AeroClipping, quarta-feira, 12/02/14 - ano XII - nº 28

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O Estado de S.Paulo

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Folha de São Paulo

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G1

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Diário Catarinense

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Diário da Amazônia - RO

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ZERO HORA

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O Estado de S.Paulo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Obras adiadas pela Infraero causam prejuízos às companhias aéreas

Cronograma. Empresas cancelam voos para viabilizar as reformas nas pistas dos aeroportos, mas obras não obedecem aos prazos previstos pela estatal; apenas uma das companhias perdeu R$ 10 milhões com alterações no cronograma de sete aeroportos em 2013

Marina Gazzoni

IMPACTO DO ATRASO DE OBRAS

INFOGRÁFICO/ESTADÃO

Uma série de obras estão sendo feitas neste momento nos aeroportos brasileiros, cm uma tentativa de melhorar a Infraestrutura às vésperas da Copa. A execução das obras, no entanto, tem apresentado mudanças de cronograma, causando prejuízo a empresas e passageiros.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) a pedido do Estado aponta que diversos voos foram cancelados para liberar as pistas para a realização de obras, que acabaram adiadas. Apenas uma das empresas perdeu R$ 10,7 milhões com as alterações no cronograma de obras de sete aeroportos durante o ano passado, informa a Abear, sem revelar o nome da companhia. Nesse caso, cerca de 52 mil passageiros foram afetados pelas mudanças nos voos.

No aeroporto de Goiânia, por exemplo, o cronograma previa obras na pista entre os dias 1° de março e 2 de julho de 2013. Mas as obras começaram sete dias depois e acabaram 22 dias antes do previsto. As empresas só retomaram os voos no dia 2 de julho e o aeroporto ficou sem voos mesmo em períodos em que a pista estava livre.

“As empresas mexem em dezenas de voos para fazer uma mudança na malha. Se o voo for cancelado, ele é retirado do sistema de vendas e não dá para reativar de última hora”, explica o diretor de operações da Abear, Ronaldo Jenkins.

Segundo ele, as companhias entendem que as obras são necessárias, mas precisam que o cronograma seja cumprido para minimizar o impacto nos voos. O ideal, diz Jenkins, seria que as obras fossem confirmadas com 90 dias de antecedência. “E um absurdo o aeroporto ficar parado. O assento no avião é um produto perecível.”

O custo com os voos cancela- dos sem necessidade pode impactar no preço da passagem, diz o professor de transporte aéreo da UFRJ, Elton Fernandes. “A ineficiência do sistema entra como risco do negócio. Quando o risco é maior, os preços sobem.”

Desgaste. Os voos começam a ser vendidos pelas empresas um ano antes. Quando há necessidade de cancelar ou alterar o horário, ela precisa retirar esse voo do sistema e reacomodar quem já comprou a passagem. Apesar das alterações nas datas da reforma de aeroportos não dependerem da empresa, é obrigação dela comunicar as mudanças nos voos aos passageiros.

No caso da reforma do aeroporto de Salvador, que previa o fechamento da pista por três horas durante nove dias em novembro, a ação foi agendada quatro vezes. Essas mudanças levaram a alterações em diversos voos e impactaram i mil passageiros, estima a Abear. “Isso gera um desgaste das empresas com os passageiros”, diz Jenkins.

As reformas continuam em i8 aeroportos brasileiros neste ano, aponta o levantamento da Abear. A Infraero diz que muitas obras ocorrem ao mesmo

tempo por esgotamento da infraestrutura e porque foram adiadas a pedido das próprias empresas aéreas. “A Copa não tem nada a ver com isso. E uma questão de continuidade da infraestrutura”, diz o superintendente de Gestão Operacional da Infraero, Marçal Goulart.

“As empresas não querem diminuir em nada a operação. Fomos adiando muitas obras por conta do interesse delas. Só conseguimos comprovar que a obra é necessária quando a estrutura chega no limite.”

Segundo ele, um exemplo de obra adiada a pedido das empresas é a ampliação da pista do aeroporto de Confins, que deveria ter ocorrido em 2013 e foi cancelada. O plano original previa retirar os voos internacionais por seis meses. Mas as empresas reclamaram e o plano foi alterado, atrasando a obra.

Mudanças na malha

15 mil passageiros foram afetados com alterações na data de realização de obra em pista do aeroporto de Salvador em novembro

 


O Estado de S.Paulo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Estatal não garante execução de obra na data prevista

Infraero diz que chuvas e recursos em licitações provocam atrasos, mas que vai trabalhar para minimizar adiamentos

INFRAERO-10/12/2013

Goiânia. Obra acabou e voos só voltaram 22 dias depois

A Infraero está buscando formas de minimizar as alterações no cronograma de obras em aeroportos, mas afirma que não poderá garantir que as obras não sejam adiadas. Segundo o superintendente de Gestão Operacional da Infraero, Marçal Goulart, as mudanças nos cronogramas são feitas quando há apresentação de recursos no processo de licitação das obras, por questões meteorológicas, problemas com a qualidade do serviço de empreiteiras e solicitações das próprias empresas aéreas.

“As empresas precisam de uma data cravada para as reformas, porque precisam suspender os voos no sistema. Mas é um processo muito burocrático. É muito difícil cravar uma data”, explica Goulart. “Estamos tentando um ajuste fino no processo para minimizar os adiamentos das obras”, ressalta.

Segundo Goulart, a Infraero está alongando os prazos estimados por ela para as aprovações das obras para evitar adiamentos por questões burocráticas.

Além do procedimento de licitação pública, uma obra em aeroporto requer a avaliação e autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

No meio desse trâmite, a Infraero começa a negociar com as companhias aéreas as datas e horários nas intervenções das pistas e eventuais restrições na operação. A partir daí, as empresas iniciam os ajustes na operação. E, depois de tudo aprovado, a Infraero emite uma notificação a empresas para realizar a obra.

