AeroClipping, quarta-feira, 05/03/14- ano XII - nº 41

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O Estado de S.Paulo

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Folha de São Paulo

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G1

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Jornal do Brasil

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Diário Catarinense

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ZERO HORA

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Diário do Comércio - MG

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Correio do Estado - MS

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O Imparcial - MA

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Portal iG

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O Estado de S.Paulo

SEGUNDA-FEIRA, 3 DE MARÇO DE 2014

Ilusão na aviação regional

Notas & Informações

Exaspera a incapacidade do governo de entregar o que promete. Depois de bravatear a intenção de construir 800 aeroportos regionais, no final de 2012, a presidente Dilma Rousseff se fez de desentendida e disse que, na verdade, a meta eram 270 terminais – um objetivo já bastante ousado. Passado mais de um ano, é claro que nada saiu do papel – mas agora já se sabe que o custo dessa aventura, cuja previsão inicial era de R$ 7,3 bilhões, deverá ser maior.

Levantamentos feitos pelo governo, conforme revelou o Estado, indicam que os gastos foram subestimados. Segundo os técnicos, os projetos não levavam em conta a necessidade de grandes obras em aeroportos chamados “médio-grandes” – casos de Ribeirão Preto e Bauru (SP), Governador Valadares e Patos de Minas (MG), Rondonópolis (MT), Dourados (MS), Caxias do Sul (RS) e Maringá (PR).

Os problemas nos projetos já eram conhecidos. Nesse tempo todo, a Secretaria de Aviação Civil (SAC), sem ter estabelecido prioridades, atrasou o levantamento das necessidades de investimentos nos aeroportos, o que demandaria análises de impacto ambiental e projetos de engenharia a um custo de cerca de R$ 292 milhões.

A justificativa da SAC é de que a maior parte do tempo foi usada para aprovar no Congresso a medida provisória que criou o plano. Depois, foi preciso abrir licitação para contratar empresas de engenharia que farão os projetos – dos 270 aeroportos, só 16 contratos foram feitos. Mesmo se todos os contratos estivessem fechados, não há garantia de que eles seriam concluídos no prazo alardeado pela propaganda oficial.

O problema principal são os vícios de origem. Fruto do voluntarismo típico deste governo, o projeto para a aviação regional já nasceu eivado de defeitos. Nele, por exemplo, aparecem aeroportos para cidades pequenas, com menos de 100 mil habitantes, distantes apenas 50 km de outras que também terão recursos para construir ou ampliar seus aeroportos. Trata-se de um óbvio desperdício de dinheiro. Além disso, estão previstos aeroportos em cidades pequenas próximas de metrópoles que já dispõem de grandes terminais, o que pode gerar ociosidade – e, portanto, prejuízo para as prefeituras, às quais caberá administrar os aeroportos, se não houver interessados privados.

O açodamento para transformar em realidade a promessa de Dilma foi tão grande que a SAC mal consultou as partes interessadas para elaborar o projeto. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não foi ouvida e as companhias aéreas só puderam opinar uma semana antes do anúncio do plano.

Para o governo, no entanto, planejamento é mero detalhe. O plano de aviação, segundo a SAC, visa a equipar cidades médias e pequenas de tal forma que grandes empresas sejam incentivadas a transferir suas plantas industriais para essas localidades. É óbvio que muitos outros fatores pesam em decisões desse porte, e é claro que várias cidades poderão ficar com moderníssimos aeroportos às moscas, se e quando eles forem construídos, mas isso não parece inibir as grandiosas fantasias do governo.

Que o Brasil necessita de um robusto investimento em aviação regional, não resta dúvida. Multiplicam-se casos de aeroportos do interior já saturados, pois servem como escape para o gargalo dos grandes terminais das capitais. Além disso, a demanda por voos regionais, como substitutos de rotas rodoviárias, também é crescente. Essa urgência, porém, não justifica medidas irrefletidas.

Mesmo com todos os problemas, Dilma mandou acelerar os projetos para ter o que mostrar já no primeiro semestre, coincidindo com o calendário eleitoral, que é a única coisa pela qual a presidente se interessa. Se tudo correr como o governo espera, o primeiro lote de obras, com 20 aeroportos, deverá ter seu edital publicado até o fim de março. Depois, até junho, esperam-se mais 80 licitações. Restarão 170 aeroportos, cujas licitações terão de esperar até o fim deste ano, ou o início de 2015. Considerando se o histórico de procrastinação do governo e os problemas enfrentados pelo projeto, é uma expectativa otimista.

