Burocracia impede reparos na Passarela de Congonhas

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Construída sobre a avenida Washington Luís para dar acesso ao Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, a Passarela Cmte Rolim A. Amaro enfrenta problemas estruturais, como trepidações, ferrugem, infiltração de água e falta de segurança, que contribuem para sua deterioração e para a segurança dos transeuntes. Mesmo assim, ainda não há previsão de quando serão realizadas ações para sua conservação e restauração.

Em 16 de janeiro de 2012, o processo de tombamento da Passarela foi arquivado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) e pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp).

 

Seu arquivamento daria carta branca para projetos e estudos que resultariam em sua conservação e manutenção, seja por parte das empresas privadas ou de instituições, como a Associação dos Amigos da Passarela de Congonhas (Aspa), que apresentou um projeto de restauração em junho deste ano. No entanto, a burocracia por parte dos órgãos públicos tem dificultado o trabalho de preservação da Passarela.

 

O promotor de Justiça José Carlos de Freitas, há três anos, solicitou à Prefeitura a promoção de “reparos na passarela, com início em 15 dias e o término em seis meses, para que fossem consertados seus elementos corroídos, deteriorados e destruídos, visando a segurança dos usuários, mas preservando sua arquitetura original,  e, também, a instalação de limitadores de altura”.

 

Apesar dessa tentativa, os prazos venceram e o não foi concedido à liminar para o início imediato das obras, porque existia um projeto de reparos em fase de licitação. Mas, desde então, nenhuma reforma foi realizada e a Passarela Cmte Rolim A. Amaro continua aquém de medidas governamentais.

 

O SNA e a Associação dos Aeronautas da GOL (ASAGOL) trabalham para que as obras de melhorias sejam efetuadas, beneficiando os usuários.

 

A Diretoria do Sindicato Nacional dos Aeronautas