrotas 11/3/2014 17:34:00 Emirates faz voo inaugural da rota Dubai-Boston

Rota é operada pelo Boeing 777-200LR (foto: divulgação)

A Emirates iniciou o voo diário e sem escalas entre Dubai e Boston, o oitavo destino da companhia nos Estados Unidos. “Estamos otimistas com o novo voo. A partir do momento em que anunciamos os planos de ligar o estado de  Massachussetts à nossa rede global, recebemos respostas positivas dos passageiros e do mercado, não só nos Estados Unidos, mas também em nossa base, nos Emirados Árabes Unidos, e de outras grandes cidades na África, Ásia e Oriente  Médio”, disse o presidente da companhia, Tim Clark.

O voo inaugural partiu ontem do terminal 3 do Aeroporto Internacional de Dubai, às 9h45, levando a bordo uma delegação de executivos da companhia. Além do presidente, estavam o vice-presidente executivo e chefe de Operações, Adel  Al Redha, o vice-presidente sênior da divisão oeste de Operações Comerciais, Hubert Frach, e o vice-presidente sênior de Planejamento de Cargas, Hiran Perera.

A rota, operada pelo Boeing 777-200LR, oferece oito assentos em primeira classe, 42 em executiva e 216 em econômica e conta com o sistema de entretenimento de bordo com mais de 1.600 canais de filmes, séries de TV, música, jogos e  notícias.

Savia Reis     


Jornal da Band quarta-feira, 12 de março de 2014 - 09h34 Heliponto irregular é usado pela PM em SPÁrea, antiga pista de ultraleves às margens do Guarapiranga, não tem autorização para operarDa BandNews FM São Paulo [email protected]

Heliponto pertence à Empresa Metropolitana de Águas e Energia BandNewsFM

O uso de um heliponto irregular, inclusive pela PM (Polícia Militar), está tirando o sossego de moradores do Jardim Riviera e outros bairros da zona sul de São Paulo. A área - uma antiga pista de ultraleves - fica às margens da  Represa do Guarapiranga e não tem autorização da prefeitura nem da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para funcionar.

O heliponto está em uma área privada, que pertence à EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia). Quem cuida dela é um ex-piloto de avião conhecido como Comandante Queiroz, que admite o uso do terreno pela PM.

Desde 2003, quatro acidentes com helicópteros foram registrados apenas na região do Guarapiranga. O último foi em julho do ano passado, quando uma aeronave da PM fez um pouso forçado dentro da represa; ninguém se feriu.

A implantação de helipontos na capital paulista depende não só de aprovação prévia da ANAC como da análise das secretarias de Licenciamento e Verde e Meio Ambiente. A fiscalização é de responsabilidade das subprefeituras e também  da agência.

A Polícia Militar foi procurada pela BandNews FM, mas ainda não se pronunciou.

Heliponto irregular recebe treinamento da PM: BandNewsFM


Jornal da Band quarta-feira, 12 de março de 2014 - 07h39 Buscas por avião chegam ao Mar de AndamãoAeronave com 239 pessoas sumiu na última sexta; autoridades decidiram ampliar a área de busca após informações de radarDa AFP [email protected]

Hoang Dinh Nam/AFP

As operações de busca do Boeing 777 da Malaysia Airlines desaparecido no sábado passado foram ampliadas ao Mar de Andamão, centenas de quilômetros a noroeste do perímetro inicialmente estabelecido, informou nesta quarta-feira um  funcionário malaio. "Sim, acima de Sumatra se encontra o Mar de Andamão", disse o chefe da Aviação Civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman, respondendo a uma pergunta sobre a ampliação da área de busca.

O Mar de Andamão é limitado ao norte pela ilha indonésia de Sumatra, e ao leste e ao norte por Tailândia e Myanmar (antiga Birmânia). Abdul Rahman destacou que se trata de "uma zona muito ampla para se cobrir, e não podemos deixar  passar nada, é preciso ver todas as possibilidades", Sumatra é uma ilha muito grande. As autoridades decidiram ampliar a área de busca após informações de radar que indicam a "possibilidade" de o avião ter alterado "radicalmente"  sua rota sobre o Mar do Sul da China.

Segundo um jornal malaio, o avião foi detectado sobre o estreito de Malaca, a oeste da Malásia.

Desde o sábado, as buscas se concentram no Mar Meridional da China, entre Malásia e Vietnã, mas não revelaram qualquer sinal do avião.

Avião  teria mudado de rota:

O Vietnã anunciou a redução das buscas até que receba orientações da Malásia sobre a nova direção a cobrir. "Decidimos suspender temporariamente certas atividades de busca a espera de informações da Malásia", revelou o  vice-ministro de Transportes do Vietnã, Pham Quy Tieu, acrescentando que prosseguem as operações marítimas, mas em menor escala.

"Pedimos informação em duas ocasiões às autoridades da Malásia, mas até agora não obtivemos resposta", destacou Tieu. "Informamos aos malaios, no dia em que perdemos contato com o avião, que ele havia guinado para oeste, mas não  responderam nada".

O voo MH370 da Malaysia Airlines que seguia de Kuala Lumpur para Pequim desapareceu na madrugada de sábado com 239 pessoas a bordo, a maioria cidadãos chineses.

Debate A busca pelo avião da Malaysia Airlines trouxe de volta o debate sobre a caixa-preta, mecanismo que mantém os registros de um voo, e levantou a questão de se está na hora de usar um registro em tempo real. Fontes da indústria da  aviação civil concordam que já existe a tecnologia necessária para as empresas aéreas começarem a usar informações transmitidas via satélite, substituindo o sistema de registro físico usado hoje.

Resta a dúvida de se as empresas, sempre buscando reduzir os gastos por estarem em um mercado altamente competitivo, estarão dispostas a investir o dinheiro necessário - e até mesmo se o investimento valeria a pena. "Não existem  barreiras técnicas. E as barreiras financeiras podem ser superadas", explicou à Peter Goelz, ex-diretor do NTSB, órgão do governo americano que investiga acidentes aéreos e faz recomendações de segurança para o setor. "Mas, na  realidade, as empresas aéreas não querem fazer nada além do que são obrigadas", acrescentou.

Os aviões geralmente carregam duas caixas-pretas - que são, na verdade, laranjas. Uma delas capta as conversas dentro da cabine, enquanto a outra registra uma série de dados, desde a velocidade da aeronave até o funcionamento das  turbinas.

Os mecanismos são a principal fonte de informação quando um desastre aéreo ocorre, mas sua localização é extremamente difícil quando o acidente é no mar.