 


O Estado de S.Paulo

28 de fevereiro de 2014 | 19h 52

Aeroporto de Guarulhos inaugura nova pista de taxiamento

Obra deve diminuir o tempo de espera dos passageiros dentro do avião; aeroporto tinha apenas uma pista para movimentação das aeronaves no pátio

Mônica Reolom - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, vai inaugurar uma nova pista para taxiamento de aeronaves neste sábado, 1° de março. A GRU Airport recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a operação da pista nesta sexta-feira.

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Pista tem 2.477 metros e 60 metros de largura

O trecho, que possui 2.477 metros de extensão e 60 metros de largura, faz parte das obras de infraestrutura que serão entregues até a Copa do Mundo, em junho. Um parte da pista existia desde a inauguração do aeroporto, em 1985, mas nunca havia sido usada. A GRU Airport informou em nota que a obra vai aumentar o fluxo de aeronaves no pátio.

Em dezembro de 2013, o Estado informou que uma das maiores reclamações dos passageiros é o tempo de espera dentro do avião antes de decolar ou após pousar. As empresas aéreas, que aumentaram as previsões dos tempos de voo por causa dos atrasos em solo, afirmam que a infraestrutura aeroportuária é a responsável pelo longo tempo "embarcado". Segundo as companhias, os aeroportos brasileiros não comportam o fluxo atual de aeronaves.

"Com o início das operações da pista, o tempo de fluxo das aeronaves será consideravelmente menor, ou seja, teremos decolagens e desembarques mais rápidos", afirmou Antonio Miguel Marques, presidente da GRU Airport, em nota. O aeroporto operava apenas com uma pista de taxiamento, que, em horários de pico, aumentava o tempo para que as aeronaves pudessem chegar ao pátio ou até a posição de decolagem.

Em um mês de alta demanda, como dezembro ou janeiro, o aeroporto chega a realizar cerca de 900 pousos e decolagens por dia. Em 2013, o GRU Airport registrou 284.184 operações de voo e movimento de 35,962 milhões de passageiros.

 


Folha de São Paulo

DOMINGO, 2 DE MARÇO DE 2014

Empresas aéreas estão à espera de plano de aviação regional

Investimentos, afirmam, dependem de projeto anunciado em 2012

MARIANA BARBOSA

DE SÃO PAULO

As companhias aéreas estão em compasso de espera para que o governo inicie as obras do programa de aviação regional, lançado em dezembro de 2012, mas que ainda não saiu do papel.

Só a Azul tem 11 rotas definidas, com avião e tripulação disponíveis aguardando obras nos aeroportos contemplados pelo plano.

"Estamos segurando alguns aviões que eram da Trip. Se o plano não sair nos próximos meses, vamos ter que devolvê-los", diz David Neeleman, presidente da Azul.

Entre os destinos que a Azul gostaria de ver priorizados no plano regional, estão Santos (que ganharia voo para o Rio) e a pernambucana Caruaru (para Salvador).

A Avianca já tem opções de encomendas de 30 turboélices, mas aguarda o plano sair do papel para confirmar os pedidos. "Queremos entender exatamente como será o programa e ter um cronograma das obras para nos planejarmos e comprar os aviões", afirmou José Efromovich, presidente da Avianca Brasil.

"Dependo disso para definir o tamanho e a velocidade do meu projeto."

A TAM também já anunciou interesse em adquirir aviões da Embraer para operar em rotas regionais, mas espera definições do governo.

O plano de desenvolvimento da aviação regional prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões na reforma, na ampliação e na construção de 270 aeroportos --além de custos de R$ 1 bilhão em subsídios anuais para viabilizar voos.

A ideia em estudo pelo governo é de um subsídio equivalente a 50% das passagens.

Mas as expectativas do setor privado não ecoam no governo. As empresas dizem que não querem subsídios para as passagens e gostariam de ver priorizados os investimentos em destinos regionais de maior demanda.

A prioridade do governo, contudo, é atender destinos remotos, com poucas alternativas de transporte e que não seriam viáveis sem subsídios.

A meta é que 96% da população esteja a no máximo 100 km de um aeroporto.

As empresas questionam ainda a necessidade de tantos aeroportos e consideram em seus planos de negócios no máximo 80 destinos que ainda não estão atendidos.

Elas entregaram ao governo em 2013 uma lista de 61 cidades prioritárias, para as quais poderiam iniciar operações até 90 dias após a adequação da infraestrutura.

Mas a Secretaria de Aviação Civil diz que a lista não será considerada na definição da ordem dos projetos.

ICMS

Levantamento feito pela Folha após o lançamento do plano mostra que há 20 casos de aeroportos separados por menos de 100 km de distância, o que pode gerar concorrência entre os aeroportos, tornando o programa mais dependente de subsídios.