As mudanças no cronograma ocorrem, por exemplo, quando uma empreiteira questiona o resultado da licitação. Em casos assim, a Infraero tem de avisar as empresas que a obra prevista em determinada data será adiada – muitas vezes os ajustes na malha aérea já foram feitos.

No aeroporto de Campo Grande, por exemplo, a segunda fase da obra na pista já deveria ter sido feita, mas choveu muito na data prevista e obra foi adiada para agosto. / M.G.


Folha de São Paulo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Queda de avião militar no norte da Argélia mata 77

Um único passageiro sobreviveu ao acidente, segundo Ministério da Defesa

Condições climáticas desfavoráveis podem ter causado tragédia, diz autoridade; governo investigará desastre

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Setenta e sete pessoas morreram após um avião militar se chocar contra uma montanha na província de Oum al-Bouaghi, na Argélia.

Um único passageiro sobreviveu. Sua identidade não foi revelada, mas, segundo a agência Associated Press, trata-se de um soldado, que sofreu ferimentos na cabeça e foi transferido para um hospital militar na capital, Argel.

Segundo nota do ministro argelino da Defesa, as condições climáticas desfavoráveis --tempestades e neve-- foram as prováveis causas do desastre: "Uma equipe de investigação foi criada e enviada ao local para determinar a causa e as circunstâncias exatas deste trágico acidente".

O número oficial de vítimas era menor do que o reportado na maior parte do dia de ontem. Anteriormente, o comandante Farid Nechad, que coordenava a operação de resgate de Argel, dissera que 99 passageiros e quatro tripulantes estavam a bordo.

A aeronave levava militares e seus familiares de Tamanrasset, no sul do país, a Constantine, a maior cidade da região leste da Argélia.

Segundo Nechad, somente 55 corpos foram encontrados até a tarde de ontem, devido às dificuldades climáticas no local do acidente.

"O avião se chocou com a montanha e explodiu. Diversos corpos foram reduzidos a cinzas e não puderam ser identificados", declarou uma autoridade argelina em entrevista à agência Reuters.

Funcionários da defesa civil que estavam no local do acidente disseram que corpos de mulheres e crianças foram encontrados entre as vítimas.

É o pior acidente aéreo do país em mais de uma década. Em 2003, 102 pessoas morreram quando um dos motores de um avião da companhia Air Algerie pegou fogo ao decolar em Tamanrasset.


G1

11/02/2014 16h58

Avião de pequeno porte cai em fazenda no sul do Pará

Piloto era o único ocupante do avião e morreu na hora.

Seripa investiga causas da queda do avião.

Do G1 PA

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Seripa) investiga as causas da queda de um avião de pequeno porte em Redenção, sul do Pará. O acidente aconteceu no domingo (9), em uma fazenda qie foca a oitenta quilômetros da sede do município. O piloto do avião morreu.

Segundo informações preliminares, uma pane teria ocorrido no motor da aeronave, o que ocasionou a queda enquanto a aeronave sobrevoava a fazenda para fazer serviços de pulverização.

O avião ficou completamente destruído. O piloto, Flávio Ono, de 37 anos, era o único ocupante da aeronave. O corpo dele ficou preso às ferragens do avião e foi resgatado por funcionários da fazenda que chegaram dez minutos após o acidente.


G1

11/02/2014 16h30

Prefeito de Itanhaém vai à Brasília discutir situação de aeroporto

Governo autorizou concessão para a iniciativa privada, mas voltou atrás.

Ministro pediu prazo de 30 dias para definir a situação da concessão.

Do G1 Santos

Aeroporto de Itanhaém, SP (Foto: Divulgação/Prefeitura de Itanhaém)

O prefeito Marco Aurélio Gomes, de Itanhaém, no litoral de São Paulo, esteve durante toda a manhã desta terça-feira (11) reunido com o ministro da secretaria da Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, em Brasília. No encontro, o assunto discutido foi o aeroporto da cidade.

O ministro pediu um prazo de 30 dias para definir a situação da concessão do aeroporto para a iniciativa privada. A ideia é padronizar esta permissão para outros cinco aeroportos do estado.

No dia 8 de janeiro, o governo federal autorizou a concessão do aeroporto para a iniciativa privada, mas depois de cinco dias voltou atrás na decisão. A secretaria da aviação civil informou que tudo não passou de um erro interno e que o responsável pelo equívoco foi demitido.

Caso a concessão seja autorizada, a expectativa é de que o aeroporto receba novos investimentos para operar com táxis-aéreos e em voos domésticos e comerciais. Por enquanto, o aeroporto é utilizado somente para o transporte de funcionários que trabalham nas plataformas de petróleo em alto mar. Só no ano passado foram feitos 20 mil voos.


G1

11/02/2014 16h55

Infraero abre licitação para obras no PA após restrição de pouso na chuva

Obras devem custar R$ 867 mil e devem ser executadas durante 30 dias.

Segundo Infraero, pista auxiliar pode ser utilizada sem restrições.

Ingo Müller

Do G1 PA

'Grooving' da área de frenagem deve custar R$ 867 mil

(Foto: Oswaldo Forte/ Amazônia Jornal)

A Infraero publicou nesta terça-feira (11) edital de abertura de licitação para a realização de obras no Aeroporto Internacional de Belém. O edital foi publicado no Diário Oficial da União, e prevê a criação de ranhuras - o chamado 'grooving' - na área de frenagem da pista, que mede cerca de 400 metros. Segundo a Infraero, o investimento previsto é de R$ 867 mil e a empresa vencedora do pregão terá 30 dias para executar o serviço

O anúncio das obras ocorre após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) restringir a operação na pista em dias chuvosos. Segundo a Anac, o aeroporto não possuia aderência adequada com pista molhada - fato que a Infraero havia negado ao G1, alegando que a pista passara por reforma em dezembro de 2013 e apresentava índices de atrito adequados.