"Não estamos contando com subsídios, vamos entrar na aviação regional independentemente disso", diz Efromovich, que também pretende comprar jatos regionais, possivelmente da Embraer.

Para Neeleman, os voos se viabilizam com reduções de alíquotas de ICMS e isenções de tarifas aeroportuárias.

A primeira depende de negociações com os Estados, e a segunda está prevista no plano original do governo.

A Azul lançou recentemente quatro rotas regionais e inaugura mais uma (Parnaíba-Fortaleza) neste mês, mas diz que, sem a isenção das tarifas, não terá como bancar os voos por muito tempo.

"Não temos lucros em muitas cidades em que atuamos. Sem o plano, esses voos não se sustentam", diz Neeleman.

 


Folha de São Paulo

DOMINGO, 2 DE MARÇO DE 2014

Após adiamentos, governo prevê lançar editais de obras neste mês

DE SÃO PAULO

A previsão da Secretaria de Aviação Civil é lançar os primeiros editais das obras do programa de aviação regional até o fim deste mês --prazo que foi adiado algumas vezes.

O governo estuda a possibilidade de licitar os 270 aeroportos em blocos, com alguns aeroportos de maior interesse e outros menos atraentes.

As empresas que vencerem as licitações irão apenas reformar ou construir, mas não gerir os aeroportos. A gestão será definida caso a caso.

Em alguns casos será atribuição da Infraero, em outros, de prefeituras e governos estaduais, que podem ou não fazer parcerias com a iniciativa privada.

O plano será custeado com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil. Para este ano, o Orçamento do governo prevê R$ 597 milhões para o programa. (MB)

FUTURAS ROTAS REGIONAIS DA AZUL

Campinas a Caçador (SC), Ponta Grossa (PR), Itumbiara (GO) e Divinópolis (MG)

Porto Alegre a Uruguaiana

Salvador a Caruaru (PE)

Confins a Teixeira de Freitas (BA) e Feira de Santana (BA)

Fortaleza a Sobral (CE)

Rio a Santos (SP)

Recife a Mossoró (RN)

 


Folha de São Paulo

SÁBADO, 1 DE MARÇO DE 2014

Pilotos são suspeitos de fraudar licenças de voo

Casos foram descobertos pela Anac; suspeitas atingem 52 profissionais

Além de aval para comandar helicópteros e pequenas aeronaves, houve irregularidades em atestado de inglês

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

pilotos-sao-suspeitos

Com ajuda de um estagiário então ligado à Anac, pilotos conseguiram, de 2009 a 2010, habilitação para comandar pequenas aeronaves e helicópteros, para os quais não tinham autorização de voo.

Entre os casos há ao menos um piloto de linha aérea regular, que hoje atua na TAM.

A fraude também se estendeu ao nível de conhecimento em inglês, obrigatório para voos internacionais.

Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), um copiloto que hoje atua na Gol e outro atualmente na Trip (incorporada pela Azul) tiveram nos registros níveis de inglês superiores ao real. Ambos perderam o atestado de proficiência na língua.

A própria agência apontou, em investigação, que a situação é um risco à segurança.

POLÍCIA FEDERAL

Revelado anteontem pelo "Jornal da Band", o caso está sob apuração do Ministério Público Federal de São Paulo e da Polícia Federal, para os quais a Anac enviou, em 2010, a conclusão de procedimento administrativo.

A agência constatou que, por trás dos casos, estava o então estagiário Alexandre Demarco. Segundo a investigação, ele usou senhas de funcionários para modificar registros internos dos pilotos. Ele pediu demissão em 2009.

Embora haja suspeitas, não ficou provado se havia pagamento pelas habilitações. É isso que o Ministério Público e a PF tentam apurar. Os dois órgãos limitaram-se a dizer que há inquéritos em andamento para os casos.

A apuração da Anac, segundo a agência, começou quando uma servidora notou que a sua senha fora usada para alterar níveis de inglês. Ao rastrear a atividade de Demarco, a Anac identificou alteração nas habilitações.

Um piloto pode ter várias habilitações. Ela mostra que o profissional sabe pilotar determinado tipo de aeronave.

Um dos que participaram do esquema, segundo a Anac, é Alexandre Oliveira Júnior, dono de escola de aviação e copiloto de um helicóptero apreendido no ano passado com cocaína no Espírito Santo, de propriedade do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), filho do senador Zezé Perrela (PDT-MG).

Segundo a Anac, 52 pilotos foram investigados por problemas na habilitação. Desses, 12 tiveram habilitações suspensas, cinco tiveram sua habilitação ajustada aos requisitos reais e três foram autuados por voar com habilitação vencida.

Quanto ao inglês, foram 12 casos suspeitos. Seis pilotos refizeram a prova, dos quais dois foram reprovados --um hoje na Gol. Os que não fizeram a prova perderam a proficiência em inglês --entre eles um hoje na Trip/Azul.

OUTRO LADO

Procedimentos estão mais rígidos, diz Anac

DE SÃO PAULO

A Anac informou que tornou mais rígidos os procedimentos depois de descobrir a fraude nos registros de habilitação e inglês, em 2009.

Disse ainda que não constatou envolvimento de funcionários próprios; apenas de um estagiário, que se demitiu após usar senhas alheias.

As fraudes, segundo a Anac, eram na aviação geral --responsável pela maior parte dos acidentes aéreos.

Não há registro de fraude para pilotar aeronaves de aviação comercial, como TAM e Gol --embora tenha havido outras irregularidades com profissionais delas.

A Folha não conseguiu falar com Alexandre Demarco e Alexandre de Oliveira Jr..

O copiloto hoje na Gol cujo teste de conhecimento de inglês foi irregularmente alterado não era funcionário da empresa em 2009, diz a Anac.

A Gol informa que conduz seus próprios testes de conhecimento em inglês, que são reconhecidos pela Anac.

A Azul diz apurar o caso do copiloto da Trip que teve nível de inglês alterado.

A TAM diz que seus pilotos são habilitados para os aviões que comandam. O piloto da TAM investigado pela Anac teve habilitação alterada para aviões de menor porte, que a empresa não tem.

 


G1

02/03/2014 15h44

Piloto 'some' e voo de Vitória a São Paulo atrasa 3h, dizem passageiros

'Falaram que ele foi passar o carnaval no Rio', contou passageiro.

TAM lamentou o atraso e alegou troca de tripulação.

Do G1 ES, com informações de A Gazeta

piloto-some

O atraso de três horas na saída de um voo da TAM com destino a São Paulo provocou tumulto no aeroporto de Vitória, na manhã deste domingo (2). Segundo os passageiros, o comandante não apareceu. A empresa lamentou o transtorno e informou que, devido a troca da tripulação, o voo previsto para as 7 h partiu às 10 h.

Entre os cerca de 50 passageiros que se aglomeravam no saguão do aeroporto, Arnaldo Costa, 61 anos, ficou bastante irritado. “Perguntamos por mais de uma vez e os funcionários alegaram que o piloto deveria ter dormido em Vitória, mas viajou para o Rio de Janeiro sem avisar. Falaram que foi passar o carnaval por lá", comentou.

"A tripulação estava aqui, o avião também, mas o piloto sumiu"

Passageira não identificada

A maioria dos passageiros do voo J3799 (Vitória – São Paulo/ Congonhas) da TAM embarcariam em cruzeiros marítimos saindo do porto de Santos, no litoral paulista. “A tripulação estava aqui, o avião também, mas o piloto sumiu. Nunca vi algo assim. A gente viu os funcionários cochichando a respeito do piloto, que perdeu a hora. Alguns falaram abertamente sobre a tal balada”, contou uma passageira que preferiu não se identificar.

No site da Infraero, a informação que constou durante toda a manhã era de que o avião não decolou no horário previsto por conta de um "atraso técnico".

Passageiros do voo reclamam de atraso após o sumiço

de piloto em Vitória (Foto: Foto Leitor/ A Gazeta)

 


G1

01/03/2014 16h15

Reforma do aeroporto de Valadares deve ter início no 1º semetre de 2014

Licitação da obra está prevista para acontecer já neste mês de março.

Previsão é que obras comecem neste semestre e terminem em 9 meses.

Diego Souza

Do G1 Vales de Minas Gerais

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Aeroporto Coronel Altino Machado passará por reformas ainda neste ano, segundo prefeitura.

(Foto: Diego Souza/G1)

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Foi adiada para após o Carnaval, a entrevista coletiva que a prefeita de Governador Valadares,Elisa Costa (PT), daria para falar sobre a reforma e ampliação do aeroporto Coronel Altino Machado.

A cidade está entre as 20 que serão atendidas na primeira etapa do Programa de Regionalização dos Aeroportos.

De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura, a prefeita solicitou a inclusão de Valadares na lista das cidades que terão as obras licitadas imediatamente, já neste mês de março.

A previsão é que as obras tenham início neste semestre e terminem noves meses após. Segundo a prefeita, a iniciativa vai agilizar o processo e colocar fim aos desacordos técnicos entre as equipes da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), do governo do Estado e da Secretaria de Aviação Civil (SAC), do Governo Federal.

“Havia um desacordo quanto ao atendimento das diligências exigidas pela SAC e não cumpridas na totalidade pela Setop”, diz a prefeita Elisa Costa.