A empresa responsável pela administração do aeroporto diz ainda que os trabalhos realizados ano passado não previam a instalação das ranhuras, prevendo apenas troca de asfalto, revitalização de pavimento, restauração e sinalização. Na época, o investimento foi de R$ 4,6 milhões.

Pista auxiliar

Além da pista principal, que mede 2,8 km, o aeroporto de Belém tem ainda uma pista auxiliar de 1,8 km. Segundo a Anac, esta pista está autorizada para pousos e decolagens sem restrições, mesmo em dias de chuva.

A informação, entretanto, é questionada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR): segundo o órgão, o serviço de desemborrachamento realizado nas pistas do aeroporto de Belém em janeiro de 2014 não oferece capacidade de drenagem adequada para a segurança operacional de aeronaves, seja na pista principal ou na auxiliar.

Em entrevista ao site da ABEAR, o consultor técnico Paulo Alonso explicou os problemas da pista auxiliar de Belém. “Além de apresentar o mesmo problema de acúmulo de água que a pista principal, a auxiliar ainda é mais curta e tem menor espaço de frenagem. A decisão das companhias de não utilizar a pista auxiliar em más condições de clima segue exclusivamente o critério de segurança".

Entenda o caso

Em janeiro de 2014 a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) emitiu uma nota técnica para a Infraero sobre os novos procedimentos que devem ser adotados em caso de chuva no aeroporto internacional de Belém. O documento foi publicado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), e orienta que aeronaves não operem na pista principal do aeroporto em dias de chuva até o mês de março deste ano.

Segundo a Infraero, o aeroporto havia passado por reformas e apresentava condições de atrito compatíveis com os padrões internacionais: testes feitos com aviões a 65 km/h resultaram em índices de atrito entre 0,63 e 0,83, sendo que o nível mínimo é 0,43.


G1

11/02/2014 14h21

Voo de balão permite vista panorâmica em Orleans

Passeio, com duração de cerca de uma hora, sobrevoa a região Sul.

Voo é a cerca de dois quilômetros de altura, segundo organizador.

Do G1 SC

Voo panorâmico deve durar cerca de uma hora

(Foto: Alexandre Luiz/Divulgação)

Nos dias 22 e 23 serão realizados voos de balão em Orleans, no Sul de Santa Catarina. O passeio, com duração de cerca de uma hora, sobrevoa a região. "O local exato por onde o voo passará depende do vento. Pode ser para o Litoral, para a Serra ou para Criciúma", comenta Alexandre Luiz, organizador do evento.

O balão é o maior do Sul do Brasil e tem capacidade para 12 pessoas. O voo será a cerca de dois quilômetros de altura. O piloto Kaio Chemin é de Curitiba. Segundo Alexandre, o profissional já sobrevoou mais de 26 países de balão e tem uma grande experiência na área.

O local de decolagem será no Estádio Osmundino Mateus. Serão três voos, porém, apenas o de sábado (22) às 17h tem vagas. O passeio depende das condições climáticas. Mais informações pelo (48) 9696-2626.


G1

11/02/2014 10h20

Anac dá autorização para drone automático nacional operar no Brasil

Lançado por catapulta, Echar é o 5º avião não tripulado civil com registro.

Vant, que custará R$ 150 mil, é 100% automático; 'decola e pousa sozinho'.

Tahiane Stochero

Do G1, em São Paulo

Echar, de 7 kg, é automático e lançado por catapulta

(Foto: Divulgação)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a operação de um drone de 7 quilos que é lançado por uma catapulta e opera 100% de forma automática, segundo o engenheiro mecatrônico Giovani Amianti, que desenvolveu o modelo.

O Echar 20 A, de propriedade da XMobots empresa de São Carlos (a 230 km de São Paulo), passa a ser agora o quinto veículo aéreo não tripulado (vant) civil autorizado a voar nos céus brasileiros. Em maio de 2013, a empresa obteve o primeiro Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave) para usar um drone privado civil, permitindo o início das operações do Nauru 500, um avião de 15 quilos que pode atingir até 78 km de distância.

Segundo a Anac, o documento foi expedido à XMobots no final de dezembro, mas a empresa diz que ainda havia testes de validações que precisavam ser finalizados e que foram feitos em janeiro pela empresa.

Em abril de 2013, o G1 divulgou com exclusividade que mais de 200 drones estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para emprego comercial destas aeronaves. Eles desempenham funções que antes dependiam de aviões e helicópteros, como a captação de imagens aéreas, buscando maior eficiência e alcance, redução de custo e mais segurança.

A expectativa da indústria nacional de defesa é que ainda em fevereiro a Anac apresente uma proposta que facilite a operação comercial de drones de pequeno porte no país.

Novo modelo

O Echar é tem 2,13 metros de envergadura, 0,42 metro de altura e é lançado por uma catapulta, que provoca o acionamento do sistema. Tem um alcance de comunicação de até 10 km a partir do terminal de controle em solo e autonomia de voo 70 minutos.

“É um vant 100% automático, não precisa de piloto para fazer a decolagem, apenas um operador para acompanhar a velocidade do avião e dar as tarefas”, explica Amianti. “Ele decola sozinho e pousa com um paraquedas”, complementa.

O drone custará R$ 150 mil e, conforme a Anac, cumpre as regras da Instrução Suplementar 21-002A, expedida em outubro de 2012. A norma determina que vants com Cave possam sobrevoar áreas rurais - vos em cidades não são autorizados por questões de segurança e precisam de notificação prévia à Aeronáutica.