No entanto, o projeto de reforma e ampliação do aeroporto valadarense é considerado de boa qualidade pela prefeitura e será utilizado. A reforma inclui, além das obras do terminal, os equipamentos como raio-x, esteiras e rádios.

 


G1

28/02/2014 17h48

Obra em pista do Aeroporto de Confins altera horários de voos

Intervenção prevê reforma e ampliação da pista de pousos e decolagens.

Segundo a Infraero, previsão é que trabalhos terminem no dia 12 de maio.

Do G1 MG

Uma obra para reforma e ampliação da pista de pousos e decolagens é feita no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e provoca alterações em horários de voos. A intervenção, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), é realizada para a manutenção de níveis de seguranças em pousos e decolagens. Além disso, a reforma deve ampliar a capacidade operacional do terminal.

Ainda de acordo com a Infraero, os trabalhos vão até o dia 12 de maio. Não houve cancelamento de voos por causa das obras, mas, desde o dia 19 de fevereiro até esta sexta-feira (28), cinco voos internacionais e 26 domésticos, previstos para os horários da madrugada, período em que os trabalhos são feitos, precisaram ser remarcados.

 


Jornal do Brasil

04/03 às 14h32

STF retoma, no dia 12, caso de indenização bilionária à Varig

União pode ter prejuízo de R$ 6 bilhões

Jornal do Brasil

Luiz Orlando Carneiro

Brasília - O plenário do Supremo Tribunal Federal reabre os seus trabalhos no próximo dia 12 (quarta-feira), com a retomada do julgamento – iniciado em maio do ano passado – do recurso da União contra o pagamento à Varig de indenizações que podem chegar a R$ 6 bilhões, em face do congelamento das tarifas aéreas quando dos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O recurso extraordinário em questão (RE 571.969) é de interesse vital para milhares de ex-funcionários da empresa falida que contribuíram para o fundo de pensão Aerus, e que buscam, até hoje, receber suas aposentadorias.

O único voto proferido, até agora, foi o da ministra-relatora Cármen Lúcia, favorável à Varig e à Aerus, na linha de que o Estado “deve ser responsabilizado também por atos lícitos (como o Plano Cruzado, de 1986 a 1992) quando tais atos deságuam em prejuízos”.

No longo voto proferido há quase um ano, Cármen Lúcia rejeitou o recurso da União, que tem o apoio da Procuradoria-Geral da República. O ministro Joaquim Barbosa – o último a votar, como presidente da corte – pediu vista antecipada, e trará o seu voto no próximo dia 12. Além dele, terão de votar mais cinco ministros, já que estão impedidos Dias Toffoli, Luiz Fux e Teori Zavascki. O primeiro atuou no caso, nas instâncias inferiores, quando era advogado-geral da União. Os dois outros já tinham se pronunciado sobre a questão quando integravam o Superior Tribunal de Justiça.

O voto da relatora

No voto proferido em maio do ano passado, Carmen Lúcia explicou que o recurso foi pautado para julgamento em 2009, e que seu voto já estava pronto desde o fim de 2008. Contudo, a Advocacia-Geral da União e as partes pediram o adiamento do julgamento do recurso duas vezes (em 2009 e em 2011), na tentativa de um acordo que não se concretizou. A ministra fez o esclarecimento a fim de que os eventuais prejudicados não culpassem a relatora do processo ou a presidência do STF pela demora.

Segundo ela, “a responsabilidade do Estado por atos lícitos não é novidade”. Ela citou, como exemplo, a desapropriação, e comentou que não se poderia questionar a adoção dos chamados planos econômicos para “controlar uma inflação crônica, o que era mesmo competência e responsabilidade do Poder Público”. E disse: “Caso contrário, não teríamos hoje a inflação sob controle. O que está aqui em questão são atos administrativos baseados na lei”.

Cármen Lúcia citou precedentes do próprio STF para contestar o recurso da AGU e da PGR, no sentido de que não se poderia cogitar de indenização, por não ter havido, no caso, responsabilidade civil do Estado, já que o dano não foi suportado por toda a sociedade como um todo”. Ou seja, foi uma “decisão de política pública, necessária para equilibrar as contas públicas”, como sustentaram o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e a advogada da União Grace Mendonça.

A ministra-relatora destacou – assim como o advogado da Varig, Pedro Gordilho – decisão da 1ª Turma do STF, de 1996, em caso semelhante, no qual foi beneficiada a Transbrasil. O ministro-relator daquele recurso, Luiz Octavio Gallotti, reconheceu ter ficado comprovado, nas instâncias inferiores, “prejuízo decorrente de atos omissivos e comissivos do Poder concedente (a União), causadores da ruptura do equilíbrio financeiro da concessão, não abstratamente atribuível à política econômica”.

 


Diário Catarinense

02/03/2014 | 21h25

Aeroportos de Navegantes e Joinville têm recorde de movimentação em janeiro

Na comparação com 2013, Florianópolis foi o único terminal que teve queda entre as estruturas administradas pela Infraero em Santa Catarina

O ano começou agitado para os aeroportos de Santa Catarina: Navegantes e Joinville registraram recorde na movimentação de passageiros em janeiro. De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), os dois terminais tiveram um crescimento de 10,2% e 42,77% em comparação com 2013, respectivamente.

Criciúma, no Sul do Estado, também registrou aumento expressivo na movimentação de passageiros. O número de pessoas que embarcaram e desembarcaram no terminal mais do que dobrou no período, passando de 3.316 em 2013 para 6.772 em janeiro deste ano.

Apesar do aumento nos demais aeroportos administrados pela Infraero em Santa Catarina, Florianópolis recebeu menos passageiros em janeiro deste ano na comparação com 2013. Conforme as estatísticas, a retração foi de 1,7%. A suspensão de voos regulares de algumas companhias aéreas comerciais é uma das causas que influenciaram o resultado.

Em Navegantes, a explicação para a movimentação recorde é o crescimento constante do acesso dos brasileiros às viagens de avião e o desenvolvimento do turismo na região. Entre embarques e desembarques, passaram por Navegantes cerca de 127,9 mil passageiros. Até então, o maior movimento mensal havia sido registrado em julho de 2012, quando 121,3 mil passageiros passaram pelo terminal.

Hotelaria sentiu mudanças em Balneário Camboriú

O setor hoteleiro de Navegantes e Balneário Camboriú sentiu a mudança: Dirce Fistarol, vice-presidente do Sindisol, sindicato que representa a categoria no Litoral Norte, diz que na cidade que recebe o maior número de turistas na região a quantidade de pessoas que chegou por via aérea foi maior do que em anos anteriores.

Com o crescimento do turismo e dos negócios na região, a tendência é que a movimentação do terminal continue a crescer. O aeroporto de Navegantes está incluído no programa de investimentos na aviação regional do governo federal e tem projeto de expansão com uma nova pista na gaveta, aguardando que Infraero e município deem conta de desapropriar a área no entorno para dar início às obras.

Em Joinville, a expansão do número de voos se deve a novas linhas com destino a Porto Alegre e Guarulhos, que entraram em operação em setembro de 2013 e tiveram reflexos diretos no aumento de embarques e desembarques nos últimos meses do ano passado. O Instrument Landing System (ILS), aparelho que facilitará manobras de pouso em condições climáticas adversas, também deve ajudar a expansão. O sistema deve ser homologado no início de maio.

Para atender ao crescimento, o aeroporto realizou no último ano obras de ampliação, reforma e modernização, com investimentos de R$ 11 milhões. As ações preveem melhorias no terminal de passageiros, no prédio administrativo e no estacionamento.

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DIÁRIO CATARINENSE

 


ZERO HORA

03/03/2014 | 07h08

Infraero ameaça multar empresa responsável por obras no Salgado Filho em caso de descumprimento do prazo

Construtora que opera a reforma do terminal gaúcho está envolvida em atrasos em Santa Catarina

Caio Cigana

[email protected]

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Para assegurar capacidade atual de 13,1 milhões de passageiros ao ano,aeroporto da Capital funciona

com obra emergencial, apelidada de “puxadinho”

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

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Responsável pelo atraso em diversas obras em Santa Catarina, a construtora Espaço Aberto é a encarregada da reforma e da ampliação do terminal de passageiros do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Prevista para a Copa do Mundo, a primeira fase teria de ser concluída até maio, e a Infraero já notificou a empresa sobre os riscos de descumprir o prazo.

Em nota, a estatal faz ginástica verbal para não admitir o risco de as melhorias não serem concluídas a tempo. Informa que a companhia foi avisada "sobre a possibilidade de aplicação de multa" e que o "processo está em fase de defesa por parte da construtora".

Com isso, a Infraero está revisando as etapas do cronograma para tentar garantir a finalização da obra em maio. O que deve ser entregue é um anexo emergencial semelhante ao"puxadinho" onde funciona o check in da Tam.

A construtora catarinense venceu a licitação pelo Regime Diferencial de Contratação (RDC), em agosto do ano passado, por apresentar menor preço do que outras quatro concorrentes. Recebeu a ordem para início do serviço no fim de setembro. À época, a obra tinha 840 dias para ser entregue, ,com custo total de R$ 181,19 milhões. A programação original indica que, até maio, deverá estar pronta a reforma e a ampliação do piso térreo da área de desembarque, com duas novas esteiras de restituição de bagagem.