A Xmobots está vendendo unidades do modelo para institutos de pesquisa e desenvolvimento e universidades de Rio Grande do Sul, Bahia e Mato Grosso, que usarão os aviões para estudos nas áreas de agricultura de precisão e previsão meteorológica. O novo drone pode alcançar uma altitude de até 3 mil metros.

“Estamos trabalhando em parceria com a Anac há alguns anos para aprender como se faz a certificação, que vale apenas para o meu modelo. Quem compra um, recebe toda a documentação para que possa obter um Cave junto à Anac, que é ligado ao número de série do avião”, explica Giovani.

Até 2013, apenas a Polícia Federal possuía certificação para operar vants civis – são dois aviões comprados de Israel. Além dos dois modelos da XMobots, em agosto, um drone produzido pela Universidade de Brasília (UnB) para o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) também recebeu autorização para fiscalizar mineração ilegal. Já a Força Aérea possui 4 unidades, também israelenses, mas que, como são militares, não precisam de validação da Anac.

Echar faz teste de voo para avaliação da Anac; avião não tripulado

é lançado por catapulta (Foto: Xmobots/Divulgação)


Diário Catarinense

11/02/2014 | 20h01

Empregados reclamam de atraso de salários em empresa aérea

A Brava Linhas Aéreas, que surgiu a partir da santa-mariense NHT, está com salários de 103 funcionários atrasados

Juliana Gelatti

[email protected]

Empregados reclamam de atraso de salários em empresa aérea divulgação/divulgação

A Brava Linhas Aéreas, que interrompeu as atividades em Santa Maria em setembro e, no restante dos destinos, em dezembro, admitiu que está com salários e benefícios, como FGTS, Previdência Social e 13º salário dos 103 funcionários atrasados desde o fim de 2013.

A Brava surgiu a partir da compra da santa-mariense NHT Linhas Aéreas por uma empresa de infraestrutura aeroportuária.

O presidente da Brava, Jorge Barouki, reconhece as dificuldades financeiras da empresa, mas ressalta que não demitiu ninguém desde que os últimos voos foram cancelados e a empresa ficou sem receitas. Barouki promete que, assim que as operações forem restabelecidas, as contas serão colocadas em dia.

Um funcionário que preferiu não se identificar relatou também que o plano de saúde não estava sendo pago pela empresa desde o ano passado.

Na última quarta-feira, Barouki afirmou que não há prazo para retomada de voos pela empresa, já que fatores externos influenciam na decisão. Entre eles, a reciclagem de pilotos e tripulantes para operar a aeronave Embraer 120, conhecida como Brasília, que teve a operação autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em janeiro, depois de 16 meses de espera.

A empresa tem sede em Porto Alegre e as suas rotas atendem destinos no interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. No site da companhia -voebrava.com.br - não é possível fazer reservas para nenhum destino.

DIÁRIO DE SANTA MARIA


Diário Catarinense

10/02/2014 | 22h36

Passagens de São Paulo para Florianópolis custam mais de R$ 2 mil no Carnaval

Ministério do Turismo calcula que Santa Catarina será destino para 180 mil turistas no feriado

Cristian Weiss

[email protected]

Santa Catarina é o sexto Estado mais procurado para o Carnaval deste ano segundo o Ministério do Turismo. No ranking das passagens mais caras fica com a terceira posição entre os principais destinos nos dias de folia. O Diário Catarinense pesquisou os preços nas quatro companhias que têm voos para Florianópolis com saída dos aeroportos de Congonhas, Viracopos e Guarulhos, em São Paulo, entre os dias 28 de fevereiro e 5 de março e verificou os valores altos.

O preço médio das tarifas mais baratas (ida e volta) é de R$ 1.965,02, quase o dobro do que custa para viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro, o destino mais procurado do país, que deve receber 1,2 milhão de turistas no período. Os valores levam em conta levantamento realizado na segunda-feira.

Pelo ar, as viagens à Ilha só estão mais baratas do que Salvador (R$ 2.268,02) e Recife (R$ 2.118,99). Está mais barato viajar da capital paulista para Santiago, no Chile, do que para Florianópolis – uma passagem para lá pode sair por cerca de R$ 1,7 mil no período. E com mais R$ 1,3 mil, viaja-se para Londres com a TAM. Se a viagem for feita em datas alternativas, os preços caem até 81% na rota São Paulo-Florianópolis.

Aumento da demanda faz os preços dispararem

As empresas justificam os preços nas alturas com o aumento da demanda. Para a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirma que a oferta de assentos de São Paulo a Florianópolis é proporcionalmente menor do que de São Paulo ao Rio, por exemplo.

A TAM, que tem a tarifa mais cara entre as quatro companhias, informou que estimula o cliente a programar viagens com a antecedência mínima de 30 dias. Já a GOL afirmou que a precificação é dinâmica: quanto mais próxima a data da viagem e quanto maior a ocupação de voo, maior será o valor. A Azul diz que há diferença porque cada rota é um produto com mercado e horários diferentes. A Avianca não respondeu à reportagem.

Conforme o Ministério do Turismo, 180 mil turistas devem vir para Santa Catarina no feriado.

Conforme o Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, 180 mil turistas devem vir para Santa Catarina. A exemplo da projeção de 2013, os destinos mais procurados Florianópolis, Balneário Camboriú, Garopaba e Joinville. Secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Valdir Walendowski acrescenta ainda Laguna, Joaçaba e São Francisco do Sul como roteiros prediletos e afirma que o aumento dos preços já era esperado.

— O aumento dos preços vem acontecendo nos últimos anos porque tem um número reduzido de assentos e Santa Catarina é um destino preferencial de verão, pelas praias, não apenas pelas atrações do Carnaval — avalia.