A capacidade do Salgado Filho saltará de 13,1 milhões de passageiros por ano para 18,9 milhões. Em 2014,a Infraero estima que passem pelo aeroporto 10,7 milhões de viajantes. Na segunda fase, prevista para terminar em janeiro de 2016, haverá ampliação do terminal no segundo e no terceiro pavimentos, com novos elevadores e escadas rolantes, além de mais duas pontes de embarque.

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Cadastro que lista empresas não idôneas apresenta falhas

O fato de uma empresa ser investigada por órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) não impede que participe de licitações, explica Juarez Freitas, professor de direito administrativo da UFRGS e da PUCRS e presidente do Instituto de Altos Estudos de Direito Público. Freitas diz que a exclusão ocorre em caso de falta de habilitação técnica ou pendências trabalhistas ou com a Previdência.

Nos casos em que há constatação de irregularidades, empresas podem ir para o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis). É um cadastro da Controladoria-Geral da União (CGU) que, na prática, não cumpre o seu papel, avalia Freitas: — Como não funciona direito, as empresas entram na Justiça e conseguem participar.

ZERO HORA

 


Diário do Comércio - MG

01/03/2014

Uberlândia vai abrigar 1º terminal multimodal destinado a cargas do país

Aeroporto será ampliado com aportes em torno de R$ 510 milhões

Mara Bianchetti

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O aeroporto, que receberá investimentos de pelo menos R$ 510 milhões

da Infraero, tem localização estratégica/Daniel Nunes

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O aeroporto de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, se tornará o primeiro terminal multimodal de cargas do país, interligando os transportes aéreo, rodoviário e ferroviário que passam pela região. Para isso, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) prevê investir recursos da ordem de R$ 510 milhões, nos próximos seis anos, no terminal, que já é considerado o principal aeroporto regional de Minas Gerais. As informações são da Infraero.

Conforme a estatal, os valores do projeto ainda podem aumentar, depois que forem elaborados os projetos de cada intervenção. Conforme nota enviada pela empresa, até 2019 a ampliação do terminal de passageiros ocorrerá por meio da instalação de um módulo operacional, que ampliará a capacidade do aeroporto dos atuais 2,4 milhões para 3 milhões de passageiros ao ano. Posteriormente, está prevista a construção de um novo terminal de passageiros, um terminal de logística de carga e a ampliação do pátio de aeronaves, entre outras intervenções.

Na avaliação do prefeito de Uberlândia, Gilmar Machado, o projeto é viável devido à localização estratégica do município e da presença maciça dos três modais. "Além do aeroporto, Uberlândia conta com ferrovias e rodovias próximas que ligam a região a todos os grandes centros do país, e essas características foram fundamentais para a escolha da Infraero. O projeto vai beneficiar o desenvolvimento econômico local, estadual e nacional", garante.

Para a economia do município, segundo ele, os aportes virão acompanhados da atração de novos investimentos privados e empreendimentos para a região. "Mais empresas se interessarão em vir para uma cidade com estrutura multimodal completa. Estamos fazendo o nosso trabalho, garantindo a estrutura necessária para o desenvolvimento", observa.

O aeroporto está localizado em uma região estratégica. A cabeceira da pista fica a poucos metros de linha ferroviária da Ferrovia Paulista S/A, que liga Uberlândia ao porto de Santos, e também do entroncamento das BRs 050 e 365. Estão próximas ainda outras rodovias, como a BR-452 e a BR-153, que dão acesso aos principais pontos de produção de alimentos e distribuição de produtos no país.

Boeing - Conforme a prefeitura, o projeto prevê a ampliação do pátio de aeronaves com equipamentos, salas de embarque e desembarque, pista de pouso e decolagem, instalação do terminal de logística de cargas, área de estacionamento, e de outros espaços. Essas intervenções irão estruturar o aeroporto para receber aeronaves de grande porte, como o Boeing 767, por exemplo. Também será construído um terminal de logística de cargas para movimentação nacional e internacional e áreas de apoio operacional.

Somente a sala de embarque, que tem 270 metros quadrados, passará a contar com 590 m2, e a de desembarque aumentará de 208 m2 para 621,5 m2. Com isso, a capacidade de passageiros será mais que triplicada, saltando dos atuais 2,4 milhões por ano para 8,2 milhões anuais.