Segundo o secretário, a Infraero informou inicialmente que o número de pedidos de voos extras das companhias para a capital supera o valor do ano passado. Os valores devem ser divulgados nesta semana.

DIÁRIO CATARINENSE


Diário da Amazônia - RO

11 de fevereiro de 2014 - 14h38

Azul retoma voos comerciais em dois horários diários

WILSON NEVES

A Azul Linhas Aéreas retomou seus vôos, em Ji-Paraná neste sábado a partir das 11h30. Em princípio seria dia 15 de janeiro, data que foi alterada para oito de fevereiro, devido a investimentos no Aeroporto Municipal, deixando a cidade quase cinco meses sem voos comerciais. Os embarques e desembarques foram transferidos para Porto Velho, Cacoal e Vilhena. Sem conexões, 120 mil passageiros por ano deixavam de embarcar, em Ji-Paraná, nos voos com média de 80% de ocupação. O público potencial na Zona da Mata e Região Central do Estado é de 500 mil passageiros.

O pouso da aeronave ATR 600 foi acompanhado por várias autoridades, entre elas o prefeito e vice, Jesualdo Pires e Marcito Pinto, presidente da JiCred Milton Crevelaro, Hugo Araújo, presidente da Associação Comercial e Industrial (Acijip) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), José Aparecido, e outros empresários.

“O nosso aeroporto serve hoje para uma região com mais de 500 mil pessoas, eu já noto aqui no primeiro dia, a quantidade de passageiros que irão embarcar. Para nós é uma grande vitória, termos o aeroporto funcionando, por que traz desenvolvimento e comodidade para a nossa região”, ressaltou Jesualdo.

A Azul irá disponibilizar dois voos diários e um no sábado e outro no domingo com conexão a Cuiabá e demais regiões. “Já estamos em contato com TAM e a Avianca, cujo voo sai todo dia de Porto Velho a Cuiabá passando por Ji-Paraná, nada mais natural que fazer uma escala aqui na região central. Estamos tentando aumentar o número de vôos e empresas aéreas para que esse movimento se torne mais constante e tenhamos mais opções, em nossa cidade”, disse Pires.

A última companhia a suspender os voos em Ji-Paraná foi a Passaredo. O município está desassistido com vôos comerciais, desde 1979, quando mais de 10 companhias deixam de operar no Aeroporto Municipal, entre elas: Oceaner, TAM, Varig, Cruiser, Rico e Passaredo.

“Estamos muito felizes com o retorno da companhia. Queremos agradecer o governo do Estado por essa reforma importante na pista e também a articulação do senador Acir Gurgacz e deputado Federal Marcos Rogério, por essa volta da Azul. Hoje, graças a Deus o município tem seus vôos retomados”, destacou Marcito Pinto, secretário de Planejamento.


ZERO HORA

11/02/2014 | 13h58

Mick Jagger e Rufus Wainwright criam playlist para voos da British Airways

Entre as músicas das duas listas que embalarão os passageiros da companhia aérea britânica, está o brasileiro Tim Maia

A seleção de Jagger incluirá Salif Keita e Fela Kuti

Foto: Divulgação / mickjagger.com

A realeza do rock, Sir Mick Jagger, será o primeiro de um grupo de músicos famosos que colocará suas opções favoritas de World Music dentre as playlists no entretenimento de bordo da companhia aérea British Airways. A seleção de Jagger incluirá Salif Keita e Fela Kuti e poderá ser conferida pelos passageiros que voarem nas aeronaves da companhia no próximo mês de março.

A seleção de músicas do cantor e compositor Rufus Wainwright virá logo na sequência, em abril, assim como faixas dos álbuns novos de Angélique Kidjo, The Gloaming e Mostar Sevdah Reunion.

A companhia aérea iniciou uma parceria com a revista Songlines, por meio do seu provedor de entretenimento de bordo, Spafax, para abastecer as playlists de World Music com base em suas entrevistas com celebridades e nas seleções "Top of the World" de novos lançamentos de álbuns .

Confira a playlist de Mick Jagger

ZERO HORA


Diário do Pará

12/02/2014, 08:25:06

Pista de Val-de-Cans será reformada

Infraero anunciou reforma em pista que alagava com chuvas no Aeroporto Internacional

de Val-de-Cans em Belém (Foto: Antônio Cícero/Diário do Pará)

A Infraero publicou ontem no Diário Oficial da União (DOU), edital de licitação para execução de ranhuras no pavimento da pista de maior extensão – 2.800 metros – do Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans (PA). A abertura do pregão eletrônico está marcada para o próximo dia 21, pelo critério do menor preço. O investimento previsto é de cerca de R$ 867 mil.

Tudo isso por conta dos transtornos aos usuários do aeroporto desde o início de janeiro deste ano. Filas enormes, crianças e adultos aborrecidos, pessoas dormindo no chão e dúvidas no saguão do Aeroporto. Em apenas três dias, a TAM chegou a cancelar mais de 20 voos. A justificativa dada aos passageiros pelos agentes da companhia aérea foi de que os voos estavam atrasados ou cancelados porque a pista do aeroporto estava molhada e sem condições de receber as aeronaves. A decisão, ainda segundo a companhia, se baseava em um documento expedido em 12 de janeiro pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) “que proíbe as operações no aeroporto de Belém em caso de chuva forte ou moderada”.

Apesar da TAM ter dividido a responsabilidade do cancelamento dos voos com o controle de espaço aéreo, a Infraero informou ainda que a decisão de não voar por causa das chuvas não partiu do órgão, e que seria uma decisão única e exclusiva das empresas que operam no aeroporto. “A responsabilidade de lidar com os transtornos causados aos passageiros são das empresas”, informou o órgão.

Nas situações onde a pista principal fica impossibilitada de fazer pousos e decolagens a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que a pista auxiliar do aeroporto fosse utilizada, o que não vem sendo feito pelas empresas aéreas, ocasionando muitas dores-de-cabeça e transtornos a centenas de passageiros que precisam se locomover.

A ANAC esclareceu ainda que, nos casos de atraso, cancelamento ou interrupção de voo, bem como de preterição de passageiro, o transportador deverá assegurar ao passageiro que comparecer para embarque o direito a receber assistência material, tais como direito à comunicação, a partir de uma hora de atraso; de alimentação, a partir de duas horas de atraso; e de acomodação, a partir de quatro horas de atraso, conforme previsto na Resolução nº 141/2010.

Independentemente do motivo, a Resolução deve ser cumprida em todo território nacional por todas as companhias brasileiras e estrangeiras que operam no Brasil.

Na noite do dia 12 de janeiro a TAM informou que, a companhia estava voltando à normalidade. A decisão da TAM foi tomada depois que a Infraero apresentou laudo técnico em que relatou as melhorias realizadas na pista do terminal. Paralelamente, houve a suspensão do NOTAM* expedido pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) que alertava para as condições escorregadias da pista local.

(Diário do Pará)


Diário do Comércio - MG

12/02/2014

Pouso Alegre quer se tornar polo regional

Primeiro passo será dado com a entrada em operação do aeroporto de cargas do município, até o fim de 2017

Andréa Rocha

Em 4 anos, Pouso Alegre atraiu R$ 1,112 bilhão em investimentos; outros

R$ 838 milhões estão em andamento/Divulgação

A Prefeitura de Pouso Alegre (Sul de Minas) está avançando no projeto de criação de um polo logístico regional, localizado em um ponto estratégico do país. E o primeiro passo é a entrada em operação, até o fim de 2017, do aeroporto de cargas do município, que será viabilizado por meio de parceria público-privada (PPP). A informação é do prefeito Agnaldo Perugini, que aguarda até o final deste mês a homologação do terminal pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC). "Não há qualquer obstáculo", informou, ressaltando que a pendência agora é apenas de trâmites burocráticos. Os investimentos estimados são da ordem de R$ 1 bilhão.

Caso suas expectativas se confirmem, na terceira semana de março já deve ser lançado o edital e, em meados de maio, "concluído o certame". Segundo o prefeito, "imediatamente terminado o processo de licitação e cumprido o prazo para os recursos, possivelmente em junho deve ser assinado o contrato com o concessionário". A partir de então serão feitos os estudos necessários, como o de impacto ambiental. E em janeiro de 2015 devem começar as obras de um complexo formado pelo aeroporto de cargas e um condomínio logístico.

Segundo ele, a prefeitura tem feito todo esforço para que Pouso Alegre consiga ter seu aeroporto de cargas e o condomínio logístico em funcionamento ainda em 2017. Além da pista e dos hangares para taxiamento e manutenção das aeronaves, serão construídos galpões onde serão prestados serviços logísticos, "com desembaraços por meio de uma aduana", anunciou.

Embora o projeto ainda não esteja formatado, Perugini calcula que os investimentos devem chegar a R$ 1 bilhão, com prazo de concessão possivelmente de 25 anos, podendo ser prorrogado por mais 25 anos. Segundo ele, os estudos de viabilidade do aeroporto começaram em 2010, quando o potencial de desenvolvimento do município foi apresentado a uma série de investidores. Nos últimos quatro anos os aportes na cidade chegaram a R$ 1,112 bilhão, além de outros R$ 838 milhões em andamento em novos empreendimentos e ampliações.

Logística - "Desde que a XCMG apontou para Pouso Alegre e depois o Centro de Distribuição da Unilever e a indiana ACG, passamos a receber, em média, a cada 40 dias, entre duas a três empresas interessados em investir na melhoria do aeroporto ou em um centro logístico", informou. Nessa oportunidade, a prefeitura passou a receber uma série de projetos, que foram incorporados aos estudos de viabilidade, que serviram inclusive para apresentação à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que já autorizaram o empreendimento.

Segundo Perugini, no último dia 5, ele e o deputado federal Odair Cunha estiveram em Brasília e ouviram do secretário-executivo da SAC, Guilherme Walder Mora Ramalho, que não havia empecilho para a homologação, faltando apenas cumprimento de trâmites burocráticos. Contando que até o final do mês o aeroporto será homologado, na última segunda-feira o prefeito já entrou em entendimentos com a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, para que assuma o processo da licitação.


O Povo - CE

12/02/2014 - 07h57

Aeroporto de Fortaleza sob nova direção

Usiel Paulo Oliveira assumirá a Superintendência Estadual da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero)

AEROPORTO FICARÁ FECHADO 26 HORAS PARA POUSO

O POVO teve acesso ao plano de defesa aérea da Copa do Mundo

Nesta quarta-feira, a partir das 10 horas, no canteiro de obras do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, haverá passagem de comando.

Usiel Paulo Vieira assumirá como superintendente estadual da Infraero no lugar de Wellington Santos, que passará a responder pela chefia de operações da Infraero no Estado. Usiel é graduado em Licenciatura plena em Matemática e também em Ciências Econômicas.

O novo superintendente respondia pelo mesmo cargo no aeroporto de Natal (RN). Antes da Copa das Confederações, ele chegou a vir para a Capital cearense com objetivo de assumir função. A cúpula da Infraero achou por bem não fazer a mudança, que coincidia com o início das obras do novo terminal de passageiros.