Além disso, o prefeito destaca que uma etapa da ampliação da pista já foi executada. De acordo com ele, em janeiro a pista foi aumentada em 150 metros, passando a operar com 2.100 metros. "Depois será ampliada em outros 400 metros", completa. A expansão contempla ainda a construção de uma rede hoteleira e salas de convenções, que, segundo Machado, contribuirão também para a vocação para o turismo de negócios da cidade.

Na oportunidade do anúncio do projeto, o superintendente regional da Infraero, Sérgio Kennedy, informou que o cronograma de atividades já foi iniciado e que o começo das obras depende do licenciamento ambiental, cujos procedimentos para obtenção já se encontram em andamento. Ele informou ainda que a conclusão das obras ocorrerá em etapas e que a reforma do terminal de passageiros está prevista para dezembro de 2015, contemplando a ampliação da área de embarque e desembarque, visando aos Jogos Olímpicos de 2016. Já a área de cargas e logística está prevista para 2019 e as demais áreas de passageiros, para 2022.

 


Correio do Estado - MS

04/03/2014 08h15 

Preços da passagens caem 42%

BAND

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A compatibilidade dos preços das passagens aéreas com os salários tem estimulado as pessoas a viajarem cada vez mais no país. Segundo o consultor da Associação Brasileira de Empresas Aéreas, Adalberto Febeliano, em média, os valores já caíram 42% desde o fim do controle tarifário pelo governo federal, em 2001.

Mas ele diz que, para economizar, o passageiro precisa se programar e comprar o bilhete com antecedência. “Quando a gente planeta com antecedência, sempre tem flexibilidade”, afirma.

Uma cartilha lançada recentemente tem o objetivo de orientar os passageiros sobre os procedimentos durante o voo.

O consultor da Associação Brasileira de Empresas Aéreas explica que mesmo aqueles acostumados à rotina dos aeroportos desconhecem algumas dicas que facilitam a viagem.

Adalberto Febeliano diz que medidas simples, como colocar uma etiqueta dentro da mala, tornam o voo mais confortável e seguro. O consultor acrescenta que outra dica é a utilização dos sistemas de check-in antecipado, que agilizam os trâmites antes do embarque.

 


O Imparcial - MA

04/03/2014 16:46

Piloto morre em queda de aeronave no município de Carolina

Ainda não se sabe o que teria causado da queda do avião

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Um avião agrícola caiu nesta segunda-feira (3) na Fazenda Cana Brava no município de Carolina, a cerca de 222 Km de Imperatriz. Segundo as primeiras informações queda do avião vitimou o piloto que morreu carbonizado. O avião seria uma empresa de defensivos agrícolas do Estado do Mato Grosso.

O corpo do piloto foi trazido para Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz e liberado na manhã desta terça-feira (4). O piloto foi identificado como Sidnei Nardi, de 35 anos de idade, natural de Vicente Dutra (RS).

Até agora não se sabe o que pode ter causado o acidente. Havia uma única pessoa na aeronave. O laudo com a causa do acidente será divulgado pelo Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa I).

Outro acidente – Há cerca de duas semanas, um avião de Balsas caiu em Araguaína (TO) pouco depois da decolagem no quintal de uma casa. Um criança que estava na residência morreu. O piloto da aeronave foi identificado como Delano Martins Coelho. Delano é da cidade de Balsas (MA) e foi encaminhado ao hospital.

Do Minuto

 


Portal iG

03/03/2014 13:07

TAM é condenada a indenizar passageiros por overbooking

Clientes não puderam embarcar em voo de Miami a São Paulo, mas as bagagens seguiram ao Brasil

Por iG São Paulo

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TAM foi condenada a pagar R$ 2,6 mil aos passageiros

A companhia aérea TAM foi condenada a pagar indenização a dois passageiros pela prática de overbooking – vender um serviço em quantidade maior que a capacidade de fornecê-lo.

Os clientes viajariam de Miami para São Paulo e não puderam embarcar, sendo obrigados a permanecer mais um dia nos Estados Unidos. A bagagem, no entanto, seguiu no voo para o Brasil e foi apreendida na alfândega. Cada um receberá R$ 2,6 mil. A decisão foi unânime.

A empresa alegou que recebeu um pedido para transportar pessoas deportadas, o que inviabilizou o embarque dos autores. No entanto, a 2ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento ao recurso e manteve o pagamento de indenização fixado em primeiro grau.

O relator, desembargador Heraldo de Oliveira, disse que “ao não permitir o embarque, cabia à requerida [TAM] providenciar novo voo. Caso não fosse possível o embarque imediato, deveria providenciar acomodação aos passageiros em hotel e alimentação, assim como deveria ter mantido sob sua guarda a bagagem, que já havia sido despachada, e somente com a chegada dos proprietários das malas é que poderia ter sido feita sua liberação”.