Blog do Eliomar


Jornal de Turismo

Terça, 11 Fevereiro 2014 14:22

Grupo LATAM Airlines divulga estatísticas de janeiro de 2014

O tráfego de passageiros diminuiu 1,4%, enquanto a capacidade diminuiu em 3,5%. Como resultado, o load factor da Companhia para o mês cresceu 1,8 ponto percentual, alcançando 83,5%. O tráfego internacional de passageiros representou aproximadamente 50% do total no mês.

O tráfego doméstico de passageiros na operação da Companhia em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) aumentou 6,8%, enquanto a capacidade cresceu 5,4%. Como consequência, a taxa de ocupação doméstica aumentou 1,1 ponto percentual, chegando a 82,1%.

O tráfego do mercado doméstico no Brasil diminuiu 3,7%, enquanto a capacidade diminuiu 3,1%. Como resultado, o load factor doméstico no País diminuiu 0,5 ponto percentual, mas manteve-se firme, em 83,9%.

O tráfego internacional de passageiros diminuiu 2,3%, e a capacidade diminuiu 6,4%. Como resultado, a taxa de ocupação internacional de passageiros para o mês cresceu 3,5 pontos percentuais, alcançando 83,7%. O tráfego internacional inclui as operações internacionais de LAN e TAM nas rotas entre países da América do Sul e de longo curso.

O tráfego de carga do Grupo LATAM aumentou 0,9% e a capacidade diminuiu 4,8%. Como consequência, o load factor cresceu 3,2 pontos percentuais, fechando em 55,7%. A diminuição na capacidade é resultado de uma menor operação de cargueiros e de uma menor disponibilidade de espaço nos porões de aeronaves de passageiros, refletindo o cenário global desafiador para o setor de cargas.


Mercado&Eventos

10/02 - 19:02

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Infraero instala luminárias LED no aeroporto de Uberaba-MG

O Aeroporto de Uberaba (MG) concluiu a substituição de 23 lâmpadas de balizamento das pistas de manobras de aeronave – que integram o sistema de pistas do aeroporto – por luminárias que utilizam a tecnologia LED (do inglês light-emitting diode, ou “diodo emissor de luz”). O investimento da Infraero foi de R$ 38,8 mil. A expectativa é de que o novo sistema contribua para uma redução de 61% do consumo de energia elétrica do terminal.

As novas luminárias são mais duradouras, sustentáveis e econômicas, além de consumirem menos energia e demandarem menos manutenção. A vida útil dessas lâmpadas é dez vezes maior do que a das lâmpadas tradicionais. Em condições normais, os equipamentos LED possuem uma vida útil de 56 mil a 100 mil horas.

Para adotar as luminárias a LED, a Infraero realizou um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Conduzido pela Superintendência de Manutenção da empresa, o trabalho apontou resultados de redução de intervenções de manutenção, maior disponibilidade do sistema e economia de energia da ordem de 50%, em relação às luminárias convencionais.

Outro resultado positivo é a melhor visualização das pistas pelos aviadores que utilizam os aeroportos, já que as luzes de balizamento a LED sinalizam a pista em casos de operações noturnas ou com baixa visibilidade. Em 2014, o planejamento da empresa prevê que 31 aeroportos contem com luminárias de LED em seus sistemas de pistas e pátio.

Rafael Massadar


Mercado&Eventos

11/02 - 13:04

Delta espera crescimento de 20% na América Latina em 2014

Por: Luciano Palumbo

Na home, Nicolas Ferri e Luciano Macagno. Acima,

Luiz Henrique Teixeira com os executivos da Delta

Com investimentos globais na ordem de US$ 3 bilhões para os próximos dois anos, a Delta Airlines espera crescer 20% em números de assentos na América Latina em 2014 e ampliar as ligações já existentes entre os Estados Unidos e Brasil. “No ano passado crescemos 10% em número de assentos na América Latina. Hoje [como o quarto principal mercado para a companhia] temos 42 frequências semanais ligando o Brasil aos Estados Unidos. Nossa meta, com a chegada do Luciano Macagno é ampliar as relações comerciais e ofertar mais assentos nos próximos dois anos”, disse o vice-presidente da Delta para América Latina e Caribe, Nicolas Ferri, durante a apresentação oficial do novo executivo a imprensa.

Na pauta de Macagno, o projeto de expansão comercial da companhia não terá novidades em novas cidades. “Vamos promover o que já temos em parceria com a Gol no Brasil. Hoje atendemos cerca de 99% dos pontos de demanda entre o Brasil e os Estados Unidos com esta parceria”, comentou o novo diretor Brasil da Delta, Luciano Macagno.

Segundo ele, hoje a companhia atende a 50 cidades na América Latina e, no Brasil, a ideia é utilizar a visão de crescimento compartilhada com a Gol e ampliar as ligações no território nacional. "Não vamos, no momento, abrir novos destinos. Vamos utilizar a malha da Gol e ampliar nossa chegadas no país”, enfatizou.

Próximo voo – A Delta passa a operara mais uma frequência entre o Brasil e os Estados Unidos no começo de março. Mais precisamente, no dia 2 do próximo mês, a companhia terá mais um voo ligando Atlanta, nos EUA a São Paulo. O equipamento utilizado pela companhia será um 737-300 podendo ser trocado pelo 737-400 devido à demanda do voo.

Agentes – De acordo com o diretor comercial da Delta no país, Luiz Henrique Teixeira, as ações com os agentes , principalmente com os clientes corporativos da companhia continuarão como estratégia de crescimento da companhia no pas. “Hoje temos uma promoção e vendas tripartite [Delta, agências e corporativo] e não é possível mais definir o share de cada uma delas. Tudo faz parte das vendas da companhia de uma maneira geral, envolvendo o Brasil”, comentou.


Mercado&Eventos

11/02 - 17:28

Moreira Franco anuncia construção de dois aeroportos no Ceará

O ministro da Secretaria Nacional de Aeroportos, Moreira Franco, anunciou a construção de dois novos aeroportos no Rio Grande do Norte, um em Caicó e outro em Mossoró. Serão investidos R$ 218,2 milhoes, dentro do Programa de Aviação Regional do Rio Grande do Norte.

O consórcio Progen-Planway já foi contratado para desenvolver os projetos de viabilidade técnica, estudo preliminar, anteprojeto, ensaios e sondagens, projeto executivo de fundações e analise de projetos executivos.Outro consórcio, Cartografia Aeroportuária, contratado em novembro do ano passado, está fazendo o levantamento topográfico. A consultoria para o licenciamento ambiental está em fase de contratação, segundo o secretário de aeroportos, e será realizado pela empresa Bioma Consultoria Ambiental Ltda.

A localização dos novos aeroportos já foi discutida pelo Secretário de Aeroportos com a secretária Kátia Pinto e Yure Tasso Duarte, da Secretaria de Infraestrutura do Rio Grande do Norte. No caso de Caicó a ampliação da pista de mil metros e elevação da categoria do atual aeroporto estão inviabilizados pela penitenciária Pereirão e uma torre do estádio Marizão.

A Secretaria Nacional de Aviação Civil aguarda o estudo de viabilidade técnica e o plano básico de zoneamento. O estudo técnico para a construção de um novo aeroporto na cidade está previsto para o fim deste mês.

Já em Mossoró, segundo o ministro, a situação do aeroporto Dix-sept Rosado é mais complicada. De acordo com o relatório apresentado, com as irregularidade, o atual aeroporto seria rebaixado e o comprimento da pista de 2 mil metros sofreria uma redução de 560 metros. O Comando Aéreo Regional (Comaer) constatou 71 obstáculos, não oferecendo condições para ampliação.

De acordo com o cronograma, entre abril e junho deste ano, serão feitas as prospecções para a definição dos novos locais. Os estudos técnicos definitivos serão apresentados entre agosto e outubro. Em dezembro deverá sair o estudo preliminar e as licitações, dependendo das desapropriações e licenciamento ambiental, serão realizadas entre janeiro e abril de 2015.

Rafael Massadar


Panrotas

12/2/2014 09:29:00

US Airways opera em novo terminal em Los Angeles

A partir de hoje (12/02) todas as operações da companhia US Airways no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) passam para o Terminal 3. Operando até então no Terminal 1, toda a infraestrutura da US Airways passa para o novo terminal. Os usuários do US Airways Club, no entanto, têm que utilizar o American Airlines Admirals Club, no terminal 4.

A mudança se restringe apenas a US Airways e já está sinalizada pelo aeroporto de LAX. A American Airlines continua no Terminal 4. Com a mudança de terminal, passageiros da US podem acessar o terminal 4, sem precisar passar por pela área de segurança, através de um novo serviço de transporte que liga os dois terminais. O mesmo serve para os passageiros da AA.

Juntas, ambas as companhias operam a partir de Los Angeles 175 partidas diárias para 54 destinos em sete países, entre eles o Brasil.

Diego Verticchio


Panrotas

11/2/2014 15:01:00

Aerolíneas Argentinas cresce 27% no Brasil

O diretor da Aerolíneas Argentinas no Brasil, Ariel Rodriguez, que participou hoje do Workshop Agaxtur, disse que a companhia aérea acertou em cheio a colocar voos em cidades variadas do País. No ano passado, abriu ligações de Belo Horizonte e Brasília, por exemplo.

“Crescemos 27% no Brasil em 2013 e a chegada a esses novos mercados mudou a forma como os brasileiros vão para a Argentina”, disse ele, que comemora, ainda, a chegada a Curitiba, em 1º de março. “E todos os voos do Brasil conectam facilmente com Bariloche e outros destinos argentinos, o ano todo”, frisou.

Hoje a Aerolíneas tem 35 voos semanais de São Paulo para a Argentina, 33 do Rio de Janeiro, cinco de Brasília, cinco de Belo Horizonte, um charter de Salvador e sete de Porto Alegre, que serão 14 em breve. No verão, para atender ao fluxo de argentinos para Santa Catarina, a empresa chega a ter três voos diários para Florianópolis.

Artur Luiz Andrade 


Portal Terra

12 de Fevereiro de 2014•01h19 • atualizado às 07h50

Airbus anuncia pedido de US$ 8,3 bilhões da Amedeo por seu A380

Airbus A380 é maior avião comercial de passageiros do mundo

Foto: Getty Images

?A fabricante Airbus anunciou nesta quarta-feira o pedido da Amedeo por seu A380, conhecido como o maior avião de passageiros do mundo, em um negócio que pode chegar a US$ 8,3 bilhões, de acordo com informações da agência AFP.

O pedido da Amedeo foi revelado na Singapore Airshow, onde as duas empresas assinaram o documento final para a compra. John Leahy, representante da Airbus, afirmou que a encomenda mostra o “claro reconhecimento” do apelo do A380.

Mark Lapidus, chefe-executivo da Amedeo, ressaltou a capacidade do modelo. “como o tráfego aéreo mundial continua a dobrar a cada 15 anos, e a infraestrutura aeroportuária não, o A380 é a melhor solução para capturar esse crescimento”.

Ao entrar em operação em 2007, o modelo A380 da Airbus fez história: tornou-se oficialmente o maior avião de passageiros do mundo, superando o 747, o “jumbo” da rival Boeing. A aeronave que tem quase 100 metros de comprimento e área das asas maior que um apartamento é construído quase que totalmente em Tolouse, no sul da França, e onde também se localiza o escritório central da Airbus.

Saiba como é construído o maior avião do mundo